As Aventuras de Lupita - Capítulo 8O nojento Corcunda arregalou os olhos ao ouvir essas palavras da garota, seu rosto tinha uma careta mórbida de triunfo, e dando um gole na cerveja que bebia, deixando o bigode escorrendo do líquido espumoso, sentia a pica endurecer porque não era uma puta barata de rua que ele tinha, mas sim uma garota escultural de 18 anos, dona de um corpaço como poucos. Sentado na cama com os pés no chão, começou a tirar o short, ficando asquerosamente nu com aquele corpo enrugado e seboso. Em seguida, agarrou a pica meio dura que emergia de um mato sujo de pelos e começou a bater punheta com a mão. A garota abriu mais seus lindos olhos verdes e cravou-os no aparelho do velho. Quanto mais ele olhava para ela, mais se excitava, e uma infinidade de pensamentos quentes chegavam à sua cabeça sobre o que fazer com ela. Ele lambia os lábios, pensando no que ia fazer com a colegial em seguida. Mancando lentamente, aproximou-se da garota, que por instinto andou para trás até bater na parede. Não tinha escapatória, era um feixe de nervos. Via com horror aquele ser horrível se aproximando dela, com um olhar cheio de desejo, parecia assustador ao andar, mancando, e aquela corcova sebosa se mexendo como gelatina. O velho levava as coisas com muita calma, sabendo-se dono da situação. Ao chegar na frente da garota, disse: "Então, mamacita, vamos dar uma pegada gostosa." Ele olhava fixamente para o rosto dela, com os olhos totalmente saltados das órbitas e uma cara de depravação total.
O velho começou a se encostar no corpo escultural da garota, e ela apoiava as mãos nos pelos do peito dele, fazendo força para tentar se afastar, enquanto ele fazia força para puxá-la para perto. O velho era mais forte que ela e venceu. Suas mãos sujas e encardidas agarraram a cintura fina dela, acariciando a pele macia lentamente, enquanto seu rosto horrível e enrugado se aproximava da boca de Lupita, tentando... de saborear esses lábios grossos e perfeitos da menina e dizendo "me dá um beijinho, gostosa", enquanto a envolvia com os braços e colocava o rosto perto da assustada garota, ela virou o rosto de lado, colando a bochecha na parede, tentando evitar que o velho manchasse os lábios dela, sentia nojo do cheiro de suor e cerveja dele. O velho sorriu, sabendo do asco que causava na colegial.
Em seguida, agarrou a orelha e o pescoço dela, adorava sentir aquele cheiro atraente de juventude, de feminilidade, de higiene impecável da menina, isso deixava o degenerado ainda mais excitado, ele estava subjugado por aquela monumento de garota, enquanto as mãos começaram a descer para percorrer aquele par de bundas redondas e carnudas da menina, o velho sentia um puta tesão em apalpar a dureza daquelas nalgotas e sentir o biquíni por baixo da minissaia da garota. "Você é uma puta deliciosa, me encanta, que biquíni gostoso você tá usando, vagabunda", dizia o corcunda, que não parava de morder a orelhinha dela e percorrer com a língua nojenta o pescoço jovem da menina. Uma grande confusão se instalou dentro da jovem, ela sentia aquele hálito quente percorrendo seu pescoço sensível, causando arrepios, e apenas murmurou, tentando inutilmente que aquele foda-se parasse: "por favooor, parem... por favooor... nãooooo". Mas isso só deixava o velho mais excitado, a cada segundo que passava ele ficava mais tesudo e mais quente, vendo ela ali na frente e sabendo que estava totalmente submissa.
As mãos enrugadas e ásperas do porteiro tarado acariciavam a pele lisa e macia das costas da menina, causando cócegas, e em seguida foram deslizando lentamente para baixo, rumo àquele par de nalgotas carnudas e redondas. O tarado do foda-se sentia nas mãos, enquanto as descia devagar pelas costas da garota, como iam surgindo deliciosamente ao toque aqueles montes enormes de carne, que eram o sonho de muitos caras. O velho horroroso, sendo viúvo e tendo muitos Anos sem uma mulher nos braços, ele sentia um tesão que há tempos não experimentava, se deliciando ao apertar aquelas bundas perfeitas e enlouquecedoras sob o tecido fino da minissaia da garota. Ele as acariciava, apertava, sentindo deliciosamente em suas mãos calejadas como a menina tremia com os amassos, sentindo a firmeza e a redondeza saborosa daquele par de bundas soberbas. A colegial só se contorcia como cobra diante dos apalpões do velho. De repente, as duas mãos dele se enfiaram por baixo da minissaia de Lupita, sentindo e tocando a maciez da pele nua; ele tocava e acariciava aquelas coxas macias e lisas, e logo passou a apalpar aquela bunda, coberta só pela calcinha pequena, acariciando e apertando aqueles glúteos abundantes e duros.
A garota começou a balançar a cabeça de um lado para o outro por causa das lambidas do velho no pescoço dela. O velho tarado destravou o botão da saia da garota e abaixou lentamente o zíper, em seguida deslizando a minissaia do uniforme escolar para baixo. Lupita estava tão enlouquecida pelas lambidas do velho safado no pescoço e na orelha que nem sentiu quando a minissaia escolar caiu no chão, ficando só de calcinha. O velho se aproximou do ouvido dela e disse: "que gostosa você é, mamasota", e em seguida levantou a blusa, deslizando-a pela cabeça, deixando a tremenda colegial só de roupa íntima. A visão era espetacular, com sua lingerie sexy, minúscula e muito provocante, fazendo com que aquelas carnes fabulosas se destacassem ainda mais. O sutiãzinho segurando aqueles peitinhos pequenos, mas lindos, e a calcinha que, por trás, se perdia naquela bunda perfeita. Parecia uma deusa transformada em mulher. O velho deu um passo para trás para admirá-la melhor, saboreando aquele tesão que tinha à disposição. "Por favooor, parem... por favor", era a única coisa que a escultural colegial conseguia dizer.
"Pedir para eu parar? Será que eu não tenho que aguentar todo dia as provocações de vocês, meninas cruéis? Riem pelas minhas costas, acham que não escuto as gozações" – Mas, senhor, eu não estou rindo... O que o corcunda não sabia é que a Lupita não estava rindo dele, na verdade a garota sentia pena dele, mas o foda-se estava cego, pra ele todas as colegiais riam, e esse era o momento de se vingar de tudo aquilo.
O corcunda não parava de olhar extasiado aquela bunda deliciosa com aquela tanga, era linda, redondinha, empinada, gostosa pra caralho. Os dois continuavam frente a frente, bem perto um do outro, a garota encostada na parede com a cabeça virada de lado e o velho quase em cima dela. Ela sentia o bafo da boca do velho, fedendo a tabaco e cerveja, e via aquela cara horrível cheia de luxúria, cheia de desejo, com os olhos arregalados por ter uma gostosa daquelas na frente. O velho se deliciava vendo o pavor na carinha angelical dela. A garota estava paralisada, sentia os braços e as pernas pesando uma tonelada por causa da tensão do momento. A mente dela se recusava a aceitar a realidade e ela se enganava, pensando que era um pesadelo e que a qualquer momento acordaria na cama. Tava nessa quando o velho partiu pra cima de novo, pegou ela pela cinturinha fina, aproximou a boca e disse "que gostosa você é, mamacita, me dá um beijo". Aproveitando a passividade momentânea da garota, ele tomou posse daqueles lábios deliciosos, carnudos, frescos e saborosos. A língua nojenta e fedorenta dele entrou toda na boca da colegial, e só se ouvia gemidos abafados "uuuhhhhmmm", "uuuhhhhmmm" com aquele beijo violento que quase a deixava sem ar. O velho chupava e saboreava aquela boca deliciosa com aqueles lábios grossos da Lupita, sentir aquilo era excitante pra caralho.
Já pra garota era uma tortura sentir na boca fina aquele fedor de tabaco e cerveja, mas ela aguentava firme toda aquela sarração, tudo pra recuperar o diário precioso dela. Ficaram longos segundos se beijando até que se separaram por um momento e a garota implorou de novo pra ele deixar ela ir "por Por favor, seu João, me afoga, pelo amor de Deus, me solta", mas o velho, já mais excitado, longe de dar ouvidos, partiu pra cima de novo: "como você tá linda, mamãe, como você é gostosa, quantas vezes sonhei com isso, sempre tive vontade de você, você é uma delícia". E tomou posse de novo daquela boquinha gostosa. A garota, contra a vontade, se deixava levar, resignada com tudo que aquele velho quisesse fazer. A menina pensava na situação morbidona: aquele velho enrugado, fodido, corcunda e sujo, tinha uma garota de 18 anos no quarto imundo dele, à disposição. Ela se sentia meio excitada com tanto assédio e começou a responder aos beijos nojentos dele. As duas línguas se entrelaçavam, trocando saliva, era um beijo enorme. A língua do velho explorava cada canto da boca da menina, lambendo os dentes e os lábios sensuais dela. Ao mesmo tempo, as mãos suadas e ásperas deslizavam pela pele sensível e macia da garota, que, semi-nua, sentia a pele enrugada e flácida do velho queimar seu corpo jovem e escultural. As mãos suadas do velho percorriam as formas perfeitas da menina, apertando e espremendo aquela bundona com as duas mãos, fazendo Lupita sentir a pica dura dele no baixo ventre. O porteiro tarado sentia naquele momento como a menina tremia.
O velho, sem parar de chupar o pescoço dela, procurou o fecho do sutiã de Lupita, daqueles que abrem na frente. Destravou e liberou aquele par de peitos maravilhosos de Lupita, redondos, empinados, firmes, com uns mamilos escuros inchados de tesão, que se destacavam nas auréolas. Era uma visão maravilhosa daquele corpo esplêndido.
— "Pelo amor de Deus, me solta, por favor" — pedia a menina.
O velho pegou um peito em cada mão e começou a apertar, juntando e separando, e dizendo: "mas que par de tetas você tem, hein?"
A garota estava de olhos fechados, com o rosto virado de lado, a bochecha colada na parede e os braços grudados no corpo, sentindo aquelas mãos brutas apertando com ansiedade seus limões duros. O velho disse em seguida: "Ah, que peitão gostoso, morria de vontade de apertar e chupar". Pegou os braços da menina e passou em volta do próprio pescoço, e logo se jogou sobre os seios desprotegidos dela, começando a mamar com uma força tremenda, fazendo Lupita sentir um choque elétrico percorrer todo o corpo, provocando um prazer indescritível. A menina tinha sentimentos contraditórios, lutava com todas as forças para que aquele homem nojento não a fizesse sentir prazer, mas depois de meio minuto chupando os peitos com a boca, fechou os olhos e sucumbiu. Sentia que morria de prazer, a língua áspera fazendo delícias dos seus bicos duríssimos. O corpo dela arqueou, a cintura ficou totalmente curvada, seus dedos instintivamente se enfiaram nos cabelos grisalhos do velho e começaram a acariciar a cabeça dele, enquanto ele apertava um peito com a mão e devorava o outro com a boca violentamente. O velho fazia círculos com a língua por toda a auréola e depois apertava com os lábios e a língua o bico hipersensível da menina.
"Aaahhhhh, me solta, me solta, seu João, uyyyyyyyyy, pelo amor de Deus... nhg", dizia a menina, sabendo que o corcunda não a soltaria, mas sentia muito prazer em falar aquilo e ver que o velho não parava.
A colegial, a cada lambida e chupada do zelador guloso nos peitos dela, reagia arqueando o corpo. Sentia a língua dele chupando e engolindo seus peitos e bicos, e ondas de arrepios se espalhavam por todo o corpo. Ela fechava os olhos e mordia os lábios, não conseguia parar de ofegar, presa de uma excitação incontrolável. Se contorcia, gritava e ofegava, as costas arqueavam ao máximo. A garota começou a gemer como uma puta qualquer e a se entregar às carícias sujas e às chupadas do velho.
A cena era morbidamente excitante de ver por trás do velho, onde dava pra perceber como o corpo enrugado, flácido e corcunda do velho literalmente esmagava contra a parede a colegial exuberante, e como a cabeça nojenta cheia de cabelos brancos se mexia pela ansiedade violenta com que ele chupava e apertava aqueles dois seios perfeitos e duros. O rosto da colegial tinha uma expressão de sofrimento e prazer ao mesmo tempo, seus lindos olhos verdes estavam fechados e a boca entreaberta, aguentando o ataque lascivo e ansioso do velho ao seu corpo escultural e desejado. O velho sabia bem, por ter lido e relido o diário da garota, que ela, sendo tão sensível em todo o seu corpo escultural, não aguentaria tanta amassação.Ela se estremecia e suspirava, se deixando fazer pelo conserje lascivo, respirando ofegante. Sentia arrepios por todo o corpo e um formigamento enlouquecedor na sua bucetinha. O velho continuava com seu delicioso trabalho, chupando e sugando os mamilos da garota. Lupita sentia a respiração quente do conserje safado no seu peito. "Oohhhhhhh oohhhhhhh", gemia Lupita, quase desmaiando de prazer com os olhos fechados. O calor que saía da boca do velho a fazia estremecer. A garota abria e fechava seus lindos olhos verdes, sentindo seu corpo começar a se entregar a todo aquele estímulo, perdendo todo o controle sobre ele. Em seguida, o lascivo e tarado conserje começou a descer sobre a anatomia escultural da colegial sem tirar a boca daquele corpo delicioso, arrastando suas mãos ansiosas pelas costas da garota, chegando ao umbigo e dando mordidinhas suaves, fazendo a garota excitada fechar os olhos e jogar a cabeça para trás, batendo na parede. Depois, começou a descer mais, ajoelhando-se no chão, agarrando com as mãos o biquíni na bunda da garota e começando a deslizá-lo para baixo lentamente, aproveitando o espetáculo diante dos seus olhos, até tirá-lo completamente, deixando à mostra aquela linda e... virginal rajita que mal se via, um caminho de pelinhos finos aparecia, e logo ele afundava o rosto e começava a chupar a rajita dela enquanto as mãos amassavam as nalgotas. A cara do velho se enfiava literalmente entre as pernas da menina, lambendo a virginal pomba dela. A garota curtia, se contorcia e gemia de prazer.
"Aahhhh ahhhhhhh uyyyyyyyyy", gemia deliciosamente a colegial. O corcunda lambia os lábios da buceta dela e passava a língua no clitóris sensível, fazendo ela tremer com aquela língua áspera e comprida. Os dedos da menina seguravam a cabeça do velho e puxavam os cabelos grisalhos, dominada pelas sensações gostosas que ele dava. O velho então se levantou e ficou uns segundos olhando, com os olhos arregalados, o corpo escultural da colegial nua: a cintura fina que se alargava pra dar lugar às nalgas grandes e bem proporcionadas, brancas, sem nenhuma estria ou celulite, completamente limpas e desejáveis. O zelador pensava consigo: não acreditava que tinha aquele manjar à disposição, estava extasiado, se sentia num sonho incrível e apaixonante que não parecia real. Ali estava ela, uma linda colegial entregue, sendo sodomizada por ele pela primeira vez. E disse pra garota, que continuava com a cabeça jogada pra trás, encostada na parede: "Que corpaço você tem, mamãe, você é uma deusa". Já o velho era o oposto: corpo seboso e enrugado, uma barrigona de tanto tomar cerveja e uma corcunda nada natural. Fora isso, a pouca higiene pessoal. O velho estava ali parado, completamente nu, com uma ereção enorme no pau que saía de uma moita de pelos sujos e cheia.
Lupita olhava pra ele com os olhos semicerrados, sinal claro de como estava excitada. Em outras circunstâncias, só de ver o velho naquele estado... Nu, se tivesse visto aquela visão nojenta, teria vomitado. O velho, mancando, se aproximou da menina e, estendendo a mão, chamou ela pra perto. A garota, nua como estava, foi até o corcunda. Ele, segurando-a pelos ombros, ficou atrás dela, encostando a pica fedorenta, dura e pulsante, nas nádegas nuas da menina. A visão dos glúteos redondos era espetacular. O velho acariciava a bunda dela com o pau. Lupita começou a respirar forte e a gemer. A garota também sentia a barriga suada e nojenta do velho nas costas. As mãos do velho agarraram os peitos da menina, e os dedos apertaram os mamilos inchados da colegial, fazendo um massagem lenta e suave, fazendo a garota jogar a cabeça pra trás enquanto ele cutucava a buceta dela com o pau e sussurrava no ouvido: "Você gosta, né, mamacita? Sente como meu pau ficou duro por sua culpa? Como você me excita, puta. Esses peitinhos me deixam louco." A menina tinha a cabeça jogada pra trás, apoiada no ombro do velho, e ele cutucava cada vez mais forte com a pica. Ela jogou os braços pra trás, agarrando o pescoço do velho pra não cair.
O porteiro tarado, sem parar de cutucar a bunda dela nem de apertar os mamilos, que estavam duríssimos e bem eretos, foi lentamente levando ela até a cama, e sussurrava baixinho no ouvido o que ia fazer com ela na cama. A vontade da colegial estava completamente dominada; ela tinha os olhos fechados e se deixava apalpar. O porteiro tarado não parava de cutucar aquela bundinha deliciosa e, ao mesmo tempo, aspirava o perfume delicado que saía do pescoço dela. Quando chegaram perto da cama, o velho se separou dela e a guiou pra se deitar. A menina se deitou de barriga pra cima naquela cama velha de madeira, com uma perna flexionada e os braços agarrando o travesseiro na cabeça, deixando todo o corpo escultural desprotegido. Ela estava soberba.
Em seguida... O velho sentou no peito da garota sem fazer muita pressão, pra não sufocar ela, colocando uma perna de cada lado do corpo dela e a bunda suja dele em cima dos peitos da menina. Passou uma das mãos na parte de trás da cabeça dela e fez a colegial inclinar a cabeça pra frente, na direção do pau dele, que ele segurava com a outra mão, e foi procurar a boca de Lupita. A menina, vendo o que o velho queria, mantinha os lábios fechados. O corcunda cheio de malícia soltou o pau e com aquela mão pegou o nariz da garota e apertou, impedindo ela de respirar. Na desesperação, a colegial abriu a boca pra puxar uma bocada de ar, e o velho na hora enfiou o pau inteiro na boca dela. Sentiu aqueles lábios carnudos e molhados no pau. O velho tava louco de prazer, sentindo a boquinha daquela menina linda chupando e chupando o pau gordo dele à força. Sentindo a língua da garota tentando inutilmente empurrar aquele intruso pra fora, o que fazia o velho sentir um cócegas deliciosas no pau. "Aahhhhhhh ahhhhhh assim mesmo, putinha, chupa o pau do teu macho!" Ela, já resignada, entre soluços, chupava o pau do zelador. Era um pau gordo e sujo. O velhote soltou toda sorte de gemidos e sons de satisfação, xingando a adolescente que tava fazendo um boquete fenomenal. O velho, com as duas mãos, pegou ela pelos cabelos e marcou o ritmo da chupada, literalmente comendo a boca dela, enfiando uma e outra vez aquela vergonha suja e fedida. A garota sentia muito nojo. Ele pegava a cabeça dela e mexia do jeito que queria: pra frente, pra trás, pros lados, em círculos. Gozava aquela boca como nunca tinha gozado boca nenhuma. O pau dele era tão grande e grosso que ela tinha muita dificuldade pra engolir, mas mesmo assim tinha que lamber, chupar e mamar à força. Lupita nunca tinha tido nada tão grande na boca dela. O Corcunda se sentia no sétimo céu, a julgar pelo... seus gestos e gemidos "aaaah, puta, que gostosa você tá, até que enfim vou te comer, vagabunda; ah, ah, ah aaaaahhhhhh" ele segurava a cabeça dela e fazia ela engolir bem aquela piroca fedorenta quando a mina sentiu que o nojo já era insuportável, veio mais ainda, ele segurou firme a cabeça dela e acelerou o ritmo das estocadas, quando de repente parou, segurou a cabeça da jovem com força, com a ponta do pau na boca dela e disparou a primeira descarga de porra, o velho safado despejou a gozada naquela boquinha de princesa de um jeito que ela quase se engasgou, a boca da Lupita encheu de porra completamente, tanto que pelo canto dos lábios escapou um pouco daquele líquido, ela sentiu a boca toda quente com aquele líquido viril ao mesmo tempo que aquele gosto agridoce "aaahhhh assim, assim, mamãe, engole toda a porra do seu macho, dizia o corcunda" ao mesmo tempo que tapava o nariz dela, forçando a mina a engolir tudo.
CONTINUA...NO PRÓXIMO CAPÍTULO, A ESBELTA COLEGIAL SERÁ ESTUPRADA PELO DEPRAVADO CORCUNDA, SENTINDO PELA PRIMEIRA VEZ UM MEMBRO MASCULINO EM SUA BUNDA VIRGINAL E REDONDA.
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