Tá pronto pro nosso jogo? — Perguntei com carinho. — Quê? Cê vai me largar aqui de verdade? — resmungou minha irmã, me olhando incrédula. — Nada disso. Vou te deixar em paz por um tempinho. Depois do jogo... Tenho certeza que vou recuperar o fôlego e aí a gente vê quantas vezes eu faço você gozar. Afinal, sou um tarado, então tenho que fazer algo pra estar à altura, né? Irritada por eu ter deixado ela na mão com os sucos da buceta escorrendo pelo sofá todo, mas também parecia curiosa com a ideia de fazê-la gozar várias vezes depois do nosso jogo, ela pareceu se acalmar por um tempo. "Tá bom, mas é melhor a gente jogar algo rápido, se eu tiver que ficar sentada aqui a noite toda vou enlouquecer!" — Então... Blackjack de novo? "Acho que esse não é meu melhor jogo..." Ela hesitou. — Mas esse é o jogo mais rápido! — objetei. — Tá bom, vamos de blackjack. Dá as cartas, amor! "Primeiro faz as apostas", falei, começando a embaralhar as cartas. — O que cê quer perder hoje? "Hmm... Não minhas mãos, senão você me faria bater punheta o dia todo. Hmm... O que você colocaria contra meus peitos? Sei que faz tempo que você quer tocar neles..." pensou em voz alta. "Sinceramente, esses são peitos muito lindos, então eu seria louca se não quisesse, é... tocar neles. Eu diria que valorizo eles não menos que suas pernas incrivelmente lindas. Como você acabou de ver, suas pernas me parecem muito atraentes..." — É verdade. Mas ainda acho que meus peitos valem mais que minhas pernas. Isso é ainda mais importante pra você porque você ainda não tocou neles. Então, se você quer colocar minhas pernas contra meu peito, preciso de uma vantagem. "Acho seus argumentos justos e convincentes. Tô morrendo de vontade de tocar seus peitos. Então, que tal eu colocar seu peito contra suas pernas e seu tronco, e aí eu ganho a vantagem e você tem a chance de se vingar com duas coisas de uma vez?" — objetei. — Então, melhor de três, mas desde No começo você teve vantagem, como ontem à noite? — Podemos fazer isso, claro! — Tá bom, se prepara pra perder, amor, hoje eu tô com sorte. "Então, que tal mostrar seus peitos pra eu ver o que a gente tem pra jogar?" Sentindo que precisava provocá-la um pouco, tentei ver se conseguia que ela fosse ainda mais longe antes de começar o jogo. Ela pareceu pensar por um momento. Depois deu de ombros. — Bom, você já viu um pouquinho antes, mas por que não? Com isso, ela massageou os seios por uns instantes por cima do sutiã de renda vermelha que tava usando, depois se inclinou pra trás e soltou o fecho com aquela confiança inconfundível que as mulheres têm de fazer os homens se sentirem inferiores quando, inevitavelmente, no calor da paixão, a gente hesita em desabotoá-los. Quando ela tirou o sutiã dos braços finos, aqueles peitos maravilhosos foram revelados pro mundo inteiro. Foi um espetáculo do qual nunca vou me cansar. Os peitos dela, embora não fossem muito grandes, eram perfeitamente cheios e redondinhos, nada caídos, a pele era de um branco cremoso sedutor, exceto pela área do decote e os mamilos que eram mais rosados, os bicos pareciam duros como pedra e apontando pra mim, como se quisessem chamar minha atenção. E chamaram. Levei um tempo pra me recompor. Já tinha visto eles antes, mas não assim. Não quando estávamos perto o suficiente pra jogar um jogo que eu esperava que me deixasse tocá-los de verdade. Segurá-los nas mãos. Brincar com eles. Prová-los. Respirei fundo e servi outra taça de vinho. Branco pra ela, tinto pra mim. — É, essas belezas valem o risco! Vamos jogar! Entreguei a carta pra ela. Seis de paus. — Bate! Quatro de copas. — Bate. Dama de copas. — Para. Ela tinha vinte pontos. Podia empatar ou ganhar com blackjack. Nove de copas. Valete de espadas. Foi ruim. Dezenove e eu tive que pegar outra senão teria perdido de qualquer jeito. Rei de espadas. — Porra! Um ponto. Por jogo equivale a um ponto por jogo! — reclamei. Não queria mesmo perder o que já tinha da minha irmã. — Claro, seria uma pena se perdesse essas pernas lindas! falei, usando isso como desculpa pra passar minhas mãos pra cima e pra baixo nas coxas dela, tentando separá-las de leve, deixando meus dedos deslizarem tão perto, tão perto da flor proibida dela, que tava visivelmente reagindo ao meu toque. A rachinha molhada dela, já brilhando, começou a se encher de sucos de novo até que, depois de uns minutos, começaram a escorrer pelas coxas e pela racha, sujando ainda mais o sofá. "Será que a gente não volta pro jogo?" — sugeriu minha irmã, com a voz rouca de tesão, já que tava claro que ela tava lutando pra juntar forças, pra reunir toda a força de vontade dela e não implorar pra eu levar ela ao orgasmo. Eu não tava imune ao meu próprio truque, meu pau tava orgulhoso e duro, declarando bem claro que queria estar dentro da minha irmã o mais rápido possível. Mesmo sem a capa das minhas boxers perdidas e esquecidas, minha irmã conseguia ver claramente minha necessidade e os olhos dela estavam praticamente grudados nele enquanto eu brincava com as coxas sensíveis dela. "Sim, acho melhor a gente fazer isso antes que eu perca o controle e pare o jogo pra poder te estuprar." — Estupro. Estupro também soa bem... A resolução da Caitlin claramente vacilou. "Sua carta", falei e entreguei as cartas de um baralho embaralhado às pressas. Valete de copas. — Ufa, me bate! disse ela, apertando e soltando as mãos nos quadris, dividida entre querer estímulo e jogar. Rei de espadas. — Humm... Me bate! não, espera... Antes que ela pudesse reclamar, entreguei outra carta. Rei de paus — Desculpa irmãzinha, cheguei um pouco atrasado. — Eu... eh... sim. Acho que isso significa que você ganha. Me sentindo um pouco culpado por ter mostrado minhas cartas antes dela reclamar, cedi. Tava morrendo de vontade de possuir os peitos dela e adicioná-los à Minha coleção crescente. Mas eu precisava ser honesto, senão não estaria certo. Balancei a cabeça. "Acho que me apressei um pouco no acordo, vamos começar de novo", falei, suspirando leve porque queria muito tocar nos peitos dela. "Mas você ganhou... uh... acho que podemos recomeçar... uh..." respondeu Caitlin, claramente confusa. Era como se ela desejasse ter aceitado a derrota. "Se te fizer sentir melhor, podia me deixar beijar seus peitos como compensação antes de continuar..." sugeri. Ela sorriu. "Claro que parece justo!" Imediatamente endireitou as costas e estufou o peito desafiadoramente. Entendendo a deixa, me inclinei e enrolei meus braços em volta do corpo quente dela antes de aproximar meu rosto lentamente dos peitos perfeitos dela e então colocar meus lábios no mamilo animado dela. Enrolei suavemente meus lábios em volta dele e passei minha língua por cima, sentindo ele endurecer ainda mais, se movendo levemente entre meus lábios. "Ah... Deus..." ouvi ela murmurar acima da minha cabeça. Por alguns segundos, aproveitei a sensação do mamilo dela entre meus lábios, os peitos macios dela pressionando contra meu rosto e o cheiro muito especial da minha irmã, o doce cheiro da minha irmã muito gostosa se misturando com o perfume dela. Podia ter ficado ali para sempre, pura felicidade me preenchendo naquele longo momento enquanto apertava o mamilo dela com meus lábios, tocando ele com minha língua. Depois soltei, devagar, com pesar. "Agora o outro", murmurei. "Sim, por favor." Ouvi ela quase sussurrar. Depois de me limpar, pressionei meu rosto contra o outro peito magnífico dela. Enrolando meus braços em volta dela de novo, abri a boca um pouco mais. Chupando suavemente toda a auréola, levando o mamilo dela à minha boca, passei a língua por ele e depois chupei ele suavemente. Caitlin agarrou minha cabeça com as mãos e quase me puxou para perto, claramente lutando contra o desejo. Durante um longo e sensual momento, chupei aquela carne flexível e sensível dela, então, com um estalo suave, quebrei o selo e deixei os os peitos caíssem da minha boca. Como eu queria simplesmente ficar ali e me pressionar contra o peito dela, com os braços dela envolvendo minha cabeça e seus dedos finos percorrendo meu cabelo, me acariciando, me incentivando a ficar, continuando massageando as pontas sensíveis dela com minha língua. Mas eu já ultrapassei todos os limites do permitido. Um breve toque de lábios e língua, que será considerado um beijo. Não podia ficar mais, senão teria me quebrado uma leve sensação de algo doce. Fosse o que fosse, estava delicioso e provocou uma descarga de prazer no meu cérebro. Quando a doçura pareceu desaparecer, provei o outro peito. Enquanto isso, Caitlin voltou a ter as mãos em volta da minha cabeça, me mantendo perto dela, acariciando minha cabeça enquanto eu chupava sua carne macia. O segundo peito dela recompensou minha busca com ainda mais doçura da minha irmã, só algumas gotas de néctar que me deram outra onda de prazer. Vagamente notei que minha irmã esfregava as coxas e gemia baixinho de prazer enquanto eu massageava o mamilo dela com minha língua, ocasionalmente mordiscando suavemente com meus dentes, fazendo-a suspirar baixinho. Sabendo que ela gostaria de um toque um pouco menos suave, deixei minha outra mão apertar o outro mamilo dela, fazendo-o girar entre meus dedos e beliscando levemente. O suficiente para fazê-la gemer e ofegar, sem querer exagerar. Minha outra mão, quase por conta própria, pousou na coxa de Caitlin. Senti tanta necessidade por ela, tanta fome, precisava estar dentro dela. Teria que me segurar se fizéssemos outra aposta, mas é claro que poderia passar mais um minuto acariciando minha linda irmã, passando minhas mãos pelo que era meu, me aproximando tentadoramente do que por enquanto me foi negado. Minha mão abriu as coxas dela, embora eu pudesse sentir claramente que ela queria continuar esfregando-as, tentando talvez obter estimulação suficiente para finalmente ter um doce orgasmo sem chegar a se masturbar abertamente na frente do seu mano. Passando dedos trêmulos pela coxa quente dela, acariciando o lugar onde a coxa terminava e começava a buceta incrivelmente sedutora dela. Sem ousar cruzar a linha invisível, mas tocando sua borda, senti o calor do núcleo dela na minha pele, me puxando como gravidade. A necessidade de penetrar o buraco proibido dela era quase insuportável, me instigando a ir um pouco mais longe, mas eu sabia que não podia arriscar. Tinha que conquistá-la honestamente. Tinha que fazê-la minha. Mesmo quando senti ela se inclinar levemente para frente, estendendo os lábios inferiores brilhantes em direção à minha mão como se tentasse tocar meus dedos, não ousei demorar. Tive que me afastar. Me afastei relutantemente. Com um gemido de arrependimento, me afastei do peito dela, deslizei minha mão pela coxa dela, parei brevemente no joelho, depois quebrei o contato e me recostei na cadeira. Sem ousar falar, ficamos sentados ali, nos olhando e recuperando o fôlego. O rosto da Caitlin estava corado, as aréolas pareciam levemente inchadas e os mamilos provavelmente estavam tão duros quanto meu pau. Enquanto ela estava sentada, as pernas ainda estavam abertas o suficiente para eu ver as dobras brilhantes e admirar como os sucos escorriam do centro dela. Ao ver que eu estava olhando, Caitlin só abriu um pouco mais as pernas. Então ela passou lentamente a mão pela barriga lisa. Todo o caminho até sua buceta molhada. Deslizou o dedo do meio pela fenda, depois de volta ao topo, rodeando a pequena protuberância rosada do clitóris. Depois passou a mão sobre a buceta, se protegendo da minha vista, me tirando do transe. "Essa é minha buceta pessoal, senhor, então não pense muito", brincou. — Bom, nesse caso, talvez a gente possa jogar de novo para ter a chance de mudar isso? Perguntei, pegando as cartas. "Podemos jogar mais, mas tenho certeza de que minha buceta é a última coisa que você tem chance de ganhar". — Bem, então no que você gostaria de apostar da próxima vez? — Mmmm, isso é difícil. Acho que tá tudo na minha cabeça ou nas minhas mãos. Se você ganhar meus braços, provavelmente vai me fazer bater uma pra você 24 horas por dia, já que é um tarado, ou vai me obrigar a fazer todas as tarefas de casa, já que pode fazer minhas pernas e braços se mexerem fazendo o que quiser. Mas se você ganhar meu favor, vai ser uma história completamente diferente. Pelo jeito que você flertou comigo, sei que provavelmente quer me retribuir o favor. Acho que de certa forma é justo, mas na hora, gostaria que prometesse me manter tão limpo quanto eu te mantenho. Isso também é justo, né? Caramba, isso foi muita coisa. Sinceramente, não tava planejando entrar nessa, mas agora que ela tá falando disso, seria ótimo sentir a língua dela... lá atrás. Até esse ponto, eu pensava principalmente em sentir a boca dela no meu pau até encher a boca dela com minha porra e sentir ela engolindo em volta do meu pau. Mas talvez... a língua dela estivesse lá enquanto eu gozava minha porra nos peitos dela. Com certeza precisava explorar as possibilidades. Claro, depois que eu ganhar os direitos. "Porra, não pensei que você entenderia que eu poderia te obrigar a fazer todas as tarefas de casa depois que ganhasse seus braços". Mas sim, que tal eu prometer que não vou deixar seus lábios fazerem nada que me faça não querer beijar você depois? Porque tô morrendo de vontade de beijar esses seus lábios... Tá bom, não tava planejando falar essa última frase em voz alta. — Sim, aposto que você quer beijar todos os meus lábios! Caitlin respondeu com um sorriso deslumbrante, as mãos deslizando sugestivamente pela parte interna das coxas. — Culpado de todas as acusações. Então, vamos acertar as pernas, o torso, o peito? Acho que seria quase igual. Ou acertamos tudo e eu volto pro começo com o ponto? Ela pensou por um momento e então tomou uma decisão. Aceitaria uma oferta mais baixa, mas embora provavelmente eu poderia ter oferecido menos por ela, não dava pra mentir e dizer que valorizava ainda menos a cabeça dela. Então, mesmo sentindo como se tivesse um exército de borboletas se revoltando de repente no meu estômago, indignadas por eu ter arriscado tudo que tinha em algumas mãos de cartas, era o certo a fazer. — Mapa? — perguntei, acenando com a cabeça pra aposta. — Bate! Ás de ouros. — ISSO! Levantou o punho pro ar ao ver o ás e de repente a vitória dela ficou muito mais perto. — Bate! — completou um momento depois. Oito de paus. "Nove ou dezenove", anunciei educadamente. Ela ficou em silêncio por um instante, mordendo o lábio inferior, pensando na situação. — Acho que vou ficar. Não foi um jogo fácil. Mesmo assim, eu tinha que tentar. Rei de copas. — Dez. Dois de copas. — Doze. Ás de copas. Se eu tivesse tirado essa carta antes, teria ganhado. — Treze. Cinco de copas. — Dezoito. Porra. Meu coração batia forte e, pela primeira vez naquela noite, minha ereção não tava pronta pra quebrar diamantes. Não tava tão mole, o que seria impossível com os peitos da minha irmã à vista e ao alcance. — Só um segundo. "Só preciso…" anunciei. Estendendo a mão pro peito dela, peguei, sentindo o peso, e toquei o mamilo dela com meu polegar. Depois me inclinei e chupei rapidamente o mamilo dela com meus lábios, lambendo com a ponta da língua. Suspirando, me recostei. "Só precisava dar uma provadinha, caso perdesse tudo num instante". Quatro de copas. Me senti vazio. Perdi tudo! Como pude ser tão idiota de arriscar tudo? Devia saber que minha sorte não ia durar. Essa é a primeira regra do jogo. A sorte nunca dura pra sempre. Um erro comum entre os jogadores é que se você tem sorte uma vez, vai ter na segunda. Senti minhas entranhas se apertarem pela sensação de perder. Ia ter que... — Já são vinte e dois, você perdeu. Isso é um ponto pra cada lado. Caitlin anunciou, me tirando do meu pânico. Um ponto pra cada! Aí eu me distraí, esquecendo no calor do momento que eu tinha uma vantagem desde o começo. Uma onda de alívio me tomou. Me recompondo, comecei a embaralhar as cartas com mãos trêmulas. — Tá pronto? — Perguntei com uma tensão evidente na minha voz. Quando ela assentiu, entreguei a carta. Dois de Paus — Mais. Valete de Copas. "Doze", anunciei. — Mais! Cinco de Ouros. — Dezessete. — Eu paro. Dezessete. Nada mal, mas não é impossível. Eu tinha que conseguir! Ás de Copas. — Um ou onze. Valete de Ouros. — BLACKJACK! Gritei, me levantando, subindo tão rápido que por um momento a luz pareceu apagar, tudo ao redor soava como se eu estivesse debaixo d'água, e a próxima coisa que eu soube foi que estava de joelhos, tentando me manter de pé, apoiando a mão no sofá. Meu corpo inteiro estava formigando, mas respirei fundo algumas vezes e esperei até passar. Caitlin também parecia precisar de um momento pra se recuperar, se recostando sem forças no sofá, chocada com a derrota. O pervertido em mim não conseguiu evitar admirar a vista da buceta molhada dela, que a posição dela me permitia explorar do ângulo perfeito em todo o seu esplendor. Eu conseguia ver o quanto ela estava molhada, os sucos escorrendo do buraquinho levemente trêmulo, abaixo do qual eu via a estrelinha apertada dela, escorregadia com os sucos, e também se contraindo uma e outra vez, quase do jeito que eu sabia por experiência que acontecia quando Caitlin gozava. Aproveitando o momento, agarrei os quadris dela com as mãos, levantei ela levemente e movi meu rosto na direção dela. Com cuidado pra não esfregar forte demais contra o tesouro proibido entre as pernas dela, lambi a estrelinha trêmula dela com um movimento gostoso da minha língua, saboreando o delicioso néctar da minha irmã combinado com um pouco do sempre presente gosto de damasco. Quando minha língua tocou o cu dela, minha irmã soltou deixar escapar um gemido forte de prazer. — MEU DEUS, sim, finalmente! Ela gemeu, as mãos dela de repente na minha cabeça, me guiando, me puxando para perto dela, me instigando a me deliciar com aquele buraquinho apertado dela pra ela finalmente gozar. Era justo, eu tinha provocado ela o dia inteiro e não só tinha dado a ela o orgasmo do qual ela tinha sido privada por tanto tempo e injustamente, mas também sentia a necessidade de fazê-la gozar. Sentir o corpo atlético da minha irmã se arquear de prazer em resposta à minha língua me deu uma sensação de satisfação e orgulho tão intensa que foi quase como um orgasmo em si mesmo. Circulando o buraquinho dela, provocando a carne sensível com minha língua, logo senti o corpo dela responder e, quando as contrações dela aumentaram, mergulhei fundo na bocetinha dela, fazendo o melhor que pude para levá-la até o limite. Aí senti ela soltar minha cabeça com uma mão, que imediatamente deslizou pra buceta dela, onde começou a esfregar o clitóris e a se tocar com uma pressa frenética, querendo gozar naquele exato momento. A alguns centímetros do meu rosto, ela passou os dedos pelos lábios, abrindo a florzinha dela, fazendo círculos ao redor do clitóris. Um momento depois ela gozou. Pra caralho. O néctar escorreu livremente do núcleo dela, escorrendo pelo períneo até minha língua ansiosa. Engolindo com avidez os sucos dela, senti ondas de felicidade percorrendo meu corpo. Era picante, mas principalmente doce. Tudo estava decidido. Minha irmã era definitivamente minha sobremesa favorita. Continuei lambendo ela suavemente até ela voltar do orgasmo. O tempo todo ela continuou acariciando a buceta molhada dela, de vez em quando enfiando um dedo lá dentro pra eu poder saborear ainda mais suculento. — Orgasmo gostoso? Sorri pra ela, meu rosto sem dúvida molhado com os sucos dela. — Um dos melhores. Adoro o que você faz com sua língua. Você ganhou. Se quiser, pode me beijar agora. Sim, foi o que eu fiz. — Eu gosto. Eu gosto. Quando ela se inclinou pra trás pra me puxar Para ela, eu estava por cima dela, deitada no sofá. Fazendo uma pausa pra admirar o rostinho lindo dela e os olhos que me encaravam. Aí, devagarzinho, me inclinei e toquei os lábios dela com os meus. Ao sentir o cheiro do hálito dela, fiquei tonto de prazer e tesão. Senti meu pau duro como pedra pressionando as coxas macias dela, e a vontade de enfiar dentro do corpo da minha irmã foi momentaneamente abafada pela necessidade muito mais urgente de provar a boca dela. Ao encostar meus lábios nos dela, curti de novo a sensação dos lábios macios e sedosos dela nos meus. Mas dessa vez eu podia beijar ela o quanto quisesse. Nossos lábios se encontraram em outro beijo casto. Aí mordi os lábios dela, os lábios dela se separaram um pouquinho, a ponta da minha língua deslizou pra frente, provocando os lábios dela, a língua dela roçou de leve na minha, a minha deslizou pra frente. Tocando ela com minha língua, penetrando a boca dela, esfregando minha língua na dela, a língua dela se enroscava, dançando com a minha. Por um tempo, esqueci de tudo, só existia nosso beijo, nossas línguas girando e dançando enquanto a gente se beijava com fome e profundamente. Aos poucos, minha consciência voltou e acariciei o corpo perfeito dela com minhas mãos, passando elas pelos lados dela, adicionando a sensação do corpo dela debaixo de mim à sinfonia de prazer que me envolvia. Quando beijei ela, meu tesão subiu pra novas alturas. A sensação dos lábios dela nos meus, a língua dela lutando com a minha, mandou uma onda de tesão e necessidade através de mim, e me vi apertando minha bacia contra a dela, meu pau esfregando na coxa dela. Pela maciez das coxas dela e do jeito que ela esfregava em mim, tava extremamente tarada também. Sentindo meu pau roçando nela, pressionando contra a bunda dela, enquanto minhas mãos percorriam livremente o corpo dela e os peitos perfeitos, e nossas bocas tavam ocupadas se saboreando uma à outra. Nossa necessidade mútua se refletia na urgência dos nossos beijos, uma fome que só podia ser saciada com a nossa libertação mútua. Quando senti meu pau empurrando contra o buraquinho apertado dela, comecei a me mover um pouco mais, querendo deslizar pra dentro da minha linda irmã, sentir como a carne dela era flexível e me convidava a entrar. Por sua vez, Caitlin se pressionou contra mim, forçando um pouco mais até que senti o buraquinho apertado dela começar a se esticar em volta da ponta da minha cabeça. Empurrando o máximo que pude sem me mover nem um pouquinho, consegui penetrá-la talvez um centímetro, depois mais meio enquanto Caitlin se esfregava contra minha dureza. O buraco dela era apertado e escorregadio, o calor emanava dele, como se fosse um forno aberto, e uma única contração me deu um arrepio de prazer. De repente, Caitlin se afastou de mim antes que eu pudesse me posicionar pra realmente entrar nela. Aí ela se abaixou e guiou meu pau pra baixo. "Errei o buraco", disse num sussurro rouco, afastando os lábios por um momento. "Tenta agora", acrescentou quando senti que ela pressionava o que quase com certeza era o esfíncter enrugado dela. Quase meti meu pau na buceta da minha irmã. Por acidente, claro. Eu não tinha nenhum direito de fazer isso. Ainda não. E, no entanto, parecia que minha irmã realmente teve que juntar toda a força de vontade dela pra não simplesmente se abaixar e se empalar no meu pau duro como pedra, que também tava morrendo de vontade de entrar lá. "Não pensei que ouviria uma garota chamar a própria buceta de buraco errado", comentei enquanto começava a avançar devagar. Meu pau esticando o esfíncter dela pareceu distraí-la um pouco da resposta espirituosa. — Cala a boca e me fode no cu! Se pressionando contra mim, num instante metade do meu comprimento tava dentro dela e ela soltou um gemido forte de prazer. — Era disso que eu precisava! Ela ronronou, enrolando os tornozelos em volta de mim e me puxando pra perto, me instigando a preenchê-la por completo. Não sou do tipo que faz uma dama esperar, entrei nela por completo, mergulhando até o fundo nas suas entranhas macias e quentes. Uma onda de prazer me invadiu, tanto pela sensação física de estar dentro dela, pelo jeito que seus músculos me apertaram suavemente, quanto pela alegria de ser a Caitlin. A mulher que eu mais amava e admirava. Saber que ela era minha para aproveitar, e que a Caitlin parecia estar gostando tanto quanto eu, tornou o momento simplesmente perfeito. Assim que estive completamente dentro dela, minha boca encontrou a dela de novo, e os dedos dela percorreram meu cabelo e me puxaram para perto. Poder beijá-la assim, enquanto deslizava lentamente meu pau pelo seu esfíncter apertado e suas entranhas me massageavam com a mistura perfeita de suavidade e firmeza, envolvendo minha parte mais sensível, era uma felicidade absoluta. Meu desejo apaixonado de simplesmente meter nela uma e outra vez até encher ela com minha porra foi atenuado pela minha necessidade de senti-la. Mais do que um orgasmo, eu queria que esse momento lindo durasse para sempre. A gente transou devagar por um tempo, nossas coxas se roçando lentamente, nos permitindo aproveitar cada detalhe enquanto eu entrava e saía da sua bunda apertada. Senti claramente que o esfíncter e os músculos internos dela começavam a se contrair em resposta ao prazer crescente dela. Naquela hora, eu já sabia que isso era um sinal certeiro de que o orgasmo dela estava chegando. Quando ela começou a gemer de prazer a cada estocada longa que eu dava nas profundezas dela, minha boca encontrou o lóbulo da orelha dela. Colocando ele na minha boca e mordendo de leve, pareceu que teve um efeito gostoso na Caitlin, porque ela começou a apertar os quadris com mais força contra mim, me incentivando a acelerar o ritmo, o que eu fiz. A hora da transa molenga tinha acabado, nós dois precisávamos gozar e muito em breve a gente ia. Minhas estocadas ficaram mais fortes, mais insistentes, eu meti mais rápido, indo tão fundo fundo o quanto pude a cada estocada, e depois saindo o suficiente pra sentir o aperto poderoso do esfíncter dela na minha cabeça antes de entrar nela de novo, sem pressionar os quadris dela com muita força contra os meus. Me peguei beijando e mordendo o pescoço dela, e Caitlin gemeu meu nome quando nossa relação ficou frenética. Senti o orgasmo dela antes de ouvir a voz dela dizer. A bunda dela apertou visivelmente em volta do meu pau dentro dela, pulsando com o orgasmo enquanto os músculos dela se contraíam e relaxavam a cada onda de prazer que a invadia. — Ho-ho-ho-ho, me fode, me fode! — Caitlin gritou no orgasmo quando meu próprio orgasmo começou em resposta ao pensamento incrivelmente erótico da minha irmã gozando tão forte no meu pau, combinado com o prazer intenso das entranhas dela me apertando, me ordenhando. Gritei o nome dela quando uma onda de prazer atravessou meu sistema nervoso, e jato após jato de porra quente jorrou das minhas bolas o mais fundo que eu conseguia penetrar nas entranhas dela. Momentos de prazer orgásmico supremo se passaram enquanto nos apertávamos um contra o outro, contraindo nossas coxas, querendo desesperadamente sentir cada detalhe, prolongar o orgasmo. Ao vê-la gozar, alcançando um orgasmo tão poderoso por minha causa, senti uma sensação de felicidade, de pertencimento. Quando o orgasmo dela se juntou ao meu, me senti completo. O único problema na pomada era que ainda tinha um pedacinho que não era meu. Que estava fechado pra mim. Era um pensamento pequeno no fundo da minha cabeça, quase esquecido pela felicidade desse momento perfeito. Um pensamento pequeno, mas ainda palpável, então mesmo quando meu orgasmo recuou lentamente, me vi determinado a conquistá-la de alguma forma até o fim. Suprimindo esse pensamento por agora, me concentrei no momento atual. Os olhos de Caitlin brilharam, como se a saturação de cor do Universo fosse uma ordem de magnitude maior, e seu O sorriso dela era tão radiante que ofuscava o sol. "Acho que foi provavelmente o melhor orgasmo da minha vida". Não acredito como você é gostoso dentro do meu cu. Fica melhor cada vez que você me fode ali. Se eu não tivesse me rendido pra aquele pervertido, talvez nunca tivesse descoberto isso", ela perguntou baixinho, sorrindo pra mim e apertou a bunda contra mim, tentando me fazer penetrar o mais fundo possível. Mesmo quando eu tava mole, ainda era incrível ver as dobras macias e os músculos dela apertando em volta do meu pau enquanto ela se mexia daquele jeito. A sensação de completude. Surreal, mas ao mesmo tempo certo. Não lembrava de ter sido tão feliz. Depois de arrumar o sofá rapidinho, cheguei à conclusão de que provavelmente ia ficar manchado. Achei que o mais esperto seria derramar um pouco de vinho ali, já que deixaria uma mancha muito mais fácil de explicar. Mas, se as restrições da quarentena aliviassem um pouco antes da mamãe ou do papai voltarem do... Só limpei o melhor que pude e deixei pra comprar vinho tinto mais tarde naquele dia. Pra mim, mais importante do que salvar móveis em perigo era me juntar à minha irmã no chuveiro. Caitlin me deu um sorriso encantador quando entrei no box. "Tava esperando você vir", ela admitiu. "Tava esperando que você também quisesse", falei, tentando ser espirituoso. Ela só revirou os olhos em resposta enquanto eu deslizava nos braços dela, água quente escorrendo pelos nossos corpos. O corpo dela se apertou contra o meu, puxei ela pra perto e meus lábios encontraram os dela de novo. Ficamos um tempão pelados, nos abraçando, nos beijando debaixo d'água, como amantes separados há muito tempo. Embora tivesse acabado de gozar, senti uma excitação familiar quando meu pau começou a acordar do torpor. Subindo devagar pra se apertar contra as coxas da minha irmã enquanto o sangue corria pra ele, inchando até o limite, minha irmã não conseguiu evitar notar. — Já voltou pra mais? Você é mesmo um monstro sexual insaciável! — ela comentou. "Tô pelado no chuveiro com a mulher mais gostosa e sexy do mundo!" Qualquer coisa menos que isso seria um insulto! — Mmm... gostei. Caitlin refletiu, abrindo as pernas o suficiente pra deixar meu pau crescido continuar sua jornada pra cima, apertando ele de leve entre as coxas macias dela. — Gostou do quê? Perguntei, por um momento sem saber bem o que ela queria dizer. — Do que você acabou de falar. Ah, e seu pau também é gostoso. Mas vamos nos ajeitar antes de continuar. — Parece justo. O resto do banho passou bem rápido, já que os dois parecíamos querer partir pra coisas mais gostosas. Depois de se lavar mais uma vez, Caitlin enrolou o cabelo numa toalha, eu coloquei meu melhor sorriso e fomos pro meu quarto. Preferia ficar no quarto dela, mas o meu era mais perto, e naquele momento eu mal me segurava pra não jogar ela no chão e fazer o que quisesse. Parece que Caitlin pensava o mesmo, já que ela também tava apressada pra chegar na cama mais próxima. Sem parar, ela se jogou pra trás na cama, apoiou nos cotovelos e me olhou com um sorriso no rosto. "Vai, devagar, não sabe que é falta de educação fazer uma dama esperar?" Parei um segundo pra admirar a vista magnífica do corpo nu e esbelto da minha irmã na minha cama. A toalha que ela usava caiu quando ela se jogou na cama, o peso apoiado nos cotovelos fazendo os peitos dela se destacarem bem, e a fenda macia entre as coxas ligeiramente abertas brilhando de tesão. Uma vista digna dos deuses, mas eu não ia ficar só admirando, também podia me juntar a ela na cama. "Não entendo por que é errado te tocar devagar, mas você tem razão, não devia te fazer esperar." Deitei do lado dela e, virando de lado, nossos lábios se Se encontraram, atraídos um pelo outro pela atração da nossa necessidade mútua. Minha mão acariciou suavemente, percorrendo o lado dela para cima e para baixo, puxando-a para perto de mim de vez em quando. Minha rola dura pressionou contra a barriga macia e feminina dela, me deixando bem consciente de cada movimento dela enquanto ela começava lentamente a se esfregar nas minhas coxas. Percebi como ela movia a mão desajeitadamente para o lado, como se não soubesse o que fazer com ela. "Tá tudo bem, você pode me tocar se quiser", assegurei, olhando para a mão dela, e me afastei brevemente dos nossos beijos. — Tenho certeza de que você vai gostar! Mas, por outro lado, eu também gostaria — acrescentou. Quando o convite formal terminou, ela estendeu a mão e me tocou. Claro, ela já tinha me tocado antes, me ajudando a ajustar meu pau no ângulo certo ou apertando no calor da paixão. Mas essa foi a primeira vez que ela simplesmente estendeu a mão e acariciou meu corpo, a palma feminina dela fria contra minha pele enquanto percorria meu peito, depois descia pelo meu lado, acolhendo minha bunda, apertando suavemente antes de subir de novo pelo meu lado. Nos beijamos e curtimos nos tocar por um tempo. Então senti os dedos frios dela envolverem minha rola. A sensação inesperada foi, claro, muito menos intensa do que quando eu estava dentro da bunda dela, mas o aperto firme e os movimentos lentos e deliberados da mão dela mandaram um arrepio de prazer por mim, intensificado pela consciência de que tudo foi feito por ela. Eu não pedi isso e não tinha direito a isso. Me peguei gemendo de prazer na boca dela e meus beijos ficaram mais frenéticos. Um momento depois, ela se afastou dos meus beijos, a mão ainda acariciando lentamente minha rola. "Parece que alguém gosta de ser punhetado um pouco." Sempre soube que você era um idiota. Ela provocou suavemente. "Hmm, sua mão é gostosa de sentir, não vou negar." Mas eu queria que sua boca se juntasse. Assim. Falei. Me virei Fiquei pensando por um bom tempo em como pedir um boquete pra minha irmã, mesmo que a boca dela já fosse minha. Por mais gostoso que fosse beijá-la, já fazia um tempo que eu sabia muito bem que podia enfiar minha rola na boca quente e molhada dela, com aqueles lábios macios e tentadores, se eu simplesmente pedisse. Alguns podem achar que é idiotice eu ter dúvidas agora, já que minha pica já esteve no cu dela várias vezes. Mas de certa forma, a boca é muito mais íntima. Naquele momento, meu pau estava literalmente na frente do nariz dela. Nada poderia ser mais íntimo que isso. Sei que pra algumas pessoas o anal é a última fronteira, a terra prometida e tal. E, embora seja muito erótico meter a rola num buraco "proibido", a boca é muito mais pessoal. Ou talvez eu estivesse só sendo um idiota. Mesmo assim, as palavras foram ditas. Meu pedido foi feito. Não tinha motivo pra achar que ela me recusaria naquela hora. "Claro, amor, tava me perguntando quando você ia decidir fazer isso." Ela sorriu pra mim antes de me virar de barriga pra cima e deslizar o rosto pelo meu estômago até que a respiração quente dela tocasse minha cabeça. Por um tempo, nada mudou. A mão dela subia e descia suavemente pelo meu eixo. Então, senti ela tocar minha ponta. Parecia que era a língua dela. Era impossível ter certeza; a cabeça dela tava bloqueando minha visão. Da próxima vez, vou ver o que rola, mas por agora, só preciso aproveitar a experiência nova. De novo, senti a língua dela passar pela minha cabeça sensível, e então ela começou a lamber devagar, me acariciando com movimentos largos da língua. Foi maravilhoso, embora eu desejasse dolorosamente que minha pica estivesse na boca dela e, se possível, penetrasse a garganta dela por completo. Lutei contra minha necessidade instintiva de estar dentro dela, de encher cada buraco dela com minha rola e meu gozo. Teria feito tudo isso no meu tempo, mas por agora queria deixar ela me deu prazer com a boca do jeito dela. Uns momentos depois, deixou a língua deslizar pelo meu pau, até a base, o nariz dela tocou minhas bolas, e então deslizou de volta para cima. Quando chegou na ponta, senti os lábios dela se abrirem, me deixando entrar suavemente, enquanto a língua dela deslizava sensualmente sobre a cabeça quase dolorosamente sensível. Ela ficou ali por um tempo, brincando com minha ponta com a língua enquanto a mão dela acariciava suavemente meu pau, limpando devagar o sêmen das minhas bolas. A língua dela rodeou minha cabeça, esfregando-se maravilhosamente contra ela, e várias vezes sondou a fenda com a ponta da língua. Essa última parte me pareceu mais estranha do que prazerosa, mas ela parecia ser capaz de me ler como um livro aberto, então não demorou muito para explorar meus pontos mais sensíveis. Sei que estava gemendo de prazer, e embora estivesse lutando contra meu impulso instintivo de agarrar a cabeça dela e foder a boca dela forte e rápido, não consegui evitar empurrar levemente, balançando meus quadris quando ela tocou um ponto particularmente sensível. Aí ela mudou um pouco o peso, ficou de quatro e estabeleceu a distância e o ângulo que queria. A cabeça dela começou a se mover para cima e para baixo, só alguns centímetros, me dando as sensações mais maravilhosas e finalmente me permitindo olhar a boca dela no meu pau. O jeito que meu pau desaparecia entre os lábios macios dela era um espetáculo digno de se ver, terra prometida e tudo mais. E embora seja muito erótico poder meter o pau num buraco "proibido", a boca é muito mais pessoal. Ou talvez eu estivesse só sendo um idiota. Apesar de tudo, as palavras foram ditas. Meu pedido foi expresso. Não tinha motivos para acreditar que ela me rejeitaria naquele momento. "Claro, amor, estava me perguntando quando você ia decidir fazer isso." Ela me sorriu antes de me deitar de costas e deslizar meu rosto pelo meu estômago até que a respiração quente dela tocou meu cabeça. Por um tempo, nada mudou. A mão dela deslizava suavemente pra cima e pra baixo no meu pau. Aí senti ela tocar na minha cabecinha. Parecia que era a língua dela. Não dava pra ter certeza; a cabeça dela tava bloqueando minha visão. Na próxima vez vou ver direto o que rola, mas por agora só preciso aproveitar essa experiência nova. De novo senti a língua dela passar pela minha cabecinha sensível, e aí ela começou a lamber devagar, me acariciando com movimentos largos da língua. Foi maravilhoso, mesmo eu desejando loucamente que meu pau estivesse na boca dela e, se possível, enfiando fundo na garganta. Lutei contra minha vontade instintiva de estar dentro dela, de encher cada buraco dela com meu pau e meu gozo. Eu faria tudo isso no meu tempo, mas por agora queria deixar ela me dar prazer com a boca do jeito dela. Uns momentos depois, ela deixou a língua deslizar pelo meu pau até a base, o nariz dela encostou nas minhas bolas, e aí subiu de novo. Quando chegou na ponta, senti os lábios dela se abrirem, me deixando entrar devagar, enquanto a língua deslizava sensual pela cabecinha quase dolorosamente sensível. Ela ficou ali um tempo, brincando com minha ponta com a língua enquanto a mão acariciava suave meu pau, limpando devagar o gozo das minhas bolas. A língua dela rodeou minha cabecinha, esfregando maravilhosamente nela, e várias vezes sondou a fenda com a ponta da língua. Essa última parte foi mais estranha que gostosa pra mim, mas ela parecia me ler como um livro aberto, então não demorou pra explorar meus pontos mais sensíveis. Sei que tava gemendo de prazer, e mesmo lutando contra meu impulso instintivo de agarrar a cabeça dela e foder a cara dela forte e rápido, não consegui evitar empurrar um pouco, balançando meus quadris quando ela tocava num ponto especialmente sensível. Aí ela mudou um pouco o peso, ficou de quatro e ajustou a distância e o ângulo que eu queria. A cabeça dela começou a se mover pra cima e pra baixo, só uns centímetros, me dando as sensações mais maravilhosas e finalmente me deixando olhar a boca dela no meu pau. O jeito que meu pau sumia entre os lábios macios dela era um espetáculo de se ver, algo que eu só ousava imaginar nas minhas fantasias mais proibidas até esses últimos dias. Ela parecia totalmente concentrada em ir pegando mais e mais do meu pau na boca a cada golpe, e esqueceu completamente do movimento da mão dela, que só me segurava firme e friamente. De repente, senti minha ponta tocar o canto da boca dela, pressionando contra a entrada da garganta. Senti a garganta dela reagir à intrusão com um espasmo forte que me jogou de volta pra onde tinha vindo. Perdendo a concentração, os dentes dela de repente arranharam dolorosamente minha pele sensível. Caitlin se desculpou porque meu pau ainda tava na boca dela, o que, claro, dificultava um pouco ela falar claramente. Minha mão na nuca não deixou ela tirar a boca do meu pau. Dei um toque com a mão e empurrei ela levemente pra dentro da boca, ela pegou a dica e continuou chupando. Logo pegou um ritmo gostoso, a mão dela descansando no meu eixo junto com a boca e a cabeça se movendo pra cima e pra baixo. Senti a sucção aumentar e ouvi Caitlin gemer de prazer enquanto se entregava a chupar o pau do irmão. Os sons molhados de chupada vindo do outro lado do corpo dela me fizeram saber que a mão livre dela tava sendo usada quando ela começou a se masturbar, fazendo de tudo pra me agradar com a boca e a mão. Senti os movimentos dela ficarem mais frenéticos conforme o próprio orgasmo dela se aproximava, como se ela tivesse tentando garantir que eu gozasse junto com ela. Ansioso pra fazer exatamente isso, comecei a mover minha mão na cabeça dela e comecei a mergulhar na boca dela em contraponto ao próprio ritmo, me dando ainda mais prazer sexual. A ideia de que eu praticamente estava fodendo minha irmã com os lábios chupando com avidez era muito excitante. O fato de ela estar me chupando, gemendo de prazer como se fosse a melhor coisa que já tinha provado na vida, tornou tudo ainda melhor. Eu ansiava fazer o mesmo por ela, mas ainda não me era permitido. De repente, senti como um raio atingindo cada centro de prazer no meu cérebro. Meus músculos tiveram espasmos e, sem pensar, me enfiei na boca da minha irmã enquanto meu orgasmo explodia dentro de mim, minhas bolas convulsionando enquanto eu disparava grossos jatos brancos de porra na boca da minha irmã. Assim que comecei a gozar, senti o aperto dela se intensificar e ela me enfiou na boca violentamente, a cabeça dela já não se movia enquanto estava totalmente concentrada em engolir minha semente tão rápido quanto jorrava dentro dela. Uns segundos depois, os esforços dela ficaram ainda mais difíceis quando o próprio orgasmo dela a dominou. Os quadris dela se moviam selvagemente e eu a ouvi gemer de prazer ao redor do meu pau, o que, para crédito dela, manteve ele na boca o tempo todo. Mesmo quando ela teve um orgasmo, conseguiu engolir a maior parte da minha porra, só um pouco escapou e escorreu pelo meu eixo. Segurei a cabeça dela ali, sem forçá-la a ficar, mas com força suficiente para fazer ela saber que eu preferia que ela ficasse. Só metade do meu pau estava na boca dela, e embora eu realmente sentisse necessidade de enfiar fundo na garganta dela, o que ela fez com a língua me deixou feliz por ter alguma margem de manobra. Ficamos ali um tempo enquanto nossos orgasmos nos invadiam, seguidos de investidas enquanto Caitlin continuava nos satisfazendo lentamente a ambos. Os dedos ágeis dela deslizaram na buceta molhada e começaram a fazer círculos no clitóris enquanto a língua e a mão continuavam massageando meu membro que murchava lentamente. - Porra, Caitlin, isso foi incrível! Finalmente consegui. - Mmmm. Essa foi a única resposta que eu recebi por um tempo, já que ela parecia bem satisfeita em continuar chupando devagar até que todo o comprimento do meu pau, agora quase mole, coubesse na boca dela. Uns minutos depois, ela soltou meu pau dos lábios. Percebendo que um pouco da minha porra tinha escorrido pela minha coxa, ela se inclinou e lambeu. - Mmm. Não é tão ruim quanto eu pensei. Na verdade, acho que gostei — admitiu Caitlin, se movendo pra sentar do meu lado, ficando de frente pra mim de novo. - Você nunca tinha engolido porra antes? — perguntei. Não acho que a maioria das pessoas pergunte isso pra própria irmã, mas naquele momento achei que era melhor começar a conversar de boa com minha irmã sobre sexo. E pedir um boquete. Com certeza eu precisava praticar como pedir um boquete. - Não. Nunca tinha recebido um boquete antes. Aliás, desculpa pelos dentes, não fazia ideia de que meu reflexo de ânsia ia disparar tão rápido. “Tá tudo perdoado, menos os dentes, que foram realmente incríveis.” É verdade? Primeiro boquete? E o Jimmy? — perguntei, citando o ex-namorado com quem eu sabia que ela tinha tido o relacionamento mais longo. Ela nunca parecia ter relacionamentos longos com caras, e até uns dias atrás eu achava que não era da minha conta. - Não. Simplesmente nunca rolou. Bom. Naquele momento, eu realmente não ligava pros detalhes, mas de repente fui tomado por um sentimento de felicidade e satisfação ao perceber que eu era o primeiro nesse sentido. "Esse também foi meu primeiro boquete, então não sou nenhum expert. Tudo que sei é que foi incrível, que VOCÊ é incrível! Aliás, se você acordar primeiro, fique à vontade pra me acordar desse jeito!" A última parte saiu de repente. Eu já tava começando a me sentir mais confiante em oferecer sexo pra minha irmã, mas acho que é bem difícil se segurar quando acabaram de te esvaziar. completamente os testíbulos. - Pervertido! Ela sorriu pra mim e depois se inclinou pra me dar um beijo. Ao retribuir o beijo, pude sentir o gosto do meu próprio gozo, mesmo ela tendo engolido tudo que conseguiu. Não me importava nem um pouco, a única coisa que importava era que beijar ela era a coisa mais maravilhosa e natural do mundo. Ficamos ali um tempinho, nos beijando com ternura, trocando carinhos suaves, curtindo as sensações depois da despedida. Em algum momento, a mão dela encontrou meu pau mole e começou a massagear de leve. "Acho que não tenho forças pra mais uma rodada agora, me sinto completamente exausto e satisfeito sexualmente", falei com um certo pesar. "Ah... Bom, acho que vamos precisar dormir um pouco logo de qualquer jeito". Nos abraçamos mais um pouco e depois fomos pro banheiro sem nos soltar. Foi uma experiência nova escovar os dentes enquanto via minha irmã pelada no espelho. Isso fez meu pau mexer um pouquinho, mas mesmo de cabeça baixa, eu sabia muito bem que definitivamente tava começando a doer. Amanhã! Prometi isso. Amanhã vai ser um dia incrível! De volta pra minha cama, nos aninhamos debaixo dos lençóis, sentindo o toque divino da bunda dela contra minha virilha enquanto a abraçava até o sono nos vencer.
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