Este é o primeiro post sobre minha coleção de calcinhas e fio-dentais usados. Essa é uma das mais recentes que consegui e uma das minhas favoritas.
Tudo começou com a Lucia, ela é uma das minhas ex-colegas de classe e sempre nos demos super bem, verdade. A gente já teve uns rolos e já se pegou em umas festas mais de uma vez, mas nunca chegamos a transar nem ter nada sério. A questão é que umas duas semanas atrás a gente se falou de novo e combinou de tomar um café à tarde, nada demais, os encontros normais que a gente sempre teve. Foi assim que marcamos no café de sempre e fomos pra lá os dois.
Eu tenho um estilo de roupa mais básico, calça jeans larga e moletom oversized, gosto e fico confortável, mas a Lucia tem um estilo que, sem dúvida, me deixa doido pra caralho. Digamos que ela costuma usar roupas justas, saia, meia arrastão e bota grande, e foi assim que a encontrei quando cheguei no café. Ela tava sentada de perna cruzada esperando eu chegar, quando cheguei, ela levantou e me deu dois beijos. A gente ficou lá sentado bebendo café por um tempinho, falando da vida e de como tava tudo, estudo, trabalho, família, enfim, um pouco de tudo.
Até que chegou um ponto que, sem saber como, começamos a falar de uns assuntos mais quentes. A Lucia sempre foi bem promíscua e, como a gente tinha intimidade, ela sempre me contava sobre as práticas sexuais dela e era muito fã de BDSM e bondage, e sempre me explicava como esse mundo era divertido e que eu devia experimentar. E algumas coisas que ela recomendou eu testei e, sem dúvida, é muito estimulante. Enfim, com o tempo a conversa foi avançando e já tava tarde, e nos "convidaram educadamente" a sair do café porque a gente não tava consumindo nada e ocupando uma mesa. Aí demos uma volta até um parque perto e sentamos pra continuar conversando.
A coisa foi esquentando, falando do que nos excitava, do que a gente gostava, e ela foi insistindo e me fazendo contar meus fetiches. Acabei contando minha paixão por calcinhas usadas e que costumava fazer coleção delas. as primeiras calcinhas que eu tirava de uma mina na primeira vez que a gente transava. Ela riu e eu fiquei muito envergonhado, era a primeira vez que eu compartilhava isso com alguém com quem eu não tinha praticado. Depois disso, ela se levantou e ergueu a saia na frente, me deixando ver as calcinhas.
—E aí, cê tá gostando? —ela me perguntou. Eu fiquei sem saber o que fazer, totalmente em choque, e ela sentou em cima de mim e me beijou. Eu me afastei e falei: —Porra, Lucia, aqui? Alguém pode aparecer. Ela não ligou e começou a me beijar no pescoço enquanto se remexia em cima de mim. Nervoso e preocupado, comecei a olhar pros lados e, vendo que não vinha ninguém, começamos a nos beijar enquanto eu enfiava a mão por baixo da saia dela e começava a tocar a buceta dela. Enquanto a gente se beijava, ela ia gemendo e eu ficava duro. Dava pra sentir o quanto a ppk dela tava molhada, como meus dedos iam escorregando pra dentro e como tudo ficava encharcado, e ela pedia mais. —Lucia, levanta, vamos pra um lugar mais discreto. A gente levantou e, de mãos dadas, saímos correndo pra um tipo de campinho do lado do parque, escondidos por algumas árvores e arbustos. Além disso, já era noite (Espanha, 20h em dezembro), então seria muito difícil alguém nos ver se a gente fosse discreto. Atrás de uma árvore, Lucia tirou a calcinha e enfiou na minha boca, e com um tom quente e debochado falou: —Agora já me tem na sua coleção. Ela desabotoou minha calça e se ajoelhou pra me chupar enquanto eu sentia o cheiro da calcinha dela.
Depois de um tempo, tirei ela do meu pau e encostei ela naquela árvore. Enquanto metia nela, fui sentindo o cheiro da calcinha dela, quente e molhada. Não aguentei e gozei dentro dela. Depois de alguns segundos pra nos recuperar, subi minha calça e guardei a calcinha dela no bolso. Ela tirou uns lenços da bolsa e limpou o esperma que escorria da bucetinha dela, depois me olhou com aqueles olhos de puta e lambeu o papel. Depois disso, nos beijamos de novo e fomos de mãos dadas o caminho todo, nos beijando e falando putaria até chegar na casa dela, onde transamos de novo. Depois fui embora antes dos pais dela chegarem. A gente se encontrou mais algumas vezes pra foder, e ela foi me mostrando mais do mundo BDSM que ela pratica, a ponto de me amarrar na cama e vendar meus olhos. Sem dúvida, a Lucia é uma puta, e isso me excita pra caralho. E prova do quão promíscua ela é é a calcinha que ela me deu.
Espero que vocês tenham gostado da história dessa calcinha. Aos poucos, vou fazendo as das outras 7.
Tudo começou com a Lucia, ela é uma das minhas ex-colegas de classe e sempre nos demos super bem, verdade. A gente já teve uns rolos e já se pegou em umas festas mais de uma vez, mas nunca chegamos a transar nem ter nada sério. A questão é que umas duas semanas atrás a gente se falou de novo e combinou de tomar um café à tarde, nada demais, os encontros normais que a gente sempre teve. Foi assim que marcamos no café de sempre e fomos pra lá os dois.Eu tenho um estilo de roupa mais básico, calça jeans larga e moletom oversized, gosto e fico confortável, mas a Lucia tem um estilo que, sem dúvida, me deixa doido pra caralho. Digamos que ela costuma usar roupas justas, saia, meia arrastão e bota grande, e foi assim que a encontrei quando cheguei no café. Ela tava sentada de perna cruzada esperando eu chegar, quando cheguei, ela levantou e me deu dois beijos. A gente ficou lá sentado bebendo café por um tempinho, falando da vida e de como tava tudo, estudo, trabalho, família, enfim, um pouco de tudo.
Até que chegou um ponto que, sem saber como, começamos a falar de uns assuntos mais quentes. A Lucia sempre foi bem promíscua e, como a gente tinha intimidade, ela sempre me contava sobre as práticas sexuais dela e era muito fã de BDSM e bondage, e sempre me explicava como esse mundo era divertido e que eu devia experimentar. E algumas coisas que ela recomendou eu testei e, sem dúvida, é muito estimulante. Enfim, com o tempo a conversa foi avançando e já tava tarde, e nos "convidaram educadamente" a sair do café porque a gente não tava consumindo nada e ocupando uma mesa. Aí demos uma volta até um parque perto e sentamos pra continuar conversando.
A coisa foi esquentando, falando do que nos excitava, do que a gente gostava, e ela foi insistindo e me fazendo contar meus fetiches. Acabei contando minha paixão por calcinhas usadas e que costumava fazer coleção delas. as primeiras calcinhas que eu tirava de uma mina na primeira vez que a gente transava. Ela riu e eu fiquei muito envergonhado, era a primeira vez que eu compartilhava isso com alguém com quem eu não tinha praticado. Depois disso, ela se levantou e ergueu a saia na frente, me deixando ver as calcinhas.
—E aí, cê tá gostando? —ela me perguntou. Eu fiquei sem saber o que fazer, totalmente em choque, e ela sentou em cima de mim e me beijou. Eu me afastei e falei: —Porra, Lucia, aqui? Alguém pode aparecer. Ela não ligou e começou a me beijar no pescoço enquanto se remexia em cima de mim. Nervoso e preocupado, comecei a olhar pros lados e, vendo que não vinha ninguém, começamos a nos beijar enquanto eu enfiava a mão por baixo da saia dela e começava a tocar a buceta dela. Enquanto a gente se beijava, ela ia gemendo e eu ficava duro. Dava pra sentir o quanto a ppk dela tava molhada, como meus dedos iam escorregando pra dentro e como tudo ficava encharcado, e ela pedia mais. —Lucia, levanta, vamos pra um lugar mais discreto. A gente levantou e, de mãos dadas, saímos correndo pra um tipo de campinho do lado do parque, escondidos por algumas árvores e arbustos. Além disso, já era noite (Espanha, 20h em dezembro), então seria muito difícil alguém nos ver se a gente fosse discreto. Atrás de uma árvore, Lucia tirou a calcinha e enfiou na minha boca, e com um tom quente e debochado falou: —Agora já me tem na sua coleção. Ela desabotoou minha calça e se ajoelhou pra me chupar enquanto eu sentia o cheiro da calcinha dela.
Depois de um tempo, tirei ela do meu pau e encostei ela naquela árvore. Enquanto metia nela, fui sentindo o cheiro da calcinha dela, quente e molhada. Não aguentei e gozei dentro dela. Depois de alguns segundos pra nos recuperar, subi minha calça e guardei a calcinha dela no bolso. Ela tirou uns lenços da bolsa e limpou o esperma que escorria da bucetinha dela, depois me olhou com aqueles olhos de puta e lambeu o papel. Depois disso, nos beijamos de novo e fomos de mãos dadas o caminho todo, nos beijando e falando putaria até chegar na casa dela, onde transamos de novo. Depois fui embora antes dos pais dela chegarem. A gente se encontrou mais algumas vezes pra foder, e ela foi me mostrando mais do mundo BDSM que ela pratica, a ponto de me amarrar na cama e vendar meus olhos. Sem dúvida, a Lucia é uma puta, e isso me excita pra caralho. E prova do quão promíscua ela é é a calcinha que ela me deu.
Espero que vocês tenham gostado da história dessa calcinha. Aos poucos, vou fazendo as das outras 7.
5 comentários - Calcinhas da Lucia