Meu marido me prepara uma puta orgia

Semanas antes do que todo mundo já esperava, a Juli começou a me sugerir a ideia de fazer um jantar em casa com o amigo dela, o Sebastian. Eu sei que, se ela fala em organizar algo só com o Sebas, é porque tão pensando em me comer. Senão, ela diz que o Seba vem com a mulher. A mulher do Seba é outra vibe totalmente diferente, e nunca soube que a gente tinha encontros sexuais com o parceiro dela. Por isso, se a Juli me fala que o Seba vem jantar, é sinônimo de "festa". A gente não é de organizar algo todo fim de semana, somos mais de vez em quando. Achamos que a parada é boa, mas não gostamos de abusar. Então, como já fazia vários meses que a Juli não organizava nada, o sinal me fez pensar que esse fim de semana ia rolar um menage.

Não sou de planejar nem me preparar muito. Menos ainda se me falam numa segunda e o plano é pro sábado, então quase que eu esqueci do que tinha conversado com a Julian.

Naquela semana, lá pela quarta ou quinta, uma das minhas amigas mais próximas me liga pra dizer que no sábado ia ter a Paula, uma amiga nossa da faculdade que mora na Europa há um tempão, e que tão organizando um jantar de boas-vindas. Claro que eu falei que contasse comigo, sem lembrar da possível festa que a Juli tava armando. De qualquer forma, se eu tivesse lembrado, teria pedido pra Juli marcar pra outro dia, já que fazia um tempão que eu não via a Paula.

A semana passou sem grandes novidades, e quando chega a sexta, eu comento com a Juli que no dia seguinte ia sair pra jantar com minhas amigas. Foi aí que a Juli me lembrou que no sábado o Seba ia vir jantar em casa, mas que eu ficasse tranquila que eles pediam uma pizza e tomavam umas cervejas sozinhos.

Aquele sábado foi como qualquer outro. De manhã, atividades em família; no meio da manhã, meu marido e meu filho foram pra um churrasco que tinha no campo de esportes da escola, porque os pais tinham organizado um jogo de futebol. Como a A presença das mães não era obrigatória, e meus sábados já estavam organizados, então segui minha rotina normal.
Ao meio-dia, academia, depois almoço em algum restaurante da região e no início da tarde, salão de beleza. Como não ficou muito tarde, aproveitei pra fazer o que a gente adora fazer. Fui fazer compras.

Com a desculpa do jantar com minhas amigas da faculdade, comprei um vestido lindo, na altura dos joelhos, soltinho, com um decote bonito e que não era nem muito elegante nem muito esporte. Exatamente o que eu precisava pra aquela noite com as amigas.

Cheguei em casa, preparei um mate e logo chegaram Juli e meu filho, depois de passarem o dia no campo de esportes da escola.
Juli me contou que um amiguinho tinha convidado nosso filho pra dormir na casa dele, mas ele vinha pra casa tomar banho, arrumar a mochila e depois a gente teria que levá-lo. Como eu ia sair, falei que não tinha problema em deixá-lo quando fosse pro jantar com minhas amigas.

Então fui tomar banho e comecei a me arrumar pra noite. Pelo que vi no grupo do WhatsApp do jantar, éramos umas 12 convidadas, várias delas que eu não via há anos. Pra ser sincera, não era o melhor plano, mas tava com vontade de ver a Paula e duas das minhas amigas. O resto não me importava nem um pouco, mas sabendo como a gente é, me arrumei pra elas me olharem de cima a baixo.

O vestido ficou perfeito em mim. Usei com umas sandálias altas e, por cima, uma jaqueta de couro preta. No começo, coloquei com sutiã, mas o decote era fundo e aparecia, então acabei tirando.

Bem antes de sair, a campainha tocou. Era o Seba. Ele sempre chega relativamente cedo quando vem aqui. Como eu tava saindo com meu filho, falei pra Juli abrir a porta.

Cruzei com ele na porta e, enquanto meu filho entrava no carro, o Seba aproveitou pra soltar umas putarias, já que eu tava com a jaqueta na mão e meu decote aparecendo. Trocamos algumas piadas onde ele termina com um “não volta tarde que a gente vai estar te esperando”. Levei na brincadeira e só. Mas no fim, não era bem assim.

Depois de deixar meu filho, fui pro restaurante. No caminho, peguei uma amiga minha, a Daniela, e fomos batendo papo animado até o bar. A Dani é muito gostosa, mas não capricha muito na produção, então do lado dela eu parecia que ia pra um casamento.

Quando cheguei no lugar, logo achei a mesa onde as minhas amigas estavam. Algumas já tinham chegado, então sentei do lado da Dani e deixei um lugar pra Luciana. Daí a pouco chegou a Pau, e foi ela quem sentou no lugar que eu tinha deixado vago.

O jantar foi bem chato. Cada uma contando a vida no trampo, a luta com os filhos, a falta de tempo, essas merdas. Sinceramente, nesse tipo de papo minha cabeça vai pra qualquer lugar e, muitas vezes, com a desculpa de ir ao banheiro, levanto e dou uma volta pelos cantos. Dessa vez não foi diferente. Depois de um tempo, já tendo jantado e tomado umas cervejas, levantei pra ir ao banheiro. Como sempre, antes de levantar, peguei o celular e, pra minha surpresa, vi que tinha uns 10 mensagens do Juli. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi que tinha acontecido algo com nosso filho. Até conseguir desbloquear o celular (uns 2 segundos), senti o sangue gelar. Mas quando vi as mensagens, notei que eram todas de zoeira. Na primeira, ele perguntava como eu tinha chegado. Na segunda, por que eu não respondia. Na terceira, se eu não respondia porque tava com um macho. Na quarta, se eu não respondia porque tava com dois machos. Na quinta, pra me lembrar que em casa tinha mais dois machos entediados. Todas as mensagens eram nesse tom. Quando o susto passou, comecei a me divertir e entrei na brincadeira. Primeiro, mandei uma selfie minha pra ele ver que eu tava bem. Óbvio que aproveitei e fiz a maior cara de puta. Tirei ela de cima pra ficar mostrando o decote. As minas ficavam me olhando, mas eu nem aí. Na segunda mensagem, falei que tinha visto uns caras gatos, mas que até agora ninguém tinha chegado. Na seguinte, disse que um tinha vindo e me oferecido uma bebida, mas que eu falei que com um drink só a gente não ia fazer nada. Daí um tempo, mandei outra dizendo que agora, além do drink, tavam me oferecendo grana, e que eu tava pensando.
A troca de mensagens foi sem parar. Eu tava mais com o celular na mão do que conversando com as minhas ex-colegas da faculdade. A real é que eu tava me divertindo mais assim. Num momento, Juli me desafia, falando que eu tava mentindo e que nenhum cara tava me dando bola. Na hora, como não gosto de perder, levantei, fui até uma mesa onde três caras estavam sentados sozinhos, e expliquei que era uma brincadeira, pedindo permissão pra sentar com eles e tirar umas fotos. Claro que eles toparam, menos um que pediu pra eu não postar em rede social nenhuma. Hahaha, que safado!
Tirei umas três ou quatro fotos e mandei pra Juli. Claro que nas fotos um deles aproveitou pra me abraçar, outro se jogou um pouco em cima de mim, etc. Por um momento, não veio resposta, então imaginei que ele tava bolando o próximo passo. O primeiro desafio eu já tinha superado e até diria que ganhei. Os três caras aproveitaram pra me oferecer uma cerveja, e depois de olhar pra mesa das minhas amigas, onde de longe dava pra ver a Daniela quase bocejando, aceitei o convite. A conversa foi super de boa, sem ninguém ousar passar do limite.
Nisso, chega uma nova mensagem do Julián, onde dessa vez ele dobrou a aposta, dizendo que sabia que a foto era combinada ou que os caras eram colegas da faculdade. (Juli não sabia quem ia estar no jantar, então podia tranquilamente ser algum ex-colega). Pra rebater, não pensei duas vezes... Me veio uma ideia melhor do que sentar em cima de um dos caras e tirar uma foto nova. Sem dúvida, as quatro cervejas que já tinha tomado estavam me desinibindo. Escolhi um dos caras aleatoriamente e contei a ideia que tinha para dobrar a aposta. Sem resistência, e sem dar tempo pra ele falar nada, pulei e me acomodei no colo dele. Os amigos ficaram olhando a situação e, entregando meu celular pra um deles, pedi pra tirar uma foto.

Como o cara, que se não me engano se chamava Martin, era muito tímido e não me tocava, peguei as mãos dele e fiz com que me abraçasse de um jeito que o antebraço dele fizesse uma das minhas tetas quase explodir pelo decote. Vi os dois amigos olhando, esperando ver algo a mais, mas infelizmente o mamilo não quis aparecer. Mesmo assim, a foto ficou ótima e mandei pra ele. Com meio mamilo de fora já seria demais.

Depois de terminar a cerveja, decidi voltar pras minhas amigas. Os caras não estavam avançando e isso acabou me entediando. Em algum momento pensei que iam tentar me seduzir, mas ninguém deu um passo à frente, e olha que eu tinha deixado o caminho, pelo menos pra começar uma conversa quente, bem pavimentado.

Algumas das meninas já estavam fazendo as contas pra pagar e ir embora. Perguntei pra Dani, que tinha vindo comigo, o que ela queria fazer. Não era nem 1h da manhã ainda, então ela disse que se eu ficasse, ela também ficava. Sobramos eu, Dani, Pau, Luciana, mais duas minas e eu. Então, pra dar um up na noite, pedi um champanhe.

O primeiro champanhe acabou rápido, então pedi mais um. Isso foi nos desinibindo um pouco, e embora não fosse o grupo mais divertido com quem já tinha saído, pelo menos começamos a rir de besteiras. O segundo champanhe, sem dúvida, foi demais. Primeiro porque notei que as minas, exceto a Dani, já não estavam bebendo. Segundo, porque quando levantei pra ir ao banheiro, percebi que estava realmente tonta. Uma vez no banheiro, começo a mexer no celular e vejo que tinha três mensagens da Juli. A primeira perguntando a que horas eu ia voltar, a segunda perguntando se eu estava me comportando bem, e a terceira dizendo que se eu me comportasse mal, mandasse uma foto.
A verdade é que eu adoraria ter entrado na brincadeira, mas o bar não era um lugar muito animado onde eu pudesse mandar uma foto quente me comportando mal. Mas pra não deixar o clima morrer, e já que estava no banheiro e o vestido tinha um decote bem generoso, resolvi tirar uma teta pelo decote e mandar uma foto. Dei tanto azar que, quando estava tirando a foto na frente do espelho, a Dani entrou pra me procurar. Do jeito que deu, tentei me esconder enquanto morria de rir, e a Dani não conseguia disfarçar a cara de choque. Depois de explicar do jeito que dava o que eu estava fazendo, a Dani se ofereceu pra tirar a foto ela mesma, pra que meu marido não soubesse quem tinha tirado. Achei a ideia genial, então dessa vez não só mostrei uma teta, mas mostrei as duas, e a Dani tirou várias fotos.Meu marido me prepara uma puta orgiaAo chegar em casa, e como tinha combinado com o Juli, liguei pra ele avisar que tava a uma quadra. Ao virar na esquina, vejo ele parado na porta, com um sorriso de orelha a orelha, e com alguma coisa na mão que não consegui ver direito. Ele faz sinal pra eu parar e, assim que paro o carro, ele entra no banco do carona. Não me deu tempo de falar nada, mas mandou eu entrar com o carro na garagem. Tava com cheiro de álcool, o que era sinal de que, ou não tava sozinho, ou o Seba tinha acabado de ir embora.

Assim que a gente desceu do carro, e depois de me fazer umas perguntas, ele mostrou o que tinha na mão. Era uma máscara de dormir daquelas que geralmente dão em avião e que a gente usava pra brincar. Aí entendi por que as risadas e o mistério de tantas mensagens perguntando quando eu chegava. A intenção era me enfiar numa farra com o Seba. A verdade é que o joguinho prévio com os caras da mesa, e a parada das fotos, meio que me deixaram com tesão. Então, mesmo não estando explodindo, tava com vontade de rolar alguma coisa.

Peguei a máscara sorrindo pro Juli e perguntei se tinha que colocar naquele momento. Ele disse que sim, então obedientemente coloquei. O Juli me ajudou a subir as escadas que vão da garagem até o hall do primeiro andar. Enquanto subia, dava pra ouvir música. O Juli me ajudava com os degraus, e quando chegamos lá em cima, ele tirou a jaqueta de couro que eu tava usando. Fiquei ali parada, esperando alguém se aproximar. Tinha certeza de que o Seba tava por perto. Dava pra sentir a presença dele.

Nisso, sinto que trocam a música, colocando algo mais anos 80. Lá no fundo, percebo que alguém serve um copo com uma bebida e se aproxima de mim. Pega minha mão e coloca a taça, e com o mesmo movimento leva até minha boca, num sinal claro de que eu tinha que beber. Era champanhe. Não tava muito a fim de continuar bebendo, mas aceitei o desafio.

Tomei o máximo que consegui, mas alguma coisa tava me distraindo. Tinha o Juli... atrás de mim, porque ele ainda me segurava pelos ombros. Seba era quem eu imaginava, quem tinha me servido e dado o champanhe. Também deduzi que foi ele quem colocou a música. Mas aquela pessoa ainda estava na minha frente, e eu estava ouvindo alguém servindo outra taça.
De repente, na minha cabeça, algo fez clique. Naquela sala não havia só dois homens. Tinha mais gente. Alguém se aproxima e, repetindo o mesmo ritual, pega na minha mão, coloca a taça e me manda beber de novo. Eu tinha tomado duas taças de champanhe em menos de dois minutos. Sentia as bolhas subindo pra minha cabeça. Juli continuava me segurando pelos ombros, mas num momento começou a me acariciar. Começou a se mexer no ritmo da música, então eu também me deixei levar. Sentia que tinha duas pessoas na minha frente, e Juli atrás, mas de repente ouço a porta do banheiro. Na minha cabeça, não tinha mais dúvida de que tinha várias pessoas na minha casa. Pelo menos umas 4. Enquanto tentava ver alguma coisa pelo lado da venda, e ouvir algo mais pra deduzir quantas pessoas estavam ali. Continuei dançando e me entregando àquele êxtase que o ambiente ia criando aos poucos.
Juli começou a beijar meu pescoço. As taças já não estavam mais nas minhas mãos, então pude agarrar ele pela cintura e puxar pra perto de mim. Senti o pau dele duro encostado na minha bunda. Como o vestido era solto, dava pra sentir tudo. Nisso, Juli pergunta no meu ouvido se estava tudo bem. Sempre nesse tipo de situação ele aproveitava pra me perguntar. Se em algum momento eu dissesse que não, ele cortava na hora. Era tipo nosso sinal.
Eu assenti com a cabeça, então isso deu sinal verde pra ele começar a levantar meu vestido.
Eu não hesitei em me virar e começar a beijar ele. Podia sentir minha bunda no ar, à vista de pelo menos três pessoas. Continuei dançando como se estivesse sozinha com meu marido. Nisso, me afasto dele, empurrando ele com uma mão no peito, e continuo dançando na frente de quem quer que estivesse ali. Não me Não importa nada. Sou só eu e a música. Tento dançar do jeito mais sexy possível. Em alguns momentos, aproveito pra levantar o vestido ou me virar e descer flexionando os joelhos pra vocês me apreciarem ainda mais. Dou umas voltas e fico tonta. Nisso, sinto alguém me pegar ou começar a me tocar. Mas já perdi a noção do espaço, então não consigo identificar quem é Juli. Começam a me beijar. Devolvo o beijo com paixão. Mas não é o Julián. Não sei quem é. Não importa. Sinto que já são várias mãos me tocando. Eu tento tocar também. A única coisa que posso ter certeza é que todos os corpos que consigo tocar são masculinos. Tenho certeza de que são 4 homens. Mas serão mesmo quatro? Já perdi toda a referência. Continuo dançando e cada vez me apalpam mais. De repente, puxo uma alça do vestido e, com um movimento, deixo ele cair. Fico parada só de fio dental e sandálias na frente desses homens. Alguém me pega pelos ombros e, suavemente, me empurra pra baixo, num sinal de que eu tinha que me ajoelhar. O famoso gang bang com que tanto fantasiávamos está prestes a acontecer. Entendo e sei o que tenho que fazer. Então, como posso, começo a procurar a primeira rola. Encontro uma, que já está de fora, então começo a chupar na hora. Sinto alguém me segurar pela cabeça, me empurrando e fazendo ela entrar quase toda na minha boca. Não é muito grande. Diria que é normal. Com certeza não é a do Juli, nem a do Seba. Continuo chupando com vontade. Sinto a presença de alguém à minha direita, então com a mão tateio pra ver se encontro algo. Logo sinto outro corpo nu. Empurrando pela bunda com a mão direita, aproximo ele do meu rosto. Já tenho duas. Começo o jogo de uma e uma. Fico assim uns minutos chupando as duas picas. Também não são as do Juli e do Seba. Consigo ouvir algo, como se eles estivessem conversando entre si, mas a música e a tontura não me deixam entender o que disseram. Mas logo percebo. Um terceiro se aproxima. Este Diretamente me acerta com a pica na cara. Então só precisei virar a cabeça pra esquerda pra começar a chupar. Me chamou a atenção o tamanho da cabeça. Essa era grande mesmo, porque tive que abrir a boca mais do que o normal. Se não fizesse isso, ia machucar ele com meus dentes. Não sei quanto tempo fiquei assim. Do que eu tinha certeza era que no mínimo eram 5 caras. Porque ainda não tinha chupado a do Juli e a do Seba. E tinha certeza de que o Seba tava por ali. Me sinto possuída, tipo tentando deixar todo mundo satisfeito. Me viro como posso, me ajudando com as mãos. Pego uma, outra, chupo. Não quero que ninguém fique de fora e faço um esforço na minha cabeça pra tentar cronometrar o tempo que paro em cada uma.

Nisso sinto que mais alguém se aproxima. Tô numa espécie de roda. Os joelhos já tão doendo, então como posso, peço pra me trazerem uma almofada de um dos sofás. Alguém, que não é nenhum dos três que tô chupando, me alcança. Assim que me dá, pego pra ele ficar. Também tá pelado, então começo a chupar ele também. Já são 4. Mas ainda tem mais alguém atrás de mim. Me viro e como posso começo a chupar ele também. Esse parece ser o Seba. Não tenho certeza e também não ligo. A essa altura não me importa saber quem é quem, só me entrego completamente à situação. Algo que muitas vezes imaginei e fantasiei, e que agora tá acontecendo.

Como posso, vou tentando chupar um pouco de cada um. Eles também, como podem, me tocam e começam a me penetrar com os dedos. Me sinto molhada. Tô tão molhada que quando alguém tira os dedos de dentro de mim, sinto como se parte do meu fluxo escorresse pela minha perna. Tô rodeada por 5 caras. Sei que meu marido tá ali vendo tudo. Num momento, Julián se aproxima e sussurra no meu ouvido que a única coisa que não posso fazer é tirar a venda. Entendo o jogo e já tinha decidido não tirar. Nenhum momento. Mas o esclarecimento é válido. Juli se afasta de novo. Fico com a sensação de que ela só quer olhar. Eu continuo com meu ato, mas depois de um tempo sinto minha mandíbula começar a travar. É que já faz vários minutos que estou naquela posição chupando 5 paus. Me sinto a maior puta. Adoro isso. Sinto que os 5 caras estão ali por mim, e me esforço pra que eles se divirtam, mas preciso mudar de posição. Mesmo com a almofada, a posição é desconfortável. Em um momento, me sento de lado, mas sem parar o que estou fazendo. Alguém percebe que estou desconfortável e me pega pela mão como se fosse me levantar. Levanto e me deixo levar. Me levam até o sofá e me mandam sentar. De novo, eles começam a se aproximar pra eu chupar. Já não sei mais quem é quem, exceto quando aparece a grandona. Essa é impossível não identificar. Enquanto chupo, me pergunto se vai doer. Se será como a do sócio do meu chefe no Uruguai. Aquela sim tinha me partido ao meio, mas acabei aproveitando pra caralho. Já não sei quanto tempo faz que estou assim, mas quero que alguém me meta. Eu também quero gozar. Em um momento, me ajudando com as mãos, afasto quem está na minha frente e, sem hesitar, levanto e me viro. Fico de quatro, com os joelhos no sofá e os braços apoiados no encosto. Mostro a bunda e espero que alguém entenda meu recado e me meta. Não devem ter passado nem 30 segundos até sentir alguém começar a me tocar. Os dedos entram fácil por causa da lubrificação que tenho. A calcinha fio-dental está totalmente de lado, então começam a tirá-la. Me mexo pra facilitar, ficando só com as sandálias. Tenho a parte interna das coxas molhada da lubrificação que estou soltando. É inegável que eu gosto de gang bang. O tesão de não saber com quem estou, somado à segurança de estar ali com meu marido, é impagável. Estou entregue e, ao mesmo tempo, me sinto segura. De repente, sinto alguém tentando me penetrar. Não demora nem Custa. Ele me penetra na hora. Colocou camisinha. Dá pra sentir. Não gosto, mas é necessário. Como o sofá não tá encostado na parede, minha posição é ideal pra continuar chupando alguém. Minha mandíbula já descansou pelo menos 5 minutos e sinto que tem alguém na minha frente. Começo a chupar, e imediatamente outro também se coloca na frente. Então, do jeito que dá, vou alternando com os dois. Em pouco tempo, percebo que quem tá atrás de mim tá perto de gozar. Me segura com força pelas cadeiras. Tá acabando. Sai e, atrás, outro me penetra rapidinho. Também tá de camisinha. Esse é um pouco mais bruto e mete num ritmo mais frenético. Cada vez que empurra pra dentro, minha cara bate no corpo de quem tá na minha frente. Às vezes consigo me segurar com as mãos, fazendo uma resistência; outras, engulo ele inteiro direto, me engasgando um pouco. Não dura nem 3 minutos. Acaba e, na hora, outro me penetra. Me sinto usada e adoro isso. Enquanto faço o que tô fazendo, penso nas minhas amigas. No que elas tão perdendo e se alguma é igual a mim. Talvez eu tenha uma amiga mais festeira do que eu e não saiba. Não pode ser que eu seja a única que faz essas coisas. Alguém deve ter experiência, o problema é que a gente não tem coragem de conversar sobre isso. Nessa hora, lembro de uma vez, anos atrás, quando contei pras minhas amigas, numa noite de bebedeira, que tinha ficado com dois caras. Nunca vou esquecer as caras delas e a enxurrada de perguntas que recebi. Depois disso, nunca mais me perguntaram nada. De repente, volto à realidade. Uma das rolas que tô chupando é a XXL. Tô com dificuldade e quero que quem tá atrás goze logo pra ele me penetrar. Levanto a bunda e começo a me mexer também, meio que apressando a situação. Funciona. Na hora, eles terminam de gozar e a XXL sai da minha boca. Passam alguns segundos em que imagino ele colocando a camisinha e começando a me penetrar. Mas não tem dificuldade além do tamanho. Na hora, sinto ele todo dentro de mim. Não Me dá mais prazer que as outras e não dói, mas parece mais larga, me preenche mais. Alguém para na minha frente, do lado de quem ainda não me penetrou. Começo a chupar e logo reconheço. É a Juli. Foco nele e esqueço o resto. Chupo do jeito que ele gosta. Ele se afasta e, no meu ouvido, pergunta de novo se tá tudo bem. Aceno com a cabeça de novo, bem na hora que tão me bombando magistralmente. Sinto os ovos XXL se mexendo debaixo de mim. Tô adorando, e cada estocada faz meu corpo sair do sofá.
XXL goza. Percebo porque ele me agarra com força. Aí sinto a cabeça da piroca estourando meu útero. Mas não dói, só sinto que tô completamente cheia. Ele sai, e o único que ainda não me penetrou ocupa o lugar do XXL. Difícil competir, mas ele se vira bem. Não sei o que os outros tão fazendo, mas ouço eles conversando. Fui comida por 5 caras em menos de 20 minutos. Adoro isso. Nunca tinha vivido algo assim e já tô pensando quando vamos repetir. Eu ainda não gozei. Não sei se é porque não tô confortável nessa posição ou se tô mais focada neles do que em mim. O último goza e se afasta. Fico parada nessa posição, como se esperasse instruções. Sei que tão me olhando e que a vista é a melhor. Tô de quatro, com a bunda apontada pra eles. Percebo que tão tirando fotos. Não me incomodo. Tenho milhares. Mas não gosto de não saber quem tá ali. Aguento, são as regras do jogo.
Devem ter passado uns 2 minutos e alguém me pega pela mão. Acho que é a Juli, mas não fala, então não posso garantir.
Me deita num colchão. Reconheço. É um colchão inflável que temos há muito tempo. Alguém teve o trabalho de encher. Já tinham tudo preparado!!!
Me deito e logo alguém se deita do meu lado. Me pegam e me sentam em cima. E de uma vez me penetram. Não tem camisinha, e acho que é o Sebastian. O Seba várias vezes me penetrou sem camisinha. Começo a montar ele do jeito que eu gosto. Me apertam as Peitos. Me beliscam os mamilos. Agora tô gozando que nem uma puta. Adoro ficar por cima. Sinto que meu primeiro orgasmo tá vindo. Me mexo porque ninguém vai roubar ele de mim. Acho que fazia tempo que eu não gritava tão alto enquanto gozava. É que em casa, com meu filho no quarto ao lado, é difícil fazer um show desse. Aproveitei pra caralho. Alguém se coloca na minha frente pra eu chupar. Não tenho drama e faço. Tá mole, mas aos poucos vai acordando. Sinto que o Seba vai gozar, e como não tem camisinha, ele me empurra pra eu sair. Não tô nem aí, me ajeito e começo a chupar ele bem na hora que ele começa a gozar. Metade do sêmen vai parar na minha cara e no meu cabelo. O resto eu engulo enquanto limpo ele. Escuto eles falando e dizendo coisas, mas não consigo entender. Não sei se tão falando comigo ou entre eles. Alguém ocupa o lugar do Seba, mas percebo que tem camisinha. Não tá tão duro quanto o Seba, mas me penetra na hora. Eu continuo chupando a pica que tá do lado. Meus mamilos tão doendo de tanto que beliscaram. Uma vez morderam tanto que fiquei dois dias com os mamilos duros que nem pedra e sem conseguir usar sutiã porque qualquer roçada doía. Sei que amanhã vou me sentir do mesmo jeito, mas não tô nem aí. Alguém começa a brincar com meu cu. No início, tímido, um dedo, depois dois. Acho que vão fazer dupla penetração em mim. Adoro, desde que façam com cuidado. A presença da Juli me garante isso. Continuo me mexendo e gozo de novo. Não é tão intenso quanto o primeiro, mas quando aumento o ritmo, faço quem tava me penetrando gozar também.
Ele sai e ninguém ocupa o lugar dele. Enquanto isso, alguém continua brincando com meu cu. Já não são dois dedos, agora são três e até quatro. Não sei o que tão usando, mas me lubrificaram com alguma coisa.
Fico rebolando a bunda, como se tivesse ajudando a situação. Tô com as costas arqueadas e escuto eles fazendo comentários sobre minha posição. Sinto a boca pastosa, uma mistura de sede, álcool e Porra do Seba. Pela primeira vez crio coragem pra falar e peço se alguém pode me alcançar um copo d'água. Não me respondem, mas logo alguém me dá uma garrafinha aberta. Bebo o máximo que consigo sem sair de quatro. Alguém se acomoda do meu lado e começa a massagear meus peitos. Em nenhum momento pararam de me penetrar analmente com uma mão. Nessa hora, sinto que já não é mais uma mão. Parece um pau, mas não sinto ninguém atrás de mim. Continuo rebolando e me entregando à situação, e depois de um tempo percebo que estão me penetrando com um vibrador. Deve ser um dos meus que a Juli deve ter pego no armário.
Sinto que cada vez está mais fundo e já não dói nem incomoda. Isso é sinal de que meu cu já se acostumou e agora chegou a hora de curtir o sexo anal de verdade. Na minha cabeça, fico pensando onde está o XXL e se ele vai ser um dos que vão me comer anal.
De repente, sinto alguém na minha frente. Estico a mão e toco um corpo. Logo algo se aproxima do meu rosto e, como posso, procuro com a boca. É uma rola. Tem um gosto estranho, porque esteve com camisinha há pouco tempo. Chupo como consigo, tentando acordá-la, e aos poucos consigo. Logo alguém se acomoda ao lado, então volto ao jogo de alternar de uma pra outra como dá. Percebo que quem chegou por último é o XXL, mas não consigo fazer ele acordar. Mesmo mole, é grande. Às vezes gosto de chupar quando estão moles. Esse é o caso.
Nisso, alguém se posiciona atrás de mim e percebo que o que está me penetrando analmente agora é um pau de verdade. Não sei quem é, mas adoro. Ele me segura firme pela cintura, me empurrando contra ele. Sinto meu cu completamente preenchido e, em algum momento, me jogo pra frente porque sinto um pouco de dor. Mas são só duas ou três estocadas. Depois me acostumo e acompanho o movimento. Alguém tenta se encaixar embaixo, mas é impossível por causa do que desisto. Quem está me penetrando sai e alguém me pega pela mão como pra me levantar um pouco e deixar alguém se acomodar debaixo de mim. Me ajeitam de novo e de repente tão me penetrando vaginalmente. Sei que a qualquer momento vem a dupla penetração e tô esperando por isso. Começo a me mexer porque já tô quase chegando no clímax de novo. É que a situação tá me deixando louca. Tão me comendo em manada e eu tô gostando. Não sei quem são, nem quantos são, mas eu tô gozando como nunca. Nisso alguém se acomoda de novo atrás de mim e tenta me penetrar analmente. Não consegue. Faço força e consigo que quem tá me penetrando vaginalmente saia. Levanto a raba em sinal de "é agora", e quem tá atrás de mim me penetra com um empurrão. Do jeito que dá, pego a pica do de baixo e começo, devagar, a enfiar. Logo a gente consegue e ficamos parados os três, como esperando tudo se ajeitar. Escuto eles murmurando entre si e quem tá mais longe. No meio do barulho da música, consigo ouvir o som de uma foto. Tão registrando tudo, imagino. Gozo sem nem me mexer. Não acredito. Todo mundo percebe e alguém fala algo no meu ouvido que não entendo. Aos poucos, quem tá atrás de mim começa a se mover, pegando um ritmo lento, mas ritmo, afinal. Eu tô no céu. Do jeito que dá, estico o rosto pra tentar chupar algo, mas quem tava na minha frente antes parece que não tá mais. Sinceramente, não sei quanto tempo durou essa dupla penetração, mas quem tá atrás de mim começa a gozar porque me aperta com força e para de se mexer. Tão beliscando meus mamilos. Tento me jogar pra trás, mas não tem jeito. É que dói. Dói, mas eu gosto. Já tá começando a doer a bunda também. Sei que ainda falta. Alguém tenta ocupar o lugar de quem acabou de gozar. Pra minha surpresa e também susto, percebo que é XXL. Tenho medo de me machucar. Não me engano. Tenta me penetrar, mas não entra direito. Tomo a iniciativa de novo e faço quem tá debaixo de mim sair pra quem quer me penetrar analmente conseguir. XXL tenta, mas só consegue enfiar a cabeça. Eu empino a bunda e começo a ajudar com a mão. Aos poucos vai se encaixando e entra. Parece que entrou toda, mas sei que não é verdade porque ainda tô segurando ela com a mão. Começo a empurrar, mas percebo que vai doer. Saio num movimento e empino a bunda de novo pra recomeçar a sequência. Dessa vez parece mais fácil e vai entrando devagar. Eu sinto que tão me partindo ao meio, mas não quero que parem. De repente, esqueço de todo mundo. Só quero que o XXL consiga me penetrar completamente. Depois de duas tentativas, conseguimos. Agora precisam me penetrar vaginalmente. Pego quem tá debaixo de mim, que já tá esperando faz um tempo o XXL me penetrar, e começo a guiar com a mão. Não é difícil. Pelo contrário. Entra fácil. De novo a sequência de esperar tudo se acomodar e depois começar o movimento ritmado. Essa sensação de estar sendo arrebentada é única. Sinto os dois paus quase se roçando dentro de mim. Quem tá debaixo começa a gozar. Não consigo perceber se ele tá de camisinha ou não, mas já não posso fazer nada. Entendo que essa Juli deve estar controlando tudo. Como ainda tenho o XXL por cima, o de baixo tem que esperar. Sinto o pau dele começar a murchar de repente, então a pressão interna diminui. Isso me liberta e me ajuda a me mexer com mais intensidade. XXL começa a gozar e sai de dentro de mim. Em fração de segundo, sinto algo morno cair nas minhas costas. É o esperma do XXL. Fico na dúvida se ele tirou a camisinha ou se nunca usou. Com a música alta, não consegui ouvir o barulho da camisinha. Quando o XXL sai, sinto que tô com o cu aberto igual uma flor. Já tá ardendo, mas isso ainda não acabou, e eu não quero que acabe.
Na hora, ocupam o lugar do XXL e quem tava Abaixo de mim, ele consegue sair. Entra fácil. Depois de XXL, tudo vai ser mais fácil.
Acho que não durou mais que 2 ou 3 minutos, e sinto que ele sai rápido, como sinal de que tá acabando. De novo sinto eles gozando nas minhas costas, e de novo a mesma dúvida de antes. Tenho esperma de três caras diferentes espalhado pelo meu corpo. Um pouco escorre pela lateral das minhas costas. Fico esperando o próximo, mas não vem.

Alguém me pega pela mão e me faz sentar de novo. Sento e logo colocam um pau na minha cara. Começo a chupar. Tem gosto de camisinha. Sinceramente, é um nojo, mas eu aguento. Chupo com vontade, como se estivessem me obrigando. Sinto várias mãos me apalpando, mas agora tá tudo mais calmo que antes. Quem tá na minha boca, depois de um tempo, se afasta, dando lugar a outro. Outro que também tem gosto de camisinha. Alguém começa a me fazer sexo oral, mas a posição não ajuda e logo desiste. Eu me jogo pra trás, levantando a pélvis, o que facilita o serviço. Não sei se é o mesmo ou outro, mas de novo começam a me chupar. Eu continuo chupando um pau que começa a gozar. Ele quer sair pra não gozar na minha boca, mas é tarde. De novo, um pouco fica na minha boca, e um pouco nos meus peitos. Mas não é muita quantidade. Enquanto isso, continuam me dando uma sessão muito boa de sexo oral. Adoro.

Eu esvazio a mente enquanto reviso a situação. Já perdi a conta de quantos caras me penetraram. Já ultrapassei todos os limites que um dia pensei que nunca passaria. E o que me assusta é que eu gosto. Gosto do que tá acontecendo. Gosto de ser a puta de todos esses caras na minha casa. Gosto de aproveitar ao máximo, sem nenhum risco, porque sei que meu marido tá presente.

Continuo chupando um pau. Tem gosto de esperma com camisinha. Uma mistura letal, mas que não consigo evitar de curtir naquele momento. Não tá duro, mas também não tá mole. Na minha cabeça, coloco como objetivo fazer ele gozar, então me ajudo bastante com a mão. a masturbá-lo. Dá resultado. Ele começa a gozar na minha boca, mas eu me afasto rápido, deixando ele gozar nos meus peitos. Sinto que não cai muita porra, sinal de que deve ser a segunda vez que ele goza. O sêmen nos meus peitos começa a escorrer pro meu piercing no umbigo. Tento arrumar meu cabelo e sinto que também tem porra ali. Sem perceber, espalhei um pouco mais. Alguém para do meu lado de novo e toca um pouco meus peitos. Qualquer roçada já dói, mas eu aguento. Ele aproxima um pouco a rola, mas mal consigo chupar. Percebo que ele tá se masturbando na minha frente. Eu me toco um pouco pra estimular ele e também toco nele. Tá mole, mas endurece rápido. Pouco tempo depois, sinto porra de novo nos meus peitos. De novo é pouco, mas sinto escorrendo pro umbigo também. Devo ter uma piscina em volta do piercing. Percebo que a intensidade vai diminuindo porque ninguém mais se aproxima. Ninguém mais me penetra. Continuo com a venda e as sandálias. A música tá alta, então não dá pra entender o que tão falando, mesmo ouvindo eles conversarem. Depois de um tempo, parece que tudo acabou. Do jeito que dá, me arrumo e sento no sofá de pernas cruzadas. Não tenho problema em ficar pelada na frente dos outros, mas não poder ver nem ouvir não me agrada. Me sinto vulnerável. De repente, o volume da música baixa um pouco e eu escuto mais. Quero tirar a venda e descobrir quem me comeu, mas sei que não posso. Será que conheço eles? Alguém senta do meu lado. É o Julian. Ele pergunta como foi e se tava tudo bem. Digo que foi ótimo e que tava mais que bem. Ele levanta e ouço ele falando com alguém. Me pegam pela mão e me fazem levantar. Sei que tão todos me olhando, mas minha nudez me agrada. Gosto porque sei que agrado eles e isso me faz sentir gostosa. Sempre gostei de ser o centro das atenções. De mãos dadas, me guiam pra... escada que leva pro andar de cima, onde ficam os quartos. Me levam pro que é o nosso quarto e me deitam na cama. É o Juli. Ele fala que vai despachar todo mundo e sobe. Diz que quando fechar a porta, posso tirar a venda.
Fico jogada na cama pelada, sem nem me cobrir, e assim que escuto o Juli se afastar e fechar a porta, tiro a venda. A luz incomoda. Não sei quanto tempo fiquei com a venda. Olho a hora e são quase 5 da manhã. O que pra mim foi rapidão, na real durou mais de 2 horas. Tô cheia de dúvidas na cabeça. Quem foram? Quantos foram? Quem gozou e quem não? Quem era o XXL? Etc.
Quero que o Juli suba logo, mas escuto ele lá embaixo ainda falando com alguém. Visto uma camiseta e me espicho na escada tentando ouvir. Tão limpando enquanto conversam. Desço uns degraus, me espicho e vejo o Juli limpando com o Seba. Como tem intimidade, depois de garantir que não tinha mais ninguém, resolvo descer.
A sala parece zona de guerra. Tem um colchão inflável jogado no meio, um sofá tá deslocado, então entendo que foi nele que me comeram. Na mesa dá pra ver um monte de latinha de cerveja, pacotes de camisinha abertos e fechados, caixas, etc. Também vejo dois baldes com garrafas de champanhe vazias, um monte de copos e alguns refrigerantes e garrafas d'água.
O Seba e o Juli tavam limpando algo na cozinha e nem percebem que eu desci até o Juli voltar pra sala pegar mais coisas. Assim que me vê, chega perto e me dá um beijo. Pergunta se quero algo, e peço um copo d'água. Ele vai buscar na cozinha e volta com o Seba. Como tô sem calcinha e numa posição que mostra tudo, me ajeito um pouco e me cubro com a mesma camiseta. O Juli senta do meu lado e o Seba numa cadeira a uns metros.
Ficam me encarando como se esperassem que eu falasse algo, mas eu faço exatamente a mesma coisa.
O Juli quebra o silêncio e pergunta como eu tô. Falo que Beleza. E a segunda pergunta é como foi. Eu rio e, olhando pros dois, falo que foi muito bom.
Aí decido tomar a iniciativa e pergunto quantos foram. Eles riem e falam que não vão me contar. Quero matar os dois. Quero saber com quantos eu transei. Não que mude muito, mas tô curiosa. É como se eu sentisse que quero bater meu recorde. Quem sabe se tiver outra vez, não quero que seja só um a mais que da última. Sei lá. Sou ambiciosa e muito competitiva. Sempre fui.
Insisto, mas não adianta. Faço outra pergunta. Eu conhecia eles? Eles riem de novo e respondem a mesma coisa. Não vão me contar. Isso me dá um tesão a mais. Quero saber quem eram. Não quero ficar com alguém sem saber se me comeu ou não. Na minha cabeça, começo a tentar imaginar quem poderia ser. Quem meu marido pode ter convidado, mas as contas não fecham. Ele não tem tantos amigos com tanta intimidade. Ou pelo menos eu não sei.
Como sou orgulhosa, não insisto muito. Talvez quando o Seba for embora e eu ficar sozinha com o Juli, usando alguma das minhas "armas", consiga afrouxar ele e ele me conte tudo.
Enquanto isso, sinto que não aguento mais de cansaço e quero ir deitar. Levanto e dou um beijo de língua e tudo no Juli. Um beijo curto, mas intenso. Passo pelo lado do Seba e dou um tapinha na cabeça dele. Subo a escada e, enquanto subo, sinto que minha cabeça vai explodir se eu não descobrir quem me comeu naquela noite. Será algum colega de trabalho do Juli? Algum pai da escola? Algum dos caras com quem ele jogou futebol naquela tarde? São pais da escola. O Juli tem intimidade com alguns. Na verdade, várias vezes ele saiu pra tomar algo com eles. Já me imagino na porta da escola, parada do lado de quem me comeu várias vezes e eu sem saber. Será algum conhecido nosso ou só conhecido dele? As opções são várias e nenhuma faz sentido.
Já tá quase amanhecendo e tô na dúvida se vou deitar, do jeito que tô, cheia de porra de vários caras, ou tomar um banho rápido. Na real... É que não aguento mais, então vou deitar do jeito que tô.
Antes de dormir, lembro que no mesmo dia tem o aniversário de um colega de trabalho do meu marido. Será que vou cruzar com algum dos que me comeram naquela noite? Me dá tesão, muito tesão, mas eu durmo.

3 comentários - Meu marido me prepara uma puta orgia

Uff, me voló la cabeza!!
Muy bueno y muy bien relatado