Acordou cedo como sempre, mas sem a morena do lado, como tinha dormido poucas horas antes. Foi aí que lembrou que a garota precisava estar cedo na casa dos patrões, já que era responsável por servir o café da manhã. Lamentou não poder ver o corpo nu dela pela manhã, mas se consolou pensando que em qualquer momento a teria de volta na cama.
Depois, foi tomar café da manhã com calma, já que naquele dia não precisaria visitar nenhum fornecedor. Pensava em abrir o negócio cedo, mas também queria comer devagar, porque suas manhãs anteriores tinham sido mais que agitadas.
Ligou o noticiário da manhã e, como sempre, as notícias eram as mesmas: a insegurança do país, os políticos ineptos e corruptos destruindo ainda mais a nação. Quase desligou a TV, não era uma boa forma de começar o dia. Foi nesse momento que recebeu uma mensagem que o distraiu — Uma noite juntos e você me ignora.
Ele sorriu ao ver uma mensagem de Johana — Como vou esquecer seus gemidos e seus orgasmos de puta no cio.
— Sempre o mesmo, você. Só queria saber como estava e pra você não se esquecer de mim.
— Só isso? Não quer vir aqui pra eu te comer como uma puta?
Johana tinha passado a noite anterior esperando uma mensagem de Gastão convidando ela pra vê-lo, mas essa mensagem nunca chegou, e ela não quis escrever pra não parecer desesperada. Tava morrendo de vontade de ver aquele velho que a enchia de tesão e desejo, mas o compromisso atrapalhava — Outra hora, tenho que dar aula a manhã toda, beijinhos.
Gastão ficou um pouco decepcionado, mas ao mesmo tempo teve uma ideia. Trocou de roupa, vestiu um traje esportivo, e escreveu pra Abril — Abre o negócio hoje você, tenho que sair pra fazer exercício, o médico mandou — A jovem Abril ainda estava dormindo, já que naquele dia só precisava entrar às nove da manhã.
Às Faltando dez pras oito da manhã, viu Johana passar na calçada em frente à casa dela, com um batido na mão e o uniforme de tenista: saia branca da mesma cor que todo o resto da roupa, tênis e uma camiseta justa. Aquele look deixava evidente a cintura fina dela e as pernas longas e torneadas.
— Bom dia, professor — Johana cumprimentou um grupo de meninas, que era o primeiro grupo que ela daria aula naquela manhã. Tudo começou normal, sem ela notar que a uns trinta metros Gastão a observava como um predador. Ele curtia ver como aquela saia brincava com o vento e, em momentos breves, dava pra ver um pouco da bunda da jovem enquanto ela ensinava algum movimento.
Gastão ficou a aula inteira de longe, sem chamar atenção e sem perder nada de Johana: o sorriso perfeito dela, os movimentos sensuais. "Ela é perfeita", disse pra si mesmo. Com isso em mente, decidiu dar um prêmio pra ela por ser tão gostosa.
Passou pela beirada das quadras de tênis, onde alguns estavam treinando, outros jogando, e também tinha outros professores dando aula, mas pra ele só importava Johana. Teve muita paciência até ela se despedir do último grupo de alunas, e depois foi pro vestiário, onde ela se prepararia pra próxima aula.
A jovem entrou no vestiário, refrescou o rosto e depois entrou num cubículo, onde sentou e começou a mijar. Naquele momento, Gastão entrou no vestiário, sem se importar que era um lugar exclusivo pra mulheres. Ele sabia que ela tava sozinha, porque já fazia um tempo que tava de olho nos arredores.
Quando ela abriu a porta do cubículo, se deparou com a cara velha e enrugada do Gastão, com um sorrisão — Seu Gastão? — A jovem não acreditava no que os olhos viam. O que ele tava fazendo ali?
Ele olhou ela de baixo pra cima, curtiu a roupa dela de perto — Você tá radiante hoje de manhã.
— Obrigada, mas... mas esse é o vestiário feminino. O senhor se inscreveu nas aulas de tênis? — O grupo que ela ia dar aula em seguida era um... da terceira idade, velhos e velhas muito ricos desse bairro, por isso ele pensou em treinar com aquele grupo.
— Não, nada disso, vim fazer outro tipo de exercício — Ele puxou o pau duro da calça rapidamente, mostrando pra jovem — Vim te pegar, sua putinha linda.
Ela recuou, surpresa com a situação e com medo de que alguém entrasse no vestiário. Nesse momento, Gastón aproveitou pra avançar e fechar a porta do cubículo — Espera, eu dou aula em quinze minutos.
— Com quinze minutos dá tempo pra um rapidinha — Ele levou a mão até a entreperna da jovem, tocando por cima da calcinha — Mas você tá de fio dental, essa não é roupa adequada pra fazer esporte.
— É que hoje de manhã me senti sensual e resolvi vestir, mas pensei que ninguém fosse me ver.
Sem dizer mais nada, ele a encurralou contra o cubículo, começou a beijá-la com intensidade e uma das mãos dele começou a brincar com a buceta da jovem por cima do fio dental. Ela se entregou quase na hora aos beijos e carícias. Quando ele puxou a calcinha de lado pra enfiar um dedo, a jovem gemeu como uma puta no cio, por um segundo esqueceu onde estava — Sabia que você ia gostar da minha surpresa, putinha.
Quando ele falou, ela voltou a si, embora o coração batesse muito forte. O corpo pedia pra continuar, mas a cabeça mandava parar — Por favor, pare, alguém pode nos ver — Foi a única coisa que lhe veio à mente, a voz não foi muito convincente porque saía entrecortada por gemidos.
— Você tá mais excitada do que eu, adoro isso — Sem mais cerimônia, ele abaixou a calça deixando o pau duro pra fora, depois puxou a calcinha dela de lado, encostando a cabeça grande na entrada da buceta da jovem — Uma rapidinha antes de você voltar a trabalhar não faz mal, né — Antes que Johana pudesse dizer palavra, ele empurrou a pélvis pra frente.
— Uai! — Foi só o que a jovem disse antes de fechar os olhos e aproveitar a forte penetração e as estocadas do velho, que continuaram. mordendo o próprio braço pra não fazer muito barulho com seus gemidos, não queria que ninguém que entrasse a ouvisse, só se ouvia o som de *Pof! Pof!* que o choque daqueles dois corpos sedentos de prazer produzia.
Tinha levantado o top e o sutiã esportivo pra saborear aqueles peitos perfeitos com a boca, ela continuava recebendo cada um dos movimentos dele com muito prazer, com a saia levantada e a calcinha fio dental puxada pro lado, sendo comida num lugar público, tava recebendo um estímulo incrível, tanto que tinha esquecido que em minutos daria outra aula.
Johana se sentia uma mulher vulgar curtindo ser usada como um simples objeto por aquele velho, embora não pudesse fazer nada porque o corpo não respondia como ela pensava, o corpo dela curtia cada carícia, beijo, e a penetração forte que tava recebendo, tanto que tava perto de gozar.
Os olhos revirados, perdida no prazer, sentindo Gastão penetrando ela cada vez com mais força, quase sem lubrificação, ouviu alguém entrar no banheiro — Querida, você tá aí?
Levou um susto quando ouviu a voz, era a dona Torres, uma das alunas que ela daria aula daqui a pouco, tentou responder rápido, mas a voz não saía, e ainda por cima o velho não parava, dava pra ouvir a bunda dela batendo na parede — Tô si… Aqui — Respondeu entre gemidos tentando disfarçar.
— Tá bem? — A velha perguntou preocupada, Johana era uma jovem muito querida no bairro, e não a ouviu direito.
— Nghm, Tô muito bem… dona Torres hmm — Mordeu com toda força o ombro de Gastão pra não fazer mais barulho desnecessário, já que responder pra senhora enquanto era penetrada com força a excitou tanto que teve um orgasmo muito intenso.
— Não entendi direito querida, tá com dor de barriga?
— Não, já tô saindo, senhora — Xingou ela na cabeça por não deixar ela curtir aquele orgasmo incrível, depois beijou com força Gastão que ainda não tinha parado os movimentos. movimentos, ele também estava perto de gozar.
Enquanto ela o beijava com força e enroscava as pernas nele, o velho começou a descarregar tudo que tinha dentro dela, sem saber se a senhora Torres tinha ido embora ou não. Seus últimos movimentos foram muito fortes, tanto que dava pra ouvir claramente a pélvis dele esfregando contra a dela.
A senhora Torres estava saindo do vestiário quando ouviu aquele som, e pensou por um instante que a Johana estaria com um namoradinho, mas rapidamente tirou isso da cabeça, dizendo pra si mesma — Não, a Johana é uma boa menina, nunca faria algo assim no local de trabalho.
— Vai trabalhar, sua putinha gostosa — Ele tirou o pau, escorrendo todo tipo de fluidos, e puxou a tanga da Johana de volta pro lugar, por fim deu um tapa forte na bunda dela.
A jovem só olhou as horas e viu que estava cinco minutos atrasada, não era normal ela chegar tarde nos turnos de trabalho. Não teve tempo nem de se limpar, então decidiu dar um último beijo na boca do velho e foi dar aula.
Ela saía do vestiário arrumando a roupa quando começou a sentir o esperma do Gastão escorrendo da buceta dela, sujando a tanga, molhando ela ainda mais do que já estava. Não sabia como ia conseguir dar aula por uma hora com aquela sensação de estar completamente suja.
Gastão limpou o membro no vestiário com um sorriso de satisfação. A Johana estava cada vez mais entregue a ele e aos seus caprichos. Ele saiu do lugar andando tranquilamente, como se nada tivesse acontecido, sentou e ficou olhando a jovem dar aula para uns velhinhos, uns que tinham a idade dele, mas nenhum a conhecia tão profundamente quanto ele.
Continua...
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Depois, foi tomar café da manhã com calma, já que naquele dia não precisaria visitar nenhum fornecedor. Pensava em abrir o negócio cedo, mas também queria comer devagar, porque suas manhãs anteriores tinham sido mais que agitadas.
Ligou o noticiário da manhã e, como sempre, as notícias eram as mesmas: a insegurança do país, os políticos ineptos e corruptos destruindo ainda mais a nação. Quase desligou a TV, não era uma boa forma de começar o dia. Foi nesse momento que recebeu uma mensagem que o distraiu — Uma noite juntos e você me ignora.
Ele sorriu ao ver uma mensagem de Johana — Como vou esquecer seus gemidos e seus orgasmos de puta no cio.
— Sempre o mesmo, você. Só queria saber como estava e pra você não se esquecer de mim.
— Só isso? Não quer vir aqui pra eu te comer como uma puta?
Johana tinha passado a noite anterior esperando uma mensagem de Gastão convidando ela pra vê-lo, mas essa mensagem nunca chegou, e ela não quis escrever pra não parecer desesperada. Tava morrendo de vontade de ver aquele velho que a enchia de tesão e desejo, mas o compromisso atrapalhava — Outra hora, tenho que dar aula a manhã toda, beijinhos.
Gastão ficou um pouco decepcionado, mas ao mesmo tempo teve uma ideia. Trocou de roupa, vestiu um traje esportivo, e escreveu pra Abril — Abre o negócio hoje você, tenho que sair pra fazer exercício, o médico mandou — A jovem Abril ainda estava dormindo, já que naquele dia só precisava entrar às nove da manhã.
Às Faltando dez pras oito da manhã, viu Johana passar na calçada em frente à casa dela, com um batido na mão e o uniforme de tenista: saia branca da mesma cor que todo o resto da roupa, tênis e uma camiseta justa. Aquele look deixava evidente a cintura fina dela e as pernas longas e torneadas.
— Bom dia, professor — Johana cumprimentou um grupo de meninas, que era o primeiro grupo que ela daria aula naquela manhã. Tudo começou normal, sem ela notar que a uns trinta metros Gastão a observava como um predador. Ele curtia ver como aquela saia brincava com o vento e, em momentos breves, dava pra ver um pouco da bunda da jovem enquanto ela ensinava algum movimento.
Gastão ficou a aula inteira de longe, sem chamar atenção e sem perder nada de Johana: o sorriso perfeito dela, os movimentos sensuais. "Ela é perfeita", disse pra si mesmo. Com isso em mente, decidiu dar um prêmio pra ela por ser tão gostosa.
Passou pela beirada das quadras de tênis, onde alguns estavam treinando, outros jogando, e também tinha outros professores dando aula, mas pra ele só importava Johana. Teve muita paciência até ela se despedir do último grupo de alunas, e depois foi pro vestiário, onde ela se prepararia pra próxima aula.
A jovem entrou no vestiário, refrescou o rosto e depois entrou num cubículo, onde sentou e começou a mijar. Naquele momento, Gastão entrou no vestiário, sem se importar que era um lugar exclusivo pra mulheres. Ele sabia que ela tava sozinha, porque já fazia um tempo que tava de olho nos arredores.
Quando ela abriu a porta do cubículo, se deparou com a cara velha e enrugada do Gastão, com um sorrisão — Seu Gastão? — A jovem não acreditava no que os olhos viam. O que ele tava fazendo ali?
Ele olhou ela de baixo pra cima, curtiu a roupa dela de perto — Você tá radiante hoje de manhã.
— Obrigada, mas... mas esse é o vestiário feminino. O senhor se inscreveu nas aulas de tênis? — O grupo que ela ia dar aula em seguida era um... da terceira idade, velhos e velhas muito ricos desse bairro, por isso ele pensou em treinar com aquele grupo.
— Não, nada disso, vim fazer outro tipo de exercício — Ele puxou o pau duro da calça rapidamente, mostrando pra jovem — Vim te pegar, sua putinha linda.
Ela recuou, surpresa com a situação e com medo de que alguém entrasse no vestiário. Nesse momento, Gastón aproveitou pra avançar e fechar a porta do cubículo — Espera, eu dou aula em quinze minutos.
— Com quinze minutos dá tempo pra um rapidinha — Ele levou a mão até a entreperna da jovem, tocando por cima da calcinha — Mas você tá de fio dental, essa não é roupa adequada pra fazer esporte.
— É que hoje de manhã me senti sensual e resolvi vestir, mas pensei que ninguém fosse me ver.
Sem dizer mais nada, ele a encurralou contra o cubículo, começou a beijá-la com intensidade e uma das mãos dele começou a brincar com a buceta da jovem por cima do fio dental. Ela se entregou quase na hora aos beijos e carícias. Quando ele puxou a calcinha de lado pra enfiar um dedo, a jovem gemeu como uma puta no cio, por um segundo esqueceu onde estava — Sabia que você ia gostar da minha surpresa, putinha.
Quando ele falou, ela voltou a si, embora o coração batesse muito forte. O corpo pedia pra continuar, mas a cabeça mandava parar — Por favor, pare, alguém pode nos ver — Foi a única coisa que lhe veio à mente, a voz não foi muito convincente porque saía entrecortada por gemidos.
— Você tá mais excitada do que eu, adoro isso — Sem mais cerimônia, ele abaixou a calça deixando o pau duro pra fora, depois puxou a calcinha dela de lado, encostando a cabeça grande na entrada da buceta da jovem — Uma rapidinha antes de você voltar a trabalhar não faz mal, né — Antes que Johana pudesse dizer palavra, ele empurrou a pélvis pra frente.
— Uai! — Foi só o que a jovem disse antes de fechar os olhos e aproveitar a forte penetração e as estocadas do velho, que continuaram. mordendo o próprio braço pra não fazer muito barulho com seus gemidos, não queria que ninguém que entrasse a ouvisse, só se ouvia o som de *Pof! Pof!* que o choque daqueles dois corpos sedentos de prazer produzia.
Tinha levantado o top e o sutiã esportivo pra saborear aqueles peitos perfeitos com a boca, ela continuava recebendo cada um dos movimentos dele com muito prazer, com a saia levantada e a calcinha fio dental puxada pro lado, sendo comida num lugar público, tava recebendo um estímulo incrível, tanto que tinha esquecido que em minutos daria outra aula.
Johana se sentia uma mulher vulgar curtindo ser usada como um simples objeto por aquele velho, embora não pudesse fazer nada porque o corpo não respondia como ela pensava, o corpo dela curtia cada carícia, beijo, e a penetração forte que tava recebendo, tanto que tava perto de gozar.
Os olhos revirados, perdida no prazer, sentindo Gastão penetrando ela cada vez com mais força, quase sem lubrificação, ouviu alguém entrar no banheiro — Querida, você tá aí?
Levou um susto quando ouviu a voz, era a dona Torres, uma das alunas que ela daria aula daqui a pouco, tentou responder rápido, mas a voz não saía, e ainda por cima o velho não parava, dava pra ouvir a bunda dela batendo na parede — Tô si… Aqui — Respondeu entre gemidos tentando disfarçar.
— Tá bem? — A velha perguntou preocupada, Johana era uma jovem muito querida no bairro, e não a ouviu direito.
— Nghm, Tô muito bem… dona Torres hmm — Mordeu com toda força o ombro de Gastão pra não fazer mais barulho desnecessário, já que responder pra senhora enquanto era penetrada com força a excitou tanto que teve um orgasmo muito intenso.
— Não entendi direito querida, tá com dor de barriga?
— Não, já tô saindo, senhora — Xingou ela na cabeça por não deixar ela curtir aquele orgasmo incrível, depois beijou com força Gastão que ainda não tinha parado os movimentos. movimentos, ele também estava perto de gozar.
Enquanto ela o beijava com força e enroscava as pernas nele, o velho começou a descarregar tudo que tinha dentro dela, sem saber se a senhora Torres tinha ido embora ou não. Seus últimos movimentos foram muito fortes, tanto que dava pra ouvir claramente a pélvis dele esfregando contra a dela.
A senhora Torres estava saindo do vestiário quando ouviu aquele som, e pensou por um instante que a Johana estaria com um namoradinho, mas rapidamente tirou isso da cabeça, dizendo pra si mesma — Não, a Johana é uma boa menina, nunca faria algo assim no local de trabalho.
— Vai trabalhar, sua putinha gostosa — Ele tirou o pau, escorrendo todo tipo de fluidos, e puxou a tanga da Johana de volta pro lugar, por fim deu um tapa forte na bunda dela.
A jovem só olhou as horas e viu que estava cinco minutos atrasada, não era normal ela chegar tarde nos turnos de trabalho. Não teve tempo nem de se limpar, então decidiu dar um último beijo na boca do velho e foi dar aula.
Ela saía do vestiário arrumando a roupa quando começou a sentir o esperma do Gastão escorrendo da buceta dela, sujando a tanga, molhando ela ainda mais do que já estava. Não sabia como ia conseguir dar aula por uma hora com aquela sensação de estar completamente suja.
Gastão limpou o membro no vestiário com um sorriso de satisfação. A Johana estava cada vez mais entregue a ele e aos seus caprichos. Ele saiu do lugar andando tranquilamente, como se nada tivesse acontecido, sentou e ficou olhando a jovem dar aula para uns velhinhos, uns que tinham a idade dele, mas nenhum a conhecia tão profundamente quanto ele.
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3 comentários - Garanhão e as Vizinhas Gostosas - Cap 17 - Look Quente
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