Me apaixonando pela minha sogra gostosa

Eu tava apaixonadão pela minha mulher, desde o primeiro momento, além da parte romântica, de ver que ela era — pra que enganar — pobre e eu vivia muito bem graças aos meus pais, me via como o salvador dela e, sem perceber, na verdade fazia tudo o que ela queria. Quando comecei a sair com ela, eu era um cara mais magrinho, ela me incentivou a ir pra academia, onde fui me moldando, torneando os músculos, exatamente como ela queria — ter um homem mais musculoso. Começamos a transar quando eu tinha 19 anos, nessa idade a gente se deitou pela primeira vez, eu tirei a virgindade dela depois de anos de brincadeiras e só carícias. Como todo mundo imagina, no começo era tudo um sonho, perfeito, assim por mais de dois anos, até que eles decidiram mudar de cidade. Eu, com quase 22 anos, tava prestes a terminar meus estudos, eles foram embora. Meus pais acharam que eu ia largar ela, mas eu tava vidrado nela. Assim que terminei, fui com eles, contra a decisão dos meus pais.

Cheguei na cidade dela, na casa dela, e decidimos casar. Assim, sem nada, pra viver com os pais dela. O casamento foi no civil, meus pais nem vieram, porque ainda estavam putos comigo. Eu tinha arrumado um trampo, mas não era o que eu queria nem o que meu pai queria pra mim, mas tinha que sobreviver.

Comecei a perceber que a minha esposa maravilhosa não era como eu pensava em muitos aspectos. Ela não gostava de trabalhar, meu salário ela gastava em 15 dias, em besteiras — metade do salário. No sexo, cada vez passava mais tempo. Assim como o pai dela, ela preferia ficar sentada vendo TV do que contribuir em casa. Minha única recompensa foi quando ela me disse que tava grávida. Contei pros meus pais e, quando meu filho nasceu, eles vieram, estiveram no nascimento dele. Pra mim foi incrível. No hospital, esperando meu filho nascer, conversei com meu pai, principalmente, longa e profundamente, pedindo perdão por muitas coisas. Ele também, em outras, disse que tinha errado. Quando meu filho nasceu, quando eu o segurei nos braços, foi alucinante, mas o que eu gostei ainda mais foi quando o Meu pai, do jeito que olhava pra ela segurando nos braços, aquilo fez tudo começar a mudar.

Desde que cheguei na cidade e comecei a trabalhar, vi que tinha uma oportunidade, um bom negócio. Só precisava do dinheiro pra começar, e não era um investimento grande — embora pra mim fosse, já que não tinha um puto na conta e meus sogros menos ainda. A gente vivia do que eu ganhava e da minha sogra, que eu admirava, mas sem imaginar ou sem querer pensar, ela começava a ser outra coisa. Pedi ajuda pros meus pais, expliquei o negócio, e meu pai achou viável, além de ver que também não ia dar um prejuízo grande se não desse certo. O único medo que ele tinha, me dizia, era que em casa éramos muitos, que eu tomasse cuidado pra não deixarem comer o lucro e tudo mais se desse certo. Éramos eu, meus sogros, minha cunhada, minha esposa, meu filho e eu.

Tinha quase 25 anos quando comecei, e como imaginei, acertei. Enfrentava muitas horas de estrada, comprando pra depois vender, guardando o lucro no banco sem que minha esposa imaginasse que aquele dinheiro tava lá. A grana que eu comecei a movimentar era tanta que, em menos de um ano, a gente se mudou, saiu da casa dos meus sogros. Não fomos de aluguel, não — comprei um apartamento. Mas, mesmo assim, minha mulher não mudou. Continuou a mesma preguiçosa de sempre. E no sexo, apesar da nossa idade, ela até fazia, mas eu sentia que era uma obrigação pra ela. Isso fez com que eu me dedicasse ainda mais ao negócio. Tocava tudo sozinho, mesmo precisando de mais duas pessoas, mas saía de casa às 5 da manhã e voltava meia-noite. Ao mesmo tempo, fui percebendo que ela tinha o próprio mundinho dela. Ou seja, enquanto tivesse dinheiro pra gastar e eu deixasse ela sexualmente tranquila com só 3 ou 4 vezes por mês, era a mulher mais feliz do mundo. Sair com as amigas novas da creche do menino, mostrar que tinha dinheiro, roupa boa — essa era e é a vida dela. Claro, eu não deixava ela mexer nem na décima parte do que eu ganhava. Ela tinha uma ideia fixa: só dava um salário por mês, e com isso tinha que se virar o mês inteiro. E olha, juro que era um bom salário, mas no dia 20 ela já tava me enchendo o saco, e eu, sem ceder, cedia lá pelo dia 25 e dava um pouco, contando que tinha tirado de não sei onde.

Pra minha sogra, às vezes eu dava dinheiro, escondido de todo mundo, porque até pra isso minha mulher não servia: ver a mãe dela naquela situação, ela toda arrumada e nunca dizer "toma, compra um vestido, mãe". Eu dava, mas falava que era pra ela, pra ir ao salão ou comprar alguma coisa. Já meu sogro, era como se a mulher não existisse por 24 horas; com comida e TV, tava ótimo. Cada dia eu gostava menos dele e cada vez mais evitava ir na casa deles.

Eu tinha 28 anos, a vida ia bem: profissionalmente e financeiramente, cada vez mais clientes, cada vez mais negócio. Contratei outro motorista e uma moça, não dava mais pra tocar sozinho. Ainda voltava pra casa meia-noite, mas já tinha parado de trabalhar sábados e domingos, porque tinha uma clientela fixa. Mesmo assim, às vezes era difícil atender todo mundo. Naquele domingo de maio, íamos almoçar na casa dos meus sogros. Chegamos com o menino; minha cunhada tava almoçando com as amigas, então só íamos ser nós cinco. Chegamos cedo. Minha sogra tava usando uma saia de gaze comprida, mas muito fina, com muitas pregas. Não dava pra ver nada, não pensem mal. Ela tava com uma blusa preta fina também, porque era um dia quente. Eu tava de moletom. Foi tudo normal. Terminamos de almoçar. Claro, meu sogro nem se mexeu, só foi pro sofá largar o prato. E minha mulher, com a desculpa de ir atrás do menino, acabamos que a gente ia levando, uma vez e outra, os pratos e o resto da mesa, eu e minha sogra. Ela sempre na frente, eu atrás, indo pra cozinha. Não tinha nada premeditado, nada planejado. Minha sogra pegou o balde de lixo e começou a jogar os restos dos pratos nele, inclinada. Eu não percebi e minha virilha bateu de frente com a bunda dela toda. A saia dela era tão fina que senti perfeitamente a dureza da bunda dela, parecia que não tava usando saia quando encostava naquela saia de gaze, meu pau reagiu na hora, ela ficou ali sem se afastar mais tempo do que devia e eu também, passou uns três segundos, quatro no máximo, mas naqueles segundos senti como ela, imperceptivelmente, mexia a bunda esfregando no meu pau todo, e ele, como eu disse, começando a crescer completamente. Eu me afastei, ela se levantou olhando pra parede da cozinha, e eu fui buscar mais na mesa, mas no vestíbulo coloquei o pau bem pro lado, apertado na cueca, porque tava com uma ereção enorme, pra não aparecer. Meu pau tem 19 cm de comprimento, é bem grosso e cheio de veias. Cheguei na sala, agora minha esposa tava sentada no sofá com o pai e meu filho, ela me olhou. Ainda faltavam dois pratos, peguei eles, fui embora. Minha sogra tava lavando os pratos de costas pra mim, não me olhou, fez de conta que eu não tinha entrado. Coloquei os pratos na pia, ela continuava de cabeça baixa lavando, sem falar nada.

Pensei tudo num instante, ou nem pensei. Me coloquei atrás dela, agora ela tava em pé, fui encostando nela e minhas mãos passaram pra frente, comecei a acariciar os peitos dela. Ela, por sua vez, de novo começou a mexer a bunda potente no meu pau, a se esfregar nele. Respirava ofegante, igual a mim, agora não tinha mais engano, a gente tava ali os dois porque queria. Ficamos bem mais tempo do que da primeira vez, até que ela jogou a bunda pra trás pra eu parar de esfregar e, com os braços abrindo — porque não tinha parado de lavar — fez com que minhas mãos saíssem dos peitos dela. Eu tinha tocado e apalpado bem por fora. A gente tava muito, muito quente, os dois. Me afastei, fui assustado pra sala, ela chegou, terminou de arrumar, de colocar as cadeiras comigo. A gente foi embora, era umas três e meia da tarde, tava bem quente pra maio. Chegamos em casa, eu pensando que tudo era uma loucura. Decidi procurar minha mulher, comecei a falar pra ela deixar o menino vendo a Tô na sala, mas ela me cortou e me esfriou na hora, falou que já fazia 4 dias que a gente tinha transado, que tava cansada pra isso e queria ver um filme, que queria ver um filme, pensei, que já fazia 4 dias, fui pro banheiro e tomei um banho, tava com a pica dura pra caralho, uma raiva danada, pensando que eu tava exausto de trabalhar e nem isso eu merecia, dela, fui pro quarto de cueca, me deitei na cama, comecei a mexer no celular, comecei a pensar no que aconteceu, comecei a pensar em "me virar", comer minha sogra, peguei o celular e mandei um zap pra ela, com um "oi, a gente precisa conversar", minha sogra costuma responder rápido, mas dessa vez demorou, imaginei que ela tava olhando a mensagem e pensando igual a mim, que era uma loucura, uma baita confusão, ela respondeu finalmente, "é melhor deixar assim", mas eu insisti, falando que não, que queria vê-la, que a gente conversasse só nós dois, nada mais, embora na real agora eu tivesse outra intenção, minha sogra topou, falou pra eu pegá-la lá embaixo de casa, como tinha feito mil vezes.

Pra vocês verem como é minha mulher, me vesti de novo com outro moletom, falei que ia sair, ela só disse "tá bom", nem ligou pra onde eu ia nem nada, isso ela quase não fazia, mas às vezes eu fazia pra ir jogar uma partida de baralho com os amigos do bairro, mesmo que voltasse de madrugada, mas é que com minha sogra acontece a mesma coisa.

Peguei ela, já não tava com aquela saia e blusa, tava com outra mais curta, acima do joelho, não curtíssima também, mas uma blusa com um decote um pouco mais aberto, ela subiu, eu arranquei e ela começou a falar:
– Aquilo antes não devia ter acontecido, eu devia ter te parado, você é casado com minha filha.

Comecei a falar com ela, me abri totalmente pra minha sogra, contando como tava o relacionamento com a filha dela, que eu até gostava dela, mas a coisa tava de mal a pior, expliquei tudo abertamente, terminamos no parque, sentados num dos bares na área externa, aí ela começou a me contar a vida dela com meu sogro, fui. Cavucando, fui puxando o fio, deixando ela falar. Ela era uma amargurada, isso eu já imaginava. Diante daquele sorriso sempre no rosto, mas que ele tava acabando, ela me contou das vezes que teve chance de largar ele, mas mesmo assim não fez. Dos caras que já tinham dado em cima dela e ela, feita uma otária, tinha sido fiel a ele. De como ela tinha se matado de trabalhar pra ele e pras filhas dele sem receber nada em troca de ninguém. As lágrimas dela caíram. Ela só pedia um pouquinho de amor, que mostrassem que gostavam dela, mas tinha virado empregada de todo mundo. Até que chegou a se pelar toda. Me disse que a vida sexual dela era zero. Mais ainda: falou que quando ela pedia sexo pra ele, ele já tava pouco se fodendo pra ela. Aí o que ele fez? Uma tarde chegou com uma caixa que veio pelos correios: tinha comprado um vibrador pra ela. Por dentro, até me deu vontade de rir. Tinha que ser muito vagabundo, palhaço, sem vergonha na cara pra fazer isso com uma mulher que tá te pedindo sexo. Ou seja, meu sogro só fazia e se satisfazia batendo uma punheta sozinho.

Era umas 7 da noite quando saímos andando do bar pelo parque. Fomos até meu carro. Ela pedia pra eu deixar ela em casa. Subimos no carro, mas eu peguei rumo pra outro lugar, pro mato. Quando ela percebeu, me olhou, e eu coloquei minha mão na coxa dela, em cima da saia. Não falei mais nada. Fomos em silêncio. Saímos da cidade, entramos num piquenique. Segui o caminho até achar uma área de árvores frondosas, escondendo o carro. Ia beijar ela assim que parasse, mas ela saiu do carro. Eu dei a volta. Ela olhava pra todo lado, mas só dava pra ver mato e árvores. Agarrei ela e beijei. No começo, minha língua bateu nos lábios fechados dela — pensei que ia cagar o pau. Mas no fim a boca dela se abriu. Minha língua provou a dela, que no começo tava parada. Minhas mãos agarraram a bunda dela. Apertava com as mãos, apertava a virilha dela contra a minha. Quando a gente se separou um pouco, as mãos dela rodeavam minhas costas, mas sem força, sem me apertar. queria que me desejasse como eu desejava ela, peguei uma das mãos dela, ela deixou mole, fui levando até meu moletom, fiz ela acariciar o pano, por baixo estava meu pau duro como pedra, até que fiz ela agarrar assim, ela foi esfregando, agora sem nos beijarmos, ela com a cabeça no meu ombro, eu ouvia ela gemer com meu pau na mão e o pano tentando esfregar até que afastei ela um pouco, deixei ela de frente pra mim, lambi o pescoço dela, não aguentava mais, coloquei minha mão em cima da cabeça dela e ela foi se abaixando até ficar de cócoras na frente do meu pau, olhando o volume enorme que tinha no meu moletom, as mãos dela nas laterais das minhas coxas, eu mesmo abaixei o moletom e a cueca, e meu pau saiu, duríssimo, olhando pro céu, peguei ele e coloquei nos lábios fechados dela, passei pelo rosto dela esfregando devagar, e ela foi abrindo a boca, apontei pra boca dela e meti, minha sogra, vi ela abrir bem a boca pra acomodar meu pau, achei morbidão ver ela abrir a boca, começou a chupar devagar, no começo, mas quando me ouviu gemer, a mão dela foi pros meus ovos, acariciava enquanto chupava meu pau cada vez mais rápido, fui gozar, dava grunhidos, gemidos, fiquei parado esperando ela tirar meu pau antes de gozar como a filha dela fazia, mas ela não fez, continuou, recebeu meu gozo na garganta, na boca, eu gemia, grunhia forte, minhas pernas afrouxavam, olhei pra baixo entre gemidos e vi ela tirar meu pau da boca ainda jorrando gozo, caindo na cara dela, ela sem parar de mexer meu pau, minhas pernas tremiam, cada vez mais difícil ficar de pé, começou a ficar claro, quase ia cair de tanto prazer que tava recebendo, terminando, quando terminou, ela se levantou num instante, me pegou, me virou, agora eu fiquei apoiado no carro, respirando forte, minhas pernas ainda bambas, e sentia ela me segurando firme, apoiado entre o carro e o corpo dela, ela colocou minha cabeça entre os peitos dela e, como um bebê, começou a me dizer
– Sssssss, calma, sssssss Tranquilo, é isso.

Fui me recuperando aos poucos, ela subiu meu moletom e eu ia passar a mão nela, mas ela disse:
– Não, aqui não. Vamos procurar outro lugar por aqui.

Abri o porta-malas, tenho uma manta velha ali pra não sujar o estofado, e caminhamos entre as árvores até achar um lugar cercado de mato alto. No meio, uma clareira de vários metros. Entramos no meio do mato, joguei a manta, começamos a nos beijar. Agora era eu quem tomava a iniciativa. Dessa vez senti que ela estava cheia de desejo. Deixou eu tirar o vestido e a blusa rapidinho. Minha boca tomou conta dos peitos dela, até que tirei o sutiã. Dois peitos redondos, grandes, com mamilos rosados. Saboreei devagar, ainda mais porque ela não parava de gemer. Queria fazer ela gozar, que fosse inesquecível. Agora, "recém ordenhado", meu cérebro ficava frio. Tirei com a ajuda dela o moletom inteiro, dessa vez também a cueca, fiquei só com a camiseta por cima. Percebi que ela já queria que eu metesse o pau. Gemia e gemia, e eu saboreava com as mãos e a boca os peitos dela, a barriga, voltava pros peitos. Ela puxou meu pau várias vezes, tentando enfiar, passando por cima da calcinha dela. Mas eu gostei daquele jogo: que ela me desejasse, mas eu não metia. Quando ela já estava pronta pra enfiar, eu afastava, o que fazia ela gemer e me desejar ainda mais. Minha boca descia até a barriga dela, lambia a parte de cima da calcinha e subia de novo pros peitos. Até que finalmente desci e tirei a calcinha dela. Na minha frente, vi uma bucetinha recém-depilada (sabia que se eu insistisse, ela ia acabar transando comigo, por isso tinha acabado de depilar, pensei). Comecei lambendo as bordas, e ela tentando fazer eu ir direto pra boceta. Até que peguei a mão dela que empurrava minha cabeça e afastei. Ela ficou de pernas abertas, as duas mãos pra cima, e eu fui devagar, comendo a boceta dela pouco a pouco, do meu jeito. Quando finalmente Lambi a parte interna e superior da buceta dela, ela ficou louca, se contorcia de prazer, as pernas dela se abriam ainda mais ou se enroscavam no meu corpo, voltavam a abrir, a pélvis dela se mexia, colando a buceta ainda mais na minha cara, se possível. Consegui enfiar dois dedos na buceta dela enquanto lambia a parte do clitóris. Agora era ela quem gozava como uma fera, gritando, sem se importar mais com nada. Sentia minha cara encharcada de sucos da boceta dela, até que ela se acalmou. Afastei minha cabeça, sentei na frente das pernas dela. Ela ainda gemia, cabeça pra trás, pernas abertas. Eu olhava a buceta dela, brilhava como as coxas dela por causa dos sucos derramados. Tirei minha camiseta, fiquei nu, sentado na frente dela.

Levantei as pernas dela, puxei ela até que a buceta dela ficasse na frente do meu pau, em cima da buceta e do baixo ventre dela. Peguei meu pau, levei até a buceta dela, comecei a enfiar. Via como a buceta dela ia se abrindo e se enchendo com meu pau, enquanto ela gemia AAAAAHHHH AAAAHHHH AAAAAYYYY, enquanto meu pau ia entrando devagar, até que ela teve ele todo dentro da boceta dela. Agarrei bem forte as pernas dela nas minhas mãos e comecei a foder ela sentado, no chão. Não parava de olhar a buceta dela, com meu pau grosso enfiado nela, como ao tirar e meter meu pau, ele mexia os lábios internos, abrindo e fechando mais. Ela gemia, as mãos dela na grama, o corpo dela na manta, os olhos fechados, se deixava fazer entre gemidos. Senti os primeiros espasmos dela no meu pau, aumentei o ritmo. Ela começou a dar gemidos fortes AAAAAAYY AAAAYYY AAAYY. Através do meu pau, sentia como ela estava gozando de novo. Olhava a buceta dela, olhava a cara dela, me sentia forte, seguro, feliz de vê-la assim e de eu ser o causador disso. Tirei meu pau, ela se sentou também. Agora começou a me beijar enquanto a mão dela pegou meu pau molhado pela buceta dela, mas sem mexer, só segurava, como querendo idolatrar. Sentia os peitos dela no meu peito até que ela se mexeu, se virou e ficou de quatro, minhas mãos. Acariciaram as bundas dela, me movi até ficar de joelhos atrás dela, como aquelas bundas me atraíam, como me atraía vê-la naquela posição era incrível, as bundas dela pareciam triplicar de volume naquela postura, eu não parava de olhar. Instintivamente, enfiei meu pau nela e ao mesmo tempo dei um baita tapa na bunda dela, ela soltou um AAAAI, soube que foi por causa do tapa. Minha mão continuava grudada naquela bunda poderosa, ela esticou a mão até colocar por cima da minha, acariciou várias vezes, e eu levantei minha mão de novo, dando outro tapa, um pouco mais forte. Ela soltou outro AAAAAAAI forte, as mãos dela agora se apoiando no chão, enquanto, ao receber o tapa, começou a se mover mais ritmicamente no meu pau entre gemidos. Minhas mãos foram para os quadris dela, apertando, enquanto ela e eu mantínhamos um bom ritmo de foda. Olhei os peitos dela balançando, acariciei as costas dela, com uma mão até chegar no cabelo longo e preto, peguei ele na minha mão puxando sem violência, ela se deixava levar, ia levantando a cabeça, e minha outra mão deu outro tapa forte nela. Ela gritou mais alto, se moveu mais rápido, e eu comecei a meter de verdade. Os gemidos dela agora eram gritos abertos, se movendo ritmicamente, cravada no meu pau. O orgasmo chegou fortíssimo, a buceta dela parecia espremer meu pau a cada espasmo. Comecei a gritar, ela já estava há tempo fazendo isso, até que gozou, e instantes depois eu gozei também.

Caímos exaustos na manta, nos abraçamos, ficamos um bom tempo assim. O anoitecer começava, nos vestimos e fomos para o carro, saímos de lá, voltamos para a cidade, mas não tinha vontade de voltar para casa, nem ela. Fomos jantar, mas ela queria que fosse num burguer, estava com vontade de um hambúrguer. Fomos, nem meu sogro nem minha mulher tinham ligado para o celular. Era assim, incrível. Voltamos para o bairro dela, era umas onze da noite, pelo menos. Estacionei num terreno baldio que usam para isso, para estacionar, entre uma van e um caminhão pequeno. Ela saiu, eu... Saí pelos carros, tava bem escuro. Ela ia embora, mas eu agarrei ela e comecei a beijar. Ela pedia pra eu soltar, que a gente ficava outro dia. Eu, cada vez mais excitado, beijava ela, passava a mão na bunda dela, nos peitos, até que abri a porta de trás e meti ela lá dentro. Ela falou que eu era louco, mas consegui que ela se ajoelhasse no chão do carro. Eu baixei o moletom e, na hora, ela já tava chupando minha pica. Comecei a tirar a saia dela, mas ela tentava me impedir. Fui tentando até conseguir tirar. Deitei no banco e fiz um 69 com ela — ela por cima, eu chupando a buceta dela, até deixar ela do jeito que eu queria, bem quente.

De novo de quatro, meti nela. Ela começou a gemer, não gritava igual no campo, se segurava. Gemia e gemia enquanto eu comia ela de quatro. Até que mudei de posição, coloquei ela por cima, e ela pegou o ritmo dela enquanto eu podia chupar os peitos dela depois de tirar eles pra fora sem tirar a blusa nem o sutiã. Ela gozou, mas nem por isso ia deixar ela parar. Pensei: ela saiu de cima de mim, eu me joguei, ajoelhando agora no chão do carro, ela sentada no banco. Puxei as pernas dela, levantando, e enfiei de novo. As mãos dela grudaram na minha barriga, acariciando sem parar, gemendo cada vez mais. Desceram até meus pelos, na pica, acariciavam enquanto olhava eu comendo ela, até a mão dela descer pros meus ovos, acariciava, pegava eles, enquanto eu sentia minha pica entrando e saindo da buceta dela. Ela gemia, começou a gozar. Eu ainda não tinha gozado, pensei: meti mais forte, ela gozou de novo. Continuei comendo ela por mais um minuto até gozar, ela me acariciando até eu ficar parado. Ela tirou minha pica, pegou ela, passou na buceta dela, uma vez e outra — não pra gozar, mas sentia um prazer enorme fazer aquilo. Ela sempre faz isso, no final. Até que paramos, instintivamente me abaixei, beijei a buceta dela, rindo, e subi até a cara dela, falando: "Hoje sim, sua bucetinha vai ficar satisfeita."

Ela me olhou com um sorriso, com uma mão de novo pegando minha pica mole agora, me dizendo: "Sim, vou, e muito bem. Eu disse: ha ha, termina a frase: muito bem f0dida. Ha ha ha, ela riu: sim, muito bem f0dida por você. Ela saiu dali andando até a casa dela, eu fui pra minha.

Na manhã seguinte, ela estava no trabalho dela, eu já estava no meu há um tempão. Mandei um zap:
— Bom dia, gostosa.
— Bom dia, meu amor.

Isso sempre ficou gravado na minha mente. Ela não me disse "isso é uma loucura" ou "não vamos fazer mais" ou mil desculpas, não. Quando recebi aquele primeiro zap dela me dando bom dia e me chamando de "meu amor", soube que minha sogra não ia ser uma aventura de um dia só — e eu queria exatamente isso. Claro, aquele seria o começo do nosso primeiro dia da nossa nova vida. Ela mudou, mudou radicalmente. Começou a se cuidar, e do jeito que eu gostava: ia ao salão de beleza com mais frequência, queria se sentir sempre gostosa, se cuidar pra ela mesma. Eu dei e ainda dou vestidos, lingerie. Fazemos esporte juntos: bicicleta, trilha no campo, sempre ativos os dois. Assim levamos mais de dois anos, e os babacas que temos como marido e esposa nem desconfiam. Cada um tá na sua, ou seja, não fazem nada, não vivem. A felicidade deles, por exemplo, a da minha mulher, é seguir novelas, não ser incomodada, e se eu levar o filho, melhor ainda. Muitas vezes levo ele com a bicicleta, com a minha sogra praticando os três. Minha sogra parece mais jovem do que há dois anos e está mais gostosa, com um sorriso esplendoroso, igual o humor dela. Na real, é como se nós fôssemos o casamento. Ela sabe de todos os meus problemas ou como vão os negócios. Não trabalha comigo porque ela não quer, pra não levantar mais suspeitas. Nós decidimos o que comprar ou não nas nossas casas, o que fazer ou não. Contamos tudo um pro outro, e eu sei muito melhor que meu sogro como está a casa dele ou não, se esse mês gastaram mais ou menos.

Eles nem sabem que tenho um apartamentinho que fiz como investimento a longo prazo, que combinamos eu e minha sogra, e é onde nos encontramos. Quantas vezes? Bom, se quiséssemos, todos os dias. Pois é, eles não percebem nada.

É lá que passamos os fins de semana, às vezes até o dia seguinte, só dando alguma desculpa. Durante a semana, a gente se encontra à tarde, pelo menos três, às vezes quatro tardes, até a noite, quando o trabalho permite. Se não tenho nada pra fazer, não fico só pensando em foder, mas sim num lugar onde ficamos tranquilos, relaxados, conversando e compartilhando. Minha sogra é apaixonada por mim, e eu por ela. Sei que é a mulher da minha vida, assim como eu sou o homem da vida dela, só que nascemos fora do momento certo, digamos. Ela é a mulher que sempre quis ter ao meu lado: otimista, trabalhadora, que apoia o homem dela. Enquanto isso, ela sempre quis ter alguém como eu: empreendedor, decidido, trabalhador e apaixonado por ela. Sabe o que fiz no dia 14 de fevereiro?

Pra minha esposa, comprei um buquê de rosas e mandei ela tomar no cu. Ela me comprou o que eu esperava dela, o de sempre: colônia. Ela esperava um vestido caro ou algo do tipo, mas eu já tava de saco cheio, já tinha dado bastante pra ela. Já pra minha sogra, dei um anel de ouro branco com a data da nossa primeira vez. Ela colocou e nunca mais tirou. Pro marido dela, disse que tinha comprado e que tava pagando aos poucos, igual fez com a filha, sem ele imaginar o que aquele anel significa pra gente. Enquanto isso, ela me deu uma camisa de seda e uma calça que eu tava de olho na vitrine várias vezes. Minha mulher tava junto quando vi tudo. Vê só o detalhe de uma e de outra. Pior foi com meu sogro: simplesmente não ganhou nada, foi só mais um dia no "amado sofá" dele.

Minha sogra me diz que a gente tá bem como está. Que não nos vemos tanto e assim nos desejamos mais. Se morássemos juntos, ela no começo ficava meio com medo disso tudo, mas agora tá segura e acha que tá bom assim. Penso o mesmo. Às vezes, queria ficar ainda mais com ela do que já fico – e é muito – não pelo sexo, mas simplesmente por estar junto. Mas ela tem razão: pra quê? Machucar ou se separar, pelo menos por enquanto continuar assim.

2 comentários - Me apaixonando pela minha sogra gostosa

24975 +1
Excelente y excitante relató 🇦🇷🤤🤤🤤👅👅 te felicito por tu suegra compa seguí así 👍
Genio que buen relato que excitante además me imgainoa tu suegra debe estar divina +10