As Aventuras da Lupita - Capítulo 7

Las Aventuras de Lupita capitulo 7As Aventuras de Lupita - Capítulo 7

Na escola preparatória onde Lupita estudava, trabalhava como zelador um velho de uns 58 anos, corcunda e com cara de depravado, que vivia suado e sujo por causa da limpeza que fazia em todas as salas. Era um moreno de uns 1,70m de altura, conhecido na escola como "Fuck You Juan", porque tinha uma perna mais curta que a outra, o que lhe causava uma leve mancada ao andar, deixando ele ainda mais horroroso. Era viúvo há vários anos, então via as deliciosas colegiais como um manjar proibido e distante. Era um tarado que adorava espiar as meninas quando elas entravam no chuveiro depois das aulas de educação física, já que perto dos chuveiros das garotas tinha um quartinho onde guardavam todos os utensílios de limpeza das salas. O velho tinha dado um jeito de fazer um buraco disfarçado para espiar as colegiais e se masturbar vendo elas completamente peladas.

No dia seguinte, depois de sair da aula de educação física, Lupita foi direto tomar banho porque queria se afastar um pouco para escrever no seu querido diário tudo o que tinha acontecido com Dom Anselmo no dia anterior. Chegou nos chuveiros, tirou a roupa devagar e de um jeito sensual, e logo ficou debaixo do jato d'água que percorria seu corpo escultural — parecia uma deusa transformada em mulher. A adolescente mostrava em todo seu esplendor seu corpo jovem e escultural, era um verdadeiro petisco, um manjar de reis. A garota nem percebia que o Fuck You a espiava, se deliciando com o espetáculo. Era uma delícia ver como ela ensaboava o par de peitos médios, mas perfeitos. Que peitos que aquela menina tinha! Eram adornados com um par de mamilos grandes e escuros, rodeados por auréolas igualmente grandes e impressionantes. Uns peitões bons para uma garota de apenas 18 anos. O Fuck You não tirava os olhos daquele par de limões que a menina tinha como seios — o velho nem piscava. Os seios se erguiam majestosos. Desafiando a força da gravidade que ainda não as afetava. A garota passava o sabão pelos peitos, pelo abdômen liso — era um espetáculo pelo qual alguns teriam pago felizes pra ver. Só o fuck you era testemunha, se punhetando sem tirar os olhos da jovem. Nisso, a garota, ao levar a mão até o baixo ventre, sentiu uma sensação muito gostosa e começou a acariciar sua bucetinha quente, fechando os olhos e curtindo as sensações elétricas. O velho zelador sentiu que ia gozar, soltando um jato forte de porra e caindo sentado no chão, exausto pelo espetáculo que viu.

A garota se vestiu depois do banho e saiu pra sentar num banco debaixo de umas árvores frondosas e frescas, meio afastadas. Sabia que ainda tinha 40 minutos antes da próxima aula e começou a escrever no seu querido diário tudo o que tinha acontecido no dia anterior com o verdureiro Anselmo. De vez em quando, ao escrever, a garota suspirava, lembrando dos momentos gostosos que passou no cinema escuro. Assim, distraída, escrevendo no diário, nem percebeu que o fuck you se aproximava dela por trás. Ao chegar perto dela por trás, o velho ficou parado, admirando o decote da garota — o olhar dele estava cravado nos botões desabotoados da blusa. O velho estava esquentando de novo. Também observava aquele par lindo de pernões torneados que a menina tinha cruzado. A visão era excitante. Nisso, ele teve uma ideia e olhou pros lados: viu ao longe que as salas estavam a uns 80 metros e que os colegas de Lupita estavam brincando de bola. Ajeitando a pica dura com a mão, cumprimentou a garota.

"Oi, gostosa", disse ele. A garota só então percebeu que tinha alguém do lado, levando um susto por não esperar que estivesse alguém tão perto.

"Oi, seu João" (era assim que se chamava o velho zelador), "que susto o senhor me deu", disse a garota. "Kkkkk", riu o fuck you. Você, Juan, sentou-se ao lado da linda colegial, e ela ficava incomodada ao ver como aquele velho olhava sem vergonha para as pernas dela e o decote da blusa. Nisso, a garota descuidadamente levanta as mãos para arrumar o cabelo, fazendo sobressair por baixo das roupas aqueles belos mamilos. O velho estava tenso, o sangue subia à cabeça, e não era para menos: a silhueta da colegial era perfeita. A carne provocante dos peitos dela se destacava por uma firmeza notável, e uns mamilos duros marcados na blusa fina faziam o olhar do velho se extasiar. Suas curvas sinuosas, as pernas bem torneadas, a barriga lisa sem um grama de gordura e o par de pernas cruzadas eram argumentos suficientes para enlouquecer qualquer um. Lupita, sem dúvida, exalava sensualidade por cada centímetro da pele.

— O que você faz aqui tão sozinha? — disse o fuck you Juan, ao mesmo tempo que colocava o braço no encosto do banco, chegando a tocar as costas de Lupita. Ela, ao sentir a mão do velho, se inclinou para frente.

Você é muito gostosa, sabia? — disse o velho, sem parar de olhar para o delicioso decote dela.

— Obrigada, senhor — ela se sentia incomodada porque queria continuar escrevendo seu diário, mas com o fuck you Juan não conseguia. O velho sorria e a olhava; ela conhecia aquele olhar, sabia que o velho estava excitado, e isso a deixava nervosa. Por experiência própria, sabia do que os velhos eram capazes para aproveitá-la, e ficou ainda mais nervosa ao perceber que estavam muito afastados dos outros, completamente sozinha com um velho horrível, corcunda e fuck you que não parava de olhar para ela com luxúria. — Esse senhor Juan, acho que já vou, porque minha aula vai começar — disse a garota nervosa.

— Não, preciosa, não vá para sua aula ainda, falta mais de meia hora. Fique aqui para conversar comigo — disse o corcunda, se aproximando mais da colegial paralisada, sentando-se ao lado dela, que não ousava olhar para ele, continuava com aquelas pernudas. Cruzadas e com a vista pra frente, o velho colocou uma mão na nuca da menina e começou a acariciar aquela parte sensível da colegial e disse: — "Ei, que pele macia você tem". O velho safado só sorria enquanto acariciava devagar a nuca da garota, que só mexia a cabeça tentando fazer a mão do velho parar de acariciar aquela nuca que dava arrepios na pele dela.

Ela virou pra olhar pra ele e disse: — "Por favor, seu João, não faz isso... por favor". O velho via aquela cara linda e aqueles olhões verdes que, com o piscar constante, mostravam nervosismo. Ela, horrorizada, viu que o rosto do velho se transformou, o olhar dele assustava a colegial porque ela conhecia aquele olhar e sabia que não pressagiava nada de bom. Ele despia ela com os olhos, fixava o olhar nos peitos perfeitos e nas pernonas da menina, já que com a saia do uniforme escolar tão curta, ao sentar, subia mais, deixando à mostra aquele par de pernas torneadas e grossas pra deleite do velho. O velho, vendo a passividade da menina, seguiu em frente, pousou uma mão na pernona da colegial sentindo a maciez dela, fazendo a rola ficar dura. A garota, cada vez mais nervosa, só dizia: — "Me larga, me larga já... por favor". O macho tá tenso, sentia o sangue subir na cabeça, não era pra menos, tinha uma gostosa do lado que ele tava apalpando. Acariciava devagar as pernas enormes da menina, curtindo a maciez enlouquecedora. A garota tava com a cara vermelha, começando a suar e tremendo, o corpo dela era um monte de nervos. O corcunda se aproximou do ouvido da menina e, com a voz trêmula de tesão, disse que ela tinha uns peitos incríveis e que se ela deixasse ele pegar, daria dinheiro. A garota não acreditava no que tava ouvindo, não soube o que dizer pro velho safado, sentia o coração batendo na cabeça, e de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho avançou. mais acima na perna dela.
Então o corcunda, não aguentando mais, foi pra cima da boca da garota com a língua nojenta dele — "nãooooo, me deixa... nãooooo" —, a menina dizia — "cê tá muito gostosa, mamãe, muito yummy, e eu tô muito tarado" — "nãooooooo, me solta, véio" — "hahaha" ele ria, sentia uma impotência tão grande, o velho era forte demais pros esforços dela, o fedor de cerveja que vinha do bafo dele, ela não aguentava, a língua nojenta lambia com ansiedade os lábios dela, que ela mantinha bem apertados — "Não... não..." murmurou a garota, tentando se afastar — "Não, não, não, por favor, não continua."
Num descuido do corcunda, ela conseguiu se soltar dos braços dele e saiu correndo, pegando a mochila, correu e correu apavorada até chegar exausta nos salões, olhou pra trás e viu lá longe que o velho João ainda tava sentado no banco, respirou aliviada, o zelador por causa da manca não conseguiu seguir ela e quando ia embora viu o diário da Lupita e pegou, e depois de dar uma lida rápida sorriu e disse "hahaha essa pombinha vai ter que voltar pros meus braços" e se afastou mancando.
No outro dia, a garota acordou fazendo as tarefas dela enquanto a mãe saía com umas amigas, ela começou a procurar o diário precioso pra escrever tudo que viveu na tarde desagradável onde o zelador quis se aproveitar, abriu a bolsa da escola e se surpreendeu ao não encontrar, angustiada começou a revirar o quarto inteiro procurando o dono de todos os segredos dela, o desespero aumentava a cada minuto, sabia que se enganava pensando que tava em outro lugar que não fosse a bolsa, por fim se deu por vencida e pensou como é que não tinha percebido a falta dele, aquele livro era o tesouro mais precioso dela, continha os segredos mais íntimos nas páginas, até as experiências com os velhos degenerados do seu Lucas e o velho professor Túlio e o encontro no cinema com seu Anselmo, o que sentiu não conseguiu pegar no sono senão até altas horas da noite pensando onde e Em que mãos estava o seu amado diário. No dia seguinte, já na escola, a garota não prestava atenção na aula, continuava tentando lembrar onde tinha deixado o diário. Quando saiu da sala, foi na cantina comprar um refri e sentou num banco pensando no diário, quando um menino de uns 10 anos se aproximou, entregou um envelope e saiu correndo. Intrigada, ela abriu pra saber o que era aquela carta e ficou surpresa ao ler. A carta dizia, com uma letra horrível, que o diário dela era muito interessante e que, se quisesse recuperá-lo, devia ir até onde morava o fuck you João, senão a escola inteira ficaria sabendo o quão puta ela era. O velho morava no fundo da escola, num porão. A garota, confusa com o conteúdo da carta, se lamentava pelo tremendo descuido, lembrando do episódio com o zelador quando teve que sair correndo porque o velho degenerado quis se aproveitar dela. A linda menina sabia que precisava ir buscar o diário, porque se o conteúdo fosse divulgado, a vida dela viraria um pesadelo. Ainda mais que o corcunda já tinha ameaçado revelar tudo pra escola inteira. Só de pensar que o velho podia cumprir a ameaça, ela ficava apavorada. Não, não podia passar por aquela vergonha, que todo mundo descobrisse suas intimidades, seus segredos guardados que só o diário conhecia, e com todos os detalhes. Então, respirando fundo, ela foi até o fundo do corredor e, ao chegar, bateu na velha porta de madeira. "Quem é?" ouviu a voz rouca do zelador. "Sou eu" respondeu a colegial. "Entra, minha rainha, tá aberta" disse o velho. Lupita, timidamente, empurrou a porta barulhenta de madeira. Sua vista demorou uns segundos pra se acostumar com a penumbra do quarto do velho, mal iluminado por uma lâmpada fraca de mesa. Seu nariz fino sentiu um cheiro desagradável de cigarro, cerveja, pé suado e mofo. A colegial fez uma careta de nojo, levando a mão ao nariz. Sentia nojo e não conseguia... Não dizer nada, só uma vontade enorme de vomitar e sair correndo dali. Ela olhava ao redor: era um quartinho horrível, todo sujo, sem janelas, por isso os cheiros, sem ventilação, ficavam presos. Tinha um prato com comida rançosa numa cadeira, roupa suja amontoada no chão, as paredes cheias de pôsteres de mulheres de lingerie. Era um lugar nojento, igual à aparência do corcunda, que estava deitado na cama de shorts, sem camisa, lendo o diário da Lupe com uma mão enfiada dentro do shorts, se masturbando. A colegial olhava para ele com nojo: aquela pança nojenta para fora, o rosto cheio de verrugas, a pele morena, ressecada e enrugada, coberta de tatuagens mal-feitas, suado de calor como se nunca tomasse banho. Todo esse quadro dava náuseas na colegial, que gostava de ordem e limpeza, estar metida num quarto tão repugnante e com uma companhia tão desagradável. "Sentiu minha falta, gostosa?", disse o velho com um sorriso de triunfo. "O que você quer?", perguntou a colegial sensual, com a voz trêmula. "Assim que eu gosto, direto ao ponto", disse o corcunda, levantando da cama. Lupita, ao vê-lo se aproximar, assustada, se esquivou para o lado, se enfiando mais naquele quarto fedorento. O zelador pegou um cadeado e, horrorizada, ela viu ele trancar a porta. Virando-se para olhá-la, ele sorriu com os dentes cheios de cárie e disse com aquela cara de sádico: "Agora sim, mamãe, vamos conversar tranquilamente, sem você me deixar no meio pra sair correndo." A garota via o olhar cheio de luxúria do velho e sentiu uma mistura de medo e excitação. Tentando aparentar uma calma que não sentia, Lupita disse ao zelador: "Por favor, seu João, só me devolve meu diário e eu vou embora." O velho pensava consigo mesmo: de jeito nenhum vou deixar passar uma mulher como essa, dessas se conhece uma vez na vida e tem que aproveitar de qualquer jeito, que corpaço, é uma deusa, e com essa cara linda de novinha me deixa louco, ela Ela usava uma blusinha cavada, bem justinha, de alcinha e barriga de fora, com um decote imenso que mal cobria os biquinhos daqueles dois limões de carne — isso porque tinha tirado o paletó do uniforme por causa do calor. A saia colegial era tão curta que dava pra ver aquelas coxas grossas e gostosas e a bunda redonda e carnuda. O velho devorava ela com os olhos. Aí, o "fuck you" pra adolescente, ele falou: "É, e achei bem interessante o que tá escrito no diário, principalmente a parte quando você tava com o Lucas e com o professor Túlio. Ah, e o verdureiro também — como é que você se senta tão à vontade com um velho daquele?" sem perceber que ele mesmo era um velho horrível. A menina linda olhou pro corcunda preocupada, com aqueles olhões verdes lindos, e disse: "Por favor, seu João, vou te dar todas as minhas economias pra você me devolver meu diário e não espalhar o que leu", falou a colegial ingenuamente, achando que com isso o velho safado devolveria. "Não, minha rainha", disse o corcunda, "se você quer que eu devolva seu diário, vai pagar outro preço. Quero te curtir igual aqueles velhos te curtiram, mas não quero na força — quero que seja por vontade própria, sem resistir. Não se preocupa que não vou te penetrar, sei que você é virgem e não quero problema com a lei — vai ser só beijo, carinho e boquete", falou o velho tarado (sendo isso uma puta mentira, porque o plano dele era meter no cu dela pra não ter risco de gravidez). A menina sentiu o coração disparar ao ouvir essas palavras e sentiu de novo aquela mistura de medo com excitação. Ficou sem fala por um momento, pensando na situação. Se sentia perturbada por ter que deixar aquele velho nojento, que ainda cheirava mal, fazer o que quisesse com o corpo escultural dela, e ainda por cima por vontade própria — definitivamente era um preço alto demais. Mas não tinha outra saída, senão todas as intimidades dela seriam espalhadas e aí a coisa seria pior. Resignada, olhou pro corcunda com nojo. Com a voz baixa, disse pro velho que tava tudo bem, que seria do jeito que ele queria, que ia fazer tudo que ele mandasse. As cartas já estavam na mesa, não dava mais pra voltar atrás. CONTINUA... QUEM QUISER SABER O QUE VAI ACONTECER COM A NOSSA ADORÁVEL LUPITA NAS MÃOS DO DEGENERADO E NOJENTO ZELADOR, NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO DE As Aventuras de Lupita.

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