Quando convidei o Daniel, nunca imaginei que, de uma tacada só, ele ia jantar, beber e bater papo com a gente, brincar com meus dois filhotes e ainda comer a Claudia, minha esposa, e muito menos que eu ia testemunhar tudo, praticamente do começo até o orgasmo.
Depois de um bom tempo, a gente se encontrou num evento de empresa e, quando acabou, fomos tomar um café pra colocar a conversa em dia sobre nossas vidas.
A gente foi colega de trabalho e se via fora do expediente também, por vários anos. Ele me disse que tava sozinho na cidade (Buenos Aires) porque a família tinha viajado. Sugeri um jantar em casa, depois de ligar pro celular da Claudia pra ver se ela tinha alguma objeção. Ela não tinha. Pelo contrário, ficou feliz com a chance de rever o Daniel.
Pra não encher de detalhes que não interessam pro que quero contar, vou dizer que a reunião na minha casa foi super agradável: aperitivo, conversa, jantar, brincadeiras com os pequenos até a Claudia levar eles, reclamando, pra cama. Mas, e isso foi crucial pro que aconteceu, enquanto a gente, os três adultos, tomava um café que já devia ser o fim do encontro, meu celular tocou. Dois engenheiros de suporte pós-venda da empresa tavam metidos numa emergência de TI num banco, um dos clientes mais importantes e problemáticos, com contrato de assistência urgente (7 dias por 24 horas, com 4 horas pra chegar no local). Eles não tavam conseguindo resolver nada. Depois de me contar o que tava rolando e o que já tinham feito, se declararam perdidos. Muito contrariado, por causa da hora e da distância (minha casa fica a quase 40 km do cliente), decidi ir ajudar eles.
O Daniel agradeceu a noite, se despediu e foi embora uns minutos antes de mim.
Uns 15 a 20 minutos depois, já no caminho pro banco, recebi uma ligação da minha esposa:
– Cê tem ideia de quanto tempo vai demorar?
Estranhei a pergunta porque não era comum nela. Respondi que não fazia ideia, mas que não ia ser menos de umas 3 horas. horas.
- Ahhh! Desculpa, querido, mas você não me disse. Assim, se você demorar, eu não me preocupo.
Foi muito menos de 3 horas. Segundos depois, recebi o aviso de que os dois “caras” tinham resolvido o problema. Enquanto ouvia o relato dele, com o fone “viva-voz”, retomei o caminho de volta. Ao chegar em casa: surpresa!
O carro do Daniel, inconfundível porque é uma caminhonete 4x4 fabricada no México (tem pouquíssimas em circulação no País), estava estacionado na esquina da minha casa, como quem quer passar despercebido pelos vizinhos. Aí lembrei da ligação da minha esposa, tive um pressentimento e não me enganei.
Passei direto na frente da minha casa, deixei o carro na esquina seguinte e voltei sobre meus passos.
Silenciosamente, entrei pela garagem que dava no jardim dos fundos da casa. Escondido entre as árvores, arbustos e a escuridão da noite, me posicionei de modo a ver claramente o que acontecia dentro de casa, mais precisamente, na sala que estava toda iluminada. Pela janela, escancarada e com as cortinas abertas como tínhamos deixado pra facilitar a passagem nossa e dos meninos, da sala de jantar pro jardim e vice-versa, vi com clareza que a Cláudia, apoiada no sofá, semi-nua, estava se beijando e se acariciando com o Daniel, e que estava se divertindo pra caralho. Ele acariciava ela, ela fechava os olhos satisfeita, murmurava de prazer com as mãos dele nos peitos, nas pernas, na buceta e na bunda dela, sem pressa nem pausa; achavam que tinham o mundo inteiro pela frente. De repente, ele tirou a calcinha dela e se livrou da cueca dele rapidinho, manobrou pra colocar uma camisinha e se ajeitaram no sofá, a Cláudia deitada, ele entre as pernas abertas dela. Pareceu ter um pouco de dificuldade pra penetrar ela (pelo que eu vi, o tamanho da rola dele não era o problema), mas foi mais pra fazer ela ficar com vontade e começou a meter e tirar. Quase na mesma hora, os dois ficaram super excitados... ela, de olhos fechados, Olhos no rosto dela desenhando um prazer intenso, as pernas, encolhidas em posição fetal e abertas ao máximo pra receber ele melhor, ela gemia e gemia, suspirava, gritava e soltava monossílabos e frases entrecortadas de gozo; ele por cima, empurrando e recuando, acompanhando com gemidos os movimentos. Ficaram se curtindo ao máximo alguns, vários, minutos até que vieram as últimas investidas, acompanhadas de uns gemidos e uns tremores que anunciavam que ele tava perto de deixar todo o leite dele dentro, no látex na real, da caverna incendiada da minha esposa que, deixou claro, também tinha chegado ao clímax: ela gritou bem alto. Daniel tinha dado até o limite das forças dele, agora ficou descansando, longamente, sobre a barriga dela, sobre o peito dela. Ficaram parados os dois. Claudia parecia relaxada, totalmente satisfeita com o tratamento que recebeu.
Eu tava em choque e, coisa inacreditável, com uma ereção monstruosa. Não sabia o que fazer. Por fim decidi "ficar na minha".
Daniel, que tinha voltado com toda a intenção, assim que eu saí, não tinha estuprado minha mulher. Ela se entregou com todo entusiasmo e não disfarçou o prazer que sentia enquanto tava sendo "empombada". Mais ainda, pela facilidade, naturalidade, desenvoltura, mútua, no amasso erótico antes da penetração, tô convencido de que não era a primeira vez que transavam. Se conheciam bem nessa situação e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo.
Vi como se separavam depois de um novo beijo obsceno, tinha mais língua que lábios.
Daniel se levantou e se vestiu em silêncio, ela passou a mão no volume dele por cima da calça, ele deu um tapão na bunda dela, um último beijo e saiu. Eu, deixei passar uns minutos e fiz o mesmo, por onde tinha entrado. Claudia, durante o tempo de vantagem que dei pro amante daquele dia, aproveitou pra fechar a janela, correr as cortinas e apagar as luzes. Com certeza foi tomar um banho pra se limpar e, de quebra, descer. do todo, o nível da excitação dela.
Quando voltei “oficialmente” uma hora e tanto depois, encontrei ela dormindo como um anjinho. Não sei se foi minha imaginação: nos lábios dela me pareceu ver desenhado um sorriso largo.
Depois de um bom tempo, a gente se encontrou num evento de empresa e, quando acabou, fomos tomar um café pra colocar a conversa em dia sobre nossas vidas.
A gente foi colega de trabalho e se via fora do expediente também, por vários anos. Ele me disse que tava sozinho na cidade (Buenos Aires) porque a família tinha viajado. Sugeri um jantar em casa, depois de ligar pro celular da Claudia pra ver se ela tinha alguma objeção. Ela não tinha. Pelo contrário, ficou feliz com a chance de rever o Daniel.
Pra não encher de detalhes que não interessam pro que quero contar, vou dizer que a reunião na minha casa foi super agradável: aperitivo, conversa, jantar, brincadeiras com os pequenos até a Claudia levar eles, reclamando, pra cama. Mas, e isso foi crucial pro que aconteceu, enquanto a gente, os três adultos, tomava um café que já devia ser o fim do encontro, meu celular tocou. Dois engenheiros de suporte pós-venda da empresa tavam metidos numa emergência de TI num banco, um dos clientes mais importantes e problemáticos, com contrato de assistência urgente (7 dias por 24 horas, com 4 horas pra chegar no local). Eles não tavam conseguindo resolver nada. Depois de me contar o que tava rolando e o que já tinham feito, se declararam perdidos. Muito contrariado, por causa da hora e da distância (minha casa fica a quase 40 km do cliente), decidi ir ajudar eles.
O Daniel agradeceu a noite, se despediu e foi embora uns minutos antes de mim.
Uns 15 a 20 minutos depois, já no caminho pro banco, recebi uma ligação da minha esposa:
– Cê tem ideia de quanto tempo vai demorar?
Estranhei a pergunta porque não era comum nela. Respondi que não fazia ideia, mas que não ia ser menos de umas 3 horas. horas.
- Ahhh! Desculpa, querido, mas você não me disse. Assim, se você demorar, eu não me preocupo.
Foi muito menos de 3 horas. Segundos depois, recebi o aviso de que os dois “caras” tinham resolvido o problema. Enquanto ouvia o relato dele, com o fone “viva-voz”, retomei o caminho de volta. Ao chegar em casa: surpresa!
O carro do Daniel, inconfundível porque é uma caminhonete 4x4 fabricada no México (tem pouquíssimas em circulação no País), estava estacionado na esquina da minha casa, como quem quer passar despercebido pelos vizinhos. Aí lembrei da ligação da minha esposa, tive um pressentimento e não me enganei.
Passei direto na frente da minha casa, deixei o carro na esquina seguinte e voltei sobre meus passos.
Silenciosamente, entrei pela garagem que dava no jardim dos fundos da casa. Escondido entre as árvores, arbustos e a escuridão da noite, me posicionei de modo a ver claramente o que acontecia dentro de casa, mais precisamente, na sala que estava toda iluminada. Pela janela, escancarada e com as cortinas abertas como tínhamos deixado pra facilitar a passagem nossa e dos meninos, da sala de jantar pro jardim e vice-versa, vi com clareza que a Cláudia, apoiada no sofá, semi-nua, estava se beijando e se acariciando com o Daniel, e que estava se divertindo pra caralho. Ele acariciava ela, ela fechava os olhos satisfeita, murmurava de prazer com as mãos dele nos peitos, nas pernas, na buceta e na bunda dela, sem pressa nem pausa; achavam que tinham o mundo inteiro pela frente. De repente, ele tirou a calcinha dela e se livrou da cueca dele rapidinho, manobrou pra colocar uma camisinha e se ajeitaram no sofá, a Cláudia deitada, ele entre as pernas abertas dela. Pareceu ter um pouco de dificuldade pra penetrar ela (pelo que eu vi, o tamanho da rola dele não era o problema), mas foi mais pra fazer ela ficar com vontade e começou a meter e tirar. Quase na mesma hora, os dois ficaram super excitados... ela, de olhos fechados, Olhos no rosto dela desenhando um prazer intenso, as pernas, encolhidas em posição fetal e abertas ao máximo pra receber ele melhor, ela gemia e gemia, suspirava, gritava e soltava monossílabos e frases entrecortadas de gozo; ele por cima, empurrando e recuando, acompanhando com gemidos os movimentos. Ficaram se curtindo ao máximo alguns, vários, minutos até que vieram as últimas investidas, acompanhadas de uns gemidos e uns tremores que anunciavam que ele tava perto de deixar todo o leite dele dentro, no látex na real, da caverna incendiada da minha esposa que, deixou claro, também tinha chegado ao clímax: ela gritou bem alto. Daniel tinha dado até o limite das forças dele, agora ficou descansando, longamente, sobre a barriga dela, sobre o peito dela. Ficaram parados os dois. Claudia parecia relaxada, totalmente satisfeita com o tratamento que recebeu.
Eu tava em choque e, coisa inacreditável, com uma ereção monstruosa. Não sabia o que fazer. Por fim decidi "ficar na minha".
Daniel, que tinha voltado com toda a intenção, assim que eu saí, não tinha estuprado minha mulher. Ela se entregou com todo entusiasmo e não disfarçou o prazer que sentia enquanto tava sendo "empombada". Mais ainda, pela facilidade, naturalidade, desenvoltura, mútua, no amasso erótico antes da penetração, tô convencido de que não era a primeira vez que transavam. Se conheciam bem nessa situação e sabiam o que fazer pra se dar prazer mútuo.
Vi como se separavam depois de um novo beijo obsceno, tinha mais língua que lábios.
Daniel se levantou e se vestiu em silêncio, ela passou a mão no volume dele por cima da calça, ele deu um tapão na bunda dela, um último beijo e saiu. Eu, deixei passar uns minutos e fiz o mesmo, por onde tinha entrado. Claudia, durante o tempo de vantagem que dei pro amante daquele dia, aproveitou pra fechar a janela, correr as cortinas e apagar as luzes. Com certeza foi tomar um banho pra se limpar e, de quebra, descer. do todo, o nível da excitação dela.
Quando voltei “oficialmente” uma hora e tanto depois, encontrei ela dormindo como um anjinho. Não sei se foi minha imaginação: nos lábios dela me pareceu ver desenhado um sorriso largo.
3 comentários - Vendo minha esposa dando
Ver gozar y acabar a nuestra esposa, es algo que te vuela la cabeza, seamos nosotros o no, los que provocamos esos orgasmos en la mujer amada