Fim de semana prolongado, decidimos com a minha namorada passar na costa, começo da primavera, clima agradável, saímos pra conhecer outras praias e no caminho passamos por Chapadmalal e seus penhascos, vimos carros parados na área e fiz a piada de que estavam todos fodendo, ela só sorriu, perguntei se ela topava e ela me olhou com cara de que ia me encher de porrada, mas depois soltou um tímido "não sei", pronto, deixou a porta aberta e não consegui tirar isso da cabeça.
Na volta, passamos de novo e eu vi que estava tudo deserto, eram 4 da tarde e estava meio nublado, então assim que vi uma trilha, me mandei pra estacionar perto da borda pra contemplar um pouco a paisagem. Eu dava uma olhada de vez em quando, mas não passavam muitos carros na estrada e ninguém perto também, então carícia vai, carícia vem, começamos com beijinhos, beijo de língua, no pescoço e já que tava perdido de vez, comecei a passar a mão por cima da roupa e pra minha surpresa ela se entregava bastante.
Mão vai, mão vem, ela me afasta e eu pensando que já tinha cansado, ela me surpreende pegando na minha pica por cima da calça pra ver se tava dura que nem pedra, e meio que sem pensar, eu desabotoo a calça enquanto ela me olhava nos olhos e tiro a pica, ela baixa o olhar, sorri e abaixa a cabeça pra começar a chupar, vocês não fazem ideia do tesão que me deu, já que ela não era muito fã de boquetes, mas parecia que tava com fogo naquela situação, ali mesmo tentei desabotoar a calça dela pra fazer o mesmo, mas digamos que não era muito confortável ali no banco com a alavanca no meio, então ela levanta a cabeça, olha pra todos os lados e me pediu pra ir pro banco de trás. Ajeitamos um pouco a roupa e fomos pro banco de trás.
Ali mesmo ela tirou a calça e a calcinha e se abriu pra eu dar aquela chupada nela e sem hesitar comecei a comer a buceta que tava molhadíssima, ela gemia e reclamava ao mesmo tempo da Desconforto, então ajeitei ela pra ficar mais deitada, tirei a pica e mal encostei na buceta, ela entrou de uma vez com a lubrificação que a gente já tinha, e eu tava metendo quando olho pela janela e vejo uma caminhonete se aproximando, mas passa reto e estaciona uns 50 metros adiante. Não tive coragem de falar nada pra não assustar ela, mas a situação me excitou e continuei metendo. Da caminhonete desce um casal que ficava olhando pro carro como quem tenta espiar, mas nossos vidros escuros não deixavam ver muito. Deram pra notar o balanço do carro e ficaram conversando entre si até que começam a se beijar e voltam pra trás da caminhonete. Não passaram dois minutos e a caminhonete também começou a balançar, e isso me deixou mais excitado ainda.
Num momento, minha namorada, desconfortável com a posição, se ajeita e senta. Percebo a cara de susto dela ao ver a caminhonete perto e ela fica brava comigo por não ter avisado. Acabo acalmando ela um pouco e mostro como a caminhonete tava balançando, contando o que tinha visto. "Você é um idiota", ela diz, "será que tão transando?" Com essa pergunta, a cara dela se acalmou e, sem tirar os olhos da caminhonete, ela sentou na minha pica e começou a cavalgar devagar, mas sempre olhando pra caminhonete. Percebi que agora ela também tava excitada com a situação, então agarrei os peitos dela por baixo da blusa, que ela tentava puxar pra baixo como quem tem vergonha, mas ao mesmo tempo esfregava a buceta contra minha pica, como se estivesse batendo em círculos, até que o corpo dela ficou tenso, deixando escapar um gemido que tentava segurar. Ela teve um orgasmo maravilhoso, com a buceta totalmente contraída e minha pica presa lá dentro, que não demorou a jorrar gozo bem devagar, orgasmos lentos mas intensos. Ficamos assim, abraçados, quando vemos o casal da caminhonete descer e ficar na frente dela, olhando o mar abraçados. Rimos e nos vestimos como deu, fazendo o mesmo: saímos pra olhar o mar abraçados.
Um tempo depois Depois o casal sobe na caminhonete e, quando passa perto da gente, percebo a cumplicidade nos rostos deles e aquele leve movimento de cabeça dele, como concordando que a gente era foda, e eu devolvi, claro, com um sorrisão.
Na volta, passamos de novo e eu vi que estava tudo deserto, eram 4 da tarde e estava meio nublado, então assim que vi uma trilha, me mandei pra estacionar perto da borda pra contemplar um pouco a paisagem. Eu dava uma olhada de vez em quando, mas não passavam muitos carros na estrada e ninguém perto também, então carícia vai, carícia vem, começamos com beijinhos, beijo de língua, no pescoço e já que tava perdido de vez, comecei a passar a mão por cima da roupa e pra minha surpresa ela se entregava bastante.
Mão vai, mão vem, ela me afasta e eu pensando que já tinha cansado, ela me surpreende pegando na minha pica por cima da calça pra ver se tava dura que nem pedra, e meio que sem pensar, eu desabotoo a calça enquanto ela me olhava nos olhos e tiro a pica, ela baixa o olhar, sorri e abaixa a cabeça pra começar a chupar, vocês não fazem ideia do tesão que me deu, já que ela não era muito fã de boquetes, mas parecia que tava com fogo naquela situação, ali mesmo tentei desabotoar a calça dela pra fazer o mesmo, mas digamos que não era muito confortável ali no banco com a alavanca no meio, então ela levanta a cabeça, olha pra todos os lados e me pediu pra ir pro banco de trás. Ajeitamos um pouco a roupa e fomos pro banco de trás.
Ali mesmo ela tirou a calça e a calcinha e se abriu pra eu dar aquela chupada nela e sem hesitar comecei a comer a buceta que tava molhadíssima, ela gemia e reclamava ao mesmo tempo da Desconforto, então ajeitei ela pra ficar mais deitada, tirei a pica e mal encostei na buceta, ela entrou de uma vez com a lubrificação que a gente já tinha, e eu tava metendo quando olho pela janela e vejo uma caminhonete se aproximando, mas passa reto e estaciona uns 50 metros adiante. Não tive coragem de falar nada pra não assustar ela, mas a situação me excitou e continuei metendo. Da caminhonete desce um casal que ficava olhando pro carro como quem tenta espiar, mas nossos vidros escuros não deixavam ver muito. Deram pra notar o balanço do carro e ficaram conversando entre si até que começam a se beijar e voltam pra trás da caminhonete. Não passaram dois minutos e a caminhonete também começou a balançar, e isso me deixou mais excitado ainda.
Num momento, minha namorada, desconfortável com a posição, se ajeita e senta. Percebo a cara de susto dela ao ver a caminhonete perto e ela fica brava comigo por não ter avisado. Acabo acalmando ela um pouco e mostro como a caminhonete tava balançando, contando o que tinha visto. "Você é um idiota", ela diz, "será que tão transando?" Com essa pergunta, a cara dela se acalmou e, sem tirar os olhos da caminhonete, ela sentou na minha pica e começou a cavalgar devagar, mas sempre olhando pra caminhonete. Percebi que agora ela também tava excitada com a situação, então agarrei os peitos dela por baixo da blusa, que ela tentava puxar pra baixo como quem tem vergonha, mas ao mesmo tempo esfregava a buceta contra minha pica, como se estivesse batendo em círculos, até que o corpo dela ficou tenso, deixando escapar um gemido que tentava segurar. Ela teve um orgasmo maravilhoso, com a buceta totalmente contraída e minha pica presa lá dentro, que não demorou a jorrar gozo bem devagar, orgasmos lentos mas intensos. Ficamos assim, abraçados, quando vemos o casal da caminhonete descer e ficar na frente dela, olhando o mar abraçados. Rimos e nos vestimos como deu, fazendo o mesmo: saímos pra olhar o mar abraçados.
Um tempo depois Depois o casal sobe na caminhonete e, quando passa perto da gente, percebo a cumplicidade nos rostos deles e aquele leve movimento de cabeça dele, como concordando que a gente era foda, e eu devolvi, claro, com um sorrisão.
1 comentários - No carro na beira do precipício