Nunca antes acordar tinha sido tão maravilhoso. Eu durmo bem pesado, mas não tô acostumado a dormir com alguém, então passou pela minha mente sonolenta quando minha irmã se levantou e foi embora. Não foi o suficiente pra me tirar das garras do sono, embora eu lembre de abrir levemente os olhos pra admirar a bunda magnífica dela quando ela surgiu, pelada como veio ao mundo. Agora essa raba é minha propriedade. Esse pensamento me deu uma onda de luxúria e satisfação. O sono voltou bem rápido. O que realmente me acordou foi a sensação da minha irmã de volta na cama. Sem dizer uma palavra, ela montou em cima do meu corpo nu. Olhei pra ela por baixo das pálpebras semi-cerradas, curioso pra saber o que ela tava fazendo. Ela tava quase nua, só com um sutiã de renda carmesim muito sexy. Quando montou em mim, deslizou um pouco pra baixo, passando meu pau matinal ao longo da rachadura da bunda dela. Senti o calor do núcleo dela no meu pau enquanto ela esfregava suavemente meu comprimento. Tava bem certo de que ela tava esfregando mais do que a bunda contra mim, deixando meu pau escorregadio com os sucos dela enquanto roçava a flor proibida dela em mim. Sem ousar fazer nenhum som, quase sem respirar, continuei fingindo que tava dormindo enquanto ela se safava. Depois de mais ou menos um minuto esfregando a buceta molhada dela no meu pau matinal, ela já tava tremendo de tesão. Depois de um momento de hesitação, aparentemente tomou uma decisão e, com um aperto suave da mão feminina dela, que nunca tinha sentido no meu pinto antes, dirigiu levemente meu eixo pra cima e recuou, se pressionando contra minha dureza. No começo, não tava totalmente certo de que tipo de buraco ela tava tentando preencher, e só a ideia da minha irmã enfiar meu pau dentro da buceta gostosa dela já foi quase o suficiente pra me fazer gozar. Se não fossem os vários orgasmos de Nos últimos dias, provavelmente eu teria tido. O peso dela pressionou contra meu pau, por um momento foi quase doloroso, mas aí a sensação incrível da carne dela cedendo à minha substituiu o desconforto. A sensação agora familiar do anel apertado dela agarrando com força meu eixo substituiu minha incerteza pela compreensão de que eu estava dentro da bunda dela, e que era completamente normal. Olha até onde cheguei em tão poucos dias. No passado, eu teria rido da ideia de que um dia eu comeria minha irmã, e teria caído na gargalhada com a ideia de foder o cu dela quando quisesse. E, pelo visto, ela também pensava assim quando queria. Agora parecia certo. O mundo deveria funcionar assim. Ela era minha irmã, mas também era MINHA. Bem, uma boa parte já me pertencia, e eu faria de tudo ao meu alcance para conquistar o resto. Me tomando por completo na bunda dela, ela começou a se mover suavemente pra frente e pra trás, gemendo baixinho de prazer. Parei de fingir que estava dormindo e, em vez disso, fiquei olhando pra ela, admirando como ela estava linda, minha Valquíria gostosa. Com uma mão, ela acariciou a buceta babando dela, deslizando os dedos pelas dobras, fazendo círculos ao redor do clitóris, espalhando os sucos dela por todo o corpo, deixando a buceta dela brilhando na luz fraca do amanhecer que passava pelas persianas. Ver ela era hipnotizante e, embora quase tivesse medo de quebrar o encanto, não consegui resistir a tocá-la. Deixei minhas mãos deslizarem pelas coxas firmes dela e agarrei a bunda dela enquanto ela se movia devagar em cima de mim. Ela sorriu pra mim quando percebeu que eu estava acordado, e quando eu sorri de volta, prestes a dizer alguma coisa, provavelmente algum comentário safado, fui interrompido porque ela gozou. Ela se esfregava com as mãos furiosamente enquanto desabava em cima de mim. Quando gozou, a bunda dela me ordenhou com tudo, mas eu já não chegava ao orgasmo tão fácilmente. Mas quando ela desceu do orgasmo, comecei a empurrá-la devagar, num ritmo lento e gostoso que me deixou sentir de verdade cada pequena contração do orgasmo dela se apagando. Quando ela recuperou o fôlego, sentou de novo e tomou a iniciativa. Montou em mim feito uma cavaleira valquíria, dessa vez mais pro meu prazer do que pro dela. Usou carícias longas e sensuais e, quando sentiu que eu ia gozar, acelerou até me bater com todo o peso dela uma vez e outra, e eu entrei fundo na minha linda irmã pela primeira vez naquele dia. — Bom dia, irmãozinho. Minha irmã sorriu pra mim. “Sério, bom dia Caitlin, foi o melhor jeito de acordar da minha vida, mas, é, qual foi?” Falei, dando meu próprio sorriso. “Só estava esfregando minha bunda em você, igual você mandou. Achei melhor ter cuidado e lembrar de esfregar minhas entranhas em você, então decidi que esse era o melhor jeito. Além disso, nunca tive um orgasmo assim antes, então acho que não é tão ruim você ser tão pervertido. Na verdade, acho que você mexe comigo e eu tô gostando.” Piscando um olho, tentou manter contato visual enquanto lambia os dedos, que estavam melados dos sucos dela. — Hum... Legal. De qualquer forma, hoje vamos ter que dividir as tarefas, ontem à noite esquecemos completamente de incluir elas nos nossos combinados. É melhor assim, considerando como eu ando jogando mal ultimamente, eu assumiria tudo. Era difícil prestar atenção nas palavras dela porque eu tava fascinado pelo jeito que ela lambia os dedos. Amaria provar eles. Gozaria na hora se pudesse lamber a buceta dela ali mesmo. Esse pensamento me convenceu de que eu já não tava mais murcho dentro da minha irmã. Na verdade, bem o contrário. Senti meu pau se mexer, crescer e endurecer. Ela também pareceu perceber, porque começou a se mover devagar pra frente e pra trás. acelerando meu retorno à dureza total. Ela sorriu pra mim, colocando as duas mãos no meu peito, sustentando parte do peso dela. "Você é realmente insaciável quando o assunto é sexo, né?" "Culpado de todas as acusações", admiti. Então, decidindo tomar a iniciativa, agarrei ela pela cintura e virei a gente pra ficar por cima dela. Deslizando minhas mãos por debaixo dos joelhos dela, segurei seus quadris e, usando essa alavanca, consegui penetrá-la fundo enquanto a mantinha firme contra mim. No começo, tentei fazer investidas longas e lentas, esfregando de verdade cada dobra sedosa dentro dela, e quando senti que minha irmã estava perto de outro orgasmo, acelerei até foder ela forte e fundo enquanto os dedos dela tocavam meu pau através da parede fina da buceta dela, enquanto ela se tocava furiosamente. Quando ela gozou, eu também. As contrações dela continuaram mandando ondas de orgasmo através de mim, e tenho quase certeza de que as unhas da Caitlin deixaram marcas de sangue na minha bunda enquanto ela tentava me enfiar completamente dentro dela. Então, de repente, a mão dela estava no meu pescoço, puxando minha cabeça pra baixo e aproximando meu rosto do dela. Nossos orgasmos ainda percorriam nossos corpos quando os lábios dela encontraram os meus. A mão dela pressionou nossos rostos, a língua dela procurou a minha com uma sede frenética. O beijo dela, dado de livre vontade, levou meu prazer a novas alturas e nós dois derramamos nosso prazer na boca um do outro. Por alguns minutos, nossa atenção ficou totalmente focada em beijar, em sentir a doçura da boca dela, a maciez dos lábios dela e o sabor sutil do suco feminino picante. Quando meu pau mole escorregou pra fora da bunda dela com o som de um peidinho molhado e um pouco de sêmen escorrendo junto, o feitiço se quebrou. Lentamente e de má vontade, nos separamos um do outro. Ela lambeu os lábios e se afastou um pouco. Me senti quase bêbado de prazer por ter beijado ela daquele jeito. Não me entenda mal, a foda também foi Incrível, mas beijar ela assim foi inesperado. Uma experiência erótica inesperada e tão intensa que me deixou sem fôlego e com vontade de mais. Quando passei para a próxima rodada, ela virou a bochecha. "Uh-uh, senhor, isso não é seu... ainda". Depende de mim decidir se você pode me beijar aí! Ela piscou um olho e mostrou a língua, depois me deu um beijo rápido antes de tentar se esgueirar debaixo de mim. "Acho que vou dar uma limpada antes de começarmos com nossas tarefas domésticas". Olhando para ela de novo, vi uma bagunça das minhas duas porções começando a escorrer do cu dela, que acabara de ser fodido. "Daqui a um minuto, fica à vontade..." falei, e então desci minha mão entre as coxas macias dela e comecei a espalhar o esperma que escorria por todo o corpo dela, esfregando nas coxas gostosas e na barriga. Com cuidado, embora com dificuldade, evitei a montanha proibida dela. Ela revirou os olhos, irritada com minhas palhaçadas, mas se reclinou na cama, me dando acesso sem restrições à minha propriedade. — Tá se divertindo? - ela perguntou. "Adoro a ideia de cobrir cada parte de você com meu semen. Fica muito gostosa em você." "Ainda tem muita coisa em mim que é propriedade privada, então é melhor você tomar cuidado pra não tocar nas partes de mim que são suas, senão vai ter problema!" - ela resmungou. Não pude deixar de notar que enquanto eu a lambuzava de semen, marcando ela como minha propriedade, mais e mais fluidos escapavam da buceta dela e gemidos suaves escapavam dos lábios dela enquanto eu dava atenção especial ao interior das coxas dela. Finalmente cedi, espalhando a maior parte do que saiu dela por todo o torso e coxas. Ela era linda e eu mal podia esperar para decorar a cara e os peitos dela com meu semen. Imagino ela ajoelhada na minha frente enquanto eu jorro minha carga direto na cara dela, com os olhos azuis me encarando, a boca aberta, a língua pra fora, pronta pra pegar minha preciosa semente... Quase o suficiente pra me fazer querer gozar no cu dela mais uma vez na hora, mas Como eu já tinha gozado duas vezes, só consegui ficar meio excitado, mas não o suficiente pra meter dentro da bucetinha apertada da minha irmã. Relutante, parei minha brincadeirinha e, acariciando a parte interna da coxa dela pela última vez, falei: "Tá bom, acho que você realmente precisa tomar um banho..." Levantei e fui em direção ao chuveiro, quase caminhando pra dentro. O mesmo chuveiro que minha irmã estava usando, com a intenção de me juntar a ela antes que minha mente conseguisse lidar com meus desejos. Se eu entrasse lá com ela, com certeza ia rolar mais sexo. E por mais que eu quisesse muito ver ela de novo, eu realmente precisava voltar pro jogo se quisesse chegar ao topo. Em todos os sentidos. Por precaução, deixei a água um pouco mais fria do que eu normalmente gosto, o que ajudou um pouco, mas também fez o banho ser bem rápido. Quando saí, notei que a Caitlin ainda tava ocupada com o trabalho dela. Parei pra escutar na porta que ela deixou entreaberta, e achei que era um convite sutil pra eu me juntar a ela, e ouvi ela gemer daquele jeito familiar, o que significava que ela provavelmente tava se divertindo muito no banho. No entanto, aproveitei cada oportunidade pra agarrar e acariciar todas as partes dela que eu já tinha possuído até agora, e ela, por sua vez, não teve vergonha de se esfregar em mim, garantindo que seguia minhas instruções anteriores de esfregar a bunda nua em mim sempre que fosse prático. Quando ela subiu na bancada da cozinha pra pegar sei lá o que no armário de cima, não vi motivo pra não me divertir um pouco. Agarrei ela pela cintura e comecei a esfregar meu rosto na parte de baixo das costas dela, depois deixei um rastro de beijos ao longo das belas nádegas elásticas dela e depois na parte de trás das coxas. — Cuidado, não quero cair! — a Caitlin implorou e envolveu minha cintura com os braços pra se equilibrar. Acho que ela tava numa posição meio desconfortável. Ajoelhada no balcão, mas não consegui evitar, já que a bunda dela tava na altura perfeita pra eu me divertir um pouco. "Não se preocupa, irmãzinha, não vou te largar, cuido bem da minha propriedade". Com isso, comecei a beijar e morder as coxas dela, tentando chegar nos pontos mais sensíveis, inclinando ela levemente pra frente enquanto subia, pra ter a chance de chegar o mais perto possível da buceta dela. Os lábios dela já brilhavam, o corpo respondeu rápido aos meus carinhos. Enquanto eu descia o aperto, separando as nádegas dela, ela mudou o peso levemente, empurrando a bunda em minha direção, se segurando no toalheiro como apoio. Ela sabia claramente pra onde isso tava indo e mal podia esperar pra ser meu lanchinho. A rachinha dela cheirava deliciosamente a damasco, e o botãozinho apertado dela brilhava com o lubrificante que agora parecia aplicar 24 horas por dia, caso eu precisasse usar a bunda dela pro meu prazer. Meu pau pulsava só de pensar nela se esforçando pra ficar pronta pra mim o tempo todo. Minha ideia de deixar ela excitada demais pra se concentrar no jogo de hoje à noite talvez não seja tão difícil de colocar em prática quanto eu temia. Comecei a me convencer cada vez mais de que não era o único tarado da nossa família. Falando em tarado, me inclinei e mordisquei de brincadeira a carne em volta da estrelinha enrugada dela até ouvi-la implorar. — Para de provocar assim, valentão! — ela reclamou. Uma semana atrás, eu teria achado que comer cu era indecente, que era coisa de adulto, e com certeza não pra mim. Deus, como eu tava errado. Com um sorriso no rosto, cedi ao desejo não dito da minha irmã e toquei a bunda sensível dela com minha língua. — Isso, isso tá uma delícia! — ela gemeu, pressionando a bunda gostosa dela contra meu rosto de novo, claramente mais preocupada em ser comida do que em manter o equilíbrio. Mesmo assim, continuei abraçando ela com força e enfiei a cara na bunda dela, lambendo toda a bondade do damasco. Enquanto isso, dava pra perceber Quando eu estava no lugar certo, pelo jeito que o esfíncter dela se contraía de repente e os gemidos silenciosos de prazer aumentavam. Quando as contrações dela pareceram ficar mais rápidas e mais fáceis, eu soube que era hora de parar. — Não, não para, eu tô tão perto! — ela implorou. "Hum, você é tão gostosa, irmã." Ela pareceu meio envergonhada, sem acreditar que eu ia deixar ela nesse estado. Eu mal me segurei, minha pica tava prestes a explodir, e a ideia de enfiar dentro dela e pintar as entranhas dela era quase irresistível. A Caitlin tava claramente ainda mais perto de gozar do que eu e precisava desesperadamente daquele empurrãozinho extra. Ela pulou do balcão e pressionou a bunda contra minha ereção, só o pano da minha cueca nos separando. Nem sei por que ainda tava usando ela, acho que parecia estranho fazer tarefa de casa pelado. — Por favor! — ela implorou, me olhando por cima do ombro e esfregando a bunda significativamente em mim. "Mais tarde, irmã, mas por enquanto é melhor a gente focar na nossa tarefa", respondi, juntando toda minha força de vontade pra não inclinar ela sobre o balcão de novo e encher aquela bunda maravilhosa. Eu precisava garantir que ela ficasse distraída o suficiente essa noite, morrendo de vontade de gozar pra brincar com todo o potencial dela.
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