Aquela manhã estávamos na casa do Ezequiel, tomando café da manhã com tudo o que ele tinha me preparado, pão com geleia. Eze:
- É... caiu demais em você!
- Ele passava mais um pouco de geleia entre meus peitos e meu pescoço e se dedicava a limpar com a língua e a boca.
- Vou ter que te levar pro quarto pra te limpar bem direitinho...
Eu:
- Cê acha??
Eze:
- Siiim... acho que também tem dentro da sua calcinha e vou ter que te limpar inteira...
Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto, e na outra mão levava o pote de geleia.
Tirei minha camiseta e ele a dele, só soltei meu sutiã sem tirar de vez e ele afundava a boca entre meus peitos e me deixava ainda mais doce. Tirei o sutiã e a boca dele coberta de doce começou a lamber, chupar e saborear meu peito duro, depois o outro. Eu me contorcia na cama de prazer, apertando os lençóis e gemendo sem parar. Ele passou no meu ventre e a língua dele desceu devagar, e a boca foi comendo lentamente tudo o que ele tinha deixado, e eu estava segurando meu primeiro orgasmo pra não gozar, e tinha a sensação de que minha buceta ia explodir no momento em que ele colocasse a boca, o dedo ou o pau ali.
Primeiro ele aproximou a boca, ergueu minhas pernas sobre os ombros dele, enquanto o queixo dele ficava na altura da minha bunda e a língua entrava e saía sem parar, sem me deixar me acomodar. Ele aproximou a mão e brincava com um dedo e a língua, era um combo que ia me fazer gozar a qualquer momento. Ele enfiou três dedos e esfregava devagar mas freneticamente, quando eu não aguentei mais e minhas unhas tentando rasgar a cama, minha respiração ofegante e minhas pernas tremendo anunciavam que eu ia gozar na boca dele.
Eze:
- Mmmmmmmmmmmm... Fran... pelo amor de Deus... que delíciaaaa... ufffff...
- quando ele terminou de lamber tudo - Cê tava bem quentinha, meu amor?
Eu:
- Sim... sim...
Eze:
- Deixa eu me ajeitar e agora vai ser ainda mais especial...
Eu:
- Mas cê me deixa fazer alguma coisa?
Eze:
- Claro... Faz o que quiser comigo!
Ezequiel se ajeitou no meio da cama, a uns 45°. com as almofadas, desci da cama e subi de novo e fui acariciando as pernas dele com cada mão bem devagar e ele já respirava um pouco mais agitado e fechava os olhos e fui de joelhos me aproximando do corpo dele e continuei acariciando devagar e notei que na cueca dele aparecia a ponta do pau e brincava com meus dedos entre as pernas dele e na virilha e ele voltava a gemer mais forte. Toquei por cima do tecido da cueca dele e apertei o pau dele e ele gemeu bem forte, abaixei tudo e fiquei olhando fazendo memória do que era o do Blas, o do Ezequiel parecia bem maior e mais grosso. Acariciava devagar com minha mão que nunca tinha tocado nem feito uma masturbação num homem, eu acariciava, ele ao me ver pegou minha mão e fazia ela subir e descer devagar segurando firme mas suave, não aguentei aquela vontade de sentir na minha boca como uma vez vi meus pais transando e fazendo sexo oral entre eles. Enfiei minha boca na ponta daquele pau que estava bem duro, de novo o Ezequiel ao perceber que eu não sabia me disse Eze:- Fran, linda... põe seus lábios no meu pau ou passa a língua, quer fazer assim ou...? Aproximei minha boca e com a língua brincava com o pau dele, lambia devagar, entre as bolas, ele quase não tinha pelos, era incrível pra sentir tudo, ele me acariciava e nos olhamos, ele pôs o dedo nos meus lábios e me aproximou de novo minha boca do pau dele e eu enfiei e ele começou a mexer minha cabeça devagar, enquanto ele ofegava mais forte, parecia que não ia caber inteiro na minha boca mas quando via que eu não aguentava, tirava minha boca, de tão quente de me mexer e sentir minha boca ali no pau dele Eze:- Fran... ai Fran... vai sair... vai sair... quer continuar chupando e eu gozo na sua boca ou quer ver como eu gozo? Eu:-Quero te ver fazendo! Eu me afastei um pouco, ele pôs a mão e massageou um pouco enquanto gemia sem parar até que veio o gemido tremendo dele Eze:- Aaaaaaiiii... aaaaaiiiiii... do pau dele Saíam muitos jatos fortes e potentes de semen que iam até a barriga dela, quase chegando no peito. Fiquei olhando, e o Eze estava quase se levantando quando me aproximei e dei uma lambida no peito dele do primeiro jato que saiu. Nunca tinha provado e gostei. Continuei passando a língua e tirando tudo aos poucos, e no final passei a língua no pau dele, que parecia relaxado. Ele me acomodou sobre o peito dele e me beijou, me beijou de um jeito mais apaixonado do que das outras vezes, nossas bocas abertas e as línguas se chocando e brincando. Minha mão pousou no peito dele e eu acariciei, senti que com nossos beijos e minhas carícias o pau dele estava endurecendo de novo.
Eze: - Ai Fran... foi lindo te ver engolindo tudo... mas quero te comer... quero colocar a camisinha de novo e te sentir de algum jeito que eu tô dentro de você!
Eu: - Você gosta de transar assim, comigo?
Eze: - Claro... porque quero te cuidar e respeito sua decisão de não fazer assim à toa. E não é porque eu tenho alguma coisa ou acho que você tem, nãoooo... mas não quero que, por um descuido ou um acidente, te engravidar e a gente tenha que largar nossas liberdades pra criar uma criança... isso eu não quero.
Eu: - Nisso a gente pensa igual...
Eze: - Porque nós dois somos maduros e queremos construir nossas vidas, embora eu queira te ter pra sempre na minha e fazer mil coisas juntos; ser um casal sério, trabalhar juntos, tirar férias juntos, viajar, nos dar nossos mimos e aproveitar um ao outro.
Eu: - Siiim, é verdade e é isso que eu quero!!
Eze: - Então... vou me lavar e já volto pra mais!
Ele foi pro banheiro e eu me acomodei na cama, e de novo começa a ventar e umas gotas de chuva começam a cair. Ele volta do banheiro pronto, até com um pouco de desodorante que tinha passado nas axilas. Ao me ver olhando pro teto,
Eze: - O que que tem, meu amor? Você tem medo de tempestade?
Eu: - É que... quando era criança sempre tive muito medo, principalmente quando tava dormindo a primeira noite sozinha na minha cama. porque às vezes eu ia dormir com meus pais, mas com o Guille, que ficava do lado da mamãe, porque ele mamava e eu no meio deles, já não tinha lugar e meu pai me levava de volta pra minha cama e naquela noite que teve tempestade, eu tava com tanto medo que não me levantei e fiquei um tempão ouvindo os trovões, a chuva e o vento fortíssimo. Chorei e chorei, até que meu pai veio e deitou comigo e lembro que naquela noite ele dormiu na minha cama me abraçando... Eze:- E então? Eu vou fazer o mesmo, meu amor... vou te abraçar, vou te ter nos meus braços e vou te proteger das tempestades. Vem cá! Deita aqui no meu peito e eu cuido de você assim, sempre! - A gente continuava pelado e eu sentia uma sensação de tranquilidade em estar assim com ele. Ele acariciava meu cabelo, me dava beijos e me apertava mais contra ele, eu sentia que o pau dele tava endurecendo, porque minha perna se entrelaçou na dele e quando eu me mexia, roçava nele - Mmmmmmmmm... Fran... fica quietinha... se você quer que eu te proteja da tempestade Eu:- É que eu gosto de esfregar!- sorri olhando nos olhos dele Eze:- O que acontece... é que você vai acordar a fúria de outra coisa que vai te pegar pior que uma tempestade! Eu:- E eu tenho que ter mais medo disso do que da tempestade? Eze:- É que se cair um raio, eu não quero que você se assuste e faça tremer o chão, mas se desatar esse outro ciclone... vai fazer tremer a cama! Eu ri. Ele me dava beijos com mordidinhas suaves pelo meu corpo enquanto eu me acomodava em cima dele, com as mãos apoiadas na cama, me movendo devagar e sentindo como ele tava duro de novo, encostando bem na entrada da minha buceta molhada que tava ali, bem pertinho. Quando me endireitei, ele amassava minhas tetas que tavam bem duras como um desesperado Eze:- Ai Fran... pelo amor de Deus... eu amo suas tetas... pelo amor de Deus... Eu:- Você gosta muito delas? Eze:- Ufffff... elas me enlouquecem... adoro apalpar elas assim... Eu:- E eu gosto que você faça o que quiser com elas... são suas! Eze:- Mmmmmmmmmmm... são minhas?? Eu:- Siiiii são somente tuas... Eze:- Aiii meu deus... me deixa fazer algo com elas?? Eu:- Siiim... o que você quiser!! Eze:- Desce bem devagar até suas tetas ficarem no meio da minha pica - fui roçando todo o peito dele, me dando um calor indescritível, minhas tetas bem durinhas e minha boca ia beijando e passando pelo peito dele, depois pela barriga e ao chegar ali com a pica dele duríssima, ficava brincando, passando elas de um lado pro outro, balançando de cima pra baixo - Ai meu deus Fran... ai meu amor... Eu:- Você gosta?? Gosta disso?? Eze:- Ai meu amor... aiiii... chupa um pouco ou brinca com seus lábios... mmmmmmmmm Eu passava meus lábios pela pica dele que parecia que ia explodir, tava muito dura, dava pra ver as veias saltadas mostrando o tesão que ela tava causando nele Eu passava meu queixo e tive uma ideia, acariciar as bolas dele com minhas tetas e minhas mãos Eze:- Ai Fran... mmmmmmmmmmm... ai... aaaaahhhh mmmmmmmm... se você continuar assim eu vou gozar... ai vou gozar... - Ele fechou os olhos e tava muito ofegante quando me avisa - Vou gozar... ai meu amor... vou gozar... Eu coloquei minhas tetas em cima da pica dele e ele começou a soltar jatos de porra e quando ele abriu os olhos, não conseguia acreditar; me viu passando os dedos, chupando tudo que tinha saído e o que ficou ali na ponta da pica dele. Ele se jogou em cima de mim pra me beijar Eze:- Pelo amor de Deus Fran... isso é um sonho pra mim... você realizou minha fantasia desde aquela primeira vez que a gente se beijou, que eu te tive no meu carro e acariciei sua teta linda por baixo da sua roupa Eu:- E você gosta que eu brinque assim?? Eze:- Siiim... quero que a gente faça as mil e uma coisas que você imaginar. Vamos fazer o que você quiser, minha linda... Eu:- E não sei se vai dar tempo, mas eu quero... Eze:- O que você quer? Eu:- Primeiro quero ver as horas pra te falar, senão fica pra próxima, quando você for me ver! Eze:- E são... 11:45... Eu:- Então fica pra próxima vez que eu te ver Eze:- Vamos, linda... me conta o que você queria fazer? Eu:- Vou me limpar e me trocar pra voltar... não... não te esquece que às 13h30 ou antes eu tenho que, a gente tem que estar no aeroporto, ééé, eu e meu pai. Eze: -Sim, sim, love... eu sei... quantas horas de voo vocês vão ter? Eu: - E se não me engano são umas quatro horas ou mais, porque tem conexões, algo assim. Dei um beijo carinhoso nos lábios dele, peguei a toalha e fui pro banheiro pelada e com meus itens de higiene. Ao sair, vejo que ele já tinha trocado de roupa e estava ajustando a camiseta, e vi que ele estava com algo na mão. Eu: - O que você tá com aí? Eze: - É... é a fronha do travesseiro que você usou e ficou com seu perfume... e tomara que seu cheiro dure aqui comigo por todo esse tempo que eu não vou estar com você. Eu: - A gente vai falar ou se mensagear todo dia, eu te prometo. Assim que eu me livrar do estúdio ou da escola, eu te escrevo. Eze: - E à noite? Você me promete que a gente vai conversar por chat online ou por videochamada? Eu: - Claro que sim... Eu estava terminando de me pentear quando ele se aproxima e acaricia meu cabelo e me abraça. Eze: - Vou sentir tanta sua falta, linda... mas saiba que vai ser muito, muito... Eu: - Ai, Eze... eu te amo. Obrigada por esses dias. A verdade é que eu não acreditava que viveria um momento assim com alguém. Você foi um grande cavalheiro e super atencioso em tudo. Sempre vou ser grata a você! Já tô pronta, vamos? Eu: - Sim, love... vamos. O Ezequiel levou minha mala pro carro, eu peguei minha bolsa, guardando meu celular, tendo em mãos meu passaporte, minha passagem e meu documento. Olhei ao redor, sorri e pensei: "Vou sentir tanta falta desse lugar, tomara que não demore pra voltar..." Eze: - Vamos, linda? Já deixei o carro ligado... Eu: - Sim, sim... tô indo. Ele abriu a porta pra mim, subi e ele também subiu e nós dois fechamos as portas ao mesmo tempo. Ele colocou o player em umas faixas de baladas lentas em inglês, começou a tocar a música do Elton John "Sacrifice". Eze: - Se você não gostar... pode mudar... Eu: - Sim, sim, eu gosto... porque eu tô estudando inglês! Eze: - Ah, é?? Alguma vez você já teve que traduzir uma música? Eu: - Não, não... a gente já traduziu uns contos, romances e algum diário. As músicas... faço elas para me motivar Eze:- Nossa, a verdade é que você é surpreendente... Ao chegar na cidade, recebi muitas mensagens Eze:- Parece que você foi embora por 10 dias! Eu:- Por que você diz isso?? Eze:- Pelo seu telefone Eu:- Ahhh pra mim é o dia todo, se não são minhas amigas, são meus pais, se não os colegas do instituto, colegas da escola ou colegas de hóquei Eze:- Ahhhh... você não me contou que jogava hóquei! Eu:- Uy, desculpa, eu jogo hóquei sim, também vou ao instituto pra reforçar meu inglês que tenho na escola e às vezes me ausento pra acompanhar meu pai nas reuniões dele Eze:- A verdade é que você me surpreende!! Eu tô com minhas aulas na universidade, todo o tempo livre eu intercalo com o estudo e correr atrás do meu velho. E não, eu não faço esporte, só equitação com meus cavalos, embora uma vez alguém me ofereceu pra praticar polo, mas eu recusei Eu:- Por quê? Eze:- Porque é arriscado! Se você cair naquela velocidade do cavalo, não sei se sobrevive Eu:- Ahhhhh... então não... melhor algo tranquilo como a equitação Eze:- É, pode ser que sim... verei mais pra frente, principalmente por causa do tempo... - Meu celular tocou, ao ver que era o Blas, cortei- O que foi? Quem era?? Eu:- Era o garoto com quem eu terminei- e ri- quer dizer, com quem me encontrei na festa do pijama Eze:- E tinha um garoto na festa do pijama? Eu:- Não, não, amor. Como te contei, foi uma desculpa pra irmos pra festa que o amigo de uma amiga organizava e foi lá que conheci o Blas Eze:- Ahhhh tá bom... uffffff estamos chegando... tentei vir devagar pra demorar a chegar aqui... Eu:- E você vai me acompanhar? Eze:- Claro que sim... vou com você até o momento em que você pegar seu avião Eu:- Tá bom, vou ligar pro meu pai Peguei meu celular de novo, ignorei as mensagens do Blas e liguei pro meu pai, ele não atendeu, deixei uma mensagem "Oi papai... cadê você? Tô com o Eze no aeroporto, indo fazer o check-in. Te amo" Ao terminar de gravar, descemos do carro, ele pegou minha mala e fomos caminhando até a porta. Me toca de novo e era uma mensagem do meu pai "Oi meu amor, estou na cafeteria te esperando, na mesma que a gente esteve quando aterrissamos" Eu:- Meu pai está na cafeteria, fica perto daqui? Ele:- Sim sim, fica a poucos metros, a cafeteria do bar, cê tá falando?? Eu:- Sim sim... essa, a gente tomou um café com meu pai quando aterrissamos no primeiro dia!-Começamos a andar Eze:- Ahhh sim sim... conheço. Uma vez quando fomos pro Brasil visitar meu irmão, a gente parou mas pra lanchar antes da viagem... já chegamos, acho que ali tá seu pai!! E eu acenei com a mão e ele respondeu meu cumprimento e um sorriso fazendo o gesto de a gente se aproximar Fomos até ele, cumprimentamos Eu:- Oi papai Papai:- Oi minha pombinha- dei um beijo na bochecha dele Eze:- Oi Seu Martin... Papai:- Oi querido Eze- eles apertaram as mãos- querem me acompanhar e pedir alguma coisa? Eu:- Eu quero um misto quente e um suco Papai:- Ok, amor e você Eze? Quer algo?? Eze:- Não, não tá bom... obrigado, é muito gentil! Pouco depois trouxeram meu pedido e eu olhava pro Ezequiel que não tirava os olhos de mim e sorria Terminamos e ouvimos pelos alto-falantes o anúncio do nosso voo Ezequiel insistiu e pagou nosso pedido. Fomos andando até o embarque, eu fiz o check-in primeiro, enquanto meu pai passava eu fiquei com o Ezequiel, abraçados enquanto conversávamos: Eze:- Você não sabe o quanto vou sentir sua falta, minha linda Eu:- E eu a sua... também vou sentir muita, muita falta... mas falta menos... falta menos pra gente se ver de novo Eze:- Sim... mas vai ser muito difícil voltar pra casa sem você, amor... Eu:- Logo, muito logo talvez eu volte e a gente passe muito tempo junto! Eze:- Tomara que seja assim... Eu te amo! Eu:- Eu te amo!- ele me beijou, me beijou suave e continuou o beijo mais longo e com as mãos segurava meu rosto Ouvimos meu pai chegando, ele me soltou um pouco e voltou a me beijar mesmo com meu pai presente, me beijou de novo Papai:- Já tô pronto... bom, tchau Ezequiel Eze:- Tchau Seu Martin... com certeza a gente se vê logo Papai:- Perfeito!! Te esperaremos. Na nossa casa você será muito bem-vindo! - Ezequiel ia estender a mão e meu pai deu um abraço forte nele, ao soltá-lo, deu uma palmada nas costas dele - Vamos, filha? Eu: - Sim, sim, pai... tchau, meu amor... te escrevo quando aterrissar - dei um beijo carinhoso e rápido no Eze - Boa viagem. Te amo, linda... Eu: - E eu te amo também Subimos no avião e eu ia de cabeça baixa sem dizer uma palavra, meu pai ia na minha frente, procurando os assentos Pai: - A verdade é que parece que você foi meu amuleto da sorte porque essa viagem foi incrível, consegui que assinassem os acordos quase sem ler porque você sabe que eu te contei que muitas vezes eles enrolam, leem e releem a mesma coisa, pedem tempo ou que seja em outro momento... - (Houve um anúncio pelos alto-falantes enquanto ele se acomodava e apertava o cinto) - e como eu estava te dizendo, você foi de grande ajuda, meu amor - Eu olhava pela janela com os olhos cheios de lágrimas e sem dizer uma palavra, ouvi que estávamos prestes a decolar - Linda... você precisa apertar o cinto! Fran, filha... Eu: - Sim, sim... já estou fazendo - com tantas lágrimas nos olhos eu custava a colocar, até que consegui e me recostei no ombro dele, ele me acariciou e me deu um beijo Pai: - Fica tranquila, meu anjinho... ele logo vem e vocês ficarão juntos. Além disso, esse garoto vale a pena, assim como eu te disse, ele foi como eu fui com sua mãe e... - me apertei no peito dele e chorava em silêncio - fica calma - ele me beijava na cabeça - o importante é que você conheceu um amor verdadeiro e sincero, amor... pensa nisso, filha... Secando as lágrimas, me endireitei e fui relembrando tudo de lindo que aconteceu nesses dias, foi uma prova de que o Ezequiel me ama, dormi um pouco no ombro do meu pai ou às vezes ficava encostada na janela olhando e acabava dormindo Depois de umas quatro horas de viagem, chegamos no aeroporto de San Luis. Fomos pegar nossas malas e estava minha mãe com a Guillermina, como nunca, assim que as vi, saí correndo e abracei as duas Eu: - Mãe... Guille... senti saudades de vocês Guille: - Oi Fran... eu também. A casa não é a mesma sem você... Mamãe: - Ai Fran... Filha... Como é que foi? Fran: - Bem, bem, muito bem... com tudo deu tudo certo e... - ao olhar para a área de espera, vi o Blas parado olhando os painéis de chegadas e partidas. Eu coloquei o capuz da minha jaqueta e os óculos que a mamãe tinha me dado, e caminhamos os quatro juntos até o carro. Mandei uma mensagem pro Ezequiel dizendo que a gente tinha chegado bem. Chegamos em casa, entramos com as malas. Eu levei a minha pro meu quarto e o papai foi meio bravo pro quarto dele e da mamãe. Pouco depois, ouço baterem na porta. Eu: - Pode entrar... - eu tava sentada no chão com a minha mala separando as roupas, a Guillermina aparece - Oi Guille... o que aconteceu? Guille: - Queria saber como foi e... o que houve entre o papai e a mamãe? Eu: - Foi muito bem, o papai disse que saiu tudo certinho e sobre a discussão deles... nem ideia... às vezes eles têm essas brigas, mas a gente já sabe que logo tão tudo melosos de novo - eu ri Guille: - Ai que nojo... Eu: - Ai Guille... é normal num casal! Brigar e voltar a ficar juntos Guille: - Ahhh.... e o que é isso que você tem aí?? Ai Fran... - ela pegou e olhou o vestido de praia e viu a capelina - o papai te comprou isso?? Eu: - Não, não... Guille: - Ai Francesca... não acredito que você comprou sozinha! Conheço o papai, com certeza ele te comprou tudo... e o que é isso? Eu: - Para, mocinha... não mexe nas minhas coisas Guille: - O que é isso??? É um biquíni... ai mas... olha que coisa... é lindo... Eu: - Tá, tá, sim... espera que tenho uma coisa pra você, uma lembrança de Punta del Este, fecha os olhos, estende as mãos - eu tinha uns tickets e uns papéis de bala, coloquei tudo na sacola de papel e entreguei pra ela - pronto, já pode abrir... - eu sorri Ela abriu toda animada quando viu a minha pegadinha Guille: - Ai Francesca, você é uma sem-vergonha... te odeiooo Eu: - Paraaaa... mocinha... te trouxe uns chocolates e uma lembrancinha bonita. Espera eu achar... Guille: - Mas então o papai te Comprou isso? Eu: - Não, não... é que no Uruguai conheci o filho de um dos investidores e... ele me convidou pra conhecer e me deu tudo isso Guille: - Um velho?? Eu: - Noooo boba... tô te falando o filho, olha... - Mostrei uma foto que estava junto com ele - viu?? Guille: - Ahhhhh... e?? Eu: - E?? O quê?? Guille: - Ele te pediu em casamento? Eu: - Não, não... só saímos algumas vezes... Guille: - Já te fisgaram! Eu: - Para de falar assim! Ezequiel foi muito atencioso comigo Guille: - E quem é aquele cara que a mãe disse que encontrou na rua? Tem outro namorado também?? Eu: - Isso não te interessa bobinha... me deixa em paz... As duas ouvíamos os murmúrios dos nossos pais brigando, eu não aguentei mais e fui até o quarto deles Bati na porta e não ouvi resposta, decidi abrir pra entrar Eu: - Mãe? Pai? Com licença... Entrei e vi a mãe parada igual daquela vez que me mostrava o segredo escondido naquela caixa e meu pai parado olhando Ao descer aquela caixa, ela abriu e mostrou o que tinha dentro Mãe: - Viu, Martin?? Gaston me deu esse dinheiro, eu nunca toquei num centavo achando que era dinheiro sujo, dinheiro que tivesse roubado de alguém... então preferi guardar pras nossas filhas - Dava pra ver todos os maços, nunca soube quanto tinha ali, mas era bastante porque era uma caixa grande Pai: - Chega Anabella... chega... você me escondeu isso por anos... eu não acredito mais em nada do que você fala... e por que ele te deu esse dinheiro?? Pra te calar de me contar a verdade que você e esse lixo mataram minha mãe?? Mãe: - Shhhhhhh... não fala isso! Pai: - É a verdade... você e esse cara pra mim são a pior escória... Veio também a Guillermina com o olhar triste ao ouvir o que tinham falado Guille: - O que aconteceu? Mãe: - Nada... nada Guille... Pai: - Sim, acontece, Guille. Chega, Ana... chega de esconder tudo! Sua mãe e outro cara mataram de tristeza a vó Lourdes! Guille: - Isso... isso é verdade mãe?? Mãe: - Eu não fiz isso... eu não fiz isso... Eu: - Pelo amor de Deus pai... chega... já chega... não tô defendendo que ela te tenha enganado e talvez tenha tido ou não a ver... mas por favor... conversem e deem uma resposta melhor pra Guillermina... é um balde de água fria pras duas. Papai:-Me impressiona que você esteja tão tranquila, Fran... sua mãe já tinha te contado? Eu:-Não, não... eu te ouvi conversando com uma das minhas tias há um tempo, não sei se com a Samanta ou... Papai:-É que passou tanto tempo, que suas tias já me perguntavam por que a gente não se reunia mais e não tive escolha senão confessar a verdade pra elas... elas amam vocês e só vêm pra ver vocês... mas com a sua mãe, elas têm tanta dor e raiva que prefiro que a gente não se reúna porque sei que qualquer comentário ia soltar uma bomba-relógio pra explodir a qualquer momento... Guille:-E por isso vocês ficam na casa do vô? Papai:-Sim, love... por favor... me deixa falar com a sua mãe... já é demais pra vocês estarem nisso. Mamãe:-Vão fazer o que vocês têm que fazer, meninas! A Guillermina saiu correndo pro quarto dela na hora e eu fui pegar meu celular. Tinha centenas de mensagens do meu grupo de amigas, umas da Natali, do Ezequiel e uma do Blas. Comecei pela do Blas: "Oi Frambu... ainda tô esperando no aeroporto. Que horas é seu voo?" Respondi: "Cheguei há quase uma hora. Tô em casa, se você quiser a gente se vê um pouco na praça do centro, preciso que a gente converse!" "Oi meu amor, que bom que você chegou bem. Amanhã tenho umas reuniões junto com meu pai porque ele precisa de ajuda com aquele projeto que vocês trouxeram e a verdade é que vou gostar de trabalhar e poder fazer videoconferência com você ou seu pai. Te amo muito, linda!" Ezequiel:"Oi love. Que ótimo. Amanhã tenho treino de hóquei, vou pedir pra profe ou alguma das meninas tirar umas fotos, aí te mando. Tô com saudade e mando muitos beijos!" Mensagens da minha amiga Natali:"Frambu... e aí... o que aconteceu no final??""Tô preocupada... tô com dor até no cabelo de tanta ansiedade porque não sei de nada Ei..." "Qual é, Fran... É verdade que você terminou com aquele chato do Blas?? Nossa, ele é insuportável demais!" "Parecia um cara legal, mas no fim era um mala! Mais do que os teus outros pretendentes!" Mandei um áudio: "Oi Naranji... sim, sim, já tô em casa e daqui a pouco vou ver o Blas pra falar com ele e esclarecer tudo. Sim, sim... é muito chato. A verdade é que eu também achava que ele era bom e ainda bem que não fizemos mais nada, eu teria me arrependido. E amanhã na escola ou depois do hóquei, preciso ver vocês pra contar uma coisa... uma coisa muito linda que aconteceu comigo no Uruguai. Beijos... me desejem sorte com o chato!" Peguei a bicicleta e fui pra praça pra ver o Blas. Quando cheguei, ele já tava lá, encostado no carro dele. Blas: - Oi, minha gostosa! Eu: - Oi, Blas - ele tentou me beijar e eu me esquivei - Não, não, não... a gente precisa conversar. Blas: - Mas... o que aconteceu? Por que você quer terminar se a gente tava bem? Eu: - Não posso dizer que me arrependo de ter ficado com você, mas não... não quero ter um namoro com você... desculpa, com você... porque... porque eu não me sinto confortável. Blas: - Por quê?? Por que você tá dizendo isso?? A gente tava bem, tivemos um momento gostoso juntos... eu adoraria ter continuado te comendo assim, sem compromisso... Eu: - Aí tá o problema... eu não... se eu faço algo, quero que seja com proteção. Blas: - Mas você topou naquela noite... se não fosse pela briga que aquele infeliz arrumou... você seria minha, Fran... toda minha... Eu: - Não... não... é por isso mesmo que eu não quero mais nada com você. Não quero me prender a ninguém. Blas: - E eu quero ficar com você! Não consigo viver se você não tá comigo. Vamos, vem comigo... Eu: - Não... não... quero ir pra minha casa. Blas: - Vamos, Fran... me acompanha até em casa e... Eu: - Não... chega, Blas... eu não quero. Tenho que ir pra minha casa e... Meu celular tocou, era o Ezequiel. Nervosa, em vez de atender, recusei a chamada e na hora ele me mandou um áudio: "Oi, meu amor, como você tá?? Tá muito ocupada?? É que hoje eu fiquei olhando umas coisas muito... lindas pra quando eu for te visitar e queria te contar e de quebra te ouvir. Te amo tanto, minha linda" Eu:- Tchau, Blas... tenho que ir... Blas:- Fran... Frambu... por favor... não quero terminar Eu:- Já chega... não, Blas, eu não te amo Blas:- Eu te amo, meu amor... dale... vamos ver isso hoje à noite... Eu:- Não, não... Blas:- Vamos, Fran... o que aconteceu? Conheceu alguém no Uruguai? Se revolveu com um "rebelde"?? Eu:- É a minha vida... não tenho que te dar explicações! Blas:- Você é uma puta! E eu me virei e dei um tapa na cara dele Eu:- Não chega mais perto de mim... tchau, imbecil! Fui embora de bike, enquanto ele gritava: Blas:- Francesca... não vai ser fácil se livrar de mim... te juro que vou estar sempre aqui e você vai voltar me pedindo perdão... Voltei correndo pra casa e meu pai estava lá fora me esperando Pai:- Onde você tinha ido, minha pombinha? Eu:- Tinha que resolver uma coisa... o que rolou entre você e a mamãe?? - Enquanto eu levava minha bike pra garagem e ele fechava o portão Pai:- Ela me jura e me rejura que não viu o cara de novo desde aquela vez, há vários anos... ela não teve contato com ele. É verdade que você que o contatou? Eu:- É que... eu me lembrei quando vi que ele me mandou uma solicitação e ao ver uma foto do perfil dele, ele estava sorrindo e me fez lembrar de alguém que eu conheci e você sabe bem que sou eu que lembro de todas as caras das pessoas... Lembra da nossa viagem pra Córdoba, que um senhor grande, bem gato, com um tom de voz peculiar te cumprimentou e ele era um colega ou um investidor de lá? Você já nem lembrava!! Ainda bem que eu te falei e você lembrou rápido Pai:- Ahhh sim sim sim... emmm, Josecito... Eu:- Não... Luis!!! Pai:- Aaaahhh siiiim... Luisito... - ele riu - ainda bem que tenho você aqui, tão ligada e esperta comigo, meu amor!! E continua me contando sobre o lixo Eu:- Ai, pai... não fala isso... Pai:- Tá bom, do senhor lixo! - Eu sorri e nós dois entramos e a mamãe com o Guille estavam na sala. Ela estava com a cabeça apoiada nas pernas da mamãe, enquanto a mamãe a acariciava e acalmava. Pra conseguir colocar um pouco mais de calma na nossa casa, eu propus:
- Vamos jogar apalavrado?
Mamãe:
- Sim, siiiim...
Papai:
- Sim, eu topo... vai Guille, joga... se companheira comigo!
Guille:
- Tá bom, papai...
Ficamos um tempinho jogando em dupla e o papai ganhou com a Guille. A mamãe levantou pra colocar no forno umas empanadas de carne e de legumes que ela já tinha prontas. Sentamos nos sofás bem mais relaxados enquanto conversávamos sobre coisas variadas e, quando as empanadas ficaram prontas, eu e a mamãe levamos pra sala. Sentamos os quatro no sofá maior e a primeira a terminar foi a Guille, ela deu um beijo em todo mundo e foi pro quarto dela dormir. Eu tinha ficado no meio dos dois e me levantei, levei uns copos com suco de toranja que a minha mãe tinha espremido.
Papai:
- Obrigado, love..
Mamãe:
- Obrigada, filha.
Papai:
- Foi você que fez? - falando com a mamãe
Mamãe:
- Foi, foi... Hoje preparei tudo porque sei que você gosta e...
Papai:
- Obrigado...
Teve uma faísca no olhar dos meus pais e eu preferi me despedir antes de ver eles fazerem algo que eu já sei que poderia acontecer.
Eu:
- Bom proveito... vou dormir...
Mamãe:
- Obrigada.. descansa... até amanhã.
Papai:
- Até amanhã, anjinho.
Enquanto eu ia pro banheiro, escutei uns murmúrios e risadinhas cúmplices entre eles. Quando saí, não escutava nada e, ao olhar, vi que estavam se beijando. Fui pro meu quarto e olhei meu celular, tinha mensagens do Eze: "Oi love meu... já tá deitada?" "Te liguei mais cedo e você não atendeu, tá tudo bem aí?" Na hora liguei pra ele.
Eu:
- Oi, love.
Eze:
- Oi, princesa da minha vida... como você tá, bebê??
Eu:
- Bem, bem... aqui já me trocando pra dormir... e... espera que eu pego os fones.
Eze:
- Te espero, meu love, adoraria fazer uma videochamada pra te ver e ver como é o seu lugar!
Eu:
- É que... mais do que tudo é... por... aqui estão... é que meus pais parecem que vão ter uma revanche...
Eze:
- Quê? Que que foi? Eu: - Quando eles voltaram, foram pro quarto deles discutir aquilo que meu pai descobriu e, bom, nós duas contamos a verdade... a mais afetada foi minha irmã e agora... como sempre acontece depois das brigas deles, tem reconciliação e... aii... meu deus... mesmo com o fone de ouvido, eu escuto eles... Eze: - Ainda tão discutindo? Eu: - Não, não... tão fazendo um tratado de paz ou uma guerra de paz! - eu ri, trocamos a ligação por videochamada Eze: - Aaah bom... e como você tá, meu amor? Eu: - Agora muito mais relaxada e mais tranquila que a verdade veio à tona... Eze: - Tô te vendo linda... me olha... uff que linda você tá Eu: - E você também... cê tá na sua casa? Naquele lugar onde a gente ficou?? Eze: - Siiim... com o silêncio da noite, sentado lá fora enquanto falo com você! Eu: - A verdade é que eu me diverti tanto com você! Eze: - Eu também, a verdade é que essa casa eu ia vender mas agora não... nem louco vendo onde passei uns dias espetaculares com você, meu amor... e como tá tudo com aquele cara daí? Eu: - Hoje fui vê-lo e deixei bem claro minha posição... ele é realmente uma merd... de pessoa Eze: - Por quê? O que aconteceu? Eu: - Porque eu disse que não queria mais ficar com ele, ele me perguntou se eu tinha dormido com alguém aí no Uruguai, eu disse que era assunto meu e ele me gritou que eu era uma put... Eze: - No dia que eu for aí, eu mato ele! Eu: - Não, não, não... já não vai ser necessário Eze: - Siiim... vou dar um corretivo bem dado pra ele nunca mais chegar perto de você. Eu vou te cuidar sempre, meu amor... sempre, sempre. Eu: - Obrigada, amor... tô com sono... amanhã tenho que acordar cedo. Eze: - Tá bem, linda... tenha uma boa noite e descanse. Te amo Eu: - E eu te amo também... você também descansa! Eze: - Vou tentar... vou dormir abraçado no seu travesseiro, no seu cheiro... beijinhos Eu: - Beijoss Cortei a videochamada e senti um calor indescritível entre minhas pernas, preferi me acalmar pra dormir CONTINUA...
- É... caiu demais em você!
- Ele passava mais um pouco de geleia entre meus peitos e meu pescoço e se dedicava a limpar com a língua e a boca.
- Vou ter que te levar pro quarto pra te limpar bem direitinho...
Eu:
- Cê acha??
Eze:
- Siiim... acho que também tem dentro da sua calcinha e vou ter que te limpar inteira...
Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto, e na outra mão levava o pote de geleia.
Tirei minha camiseta e ele a dele, só soltei meu sutiã sem tirar de vez e ele afundava a boca entre meus peitos e me deixava ainda mais doce. Tirei o sutiã e a boca dele coberta de doce começou a lamber, chupar e saborear meu peito duro, depois o outro. Eu me contorcia na cama de prazer, apertando os lençóis e gemendo sem parar. Ele passou no meu ventre e a língua dele desceu devagar, e a boca foi comendo lentamente tudo o que ele tinha deixado, e eu estava segurando meu primeiro orgasmo pra não gozar, e tinha a sensação de que minha buceta ia explodir no momento em que ele colocasse a boca, o dedo ou o pau ali.
Primeiro ele aproximou a boca, ergueu minhas pernas sobre os ombros dele, enquanto o queixo dele ficava na altura da minha bunda e a língua entrava e saía sem parar, sem me deixar me acomodar. Ele aproximou a mão e brincava com um dedo e a língua, era um combo que ia me fazer gozar a qualquer momento. Ele enfiou três dedos e esfregava devagar mas freneticamente, quando eu não aguentei mais e minhas unhas tentando rasgar a cama, minha respiração ofegante e minhas pernas tremendo anunciavam que eu ia gozar na boca dele.
Eze:
- Mmmmmmmmmmmm... Fran... pelo amor de Deus... que delíciaaaa... ufffff...
- quando ele terminou de lamber tudo - Cê tava bem quentinha, meu amor?
Eu:
- Sim... sim...
Eze:
- Deixa eu me ajeitar e agora vai ser ainda mais especial...
Eu:
- Mas cê me deixa fazer alguma coisa?
Eze:
- Claro... Faz o que quiser comigo!
Ezequiel se ajeitou no meio da cama, a uns 45°. com as almofadas, desci da cama e subi de novo e fui acariciando as pernas dele com cada mão bem devagar e ele já respirava um pouco mais agitado e fechava os olhos e fui de joelhos me aproximando do corpo dele e continuei acariciando devagar e notei que na cueca dele aparecia a ponta do pau e brincava com meus dedos entre as pernas dele e na virilha e ele voltava a gemer mais forte. Toquei por cima do tecido da cueca dele e apertei o pau dele e ele gemeu bem forte, abaixei tudo e fiquei olhando fazendo memória do que era o do Blas, o do Ezequiel parecia bem maior e mais grosso. Acariciava devagar com minha mão que nunca tinha tocado nem feito uma masturbação num homem, eu acariciava, ele ao me ver pegou minha mão e fazia ela subir e descer devagar segurando firme mas suave, não aguentei aquela vontade de sentir na minha boca como uma vez vi meus pais transando e fazendo sexo oral entre eles. Enfiei minha boca na ponta daquele pau que estava bem duro, de novo o Ezequiel ao perceber que eu não sabia me disse Eze:- Fran, linda... põe seus lábios no meu pau ou passa a língua, quer fazer assim ou...? Aproximei minha boca e com a língua brincava com o pau dele, lambia devagar, entre as bolas, ele quase não tinha pelos, era incrível pra sentir tudo, ele me acariciava e nos olhamos, ele pôs o dedo nos meus lábios e me aproximou de novo minha boca do pau dele e eu enfiei e ele começou a mexer minha cabeça devagar, enquanto ele ofegava mais forte, parecia que não ia caber inteiro na minha boca mas quando via que eu não aguentava, tirava minha boca, de tão quente de me mexer e sentir minha boca ali no pau dele Eze:- Fran... ai Fran... vai sair... vai sair... quer continuar chupando e eu gozo na sua boca ou quer ver como eu gozo? Eu:-Quero te ver fazendo! Eu me afastei um pouco, ele pôs a mão e massageou um pouco enquanto gemia sem parar até que veio o gemido tremendo dele Eze:- Aaaaaaiiii... aaaaaiiiiii... do pau dele Saíam muitos jatos fortes e potentes de semen que iam até a barriga dela, quase chegando no peito. Fiquei olhando, e o Eze estava quase se levantando quando me aproximei e dei uma lambida no peito dele do primeiro jato que saiu. Nunca tinha provado e gostei. Continuei passando a língua e tirando tudo aos poucos, e no final passei a língua no pau dele, que parecia relaxado. Ele me acomodou sobre o peito dele e me beijou, me beijou de um jeito mais apaixonado do que das outras vezes, nossas bocas abertas e as línguas se chocando e brincando. Minha mão pousou no peito dele e eu acariciei, senti que com nossos beijos e minhas carícias o pau dele estava endurecendo de novo.
Eze: - Ai Fran... foi lindo te ver engolindo tudo... mas quero te comer... quero colocar a camisinha de novo e te sentir de algum jeito que eu tô dentro de você!
Eu: - Você gosta de transar assim, comigo?
Eze: - Claro... porque quero te cuidar e respeito sua decisão de não fazer assim à toa. E não é porque eu tenho alguma coisa ou acho que você tem, nãoooo... mas não quero que, por um descuido ou um acidente, te engravidar e a gente tenha que largar nossas liberdades pra criar uma criança... isso eu não quero.
Eu: - Nisso a gente pensa igual...
Eze: - Porque nós dois somos maduros e queremos construir nossas vidas, embora eu queira te ter pra sempre na minha e fazer mil coisas juntos; ser um casal sério, trabalhar juntos, tirar férias juntos, viajar, nos dar nossos mimos e aproveitar um ao outro.
Eu: - Siiim, é verdade e é isso que eu quero!!
Eze: - Então... vou me lavar e já volto pra mais!
Ele foi pro banheiro e eu me acomodei na cama, e de novo começa a ventar e umas gotas de chuva começam a cair. Ele volta do banheiro pronto, até com um pouco de desodorante que tinha passado nas axilas. Ao me ver olhando pro teto,
Eze: - O que que tem, meu amor? Você tem medo de tempestade?
Eu: - É que... quando era criança sempre tive muito medo, principalmente quando tava dormindo a primeira noite sozinha na minha cama. porque às vezes eu ia dormir com meus pais, mas com o Guille, que ficava do lado da mamãe, porque ele mamava e eu no meio deles, já não tinha lugar e meu pai me levava de volta pra minha cama e naquela noite que teve tempestade, eu tava com tanto medo que não me levantei e fiquei um tempão ouvindo os trovões, a chuva e o vento fortíssimo. Chorei e chorei, até que meu pai veio e deitou comigo e lembro que naquela noite ele dormiu na minha cama me abraçando... Eze:- E então? Eu vou fazer o mesmo, meu amor... vou te abraçar, vou te ter nos meus braços e vou te proteger das tempestades. Vem cá! Deita aqui no meu peito e eu cuido de você assim, sempre! - A gente continuava pelado e eu sentia uma sensação de tranquilidade em estar assim com ele. Ele acariciava meu cabelo, me dava beijos e me apertava mais contra ele, eu sentia que o pau dele tava endurecendo, porque minha perna se entrelaçou na dele e quando eu me mexia, roçava nele - Mmmmmmmmm... Fran... fica quietinha... se você quer que eu te proteja da tempestade Eu:- É que eu gosto de esfregar!- sorri olhando nos olhos dele Eze:- O que acontece... é que você vai acordar a fúria de outra coisa que vai te pegar pior que uma tempestade! Eu:- E eu tenho que ter mais medo disso do que da tempestade? Eze:- É que se cair um raio, eu não quero que você se assuste e faça tremer o chão, mas se desatar esse outro ciclone... vai fazer tremer a cama! Eu ri. Ele me dava beijos com mordidinhas suaves pelo meu corpo enquanto eu me acomodava em cima dele, com as mãos apoiadas na cama, me movendo devagar e sentindo como ele tava duro de novo, encostando bem na entrada da minha buceta molhada que tava ali, bem pertinho. Quando me endireitei, ele amassava minhas tetas que tavam bem duras como um desesperado Eze:- Ai Fran... pelo amor de Deus... eu amo suas tetas... pelo amor de Deus... Eu:- Você gosta muito delas? Eze:- Ufffff... elas me enlouquecem... adoro apalpar elas assim... Eu:- E eu gosto que você faça o que quiser com elas... são suas! Eze:- Mmmmmmmmmmm... são minhas?? Eu:- Siiiii são somente tuas... Eze:- Aiii meu deus... me deixa fazer algo com elas?? Eu:- Siiim... o que você quiser!! Eze:- Desce bem devagar até suas tetas ficarem no meio da minha pica - fui roçando todo o peito dele, me dando um calor indescritível, minhas tetas bem durinhas e minha boca ia beijando e passando pelo peito dele, depois pela barriga e ao chegar ali com a pica dele duríssima, ficava brincando, passando elas de um lado pro outro, balançando de cima pra baixo - Ai meu deus Fran... ai meu amor... Eu:- Você gosta?? Gosta disso?? Eze:- Ai meu amor... aiiii... chupa um pouco ou brinca com seus lábios... mmmmmmmmm Eu passava meus lábios pela pica dele que parecia que ia explodir, tava muito dura, dava pra ver as veias saltadas mostrando o tesão que ela tava causando nele Eu passava meu queixo e tive uma ideia, acariciar as bolas dele com minhas tetas e minhas mãos Eze:- Ai Fran... mmmmmmmmmmm... ai... aaaaahhhh mmmmmmmm... se você continuar assim eu vou gozar... ai vou gozar... - Ele fechou os olhos e tava muito ofegante quando me avisa - Vou gozar... ai meu amor... vou gozar... Eu coloquei minhas tetas em cima da pica dele e ele começou a soltar jatos de porra e quando ele abriu os olhos, não conseguia acreditar; me viu passando os dedos, chupando tudo que tinha saído e o que ficou ali na ponta da pica dele. Ele se jogou em cima de mim pra me beijar Eze:- Pelo amor de Deus Fran... isso é um sonho pra mim... você realizou minha fantasia desde aquela primeira vez que a gente se beijou, que eu te tive no meu carro e acariciei sua teta linda por baixo da sua roupa Eu:- E você gosta que eu brinque assim?? Eze:- Siiim... quero que a gente faça as mil e uma coisas que você imaginar. Vamos fazer o que você quiser, minha linda... Eu:- E não sei se vai dar tempo, mas eu quero... Eze:- O que você quer? Eu:- Primeiro quero ver as horas pra te falar, senão fica pra próxima, quando você for me ver! Eze:- E são... 11:45... Eu:- Então fica pra próxima vez que eu te ver Eze:- Vamos, linda... me conta o que você queria fazer? Eu:- Vou me limpar e me trocar pra voltar... não... não te esquece que às 13h30 ou antes eu tenho que, a gente tem que estar no aeroporto, ééé, eu e meu pai. Eze: -Sim, sim, love... eu sei... quantas horas de voo vocês vão ter? Eu: - E se não me engano são umas quatro horas ou mais, porque tem conexões, algo assim. Dei um beijo carinhoso nos lábios dele, peguei a toalha e fui pro banheiro pelada e com meus itens de higiene. Ao sair, vejo que ele já tinha trocado de roupa e estava ajustando a camiseta, e vi que ele estava com algo na mão. Eu: - O que você tá com aí? Eze: - É... é a fronha do travesseiro que você usou e ficou com seu perfume... e tomara que seu cheiro dure aqui comigo por todo esse tempo que eu não vou estar com você. Eu: - A gente vai falar ou se mensagear todo dia, eu te prometo. Assim que eu me livrar do estúdio ou da escola, eu te escrevo. Eze: - E à noite? Você me promete que a gente vai conversar por chat online ou por videochamada? Eu: - Claro que sim... Eu estava terminando de me pentear quando ele se aproxima e acaricia meu cabelo e me abraça. Eze: - Vou sentir tanta sua falta, linda... mas saiba que vai ser muito, muito... Eu: - Ai, Eze... eu te amo. Obrigada por esses dias. A verdade é que eu não acreditava que viveria um momento assim com alguém. Você foi um grande cavalheiro e super atencioso em tudo. Sempre vou ser grata a você! Já tô pronta, vamos? Eu: - Sim, love... vamos. O Ezequiel levou minha mala pro carro, eu peguei minha bolsa, guardando meu celular, tendo em mãos meu passaporte, minha passagem e meu documento. Olhei ao redor, sorri e pensei: "Vou sentir tanta falta desse lugar, tomara que não demore pra voltar..." Eze: - Vamos, linda? Já deixei o carro ligado... Eu: - Sim, sim... tô indo. Ele abriu a porta pra mim, subi e ele também subiu e nós dois fechamos as portas ao mesmo tempo. Ele colocou o player em umas faixas de baladas lentas em inglês, começou a tocar a música do Elton John "Sacrifice". Eze: - Se você não gostar... pode mudar... Eu: - Sim, sim, eu gosto... porque eu tô estudando inglês! Eze: - Ah, é?? Alguma vez você já teve que traduzir uma música? Eu: - Não, não... a gente já traduziu uns contos, romances e algum diário. As músicas... faço elas para me motivar Eze:- Nossa, a verdade é que você é surpreendente... Ao chegar na cidade, recebi muitas mensagens Eze:- Parece que você foi embora por 10 dias! Eu:- Por que você diz isso?? Eze:- Pelo seu telefone Eu:- Ahhh pra mim é o dia todo, se não são minhas amigas, são meus pais, se não os colegas do instituto, colegas da escola ou colegas de hóquei Eze:- Ahhhh... você não me contou que jogava hóquei! Eu:- Uy, desculpa, eu jogo hóquei sim, também vou ao instituto pra reforçar meu inglês que tenho na escola e às vezes me ausento pra acompanhar meu pai nas reuniões dele Eze:- A verdade é que você me surpreende!! Eu tô com minhas aulas na universidade, todo o tempo livre eu intercalo com o estudo e correr atrás do meu velho. E não, eu não faço esporte, só equitação com meus cavalos, embora uma vez alguém me ofereceu pra praticar polo, mas eu recusei Eu:- Por quê? Eze:- Porque é arriscado! Se você cair naquela velocidade do cavalo, não sei se sobrevive Eu:- Ahhhhh... então não... melhor algo tranquilo como a equitação Eze:- É, pode ser que sim... verei mais pra frente, principalmente por causa do tempo... - Meu celular tocou, ao ver que era o Blas, cortei- O que foi? Quem era?? Eu:- Era o garoto com quem eu terminei- e ri- quer dizer, com quem me encontrei na festa do pijama Eze:- E tinha um garoto na festa do pijama? Eu:- Não, não, amor. Como te contei, foi uma desculpa pra irmos pra festa que o amigo de uma amiga organizava e foi lá que conheci o Blas Eze:- Ahhhh tá bom... uffffff estamos chegando... tentei vir devagar pra demorar a chegar aqui... Eu:- E você vai me acompanhar? Eze:- Claro que sim... vou com você até o momento em que você pegar seu avião Eu:- Tá bom, vou ligar pro meu pai Peguei meu celular de novo, ignorei as mensagens do Blas e liguei pro meu pai, ele não atendeu, deixei uma mensagem "Oi papai... cadê você? Tô com o Eze no aeroporto, indo fazer o check-in. Te amo" Ao terminar de gravar, descemos do carro, ele pegou minha mala e fomos caminhando até a porta. Me toca de novo e era uma mensagem do meu pai "Oi meu amor, estou na cafeteria te esperando, na mesma que a gente esteve quando aterrissamos" Eu:- Meu pai está na cafeteria, fica perto daqui? Ele:- Sim sim, fica a poucos metros, a cafeteria do bar, cê tá falando?? Eu:- Sim sim... essa, a gente tomou um café com meu pai quando aterrissamos no primeiro dia!-Começamos a andar Eze:- Ahhh sim sim... conheço. Uma vez quando fomos pro Brasil visitar meu irmão, a gente parou mas pra lanchar antes da viagem... já chegamos, acho que ali tá seu pai!! E eu acenei com a mão e ele respondeu meu cumprimento e um sorriso fazendo o gesto de a gente se aproximar Fomos até ele, cumprimentamos Eu:- Oi papai Papai:- Oi minha pombinha- dei um beijo na bochecha dele Eze:- Oi Seu Martin... Papai:- Oi querido Eze- eles apertaram as mãos- querem me acompanhar e pedir alguma coisa? Eu:- Eu quero um misto quente e um suco Papai:- Ok, amor e você Eze? Quer algo?? Eze:- Não, não tá bom... obrigado, é muito gentil! Pouco depois trouxeram meu pedido e eu olhava pro Ezequiel que não tirava os olhos de mim e sorria Terminamos e ouvimos pelos alto-falantes o anúncio do nosso voo Ezequiel insistiu e pagou nosso pedido. Fomos andando até o embarque, eu fiz o check-in primeiro, enquanto meu pai passava eu fiquei com o Ezequiel, abraçados enquanto conversávamos: Eze:- Você não sabe o quanto vou sentir sua falta, minha linda Eu:- E eu a sua... também vou sentir muita, muita falta... mas falta menos... falta menos pra gente se ver de novo Eze:- Sim... mas vai ser muito difícil voltar pra casa sem você, amor... Eu:- Logo, muito logo talvez eu volte e a gente passe muito tempo junto! Eze:- Tomara que seja assim... Eu te amo! Eu:- Eu te amo!- ele me beijou, me beijou suave e continuou o beijo mais longo e com as mãos segurava meu rosto Ouvimos meu pai chegando, ele me soltou um pouco e voltou a me beijar mesmo com meu pai presente, me beijou de novo Papai:- Já tô pronto... bom, tchau Ezequiel Eze:- Tchau Seu Martin... com certeza a gente se vê logo Papai:- Perfeito!! Te esperaremos. Na nossa casa você será muito bem-vindo! - Ezequiel ia estender a mão e meu pai deu um abraço forte nele, ao soltá-lo, deu uma palmada nas costas dele - Vamos, filha? Eu: - Sim, sim, pai... tchau, meu amor... te escrevo quando aterrissar - dei um beijo carinhoso e rápido no Eze - Boa viagem. Te amo, linda... Eu: - E eu te amo também Subimos no avião e eu ia de cabeça baixa sem dizer uma palavra, meu pai ia na minha frente, procurando os assentos Pai: - A verdade é que parece que você foi meu amuleto da sorte porque essa viagem foi incrível, consegui que assinassem os acordos quase sem ler porque você sabe que eu te contei que muitas vezes eles enrolam, leem e releem a mesma coisa, pedem tempo ou que seja em outro momento... - (Houve um anúncio pelos alto-falantes enquanto ele se acomodava e apertava o cinto) - e como eu estava te dizendo, você foi de grande ajuda, meu amor - Eu olhava pela janela com os olhos cheios de lágrimas e sem dizer uma palavra, ouvi que estávamos prestes a decolar - Linda... você precisa apertar o cinto! Fran, filha... Eu: - Sim, sim... já estou fazendo - com tantas lágrimas nos olhos eu custava a colocar, até que consegui e me recostei no ombro dele, ele me acariciou e me deu um beijo Pai: - Fica tranquila, meu anjinho... ele logo vem e vocês ficarão juntos. Além disso, esse garoto vale a pena, assim como eu te disse, ele foi como eu fui com sua mãe e... - me apertei no peito dele e chorava em silêncio - fica calma - ele me beijava na cabeça - o importante é que você conheceu um amor verdadeiro e sincero, amor... pensa nisso, filha... Secando as lágrimas, me endireitei e fui relembrando tudo de lindo que aconteceu nesses dias, foi uma prova de que o Ezequiel me ama, dormi um pouco no ombro do meu pai ou às vezes ficava encostada na janela olhando e acabava dormindo Depois de umas quatro horas de viagem, chegamos no aeroporto de San Luis. Fomos pegar nossas malas e estava minha mãe com a Guillermina, como nunca, assim que as vi, saí correndo e abracei as duas Eu: - Mãe... Guille... senti saudades de vocês Guille: - Oi Fran... eu também. A casa não é a mesma sem você... Mamãe: - Ai Fran... Filha... Como é que foi? Fran: - Bem, bem, muito bem... com tudo deu tudo certo e... - ao olhar para a área de espera, vi o Blas parado olhando os painéis de chegadas e partidas. Eu coloquei o capuz da minha jaqueta e os óculos que a mamãe tinha me dado, e caminhamos os quatro juntos até o carro. Mandei uma mensagem pro Ezequiel dizendo que a gente tinha chegado bem. Chegamos em casa, entramos com as malas. Eu levei a minha pro meu quarto e o papai foi meio bravo pro quarto dele e da mamãe. Pouco depois, ouço baterem na porta. Eu: - Pode entrar... - eu tava sentada no chão com a minha mala separando as roupas, a Guillermina aparece - Oi Guille... o que aconteceu? Guille: - Queria saber como foi e... o que houve entre o papai e a mamãe? Eu: - Foi muito bem, o papai disse que saiu tudo certinho e sobre a discussão deles... nem ideia... às vezes eles têm essas brigas, mas a gente já sabe que logo tão tudo melosos de novo - eu ri Guille: - Ai que nojo... Eu: - Ai Guille... é normal num casal! Brigar e voltar a ficar juntos Guille: - Ahhh.... e o que é isso que você tem aí?? Ai Fran... - ela pegou e olhou o vestido de praia e viu a capelina - o papai te comprou isso?? Eu: - Não, não... Guille: - Ai Francesca... não acredito que você comprou sozinha! Conheço o papai, com certeza ele te comprou tudo... e o que é isso? Eu: - Para, mocinha... não mexe nas minhas coisas Guille: - O que é isso??? É um biquíni... ai mas... olha que coisa... é lindo... Eu: - Tá, tá, sim... espera que tenho uma coisa pra você, uma lembrança de Punta del Este, fecha os olhos, estende as mãos - eu tinha uns tickets e uns papéis de bala, coloquei tudo na sacola de papel e entreguei pra ela - pronto, já pode abrir... - eu sorri Ela abriu toda animada quando viu a minha pegadinha Guille: - Ai Francesca, você é uma sem-vergonha... te odeiooo Eu: - Paraaaa... mocinha... te trouxe uns chocolates e uma lembrancinha bonita. Espera eu achar... Guille: - Mas então o papai te Comprou isso? Eu: - Não, não... é que no Uruguai conheci o filho de um dos investidores e... ele me convidou pra conhecer e me deu tudo isso Guille: - Um velho?? Eu: - Noooo boba... tô te falando o filho, olha... - Mostrei uma foto que estava junto com ele - viu?? Guille: - Ahhhhh... e?? Eu: - E?? O quê?? Guille: - Ele te pediu em casamento? Eu: - Não, não... só saímos algumas vezes... Guille: - Já te fisgaram! Eu: - Para de falar assim! Ezequiel foi muito atencioso comigo Guille: - E quem é aquele cara que a mãe disse que encontrou na rua? Tem outro namorado também?? Eu: - Isso não te interessa bobinha... me deixa em paz... As duas ouvíamos os murmúrios dos nossos pais brigando, eu não aguentei mais e fui até o quarto deles Bati na porta e não ouvi resposta, decidi abrir pra entrar Eu: - Mãe? Pai? Com licença... Entrei e vi a mãe parada igual daquela vez que me mostrava o segredo escondido naquela caixa e meu pai parado olhando Ao descer aquela caixa, ela abriu e mostrou o que tinha dentro Mãe: - Viu, Martin?? Gaston me deu esse dinheiro, eu nunca toquei num centavo achando que era dinheiro sujo, dinheiro que tivesse roubado de alguém... então preferi guardar pras nossas filhas - Dava pra ver todos os maços, nunca soube quanto tinha ali, mas era bastante porque era uma caixa grande Pai: - Chega Anabella... chega... você me escondeu isso por anos... eu não acredito mais em nada do que você fala... e por que ele te deu esse dinheiro?? Pra te calar de me contar a verdade que você e esse lixo mataram minha mãe?? Mãe: - Shhhhhhh... não fala isso! Pai: - É a verdade... você e esse cara pra mim são a pior escória... Veio também a Guillermina com o olhar triste ao ouvir o que tinham falado Guille: - O que aconteceu? Mãe: - Nada... nada Guille... Pai: - Sim, acontece, Guille. Chega, Ana... chega de esconder tudo! Sua mãe e outro cara mataram de tristeza a vó Lourdes! Guille: - Isso... isso é verdade mãe?? Mãe: - Eu não fiz isso... eu não fiz isso... Eu: - Pelo amor de Deus pai... chega... já chega... não tô defendendo que ela te tenha enganado e talvez tenha tido ou não a ver... mas por favor... conversem e deem uma resposta melhor pra Guillermina... é um balde de água fria pras duas. Papai:-Me impressiona que você esteja tão tranquila, Fran... sua mãe já tinha te contado? Eu:-Não, não... eu te ouvi conversando com uma das minhas tias há um tempo, não sei se com a Samanta ou... Papai:-É que passou tanto tempo, que suas tias já me perguntavam por que a gente não se reunia mais e não tive escolha senão confessar a verdade pra elas... elas amam vocês e só vêm pra ver vocês... mas com a sua mãe, elas têm tanta dor e raiva que prefiro que a gente não se reúna porque sei que qualquer comentário ia soltar uma bomba-relógio pra explodir a qualquer momento... Guille:-E por isso vocês ficam na casa do vô? Papai:-Sim, love... por favor... me deixa falar com a sua mãe... já é demais pra vocês estarem nisso. Mamãe:-Vão fazer o que vocês têm que fazer, meninas! A Guillermina saiu correndo pro quarto dela na hora e eu fui pegar meu celular. Tinha centenas de mensagens do meu grupo de amigas, umas da Natali, do Ezequiel e uma do Blas. Comecei pela do Blas: "Oi Frambu... ainda tô esperando no aeroporto. Que horas é seu voo?" Respondi: "Cheguei há quase uma hora. Tô em casa, se você quiser a gente se vê um pouco na praça do centro, preciso que a gente converse!" "Oi meu amor, que bom que você chegou bem. Amanhã tenho umas reuniões junto com meu pai porque ele precisa de ajuda com aquele projeto que vocês trouxeram e a verdade é que vou gostar de trabalhar e poder fazer videoconferência com você ou seu pai. Te amo muito, linda!" Ezequiel:"Oi love. Que ótimo. Amanhã tenho treino de hóquei, vou pedir pra profe ou alguma das meninas tirar umas fotos, aí te mando. Tô com saudade e mando muitos beijos!" Mensagens da minha amiga Natali:"Frambu... e aí... o que aconteceu no final??""Tô preocupada... tô com dor até no cabelo de tanta ansiedade porque não sei de nada Ei..." "Qual é, Fran... É verdade que você terminou com aquele chato do Blas?? Nossa, ele é insuportável demais!" "Parecia um cara legal, mas no fim era um mala! Mais do que os teus outros pretendentes!" Mandei um áudio: "Oi Naranji... sim, sim, já tô em casa e daqui a pouco vou ver o Blas pra falar com ele e esclarecer tudo. Sim, sim... é muito chato. A verdade é que eu também achava que ele era bom e ainda bem que não fizemos mais nada, eu teria me arrependido. E amanhã na escola ou depois do hóquei, preciso ver vocês pra contar uma coisa... uma coisa muito linda que aconteceu comigo no Uruguai. Beijos... me desejem sorte com o chato!" Peguei a bicicleta e fui pra praça pra ver o Blas. Quando cheguei, ele já tava lá, encostado no carro dele. Blas: - Oi, minha gostosa! Eu: - Oi, Blas - ele tentou me beijar e eu me esquivei - Não, não, não... a gente precisa conversar. Blas: - Mas... o que aconteceu? Por que você quer terminar se a gente tava bem? Eu: - Não posso dizer que me arrependo de ter ficado com você, mas não... não quero ter um namoro com você... desculpa, com você... porque... porque eu não me sinto confortável. Blas: - Por quê?? Por que você tá dizendo isso?? A gente tava bem, tivemos um momento gostoso juntos... eu adoraria ter continuado te comendo assim, sem compromisso... Eu: - Aí tá o problema... eu não... se eu faço algo, quero que seja com proteção. Blas: - Mas você topou naquela noite... se não fosse pela briga que aquele infeliz arrumou... você seria minha, Fran... toda minha... Eu: - Não... não... é por isso mesmo que eu não quero mais nada com você. Não quero me prender a ninguém. Blas: - E eu quero ficar com você! Não consigo viver se você não tá comigo. Vamos, vem comigo... Eu: - Não... não... quero ir pra minha casa. Blas: - Vamos, Fran... me acompanha até em casa e... Eu: - Não... chega, Blas... eu não quero. Tenho que ir pra minha casa e... Meu celular tocou, era o Ezequiel. Nervosa, em vez de atender, recusei a chamada e na hora ele me mandou um áudio: "Oi, meu amor, como você tá?? Tá muito ocupada?? É que hoje eu fiquei olhando umas coisas muito... lindas pra quando eu for te visitar e queria te contar e de quebra te ouvir. Te amo tanto, minha linda" Eu:- Tchau, Blas... tenho que ir... Blas:- Fran... Frambu... por favor... não quero terminar Eu:- Já chega... não, Blas, eu não te amo Blas:- Eu te amo, meu amor... dale... vamos ver isso hoje à noite... Eu:- Não, não... Blas:- Vamos, Fran... o que aconteceu? Conheceu alguém no Uruguai? Se revolveu com um "rebelde"?? Eu:- É a minha vida... não tenho que te dar explicações! Blas:- Você é uma puta! E eu me virei e dei um tapa na cara dele Eu:- Não chega mais perto de mim... tchau, imbecil! Fui embora de bike, enquanto ele gritava: Blas:- Francesca... não vai ser fácil se livrar de mim... te juro que vou estar sempre aqui e você vai voltar me pedindo perdão... Voltei correndo pra casa e meu pai estava lá fora me esperando Pai:- Onde você tinha ido, minha pombinha? Eu:- Tinha que resolver uma coisa... o que rolou entre você e a mamãe?? - Enquanto eu levava minha bike pra garagem e ele fechava o portão Pai:- Ela me jura e me rejura que não viu o cara de novo desde aquela vez, há vários anos... ela não teve contato com ele. É verdade que você que o contatou? Eu:- É que... eu me lembrei quando vi que ele me mandou uma solicitação e ao ver uma foto do perfil dele, ele estava sorrindo e me fez lembrar de alguém que eu conheci e você sabe bem que sou eu que lembro de todas as caras das pessoas... Lembra da nossa viagem pra Córdoba, que um senhor grande, bem gato, com um tom de voz peculiar te cumprimentou e ele era um colega ou um investidor de lá? Você já nem lembrava!! Ainda bem que eu te falei e você lembrou rápido Pai:- Ahhh sim sim sim... emmm, Josecito... Eu:- Não... Luis!!! Pai:- Aaaahhh siiiim... Luisito... - ele riu - ainda bem que tenho você aqui, tão ligada e esperta comigo, meu amor!! E continua me contando sobre o lixo Eu:- Ai, pai... não fala isso... Pai:- Tá bom, do senhor lixo! - Eu sorri e nós dois entramos e a mamãe com o Guille estavam na sala. Ela estava com a cabeça apoiada nas pernas da mamãe, enquanto a mamãe a acariciava e acalmava. Pra conseguir colocar um pouco mais de calma na nossa casa, eu propus:
- Vamos jogar apalavrado?
Mamãe:
- Sim, siiiim...
Papai:
- Sim, eu topo... vai Guille, joga... se companheira comigo!
Guille:
- Tá bom, papai...
Ficamos um tempinho jogando em dupla e o papai ganhou com a Guille. A mamãe levantou pra colocar no forno umas empanadas de carne e de legumes que ela já tinha prontas. Sentamos nos sofás bem mais relaxados enquanto conversávamos sobre coisas variadas e, quando as empanadas ficaram prontas, eu e a mamãe levamos pra sala. Sentamos os quatro no sofá maior e a primeira a terminar foi a Guille, ela deu um beijo em todo mundo e foi pro quarto dela dormir. Eu tinha ficado no meio dos dois e me levantei, levei uns copos com suco de toranja que a minha mãe tinha espremido.
Papai:
- Obrigado, love..
Mamãe:
- Obrigada, filha.
Papai:
- Foi você que fez? - falando com a mamãe
Mamãe:
- Foi, foi... Hoje preparei tudo porque sei que você gosta e...
Papai:
- Obrigado...
Teve uma faísca no olhar dos meus pais e eu preferi me despedir antes de ver eles fazerem algo que eu já sei que poderia acontecer.
Eu:
- Bom proveito... vou dormir...
Mamãe:
- Obrigada.. descansa... até amanhã.
Papai:
- Até amanhã, anjinho.
Enquanto eu ia pro banheiro, escutei uns murmúrios e risadinhas cúmplices entre eles. Quando saí, não escutava nada e, ao olhar, vi que estavam se beijando. Fui pro meu quarto e olhei meu celular, tinha mensagens do Eze: "Oi love meu... já tá deitada?" "Te liguei mais cedo e você não atendeu, tá tudo bem aí?" Na hora liguei pra ele.
Eu:
- Oi, love.
Eze:
- Oi, princesa da minha vida... como você tá, bebê??
Eu:
- Bem, bem... aqui já me trocando pra dormir... e... espera que eu pego os fones.
Eze:
- Te espero, meu love, adoraria fazer uma videochamada pra te ver e ver como é o seu lugar!
Eu:
- É que... mais do que tudo é... por... aqui estão... é que meus pais parecem que vão ter uma revanche...
Eze:
- Quê? Que que foi? Eu: - Quando eles voltaram, foram pro quarto deles discutir aquilo que meu pai descobriu e, bom, nós duas contamos a verdade... a mais afetada foi minha irmã e agora... como sempre acontece depois das brigas deles, tem reconciliação e... aii... meu deus... mesmo com o fone de ouvido, eu escuto eles... Eze: - Ainda tão discutindo? Eu: - Não, não... tão fazendo um tratado de paz ou uma guerra de paz! - eu ri, trocamos a ligação por videochamada Eze: - Aaah bom... e como você tá, meu amor? Eu: - Agora muito mais relaxada e mais tranquila que a verdade veio à tona... Eze: - Tô te vendo linda... me olha... uff que linda você tá Eu: - E você também... cê tá na sua casa? Naquele lugar onde a gente ficou?? Eze: - Siiim... com o silêncio da noite, sentado lá fora enquanto falo com você! Eu: - A verdade é que eu me diverti tanto com você! Eze: - Eu também, a verdade é que essa casa eu ia vender mas agora não... nem louco vendo onde passei uns dias espetaculares com você, meu amor... e como tá tudo com aquele cara daí? Eu: - Hoje fui vê-lo e deixei bem claro minha posição... ele é realmente uma merd... de pessoa Eze: - Por quê? O que aconteceu? Eu: - Porque eu disse que não queria mais ficar com ele, ele me perguntou se eu tinha dormido com alguém aí no Uruguai, eu disse que era assunto meu e ele me gritou que eu era uma put... Eze: - No dia que eu for aí, eu mato ele! Eu: - Não, não, não... já não vai ser necessário Eze: - Siiim... vou dar um corretivo bem dado pra ele nunca mais chegar perto de você. Eu vou te cuidar sempre, meu amor... sempre, sempre. Eu: - Obrigada, amor... tô com sono... amanhã tenho que acordar cedo. Eze: - Tá bem, linda... tenha uma boa noite e descanse. Te amo Eu: - E eu te amo também... você também descansa! Eze: - Vou tentar... vou dormir abraçado no seu travesseiro, no seu cheiro... beijinhos Eu: - Beijoss Cortei a videochamada e senti um calor indescritível entre minhas pernas, preferi me acalmar pra dormir CONTINUA...
1 comentários - Frambu e seu coquetel da vida X