Compartilhei minha esposa. Começamos conversando sobre o que ela gostaria e, no amor dela, não existe outra frequência senão comigo, mas através da comunicação fiz ela sentir que adoro o que ela me dá sexualmente e, entre a sexualidade e a insegurança dela, ofereci a ela ser desejada. Que ela mostre seu ser e veja como desejam comer ela e penetrar ela, e que ela se ofereça e curta isso, elevando a autoestima dela e se banhando na porra até a exaustão de adrenalina. Entramos num glory hole. Já dentro daquela cabine, brincamos um pouco numa prévia linda, enchendo de sensações, mas principalmente o tesão de que algo vai acontecer, até que uma mão saindo daquele buraco acaricia a bunda dela enquanto nos beijamos e, nesse impulso, ela olha e vê outro pau ereto aparecendo pelo buraco, e vejo os olhos dela de prazer ao ver algo já conhecido, mas com desejo, e digo pra ela agarrar e sentir. Ela avança nisso e, enquanto batemos punheta, ela curte sentir a carne nas mãos, a boca dela salivando, mas eu não interfiro na brincadeira dela, só começo a acompanhar o desejo dela. Sinto ela se ajoelhar e me pedir uma camisinha e, na versão mais decidida dela, sem parar de me dar prazer, ela enfia a camisinha no outro pau e começa a chupar, enchendo a boca toda, oferecendo o melhor boquete que eu já vi... Transbordando de prazer vendo aquela situação, depois de alguns minutos ela se levanta e me mostra a bunda enquanto continua chupando aquele pau, e eu começo a penetrar ela de quatro, e ela gemendo com a boca ocupada. Foram 5 minutos animais de penetração, mas meu prazer transbordava e, prestes a gozar, solto a situação e peço pra pessoa do outro lado do glory hole entrar na cabine. Naquela presença, Betty, lendo telepaticamente, coloca meu pau na boca dela e se deixa ser penetrada pela outra pessoa em total liberdade. Não me segurei e me dediquei a filmar aquele momento ouvindo ela. Esperamos que vocês compartilhem e votem pra continuar o relato.
Compartilhei minha esposa. Começamos conversando sobre o que ela gostaria e, no amor dela, não existe outra frequência senão comigo, mas através da comunicação fiz ela sentir que adoro o que ela me dá sexualmente e, entre a sexualidade e a insegurança dela, ofereci a ela ser desejada. Que ela mostre seu ser e veja como desejam comer ela e penetrar ela, e que ela se ofereça e curta isso, elevando a autoestima dela e se banhando na porra até a exaustão de adrenalina. Entramos num glory hole. Já dentro daquela cabine, brincamos um pouco numa prévia linda, enchendo de sensações, mas principalmente o tesão de que algo vai acontecer, até que uma mão saindo daquele buraco acaricia a bunda dela enquanto nos beijamos e, nesse impulso, ela olha e vê outro pau ereto aparecendo pelo buraco, e vejo os olhos dela de prazer ao ver algo já conhecido, mas com desejo, e digo pra ela agarrar e sentir. Ela avança nisso e, enquanto batemos punheta, ela curte sentir a carne nas mãos, a boca dela salivando, mas eu não interfiro na brincadeira dela, só começo a acompanhar o desejo dela. Sinto ela se ajoelhar e me pedir uma camisinha e, na versão mais decidida dela, sem parar de me dar prazer, ela enfia a camisinha no outro pau e começa a chupar, enchendo a boca toda, oferecendo o melhor boquete que eu já vi... Transbordando de prazer vendo aquela situação, depois de alguns minutos ela se levanta e me mostra a bunda enquanto continua chupando aquele pau, e eu começo a penetrar ela de quatro, e ela gemendo com a boca ocupada. Foram 5 minutos animais de penetração, mas meu prazer transbordava e, prestes a gozar, solto a situação e peço pra pessoa do outro lado do glory hole entrar na cabine. Naquela presença, Betty, lendo telepaticamente, coloca meu pau na boca dela e se deixa ser penetrada pela outra pessoa em total liberdade. Não me segurei e me dediquei a filmar aquele momento ouvindo ela. Esperamos que vocês compartilhem e votem pra continuar o relato.
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