Estava no trabalho, terminando uns relatórios de rotina quando tocou o ramal da empresa. Olhei pra tela e identifiquei rapidinho o telefone da Belén. Óbvio que atendi na hora.
- Boa tarde, Engenheira.
- Boa tarde. Espero que esteja tudo bem por aí. Preciso que a gente se reúna porque amanhã eu apresento a situação dos poços do site de Huincul.
- Me dá um minuto – Fiz um barulhinho com uns papéis – Aqui tenho a informação que você precisa. Passo aí na sua sala?
- Não – disse a Belu – Acho melhor a gente se encontrar no prédio onde você está.
- Perfeito, te espero às 18.
Quando a gente tá na empresa, sempre tenta manter o nosso lance escondido. Temos muitos conhecidos e já fomos em eventos de fim de ano com parceiros. Queremos manter as coisas simples.
Liguei pro AirBnB que eu sempre alugava pra me encontrar com a Belu e reservei. Às 17:30 peguei a chave no keybox e subi pro apê. Tava tudo impecável, como sempre.
A Belu chegou na hora, desci pra abrir pra ela. Tava linda, como sempre, jeans, camisa e uma jaquetinha fina. Entramos no elevador e ali demos o primeiro beijo. Ao chegar no apartamento, ela foi direto pro banheiro. Quando saiu, só tava com a camisa desabotoada e uma fio dental pequenininha de algodão branco. Ela veio andando até onde eu tava e me beijou de novo.
Ela tirou minha roupa, bem rápido. Em poucos minutos, a gente tava os dois pelados. Levei ela pra um sofá grande e deitei ela de barriga pra cima. Saboreei aquelas tetas maravilhosas, os biquinhos durinhos, e comecei a descer pela barriguinha dela. Já tava começando a sentir o cheiro da buceta mais doce do mundo. Ela abriu as pernas e deixou toda a rachinha bem exposta.
A gente gosta de curtir com calma, os dois, então fiquei um tempinho beijando as coxas dela, roçando os lábios, mas sem me demorar demais. Desci pros pés (a gente tinha descoberto faz pouco tempo que ela adorava que beijassem os pés dela) e beijei o peito do pé e o tornozelo até chegar... nos dedinhos. Voltei para cima e dessa vez me deparei com a flor bem aberta… e suculenta. Com a língua comecei a explorar as bordas internas dos lábios, até chegar devagar no topo. A Belu já estava bem excitada, me dei um tempinho pra saborear e chupar. A língua deslizava de cima pra baixo sobre o botãozinho dela. Comecei a procurar o buraquinho com os dedos e enfiei um. Devagar no começo, enfiava e tirava, girando de um lado pro outro. Depois foram dois dedos, pra dentro e pra fora, devagar. Em menos de um minuto, tava com todos os dedos melados dos sucos dela.
Ela mexia a cintura pra cima e pra baixo, como se já estivesse dando, e num dos movimentos pra cima, vi minha chance de ir pro buraquinho mais gostoso dela e não deixei passar.
O cuzinho da Belu tava bem fechadinho. Fechadinho e seco. Mas meus dedos tavam encharcados dela e foram abrindo caminho. Comecei a afrouxar o cu dela, sem enfiar os dedos, mas com pressão. Eventualmente a região relaxou e o primeiro dedo entrou, foi só uma pontinha, mas o resto foi mais fácil. Enquanto continuava chupando a buceta dela, a Belu já tinha um dedo em cada buraquinho e começou a gemer com mais intensidade. Parei um momento pra virar ela. Coloquei ela de quatro no sofá e passei de chupar a buceta pra chupar o cu. A Belu tava a mil. Meus dedos entravam e saíam da buceta dela e ela se masturbava. O orgasmo veio rápido.
Paramos um momento, a Belu recuperou o fôlego e se jogou no meu pau. Enfiou tudo de uma vez. Não começou devagar nem foi com calma. Enfiou o mais fundo que conseguiu e começou a chupar como se não houvesse amanhã. Enquanto roçava ele por todo o interior da boca dela, começou a massagear minhas bolas bem devagar. Tava tão focada que os barulhos e as ânsias ficavam cada vez mais altos. Num momento ela parou, me olhou fixo, com os olhos cheios de lágrimas por causa das ânsias.
- Me põe de quatro e arrebenta toda comigo.
Como se tivesse sido a ordem de um general. Como um soldado raso, me levantei de uma vez, agarrei ela e levei até a cama. Joguei ela e ela caiu de costas. Virei ela com energia. A Belu ficou de quatro. Puxei ela pra mim com força. Peguei minha pica e apontei pra boceta dela, comecei a esfregar, até a cabeça ficar na entrada. Meti até o fundo. Dei três bombadas profundas e lentas e na quarta comecei a meter mais forte.
No apartamento só se ouvia o barulho da bunda da Belu batendo na minha pélvis. PAP PAP PAP.
Eu tava segurando ela pela cintura com as duas mãos. Ela se endireitou e colou em mim. Minhas mãos foram pros peitos dela e eu agarrei com força. PAP PAP PAP, sem parar. A Belu virou a cabeça de lado e nossos lábios se encontraram. Nossos corpos estavam entrelaçados, mãos nos peitos, pica na boceta, línguas com línguas.
Entre beijos, a Belu falou comigo.
- Tô gozando de novo.
Desci uma das mãos dos peitos e agarrei ela na cintura de novo. Comecei a bombar um pouco mais devagar, mas ainda com energia. Ela começou a gemer alto e eu comecei a sentir as pulsações na cabeça da minha pica.
- Eu também tô gozando.
- Me enche de porra.
Me mexi por mais alguns segundos e explodi dentro dela. Por uns momentos, fiquei no céu. Me abracei nela e senti as pulsações da minha pica tirando o esperma pra dentro da Belu.
A gente se deixou cair na cama. Ela tirou minha pica de dentro, se virou e ficamos abraçados. Fiquei fazendo carinho na bunda e nas costas dela.
Um tempo depois, a Belu quis ir tomar banho e se levantou. No segundo passo, teve que segurar a boceta, pela quantidade de porra que tava saindo. Dei uns minutos e fui atrás dela.
Entrei no chuveiro e a gente se limpou junto. Saímos, nos secamos e fomos pra cama.
- Me escuta, Belu. Você me deve uma.
Ela, que tava totalmente nua e andando em direção à cama, se apontou pra si mesma e disse:
- Cobra em espécie.
- Óbvio. mas você me deve algo que não pode pagar sozinha.
Belu se deitou na cama e me beijou.
- O que é que eu não posso te pagar com esse corpinho?
- Você me deve um ménage, com outra mulher.
Fazia um tempo que ela tinha pegado um cara na academia e trouxe pro apartamento e a gente comeu ele entre os dois. Agora era a minha vez.
Contei pra ela o que tinha rolado com a Sofi na semana anterior.
- Sofi! Você comeu a Sofi? A filha do Mario?
- Sim, exatamente. Mas tem que esclarecer duas coisas. Sofi não é filha do Mario, é filha da esposa do Mario, e não tenho certeza se eu comi ela ou se foi ela que me comeu.
Comecei a contar pra Belu os detalhes do encontro com a Sofi e falei que queria trazê-la pra fazer o ménage.
Belu se deitou de bruços e pegou o celular. Começou a procurar o Instagram da Sofi. Enquanto passava fotos e reels, comecei a procurar a buceta dela pra acariciar. Belu continuou olhando, mas abriu as pernas e colocou um travesseiro embaixo do quadril, pra deixar a raba pra cima.
Fiquei atrás dela e comecei a beijar as nádegas e as pernas. Fui com calma enquanto Belu via vídeos da Sofi na praia. Com muita vontade, apoiei a língua no cuzinho e comecei a chupar com gosto. Belu continuava sem largar o telefone.
A língua fez o trabalho dela e depois vieram os dedos. Pra dentro e pra fora, bem devagar, relaxando a área. Quando passei um pouco de lubrificante, ela tremeu porque estava frio, mas rapidinho começou a acompanhar o movimento dos meus dedos com a cintura. O cuzinho foi relaxando e já entravam dois dedos com facilidade.
Enquanto Belu via um vídeozinho da Sofi falando pra câmera, enfiei a pica no cuzinho dela. Belu gemeu com gosto, com a boca bem aberta. A cabeça da minha pica entrou rápido, mas o resto fui enfiando devagar, enquanto jogava mais lubrificante.
Quando tava bem enfiada, cheguei perto do ouvido dela.
- Imagina que enquanto eu te como por trás, você a... Você tem a Sofi aí na frente, com a buceta dela na sua boca?
- Me conta sobre a buceta da Sofi.
- Doce, morna e muito, muito suculenta. Você não sabe como é gostosa, é tipo um pratinho de morangos.
Enquanto isso, eu começava a meter com mais intensidade e a Belén percebia. Ela estava com os olhos fechados, imaginando que tava comendo a buceta da mina.
A Belu largou o celular e virou o rosto pro lado, a gente se beijou com vontade, com força, com muita tesão e tudo, sem parar de transar.
Ela virou de novo pra frente e eu comecei a meter com mais intensidade. A Belu gosta de pancada e gosta que a gente ajeite ela e mova pra lá e pra cá sem pedir permissão. No sexo, ela curte ser submissa.
Tirei de dentro do cu dela e virei ela. Coloquei as duas pernas dela nos meus ombros e fui atrás daquele rabo de novo. Ainda bem que eu tinha colocado aquela almofada antes, porque facilitou muito o serviço. Enfiei de novo devagar, mas logo a gente voltou pra ação intensa.
- Goza na minha boca.
Comecei a meter forte, o mais forte que eu conseguia. A Belu gozou intensamente, acho que até me molhou um pouco quando veio, mas não parei pra olhar, porque comecei a sentir que eu também ia explodir.
Tirei e coloquei na cara dela. Ela esticou a língua e apoiou na ponta da pica. Bati uma com força por uns segundos e comecei a gozar. A Belu não perdeu nada. Tudo foi pra boquinha dela e ela engoliu como uma campeã. Enquanto eu gozava, vi o celular da Belén que tinha caído na cama, na tela tava rodando em loop um vídeo da Sofi na praia. Eu já tava morrendo de vontade de ver essas duas gostosas juntas comigo.
Depois da gozada veio um beijo longo. Muita saliva, muitos gostos misturados, todos deliciosos.
A gente parou de se beijar, se olhou nos olhos por um momento e se separou. Era tarde e a gente tinha que voltar pra casa, cada um pra sua.
Tomamos um banho rápido, sem putaria, só uns carinhos.
A Belu pegou o celular dela, que ainda tava tocando o vídeo da Sofi na praia. Essa mina é um foguete! Se você convencer ela, eu topo.
Agora eu tinha que convencer a Sofi a ficar pelada e transar com dois coroas de quarenta… bom, na real um dos coroas ela já tinha dado pra ele.
- Boa tarde, Engenheira.
- Boa tarde. Espero que esteja tudo bem por aí. Preciso que a gente se reúna porque amanhã eu apresento a situação dos poços do site de Huincul.
- Me dá um minuto – Fiz um barulhinho com uns papéis – Aqui tenho a informação que você precisa. Passo aí na sua sala?
- Não – disse a Belu – Acho melhor a gente se encontrar no prédio onde você está.
- Perfeito, te espero às 18.
Quando a gente tá na empresa, sempre tenta manter o nosso lance escondido. Temos muitos conhecidos e já fomos em eventos de fim de ano com parceiros. Queremos manter as coisas simples.
Liguei pro AirBnB que eu sempre alugava pra me encontrar com a Belu e reservei. Às 17:30 peguei a chave no keybox e subi pro apê. Tava tudo impecável, como sempre.
A Belu chegou na hora, desci pra abrir pra ela. Tava linda, como sempre, jeans, camisa e uma jaquetinha fina. Entramos no elevador e ali demos o primeiro beijo. Ao chegar no apartamento, ela foi direto pro banheiro. Quando saiu, só tava com a camisa desabotoada e uma fio dental pequenininha de algodão branco. Ela veio andando até onde eu tava e me beijou de novo.
Ela tirou minha roupa, bem rápido. Em poucos minutos, a gente tava os dois pelados. Levei ela pra um sofá grande e deitei ela de barriga pra cima. Saboreei aquelas tetas maravilhosas, os biquinhos durinhos, e comecei a descer pela barriguinha dela. Já tava começando a sentir o cheiro da buceta mais doce do mundo. Ela abriu as pernas e deixou toda a rachinha bem exposta.
A gente gosta de curtir com calma, os dois, então fiquei um tempinho beijando as coxas dela, roçando os lábios, mas sem me demorar demais. Desci pros pés (a gente tinha descoberto faz pouco tempo que ela adorava que beijassem os pés dela) e beijei o peito do pé e o tornozelo até chegar... nos dedinhos. Voltei para cima e dessa vez me deparei com a flor bem aberta… e suculenta. Com a língua comecei a explorar as bordas internas dos lábios, até chegar devagar no topo. A Belu já estava bem excitada, me dei um tempinho pra saborear e chupar. A língua deslizava de cima pra baixo sobre o botãozinho dela. Comecei a procurar o buraquinho com os dedos e enfiei um. Devagar no começo, enfiava e tirava, girando de um lado pro outro. Depois foram dois dedos, pra dentro e pra fora, devagar. Em menos de um minuto, tava com todos os dedos melados dos sucos dela.
Ela mexia a cintura pra cima e pra baixo, como se já estivesse dando, e num dos movimentos pra cima, vi minha chance de ir pro buraquinho mais gostoso dela e não deixei passar.
O cuzinho da Belu tava bem fechadinho. Fechadinho e seco. Mas meus dedos tavam encharcados dela e foram abrindo caminho. Comecei a afrouxar o cu dela, sem enfiar os dedos, mas com pressão. Eventualmente a região relaxou e o primeiro dedo entrou, foi só uma pontinha, mas o resto foi mais fácil. Enquanto continuava chupando a buceta dela, a Belu já tinha um dedo em cada buraquinho e começou a gemer com mais intensidade. Parei um momento pra virar ela. Coloquei ela de quatro no sofá e passei de chupar a buceta pra chupar o cu. A Belu tava a mil. Meus dedos entravam e saíam da buceta dela e ela se masturbava. O orgasmo veio rápido.
Paramos um momento, a Belu recuperou o fôlego e se jogou no meu pau. Enfiou tudo de uma vez. Não começou devagar nem foi com calma. Enfiou o mais fundo que conseguiu e começou a chupar como se não houvesse amanhã. Enquanto roçava ele por todo o interior da boca dela, começou a massagear minhas bolas bem devagar. Tava tão focada que os barulhos e as ânsias ficavam cada vez mais altos. Num momento ela parou, me olhou fixo, com os olhos cheios de lágrimas por causa das ânsias.
- Me põe de quatro e arrebenta toda comigo.
Como se tivesse sido a ordem de um general. Como um soldado raso, me levantei de uma vez, agarrei ela e levei até a cama. Joguei ela e ela caiu de costas. Virei ela com energia. A Belu ficou de quatro. Puxei ela pra mim com força. Peguei minha pica e apontei pra boceta dela, comecei a esfregar, até a cabeça ficar na entrada. Meti até o fundo. Dei três bombadas profundas e lentas e na quarta comecei a meter mais forte.
No apartamento só se ouvia o barulho da bunda da Belu batendo na minha pélvis. PAP PAP PAP.
Eu tava segurando ela pela cintura com as duas mãos. Ela se endireitou e colou em mim. Minhas mãos foram pros peitos dela e eu agarrei com força. PAP PAP PAP, sem parar. A Belu virou a cabeça de lado e nossos lábios se encontraram. Nossos corpos estavam entrelaçados, mãos nos peitos, pica na boceta, línguas com línguas.
Entre beijos, a Belu falou comigo.
- Tô gozando de novo.
Desci uma das mãos dos peitos e agarrei ela na cintura de novo. Comecei a bombar um pouco mais devagar, mas ainda com energia. Ela começou a gemer alto e eu comecei a sentir as pulsações na cabeça da minha pica.
- Eu também tô gozando.
- Me enche de porra.
Me mexi por mais alguns segundos e explodi dentro dela. Por uns momentos, fiquei no céu. Me abracei nela e senti as pulsações da minha pica tirando o esperma pra dentro da Belu.
A gente se deixou cair na cama. Ela tirou minha pica de dentro, se virou e ficamos abraçados. Fiquei fazendo carinho na bunda e nas costas dela.
Um tempo depois, a Belu quis ir tomar banho e se levantou. No segundo passo, teve que segurar a boceta, pela quantidade de porra que tava saindo. Dei uns minutos e fui atrás dela.
Entrei no chuveiro e a gente se limpou junto. Saímos, nos secamos e fomos pra cama.
- Me escuta, Belu. Você me deve uma.
Ela, que tava totalmente nua e andando em direção à cama, se apontou pra si mesma e disse:
- Cobra em espécie.
- Óbvio. mas você me deve algo que não pode pagar sozinha.
Belu se deitou na cama e me beijou.
- O que é que eu não posso te pagar com esse corpinho?
- Você me deve um ménage, com outra mulher.
Fazia um tempo que ela tinha pegado um cara na academia e trouxe pro apartamento e a gente comeu ele entre os dois. Agora era a minha vez.
Contei pra ela o que tinha rolado com a Sofi na semana anterior.
- Sofi! Você comeu a Sofi? A filha do Mario?
- Sim, exatamente. Mas tem que esclarecer duas coisas. Sofi não é filha do Mario, é filha da esposa do Mario, e não tenho certeza se eu comi ela ou se foi ela que me comeu.
Comecei a contar pra Belu os detalhes do encontro com a Sofi e falei que queria trazê-la pra fazer o ménage.
Belu se deitou de bruços e pegou o celular. Começou a procurar o Instagram da Sofi. Enquanto passava fotos e reels, comecei a procurar a buceta dela pra acariciar. Belu continuou olhando, mas abriu as pernas e colocou um travesseiro embaixo do quadril, pra deixar a raba pra cima.
Fiquei atrás dela e comecei a beijar as nádegas e as pernas. Fui com calma enquanto Belu via vídeos da Sofi na praia. Com muita vontade, apoiei a língua no cuzinho e comecei a chupar com gosto. Belu continuava sem largar o telefone.
A língua fez o trabalho dela e depois vieram os dedos. Pra dentro e pra fora, bem devagar, relaxando a área. Quando passei um pouco de lubrificante, ela tremeu porque estava frio, mas rapidinho começou a acompanhar o movimento dos meus dedos com a cintura. O cuzinho foi relaxando e já entravam dois dedos com facilidade.
Enquanto Belu via um vídeozinho da Sofi falando pra câmera, enfiei a pica no cuzinho dela. Belu gemeu com gosto, com a boca bem aberta. A cabeça da minha pica entrou rápido, mas o resto fui enfiando devagar, enquanto jogava mais lubrificante.
Quando tava bem enfiada, cheguei perto do ouvido dela.
- Imagina que enquanto eu te como por trás, você a... Você tem a Sofi aí na frente, com a buceta dela na sua boca?
- Me conta sobre a buceta da Sofi.
- Doce, morna e muito, muito suculenta. Você não sabe como é gostosa, é tipo um pratinho de morangos.
Enquanto isso, eu começava a meter com mais intensidade e a Belén percebia. Ela estava com os olhos fechados, imaginando que tava comendo a buceta da mina.
A Belu largou o celular e virou o rosto pro lado, a gente se beijou com vontade, com força, com muita tesão e tudo, sem parar de transar.
Ela virou de novo pra frente e eu comecei a meter com mais intensidade. A Belu gosta de pancada e gosta que a gente ajeite ela e mova pra lá e pra cá sem pedir permissão. No sexo, ela curte ser submissa.
Tirei de dentro do cu dela e virei ela. Coloquei as duas pernas dela nos meus ombros e fui atrás daquele rabo de novo. Ainda bem que eu tinha colocado aquela almofada antes, porque facilitou muito o serviço. Enfiei de novo devagar, mas logo a gente voltou pra ação intensa.
- Goza na minha boca.
Comecei a meter forte, o mais forte que eu conseguia. A Belu gozou intensamente, acho que até me molhou um pouco quando veio, mas não parei pra olhar, porque comecei a sentir que eu também ia explodir.
Tirei e coloquei na cara dela. Ela esticou a língua e apoiou na ponta da pica. Bati uma com força por uns segundos e comecei a gozar. A Belu não perdeu nada. Tudo foi pra boquinha dela e ela engoliu como uma campeã. Enquanto eu gozava, vi o celular da Belén que tinha caído na cama, na tela tava rodando em loop um vídeo da Sofi na praia. Eu já tava morrendo de vontade de ver essas duas gostosas juntas comigo.
Depois da gozada veio um beijo longo. Muita saliva, muitos gostos misturados, todos deliciosos.
A gente parou de se beijar, se olhou nos olhos por um momento e se separou. Era tarde e a gente tinha que voltar pra casa, cada um pra sua.
Tomamos um banho rápido, sem putaria, só uns carinhos.
A Belu pegou o celular dela, que ainda tava tocando o vídeo da Sofi na praia. Essa mina é um foguete! Se você convencer ela, eu topo.
Agora eu tinha que convencer a Sofi a ficar pelada e transar com dois coroas de quarenta… bom, na real um dos coroas ela já tinha dado pra ele.
0 comentários - Falei com a Belén sobre o que rolou com a mina