Toda noite, antes de ir dormir com o marido José, a Maria passava pelo quarto do sobrinho, um jovem bonitão e cheio de vigor que morava com eles. Escondida de todo mundo, a Maria se aproximava do sobrinho e dava prazer pra ele de um jeito que só os dois conheciam. A Maria adorava ter a pica do sobrinho na boca, passando longos momentos saboreando a grossura dela e sentindo como crescia na boca dela. Ela passava a língua em cada centímetro do pau dele, fazendo ele tremer de tesão. E quando chegava a hora, a Maria fazia o sobrinho gozar na boca dela, às vezes sujando a cara dela com aquele leitinho quente e doce. Mesmo sabendo que era errado o que fazia, a Maria não conseguia resistir à tentação daquele prazer proibido. Ela se sentia viva e excitada toda vez que se encontrava com o sobrinho na escuridão da noite. E ele, por sua vez, não conseguia evitar se deixar levar pelo desejo e pela paixão que a tia despertava nele. Já tinham se passado várias semanas desde que a Maria e o sobrinho dela do interior tinham começado suas aventuras secretas. Cada encontro era mais excitante e arriscado, mas isso só aumentava o tesão dos dois. Numa noite quente de verão, a Maria decidiu propor pro marido e pro sobrinho irem ao cinema juntos. Ela sabia que o marido não era fã de filmes, então esperava que ele recusasse. E com a malícia de uma raposa, o plano estava feito: o corno quis ficar em casa sem saber o que a Maria tinha preparado. A Maria sabia que essa era a oportunidade perfeita dela pra passar um tempo a sós com o sobrinho gostoso. Durante o filme, aproveitou a escuridão da sala pra se aproximar dele sorrateiramente. Com as mãos trêmulas, puxou a pica enorme do sobrinho e começou a masturbar ele devagar, enquanto olhava o filme, de canto de olho observava as expressões do sobrinho e como o pau dele ia endurecendo. O sobrinho estremeceu de tesão e ficou duro que nem uma pedra em questão de segundos. A Maria, toda Precavida, tinha escolhido um vestido soltinho que deixava ela se mexer à vontade, além de uma calcinha fio-dental minúscula que mal cobria as partes mais íntimas dela. Ela foi subindo a barra do vestido enquanto ele observava e curtia, e pela mão da tia, a calcinha preta de renda bem pequenininha apareceu. Maria virou de lado e a bunda linda dela ficou à mostra pra ele, esperando ser atacada. Sem ninguém ver, Maria puxou a calcinha de lado e sentou na pica do sobrinho. Com movimentos suaves e sensuais, começou a subir e descer, sentindo o prazer tomar conta dela por completo. Logo, gozou em cima da pica dura do sobrinho, os fluidos dela encharcaram a cueca dele, mas Maria sabia que ele ainda não tinha terminado. Com um sorrisinho safado nos lábios, Maria sussurrou no ouvido dele que ainda tinha uma surpresa esperando depois do filme. A tensão sexual entre os dois era palpável, e os dois mal podiam esperar pelo que viria a seguir. Levaram a noite pro próximo nível e foram pro salão de festas do prédio. Lá dentro, Maria olhou pro Juan com um olhar maroto e puxou ele pela mão até a piscina. A luz da lua refletia na água calma, criando um clima mágico e sensual. Sem dizer uma palavra, Maria se ajoelhou na frente do Juan e começou a acariciar o pau dele, sentindo ele endurecer sob o toque. Com um sorrisinho safado nos lábios, Maria se inclinou devagar sobre ele e colocou a pica na boca. A sensação de chupar a rola do sobrinho era viciante, e Maria se entregou completamente ao prazer de satisfazer ele. Com movimentos experts, usou a língua e os lábios pra provocar um turbilhão de sensações no Juan, fazendo ele gemer de tesão no meio da noite silenciosa. A água geladinha da piscina deu uma camada extra de estímulo, deixando cada chupada ainda mais intensa e gostosa. Juan se agarrava nas bordas da piscina, mergulhado num êxtase avassalador enquanto Maria continuava com aquela mamada bruta. mamada. Finalmente, entre gemidos abafados e suspiros entrecortados, Juan chegou ao clímax, liberando todo seu prazer na boca de Maria. Com um sorriso satisfeito, Maria se levantou e o abraçou com ternura, sentindo o batimento acelerado dos corações deles em sintonia. A cumplicidade entre os dois era palpável, e naquele momento se sentiram mais unidos do que nunca. Tinham vivido uma noite de paixão e desejo sem limites, mas também tinham descoberto uma conexão mais profunda e emocional.
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