Começando a provocar meu irmão

Acordamos lá pras 8:30 da manhã. Eu vesti uma calça e uma camisa; minha esposa colocou um shortinho bem curtinho, justo e colado, daqueles de lycra bem apertada, tipo uma cueca feminina cinza claro. Marcava tudo da bunda dela e também dava pra ver a calcinha fio dental verde claro, com um pouco de umidade porque a gente tinha acabado de transar. Na parte de cima dos peitos, ela vestiu um top branco meio transparente, sem sutiã por baixo, marcando os biquinhos escuros e gostosos dela. Vale dizer que a gente sempre dorme pelado, mas ao acordar a gente veste a roupa íntima do dia anterior e alguma roupa enquanto decide tomar banho e se arrumar pra sair, ou às vezes a gente fica pelado o dia inteiro em casa até se organizar pra sair, ou nem sai e fica o dia todo nu, se curtindo e aproveitando gostoso.

Já eram 8:50 da manhã quando a campainha tocou. Eu e minha esposa estávamos na cozinha preparando o café da manhã juntos. Ao ouvir, a gente olhou pela câmera da campainha e vimos que era meu irmão. Na hora, minha esposa foi abrir a porta. Quando ele entrou, ela cumprimentou ele com um abraço e um beijo na bochecha, porque meu irmão e minha esposa se davam super bem. Ele ficou de boca aberta com o quanto ela estava gostosa. Eu também cumprimentei ele e convidamos ele pra sentar e tomar café.

Já sentados à mesa, meu irmão, disfarçadamente, não tirava os olhos dos biquinhos marcados da minha esposa e da buceta e da bunda dela. Como a mesa era de vidro, dava pra ver tudo por baixo, e dava pra notar a ereção do meu irmão dentro da calça dele só de ver minha esposa assim, exalando feromônios de sexo. Eu gostava daquilo e não dei importância, continuei tomando café. No olhar da minha esposa, dava pra ver que ela também já tinha notado a ereção do meu irmão dentro da calça, tanto que ela deu uma risadinha safada e a gente se olhou, eu e ela. Meu irmão, inocente, nem percebeu que a gente já tinha notado aquilo.

Terminamos o café e continuamos conversando, já na sala. A casa, minha esposa cruzava as pernas e abria enquanto conversávamos, fazia movimentos sexy pra meu irmão olhar pra ela e soltava aquele sorrisinho safado. Já era meio-dia e meia, aí falamos pro meu irmão: "Vem, vamos te mostrar o quarto onde você vai dormir". Levamos ele pro quarto que ficava na frente do nosso. "Esperamos que seja confortável pra você", falei. Ele olhou da entrada, e minha esposa passou na frente dele, roçando os peitos nele, e disse: "Entra, vê teu quarto, se acomoda, arruma tuas coisas". Enquanto isso, eu e meu marido fomos tomar banho pra nos arrumar pra sair.

Ele ficou se organizando no quarto, a gente saiu e passou pro quarto da frente, o nosso, mas não fechamos a porta. E quando entramos no banheiro, também não fechamos a porta, porque sempre tomávamos banho assim e nunca fechávamos a porta.

Mas nem eu nem minha esposa nos incomodávamos do meu irmão estar em casa e no quarto da frente; principalmente eu não ligava que ele visse ela pelada ou ouvisse a gente transando, ou que ele olhasse pra ela com tesão, com vontade de comer ela. Minha esposa também sentia tesão nisso, por isso agia de forma sexy e provocante com ele.

Minha esposa é muito gostosa, linda e provocante, mas respeitosa. Embora a gente já tivesse conversado sobre a possibilidade de fazer ménage e dela me fazer de corno, e eu fazer ela de corna também.

Por isso não nos incomodava que meu irmão olhasse pra ela. Antes, ela adorava provocar ele, ainda mais porque eu já tinha contado pra ela que um dia meu irmão Pedro, já bêbado, me disse: "Mano, você casou com uma mulher muito boa e gostosa; que tesão seria arrebentar aquele cuzinho dela e deixar todo meu leite dentro". Eu não falei nada, mas senti tesão e continuei bebendo. Como eu era o motorista, só tomei dois copos, mas ele ficou bem bêbado. Minha esposa também sabia disso e também sentia tesão, porque eu tinha contado pra ela. Por isso ela era ainda mais provocante e carinhosa com meu irmão. Além disso, eles sempre se deram bem como cunhados; ele é 2 anos mais velho que minha esposa. continua...
Quando eu tinha dito pra minha esposa que meu irmão tava vindo e que, se conseguisse o trampo, ia ficar morando com a gente, ela lembrou do que eu tinha falado sobre o que meu irmão achava dela. Marcela me disse pra dar o emprego pra ele e deixar ele morar com a gente pra ver quanto tempo ele demorava pra arrombar minha bunda e encher ela de porra, igual ele falou quando a gente morava perto da casa dos seus pais. E ainda completou: "Pra ver se ele arromba minha bunda e me enche de porra igual você faz quando me come". Ela me deu um sorriso safado e não falou mais nada. Por isso minha esposa não se incomoda que ele vá ou a veja do jeito que ela tá.

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