Acordar virou minha parte favorita do dia. Mesmo quando abri os olhos e ainda estava escuro. Um detalhe que ignorei na hora, focando na sensação intensa da língua da minha irmã girando em volta da minha cabeça, que no momento estava dentro da boca quente e molhada dela. Ela estava deitada de bruços entre minhas pernas, então eu tinha uma visão clara do rosto dela, iluminado só pela luz da lua que entrava pela janela. Ela estava de olhos fechados e parecia completamente absorta brincando com meu pau na boca. Não consegui evitar soltar um gemidinho de prazer quando ela acertou um ponto especialmente gostoso. Ao perceber que eu tinha acordado, ela congelou por um instante com meu pau nos lábios. Sorriu pra mim, os olhos brilhando. "Bom dia, dorminhoco", cantarolou alegre. — Pois é, bom dia. Só que ainda não é de manhã. Mas não reclamo enquanto você continuar fazendo isso. "Bom, você disse que eu deveria te acordar se acordasse antes de você. Nunca pediu pra esperar até de manhã. E tudo bem... eu acordei e seu pau tava ali, já duro pra mim. Seria quase falta de educação não chupar." "Tudo verdade, eu realmente falei isso. E com certeza não vou te culpar pelos seus modos impecáveis. Pode continuar quando quiser", concordei, cedendo à tentação de provocar um pouco ela. "No seu tempo livre... Daqui a pouco você vai estar de chapéu de feltro me chamando de my wife. Quem é que fala assim?" — comentou Caitlin, mas obedientemente continuou o boquete interrompido. Logo a cabeça dela subia e descia suavemente, mudando de direção de vez em quando, lambendo o eixo pra cima e pra baixo como se fosse o refri mais gostoso que ela já tinha provado. Ver ela perder o controle enquanto brincava com meu pau foi a visão mais erótica do mundo, rivalizando com as sensações físicas reais. Embora as sensações fossem muito mais intensas quando ela me tinha na boca, chupando e... deslizando a língua sobre minha cabeça sensível, foi surpreendente ver o quão completamente absorta ela estava, lambendo meu pau como se desse tanto prazer a ela quanto a mim. Por um momento, senti que ia enlouquecer. Por um lado, o que ela estava fazendo parecia absolutamente incrível e ficava ainda melhor de ver, mas por outro, me sentia um pouco egoísta. Ela me dava tanto prazer e eu só ficava ali parado, feito uma estátua, sem fazer nada para dar prazer a ela em troca. Quase a interrompi, sugerindo que fizéssemos outra coisa para que ela também pudesse gozar, mas no final não consegui quebrar o transe dela. Deixando-a admirar meu pau duro, que nunca tinha estado tão ereto na minha vida, logo me vi cada vez mais perto da beira do orgasmo. Querendo que durasse o máximo possível, tentei concentrar toda minha força de vontade para não gozar, ou minha força de vontade não é lá essas coisas, ou minha irmã já era muito boa nisso. Tentando atrasar meu orgasmo e falhando, gozei de repente e com força! — Ooh! — meio gritei, meio gemi quando o orgasmo me atingiu como um meteoro. Assim que o primeiro jato de esperma branco e grosso entrou na boca de Caitlin, que chupava avidamente, o rosto dela se moveu para frente, me pressionando contra o fundo da boca dela, permitindo que eu disparasse meu esperma direto pela garganta dela. Senti ela lutar contra o reflexo de vômito, me pressionando com uma força considerável, me forçando a entrar na garganta contraída dela, embora ela ainda estivesse com um pouco de ânsia. Embora tenha doído um pouco sentir a garganta dela se apertando ao meu redor, a ideia de que ela me engolia tão fundo foi mais que suficiente para compensar, levando meu orgasmo a novas alturas. Uma e outra vez eu disparei meu esperma pela garganta dela, enquanto ela pressionava o rosto cada vez mais perto da minha barriga, até que finalmente, quando eu joguei as últimas gotas no estômago dela, o nariz dela quase me tocou. Ela ficou ali por alguns momentos, então Ela se afastou completamente, ofegante por ar quando meu pau saiu da boca dela. Respirando pesadamente, engoliu várias vezes, tentando recuperar o fôlego e controlar o reflexo de ânsia. Eu ainda estava no meio do orgasmo, o prazer ainda me invadia onda após onda, as últimas gotas de porra escorreram pela minha barriga. — Foi tão incrível! Não sabia que conseguia fazer isso, mas sempre quis tentar! — Caitlin exclamou encantada quando finalmente conseguiu controlar a garganta e a respiração. "Viu que consegui enfiar o pau inteiro na boca?" — Tenho quase certeza que uma parte do meu pau entrou na sua garganta, mas sim, isso foi foda! — E divertido. Nunca pensei que chupar pinto pudesse ser tão divertido. Parece nojento quando você pensa, mas quando faz, é a melhor coisa do mundo. Sinto você tremer quando faço algo certo. Acho melhor você se acostumar com a ideia de levar muita mamada, gostoso. — Tenho certeza que consigo me acostumar, mas talvez não devesse me chamar de bebê logo depois que transamos. É meio estranho. — Talvez. Vou tentar achar algo mais adequado. "Tarado" serve pra você? — Ela brincou, mas quando se inclinou pra lamber as gotas de porra da minha barriga, eu a perdoei na hora. Ficou ali por um tempo, examinando meu pau mole, acariciando ele suavemente com os dedos frios, e depois lambeu várias vezes, como se quisesse ter certeza de que estava tudo limpinho. Aparentemente satisfeita, se aproximou de mim e pressionou o rosto contra o meu, os peitos dela apertados contra meu lado e uma perna apoiada na minha. Virei a cabeça e encontrei os lábios dela com os meus. Ficamos ali por um tempo, nos beijando de leve, os lábios macios e quentes dela deslizando sensualmente sobre os meus, a ponta da língua tocando a minha por um momento. Como se fosse um sinal combinado, nós dois nos afastamos e ficamos ali, contentes em nos abraçar. — Talvez a gente devesse dormir mais um pouco e Fazer isso de novo de manhã?" - sugeriu Caitlin. "Se você prometer não se mexer até eu pegar no sono, eu aceito!" Foi maravilhoso sentir ela pressionada contra mim daquele jeito, e se pudesse, nada me daria mais prazer do que simplesmente ficar ali, curtindo a sensação do corpo nu, perfeito e quente dela colado no meu. Mas pelo que dava pra ver, ainda era meia-noite e meu orgasmo recente me deixou tão relaxado que senti que tinha que lutar só pra ficar acordado, sem nem dar um boa noite. - Vou tentar. Caitlin murmurou alguma coisa contra minha bochecha, depois se aninhou ainda mais perto e cobriu nossos corpos com o cobertor. Acho que consegui murmurar um "Boa noite" bem baixinho antes de apagar, mas pra ser sincero, não tenho certeza. Quando acordei, praticamente trocamos de lugar. Eu estava deitado com minha perna sobre a coxa dela, meu braço em volta do corpo dela e minha palma apoiada no peito dela. Era o apoio de braço mais perfeito que eu podia imaginar, um montinho macio mas firme da carne quente da minha irmã, do tamanho certo pra caber na palma da minha mão. Enfiando o rosto no cabelo dela, eu podia sentir o cheiro feminino dela a cada respiração que eu dava e os ronquinhos silenciosos que ela soltava de vez em quando. Nunca me senti tão feliz na minha vida e percebi que realmente amava minha irmã. Claro que sempre amei ela. Mas como irmã. Era algo a mais e parecia perfeito. Por um tempo, curti o fato de estar mais feliz do que nunca, aproveitando a proximidade da minha irmã, o calor do corpo dela pressionado contra o meu. Aí a tentação provocada pelo meu toque matinal na coxa dela me fez apertar os peitos maravilhosos dela na minha mão. Brinquei suavemente com o mamilo dela com meu dedo, admirando a aparência e o jeito que a aréola dela endurecia em resposta. Logo o mamilo rosado dela estava saltado como uma borrachinha dura, e eu ouvi minha irmã suspirar de prazer, embora ela parecesse ainda estar dormindo. Movendo-me devagar, com cuidado pra não acordar ela, consegui tocar o mamilo perfeito de um peito com meus lábios e língua, enquanto meus dedos continuavam provocando o outro. Enquanto estava deitado brincando com os peitos maravilhosos da minha irmã, curtindo pra caralho, senti ela se mexer um pouco. Ela suspirou, o que interpretei como prazer, e senti que ela se ajustava levemente, se posicionando pra ficar mais fácil pra eu beijar o mamilinho duro dela. "Mmmm, isso é gostoso, continua, por favor", murmurou ela, meio sonolenta.
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