Oi, gatinhos, tudo bem? Sou, entre aspas, nova aqui no Poringa. Digo entre aspas porque já tinha postado uns contos contando minhas experiências, subido umas fotos e batido papo com vocês, mas tive que me ausentar. Agora voltei pra contar mais umas histórias que vivi, e aqui vai a primeira. Espero que gostem e que se masturbem gostoso enquanto leem o que rolou comigo, e me deixem uns pontinhos e me provoquem, hahaha.
"Já estava tudo organizado. A gente tinha alugado um apartamento na praia com piscina própria, porque o Angel, meu marido, não curtia muito a praia. Em umas duas semanas, assim que eu entrasse de férias do trabalho — sou chefe de departamento numa empresa —, a gente ia pegar o carro e encarar uns 300 quilômetros até nosso lugarzinho dos sonhos. Infelizmente, o Angel tinha acabado de trocar de emprego e ainda não tinha direito a férias, então só podia ficar comigo nos fins de semana. No resto dos dias, eu ia ficar sozinha, tomando um solzinho de boa na praia ou lendo um dos vários livros que tinha na fila. No fim das contas, os feriados de verão iam servir pra eu relaxar e esquecer de vez a vida estressante do trabalho. Só que eu não esperava a ligação que acabara de receber, que virou nossos planos de cabeça pra baixo. — Filha, você sabe como sua tia tá preocupada. O que custa? — insistiu minha mãe pelo celular grudado na minha orelha. — Bom, custa trocar umas férias pra ficar relaxada e curtir meu marido — que já mal dá pra gente se pegar direito no dia a dia — por três semanas tendo que fazer de babá. — Fala como se ele fosse um bebê, mas o Kevin já tem 20 anos. — Sim, mas você sabe muito bem que ele não é nenhum santo. Se a tia quer afastar ele do grupinho de amigos, é por algum motivo. — Olha, Regina, você decide, mas o garoto precisa de alguém que influencie ele pra bem. E ele sempre te admirou pra caralho. Respeito. Você é a prima mais velha dele! — soltou como se aquilo resolvesse tudo. A verdade é que, apesar dos 6 anos de diferença, Kevin e eu sempre fomos muito unidos. Ele tinha sido o irmão mais novo que nunca tive e, como tal, cuidei dele, aconselhando, sendo sua confidente e ajudando sempre que ele se metia em encrenca. Mas nos últimos anos, desde que nossa relação esfriou por causa do meu casamento e ele se aproximar da maioridade, o mais velho dos três filhos da minha tia começou a se desviar. O pequeno Kevin tinha crescido e agora era um jovem que vivia saindo pra festa, começando a andar com más companhias, brincando com drogas e se interessando por hobbies nada recomendáveis. O garoto tinha se tornado um delinquente precoce e deixava toda a família preocupada. Muito a contragosto, quando terminei a ligação, já tinha tomado uma decisão. Mas o pior ainda estava por vir. Precisava contar pro Angel e torcer pra ele não levar a mal. Minha mãe me convenceu, e meu primo Kevin passaria o verão conosco. — Você sabe o que faz — meu marido disse quando contei sobre a mudança de planos. — Angel, você sabe bem o problema que temos com o Kevin. Se não tirarmos ele do círculo habitual dele nessas férias, podemos nos arrepender pro resto da vida. — Eu sei, querida, tô ligado nisso. O que quero dizer é que só vou estar aqui nos fins de semana, e é você quem vai ter que lidar com o problema sozinha. — É… Angel me fez duvidar. Eu tinha esperança de que as férias servissem pra trazer de volta o melhor Kevin, o garoto afável que sempre foi meu priminho. Mas não sabia se seria capaz de segurar o filho da puta em que ele tinha se transformado. De qualquer forma, não tinha outra opção. — Se você tem certeza de que é isso que quer, pra mim tá de boa — ele sorriu, me passando confiança. Fiquei feliz que meu marido me entendia. Ele era um homem maravilhoso por quem eu era completamente apaixonada. A bondade dele não tinha limites, e às vezes eu ficava brava comigo mesma por esquecer disso, como naquele caso, achando que ele poderia ficar chateado por minha mãe ter enfiado o Kevin na gente. Mas a única preocupação dele era eu. Coisas assim eram o que me deixavam louca pelo Angel.. Duas semanas depois, num sábado de manhã cedo, eu e meu marido estávamos dentro do carro, estacionado na frente da casa da minha mãe, conversando de boa enquanto esperávamos, como combinado, meu primo sair do prédio bem na nossa frente. Quando a porta se abriu, vi o Diego, o mais novo dos meus primos, sair disparado, me surpreendendo, porque eu não sabia que ele também estava na casa da minha mãe. Saí do carro pra cumprimentá-lo. — Oi, pequeno! — usei o apelido que toda a família usava antes de o menino me dar um abraço carinhoso. — Regi! — ele me recebeu alegre. Enquanto eu o apertava, vi o Cristian, meu outro primo, um adolescente introvertido, aparecer. Estranhei ver ele arrastando uma mala. — E aí, Cris? — cumprimentei, fazendo um carinho simples nele. Sem dúvida, ele era menos efusivo que o irmão mais novo. — Ai, filha, me ajuda com isso — minha mãe soltou, saindo do prédio carregando uma maleta pequena e vários outros volumes, fazendo meus alertas dispararem. — Cadê o Kevin? — perguntei, franzindo a testa. — Já desce. Me ajuda — insistiu. — Deixa comigo — Angel se ofereceu, pegando as tralhas pra colocar no carro. — De quem são essas malas? — perguntei, já temendo a resposta. — Nossas! — respondeu o Diego, que já estava correndo pra lá e pra cá, tão bagunceiro como sempre. — Pequeno, cuidado com os carros — a tia avisou. — Como assim deles? — baixei a voz, segurando o braço da minha mãe pra só ela perceber que eu não tava gostando nada daquilo. — Ai, Regi, é que as crianças querem ir com o irmão dela… —Mãe, não me enche o saco! —levantei a voz mais do que queria, mas o sangue já estava começando a ferver. Eu tinha aceitado levar o Kevin por causa do problema familiar óbvio, mesmo correndo o risco de foder as férias que tinha planejado com o Angel. Mas levar os outros dois pestinhas? Isso não entrava nos meus planos, ainda mais sabendo que fui manipulada que nem uma idiota pela minha mãe. Tava prestes a explodir quando o irmão que faltava apareceu. —Oi —cumprimentou com uma voz firme. Olhei pro Kevin, deixando a discussão de lado por um momento, e me deparei com um homenzinho feito e direito. Apesar da pouca idade, a juba comprida, os brincos furando as duas orelhas, o braço todo tatuado e a roupa jovem, a cara do rapaz de vinte e poucos anos era de um homem maduro. Adorei rever ele depois de alguns meses. No fundo, continuava sendo o mesmo moleque de sempre pra mim. —Oi, gostoso —sorri feito uma boba, sem conseguir medir o quanto amava aquele pivete. Enquanto o Kevin se acomodava no carro e os dois irmãos dele ficavam se provocando, continuei a discussão que tinha deixado pela metade. Embora desde o começo não quisesse ceder, era inútil negar. Minha mãe tinha jogado as cartas muito bem, e a única coisa que eu podia fazer era decepcionar meus primos, o que não queria que rolasse. Mas também não ia dar o gosto pra mulher que me botou no mundo. Por sorte, o Angel interveio, acalmando a tensão que tinha se formado entre a gente. Me escudei nele, que fez de conta que me convencia pra eu finalmente aceitar que os três pequenos viessem pro apartamento. Sem dúvida, era muito mais fácil dar razão pro meu marido. E foi assim que umas férias tranquilas e a dois viraram definitivamente um verão com meus primos. Ah, e se vocês não me conhecem, prazer, me chamo Regina, tenho 26 anos, meço 1,51, e me apresento com umas fotos kkkk, no lugar de me descrever.


Dia 1. Sábado. O trajeto de carro até o apartamento foi agradável, até divertido. A verdade é que eu sempre me dei muito bem com os caras e fiquei feliz em descobrir que não tinha perdido isso. O Angel também fazia a parte dele, já que desde que conheceu meus primos, sempre se deu bem com eles. O Diego e a Cris pareciam contentes em passar as férias com a gente e, embora o Kevin tentasse se mostrar mais distante nesse sentido, eu estava convencida de que no fundo ele também tava a fim. Como dava pra ver nas fotos do site, o apartamento era uma casa geminada de um andar só que, junto com as vizinhas, fazia parte de um bloco inteiro de aluguéis. A entrada dava num corredor com duas portas na parede da direita. A primeira era o banheiro compartilhado e a outra um quarto de casal com duas camas pequenas que o Diego e a Cris pegaram pra eles. No fim do corredor ficava o cômodo maior do apartamento, uma sala ampla separada da cozinha por uma bancada americana, bem do outro lado da entrada do quarto de casal, que tinha banheiro próprio e que eu e o Angel íamos usar. O Kevin teria que dormir no sofá-cama da sala. Mas o que nos fez escolher esse apartamento era a parte de trás. No fundo da casa tinha uma porta de correr de vidro enorme que dava pra um pátio particular com uma piscina de 8 metros de comprimento por 3 de largura. O terreninho tinha um caminho de pedra que cruzava a grama, da casa até a piscina, passando por um pinheiro bem frondoso. Era cercado por umas cercas de brejo altas o suficiente pra que os vizinhos não pudessem ver o que rolava nos terrenos ao lado, então a privacidade tava garantida. Depois de descarregar o carro e cada um se acomodar nos seus cantos, a gente se preparou pra fazer algo pra comer, porque já tinha ficado tarde. Enquanto comíamos na sala vendo alguma coisa na única A televisão que tinha no apartamento, a gente conversou sobre como íamos nos organizar durante as férias. Eu não ia ser a empregada de ninguém. Eu e o Angel costumávamos dividir as tarefas de casa, mas depois de passar a semana inteira trabalhando, não ia deixar meu marido ter que ralar também nos fins de semana, então exigi que os garotos colaborassem. Meus primos aceitaram, mas com condições. O Kevin queria liberdade pra sair à noite, enquanto o Diego pediu pra ir pra praia todo santo dia. Já o Cris aceitou minhas imposições sem reclamar. — Bom, Kevin, a gente vai vendo — falei pro mais velho. — Olha, Regina, é que se você não me deixar sair, vou embora do mesmo jeito — ele me desafiou. — Você sabe muito bem que por mim não tem problema nenhum — expliquei. — É você que tem que mostrar que a gente pode confiar em você e que, se deixarmos sair, vai ser responsável. — Dilan, amigão — o Angel entrou no meio —, é que você mesmo se meteu nessa. Com a gente, sabe que vai ter toda a liberdade do mundo, mas… — Que sim! — ele cortou. — Prometo ser um menino bonzinho — riu abertamente. — É o que eu espero — dei meu melhor sorriso. — De qualquer forma, como eu falei, a gente vai vendo. Virei pro menor dos meus primos e, sem perder o sorriso, tentei tranquilizar ele sobre os medos dele. — Claro que vamos pra praia. Assim que você pegar firme nos deveres da escola, a gente vai todo dia — brinquei, provocando a careta de protesto do Diego e as risadas do Cris. — E você, do que tá rindo? — o Angel perguntou, brincando. — Do pequeno. Se ele tivesse se esforçado como eu durante o ano, agora não teria tarefa de verão. — Cala a boca, anão! — O Kevin pegou o irmão, esfregando os nós dos dedos na cabeça dele — Idiota! — gritou. Na hora, o Diego entrou na briga e a bagunça típica e habitual que sempre rodeava meus primos voltou. Eu e o Angel nos olhamos e nos entendemos sem falar nada. Iam ser umas férias bem diferentes do que a gente tinha imaginado. Aproveitamos a Tarde de sábado pra comprar tudo que precisava, já que o Angel ia levar o carro pra trabalhar e durante a semana a gente só podia andar a pé. O apartamento ficava na segunda fileira do mar e a cidade era pequena o bastante pra área central e a estação de ônibus não serem muito longe. Então ficar sem carro próprio não devia ser problema. Depois de guardar as compras no apê, deixando tudo bem organizado, a gente foi preparar o jantar. Naquele dia a gente tinha acordado cedo e tava cansado da viagem, então não demorou pra ir dormir. — Sinto muito que essas não sejam as férias que a gente sonhou — me desculpei com o Angel, quando ficamos sozinhos no quarto. — Não fala besteira. As que a gente planejou também não eram as melhores que a gente podia ter. Ano que vem a gente tem chance… — ele sorriu pra mim. — Você tem razão. — Você tem que encarar de boa. Tédio você não vai passar — ele me fez rir. — É verdade. Mas também não vou ter liberdade de ir pra praia arrumar um macho pra me entreter, hahaha — provoquei ele. — Então uma das colegas do novo turno disse que tá feliz que esse ano não tem férias — ele rebateu, me fazendo rir de verdade. — Seu idiota… Me joguei no meu marido, beijando ele com paixão. Quem sabe se aquela primeira noite a gente teria acabado transando gostoso se tivesse só nós dois, eu trouxe lubrificante na mala e meus brinquedos sexuais. Provavelmente sim, mas não era o caso. A presença dos meus primos me segurou e a gente não passou de uns beijos e carícias. Continua... Se vocês gostaram da minha história, me avisem que eu conto o que aconteceu.
"Já estava tudo organizado. A gente tinha alugado um apartamento na praia com piscina própria, porque o Angel, meu marido, não curtia muito a praia. Em umas duas semanas, assim que eu entrasse de férias do trabalho — sou chefe de departamento numa empresa —, a gente ia pegar o carro e encarar uns 300 quilômetros até nosso lugarzinho dos sonhos. Infelizmente, o Angel tinha acabado de trocar de emprego e ainda não tinha direito a férias, então só podia ficar comigo nos fins de semana. No resto dos dias, eu ia ficar sozinha, tomando um solzinho de boa na praia ou lendo um dos vários livros que tinha na fila. No fim das contas, os feriados de verão iam servir pra eu relaxar e esquecer de vez a vida estressante do trabalho. Só que eu não esperava a ligação que acabara de receber, que virou nossos planos de cabeça pra baixo. — Filha, você sabe como sua tia tá preocupada. O que custa? — insistiu minha mãe pelo celular grudado na minha orelha. — Bom, custa trocar umas férias pra ficar relaxada e curtir meu marido — que já mal dá pra gente se pegar direito no dia a dia — por três semanas tendo que fazer de babá. — Fala como se ele fosse um bebê, mas o Kevin já tem 20 anos. — Sim, mas você sabe muito bem que ele não é nenhum santo. Se a tia quer afastar ele do grupinho de amigos, é por algum motivo. — Olha, Regina, você decide, mas o garoto precisa de alguém que influencie ele pra bem. E ele sempre te admirou pra caralho. Respeito. Você é a prima mais velha dele! — soltou como se aquilo resolvesse tudo. A verdade é que, apesar dos 6 anos de diferença, Kevin e eu sempre fomos muito unidos. Ele tinha sido o irmão mais novo que nunca tive e, como tal, cuidei dele, aconselhando, sendo sua confidente e ajudando sempre que ele se metia em encrenca. Mas nos últimos anos, desde que nossa relação esfriou por causa do meu casamento e ele se aproximar da maioridade, o mais velho dos três filhos da minha tia começou a se desviar. O pequeno Kevin tinha crescido e agora era um jovem que vivia saindo pra festa, começando a andar com más companhias, brincando com drogas e se interessando por hobbies nada recomendáveis. O garoto tinha se tornado um delinquente precoce e deixava toda a família preocupada. Muito a contragosto, quando terminei a ligação, já tinha tomado uma decisão. Mas o pior ainda estava por vir. Precisava contar pro Angel e torcer pra ele não levar a mal. Minha mãe me convenceu, e meu primo Kevin passaria o verão conosco. — Você sabe o que faz — meu marido disse quando contei sobre a mudança de planos. — Angel, você sabe bem o problema que temos com o Kevin. Se não tirarmos ele do círculo habitual dele nessas férias, podemos nos arrepender pro resto da vida. — Eu sei, querida, tô ligado nisso. O que quero dizer é que só vou estar aqui nos fins de semana, e é você quem vai ter que lidar com o problema sozinha. — É… Angel me fez duvidar. Eu tinha esperança de que as férias servissem pra trazer de volta o melhor Kevin, o garoto afável que sempre foi meu priminho. Mas não sabia se seria capaz de segurar o filho da puta em que ele tinha se transformado. De qualquer forma, não tinha outra opção. — Se você tem certeza de que é isso que quer, pra mim tá de boa — ele sorriu, me passando confiança. Fiquei feliz que meu marido me entendia. Ele era um homem maravilhoso por quem eu era completamente apaixonada. A bondade dele não tinha limites, e às vezes eu ficava brava comigo mesma por esquecer disso, como naquele caso, achando que ele poderia ficar chateado por minha mãe ter enfiado o Kevin na gente. Mas a única preocupação dele era eu. Coisas assim eram o que me deixavam louca pelo Angel.. Duas semanas depois, num sábado de manhã cedo, eu e meu marido estávamos dentro do carro, estacionado na frente da casa da minha mãe, conversando de boa enquanto esperávamos, como combinado, meu primo sair do prédio bem na nossa frente. Quando a porta se abriu, vi o Diego, o mais novo dos meus primos, sair disparado, me surpreendendo, porque eu não sabia que ele também estava na casa da minha mãe. Saí do carro pra cumprimentá-lo. — Oi, pequeno! — usei o apelido que toda a família usava antes de o menino me dar um abraço carinhoso. — Regi! — ele me recebeu alegre. Enquanto eu o apertava, vi o Cristian, meu outro primo, um adolescente introvertido, aparecer. Estranhei ver ele arrastando uma mala. — E aí, Cris? — cumprimentei, fazendo um carinho simples nele. Sem dúvida, ele era menos efusivo que o irmão mais novo. — Ai, filha, me ajuda com isso — minha mãe soltou, saindo do prédio carregando uma maleta pequena e vários outros volumes, fazendo meus alertas dispararem. — Cadê o Kevin? — perguntei, franzindo a testa. — Já desce. Me ajuda — insistiu. — Deixa comigo — Angel se ofereceu, pegando as tralhas pra colocar no carro. — De quem são essas malas? — perguntei, já temendo a resposta. — Nossas! — respondeu o Diego, que já estava correndo pra lá e pra cá, tão bagunceiro como sempre. — Pequeno, cuidado com os carros — a tia avisou. — Como assim deles? — baixei a voz, segurando o braço da minha mãe pra só ela perceber que eu não tava gostando nada daquilo. — Ai, Regi, é que as crianças querem ir com o irmão dela… —Mãe, não me enche o saco! —levantei a voz mais do que queria, mas o sangue já estava começando a ferver. Eu tinha aceitado levar o Kevin por causa do problema familiar óbvio, mesmo correndo o risco de foder as férias que tinha planejado com o Angel. Mas levar os outros dois pestinhas? Isso não entrava nos meus planos, ainda mais sabendo que fui manipulada que nem uma idiota pela minha mãe. Tava prestes a explodir quando o irmão que faltava apareceu. —Oi —cumprimentou com uma voz firme. Olhei pro Kevin, deixando a discussão de lado por um momento, e me deparei com um homenzinho feito e direito. Apesar da pouca idade, a juba comprida, os brincos furando as duas orelhas, o braço todo tatuado e a roupa jovem, a cara do rapaz de vinte e poucos anos era de um homem maduro. Adorei rever ele depois de alguns meses. No fundo, continuava sendo o mesmo moleque de sempre pra mim. —Oi, gostoso —sorri feito uma boba, sem conseguir medir o quanto amava aquele pivete. Enquanto o Kevin se acomodava no carro e os dois irmãos dele ficavam se provocando, continuei a discussão que tinha deixado pela metade. Embora desde o começo não quisesse ceder, era inútil negar. Minha mãe tinha jogado as cartas muito bem, e a única coisa que eu podia fazer era decepcionar meus primos, o que não queria que rolasse. Mas também não ia dar o gosto pra mulher que me botou no mundo. Por sorte, o Angel interveio, acalmando a tensão que tinha se formado entre a gente. Me escudei nele, que fez de conta que me convencia pra eu finalmente aceitar que os três pequenos viessem pro apartamento. Sem dúvida, era muito mais fácil dar razão pro meu marido. E foi assim que umas férias tranquilas e a dois viraram definitivamente um verão com meus primos. Ah, e se vocês não me conhecem, prazer, me chamo Regina, tenho 26 anos, meço 1,51, e me apresento com umas fotos kkkk, no lugar de me descrever.



Dia 1. Sábado. O trajeto de carro até o apartamento foi agradável, até divertido. A verdade é que eu sempre me dei muito bem com os caras e fiquei feliz em descobrir que não tinha perdido isso. O Angel também fazia a parte dele, já que desde que conheceu meus primos, sempre se deu bem com eles. O Diego e a Cris pareciam contentes em passar as férias com a gente e, embora o Kevin tentasse se mostrar mais distante nesse sentido, eu estava convencida de que no fundo ele também tava a fim. Como dava pra ver nas fotos do site, o apartamento era uma casa geminada de um andar só que, junto com as vizinhas, fazia parte de um bloco inteiro de aluguéis. A entrada dava num corredor com duas portas na parede da direita. A primeira era o banheiro compartilhado e a outra um quarto de casal com duas camas pequenas que o Diego e a Cris pegaram pra eles. No fim do corredor ficava o cômodo maior do apartamento, uma sala ampla separada da cozinha por uma bancada americana, bem do outro lado da entrada do quarto de casal, que tinha banheiro próprio e que eu e o Angel íamos usar. O Kevin teria que dormir no sofá-cama da sala. Mas o que nos fez escolher esse apartamento era a parte de trás. No fundo da casa tinha uma porta de correr de vidro enorme que dava pra um pátio particular com uma piscina de 8 metros de comprimento por 3 de largura. O terreninho tinha um caminho de pedra que cruzava a grama, da casa até a piscina, passando por um pinheiro bem frondoso. Era cercado por umas cercas de brejo altas o suficiente pra que os vizinhos não pudessem ver o que rolava nos terrenos ao lado, então a privacidade tava garantida. Depois de descarregar o carro e cada um se acomodar nos seus cantos, a gente se preparou pra fazer algo pra comer, porque já tinha ficado tarde. Enquanto comíamos na sala vendo alguma coisa na única A televisão que tinha no apartamento, a gente conversou sobre como íamos nos organizar durante as férias. Eu não ia ser a empregada de ninguém. Eu e o Angel costumávamos dividir as tarefas de casa, mas depois de passar a semana inteira trabalhando, não ia deixar meu marido ter que ralar também nos fins de semana, então exigi que os garotos colaborassem. Meus primos aceitaram, mas com condições. O Kevin queria liberdade pra sair à noite, enquanto o Diego pediu pra ir pra praia todo santo dia. Já o Cris aceitou minhas imposições sem reclamar. — Bom, Kevin, a gente vai vendo — falei pro mais velho. — Olha, Regina, é que se você não me deixar sair, vou embora do mesmo jeito — ele me desafiou. — Você sabe muito bem que por mim não tem problema nenhum — expliquei. — É você que tem que mostrar que a gente pode confiar em você e que, se deixarmos sair, vai ser responsável. — Dilan, amigão — o Angel entrou no meio —, é que você mesmo se meteu nessa. Com a gente, sabe que vai ter toda a liberdade do mundo, mas… — Que sim! — ele cortou. — Prometo ser um menino bonzinho — riu abertamente. — É o que eu espero — dei meu melhor sorriso. — De qualquer forma, como eu falei, a gente vai vendo. Virei pro menor dos meus primos e, sem perder o sorriso, tentei tranquilizar ele sobre os medos dele. — Claro que vamos pra praia. Assim que você pegar firme nos deveres da escola, a gente vai todo dia — brinquei, provocando a careta de protesto do Diego e as risadas do Cris. — E você, do que tá rindo? — o Angel perguntou, brincando. — Do pequeno. Se ele tivesse se esforçado como eu durante o ano, agora não teria tarefa de verão. — Cala a boca, anão! — O Kevin pegou o irmão, esfregando os nós dos dedos na cabeça dele — Idiota! — gritou. Na hora, o Diego entrou na briga e a bagunça típica e habitual que sempre rodeava meus primos voltou. Eu e o Angel nos olhamos e nos entendemos sem falar nada. Iam ser umas férias bem diferentes do que a gente tinha imaginado. Aproveitamos a Tarde de sábado pra comprar tudo que precisava, já que o Angel ia levar o carro pra trabalhar e durante a semana a gente só podia andar a pé. O apartamento ficava na segunda fileira do mar e a cidade era pequena o bastante pra área central e a estação de ônibus não serem muito longe. Então ficar sem carro próprio não devia ser problema. Depois de guardar as compras no apê, deixando tudo bem organizado, a gente foi preparar o jantar. Naquele dia a gente tinha acordado cedo e tava cansado da viagem, então não demorou pra ir dormir. — Sinto muito que essas não sejam as férias que a gente sonhou — me desculpei com o Angel, quando ficamos sozinhos no quarto. — Não fala besteira. As que a gente planejou também não eram as melhores que a gente podia ter. Ano que vem a gente tem chance… — ele sorriu pra mim. — Você tem razão. — Você tem que encarar de boa. Tédio você não vai passar — ele me fez rir. — É verdade. Mas também não vou ter liberdade de ir pra praia arrumar um macho pra me entreter, hahaha — provoquei ele. — Então uma das colegas do novo turno disse que tá feliz que esse ano não tem férias — ele rebateu, me fazendo rir de verdade. — Seu idiota… Me joguei no meu marido, beijando ele com paixão. Quem sabe se aquela primeira noite a gente teria acabado transando gostoso se tivesse só nós dois, eu trouxe lubrificante na mala e meus brinquedos sexuais. Provavelmente sim, mas não era o caso. A presença dos meus primos me segurou e a gente não passou de uns beijos e carícias. Continua... Se vocês gostaram da minha história, me avisem que eu conto o que aconteceu.
9 comentários - Viagem com meus primos