Sonhos Tarados 4

aqui vai mais um dos sonhos
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Depois daquele sonho quase pesadelo que tive com a Andrea e meu amigo Carlos, as coisas continuaram na mesma. Pra vocês entenderem, a Andrea não é nenhuma mulher fatal, longe disso. Ela é meio gordinha, tem uma bunda chata e uns peitos bonitos, nada de mais. Se não fosse pela simpatia e o ar de inocente, passaria despercebida pra muitos caras. Talvez por isso ela começou a usar decotes cada vez mais profundos e tentadores, mas nada além disso. Ela trabalha num escritório, a maioria mulheres, então motivo pra ciúmes ela não me dá, por mais que eu queira desconfiar. Num domingo, conversando, ela me disse:


Andrea, céu, te incomoda se eu for pra academia depois do trampo? É que tô meio gordinha e me sinto pesada.


Mas não, amor, estaria bom, céu, embora pra mim assim você tá gostosa.


Andrea é que já tem roupa que não me serve mais, também vou mudar a dieta, chega de massas, vou comer coisas saudáveis.


E conhece algum por aqui perto?


Andrea, você conhece a Mabel, né? Pois é, faz anos que ela vai num perto do escritório, você conhece ela, já viu a rabeta que ela tem. Ela falou tanto de ir com ela que me convenceu. Eu não ia antes por vergonha, mas como a Ana começou a ir e me contou que não rola nada, bom, falei pra elas que ia dar uma olhada.


Claro, quando a gente entra na academia se sente uma buceta de outro mundo, mas não tem problema, amor.


Tudo seguiu normal, a Andrea ia pra academia três vezes por semana e até melhorou o humor dela. Cada vez que ia, me contava as paradas que fazia lá, segundo ela, tudo na companhia das colegas de trabalho. Ela tinha comprado uma legging preta e um top que deixava os peitos dela mais evidentes por baixo da camiseta. Nunca consegui ver como ficava, porque a roupa de academia ela levava na mochila e tomava banho antes de voltar pra casa. Aí, num sábado, fomos comprar outra muda de roupa pra academia. Esse foi meu presente, mas com a condição de ver como ficava nela. Quando ela mostrou, deu vontade de comer ela ali mesmo. Mesmo com o sobrepeso, ela ficava muito gostosa, e isso acendeu um alerta em mim. Comecei a pensar se davam em cima dela na academia, o personal trainer com certeza devia ser um cara musculoso e bonitão, nada a ver comigo. E, bom, todo mundo sabe que na academia tem muito cara procurando mulher carente. Naquele domingo, a gente comeu churrasco e viu filmes. Quando fui dormir junto com ela, depois de uma bela trepada com umas posições que eu nunca tinha visto, tive um sonho meio estranho. Eu estava na academia sem estar ao mesmo tempo, conseguia ver e ouvir tudo que rolava lá. A Andrea estava na bicicleta e um cara sentou do lado dela. Era um cara muito atlético e, claro, muito bonitão. Começaram a conversar, ele perguntava sobre a vida dela e ela falava de mim, reclamando que a gente quase não saía. Aí a Andrea começou a perguntar sobre a vida do cara. Ele disse que tinha terminado com a namorada e que a Andrea parecia muito com ela, o que fazia ele sentir muita falta. Os dois desceram da bicicleta e foram pra um aparelho onde a Andrea ficou deitada de bruços, flexionando as pernas com uns pesos. Lá, ele continuou falando, e foi ela quem perguntou se a relação era tão boa assim, já que tinham se separado.


Chico é que eu sou muito pra ela.


Andrea, como você é muito, não te entendo?


Chico, é que na cama eu sou muito bom e a Clara sempre termina exausta. Com você também é assim?


Andrea, tomara. Oscar é igual um coelho, você quase nem percebe que tá transando.


Chico, você tinha que experimentar algo diferente, não acha?


Andrea, às vezes eu penso nisso, mas o Oscar é tão bonzinho.


Chico, não tô falando que ele é ruim, só que pra sexo ele não serve e pra você isso não é bom. Com a Clara a gente já conversou sobre isso e ela concorda que pra transar ele arrume outra. Não dá pra viver separados e a gente tá pensando em morar junto de novo, mas dormir em camas separadas.


Andrea, isso seria bom.


Chico, vamos pros chuveiros agora? Falta pouco pra gente ir embora.


Andrea aqui, no chuveiro? E se a gente for pra um hotel?


Chico ainda não tá dando pra isso, melhor a gente tentar e se rolar, aí a gente vê.


Os dois foram para o chuveiro, o cara não perdeu tempo, deixou ela pelada e entraram no chuveiro sem ligar. A verdade é que o cara tinha um pauzão do caralho, mas isso não intimidou a Andrea, pelo contrário, ela logo se ajoelhou, meteu ele na boca e disse:


Andrea, agora entendo sua namorada. Tem que ser muito mulher pra aguentar isso.


Ela deu um boquete perfeito, coisa difícil porque mal cabia na boca dela, o coitado do magrelo aguentou pouco, ela não parou até engolir até a última gota, depois olhou pra ele e disse


Andrea dá ou não dá pra ir pra um motel?


Chico, na sexta-feira agora tô fervendo.


O cara colocou ela de quatro e falou


Chico, me perdoa teu marido, mas essa bunda agora é minha.


Andrea não, pelo cu não, se você quer primeiro tem a minha buceta


Chico, vou te engravidar, sua puta, e o corno de pau pequeno vai cuidar de tudo.


Mal terminei de falar isso e já tava comendo ela, era incrível ver a Andrea se segurando nas paredes do chuveiro e se deixando cair feito uma puta, sem parar de gemer enquanto a água quente lavava o corpo dos dois até que, de repente, o cara tomou conta do cu da Andrea, o que arrancou um grito dela — comigo ela nunca tinha dado o cu, a grande puta. O cara não parava de pegar no cu dela, dava pra ver que há tempos ele tava de olho na minha mina. Ela implorava pra ele acabar, dava pra ver que a puta não aguentava mais, até que finalmente o cara gozou, tirou a piroca e se ensaboou enquanto ela ficava jogada aos pés dele. Lá ele deixou ela, prometendo levar ela pro hotel na sexta. Quando acordei de novo, tava suado pra caralho e com a piroca dura igual um tronco. Virei pro lado oposto da Andrea e bati uma punheta monstra, devagar, deixando o lençol do meu lado todo manchado de porra. Na manhã seguinte, me perguntei: será que alguma coisa do que sonhei ontem é verdade? Melhor não saber... ou talvez sim.

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