Na noite em que a Mica me levou pra conhecer a Mãe, a gente ficou sozinho. A gente se divertiu pra caralho junto e quase transamos na sala. Depois, no caminho de volta pra casa, quando eu tava chegando, era quase 6 da manhã, meia quadra antes, cruzei com uma amiga do ensino fundamental chamada Vicky. A gente bateu um papo e ela me convidou pro aniversário dela, falou que ia comemorar na noite seguinte. Ela me contou que tinha alugado o VIP de uma balada chique que tem na cidade e insistiu pra eu ir, não via ela há um tempão, então aceitei o convite. Ela pediu meu número, passei e ela disse pra avisar se fosse com ela ou quando chegasse na balança pra ela me passar a pulseira de acesso ao VIP. A gente conversou mais um pouco e se despediu. No dia seguinte, troquei mensagem com a Mica, fiz outras coisas em casa, umas 9 jantei e perto das 11 da noite tomei banho. Depois passei One Million no pescoço e no peito e um pouquinho perto da rola. Aí me vesti com roupa confortável pra sair, mas lembrei que era um lugar chique, então tive que me trocar. No fim, coloquei uma camisa preta justa, uma jeans e um tênis social Taverniti pra ficar mais confortável. Mandei mensagem pra Vicky, ela disse que à 1 iam me buscar. Preparei um vodka com speed porque tava com sede e pra matar tempo. Uma hora depois, ouço a campainha. Era ela no carro com mais duas minas, uma loira e uma morena. Peguei o presente e saí, vejo as três descerem, cumprimento a Vicky e dou um abraço, desejo feliz aniversário e entrego o presente, uma garrafa de Absolut Raspberry de 1 litro. Depois ela me apresenta as outras duas, Sharon era o nome da loira, ela tinha carinha de novinha, talvez 18 ou 19 anos, quase 1,60, magrinha mas corpo gostoso. E a Anto, a morena, era mais alta, 1,75, peitão e bundão, lábios de quem manda bem no boquete e cabelo comprido até a cintura. Depois de cumprimentá-las, ouço a Sharon falando pra morena: — Não sabia que a Vicky tinha amigos tão gostosos… E com uma cara de puta safada ela fala isso, elas caem na risada. Vicky nessa hora fala pra eles:
— Ei, chega, vamos embora…
Depois a gente sobe no carro, a loira e a morena foram atrás, então eu fiquei na frente, no banho do carona. Daí a gente arrancou pro lugar.
Quando chegamos, antes de entrar, a Vicky colocou as pulseiras do VIP em nós. Entramos e a balada tava lotada, era bem chique, com decoração estilo industrial. Um segurança viu nossas pulseiras e mandou a gente subir as escadas pro VIP. Subimos, passamos por uma porta e já tinha umas 40 pessoas lá, umas 30 eram umas gatinhas loiras, morenas, ruivas, pintadas, tinha pra escolher, cada uma mais putinha que a outra. Tinha uma cabine de DJ tocando música eletrônica, fumaça, telona, lasers, o lugar tinha de tudo, só faltava uma bandeira LGBT e alguém cheirando pó do cu de um anão pendurado no teto que era o Cirque Du Soleil, era meio surreal o que rolava ali.
Do outro lado, um balcão com dois bartenders: uma loira muito gostosa com carinha de patricinha que parecia uma milipili saída de Nordelta, e uma ruiva de 1,70, peituda, com várias tatuagens nos braços, que era linda demais.
Vicky me pega pela mão e me leva até o balcão. A ruiva vê ela, sai, abraça e dá parabéns. Depois ela me apresenta e me cumprimenta com um beijo:
— Ivi, esse é meu amigo, pode chamar ele de Moreno se quiser.
— Oi, tudo bem? Prazer te conhecer.
— Oi! Tudo bem, sou Ivana, prazer.
Ela volta pro lugar e, antes que a gente pudesse pedir alguma coisa, pega uma garrafa de tequila e serve 12 doses, com sal e limão. As outras amigas chegam perto e a gente manda 6 doses de uma vez. As minas do balcão já tavam bem loucas, e fizeram a gente tomar as 6 doses que faltavam. Pra apagar o fogo, pedimos os drinks pra ruiva.
Eu tava morrendo de vontade de tomar um fernezinho bem gelado, mas como o lugar era chique, pedi um Mojito. As minas pediram Sex on the Beach, Tequila Sunrise e a morena um Martini Dry.
A gente foi pra um canto onde tinha mesas e sofás. Depois chegaram mais umas 10 convidadas, cada uma mais gostosa que a outra. que a outra, tomaram as tequilas e vieram pro cantinho. Trouxeram uns baldes com gelo, redbulls e vários champanhes, vodca, uns copos e começaram a distribuir. Começaram a dançar e beber, um gole vai, outro vem, eu sentado bebendo champanhe no sofá olhando a Vicky feliz e se divertindo no dia dela com as amigas. Depois ela vem perto de mim e me puxa pra dançar, mesmo eu sendo duro, mas topei. Ela dançava bem coladinha em mim, punha a mão na minha cintura, às vezes roçava o pescoço com os lábios quando se aproximava pra falar algo, me abraçava forte. Eu também coloquei minha mão na cintura dela várias vezes, nas costas dela, em alguns momentos ficamos a milímetros de distância, quase encostando os lábios, parecia que éramos namorados. Depois de tudo isso, de ter ela tão perto de mim, fiquei com calor, dancei mais uns minutos com ela. Aí falei que ia no balcão pegar algo pra beber. Pedi pra Ivana um Skyy com Redbull, ela prepara e quando vou pagar, chego bem perto porque não dava pra ouvir nada por causa da música, ela segura minha mão e fala no meu ouvido: - Tô vendo que vocês estão se divertindo MUITO com a Vicky… - É, ela é maravilhosa, é um amor, não sei o que te dizer… - Sei sim, há quanto tempo vocês estão juntos já?... - Com a Vicky???, desde hoje à 1 hora que vieram me buscar. - Ah, pensei que estavam juntos há mais tempo… - O quê???... Não não, somos Amigos, tipo, nos conhecemos desde o jardim de infância quase. - É brincadeira?, vi vocês dançando e pareciam tão bem, sorrindo, coladinhos… - Ah sim, mas de verdade ela é minha Amiga, amo ela pra caralho mas somos Amigos, é como uma irmã pra mim. - Interessante, é bom saber disso… Bom, tenho que continuar trabalhando, até mais Lobo solitário… E ela morde minha orelha de leve, depois roça os lábios na minha bochecha, enquanto passa as unhas na minha mão e se afasta me olhando com uma carinha de puta infernal… Quando ela fez isso, senti uma vontade de subir ela em cima do balcão, abrir as pernas dela e foder ela uma vez atrás da outra, de meter Gelo na boca e passar pelos peitos ou pela buceta dela, jogar champanhe ou calda de morango nos peitos e deixar escorrer até o umbigo e a virilha, e beber cada gota, limpar com minha língua, colocar o microfone da cabine e deixar os gemidos e gritos dela ecoarem pelas caixas de som enquanto eu comia aquela ruiva. Naquele momento, sinto alguém me abraçar por trás, me viro e vejo que era a Vicky com a Sharon e a Anto, já estavam bem bêbadas aquelas três.
Ficamos no balcão um tempo, tomando vodka, demos umas risadas, enquanto eu via elas dançando. A loira e a morena pareciam sapatão, se davam uns beijos enormes, se tocavam, na minha mente eu já via elas peladas se masturbando e gemendo igual umas loucas. A Vicky tava mais na dela e ficou do meu lado direito dançando bem perto de mim, falava no meu ouvido, colocava a mão na minha cintura e me abraçava. Não beijei ela só porque era minha amiga, mas vontade não faltava porque ela era muito gostosa.
Depois de um tempo, a Vicky me fala que a Sharon é filha da dona do lugar e que a gente fosse pro outro VIP que ficava embaixo do outro lado da pista, porque tinham algo preparado pra ela. Nessa hora, olhei pro balcão e vi a Ivana de costas, abaixada pegando bebidas da geladeira. Com o vestidinho que ela tava, marcava tudo da raba, dava até pra ver o fio da calcinha fio dental. Dava vontade de entrar no balcão, encostar a pica, acariciar os peitos e a buceta dela, levantar devagar e arrebentar o cu dela a noite toda. Ela tinha uma cinturinha e uma raba linda aquela gatinha, parecia um pêssego, bem redondo e perfeito. Ainda por cima tinha um estilo meio dark ou gótica, era demais, me deixava louco aquela ruiva.
Num momento ela se vira rápido, olha pra onde a gente tava e vê que eu tava olhando bem pra raba dela, dá uma risada e morde o lábio. Ela chega no balcão pra continuar atendendo o povo, e de vez em quando me mandava uns olhares bem de putona, o que fez a pica começar a endurecer. Pra não ficar de pau duro no meio do Boliche, parei de olhar pra ela, falei pra minha amiga que já voltava e me mandei pro banheiro porque tava morrendo de vontade de mijar depois de tantos drinks. Subo as escadas, chego no banheiro e vejo na porta um cara saindo, arrumando o cinto. Entro e vejo saindo do cubículo do fundo a mina loira do balcão, ajeitando o top e chupando os dedos. Ela me olha e ri. Chega perto pra lavar as mãos, se olha no espelho, passa batom. Eu, pra sair daquela situação estranha, falo sorrindo: — Que sorte que alguns têm, hein... E ela me olha no espelho e ri, vê que eu tô com um drink e pede pra eu dar um gole. Chega perto, eu entrego o copo, ela bebe uns goles, enxágua a boca com aquilo, depois bebe de novo e fala: — Shhhh... Não fala nada, isso é segredo entre você e eu... E ela chega grudando os peitos no meu peito, pega na minha pica, aperta forte, me dá um beijo no pescoço e vai embora. Quando ela fez isso, senti uma vontade de agarrar ela pelo cabelo, puxar e fazer ela chupar bem minha pica de joelhos ali mesmo, abaixar o top dela e pegar nos peitos, de colocar ela contra o espelho e comer ela de pé, de meter ela num cubículo e arrancar tudo e encher de porra aquela puta. Mas a vontade passou quando lembrei que um minuto antes ela tava dando e com certeza ainda tinha o gosto da pica de outro na boca dela. Fui mijar, lavei as mãos e volto pro vip, olho pra todo lado e não acho as minas. Aí vou pro balcão e peço um drink e aproveito pra falar com a Ruiva. De novo ela fala no meu ouvido e toca na minha mão, perguntei onde ficava o outro vip e ela me explica direitinho como chegar. Mesmo já tendo visto antes mais ou menos onde era, me fiz de besta e usei isso de desculpa pra falar com ela. E como já tinha a info, falo: — Valeu por tudo, agora vejo como chego lá... — Espera, vamos juntos, me mandaram atender aquele balcão. — Ok, te espero e vou na frente pra abrir caminho, você fala no meu ouvido e me guia. Ela sai com a carteira e a coqueteleira dela, descemos a escada e ao abrir a porta vimos que o lugar tava lotado até o talo. Chego perto dela e falo: - Eu... tem certeza que quer ir pra lá???... - Melhor chamar um segurança pra me levar... - Ah tá, não confia em mim, então vou embora... E finjo que vou sair, ela me pega pela mão e fala: - Ei não!!!.. vem, é brincadeira, vamos juntos... me leva PELAMOR... E faz uma carinha de puta quando fala "pelamor...", que deu vontade de beijar ela na hora. Aí olho por onde a gente podia passar e vejo que tinha um palco, seguro a mão dela com força e vou na frente, começo a abrir caminho falando: - Sou Staff!!!, Licença!!! Licença!!!... E o povo me via vestido de camisa preta e achava que eu era segurança ou alguém do lugar e me deixava passar na hora. Chegamos no palco, subo e seguro a mão dela pra ajudar a subir os 3 degraus. Atravessamos o palco todo até o outro lado, desço e pra ir mais rápido, pego ela pela cintura e desço ela. Quando apoio ela no chão, ela me olha direto nos olhos, a gente se encara por uns segundos e quando a gente ia se beijar, chega um segurança e fala que tavam esperando ela lá em cima. Continuo abrindo caminho, o povo deixa a gente passar e ao chegar na escada, outro segurança me para, mostro a pulseira vip e aí Ivana fala que ela tava comigo e que eu era outro convidado. Ele deixa a gente passar e subimos. Quando chegamos lá em cima, vemos a Vicky com todas as amigas, dançando e bebendo, um bolo numa mesa, garrafas de champanhe, e no meio tinha um sofá vermelho que era o que mais chamava atenção porque tava iluminado por cima com umas luzes dicroicas. E aí Ivana me leva passando pelo bar atrás de uma cortina, se o pessoal do vip queria mais privacidade e que quem tava embaixo não visse ou soubesse o que rolava lá em cima, com aquele pano tampavam tudo. Naquele lugar ficava um cantinho que não dava pra ver nem quem tava em cima nem quem tava embaixo, e tinha uma porta que dizia "Guarda-roupa". Aí Ela me diz:
— Ei, topa vestir isso?...
— E isso o quê?...
— É uma fantasia, a surpresa da Vicky…
— Ok… e o que eu faço?...
— É fácil, tu tem que ir, chegar nela, dançar um pouco...
— Ok ok…
— E sentar ela naquele sofá vermelho, fazer um striptease, deixa ela te apalpar e se diverte…
Eu ia falar que não, mas pensei “já que ela me pede isso, então vou pedir algo em troca”, e falei:
— Ok… eu faço, mas com uma condição…
— Fala aí… me conta…
— Me passa teu número e me deve um encontro…
— Ah, beleza… olha só você, quietinho, é foda hein…
E eu chego nela e falo no ouvido:
— É que te vi e não consigo parar de te olhar… cê é minha lua cheia…
Auuuu!!!...
Uivei igual um lobo no ouvido dela, agarrei ela pela cintura com força, depois mordi a orelha dela e fui roçando a bochecha com meus lábios, dei um beijo e mordi a boquinha dela…
Ela se assustou no começo, mas depois começou a rir, falou que aceitava minha condição, a do encontro, e me passou o número dela, mas só depois que eu cumprisse de vestir a fantasia e dançar pra Vicky.
Ela me ajuda a tirar a camisa e uma corrente de aço cirúrgico que eu tava usando, porque a Vicky já tinha visto e não queria que ela soubesse que era eu. E quando tira a camisa, fica me encarando, e começa a passar a mão no meu peito, na minha barriga, nos meus braços, mordendo os lábios. Ela afrouxa meu cinto, se agacha e abaixa meu jeans, quando levanta chega na minha cintura e olha pra minha piroca, roça os lábios nela…
Ela apoia a mão e aperta forte, isso me deixa duro na hora… Enquanto olha, ela se toca na buceta e esfrega os dedos nela…
Eu tava morrendo de vontade de segurar ela pelo cabelo, colocar ela de joelhos e comer a boquinha dela, sentir aqueles lábios e aquela língua de gótica rabuda percorrendo minha piroca inteira, fazer ela engasgar e ouvir os gemidos dela, pegar ela no chão e encher ela de porra quente…
Mas de repente ela para e me fala:
— Moreno, se apressa, vai logo pra Vicky… depois me procura de novo…
E me dá um beijo e vira pra ir pro balcão, mas a Pego ela pela cintura e encosto minha pica, ela tava tão firme e a bunda dela era tão perfeita. Por dentro, tava morrendo de vontade de enfiar ela na parede e furar aquela raba linda que essa mina tinha. Mas tive que me segurar, virei ela e ficamos de frente um pro outro… E falei:
- Qual é???... Não tá gostando do que vê ou o quê???...
- Não, não… tô adorando… é que pensei que…
- Fica tranquila que depois que eu cumprir o que você me pediu, vai ter tempo de sobra pra olhar e me tocar o quanto quiser…
- Ei… chega, vai com a Vicky!!!...
- Lembra da história… não vai querer que no final dessa noite… esse Lobo te devore…
E mordo o pescoço dela e roubo outro beijo, enquanto segurava ela com uma mão na cintura e com a outra apertava forte a bunda dela. Mordia os lábios dela.
A Ivana me ajudou a vestir rápido a fantasia de Bombeiro: um capacete, a jaqueta, a calça e uma máscara que cobria quase todo o rosto, menos os lábios.
Dou um tapa na bunda dela e roubo outro beijo, ela vai pro balcão e eu fui pra onde a Vicky estava…
CONTINUA…
— Ei, chega, vamos embora…
Depois a gente sobe no carro, a loira e a morena foram atrás, então eu fiquei na frente, no banho do carona. Daí a gente arrancou pro lugar.
Quando chegamos, antes de entrar, a Vicky colocou as pulseiras do VIP em nós. Entramos e a balada tava lotada, era bem chique, com decoração estilo industrial. Um segurança viu nossas pulseiras e mandou a gente subir as escadas pro VIP. Subimos, passamos por uma porta e já tinha umas 40 pessoas lá, umas 30 eram umas gatinhas loiras, morenas, ruivas, pintadas, tinha pra escolher, cada uma mais putinha que a outra. Tinha uma cabine de DJ tocando música eletrônica, fumaça, telona, lasers, o lugar tinha de tudo, só faltava uma bandeira LGBT e alguém cheirando pó do cu de um anão pendurado no teto que era o Cirque Du Soleil, era meio surreal o que rolava ali.
Do outro lado, um balcão com dois bartenders: uma loira muito gostosa com carinha de patricinha que parecia uma milipili saída de Nordelta, e uma ruiva de 1,70, peituda, com várias tatuagens nos braços, que era linda demais.
Vicky me pega pela mão e me leva até o balcão. A ruiva vê ela, sai, abraça e dá parabéns. Depois ela me apresenta e me cumprimenta com um beijo:
— Ivi, esse é meu amigo, pode chamar ele de Moreno se quiser.
— Oi, tudo bem? Prazer te conhecer.
— Oi! Tudo bem, sou Ivana, prazer.
Ela volta pro lugar e, antes que a gente pudesse pedir alguma coisa, pega uma garrafa de tequila e serve 12 doses, com sal e limão. As outras amigas chegam perto e a gente manda 6 doses de uma vez. As minas do balcão já tavam bem loucas, e fizeram a gente tomar as 6 doses que faltavam. Pra apagar o fogo, pedimos os drinks pra ruiva.
Eu tava morrendo de vontade de tomar um fernezinho bem gelado, mas como o lugar era chique, pedi um Mojito. As minas pediram Sex on the Beach, Tequila Sunrise e a morena um Martini Dry.
A gente foi pra um canto onde tinha mesas e sofás. Depois chegaram mais umas 10 convidadas, cada uma mais gostosa que a outra. que a outra, tomaram as tequilas e vieram pro cantinho. Trouxeram uns baldes com gelo, redbulls e vários champanhes, vodca, uns copos e começaram a distribuir. Começaram a dançar e beber, um gole vai, outro vem, eu sentado bebendo champanhe no sofá olhando a Vicky feliz e se divertindo no dia dela com as amigas. Depois ela vem perto de mim e me puxa pra dançar, mesmo eu sendo duro, mas topei. Ela dançava bem coladinha em mim, punha a mão na minha cintura, às vezes roçava o pescoço com os lábios quando se aproximava pra falar algo, me abraçava forte. Eu também coloquei minha mão na cintura dela várias vezes, nas costas dela, em alguns momentos ficamos a milímetros de distância, quase encostando os lábios, parecia que éramos namorados. Depois de tudo isso, de ter ela tão perto de mim, fiquei com calor, dancei mais uns minutos com ela. Aí falei que ia no balcão pegar algo pra beber. Pedi pra Ivana um Skyy com Redbull, ela prepara e quando vou pagar, chego bem perto porque não dava pra ouvir nada por causa da música, ela segura minha mão e fala no meu ouvido: - Tô vendo que vocês estão se divertindo MUITO com a Vicky… - É, ela é maravilhosa, é um amor, não sei o que te dizer… - Sei sim, há quanto tempo vocês estão juntos já?... - Com a Vicky???, desde hoje à 1 hora que vieram me buscar. - Ah, pensei que estavam juntos há mais tempo… - O quê???... Não não, somos Amigos, tipo, nos conhecemos desde o jardim de infância quase. - É brincadeira?, vi vocês dançando e pareciam tão bem, sorrindo, coladinhos… - Ah sim, mas de verdade ela é minha Amiga, amo ela pra caralho mas somos Amigos, é como uma irmã pra mim. - Interessante, é bom saber disso… Bom, tenho que continuar trabalhando, até mais Lobo solitário… E ela morde minha orelha de leve, depois roça os lábios na minha bochecha, enquanto passa as unhas na minha mão e se afasta me olhando com uma carinha de puta infernal… Quando ela fez isso, senti uma vontade de subir ela em cima do balcão, abrir as pernas dela e foder ela uma vez atrás da outra, de meter Gelo na boca e passar pelos peitos ou pela buceta dela, jogar champanhe ou calda de morango nos peitos e deixar escorrer até o umbigo e a virilha, e beber cada gota, limpar com minha língua, colocar o microfone da cabine e deixar os gemidos e gritos dela ecoarem pelas caixas de som enquanto eu comia aquela ruiva. Naquele momento, sinto alguém me abraçar por trás, me viro e vejo que era a Vicky com a Sharon e a Anto, já estavam bem bêbadas aquelas três.
Ficamos no balcão um tempo, tomando vodka, demos umas risadas, enquanto eu via elas dançando. A loira e a morena pareciam sapatão, se davam uns beijos enormes, se tocavam, na minha mente eu já via elas peladas se masturbando e gemendo igual umas loucas. A Vicky tava mais na dela e ficou do meu lado direito dançando bem perto de mim, falava no meu ouvido, colocava a mão na minha cintura e me abraçava. Não beijei ela só porque era minha amiga, mas vontade não faltava porque ela era muito gostosa.
Depois de um tempo, a Vicky me fala que a Sharon é filha da dona do lugar e que a gente fosse pro outro VIP que ficava embaixo do outro lado da pista, porque tinham algo preparado pra ela. Nessa hora, olhei pro balcão e vi a Ivana de costas, abaixada pegando bebidas da geladeira. Com o vestidinho que ela tava, marcava tudo da raba, dava até pra ver o fio da calcinha fio dental. Dava vontade de entrar no balcão, encostar a pica, acariciar os peitos e a buceta dela, levantar devagar e arrebentar o cu dela a noite toda. Ela tinha uma cinturinha e uma raba linda aquela gatinha, parecia um pêssego, bem redondo e perfeito. Ainda por cima tinha um estilo meio dark ou gótica, era demais, me deixava louco aquela ruiva.
Num momento ela se vira rápido, olha pra onde a gente tava e vê que eu tava olhando bem pra raba dela, dá uma risada e morde o lábio. Ela chega no balcão pra continuar atendendo o povo, e de vez em quando me mandava uns olhares bem de putona, o que fez a pica começar a endurecer. Pra não ficar de pau duro no meio do Boliche, parei de olhar pra ela, falei pra minha amiga que já voltava e me mandei pro banheiro porque tava morrendo de vontade de mijar depois de tantos drinks. Subo as escadas, chego no banheiro e vejo na porta um cara saindo, arrumando o cinto. Entro e vejo saindo do cubículo do fundo a mina loira do balcão, ajeitando o top e chupando os dedos. Ela me olha e ri. Chega perto pra lavar as mãos, se olha no espelho, passa batom. Eu, pra sair daquela situação estranha, falo sorrindo: — Que sorte que alguns têm, hein... E ela me olha no espelho e ri, vê que eu tô com um drink e pede pra eu dar um gole. Chega perto, eu entrego o copo, ela bebe uns goles, enxágua a boca com aquilo, depois bebe de novo e fala: — Shhhh... Não fala nada, isso é segredo entre você e eu... E ela chega grudando os peitos no meu peito, pega na minha pica, aperta forte, me dá um beijo no pescoço e vai embora. Quando ela fez isso, senti uma vontade de agarrar ela pelo cabelo, puxar e fazer ela chupar bem minha pica de joelhos ali mesmo, abaixar o top dela e pegar nos peitos, de colocar ela contra o espelho e comer ela de pé, de meter ela num cubículo e arrancar tudo e encher de porra aquela puta. Mas a vontade passou quando lembrei que um minuto antes ela tava dando e com certeza ainda tinha o gosto da pica de outro na boca dela. Fui mijar, lavei as mãos e volto pro vip, olho pra todo lado e não acho as minas. Aí vou pro balcão e peço um drink e aproveito pra falar com a Ruiva. De novo ela fala no meu ouvido e toca na minha mão, perguntei onde ficava o outro vip e ela me explica direitinho como chegar. Mesmo já tendo visto antes mais ou menos onde era, me fiz de besta e usei isso de desculpa pra falar com ela. E como já tinha a info, falo: — Valeu por tudo, agora vejo como chego lá... — Espera, vamos juntos, me mandaram atender aquele balcão. — Ok, te espero e vou na frente pra abrir caminho, você fala no meu ouvido e me guia. Ela sai com a carteira e a coqueteleira dela, descemos a escada e ao abrir a porta vimos que o lugar tava lotado até o talo. Chego perto dela e falo: - Eu... tem certeza que quer ir pra lá???... - Melhor chamar um segurança pra me levar... - Ah tá, não confia em mim, então vou embora... E finjo que vou sair, ela me pega pela mão e fala: - Ei não!!!.. vem, é brincadeira, vamos juntos... me leva PELAMOR... E faz uma carinha de puta quando fala "pelamor...", que deu vontade de beijar ela na hora. Aí olho por onde a gente podia passar e vejo que tinha um palco, seguro a mão dela com força e vou na frente, começo a abrir caminho falando: - Sou Staff!!!, Licença!!! Licença!!!... E o povo me via vestido de camisa preta e achava que eu era segurança ou alguém do lugar e me deixava passar na hora. Chegamos no palco, subo e seguro a mão dela pra ajudar a subir os 3 degraus. Atravessamos o palco todo até o outro lado, desço e pra ir mais rápido, pego ela pela cintura e desço ela. Quando apoio ela no chão, ela me olha direto nos olhos, a gente se encara por uns segundos e quando a gente ia se beijar, chega um segurança e fala que tavam esperando ela lá em cima. Continuo abrindo caminho, o povo deixa a gente passar e ao chegar na escada, outro segurança me para, mostro a pulseira vip e aí Ivana fala que ela tava comigo e que eu era outro convidado. Ele deixa a gente passar e subimos. Quando chegamos lá em cima, vemos a Vicky com todas as amigas, dançando e bebendo, um bolo numa mesa, garrafas de champanhe, e no meio tinha um sofá vermelho que era o que mais chamava atenção porque tava iluminado por cima com umas luzes dicroicas. E aí Ivana me leva passando pelo bar atrás de uma cortina, se o pessoal do vip queria mais privacidade e que quem tava embaixo não visse ou soubesse o que rolava lá em cima, com aquele pano tampavam tudo. Naquele lugar ficava um cantinho que não dava pra ver nem quem tava em cima nem quem tava embaixo, e tinha uma porta que dizia "Guarda-roupa". Aí Ela me diz:
— Ei, topa vestir isso?...
— E isso o quê?...
— É uma fantasia, a surpresa da Vicky…
— Ok… e o que eu faço?...
— É fácil, tu tem que ir, chegar nela, dançar um pouco...
— Ok ok…
— E sentar ela naquele sofá vermelho, fazer um striptease, deixa ela te apalpar e se diverte…
Eu ia falar que não, mas pensei “já que ela me pede isso, então vou pedir algo em troca”, e falei:
— Ok… eu faço, mas com uma condição…
— Fala aí… me conta…
— Me passa teu número e me deve um encontro…
— Ah, beleza… olha só você, quietinho, é foda hein…
E eu chego nela e falo no ouvido:
— É que te vi e não consigo parar de te olhar… cê é minha lua cheia…
Auuuu!!!...
Uivei igual um lobo no ouvido dela, agarrei ela pela cintura com força, depois mordi a orelha dela e fui roçando a bochecha com meus lábios, dei um beijo e mordi a boquinha dela…
Ela se assustou no começo, mas depois começou a rir, falou que aceitava minha condição, a do encontro, e me passou o número dela, mas só depois que eu cumprisse de vestir a fantasia e dançar pra Vicky.
Ela me ajuda a tirar a camisa e uma corrente de aço cirúrgico que eu tava usando, porque a Vicky já tinha visto e não queria que ela soubesse que era eu. E quando tira a camisa, fica me encarando, e começa a passar a mão no meu peito, na minha barriga, nos meus braços, mordendo os lábios. Ela afrouxa meu cinto, se agacha e abaixa meu jeans, quando levanta chega na minha cintura e olha pra minha piroca, roça os lábios nela…
Ela apoia a mão e aperta forte, isso me deixa duro na hora… Enquanto olha, ela se toca na buceta e esfrega os dedos nela…
Eu tava morrendo de vontade de segurar ela pelo cabelo, colocar ela de joelhos e comer a boquinha dela, sentir aqueles lábios e aquela língua de gótica rabuda percorrendo minha piroca inteira, fazer ela engasgar e ouvir os gemidos dela, pegar ela no chão e encher ela de porra quente…
Mas de repente ela para e me fala:
— Moreno, se apressa, vai logo pra Vicky… depois me procura de novo…
E me dá um beijo e vira pra ir pro balcão, mas a Pego ela pela cintura e encosto minha pica, ela tava tão firme e a bunda dela era tão perfeita. Por dentro, tava morrendo de vontade de enfiar ela na parede e furar aquela raba linda que essa mina tinha. Mas tive que me segurar, virei ela e ficamos de frente um pro outro… E falei:
- Qual é???... Não tá gostando do que vê ou o quê???...
- Não, não… tô adorando… é que pensei que…
- Fica tranquila que depois que eu cumprir o que você me pediu, vai ter tempo de sobra pra olhar e me tocar o quanto quiser…
- Ei… chega, vai com a Vicky!!!...
- Lembra da história… não vai querer que no final dessa noite… esse Lobo te devore…
E mordo o pescoço dela e roubo outro beijo, enquanto segurava ela com uma mão na cintura e com a outra apertava forte a bunda dela. Mordia os lábios dela.
A Ivana me ajudou a vestir rápido a fantasia de Bombeiro: um capacete, a jaqueta, a calça e uma máscara que cobria quase todo o rosto, menos os lábios.
Dou um tapa na bunda dela e roubo outro beijo, ela vai pro balcão e eu fui pra onde a Vicky estava…
CONTINUA…
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