— Isso não acaba aqui, sua puta! Vamos continuar nos vendo, e vou continuar te comendo e sua mãe também, minhas duas vadias vão sentir meu pau muitas vezes nas suas bundinhas!! — Depois soltou uma gargalhada e bateu a porta do meu quarto, me deixando humilhada, vexada, toda banhada do sêmen dele, com minha bunda totalmente arrombada e pensando por que ele tinha mencionado minha mãe. Era a segunda vez que pensava na possibilidade, e eu tinha que descobrir se algo estava acontecendo… Tito saiu do meu quarto depois de abusar do meu corpo mais uma vez. Eu estava tão cansada e meus buracos ardiam tanto que fiquei na cama sem me mexer por muito tempo. Quando consegui me recuperar um pouco da dor que sentia, entrei no banho, tirando todos os vestígios que Tito tinha deixado em mim. Enquanto me banhava, não parava de pensar como aquele gordo nojento tinha conseguido fazer tudo o que quis comigo e, mesmo contra minha vontade, nas últimas vezes eu era quem cooperava e deixava ele fazer o que quisesse, e sabia que isso me excitava, o que me fazia pensar mil coisas. Enquanto sentia a água limpar meu corpo suado, não pude evitar me masturbar, lembrando do que tinha acontecido e esperando que se repetisse logo. Eu era viciada naquele maldito gordo, ou melhor, no jeito que ele usava o pau dele.
Quando acabou, meu corpo doía inteiro, decidi só dormir. Nessa hora meu ficante, Mariano, o cara que eu gosto e saio, ligou. Atendi super mal, depois da foda com o Tito não tava com muita vontade de conversar com ele. Me sentia suja, cansada e sem conseguir nem manter uma conversa com ele por telefone. Além disso, ainda tava intrigada com os comentários que o Tito tinha feito sobre comer minha mãe.
Pra contextualizar: minha mãe, mesmo tendo tido dois filhos, se mantinha bem. Me teve muito jovem, como era costume antigamente, e meu irmão anos depois, então atualmente ela devia ter uns 38 anos, acho. Era mais alta que eu, mas ainda tinha um corpo pequeno, cabelo preto – embora ela gostasse de pintar às vezes – e liso. Tinha uns peitos meio grandes, pelo menos maiores que os meus, mas menos bunda, e com uns quadris generosos. As nádegas dela eram bem definidas por causa dos exercícios, embora menos firmes com o passar dos anos, ainda era uma mulher atraente. Os lábios eram grossos e o tom de pele mais moreno que o meu.

Ela é minha mãe, pelo menos algumas fotos que encontrei dela fuçando por aí. Bom, quando fui me deitar, senti a porta da casa abrir e minha mãe chegar, quase chorei ao lembrar o que o Tito tinha me dito e não sabia o que falar pra ela, então decidi não dizer nada e fui pro meu quarto, mas mais tarde, quando desci pra pegar um copo d'água, acendi a luz e a vi lá, sozinha, pensativa. Não consegui disfarçar mais e perguntei sem rodeios: — Oi mãe, tudo bem?! Como tá indo com o Tito e naquilo que você tava me ajudando?! — Ao ver que eu falava tão séria, ela gaguejou um pouco e seus olhos me olharam com surpresa, como tentando descobrir se eu sabia de algo, pra depois se encherem de lágrimas e ela quase não conseguiu me responder, então era verdade, eu não entendia nada, no que é que minha mãe tava pensando, foi aí que ela se aproximou e começou a me contar tudo: — Acho que você já sabe, não vou negar. Deixa eu te contar o que aconteceu — «Tudo começou num dia como qualquer outro em que acordei especialmente com tesão. Você deve saber que seu padrasto faz tempo que não me toca, você já tá grande pra saber que uma mulher tem necessidades; então faz tempo que a gente só transa de vez em quando, no máximo, e isso me deixa querendo mais, amo seu padrasto, você sabe, mas como mulher, ficou um vazio sem preencher. Às vezes por diversão, quando vou ao mercado ou nos trabalhos que faço na escola, alguns colegas chegam em mim, me convidam pra comer alguma coisa e especialmente tem um deles com quem a gente tem aqueles momentos românticos. E tenho que te confessar que uma tarde que aceitei sair com ele, ele me deu um beijo que me deixou igual uma colegial apaixonada. A partir daí a gente começou a flertar, às vezes ele me dá uma rosa, um chocolate ou algum detalhe. E eu correspondia com um beijo de vez em quando. Juro que nunca passou disso, mas depois de tanto tempo sem um toque romântico, isso me fez me sentir bem com meu corpo e comigo mesma. Pois é, acontece que um dia eu voltava do... trabalho e com minha aventura de mãos dadas se despede de mim com um beijo, quando sinto um olhar, e ao virar um arrepio percorreu minha espinha ao ver Tito nos observando da calçada do outro lado. Imediatamente soltei sua mão e tentei disfarçar, mas já era tarde. Desde aquele dia minha mente começou a me trair e fiquei cada vez mais intrigada com o que Tito tinha visto e se ele contaria algo ao seu padrastro. Uma noite vi uma garota na entrada da casa dele, pela forma como estava vestida parecia uma prostituta. Quando passei, Tito abriu a porta e nossos olhares se cruzaram, fiquei vermelha de vergonha, sabendo que ele me tinha visto. Mais tarde, pude escutar pelo corredor os gemidos da mulher e Tito gemendo como um desesperado. Foi a primeira vez que pensei nele como homem. Então, um dos dias em que todos vocês saíram, eu estava regando o jardim e ele apareceu no muro, disse que estava removendo os resíduos de terra e folhas e começou a falar comigo sobre coisas sem sentido, até que comecei a me lembrar do dia em que o vi com aquela garota e do que o gordo sabia sobre minha aventura. Lembro que comentei sobre um projeto no jardim e ele se ofereceu para me dar uns pacotes de vitaminas para a terra que tinha em casa, hesitando um pouco aceitei os pacotes e fui buscá-los na casa dele, e ele não desperdiçou a oportunidade. Quando o tive perto pude notar que ele estava meio bêbado, quando ele fechou a porta de casa caí na real que estávamos sozinhos, então ele disse: — E como vai com seu namorado do trabalho? Parece que pelo menos tem homens que notam como você é linda, não como seu marido — Tremede de medo, — eu não sei do que…— — Calma, mamãe, não é da minha conta e de qualquer forma, não vou dizer nada, se seu casamento não está nas melhores condições, eu não sou ninguém para julgar. Além disso… Bom, não quero que você pense que estou te forçando a algo, mas, bem, você me deve um favor, e espero que possa me ajudar com o que vou pedir — Não entendia nada, tremia e diante daquela olhar lascivo... só consegui pensar no pior, mas, ao contrário do que esperava, o pedido do Tito me surpreendeu — Quero que me dê um beijo, igual àqueles que dá no seu namorado. E a gente esquece tudo — Honestamente, não sei o que passou pela minha cabeça ao ouvir o pedido dele, não sei se foi a oportunidade de sair daquela situação por tão pouco em troca, mas não coloquei objeção, disse que faria, mas com a condição de que depois disso ele esquecesse tudo o que sabia e tinha visto, e que pudéssemos seguir em frente. Tito se aproximou e, sem rodeios, me pegou pela cintura e eu envolvi meus braços no pescoço dele, e começamos a nos beijar de um jeito tão gostoso que não conseguia desgrudar meus lábios dos dele. Fazia tempo que isso não acontecia comigo. Senti a língua dele e não consegui evitar brincar com ela. No meio do beijo, aconteceu algo que não esperava: comecei a sentir as mãos dele tocando minhas nádegas por baixo do vestido, até chegar na minha calcinha. Imediatamente tentei afastá-lo, mas com a força dele, logo a mão se infiltrou por baixo da minha roupa íntima e começou a me tocar sem nenhum obstáculo na bunda. Eu tentava resistir, mas com a força dele, sob o calor do momento e a surpresa, deixei que me tocasse à vontade. Tentei protestar, mesmo que meu tesão estivesse aumentando aos poucos. — Tito, por favor, me solta, chega, para por favor, já foi suficiente, isso não fazia parte do combinado — (inconscientemente, eu estava ficando um pouco molhada) mas ele continuou sussurrando — Esquece isso, gostosa. Te tenho aqui só pra mim e agora só quero te comer com força, que delícia imaginar como te deixo bem empinadinha e seus peitos batendo na cama enquanto eu te fodo com tudo. Ou você não quer sentir meu pau dentro de você? — Pude imaginar a cena e, incrivelmente, comecei a ficar excitada. As mãos grandes dele massageavam meus seios de maneira lenta, mas firme. Não conseguia acreditar, mas comecei a me molhar, ouvindo aquela voz me dizendo as maneiras como podia me comer. Minhas últimas súplicas foram — Por favor, Tito, para, eu não quero trair meu marido, por favor — deixa eu ir pra casa — mas ele, totalmente fora de si, disse: — Calma, gostosa, daqui você não sai até me saciar com você, te desejo, quero ficar entre suas pernas, gostosa, você tá uma delícia. Achou que eu ia me contentar com um beijo sabendo como sua bunda me deixa excitado? Além do mais, você me deve, pra evitar que eu conte pro seu maridinho sobre as galhas que você põe nele no trabalho. A partir daquele momento, Tito assumiu o controle. Sem parar de me tocar, ele aproveitou e disse que se eu não quisesse que meu marido e minha família descobrissem o que eu tinha feito, eu teria que aceitar agora algumas das exigências dele. Eu estava vermelha de vergonha e com os olhos cheios de lágrimas, não soube o que responder e só baixei o olhar, dando a entender que estava à disposição dele, que meu corpo lhe pertencia. Ele entendeu que eu não diria nada e me tinha à sua mercê, e imediatamente se aproximou e começou a apalpar minhas tetas descaradamente com uma mão, e com a outra levantou meu vestido para esfregar minha vagina por cima da calcinha. Depois de alguns minutos, ele afastou minha calcinha de lado e começou a me dedar. Eu, enquanto isso, soluçava chorando e pedia pra ele não fazer aquilo. Ele ignorou meus choros e continuou se aproveitando de mim, metendo os dedos na minha vagina livremente, até que parou e tirou seu pau pra fora. Ele me disse pra começar a masturbá-lo. “Vai, gostosa, com certeza não é o primeiro que você tem na frente da sua cara hahahaha”. Eu, sem ter mais escolha, respirei fundo e comecei a fazer. Peguei o pau dele com minhas duas mãos e comecei a masturbá-lo lentamente, enquanto ele colocava as mãos na cintura como um símbolo de vitória. Seu pênis começou a crescer de uma forma descomunal, nunca tinha tido um membro tão grande entre minhas mãos. Com a mente em branco e me sentindo extremamente humilhada, mas ao mesmo tempo excitada, continuei subindo e descendo minhas mãos naquele tronco duro até que ele me ordenou que parasse.
Eu já não oferecia resistência, enquanto ele continuava me tocando, sua respiração acelerava conforme seguia apalpando seu animal ereto; as carícias subiram de tom, o gordo não aguentou mais e acabou me despindo. Sem perder mais tempo, ele também se despiu completamente, seu pau pronto como um soldado apontava ameaçadoramente para mim, mas o que mais me estremeceu foi perceber que ele estava se masturbando enquanto me via nua, os grunhidos que saíam de seu peito e suas mãos frenéticas puxando seu membro exclamando — Ahhhhh, você tá bem gostosaaaaa, que vontade eu tenho de você mmmhhhh — Eu não conseguia acreditar, sério, não sei por que, mas tudo isso me deixou muito excitada, a ponto de querer ser comida e penetrada pelo vizinho. Já totalmente dono da situação, ele me disse: — Abre a boca — com a voz rouca de excitação, e eu, com o tesão que já estava, não hesitei nem um instante em obedecê-lo; com uma mão, o gordo baixou minha cabeça até o ponto exato onde ele queria; seu membro estava ereto e eu gemei contra sua pele quente enquanto minha boca o acolhia inteiro até o fundo. O gordo me tinha como queria, com a boquinha aberta bem debaixo de sua ereção; a dureza do seu pau me dava uma ideia do que me esperava ao tê-lo dentro e, principalmente, pelas enfiadas que o gordo ia me dar, pensar nisso produziu um calor indescritível em todo o meu corpo. Ele, de pé, diante do meu rosto, parecia ter percebido minha agitação, começou a se masturbar bem em cima dos meus lábios, abriu minhas pernas o suficiente para ganhar espaço e deu um passo na minha direção, e com isso apoiou uma de suas bolas na minha língua; então me ordenou que chupasse. Enquanto eu o chupava, me contorcia de prazer, mal cabia todo na minha boca por causa da grossura. Tito, sem perder tempo, começou a percorrer com suas mãos inquietas as curvas do meu corpo; todo o calor que emanava dele e de mim me deixava envergonhada, suando e com muito tesão. De repente, soltei um gemido que ficou pela metade, porque ele agarrou o pau pelo tronco e ele enfiou na minha boca com uma investida, arquejei, e o quintal encheu de ruidinhos das minhas ânsias quando seu pênis duro raspava na minha garganta, misturados deliciosamente com os grunhidos que ele soltava no ar. Tito descobriu o gosto de tirá-lo inteiro e enfiá-lo de volta de uma só vez, enquanto eu me apressava em percorrê-lo com a língua; perdida no momento fechei os olhos por um instante e me arqueei, entregando meus peitos quando ele esticou os braços para acariciá-los. Ele parou um instante e disse: — Agora é minha vez de te dar língua — então desceu para me dar chupões pela linha do meu umbigo, eu gemi, me joguei para trás e apoiei a cabeça na cama. Balancei ela de um lado para o outro enquanto Tito percorria minha buceta com pontas de beijos molhados; o gordo levou à boca todo meu clitóris com um chupão longo, que me obrigou a me contorcer de prazer, e acabei abrindo mais minhas pernas como para convidá-lo a ficar naquele cantinho que tanto precisava de uma boca quente e desejosa como a do vizinho. Você deve saber que seu pai, não seu padrasto, nunca tinha feito assim com tanta maldita luxúria e isso foi demais para minha leve ignorância sexual, sua língua estava me penetrando, o ritmo foi de suave a intenso, ele pegou minhas pernas segurando pelos tornozelos enquanto sua língua e lábios atacavam deliciosamente meu sexo. A proximidade da respiração dele na minha virilha me provocava arrepios; o gordo com toda destreza chupava com a língua meu sexo sondando a intensidade dos meus gemidos. Eu já tinha afundado os dedos no cabelo dele, apertando suavemente para dizer sem palavras o quão bem ele estava me fazendo. — Ahhhhhhh que delícia indescritível — até aquele momento entendi que estava vivendo minha sexualidade pela primeira vez. Enquanto Tito comia meu cu, com seus dois dedos cheios de baba acariciava um dos meus seios; eu, imersa no prazer, sussurrava para mim mesma, me fode, me fode já; foi um oral tão gostoso, que me fez perder a razão, só já queria ser possuída por aquele homem tarado, depravado e feio. Era incrível, mas eu já desejava que aquele cara repulsivo me comesse. Eu estava com muito tesão, pensava comigo mesma, sem me atrever a dizer: por favor, enfia logo em mim. Meu primeiro instinto foi levantar a bunda para tentá-lo e pedir com o corpo que ele me pegasse. Foi então que ele veio até mim com os olhos ardentes, ofegante com a língua para fora, e se posicionou em cima de mim. Abriu minhas pernas e me penetrou, seu membro me atravessou até o fundo. Nos apertamos mutuamente e começamos a rolar pela cama, nos revirando como selvagens, criando um turbilhão de lençóis, pernas, carícias e gemidos. Tito me embatia com força, descarregando toda a luxúria e desejo que sentia por mim. Nossos corpos se contorciam de prazer, eu sentia minhas pernas ardendo de tanto calor. Enquanto ele me comia, fiquei olhando direto para ele, pude ver seus olhos completamente revirados, ele soltava enormes gemidos de prazer com a boca totalmente aberta. O gordo estava gozando como nunca o prazer de estar entre minhas pernas. De repente, ele me encarou e, sem se conter, atirou o rosto sobre o meu e começou a me beijar, devorando minha boca. Eu envolvi seus braços no pescoço para abraçá-lo, e foi assim que nossos corpos se fundiram em um só. Eu estava ardendo ao ver o gordo observando como minha buceta estava engolindo todo seu membro rígido. Ele continuou me comendo por cima, e nessa posição a cabeça do seu pau entrava em uma curva, o que arrepiava minha espinha. Depois de um tempo, enquanto nos revirávamos, perdi o fôlego. Estava tão molhada que aquele pênis enorme entrava em mim com facilidade. De repente, com um único empurrão, ele enfiou seu pau até o fundo. Meus lábios se separaram com um grito abafado, seguido pelos gemidos — ahhhhhhhhhh siiiii assimmmmm ahhhhhhh — e ele os bebeu todos com beijos, me comendo devagar. Totalmente dominador, ele me empurrou para trás, foi rápido. enquanto me acomodava de pernas abertas em cima dele, minhas costas contra seu peito, e agora que ouvia ele ofegar no meu ouvido, os arrepios subiam por mim. — Vamos! continua se mexendo, deixa eu enfiar até o fundo — ele disse com sua voz grave e rouca e eu respondi com um gemido, incapaz de falar agora que o gordo começava a me penetrar de novo. Quando ele me teve toda torcida e à beira do orgasmo, fincou os calcanhares no colchão e se empurrou com tudo dentro de mim. Eu estava tão molhada que ele entrou até o fundo com enfiadas curtas e rápidas, me levantava com força a cada empurrão, entre as paredes do quarto ficou preso o eco do choque dos testículos dele contra mim. De repente, sem conseguir evitar, a luxúria tomou conta do meu corpo e eu me vi pulando em cima dele com força, meu ritmo foi mudando conforme a necessidade ia vencendo toda minha resistência; Tiro e eu gemíamos como desesperados, — ahhhhhh, yaaaaaaah ahhhhhh — De repente ele fechou os olhos e engoliu seus grunhidos, senti ele esvaziar em mim, senti ele gozar em jatos e não parou até espremer todo o sêmen sobre meu corpo nu. Passada a tesão, vieram os remorsos, me senti muito culpada, me vendo ali, nua deitada na cama com aquele gordo tarado, tinha acabado de ser infiel ao homem que amava, enquanto meu marido estava trabalhando, eu, sua mulher, estava me revolvendo com aquele gordo depravado. Me levantei e chorei sobre a cômoda, a culpa me matava, seu padrastro não merecia isso, só que enquanto eu desabafava, Tito se aproximou e enfiando sua mão entre minhas pernas nuas, começou novamente a me masturbar, enquanto sussurrava: — Não se arrependa, mamita, seu corpo precisa de quem cuide dele, e eu fico excitado com as maduras e mais ainda se estão tão gostosas como você, e dá pra ver que seu marido não te satisfaz — E continuou enquanto ainda acariciava meus lábios vaginais — Vamos deixar de frescura, não tô procurando uma namorada pra sair de mãos dadas, pra isso você tem o idiota do seu trabalho, eu só quero alguém pra acabar com minha vontade de transar, quero me esfregar em você até esvaziar minhas bolas na sua buceta quente, quero fazer tudo que você nunca fez com seu marido — Eu, gemendo, só dizia — ahhhh Tito, mmhhh por favor ahhhh, espera, chega — e ele continuou me masturbando. Meu corpo continuava me enviando ondas de um prazer inimaginável e depois de todo esse tempo de insatisfação com seu padrastro, isso parecia duas vezes melhor — Aaaah, Tito, não continua mmmhhh por favor ahhhh espera mmmmhhh, não consigo, ahhhh — E mesmo assim, meu corpo estava cedendo de novo, eu sabia que não conseguiria resistir aos desejos dele e enquanto, de novo, aquele gordo maldito me levava pro centro da cama, eu exclamava: — Ahhhh ai, ai, Tito ahhhh não podemos, mas que gostoso que é!! — — O que foi? Vai ser minha, gostosa? Vai continuar transando comigo de agora em diante? Vai ser minha amante? — Sim sim, o que você quiser, ahhh sim quero continuar transando com você, ahhhhh sim, sim aceito ser o que você quiser ouuhh — e como prova, voltei pra cama com ele e aproveitei o prazer supremo de passar a tarde toda com o pauzão dele entre minhas pernas... Nunca imaginei que havia tantas coisas que eu não conhecia na minha sexualidade. Depois de uma trepada daquelas, me livrei um pouco da culpa, ele me deixou exausta e com vontade de repetir outra hora. Alguns dias depois, quando eu estava sozinha, ele apareceu do nada, e depois de me comer pela frente, dessa vez ele pediu pra fazer pelo cu também, lembro que no início fiquei com muito medo porque com aquele pau, realmente impõe respeito, e com seu pai nem seu padrastro eu nunca tive coragem de tentar, nem com ninguém, até que ele chegou, mas depois de ter um orgasmo ele me convenceu e meteu, gozei como nunca na vida; não foi fácil porque ele me fez sangrar o ânus pelo tamanho do membro dele e pela brutalidade da foda, e doeu muito por vários dias até que, com o tempo e as várias vezes que fizemos depois, eu me acostumei e te digo sem É uma vergonha que, em meus 21 anos de casada, eu nunca tinha sentido um prazer tão grande. E só fui descobrir isso há alguns dias, quando percebi que estava transando com você. Eu implorei para ele parar, disse que faria qualquer coisa, mas isso só o deixou mais excitado e ele me comeu com mais força. Enquanto minha mãe me contava toda a história, ela ficava vermelha e quase chorava de vergonha, provavelmente sem saber o que eu responderia, ao descobrir que ela traía meu padrastro e me confessava, além de se sentir envergonhada por fazer isso com o gordo masturbador do vizinho. Ela implorou, se jogando de joelhos no chão, para que eu não contasse ao meu padrastro, que a perdoasse, mas eu a levantei e, abraçando-a, disse: — Te entendo, mãe! E não se preocupe, eu não vou contar nada. Vou guardar seu segredo! O que eu não entendo é por que você continuou indo voluntariamente? — A verdade é que, quando tentei terminar isso, primeiro ele me ameaçou contar tudo ao seu padrastro, incluindo minhas cantadas no trabalho, e me senti entre a cruz e a espada. Ele também disse que, se eu não aceitasse, ele se vingaria de você, e eu não pude dizer não pelo bem de todos nesta casa. Na próxima vez que transamos, ele tirou várias fotos minhas chupando o pau dele para garantir minha submissão, mas devo confessar que ele só me obrigou nas primeiras vezes. Depois, a forma selvagem como aquele sujeito me trata provocou coisas que eu não sentia há anos e me deixou com vontade de mais. Ou será que você também não gozou como nunca quando transa com ele? — Eu engoli em seco e realmente estava confusa, não podia mentir para minha mãe, ela me conhece muito bem e eu não podia negar que também tinha gozado com o pauzão do Tito, embora eu não soubesse que ela sabia que o Tito me comia. Apesar da humilhação e do abuso, eu sabia o que tinha sentido lá dentro, então, com lágrimas nos olhos, disse: — Dói muito quando ele está entrando com o pau, às vezes ele é muito bruto, mas depois ele encontra um jeito de me dar muito prazer quando lá dentro. Mesmo que ele, como pessoa, me dê muito nojo, nunca tinha sentido tantos orgasmos com tudo que ele me obrigou a fazer!! — Minha mãe se aproximou de mim e me abraçou forte, dizendo: — Te entendo tanto quanto você me entende! — Ficamos um longo tempo abraçadas e depois ela foi embora. Eu me sentia muito estranha com a confissão da minha mãe, e a cumplicidade que teríamos dali em diante me fazia sentir muita pena no começo, tanto que não conseguia olhar nos olhos dela nem ficar no mesmo cômodo nos dias seguintes. Era evidente e desconfortável saber que ambas éramos comidas pelo mesmo cara desagradável, onde não havia amor nem uma relação futura, era só sexo animal, curtir esses orgasmos no momento, aquele membro enorme e ereto. Ela nunca me perguntou se eu pararia de transar com o "amante" dela, assim como eu nunca questionei sobre a infidelidade com meu padrastro. Acho que era melhor para as duas evitar o assunto, mas nenhuma parecia ter a intenção de parar de dar para o gordo, e preferimos não saber detalhes do dia em que tínhamos visto o Tito. Para o gordo, parecia não importar se era a mãe ou a filha, ele continuava igualmente vil e nojento comigo e, com certeza, com minha mãe seria igual ou pior. Ficava curiosa para perguntar o que eles faziam, mas era algo tão desconfortável de conversar que preferíamos fazer vista grossa. Essa situação insana só podia tender a piorar, e agora eu tinha uma rival. Nesse ponto da minha vida, já era bastante complicado me deixar foder pelo irmão da minha melhor amiga, meu vizinho nojento do lado, e, para piorar ainda mais, descobri que minha mãe também se deixava comer por aquele gordo nojento, e isso mudou as coisas para sempre na minha família. No início, tivemos um certo atrito; quando estávamos sozinhas no mesmo quarto, sentíamos vergonha de olhar uma na cara da outra e tínhamos uma culpa mútua por compartilhar o mesmo teto com meu padrastro, que nunca desconfiou das putas que eram as mulheres com quem vivia — bem, na verdade, ele suspeitava de mim, porque eu já Ele também tinha me comido hahaha e minha mãe já sabia, éramos tão sem vergonha a ponto de sermos comidas pelo mesmo homem, e ainda por cima um tão nojento quanto meu vizinho. Mesmo assim, conseguimos combinar um código silencioso onde cada uma receberia sua dose de pica do vizinho em certos momentos em que ficávamos sozinhas, ela de manhã quando eu ia para a escola e meu padrasto para o trabalho, e eu algumas tardes e fins de semana, que era quando meus pais tinham mais trabalho. Embora sempre preferíssemos não falar sobre isso, dava para perceber no rosto dela quando tinha transado, e acho que ela também percebia quando o gordo me fodia. Por mais que disfarçássemos, era evidente no humor e nas coisas que fazíamos em casa. E então, do nada e sem aviso, Tito desapareceu de casa. Parou de ligar, parou de vir me comer. Simplesmente sumiu. Já tinha passado uma semana e eu não tinha notícias do Tito, embora tivesse certeza de que ele apareceria para me "incomodar" de novo. Infelizmente para meus desejos, os dias foram passando e finalmente um mês, e nada do Tito aparecer. Foi aí que percebi que estava começando a sentir falta dele, e a cada dia que passava, me sentia mais carente das fodas dele, mas ele simplesmente não aparecia. Parecia que ele tinha fugido do país. O calor lá dentro era muito estranho, eu não sabia o que fazer, pensei em perguntar para minha mãe, mas tinha vergonha. Enquanto isso, observava ela em silêncio e pude ver que ela não estava ansiosa e de mau humor como eu, estava feliz e contente. Então começou a passar pela minha cabeça a ideia de que era ela quem pedia para o Tito não me procurar e se encontrava escondida com ele para transar. Não aguentei mais e um dia encarei minha mãe e perguntei. Ela fingiu total ignorância e me disse para não pensar mais naquele sujeito nojento, que finalmente aquele chantagismo tinha acabado e que eu devia esquecer dele, que eu devia estar feliz por não ter mais que aguentá-lo. Isso me... pareceu mais estranho, não conseguia acreditar que estava sentindo ciúmes daquele gordo nojento. Eu estava começando a ficar obcecada, ia até a casa da minha amiga por qualquer pretexto pra procurar alguma pista, até no quarto dela, mas não encontrei nada. No meio da conversa, me arrisquei a perguntar diretamente que não tinha visto o irmão dela nos últimos dias. — E aí, como tá a vida do seu irmão Tito? Faz dias que não vejo ele — Ela me olhou com cara de confusa e respondeu: — Nossa, Dan, você não sabe!? Ele brigou com meu pai, não sei bem por quê, mas notei uma coisa estranha entre eles, têm brigado muito ultimamente e meu pai expulsou ele de casa semana passada!! Eu cobrei explicação, mas ele só disse “são coisas de homem” — falou encolhendo os ombros. Eu fiquei gelada e um pouco decepcionada, sem saber o que seria de mim e se ia ver ele de novo. — E pra onde ele foi? — — Sei lá, ele me disse pra não me preocupar com ele, que ficaria bem e que ia sumir por um tempo… Sinto muita falta dele, até acho que ele sofreu muito por ser meio lerdo, e me dá pena que as pessoas não gostem dele como pessoa. Mas ele é forte e vai se virar, talvez você não acredite, mas ele sabe fazer até quem mais odeia ele acabar comendo na mão dele — — Ou na pica dele! — Pensei, quase corando. Enquanto minha amiga falava, não pude evitar começar a sentir saudade e percebi que, naquele momento, estava obcecada por ele. Era estranho, porque mesmo com saudade, não era um sentimento de querer ver ele e ficar num encontro ou andar de mãos dadas na rua pra todo mundo ver. A realidade é que eu ainda sentia nojo e repulsa pela pessoa dele, mas não dava pra me enganar: Eu tinha gozado com aquele gordo nojento e vil como nunca tinha gozado com nenhum homem na minha vida, e queria entregar meu corpo pra ele de novo, do jeito tão vil e doentio que ele costumava me pegar. Voltei pra casa totalmente decepcionada, não conseguia acreditar na minha má sorte, e ainda por cima o Idiota do meu namorado, nem atenção ele me dava e, quando dava, simplesmente não me satisfazia. O mais estranho é que eu olhava para minha mãe e a via realmente bem e feliz, então a ideia de que ela o via e eu não, continuava girando na minha cabeça e eu ficava cada vez mais com ciúmes da minha própria mãe. Os dias passavam e eu não sabia o que fazer, tentava estudar mas não conseguia me concentrar em nada, era impossível, só pensava que precisava saciar minha vontade de sentir o Tito metendo com força em mim. De repente, ouvi uma risada na cozinha, era minha mãe. Deixei meus estudos e fui espiar. Ela parecia bem, tinha o celular na mão e um sorriso de orelha a orelha. Minha cabeça começou a processar a mil. Certamente ela saberia onde o Tito estava, mas não me contaria. Deviam estar trocando mensagens ou algo assim. Já não sabia o que fazer. Esperei minha mãe se descuidar e peguei o celular dela. Rapidamente procurei a lista de mensagens e li a última de um número desconocido, que dizia: "Sexta, mamãe, espera até você ficar sozinha em casa, lá pelas três, e a gente se vê para te dar seu prêmio hahaha". Eu sorri, deixei o celular e corri para estudar, ou melhor, disfarçar que estudava, enquanto pensava que neste sábado eu o encontraria novamente. Os dias passaram lentamente e eu estava cada vez mais ansiosa, até que a tão esperada sexta-feira chegou e minha vontade estava terrível. Antes de ir para a aula, notei que minha mãe estava se arrumando, então rapidamente fui tomar banho. Procurei uma roupa que ficasse bem provocante, para que quando o Tito me visse, não tivesse chance de raciocinar nada, só arrancasse minha roupa e me comesse sem controle. Decidi por uma blusa azul que destacava meus peitos, e uma minissaia branca de tecido bem fininho e bem curtinha, que marcava meu fio-dental minúsculo por baixo e, se eu me abaixasse, com certeza dava para ver minha bunda. Nos pés, coloquei uns saltos altos, acima de 10 cm, o que destacava minha bunda fabulosa. Quando terminei de me arrumar, me despedi de Minha mãe e eu fomos dar uma volta até uma cafeteria da escola. Eu me diverti um pouco chamando a atenção dos homens, que me olhavam com desejo, embora na minha cabeça só houvesse espaço para um, ou mais especificamente, para o pau de um. Deve ter passado cerca de uma hora e decidi voltar, me aproximei de casa e abri a porta com cuidado, não se ouvia nada, a curiosidade me matava por dentro, me fazia pensar de tudo, se eles estavam ou não, o que estariam fazendo e como, então de repente ouvi a voz do Tito lá no fundo, dando ordens, e isso me fez lembrar da primeira vez que ele me possuiu naquele mesmo lugar. Ou quando o observei pela primeira vez, fodendo uma vagabunda no quintal da casa dele. Ouvi claramente como ele gemía e dizia: — Vamos, puta! O que você está esperando para vir chupar minhas bolas, acha que tenho o dia todo para te dar pau? — Quando ouvi esse comentário nojento, fiquei feliz e com ciúmes ao mesmo tempo, já não estava tão segura de aparecer do nada e estragar a festa deles. Além disso, como eu poderia estar ali nua e fodendo com minha mãe ao meu lado vendo tudo? Meu pudor e meus tabus me congelaram e imploraram para que eu saísse correndo dali. Mas a outra parte de mim queria saber como minha mãe estava se saindo, a luxúria acumulada desses dias nublou meu julgamento e eu só queria saber o que ela fazia para agradá-lo, então atravessei o quintal e me aproximei da janela que dá para o quarto dos meus pais, me espreitei sorrateiramente e comecei a espiar. O sortudo gordo estava sentado no sofá, com uma camisa suja aberta e sua barriga à mostra, suas calças no chão e minha mãe agachada na frente dele, enquanto ele a segurava pela nuca como se ela fosse fugir, ao vê-la ali percebi por que ela continuava de bom humor e feliz, ela estava agradando ele, só Deus sabe desde quando, minha mãe estava vestida como uma puta, com uns saltos altíssimos, umas meias brancas de liga enfeitando suas pernas e uma calcinha fio-dental minúscula que se dava pra ver, ela estava nua da cintura pra cima, ao ver minha mãe agachada com aquele rabão, não pude deixar de admirar, ela tava incrível sinceramente. Minha mãe rapidamente começou a chupar ele como uma desesperada, com certeza estava muito excitada com o que acabara de ver.

Tito segurava a cabeça dela pelos cabelos e impunha o ritmo que mais gostava, enquanto gemia e dizia: — Aaaaahhhhh, que gostosa você tá assim, o que será que seu marido diria se te visse assim, me fazendo um boquete delicioso, que puta que a dona da casa acabou sendo!! — Minha mãe devia ficar ainda mais excitada com os comentários dele, porque acelerava o ritmo, e uma das mãos ia até a sua buceta, esfregando o mais rápido que podia. Tito não parava de gemer e gritar: — AAAAahhh que delícia, mami, você é toda putinha, adora meu pau, dá pra ver que seu marido não te dá o que você merece!! Aposto que todo dia você vai pra cama com vontade, hahahahaha — Ele adorava ver minha mãe chupando ele, e gritava, segurava a cabeça dela e gemia sem parar, enquanto minha mãe fazia um trabalho excelente e chupava com cada vez mais vontade, era incrível chupando, minha mãe, pelo que eu podia notar. Eu não aguentei a excitação. Deslizei uma mão por baixo da minha saia e, empurrando a calcinha de lado, comecei a esfregar minha vagina, vendo tudo que acontecia diante dos meus olhos. De repente, Tito pareceu estar quase gozando e segurou a cabeça da minha mãe, parando ela. Ela estava com certeza muito excitada e disse: — Que delícia que tá, Tito, tô louca pra você me comer!! — Ele, entre risadas, respondeu: — Vou te enfiar ele todinho, puta, mas quero te usar e te humilhar, pra depois arrombar esse seu rabão, você vai ter meu pau todinho dentro!! — Depois, a levantou e começou a apalpar sua bunda, enquanto a segurava pela frente e a beijava de forma selvagem, para então dizer: — Essas calcinhas de provocar pau são uma delícia, dá pra ver seu rabo todo, puta!! — Em seguida, num movimento rápido, arrancou a calcinha, deixando minha mãe só com a cinta-liga e os salto altos. Devo admitir, a bunda dela estava incrível. Tito se sentou no sofá e disse: — Vem e senta, quero ver como você vai sentar no meu pau!! — Vi como minha mãe estava hipnotizada pelo membro dele e ela disse: — Sim, me come, quero te sentir dentro de mim!! — Essas palavras certamente agradaram Tito, pois ele agarrou minha mãe, pegou-a pela cintura levantando-a e colocando-a sobre seu pau, e enfiou tudo de uma só vez, fazendo-a soltar um pequeno gemido. Então, segurando-a firmemente pela cintura, começou a levantá-la e abaixá-la sobre seu membro grosso, fazendo minha mãe gemer sem controle, enquanto ele dizia:


— Mais, mais Tito, que gostoso você me come!! — Isso incitava ainda mais Tito, que a movia com mais violência, enquanto ele zombava e dizia: — Assim, mamita, eu gosto que você peça mais como a puta que você é, adoraria que seu marido te visse como você se enfia na minha pica!! — Tito sacudia minha mãe de cima a baixo e ela parecia uma boneca de pano que ele manuseava ao seu bel-prazer. Minha mãe gemia cada vez mais alto, certamente estava gozando muito, quando de repente Tito parou e disse: — Agora eu quero que você se enfie sozinha, mamita, quero ver como você devora minha pica!! — Minha mãe obviamente queria mais, então obedeceu e começou a cavalgá-lo enquanto agarrava seus peitos com as mãos, minha mãe se moveu rapidamente sobre ele, mas depois parou e começou a fazer círculos com sua bunda. Tito gemia e dizia com voz entrecortada — Assim, mami, assim, sua puta gostosa madura, assim, sua puta!! ohhh ohh — Os gemidos da minha mãe eram cada vez mais fortes e seus movimentos desenfreados com loucura fizeram com que Tito a agarrasse pela cintura e a enfiasse no mais profundo, gemendo e gozando dentro dela, dizendo: — AHhhhhhh mami, sente como eu te encho de porra!! Vou te engravidar, puta, você vai dar um irmãozinho para a Dani!! — Eu, ao ouvir essas palavras, fiquei gelada, imaginei que minha mãe se cuidava com pílulas como eu fazia desde a primeira noite em que Tito tinha gozado com meu corpo, mas não sei, a essa altura duvidava muito dela em tudo. Ficar grávida de um ser tão repugnante era a pior coisa que poderia me acontecer. Depois de terminar, minha mãe desceu de cima dele e caiu exausta no sofá de bruços, eu olhei rapidamente para a pica de Tito e ela estava semi ereta, com sua cabecinha completamente vermelha e banhada de seus fluidos. Minha mente só conseguia pensar em abrir a boca e limpar aquela pica brilhante meio crescida. — Assim, puta!! Continua chupando. Lembre-se de que na segunda-feira você deve ir encontrar o velho, tenho que resolver essa situação o mais rápido possível. Não aguento mais viver onde Estou aqui agora, e menos ainda se eu estiver longe da sua bunda!! Essa frase dele me deixou pensando, a que velho ele estava se referindo e o que tinha a ver com a minha mãe? Isso me desconcentrou e, enquanto pensava nisso, senti o olhar do Tito sobre mim. Olhei para ele sem conseguir me mover, nervosa e excitada, enquanto ele começou a rir alto, segurou a cabeça da minha mãe e gritou:
— Espera, espera, mamita. Já chegou a outra puta, com certeza veio também pela sua ração de pau!!
Eu não sabia o que fazer, pensei em sair correndo de casa e me refugiar em alguma loja, mas aí perderia a chance de ficar com o Tito, e deixaria toda a diversão para a minha mãe. Esse pensamento me deixou estática, e só consegui dizer:
— Oi, Tito, sinto muito pelo que aconteceu com seu pai!
Ele riu e respondeu:
— Já cala a boca, puta, você tá aqui pra receber pau! Olha como você se vestiu, que vadia você tá, vem cá que aqui está seu doce!!
— Mas Tito, tenho vergonha com a minha mãe presente... — balbuciei.
— Para de besteira e vem cá, puta! Vou te dar o que você veio buscar —
Enquanto isso, já estava me aproximando como se estivesse hipnotizada, olhando para a minha mãe que continuava deitada com a bunda aberta, cheia de porra e com vestígios de sangue e matéria fecal que saíram pela penetração tão profunda. Ela nem sequer me olhava, vermelha de vergonha por perceber que eu a tinha visto transando com o gordo, mas não fez nenhuma tentativa de se cobrir ou parar.
Eu parei no meio do caminho, deu uma pena enorme, não conseguia suportar ficar ajoelhada ali nua e a minha mãe ver o gordo me comendo.
— Não, Tito, desculpa, não consigo — disse enquanto sentia meus olhos se encherem de lágrimas.
— Se você for embora, esquece que eu vou te comer de novo, puta. Lembra que você é minha puta, e agora eu quero te comer. Se você for, ainda tenho essa outra puta aqui pra me satisfazer —
Fiquei congelada na hora, não consegui mover minhas pernas. Ele estava me dando a opção de ir embora, mas será que ele realmente se contentaria só com a minha mãe? E se ele realmente cumprisse o que disse? Já fazia um mês... sem vê-lo e me sentia desesperada. Meu último traço de orgulho resistia, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. — Vem aqui agora, putinha, te quero bem aqui, do lado da puta da sua mãe — Me mexi por instinto, tentando calar as vozes na minha cabeça, tentando não olhar para minha mãe nua que continuava curtindo aquele pau, sem se importar com a barriga caída e nojenta, sem se importar que a filha estava bem atrás observando ela cometer... Quando já estava perto dele, Tito pegou minha mãe pelo cabelo, puxou ela pra trás e disse: — Já provou um pouco do meu pau, agora abre espaço pra sua filha que também quer chupar hahahaha!! Acho que não tem problema de foder junto com ela, né? — Minha mãe não disse nada, mas também não se mexeu. Eu morria de vergonha também, mas a excitação falou mais alto e me ajoelhei ao lado da minha mãe sem olhar nos olhos dela, agarrei o pau dele com a mão direita e expus a cabeça, pra começar a limpar com a língua o líquido pré-gozo que saía em quantidade, resultado das chupadas que minha mãe tinha dado e do sangue do cu da minha mãe. Ele gemeu e falou aos gritos entrecortados — Vamos, putas!! Quero que deixem meu pau bem chupado antes de enfiar no cu de vocês!! Vamos ver quem quer ser a próxima a ter o cu arrombado? — As duas soltamos o pau dele, e ficou um grande silêncio enquanto as duas ficamos nos encarando e nos desafiando com o olhar, disputando pra ver quem ia ser a escolhida, quando de repente Tito agarra as duas pela nuca e puxa em direção ao seu grande pau, — Não se preocupem!! Tenho certeza que as duas podem compartilhar ao mesmo tempo hahahaha. A vergonha me invadia mas eu não ia ficar pra trás, sem hesitar abri a boca e me joguei no pau ereto dele. Minha mãe não ficou parada e as duas começamos a chupar ao mesmo tempo. Eu cuidei da cabeça, chupando a glande como se fosse um sorvete, enquanto minha mãe lambia as bolas e o tronco. Sentia sua O cabelo dele fazendo cócegas e eu podia sentir sua respiração. O que estava acontecendo comigo? Em que momento nos tornamos um par de putas sem vergonha? Tito gemendo descontroladamente, deixando ambas nós aproveitarmos fazendo um boquete nele. Minha mãe totalmente nua e eu quase sem roupas, até que passaram alguns minutos quando de repente ele gritou: — Parem, par de putas que vão me fazer gozar e eu quero gozar dentro das suas bocetas!! — Parte 7.....
Quando acabou, meu corpo doía inteiro, decidi só dormir. Nessa hora meu ficante, Mariano, o cara que eu gosto e saio, ligou. Atendi super mal, depois da foda com o Tito não tava com muita vontade de conversar com ele. Me sentia suja, cansada e sem conseguir nem manter uma conversa com ele por telefone. Além disso, ainda tava intrigada com os comentários que o Tito tinha feito sobre comer minha mãe. Pra contextualizar: minha mãe, mesmo tendo tido dois filhos, se mantinha bem. Me teve muito jovem, como era costume antigamente, e meu irmão anos depois, então atualmente ela devia ter uns 38 anos, acho. Era mais alta que eu, mas ainda tinha um corpo pequeno, cabelo preto – embora ela gostasse de pintar às vezes – e liso. Tinha uns peitos meio grandes, pelo menos maiores que os meus, mas menos bunda, e com uns quadris generosos. As nádegas dela eram bem definidas por causa dos exercícios, embora menos firmes com o passar dos anos, ainda era uma mulher atraente. Os lábios eram grossos e o tom de pele mais moreno que o meu.


Ela é minha mãe, pelo menos algumas fotos que encontrei dela fuçando por aí. Bom, quando fui me deitar, senti a porta da casa abrir e minha mãe chegar, quase chorei ao lembrar o que o Tito tinha me dito e não sabia o que falar pra ela, então decidi não dizer nada e fui pro meu quarto, mas mais tarde, quando desci pra pegar um copo d'água, acendi a luz e a vi lá, sozinha, pensativa. Não consegui disfarçar mais e perguntei sem rodeios: — Oi mãe, tudo bem?! Como tá indo com o Tito e naquilo que você tava me ajudando?! — Ao ver que eu falava tão séria, ela gaguejou um pouco e seus olhos me olharam com surpresa, como tentando descobrir se eu sabia de algo, pra depois se encherem de lágrimas e ela quase não conseguiu me responder, então era verdade, eu não entendia nada, no que é que minha mãe tava pensando, foi aí que ela se aproximou e começou a me contar tudo: — Acho que você já sabe, não vou negar. Deixa eu te contar o que aconteceu — «Tudo começou num dia como qualquer outro em que acordei especialmente com tesão. Você deve saber que seu padrasto faz tempo que não me toca, você já tá grande pra saber que uma mulher tem necessidades; então faz tempo que a gente só transa de vez em quando, no máximo, e isso me deixa querendo mais, amo seu padrasto, você sabe, mas como mulher, ficou um vazio sem preencher. Às vezes por diversão, quando vou ao mercado ou nos trabalhos que faço na escola, alguns colegas chegam em mim, me convidam pra comer alguma coisa e especialmente tem um deles com quem a gente tem aqueles momentos românticos. E tenho que te confessar que uma tarde que aceitei sair com ele, ele me deu um beijo que me deixou igual uma colegial apaixonada. A partir daí a gente começou a flertar, às vezes ele me dá uma rosa, um chocolate ou algum detalhe. E eu correspondia com um beijo de vez em quando. Juro que nunca passou disso, mas depois de tanto tempo sem um toque romântico, isso me fez me sentir bem com meu corpo e comigo mesma. Pois é, acontece que um dia eu voltava do... trabalho e com minha aventura de mãos dadas se despede de mim com um beijo, quando sinto um olhar, e ao virar um arrepio percorreu minha espinha ao ver Tito nos observando da calçada do outro lado. Imediatamente soltei sua mão e tentei disfarçar, mas já era tarde. Desde aquele dia minha mente começou a me trair e fiquei cada vez mais intrigada com o que Tito tinha visto e se ele contaria algo ao seu padrastro. Uma noite vi uma garota na entrada da casa dele, pela forma como estava vestida parecia uma prostituta. Quando passei, Tito abriu a porta e nossos olhares se cruzaram, fiquei vermelha de vergonha, sabendo que ele me tinha visto. Mais tarde, pude escutar pelo corredor os gemidos da mulher e Tito gemendo como um desesperado. Foi a primeira vez que pensei nele como homem. Então, um dos dias em que todos vocês saíram, eu estava regando o jardim e ele apareceu no muro, disse que estava removendo os resíduos de terra e folhas e começou a falar comigo sobre coisas sem sentido, até que comecei a me lembrar do dia em que o vi com aquela garota e do que o gordo sabia sobre minha aventura. Lembro que comentei sobre um projeto no jardim e ele se ofereceu para me dar uns pacotes de vitaminas para a terra que tinha em casa, hesitando um pouco aceitei os pacotes e fui buscá-los na casa dele, e ele não desperdiçou a oportunidade. Quando o tive perto pude notar que ele estava meio bêbado, quando ele fechou a porta de casa caí na real que estávamos sozinhos, então ele disse: — E como vai com seu namorado do trabalho? Parece que pelo menos tem homens que notam como você é linda, não como seu marido — Tremede de medo, — eu não sei do que…— — Calma, mamãe, não é da minha conta e de qualquer forma, não vou dizer nada, se seu casamento não está nas melhores condições, eu não sou ninguém para julgar. Além disso… Bom, não quero que você pense que estou te forçando a algo, mas, bem, você me deve um favor, e espero que possa me ajudar com o que vou pedir — Não entendia nada, tremia e diante daquela olhar lascivo... só consegui pensar no pior, mas, ao contrário do que esperava, o pedido do Tito me surpreendeu — Quero que me dê um beijo, igual àqueles que dá no seu namorado. E a gente esquece tudo — Honestamente, não sei o que passou pela minha cabeça ao ouvir o pedido dele, não sei se foi a oportunidade de sair daquela situação por tão pouco em troca, mas não coloquei objeção, disse que faria, mas com a condição de que depois disso ele esquecesse tudo o que sabia e tinha visto, e que pudéssemos seguir em frente. Tito se aproximou e, sem rodeios, me pegou pela cintura e eu envolvi meus braços no pescoço dele, e começamos a nos beijar de um jeito tão gostoso que não conseguia desgrudar meus lábios dos dele. Fazia tempo que isso não acontecia comigo. Senti a língua dele e não consegui evitar brincar com ela. No meio do beijo, aconteceu algo que não esperava: comecei a sentir as mãos dele tocando minhas nádegas por baixo do vestido, até chegar na minha calcinha. Imediatamente tentei afastá-lo, mas com a força dele, logo a mão se infiltrou por baixo da minha roupa íntima e começou a me tocar sem nenhum obstáculo na bunda. Eu tentava resistir, mas com a força dele, sob o calor do momento e a surpresa, deixei que me tocasse à vontade. Tentei protestar, mesmo que meu tesão estivesse aumentando aos poucos. — Tito, por favor, me solta, chega, para por favor, já foi suficiente, isso não fazia parte do combinado — (inconscientemente, eu estava ficando um pouco molhada) mas ele continuou sussurrando — Esquece isso, gostosa. Te tenho aqui só pra mim e agora só quero te comer com força, que delícia imaginar como te deixo bem empinadinha e seus peitos batendo na cama enquanto eu te fodo com tudo. Ou você não quer sentir meu pau dentro de você? — Pude imaginar a cena e, incrivelmente, comecei a ficar excitada. As mãos grandes dele massageavam meus seios de maneira lenta, mas firme. Não conseguia acreditar, mas comecei a me molhar, ouvindo aquela voz me dizendo as maneiras como podia me comer. Minhas últimas súplicas foram — Por favor, Tito, para, eu não quero trair meu marido, por favor — deixa eu ir pra casa — mas ele, totalmente fora de si, disse: — Calma, gostosa, daqui você não sai até me saciar com você, te desejo, quero ficar entre suas pernas, gostosa, você tá uma delícia. Achou que eu ia me contentar com um beijo sabendo como sua bunda me deixa excitado? Além do mais, você me deve, pra evitar que eu conte pro seu maridinho sobre as galhas que você põe nele no trabalho. A partir daquele momento, Tito assumiu o controle. Sem parar de me tocar, ele aproveitou e disse que se eu não quisesse que meu marido e minha família descobrissem o que eu tinha feito, eu teria que aceitar agora algumas das exigências dele. Eu estava vermelha de vergonha e com os olhos cheios de lágrimas, não soube o que responder e só baixei o olhar, dando a entender que estava à disposição dele, que meu corpo lhe pertencia. Ele entendeu que eu não diria nada e me tinha à sua mercê, e imediatamente se aproximou e começou a apalpar minhas tetas descaradamente com uma mão, e com a outra levantou meu vestido para esfregar minha vagina por cima da calcinha. Depois de alguns minutos, ele afastou minha calcinha de lado e começou a me dedar. Eu, enquanto isso, soluçava chorando e pedia pra ele não fazer aquilo. Ele ignorou meus choros e continuou se aproveitando de mim, metendo os dedos na minha vagina livremente, até que parou e tirou seu pau pra fora. Ele me disse pra começar a masturbá-lo. “Vai, gostosa, com certeza não é o primeiro que você tem na frente da sua cara hahahaha”. Eu, sem ter mais escolha, respirei fundo e comecei a fazer. Peguei o pau dele com minhas duas mãos e comecei a masturbá-lo lentamente, enquanto ele colocava as mãos na cintura como um símbolo de vitória. Seu pênis começou a crescer de uma forma descomunal, nunca tinha tido um membro tão grande entre minhas mãos. Com a mente em branco e me sentindo extremamente humilhada, mas ao mesmo tempo excitada, continuei subindo e descendo minhas mãos naquele tronco duro até que ele me ordenou que parasse.
Eu já não oferecia resistência, enquanto ele continuava me tocando, sua respiração acelerava conforme seguia apalpando seu animal ereto; as carícias subiram de tom, o gordo não aguentou mais e acabou me despindo. Sem perder mais tempo, ele também se despiu completamente, seu pau pronto como um soldado apontava ameaçadoramente para mim, mas o que mais me estremeceu foi perceber que ele estava se masturbando enquanto me via nua, os grunhidos que saíam de seu peito e suas mãos frenéticas puxando seu membro exclamando — Ahhhhh, você tá bem gostosaaaaa, que vontade eu tenho de você mmmhhhh — Eu não conseguia acreditar, sério, não sei por que, mas tudo isso me deixou muito excitada, a ponto de querer ser comida e penetrada pelo vizinho. Já totalmente dono da situação, ele me disse: — Abre a boca — com a voz rouca de excitação, e eu, com o tesão que já estava, não hesitei nem um instante em obedecê-lo; com uma mão, o gordo baixou minha cabeça até o ponto exato onde ele queria; seu membro estava ereto e eu gemei contra sua pele quente enquanto minha boca o acolhia inteiro até o fundo. O gordo me tinha como queria, com a boquinha aberta bem debaixo de sua ereção; a dureza do seu pau me dava uma ideia do que me esperava ao tê-lo dentro e, principalmente, pelas enfiadas que o gordo ia me dar, pensar nisso produziu um calor indescritível em todo o meu corpo. Ele, de pé, diante do meu rosto, parecia ter percebido minha agitação, começou a se masturbar bem em cima dos meus lábios, abriu minhas pernas o suficiente para ganhar espaço e deu um passo na minha direção, e com isso apoiou uma de suas bolas na minha língua; então me ordenou que chupasse. Enquanto eu o chupava, me contorcia de prazer, mal cabia todo na minha boca por causa da grossura. Tito, sem perder tempo, começou a percorrer com suas mãos inquietas as curvas do meu corpo; todo o calor que emanava dele e de mim me deixava envergonhada, suando e com muito tesão. De repente, soltei um gemido que ficou pela metade, porque ele agarrou o pau pelo tronco e ele enfiou na minha boca com uma investida, arquejei, e o quintal encheu de ruidinhos das minhas ânsias quando seu pênis duro raspava na minha garganta, misturados deliciosamente com os grunhidos que ele soltava no ar. Tito descobriu o gosto de tirá-lo inteiro e enfiá-lo de volta de uma só vez, enquanto eu me apressava em percorrê-lo com a língua; perdida no momento fechei os olhos por um instante e me arqueei, entregando meus peitos quando ele esticou os braços para acariciá-los. Ele parou um instante e disse: — Agora é minha vez de te dar língua — então desceu para me dar chupões pela linha do meu umbigo, eu gemi, me joguei para trás e apoiei a cabeça na cama. Balancei ela de um lado para o outro enquanto Tito percorria minha buceta com pontas de beijos molhados; o gordo levou à boca todo meu clitóris com um chupão longo, que me obrigou a me contorcer de prazer, e acabei abrindo mais minhas pernas como para convidá-lo a ficar naquele cantinho que tanto precisava de uma boca quente e desejosa como a do vizinho. Você deve saber que seu pai, não seu padrasto, nunca tinha feito assim com tanta maldita luxúria e isso foi demais para minha leve ignorância sexual, sua língua estava me penetrando, o ritmo foi de suave a intenso, ele pegou minhas pernas segurando pelos tornozelos enquanto sua língua e lábios atacavam deliciosamente meu sexo. A proximidade da respiração dele na minha virilha me provocava arrepios; o gordo com toda destreza chupava com a língua meu sexo sondando a intensidade dos meus gemidos. Eu já tinha afundado os dedos no cabelo dele, apertando suavemente para dizer sem palavras o quão bem ele estava me fazendo. — Ahhhhhhh que delícia indescritível — até aquele momento entendi que estava vivendo minha sexualidade pela primeira vez. Enquanto Tito comia meu cu, com seus dois dedos cheios de baba acariciava um dos meus seios; eu, imersa no prazer, sussurrava para mim mesma, me fode, me fode já; foi um oral tão gostoso, que me fez perder a razão, só já queria ser possuída por aquele homem tarado, depravado e feio. Era incrível, mas eu já desejava que aquele cara repulsivo me comesse. Eu estava com muito tesão, pensava comigo mesma, sem me atrever a dizer: por favor, enfia logo em mim. Meu primeiro instinto foi levantar a bunda para tentá-lo e pedir com o corpo que ele me pegasse. Foi então que ele veio até mim com os olhos ardentes, ofegante com a língua para fora, e se posicionou em cima de mim. Abriu minhas pernas e me penetrou, seu membro me atravessou até o fundo. Nos apertamos mutuamente e começamos a rolar pela cama, nos revirando como selvagens, criando um turbilhão de lençóis, pernas, carícias e gemidos. Tito me embatia com força, descarregando toda a luxúria e desejo que sentia por mim. Nossos corpos se contorciam de prazer, eu sentia minhas pernas ardendo de tanto calor. Enquanto ele me comia, fiquei olhando direto para ele, pude ver seus olhos completamente revirados, ele soltava enormes gemidos de prazer com a boca totalmente aberta. O gordo estava gozando como nunca o prazer de estar entre minhas pernas. De repente, ele me encarou e, sem se conter, atirou o rosto sobre o meu e começou a me beijar, devorando minha boca. Eu envolvi seus braços no pescoço para abraçá-lo, e foi assim que nossos corpos se fundiram em um só. Eu estava ardendo ao ver o gordo observando como minha buceta estava engolindo todo seu membro rígido. Ele continuou me comendo por cima, e nessa posição a cabeça do seu pau entrava em uma curva, o que arrepiava minha espinha. Depois de um tempo, enquanto nos revirávamos, perdi o fôlego. Estava tão molhada que aquele pênis enorme entrava em mim com facilidade. De repente, com um único empurrão, ele enfiou seu pau até o fundo. Meus lábios se separaram com um grito abafado, seguido pelos gemidos — ahhhhhhhhhh siiiii assimmmmm ahhhhhhh — e ele os bebeu todos com beijos, me comendo devagar. Totalmente dominador, ele me empurrou para trás, foi rápido. enquanto me acomodava de pernas abertas em cima dele, minhas costas contra seu peito, e agora que ouvia ele ofegar no meu ouvido, os arrepios subiam por mim. — Vamos! continua se mexendo, deixa eu enfiar até o fundo — ele disse com sua voz grave e rouca e eu respondi com um gemido, incapaz de falar agora que o gordo começava a me penetrar de novo. Quando ele me teve toda torcida e à beira do orgasmo, fincou os calcanhares no colchão e se empurrou com tudo dentro de mim. Eu estava tão molhada que ele entrou até o fundo com enfiadas curtas e rápidas, me levantava com força a cada empurrão, entre as paredes do quarto ficou preso o eco do choque dos testículos dele contra mim. De repente, sem conseguir evitar, a luxúria tomou conta do meu corpo e eu me vi pulando em cima dele com força, meu ritmo foi mudando conforme a necessidade ia vencendo toda minha resistência; Tiro e eu gemíamos como desesperados, — ahhhhhh, yaaaaaaah ahhhhhh — De repente ele fechou os olhos e engoliu seus grunhidos, senti ele esvaziar em mim, senti ele gozar em jatos e não parou até espremer todo o sêmen sobre meu corpo nu. Passada a tesão, vieram os remorsos, me senti muito culpada, me vendo ali, nua deitada na cama com aquele gordo tarado, tinha acabado de ser infiel ao homem que amava, enquanto meu marido estava trabalhando, eu, sua mulher, estava me revolvendo com aquele gordo depravado. Me levantei e chorei sobre a cômoda, a culpa me matava, seu padrastro não merecia isso, só que enquanto eu desabafava, Tito se aproximou e enfiando sua mão entre minhas pernas nuas, começou novamente a me masturbar, enquanto sussurrava: — Não se arrependa, mamita, seu corpo precisa de quem cuide dele, e eu fico excitado com as maduras e mais ainda se estão tão gostosas como você, e dá pra ver que seu marido não te satisfaz — E continuou enquanto ainda acariciava meus lábios vaginais — Vamos deixar de frescura, não tô procurando uma namorada pra sair de mãos dadas, pra isso você tem o idiota do seu trabalho, eu só quero alguém pra acabar com minha vontade de transar, quero me esfregar em você até esvaziar minhas bolas na sua buceta quente, quero fazer tudo que você nunca fez com seu marido — Eu, gemendo, só dizia — ahhhh Tito, mmhhh por favor ahhhh, espera, chega — e ele continuou me masturbando. Meu corpo continuava me enviando ondas de um prazer inimaginável e depois de todo esse tempo de insatisfação com seu padrastro, isso parecia duas vezes melhor — Aaaah, Tito, não continua mmmhhh por favor ahhhh espera mmmmhhh, não consigo, ahhhh — E mesmo assim, meu corpo estava cedendo de novo, eu sabia que não conseguiria resistir aos desejos dele e enquanto, de novo, aquele gordo maldito me levava pro centro da cama, eu exclamava: — Ahhhh ai, ai, Tito ahhhh não podemos, mas que gostoso que é!! — — O que foi? Vai ser minha, gostosa? Vai continuar transando comigo de agora em diante? Vai ser minha amante? — Sim sim, o que você quiser, ahhh sim quero continuar transando com você, ahhhhh sim, sim aceito ser o que você quiser ouuhh — e como prova, voltei pra cama com ele e aproveitei o prazer supremo de passar a tarde toda com o pauzão dele entre minhas pernas... Nunca imaginei que havia tantas coisas que eu não conhecia na minha sexualidade. Depois de uma trepada daquelas, me livrei um pouco da culpa, ele me deixou exausta e com vontade de repetir outra hora. Alguns dias depois, quando eu estava sozinha, ele apareceu do nada, e depois de me comer pela frente, dessa vez ele pediu pra fazer pelo cu também, lembro que no início fiquei com muito medo porque com aquele pau, realmente impõe respeito, e com seu pai nem seu padrastro eu nunca tive coragem de tentar, nem com ninguém, até que ele chegou, mas depois de ter um orgasmo ele me convenceu e meteu, gozei como nunca na vida; não foi fácil porque ele me fez sangrar o ânus pelo tamanho do membro dele e pela brutalidade da foda, e doeu muito por vários dias até que, com o tempo e as várias vezes que fizemos depois, eu me acostumei e te digo sem É uma vergonha que, em meus 21 anos de casada, eu nunca tinha sentido um prazer tão grande. E só fui descobrir isso há alguns dias, quando percebi que estava transando com você. Eu implorei para ele parar, disse que faria qualquer coisa, mas isso só o deixou mais excitado e ele me comeu com mais força. Enquanto minha mãe me contava toda a história, ela ficava vermelha e quase chorava de vergonha, provavelmente sem saber o que eu responderia, ao descobrir que ela traía meu padrastro e me confessava, além de se sentir envergonhada por fazer isso com o gordo masturbador do vizinho. Ela implorou, se jogando de joelhos no chão, para que eu não contasse ao meu padrastro, que a perdoasse, mas eu a levantei e, abraçando-a, disse: — Te entendo, mãe! E não se preocupe, eu não vou contar nada. Vou guardar seu segredo! O que eu não entendo é por que você continuou indo voluntariamente? — A verdade é que, quando tentei terminar isso, primeiro ele me ameaçou contar tudo ao seu padrastro, incluindo minhas cantadas no trabalho, e me senti entre a cruz e a espada. Ele também disse que, se eu não aceitasse, ele se vingaria de você, e eu não pude dizer não pelo bem de todos nesta casa. Na próxima vez que transamos, ele tirou várias fotos minhas chupando o pau dele para garantir minha submissão, mas devo confessar que ele só me obrigou nas primeiras vezes. Depois, a forma selvagem como aquele sujeito me trata provocou coisas que eu não sentia há anos e me deixou com vontade de mais. Ou será que você também não gozou como nunca quando transa com ele? — Eu engoli em seco e realmente estava confusa, não podia mentir para minha mãe, ela me conhece muito bem e eu não podia negar que também tinha gozado com o pauzão do Tito, embora eu não soubesse que ela sabia que o Tito me comia. Apesar da humilhação e do abuso, eu sabia o que tinha sentido lá dentro, então, com lágrimas nos olhos, disse: — Dói muito quando ele está entrando com o pau, às vezes ele é muito bruto, mas depois ele encontra um jeito de me dar muito prazer quando lá dentro. Mesmo que ele, como pessoa, me dê muito nojo, nunca tinha sentido tantos orgasmos com tudo que ele me obrigou a fazer!! — Minha mãe se aproximou de mim e me abraçou forte, dizendo: — Te entendo tanto quanto você me entende! — Ficamos um longo tempo abraçadas e depois ela foi embora. Eu me sentia muito estranha com a confissão da minha mãe, e a cumplicidade que teríamos dali em diante me fazia sentir muita pena no começo, tanto que não conseguia olhar nos olhos dela nem ficar no mesmo cômodo nos dias seguintes. Era evidente e desconfortável saber que ambas éramos comidas pelo mesmo cara desagradável, onde não havia amor nem uma relação futura, era só sexo animal, curtir esses orgasmos no momento, aquele membro enorme e ereto. Ela nunca me perguntou se eu pararia de transar com o "amante" dela, assim como eu nunca questionei sobre a infidelidade com meu padrastro. Acho que era melhor para as duas evitar o assunto, mas nenhuma parecia ter a intenção de parar de dar para o gordo, e preferimos não saber detalhes do dia em que tínhamos visto o Tito. Para o gordo, parecia não importar se era a mãe ou a filha, ele continuava igualmente vil e nojento comigo e, com certeza, com minha mãe seria igual ou pior. Ficava curiosa para perguntar o que eles faziam, mas era algo tão desconfortável de conversar que preferíamos fazer vista grossa. Essa situação insana só podia tender a piorar, e agora eu tinha uma rival. Nesse ponto da minha vida, já era bastante complicado me deixar foder pelo irmão da minha melhor amiga, meu vizinho nojento do lado, e, para piorar ainda mais, descobri que minha mãe também se deixava comer por aquele gordo nojento, e isso mudou as coisas para sempre na minha família. No início, tivemos um certo atrito; quando estávamos sozinhas no mesmo quarto, sentíamos vergonha de olhar uma na cara da outra e tínhamos uma culpa mútua por compartilhar o mesmo teto com meu padrastro, que nunca desconfiou das putas que eram as mulheres com quem vivia — bem, na verdade, ele suspeitava de mim, porque eu já Ele também tinha me comido hahaha e minha mãe já sabia, éramos tão sem vergonha a ponto de sermos comidas pelo mesmo homem, e ainda por cima um tão nojento quanto meu vizinho. Mesmo assim, conseguimos combinar um código silencioso onde cada uma receberia sua dose de pica do vizinho em certos momentos em que ficávamos sozinhas, ela de manhã quando eu ia para a escola e meu padrasto para o trabalho, e eu algumas tardes e fins de semana, que era quando meus pais tinham mais trabalho. Embora sempre preferíssemos não falar sobre isso, dava para perceber no rosto dela quando tinha transado, e acho que ela também percebia quando o gordo me fodia. Por mais que disfarçássemos, era evidente no humor e nas coisas que fazíamos em casa. E então, do nada e sem aviso, Tito desapareceu de casa. Parou de ligar, parou de vir me comer. Simplesmente sumiu. Já tinha passado uma semana e eu não tinha notícias do Tito, embora tivesse certeza de que ele apareceria para me "incomodar" de novo. Infelizmente para meus desejos, os dias foram passando e finalmente um mês, e nada do Tito aparecer. Foi aí que percebi que estava começando a sentir falta dele, e a cada dia que passava, me sentia mais carente das fodas dele, mas ele simplesmente não aparecia. Parecia que ele tinha fugido do país. O calor lá dentro era muito estranho, eu não sabia o que fazer, pensei em perguntar para minha mãe, mas tinha vergonha. Enquanto isso, observava ela em silêncio e pude ver que ela não estava ansiosa e de mau humor como eu, estava feliz e contente. Então começou a passar pela minha cabeça a ideia de que era ela quem pedia para o Tito não me procurar e se encontrava escondida com ele para transar. Não aguentei mais e um dia encarei minha mãe e perguntei. Ela fingiu total ignorância e me disse para não pensar mais naquele sujeito nojento, que finalmente aquele chantagismo tinha acabado e que eu devia esquecer dele, que eu devia estar feliz por não ter mais que aguentá-lo. Isso me... pareceu mais estranho, não conseguia acreditar que estava sentindo ciúmes daquele gordo nojento. Eu estava começando a ficar obcecada, ia até a casa da minha amiga por qualquer pretexto pra procurar alguma pista, até no quarto dela, mas não encontrei nada. No meio da conversa, me arrisquei a perguntar diretamente que não tinha visto o irmão dela nos últimos dias. — E aí, como tá a vida do seu irmão Tito? Faz dias que não vejo ele — Ela me olhou com cara de confusa e respondeu: — Nossa, Dan, você não sabe!? Ele brigou com meu pai, não sei bem por quê, mas notei uma coisa estranha entre eles, têm brigado muito ultimamente e meu pai expulsou ele de casa semana passada!! Eu cobrei explicação, mas ele só disse “são coisas de homem” — falou encolhendo os ombros. Eu fiquei gelada e um pouco decepcionada, sem saber o que seria de mim e se ia ver ele de novo. — E pra onde ele foi? — — Sei lá, ele me disse pra não me preocupar com ele, que ficaria bem e que ia sumir por um tempo… Sinto muita falta dele, até acho que ele sofreu muito por ser meio lerdo, e me dá pena que as pessoas não gostem dele como pessoa. Mas ele é forte e vai se virar, talvez você não acredite, mas ele sabe fazer até quem mais odeia ele acabar comendo na mão dele — — Ou na pica dele! — Pensei, quase corando. Enquanto minha amiga falava, não pude evitar começar a sentir saudade e percebi que, naquele momento, estava obcecada por ele. Era estranho, porque mesmo com saudade, não era um sentimento de querer ver ele e ficar num encontro ou andar de mãos dadas na rua pra todo mundo ver. A realidade é que eu ainda sentia nojo e repulsa pela pessoa dele, mas não dava pra me enganar: Eu tinha gozado com aquele gordo nojento e vil como nunca tinha gozado com nenhum homem na minha vida, e queria entregar meu corpo pra ele de novo, do jeito tão vil e doentio que ele costumava me pegar. Voltei pra casa totalmente decepcionada, não conseguia acreditar na minha má sorte, e ainda por cima o Idiota do meu namorado, nem atenção ele me dava e, quando dava, simplesmente não me satisfazia. O mais estranho é que eu olhava para minha mãe e a via realmente bem e feliz, então a ideia de que ela o via e eu não, continuava girando na minha cabeça e eu ficava cada vez mais com ciúmes da minha própria mãe. Os dias passavam e eu não sabia o que fazer, tentava estudar mas não conseguia me concentrar em nada, era impossível, só pensava que precisava saciar minha vontade de sentir o Tito metendo com força em mim. De repente, ouvi uma risada na cozinha, era minha mãe. Deixei meus estudos e fui espiar. Ela parecia bem, tinha o celular na mão e um sorriso de orelha a orelha. Minha cabeça começou a processar a mil. Certamente ela saberia onde o Tito estava, mas não me contaria. Deviam estar trocando mensagens ou algo assim. Já não sabia o que fazer. Esperei minha mãe se descuidar e peguei o celular dela. Rapidamente procurei a lista de mensagens e li a última de um número desconocido, que dizia: "Sexta, mamãe, espera até você ficar sozinha em casa, lá pelas três, e a gente se vê para te dar seu prêmio hahaha". Eu sorri, deixei o celular e corri para estudar, ou melhor, disfarçar que estudava, enquanto pensava que neste sábado eu o encontraria novamente. Os dias passaram lentamente e eu estava cada vez mais ansiosa, até que a tão esperada sexta-feira chegou e minha vontade estava terrível. Antes de ir para a aula, notei que minha mãe estava se arrumando, então rapidamente fui tomar banho. Procurei uma roupa que ficasse bem provocante, para que quando o Tito me visse, não tivesse chance de raciocinar nada, só arrancasse minha roupa e me comesse sem controle. Decidi por uma blusa azul que destacava meus peitos, e uma minissaia branca de tecido bem fininho e bem curtinha, que marcava meu fio-dental minúsculo por baixo e, se eu me abaixasse, com certeza dava para ver minha bunda. Nos pés, coloquei uns saltos altos, acima de 10 cm, o que destacava minha bunda fabulosa. Quando terminei de me arrumar, me despedi de Minha mãe e eu fomos dar uma volta até uma cafeteria da escola. Eu me diverti um pouco chamando a atenção dos homens, que me olhavam com desejo, embora na minha cabeça só houvesse espaço para um, ou mais especificamente, para o pau de um. Deve ter passado cerca de uma hora e decidi voltar, me aproximei de casa e abri a porta com cuidado, não se ouvia nada, a curiosidade me matava por dentro, me fazia pensar de tudo, se eles estavam ou não, o que estariam fazendo e como, então de repente ouvi a voz do Tito lá no fundo, dando ordens, e isso me fez lembrar da primeira vez que ele me possuiu naquele mesmo lugar. Ou quando o observei pela primeira vez, fodendo uma vagabunda no quintal da casa dele. Ouvi claramente como ele gemía e dizia: — Vamos, puta! O que você está esperando para vir chupar minhas bolas, acha que tenho o dia todo para te dar pau? — Quando ouvi esse comentário nojento, fiquei feliz e com ciúmes ao mesmo tempo, já não estava tão segura de aparecer do nada e estragar a festa deles. Além disso, como eu poderia estar ali nua e fodendo com minha mãe ao meu lado vendo tudo? Meu pudor e meus tabus me congelaram e imploraram para que eu saísse correndo dali. Mas a outra parte de mim queria saber como minha mãe estava se saindo, a luxúria acumulada desses dias nublou meu julgamento e eu só queria saber o que ela fazia para agradá-lo, então atravessei o quintal e me aproximei da janela que dá para o quarto dos meus pais, me espreitei sorrateiramente e comecei a espiar. O sortudo gordo estava sentado no sofá, com uma camisa suja aberta e sua barriga à mostra, suas calças no chão e minha mãe agachada na frente dele, enquanto ele a segurava pela nuca como se ela fosse fugir, ao vê-la ali percebi por que ela continuava de bom humor e feliz, ela estava agradando ele, só Deus sabe desde quando, minha mãe estava vestida como uma puta, com uns saltos altíssimos, umas meias brancas de liga enfeitando suas pernas e uma calcinha fio-dental minúscula que se dava pra ver, ela estava nua da cintura pra cima, ao ver minha mãe agachada com aquele rabão, não pude deixar de admirar, ela tava incrível sinceramente. Minha mãe rapidamente começou a chupar ele como uma desesperada, com certeza estava muito excitada com o que acabara de ver.

Tito segurava a cabeça dela pelos cabelos e impunha o ritmo que mais gostava, enquanto gemia e dizia: — Aaaaahhhhh, que gostosa você tá assim, o que será que seu marido diria se te visse assim, me fazendo um boquete delicioso, que puta que a dona da casa acabou sendo!! — Minha mãe devia ficar ainda mais excitada com os comentários dele, porque acelerava o ritmo, e uma das mãos ia até a sua buceta, esfregando o mais rápido que podia. Tito não parava de gemer e gritar: — AAAAahhh que delícia, mami, você é toda putinha, adora meu pau, dá pra ver que seu marido não te dá o que você merece!! Aposto que todo dia você vai pra cama com vontade, hahahahaha — Ele adorava ver minha mãe chupando ele, e gritava, segurava a cabeça dela e gemia sem parar, enquanto minha mãe fazia um trabalho excelente e chupava com cada vez mais vontade, era incrível chupando, minha mãe, pelo que eu podia notar. Eu não aguentei a excitação. Deslizei uma mão por baixo da minha saia e, empurrando a calcinha de lado, comecei a esfregar minha vagina, vendo tudo que acontecia diante dos meus olhos. De repente, Tito pareceu estar quase gozando e segurou a cabeça da minha mãe, parando ela. Ela estava com certeza muito excitada e disse: — Que delícia que tá, Tito, tô louca pra você me comer!! — Ele, entre risadas, respondeu: — Vou te enfiar ele todinho, puta, mas quero te usar e te humilhar, pra depois arrombar esse seu rabão, você vai ter meu pau todinho dentro!! — Depois, a levantou e começou a apalpar sua bunda, enquanto a segurava pela frente e a beijava de forma selvagem, para então dizer: — Essas calcinhas de provocar pau são uma delícia, dá pra ver seu rabo todo, puta!! — Em seguida, num movimento rápido, arrancou a calcinha, deixando minha mãe só com a cinta-liga e os salto altos. Devo admitir, a bunda dela estava incrível. Tito se sentou no sofá e disse: — Vem e senta, quero ver como você vai sentar no meu pau!! — Vi como minha mãe estava hipnotizada pelo membro dele e ela disse: — Sim, me come, quero te sentir dentro de mim!! — Essas palavras certamente agradaram Tito, pois ele agarrou minha mãe, pegou-a pela cintura levantando-a e colocando-a sobre seu pau, e enfiou tudo de uma só vez, fazendo-a soltar um pequeno gemido. Então, segurando-a firmemente pela cintura, começou a levantá-la e abaixá-la sobre seu membro grosso, fazendo minha mãe gemer sem controle, enquanto ele dizia:


— Mais, mais Tito, que gostoso você me come!! — Isso incitava ainda mais Tito, que a movia com mais violência, enquanto ele zombava e dizia: — Assim, mamita, eu gosto que você peça mais como a puta que você é, adoraria que seu marido te visse como você se enfia na minha pica!! — Tito sacudia minha mãe de cima a baixo e ela parecia uma boneca de pano que ele manuseava ao seu bel-prazer. Minha mãe gemia cada vez mais alto, certamente estava gozando muito, quando de repente Tito parou e disse: — Agora eu quero que você se enfie sozinha, mamita, quero ver como você devora minha pica!! — Minha mãe obviamente queria mais, então obedeceu e começou a cavalgá-lo enquanto agarrava seus peitos com as mãos, minha mãe se moveu rapidamente sobre ele, mas depois parou e começou a fazer círculos com sua bunda. Tito gemia e dizia com voz entrecortada — Assim, mami, assim, sua puta gostosa madura, assim, sua puta!! ohhh ohh — Os gemidos da minha mãe eram cada vez mais fortes e seus movimentos desenfreados com loucura fizeram com que Tito a agarrasse pela cintura e a enfiasse no mais profundo, gemendo e gozando dentro dela, dizendo: — AHhhhhhh mami, sente como eu te encho de porra!! Vou te engravidar, puta, você vai dar um irmãozinho para a Dani!! — Eu, ao ouvir essas palavras, fiquei gelada, imaginei que minha mãe se cuidava com pílulas como eu fazia desde a primeira noite em que Tito tinha gozado com meu corpo, mas não sei, a essa altura duvidava muito dela em tudo. Ficar grávida de um ser tão repugnante era a pior coisa que poderia me acontecer. Depois de terminar, minha mãe desceu de cima dele e caiu exausta no sofá de bruços, eu olhei rapidamente para a pica de Tito e ela estava semi ereta, com sua cabecinha completamente vermelha e banhada de seus fluidos. Minha mente só conseguia pensar em abrir a boca e limpar aquela pica brilhante meio crescida. — Assim, puta!! Continua chupando. Lembre-se de que na segunda-feira você deve ir encontrar o velho, tenho que resolver essa situação o mais rápido possível. Não aguento mais viver onde Estou aqui agora, e menos ainda se eu estiver longe da sua bunda!! Essa frase dele me deixou pensando, a que velho ele estava se referindo e o que tinha a ver com a minha mãe? Isso me desconcentrou e, enquanto pensava nisso, senti o olhar do Tito sobre mim. Olhei para ele sem conseguir me mover, nervosa e excitada, enquanto ele começou a rir alto, segurou a cabeça da minha mãe e gritou:— Espera, espera, mamita. Já chegou a outra puta, com certeza veio também pela sua ração de pau!!
Eu não sabia o que fazer, pensei em sair correndo de casa e me refugiar em alguma loja, mas aí perderia a chance de ficar com o Tito, e deixaria toda a diversão para a minha mãe. Esse pensamento me deixou estática, e só consegui dizer:
— Oi, Tito, sinto muito pelo que aconteceu com seu pai!
Ele riu e respondeu:
— Já cala a boca, puta, você tá aqui pra receber pau! Olha como você se vestiu, que vadia você tá, vem cá que aqui está seu doce!!
— Mas Tito, tenho vergonha com a minha mãe presente... — balbuciei.
— Para de besteira e vem cá, puta! Vou te dar o que você veio buscar —
Enquanto isso, já estava me aproximando como se estivesse hipnotizada, olhando para a minha mãe que continuava deitada com a bunda aberta, cheia de porra e com vestígios de sangue e matéria fecal que saíram pela penetração tão profunda. Ela nem sequer me olhava, vermelha de vergonha por perceber que eu a tinha visto transando com o gordo, mas não fez nenhuma tentativa de se cobrir ou parar.
Eu parei no meio do caminho, deu uma pena enorme, não conseguia suportar ficar ajoelhada ali nua e a minha mãe ver o gordo me comendo.
— Não, Tito, desculpa, não consigo — disse enquanto sentia meus olhos se encherem de lágrimas.
— Se você for embora, esquece que eu vou te comer de novo, puta. Lembra que você é minha puta, e agora eu quero te comer. Se você for, ainda tenho essa outra puta aqui pra me satisfazer —
Fiquei congelada na hora, não consegui mover minhas pernas. Ele estava me dando a opção de ir embora, mas será que ele realmente se contentaria só com a minha mãe? E se ele realmente cumprisse o que disse? Já fazia um mês... sem vê-lo e me sentia desesperada. Meu último traço de orgulho resistia, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. — Vem aqui agora, putinha, te quero bem aqui, do lado da puta da sua mãe — Me mexi por instinto, tentando calar as vozes na minha cabeça, tentando não olhar para minha mãe nua que continuava curtindo aquele pau, sem se importar com a barriga caída e nojenta, sem se importar que a filha estava bem atrás observando ela cometer... Quando já estava perto dele, Tito pegou minha mãe pelo cabelo, puxou ela pra trás e disse: — Já provou um pouco do meu pau, agora abre espaço pra sua filha que também quer chupar hahahaha!! Acho que não tem problema de foder junto com ela, né? — Minha mãe não disse nada, mas também não se mexeu. Eu morria de vergonha também, mas a excitação falou mais alto e me ajoelhei ao lado da minha mãe sem olhar nos olhos dela, agarrei o pau dele com a mão direita e expus a cabeça, pra começar a limpar com a língua o líquido pré-gozo que saía em quantidade, resultado das chupadas que minha mãe tinha dado e do sangue do cu da minha mãe. Ele gemeu e falou aos gritos entrecortados — Vamos, putas!! Quero que deixem meu pau bem chupado antes de enfiar no cu de vocês!! Vamos ver quem quer ser a próxima a ter o cu arrombado? — As duas soltamos o pau dele, e ficou um grande silêncio enquanto as duas ficamos nos encarando e nos desafiando com o olhar, disputando pra ver quem ia ser a escolhida, quando de repente Tito agarra as duas pela nuca e puxa em direção ao seu grande pau, — Não se preocupem!! Tenho certeza que as duas podem compartilhar ao mesmo tempo hahahaha. A vergonha me invadia mas eu não ia ficar pra trás, sem hesitar abri a boca e me joguei no pau ereto dele. Minha mãe não ficou parada e as duas começamos a chupar ao mesmo tempo. Eu cuidei da cabeça, chupando a glande como se fosse um sorvete, enquanto minha mãe lambia as bolas e o tronco. Sentia sua O cabelo dele fazendo cócegas e eu podia sentir sua respiração. O que estava acontecendo comigo? Em que momento nos tornamos um par de putas sem vergonha? Tito gemendo descontroladamente, deixando ambas nós aproveitarmos fazendo um boquete nele. Minha mãe totalmente nua e eu quase sem roupas, até que passaram alguns minutos quando de repente ele gritou: — Parem, par de putas que vão me fazer gozar e eu quero gozar dentro das suas bocetas!! — Parte 7.....
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