AS AVENTURAS DA LUPITA CAPÍTULO 10 A colegial perdeu a noção do tempo, o momento era só receber as estocadas do fodeção no seu ânus já não tão virgem e sentir aquela pica enorme do porteiro tarado que a fazia se sentir mulher pela primeira vez aos seus 18 anos recém-completados. O velho parecia que ia ter um infarto de tão ofegante que estava e pelo esforço extra que fazia para meter forte naquele par de rabão e no tesouro que escondiam. Ele foi comendo ela até ficar exausto de prazer.
Lupita estava totalmente cansada. Como o quartinho todo era escuro, ela não sabia quanto tempo tinha passado desde que chegou. Ali estava ela, sem forças, com o Corcunda em cima dela, sentindo a respiração dele na bochecha, totalmente satisfeito, e ela, violada e humilhada.
Na sua fraqueza, ela refletia enquanto o efeito do prazer passava sobre o que tinha acontecido: o que estava fazendo ali, naquele quarto horrível, ao lado de um homem velho e nojento? Aquele velho que tinha gozado dela à vontade, que a tinha humilhado ao nível de uma puta suja. E ela chorou em silêncio pelo que tinha acontecido.
De repente, sentiu a lampadinha acender de novo, fazendo suas pupilas se fecharem com a luz repentina. O velho deformado estava todo suado pelo esforço feito. Então, o Corcunda desceu de cima da menina, fazendo ela sentir um frio no buraquinho — sem dúvida, ele tinha aberto ela no meio. Ela levou a mão até o ânus já não tão virgem e sentiu ele todo cheio dos fluidos de porra do fodeção. Virando-se para olhar ele com aqueles olhos verdes grandes e lindos, disse: "Você é um desgraçado mentiroso, me disse que não ia me penetrar e olha como me deixou." E, em seguida, levantou-se, vestiu o biquíni e começou a se arrumar, percebendo com nojo que estava toda pegajosa com os restos de porra seca no rosto, nas costas, nas pernas, e que cheirava ao suor dele. E como não, se ele tinha comido ela e ela também tinha gostado? Isso a fazia... Sentir vergonha e nojo de si mesma, e enquanto vestia o uniforme escolar, pensava em como pôde perder a virgindade anal com um Corcunda de 60 anos que não se lavava. Será que tinha ficado louca ou o quê?
Enquanto vestia a saia escolar, via o velho, que a observava deitado enquanto ela se arrumava, com um sorriso debochado de satisfação, e ele disse:
"Parece mentira que acabei de te comer, você me deixou seco, garota, hahaha."
Lupita olhou para ele enquanto terminava de se vestir, e ver aquele sorriso debochado na cara do velho lhe dava raiva e impotência. Sentia a blusa escolar grudando nas costas e as pernas também, todas meladas de tanto sêmen.
Assim que terminou de se vestir, a colegial disse ao velho: "Onde está meu diário?" O zelador exausto apontou para um armário e disse que, na segunda gaveta, ela encontraria seu precioso diário e a chave do cadeado para poder ir embora, enquanto soltava uma gargalhada, dizendo que ela tinha conquistado aquilo na marra. Ela se sentiu indignada com as provocações do homem deformado e, com os olhos cheios de lágrimas, teve vontade de matá-lo por fazê-la se sentir pior que lixo.
Abrindo a porta do quartinho, a garota saiu para fora e viu que já tinha caído a noite e que a escola estava deserta há umas duas horas, desde que fechara. Foi até a saída e pegou o ônibus para casa. Quando chegou, foi direto para o chuveiro, num estado físico e mental deplorável. Enquanto se lavava, não parava de pensar no que tinha acontecido e, mesmo sendo contra a vontade dela, no fundo sabia que tinha sentido um prazer indescritível. Quando terminou o banho, se jogou na cama, sentindo o corpo todo dolorido, e, presa de um cansaço avassalador, apagou completamente.
No dia seguinte, ainda estava muito confusa com o que tinha acontecido. Não podia dizer que estava traumatizada, mas a verdade é que não conseguia acreditar no que tinha feito. Sabendo que aquele capítulo da vida dela tinha terminado, foi aos poucos enterrando aquilo na mente e tentou... levar sua vida normal, mas isso ficaria só no desejo, já que mais adiante ela seria vítima de mais assédios por parte de homens loucos para aproveitar seus encantos.
A vida de Lupita girava em torno do desejo, da luxúria e da lascívia que, sem querer, provocava em homens de todas as idades, que, usando engano, assédio, chantagem e outras sujas artimanhas, não paravam de tentar levá-la para a cama para saciar em seu corpo voluptuoso as mais baixas, sujas, porcas e aberrantes perversões sexuais. Na segunda-feira, a garota chegou à sua escola preparatória descendo do ônibus que a deixava em frente ao colégio. A menina via toda a bagunça que os alunos faziam, tanto os que chegavam para as aulas do turno da manhã quanto os que saíam, e olhou para todos os lados esperando ver alguém conhecido, quando deu de cara com o olhar de Cláudia, sua melhor amiga, que, assim como Lupita, também tinha seus atributos, mas, ao contrário de Lupita, essa garota era totalmente desinibida.
Cláudia era dona de uma bunda redonda que parecia ter sido esculpida por um artista, uma cintura fina de vespa, um par de peitos não tão grandes quanto os de Lupita, mas agradáveis aos olhos masculinos. De rosto, era a típica loira perfeita e arrogante, sabendo-se linda e superior. Sua carinha era safada, com um olhar sensual e cabelos loiros ondulados, derretendo quem a conhecia.
Como dizíamos, Cláudia era uma garota totalmente desinibida. Adorava se divertir com algum garoto de quem gostasse, deixava-se beijar e apalpar por ele. Seus beijos e seu corpo já eram conhecidos por colegas da escola, amigos dos irmãos, vizinhos, etc. Desde um ano atrás, ela tinha pegado gosto por tudo que envolvesse rapazes.
Enquanto isso, nossa Lupita estava cochilando de bruços no quarto quando, entre sonhos, sentiu alguém puxar seu braço e dizer:
— Acorda, preguiçosa, se arruma logo. que já vamos embora.
—Hihihi, como dizia a menina, esfregando os olhos sonolenta.
Lupe observou a Claudia, que estava vestida com um vestido escuro de alças, justo no corpo, na altura da coxa, com saia curta e rodada, um generoso decote onde se viam seus peitos redondos, e umas sapatilhas de salto alto que faziam a bunda redonda se destacar ainda mais.
—Fica gostosa, te espero lá fora — disse Clau, que ao sair esbarrou na mãe da menina. —Com licença, senhora — falou ela. —Não se preocupa, filha — respondeu a senhora.
—Filha, se arruma que você vai sair com sua amiga pra feira. Os pais dela vieram pedir permissão e me convenceram, dizendo que eles vão se responsabilizar. Além disso, você é jovem, cumpre com suas obrigações e tem direito de se divertir também de forma saudável.
—Já... já... anda, se arruma que os senhores já estão esperando pra levar vocês pra feira.
Em seguida, pegou um pote de creme e, passando nas mãos, começou a percorrer lenta e delicadamente toda a sua pele macia e fina. As mãos deslizavam por toda a sua anatomia, deixando aquela pele jovem e fresca, suave e lisa como a pele de um bebê.
Depois, se abaixou na cômoda onde guardava suas roupas íntimas e pensou consigo: —Que biquíni vou vestir? — E com a mão pegou um biquíni preto bem pequeno, de renda, e cobriu com ele sua bunda linda e sua buceta virgem. Em seguida, levou as duas mãos às nádegas e viu que a tanga sumia no meio da sua bunda avantajada. Vestiu uma blusa cropped, deixando a barriga torneada de fora, os ombros cruzados por duas alças finas e um decoraço que deixava dois terços daqueles peitos lindos e mamáveis à mostra. Aquilo, mais que blusinha, era quase um top.
Sorriu para si mesma, vendo pelo reflexo do espelho como seus peitos lindos e durinhos se acomodavam na blusa-top. A menina tinha aqueles peitos maravilhosos com os quais podia tranquilamente andar sem sutiã, já que eles se mantinham eretos, sem a gravidade afetá-los, apesar do volume.
Continuando... Com a roupa dela, pegou uma minissaia branca bem rodada, na altura do quadril, um palmo acima do joelho, que se moldava perfeitamente na bunda redonda dela, cobrindo só o mínimo. E pra completar esse look todo gostoso, calçou as botas pretas brilhantes de salto alto até o joelho, deixando a silhueta dela extremamente sexy. A menina tava espetacular, com essas pernonas lindas e torneadas, sem celulite nenhuma, se mostrando em todo o esplendor. Junto com a saia curta e as botas de salto alto até o joelho, essas pernas maravilhosas ficavam ainda mais em evidência. A bunda redonda e empinada, coberta por aquela minissaia tão curta que as nádegas redondas apareciam, levantando ainda mais a saia já curta, fazendo aquela raba monumental ser irresistível de olhar. A barriga lisa, sem um grama de gordura, deixando a cintura fina e o umbigo sexy à mostra. O decaço naquela blusa justa de lycra elástica branca, fazendo os peitos perfeitos e durões parecerem que iam escapar do sutiã, com o bico marcando gostoso por causa da blusa apertada. O rostinho lindo e angelical de menina, com aqueles olhos verdes grandes e lindos, e o cabelo liso solto nos ombros. É verdade, amigo leitor, que era um monumento de guria assim vestida com o uniforme de colegial. Tava espetacular. Imagina ela assim, com roupa nova e sexy pra sair pra passear. Tava muito comível, apetitosa, suculenta, a nossa Lupita. – Pronto, já podemos ir. Boa tarde, dona Esperança e dom Emílio – disse Lupita pros pais da Cláudia, cumprimentando eles com um aperto de mão. – Até logo, senhora. Amanhã a gente traz sua filha de volta – se despediram todos e foram pro carro do pai da Cláudia. Subiram e foram pra feira. – Bom, meninas, até aqui dá. Não podemos ir mais longe, tem muita gente e muito carro. Se a gente entrar mais com o carro, fica preso. Daqui até o recinto da feira vocês podem ir andando. andando.
O pai da Cláudia disse pras meninas que tiveram que descer do carro e ir andando até a feira, era tipo uns 200 metros por causa da multidão que ia no mesmo rumo e dos que vinham no sentido contrário.
— Ok, papai, um beijo, tchau, mamãe, a gente se vê amanhã, um beijo.
— Sim, filha, se cuida e cuida dessa menina, olha como a mãe dela nos pediu.
— Sim, tchau, tchau, seu Emílio, até amanhã, dona Esperança — se despediram as gurias, prontas pra se divertir pra caralho.
As duas colegiais gostosas começaram a andar devagar rumo à feira, e toda a manada de safados se alvoroçou ao ver esse par de meninas curvilíneas. Os caras se perdiam olhando o andar sexy e rebolativo daquelas duas putas espetaculares. Naquele momento, uma ventania forte tava soprando, fazendo a pobre Lupita segurar a minissaia com as duas mãos toda hora pra não levantar.
Então a menina era toda cuidadosa nos movimentos. Com aquelas minissaias, a colegial mostrava as pernas lindas, mas também dava pra ver o quanto ela se segurava, sem liberdade de movimento, sem poder sentar de qualquer jeito, andando com todo cuidado. Ela cuidava muito do jeito de sentar e de levantar. Pra se abaixar, às vezes era impossível por causa da peça curta que ela adorava usar. Ela tinha todo cuidado ao dobrar as pernas, fazia devagar e tomava cuidado pra não mostrar demais. A minissaia a condenava a ser privilegiada ou assediada pelos safados e por uma ou outra sapatão, recebendo atenção especial onde quer que estivesse. Lupita era uma daquelas minas que transforma, perturba e tensiona o espaço onde tá, principalmente com os homens.
— Fiuuuuuuuuu... fiuuuuuuuuu!... mamacitas... — gritavam uns caras já bêbados de cerveja e pelo show espetacular que a Cláudia tava dando.
As duas meninas causaram um impacto, principalmente na fauna de tarados. Alguns, pelo celular, comentavam com outros sobre o par de gostosas esculturais que tinham chegado na feira. Feira, algumas olhando disfarçadamente e outras mais ousadas, com total descaramento, as anatomias gostosas.
Nisso estavam quando, sem mais nem menos, Lupita sentiu por trás uma mão atrevida se enfiando por baixo da minissaia, agarrando uma das nádegas e apertando com lascívia, enquanto uma boca dizia colada no ouvido:
— Mamacita, que gostosa você é pra te foder.
Tudo isso aconteceu rápido, em 3 segundos, sem dar tempo de reagir e dar um tapa no mão-longa, que saiu correndo.
Ela ficou fria e muda diante de tanta ousadia, conseguindo ver um moleque de uns 20 anos, tipo playboy, que a uns 15 metros chegou onde estavam outros iguais a ele, e eles o parabenizavam e riam como se ele tivesse feito uma façanha.
— Malditos, aproveitadores, odeio eles — dizia a menina com uma careta de criança de 5 anos que teve um pirulito roubado por outro garoto.
— Mas o que foi, mulher, por que você tá assim? — guardando o celular na bolsa.
— Esses desgraçados abusivos me apalparam por baixo da saia e falaram uma putaria — apontou a menina pro sujeito, que continuava com a turma rindo e celebrando a façanha.
— E daí, amiga? O que te tocaram... e... se te falaram alguma besteira... e... não vê que é isso que esses caras querem?
— Não, Clau, vamos embora daqui, não quero mais ir pra feira, não, amiga, por favor.
— Olha, bebê, você e eu temos que conversar muito sério. Vem, vamos entrar aqui.
Ok, nena, olha, já é hora de acordar. Você tem 18 anos, não é mais criança. Olha esses peitos, essas nádegas, essas pernas e esse rosto tão lindo. Você é toda uma mulher que desperta paixões e desejos. O que te fizeram agora há pouco é prova do quão gostosa você é aos olhos dos homens.
— Não, nena, você tem que amadurecer daqui pra frente — ao mesmo tempo que com a palma da mão dava um tapinha suave na cabeça de Lupita, pra ela ficar à altura desse corpo de mulher.
— Isso que você fez agora há pouco na frente daqueles vagabundos (Claudia se referindo à reação que Lupe teve). (apalpada) Isso deixa pra uma menina de 10 anos, você não percebe que só tá se fazendo de ridícula e boba. – Por isso você tem que mudar, pelo seu bem, porque o sexo vai te perseguir a vida toda, você não tem escolha e não pode ver isso desse jeito de menina boba e assustada; tem que acolher com alegria e avidez, sendo algo da nossa natureza feminina, não pode rejeitar (mmmm, você tem toda razão, Claudia). – É assim que se fala, amiga. Bem, vamos que uma feira nos espera, onde você e eu vamos ser as rainhas – e levantando as duas gatinhas e rebolando a bunda deliciosamente, seguiram pro recinto da feira. Enquanto isso, na feira, os dois velhos continuavam papeando alegremente, bebendo umas cachaças e olhando pras gostosas que passavam às dezenas onde eles estavam sentados, porque o mestre Tulio e o fuck you Juan seguiam falando da Lupita. – Não fode, Juan, você comeu a mina da Lupe? Não me engana, e eu que queria ter outra sessão com aquela tesuda, mas ela não aparece mais no meu escritório desde aquele dia que me fez chupar a pica, e quando me vê na escola, me evita. Você nem imagina a vontade que tenho de enfiar a pica, de cravar naquelas nádegas soberbas, e olha você, sem fazer barulho, já comeu ela. – Sim, mestre, se visse que é uma puta na cama. Primeiro não queria, depois gemia como uma cadela no cio ao sentir a pica no cu. Aquele dia me deixou todo seco, me deu uma gozada como nunca na vida, ha ha ha ha ha. – Filho da puta, Juan, saúde porque você já comeu aquela gostosa tão deliciosa que todo mundo quer meter a pica. Batendo os copos, os dois velhos brindaram e continuaram a conversa. – Que gênio você foi, Juan, pra devolver aquele maldito diário. Não vê que ali você podia ter aquela mina como escrava pelo tempo que quisesse? – Sim, mestre, fui um idiota, depois me arrependi, mas naquela hora não conseguia pensar direito por causa da trepada violenta, tava todo bobão e sem pensar no que ia acontecer depois, e entreguei o diário. Porra de diário.
— Saúde, mestre. A que eu tô de olho é na sua amiga Cláudia. Aquela foxy me enlouquece. Já vi ela quando dá uns belos ataques de fome com o professor de educação física no laboratório de química. Ela é quase uma puta profissional, olha que ela manda uns boquetes de rola que me dava vontade de entrar e meter minha rola também naquela putinha na hora.
— Ela é uma puta em potencial. Eu tava comendo ela ano passado, quando ela tava com problema em três matérias e iam expulsar ela da escola. Mas eu não fui tão otário quanto você, João. Pra cada matéria que eu manipulava pra aparecer como aprovada, eu falei que ela tinha que me dar a bunda duas vezes.
— Kkkk, saúde, mestre, por essa puta que andou dando a bunda.
As duas minas finalmente chegaram nas bilheterias, vendo que tinha uma fila enorme, tipo uns 40 metros de gente pra entrar no parque de diversões. Não sobrou outra opção senão entrar na fila, mas era tanta aglomeração de gente que ficava difícil andar até a bilheteria. A fila andava bem devagar, entre empurrões e apertos. Cláudia ia na frente, com Lupe grudada atrás dela, segurando na cintura pra não se separar e se perder. Logo os safados repararam na bundona suculenta da colegial, totalmente desprotegida e à mercê de qualquer um que ficasse esperto, com a desculpa da aglomeração, pra se dar o maior prazer da vida. E pior ainda, como já tava escurecendo, tinha um trecho grande da fila que passava por uma área totalmente escura, um breu total, e só quando chegava na bilheteria é que clareava o cenário.
Os safados mais ousados não perderam tempo e encostavam o pau duro contra a bundona desprotegida da Lupita. Isso porque Cláudia andava na frente, na fila, deixando a colegial angustiada atrás dela, à mercê dos degenerados que se davam o maior prazer da vida com aquela bunda dura e suculenta. CONTINUA... NO PRÓXIMO CAPÍTULO, LUPITA VAI CONHECER O MECÂNICO DO PARQUE, O VELHO. PEDRO.
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