Festa com minha mina e os amigos parte 6

Passaram-se algumas semanas sem novidades. Meus dias ficaram meio distantes da Karla porque a gente tinha um pouco de trampo na universidade, já tava quase nas férias de verão, então ficamos meio ausentes, ela mais do que eu. Meus dias mudaram pra caralho depois do que aconteceu. Tive uma batalha interna porque, mesmo tendo me masturbado desde o primeiro dia depois de ver minha mina entregue pro Andrés, eu também me recusava a aceitar que aquilo me excitava.

Durante essas semanas sem a minha namorada, não parava de criar cenários na minha cabeça: será que ela tava falando com ele? Será que pensava nele ou no que viveu? E me matava não poder contar pra ninguém o que tinha rolado. Isso me consumia e me deixava puto de tesão.

Depois de algumas semanas do nosso encontro com o Andrés, entramos de férias e, mesmo trocando ideia pelo WhatsApp, só mandávamos bom dia, boa tarde e boa noite, trocávamos beijos e uma foto ou outra, sempre com a promessa de sair juntos, mas por um motivo ou outro nunca rolava.

Um dia, depois de semanas me masturbando pensando no que aconteceu, minha namorada chegou na minha casa sem avisar e me interrompeu no meio de uma. Ela veio vestida com um short de lycra que mal cobria a buceta e uma camiseta folgada branca que terminava bem antes do short começar. Tava uma delícia, vinha do crossfit, tava tão gostosa.

Cumprimentou meus pais e subiu pro meu quarto. Foi aí que percebi que ela tinha chegado, pela conversa que teve com eles.

K: Oi, amor, bom dia, já acorda.
Y: Oi, amor, já tô acordando, hahaha, já tá bem tarde, tava pensando em ir te buscar mais tarde.
K: Então, é que meu pai me trouxe pra gente conversar sobre a festa que vão ter no sítio deles ou se a gente ia ficar aqui, porque eles vão embora de tarde. E queria saber o que você queria. Eu tenho umas paradas pra fazer, mas se você for comigo, a gente pode ir com eles, ou a gente fica aqui?

A verdade é que... esquecido completamente que ela já tinha me dito isso, por ficar pensando nela dançando com o Andrés, e me punhetando mentalmente esqueci disso, mas a pergunta dela me deu uma ideia
Y: Quanto tempo é?
K: Lembra que são 3 semanas
Y: Pô, e se a gente ficar e se organizar com atividades pra curtir entre a gente, até podemos comemorar na sua casa, enquanto eu olhava pra ela com malícia.
Minha namorada entendeu o que eu quis dizer e riu enquanto se sentou na minha cama e, olhando pro teto, ficou pensando.
Eu aproveitei pra começar a me arrumar pra sair com ela.
Depois de me trocar, descemos, nos despedimos dos meus pais e fomos tomar café da manhã, fomos a um lugar de tacos de cesta aqui na cidade, ficamos conversando sobre como foi na escola e os medos que tínhamos de certas matérias e o que ficou pendente.

Naquele dia, nós dois combinamos de trabalhar nessas férias pra poder viajar nas férias de dezembro pra algum lugar, só nós dois. Eu, da minha parte, pedi um horário mais extenso no meu trabalho e ela tinha várias ofertas na área esportiva. Na semana, cada um começou a trabalhar, não aconteceu nada relevante até que minha mina começou a ir trabalhar numa parte do crossfit que ela já frequentava. Fizeram uma parceria com um clube esportivo com tema de férias e um camping, abriram lá por um breve período os cursos de crossfit e ofereceram uma boa grana pra minha namorada, então ela aceitou. Passou uma semana e meia em que ela tava indo pra esse trabalho, eu ia buscá-la na casa dela, deixava no trabalho e ia pegá-la quando o turno dela terminava. Eram umas 6, 7 horas por dia, era tranquilo porque nem todos os horários estavam lotados.
Ela atendia adolescentes e adultos, foi uma semana sossegada, até que um dia, enquanto passava pra buscá-la, me deparei com o carro dos pais do Andrés no estacionamento. Cheguei perto pra cumprimentar e ver o que eles estavam fazendo ali.
Me aproximei e parei na porta do motorista, quem tava dirigindo era o pai do Andrés, e no copiloto era a mãe dele e atrás não dava pra ver
Y: E aí, boa noite
Enquanto me acomodo me apoiando na porta, alguém me cumprimenta lá de trás
A: Oi, e aí, o que cê tá fazendo por aqui?
Quando vi o Andrés, fiquei meio nervoso, enquanto mil perguntas e sensações me invadiam.
Não queria falar, mas outra parte queria soltar.
Y: Tô esperando a Karla, já que ela tá trabalhando aqui, e vim buscá-la.
Vi ele sorrir
A: Ah, é? E o que ela faz aqui?
Y: Pelo que entendi, é instrutora
A: De férias, suponho
Y: Isso mesmo
PA: Que massa, a Karlita sempre foi boa nessa parada de esporte, que ela se dê bem
Mãe do Andrés: É pra manter a forma, querido, as garotas da idade dela não pensam no futuro.
Depois senti alguém pegar no meu ombro.
Era o irmão mais novo do Andrés, chamado Pablo, não sei a idade dele, mas tava terminando o ensino médio.
Ele é parecido com o Andrés, bonitão, não tão forte quanto o irmão, mas mais alto que eu, embora dê pra ver a inocência no olhar dele
Pablo: E aí, bro, como cê tá? Veio buscar a Karla, né?
Y: Sim, Pablito, ela tá aqui há umas semanas ou uma semana e meia trabalhando. E você, o que faz aqui?
A: Ele tá treinando luta há uma semana
Y: Uau, sério?
P: Sim, aliás, hoje não teve sessão e deixaram ela passar um tempo com a gente, e o treinador ficou ensinando ela a sair das posições, e depois fui eu que tive que testar ela.
Y: Como assim? Tipo, colocaram ela pra lutar?
A: Ei, mas o instrutor tem uns 2m?
P: Sim, mas a Karla se mexia muito bem, embora alguns falassem que o Sr. Amari tava aliviando pra ela, hahahaha
Y: Amari? É assim que ele se chama?
P: Sim, não sei por quê, mas todo mundo chama ele assim
Nisso, o Andrés desceu do carro enquanto eu pensava no que eles disseram.
Aí vejo a Karla vindo na minha direção, e quando o Andrés desceu, ela ficou vermelha, mas chegou em mim pra me cumprimentar.
O Pablo começou a brincar com ela, como se fosse dar uma tacleada, e minha namorada assumiu uma postura de ataque, depois os dois riram.
P: Nossa, ele te ensinou bem.
A gente ficou por ali. Conversando quase uma hora depois que o Pablo chegou, e fiquei pensando se ela não teve atividade porque demorou. Mas não comentei nada.

K: Ah, para com isso, você é um abusado, te mandaram me ensinar e você começou a me dominar.

Quando ela disse isso, não consegui evitar ficar excitado, enquanto olhava para eles com o olhar perdido, a mãe do Andrés ficou me encarando.

M.A: Vamos embora, gente, que tem muita coisa pra fazer em casa para amanhã.

Eu não conseguia pensar em outra coisa, então fiquei sem fala por uns minutos.

P: Mas isso não foi te dominar, só fiz uma chave.

K: Pois pra mim pareceu dominação, porque você estava em cima de mim e ainda torceu minha mão.

P: Bom, é disso que se trata essa disciplina.

K: Pra fazer uma aula de demonstração, foram um pouco brutos comigo, menos o Amí.

P: Bom, você pode praticar se for mais vezes nas sessões com a gente, de qualquer forma o mestre já te convidou por fazer parte do pessoal.

K: Vou pensar, porque as rotinas que eu faço com meus meninos já são pesadas.

P: Ei, mãe, podemos convidar eles pra festa de amanhã?

Mãe do Andrés: Bom, vendo que vocês têm muita conversa, podemos convidar vocês pra jantar hoje, mas amanhã não sei, ela tem que trabalhar. Você de qualquer forma vai faltar nas suas sessões.

K: Jantar onde?

P: Na nossa casa. Minha mãe amanhã vai ter um evento e é uma festa num dos nossos salões. Então ela está preparando a comida pra amanhã, caso queiram nos acompanhar.

Y: A gente vê isso agora e manda um WhatsApp pra vocês.

K: Melhor deixar pra outra hora, porque a gente tem uns planos pendentes.

Fiquei pensativo e com medo de ter esquecido algo que ela tinha me pedido. Nos despedimos da família do Andrés e do irmãozinho dele. O Andrés foi muito respeitoso, só o olhar dele de vez em quando ia pras bundas da minha namorada.

Depois de nos despedir, subimos no carro.

K: Já love, dá logo.

Y: Mas pra onde você quer que eu dê meu love?

K: Ué, pra minha casa. Então me preparei pra dirigir até a casa da minha namorada e depois de ter... andei uns metros, passei a mão na perna dela enquanto ela me contava por que não tinha tido sessões, mas eu sentia aquela força na sua mão, então me deixei levar. num sinal vermelho, ela já tinha meu pau na mão dela.
K: Ei, por que você tá tão molhada?
eu fiquei meio nervoso porque nem eu tinha percebido antes de responder. o sinal ficou verde e eu continuei dirigindo, e de repente minha namorada tirou ele da calça e começou a me dar um dos boquetes mais gostosos que ela já me deu.
ela pegava a cabeça com a boca, com os lábios molhados, passava a língua e depois fazia "pop" como se fosse um pirulito. enquanto eu dirigia, ela começou a passar a língua na cabeça, da frente pra trás, devagar.
Y: Ai, amor, eu tava tão tesuda que me sentia no céu. minha namorada continuou chupando, eu metia tudo, puxava com a mão e com a outra mão pegava minhas bolas e massageava.
K: elas tão muito pesadas, duras. eu fui tocar ela e, assim que toquei a buceta dela por cima do short, ela deu um pulinho e eu falei:
Y: você tá molhadíssima, por que você tá assim?
K: é você que me deixa assim.
algo no fundo de mim dizia que aquilo não era verdade, mas me deixei levar. numa distração, quase batemos o carro, mas chegamos na casa dela bem na hora. descemos correndo, entramos, fechamos a porta e eu encostei ela, beijando muito intensamente, e comecei a passar a mão. coloquei um dedo, depois dois, e fazia círculos. ela só dizia:
K: Ai, amor, assim... enquanto falava eufórica, eu dei um tapa nela e a fiz descer pra me chupar. ela mal se ajeitou e já colocou na boca, molhou bem, e eu levantei ela, encostei na porta e comecei a meter.
K: não para, por favor!!!
enquanto levantava a bunda pra receber mais fundo e fazia movimentos circulares.
K: aaaahhh, assim, buceta, me come gostoso, não para.
Y: já tava sentindo falta desse pau.
K: vou gozar, não para, filho da puta.
eu tava tão extasiado que não aguentei mais e gozei gostoso. Forte, e gozei.
Achei que tinha sido gostoso pros dois, até que ela falou:
K: Já terminou? Enquanto ofegava e fazia cara de biquinho, ao mesmo tempo brava.

A gente se vestiu e foi tomar banho. Ela tava meio séria, mas parecia que tentava se acalmar. Eu saí do banheiro primeiro porque ela começou a fazer um tratamento no rosto.
Fui colocar meu celular pra carregar enquanto avisava meus pais que não ia chegar em casa cedo, ou que talvez nem fosse, pra poder ficar na casa dela. Foi quando vi que o celular dela começou a vibrar muito, porque também tava carregando.

Mensagem do WhatsApp: Oi
Mensagem do WhatsApp: Esse é meu número pra você me adicionar
Mensagem do WhatsApp: Te vejo amanhã. Descansa.

Não sabia quem era porque não tava salvo.
Fiquei pensando em guardar aquele número no meu celular pra descobrir quem era, mas bem na hora que ia tirar foto,
minha namorada me chamou. Ela tava saindo do banho, com uma máscara no rosto. Quando falei que o celular dela tava tocando, perguntei:

Y: É um número desconhecido, mas tão te cumprimentando. Ei, cê não tá com fome? Quer que a gente faça alguma coisa ou peça comida?

Meio irritada, ela respondeu:
K: Como você quiser. Se quiser, pede comida.

Enquanto fazia aquela cara de poucos amigos, foi se secando e se vestindo. Colocou uma cueca box branca bem justa. E enquanto eu pedia a comida pelo celular, ela se aproximou pra tirar o celular dela do carregador e desbloqueou pra ver quem era. Nisso, vi o rosto dela se iluminar com um sorriso. Eu tava na frente dela, então via tudo que ela fazia. Fiquei lutando pra pedir a comida porque não achava nada que agradasse a mim e a ela, e o tempo todo ela ficou no celular.

Ficou ouvindo uns vídeos que pareciam ter sons de golpes, enquanto escrevia e parecia bem entretida. A comida chegou e comecei a exigir atenção dela. E, sem eu pedir, ela começou a me mostrar uns vídeos que o instrutor de luta tinha mandado pra ela — era ele quem tava mandando. mensagens e com quem eu estava conversando, onde ele estava explicando o que eu precisava fazer da próxima vez nas posições. E aí pude notar uma coisa: o instrutor era um homem negro. Não vi nada de errado no que estavam fazendo, então ela começou a me explicar um vídeo onde um cara está por cima do outro, mas eu perguntei:
— Era isso que você estava fazendo?
E ela me disse que sim.
Perguntei qual era ela,
e ela era quem estava por cima. Eu, meio estranhando, perguntei:
— Tipo, e com quem você fez isso?
K: Com o instrutor e com o Pablo.
Nisso, eu fiquei meio vermelho.
K: O que foi? Por que você tá assim?
Fingi um pouco e comentei: é que eu nunca imaginei que você fosse ficar fazendo exercícios de luta, é estranho te imaginar fazendo isso.
Depois de alguns minutos, ou uma hora inteira, começamos a conversar mais e ela começou a me mostrar mais vídeos. Percebi que em alguns vídeos esse cara aparecia de cueca, era de compleição magra, mais alto do que qualquer outra coisa, mas não dava pra ver o rosto dele.
Fiquei pra dormir com ela, dormimos abraçados, mas de noite me acordou um movimento. Continuei sem me mexer, mas estava com os olhos abertos no escuro. Percebi que aqueles movimentos eram da minha namorada se masturbando.
Dava pra ver ela, mas não completamente, e ela não estava com o celular na mão nem nada. Era só ela se esfregando contra si mesma, tudo em silêncio, só se ouvia o barulho da mão batendo, aquela sensação de fricção, até que ela disse:
K: Assim, assim, assim... Mmmmmmm, já tô quaseee...
Uuuffff, você me excita pra caralhooo
K: Era isso que eu queria.
Depois, senti a cama se mexer porque ela levantou e ouvi ela entrar no banheiro, mas notei que levou o celular.
Era difícil saber o tempo, mas ela ficou no banheiro uns 20 minutos.
Depois saiu e deitou comigo. Cheirava a sabonete, como se tivesse lavado o rosto.
Aí ela relaxou, se acomodou do meu lado e foi dormir. Eu estava meio alterado e excitado. É difícil explicar porque às vezes nem tava excitado nessas situações, sem nada ficar duro, mas tinha aquela sensação no peito, aquela adrenalina.
No dia seguinte, acordei cedo, umas 8 da manhã, e ela já não tava na cama. Desci e vi que ela tava fazendo café da manhã, e na mesa tava o celular dela. Comemos numa boa e, quando terminou, ela falou:
— Será que a gente pode ir num shopping? Quero comprar umas roupas, só tenho um short pra usar.
E eu: — É, tudo bem, vou com você.
K: — Muito obrigada, meu amor. Enquanto me beijava e ficava toda melosa.

Chegamos no shopping e, enquanto ela foi comprar as roupas — ou escolher, melhor dizendo —, eu fui provar umas coisas. Quando encontrei ela, já tava na fila do caixa, terminando de passar as coisas dela. Dei minhas roupas pra passar também e paguei com meu cartão.

Deixei ela em casa e, bem na hora que ia descer, me ligaram do trabalho. Precisavam de ajuda com alguma coisa — não lembro o que era, mas era uma parada de serviço. Deixei ela lá, a gente se despediu e combinou de se ver no dia seguinte. Mas acabei não vendo ela por quatro dias. Até que um dia, bem, a gente conversava e tal, mas nada demais. Ela me pediu pra ir lá, porque ia terminar o acampamento que contrataram ela e iam fazer um evento. Então fui até o clube esportivo onde ela trabalhava. Entrei pelo lado dos convidados, e tinha várias mesas, um monte de gente, parecia uma festa. Tinha uma área de festa, área de dança e umas coreografias — não lembro bem os nomes, mas tinha um cronograma das atividades. Sentei esperando pra ver onde achava minha namorada, porque mandei mensagem e ela não respondia.

Depois, vi uns alunos gritando "professora" e olhando pra trás de mim. Virei a cabeça pra ver de quem tavam falando, e era minha namorada. Ela vinha acompanhada daquele professor de luta. Pessoalmente, ele parecia bem diferente, e o que mais me surpreendeu foi que minha namorada tava usando um short de lycra bem justinho, branco. Fiquei pensando. se isso foi uma das coisas que eu paguei, minha namorada não tinha percebido que eu já estava lá, não tinha me visto. e enquanto eles se aproximavam de nós, vejo minha namorada pegar o braço dele com as duas mãos enquanto riem como se ele tivesse contado uma piada. isso me deixou um pouco alerta, mas ao mesmo tempo excitado. senti como se meu cérebro tivesse esquentado, ou não sei o que aconteceu comigo. quando eles estavam quase chegando, vejo ele pegar ela pela cintura e puxar ela pra frente, como se estivesse dando instruções pra ela fazer algo.

depois ele se afastou e entrou numa espécie de depósito. nisso, minha namorada me viu sentado e veio me cumprimentar. embora eu tenha visto que o rosto dela mudou um pouco ao me ver ali.

K: Oi, meu amor. Vi que você veio mesmo. Pensei que ia me deixar esperando.

E: E por que você esperava isso de mim?

nisso, umas meninas chamaram ela, dizendo que já iam começar. apareceu umas meia hora depois. enquanto o salão lotava, passaram algumas garotas e teve vários números de crianças dançando. muitos números eram uma forma de divulgar o clube esportivo. depois, minha namorada apareceu junto com o instrutor de luta e com umas caixas, começaram a montar um palco. eu percebia como o cara era muito educado com minha namorada, mas também notava como minha namorada o admirava.

depois que as demonstrações terminaram, fomos pra um banquete onde dividimos a mesa com a equipe. minha namorada me apresentou a todos, foram muito legais, e eu não pude deixar de notar que minha namorada era muito atenciosa com Amari, se faltava refrigerante ou algo assim. um tempo depois, eu me sentia cheio de comida e estava com sono, e a música começou a tocar. Amari convidou a professora de dança pra dançar e foram pra pista. por inércia, eu olhei pra minha namorada pra ver qual seria a reação dela, mas pra minha surpresa, ela parecia normal. depois ela me disse:

K: Vamos dançar, amor, porque o evento já vai acabar.

e sem me dar tempo de reagir, ela me puxou e me levou pra pista de dança.

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