Vizinho tarado parte 3

Não contei mais casos pra vocês, andei muito ocupada com a escola e meus estágios, mas continuei sendo uma puta, então aos poucos vou contando quantas coisas já fiz, incluindo essa experiência com meu vizinho que já tinha me comido antes. Depois de ter me penetrado em todos os meus buracos naquela noite, o Tito ficava me mandando conteúdo erótico no celular. Os próximos vídeos que lembro eram de umas novinhas sendo fodidas por paus de tamanhos monstruosos, ou por vários caras ao mesmo tempo. Noites depois, recebi várias fotos do pau dele ereto e um vídeo curto do Tito se masturbando em cima de uma foto minha de biquíni, gozando e banhando minha imagem com o esperma dele.Vizinho tarado parte 3
vadiaA foto ele teria conseguido de uma viagem a um balneário que tinha feito com a minha família. Outras noites ele me mandava vídeos de umas transas no quarto dele com a puta da vez. Todos os vídeos sempre vinham com textos tipo "como sinto falta de gozar na sua carinha", "quero brincar de novo com suas tetonas", "não vejo a hora de comer essa sua bunda" e assim, com cada vídeo terminava com o convite pra eu ir no quarto dele realizar aquilo. E cada noite ia apodrecendo minha mente e enchendo meu corpo de desejo. Pra mim virou rotina me masturbar de noite, e não era só por causa dos vídeos. O bizarro e nojento de lembrar daquele gordo gozando do meu corpo naquela noite, aos poucos, em vez de me dar nojo, começou a me causar curiosidade, tesão e excitação. Eu sei que sou puta e já fui comida por muitos homens, já fui humilhada e ultrajada, mas o Tito, nunca imaginei que fosse me excitar pela aparência dele ou que eu desejasse que ele me penetrasse, mas ele conseguiu fazer eu desejar isso. Nunca percebi quando tudo mudou, mas tenho quase certeza que foi quando, numa dessas noites, recebi uma mensagem no celular do Tito, como já era de costume, tinha um arquivo de vídeo anexado e com o título: Pra Dani. Sabia que, vindo do gordo, ia ser conteúdo erótico ou pornô, então fui pro meu quarto, dei play, e aí vi algo que me perturbou. Dessa vez não eram aquelas mulheres desconhecidas que abundam na internet ou alguma puta alugada, mas era daquela vez que ele me estuprou. Depois de me deixar trancada no meu quarto, nua e bem comida, ele colocou o celular dele na sala, então o vídeo mostrava quando eu saí do meu quarto com a roupa que ele me deu, e eu me via com toda a cara de mais uma das putas dele, despenteada, com a maquiagem borrada pelas lágrimas e esperma na cara. No vídeo só dava pra ver eu saindo do quarto e até dava pra ouvir eu implorando pra ele me comer, de um jeito que qualquer um que visse parecia que eu suplicava por tudo e aceitava tudo que ele me fez. Ao ver aquelas cenas, pude ver com todos os detalhes Naquela noite em que o Tito abusou do meu corpo e me obrigou a me humilhar, e eu lembrei o quanto, contra a minha vontade, cheguei ao orgasmo, sem querer e sem pretender. Quando ele terminou, para minha surpresa, minha buceta estava completamente molhada. Apesar da humilhação que ainda sentia ao lembrar daquela noite, não consegui evitar descer a mão e começar a me masturbar. Logo comecei a gemer. Eu lembrava da humilhação e da violência, e do nojo que sentia do meu vizinho gordo, mas naqueles momentos o que pesava mais era a lembrança do prazer. Repeti o vídeo de novo e comecei a recordar enquanto via meu corpo curvilíneo sendo apalpado pelo Tito, com todas aquelas camadas de gordura da barriga dele me causando estranheza, mas também excitação. Eu via meus peitos e minha bunda balançando no ritmo das investidas do gordo. Foi nisso que eu estava, enfiando até 3 dedos na minha buceta, quando o celular tocou com uma chamada recebida. Era o Tito.gostosa
amadora— Alô? — — vadia, imagino que já recebeu o vídeo, né? — Não respondi, o gordo aproveitou meu desconcerto pra dar como certo que eu já tinha visto. — Como você pode ver, tenho no vídeo a prova de que você me implorou pra te foder como uma vadia safada, e que depois você gozou da foda como uma cadela no cio. Tô ansioso pelo momento de voltar a aproveitar esse corpaço que você tem, e montar nessa bunda. Você já sabe onde me encontrar pro que precisar. Espero que seja logo, porque tô ficando entediado de ver esse vídeo e preciso de material novo — Enquanto pensava numa infinidade de xingamentos, pude ouvir a risada debochada dele, e como ele desligou. Acho que naquela noite devo ter assistido mais de dez vezes, e cada vez ficava excitadíssima e me masturbava até chegar ao orgasmo. Fiquei obcecada assistindo o vídeo escondida no meu quarto, por um lado pensando em como podia denunciar o abuso sexual do meu vizinho, mas por outro analisando cada detalhe, podia rever cada careta de dor na minha cara, cada penetração, cada frase que ele me obrigou a dizer e lembrando das sensações daquele dia com aquela linguiça grossa do meu vizinho, terminava toda molhada e enfiando até três dedos até gozar. Depois fiquei refletindo sobre o vídeo: quem imaginaria que eu já tinha dado pra aquele gordo contra a minha vontade? Será que o Tito tinha me feito gozar por causa da foda fenomenal? Ou foi só efeito da droga que ele colocou no meu café, que me deixou relaxada? Até que finalmente uma noite consegui tirar a dúvida. Era sexta-feira, cheguei cedo da escola e não tinha ninguém em casa, já que minha mãe e meu padrasto tinham ido visitar uma tia, e vocês sabem que meus pais já tinham se divorciado e meu irmão foi morar com meu pai, e eu fiquei por causa da escola. Eu tava vestida com uma calça branca justa, uma calcinha fio dental pequena aparecendo por cima da cintura e através do tecido fino da calça, levava uma jaqueta jeans e uma blusa branca. Entrei como de costume. fiz isso e fui pra cozinha, tava deixando minhas coisas na mesa, quando ouvi uma voz atrás de mim — Oi Dani, adoro como você se veste feito uma raposa exibindo essa bunda — Fiquei paralisada, como ele tinha conseguido entrar e estar lá dentro da minha casa? Hesitei entre sair correndo ou me jogar no meu quarto. Ele aproveitou pra me alcançar e me agarrar — Hoje não veio a puta que eu contratei. Que tal me convidar pra ver o vídeo que te mandei, hein? — — Me solta, seu maldito, vou te enfiar na cadeia por estar aqui sem permissão, além do que aconteceu outro dia — Ele riu alto — Então te incomoda mais eu estar aqui na sua casa do que a vez que te comi? Kkkk, além do mais, não acredito nas suas ameaças, se fosse fazer, já teria feito, ou será que você gostou tanto que tá esperando o dia em que vai se repetir? Ainda guarda o vídeo, né? Aposto que à noite você assiste e fica excitada lembrando de como eu te comia — Eu só fiquei em silêncio. Era verdade o que ele dizia e minha cara vermelha de vergonha confirmava. Ele só sorriu, me segurava por trás e me apalpava os peitos, enquanto eu sentia na minha bunda aquele pau crescendo, que nos últimos dias eu sonhava quase toda noite. — Me diz, Dani, o que você mais gostou, quando eu metia em você de quatro, ou quando te comi no seu quarto? — — Vai se foder, seu gordo maldito — Eu fechava os olhos, odiava ele, mas meu corpo sentia as mãos dele apertando meus peitos à vontade, o pau dele atrás na minha bunda, de novo meu corpo começava a esquentar, e dessa vez eu não tinha sido drogada. Minhas mãos se contorciam tentando resistir, mas já tinha aprendido da última vez que a força dele era muito maior que a minha. A mão dele desabotoou minha calça e meteu descaradamente uma mão grossa na minha entreperna. Pra minha surpresa, eu tava molhada. — Puta, você tá fervendo — A outra mão dele já tava por baixo da minha blusa, e me torcia os peitos, passando de um pro outro e acariciando meus bicos. Eu resistia fracamente, mas sabia que nesse ponto não tinha mais volta, o Tito ia me comer de novo. me violentar, embora dessa vez meu corpo desejasse, seja por curiosidade do que eu tinha sentido antes ou pela vontade de reviver as sensações da última vez, claro que não ia dar o gosto de deixar ele saber disso.peitos grandes
rabao
vadiaPraticamente me puxou na direção do meu quarto. Minha blusa e sutiã já estavam arregaçados por cima dos meus peitos e minha calça totalmente aberta. Usando da força dele, e me tendo de costas para ele, me ajoelhou na minha cama, e com toda facilidade arrancou minha jaqueta e a blusa. Depois empurrou minha cabeça para baixo na cama, deixando minha bunda empinada e à disposição dele. Apoiou descaradamente o pau dele nas minhas nádegas enquanto sentia a respiração dele nas minhas costas nuas, as mãos dele apertando meus seios enquanto, com o peso dele, esfregava o pacotão enorme dele na minha bunda. Num movimento rápido, e com um puxão, baixou minha calça até os joelhos, eu mal tentava me virar ou puxar a calça de volta no lugar quando ele já me segurava de novo. — Assim que eu gosto, vestida com essas calcinhas de puta, será que você vestiu esperando que eu viesse te comer hoje? — Ficou se esfregando por um tempo, enquanto as mãos dele amassavam minha bunda, de vez em quando dava um tapa, escapando gemidos da minha boca, o Tito era dono da situação, e me tinha nas mãos nojentas dele — Vai Dani, me fala, você quer? Me fala que você quer — — Vai se foder, infeliz — — Vamos putinha, você já tá bem molhada, e mesmo que não me fale, eu sei que você deseja esse pedaço de carne dentro de você — E continuava me apalpando aqui e ali. — Chega, para por favor — — Depende de você fazer direito ou sofrer, você já viu da outra vez como você se divertiu, então coopera ou eu faço do meu jeito, e direto no seu cu, que desde a última vez eu fiquei com vontade de arrebentar de novo — Senti o terror de novo nas minhas costas, claro que eu tinha gostado, mas a simples imagem daquele pau enorme partindo meu cuzinho de novo, me fez abandonar as tentativas de me soltar, fiquei mole e ele notou na hora a mudança de atitude e qual era meu ponto fraco. — Assim que eu gosto, putinha. Anda, tira ele pra fora pra eu te dar prazer — Tive que me virar, fiquei de frente e desabotoei a calça dele voluntariamente, com minha mente me recriminando por me submeter, uma coisa era se deixar estuprar ao se sentir indefesa e sem possibilidade de fuga, mas dessa vez eu escolhia por conta própria me humilhar, me abandonar aos desejos daquele sujeito repugnante. Mesmo contra minha vontade, minha mente naquele momento só pensava em sentir de novo aquele membro penetrando minha buceta selvagemente. Abaixei a cueca dele para ter na minha frente seu pau grosso. Já com o membro bem ereto, enquanto Tito acariciava meus peitos com uma mão, com a outra ele guiava o pau até minha boca. Ao sentir aquele cheiro horrível de suor, eu resisti. Minha última linha de feminilidade e orgulho se recusava a se submeter. Deixei ele se aproximar da minha boca, mas não abri, só roçava levemente com os lábios. Alejandro ria divertido, parecia não ter pressa, começou a me bater com o pau na cara, esfregando nas minhas bochechas. A outra mão dele pegou na minha nuca para eu não desviar a cabeça. — Vamos Dani, agora quero que você me chupeVizinho
segunda parte
bunda grande gostosaNão queria dar prazer a ele, então só entreabri os lábios enquanto ele passava a glande como se fosse batom. Sentia como ele estava duro e desesperadamente quente, então, dominada pela luxúria, fui abrindo a boca aos poucos, ele aproximava a glande e depois afastava. — Vai, vadia, chupa, se fizer direito te dou seu prêmio — Esse jogo fazia eu seguir o pau dele voluntariamente aos poucos, a pressão da mão dele na minha nuca ia diminuindo, e o pensamento na minha cabeça de querer pegar e enfiar até a garganta ficava cada vez mais repetitivo e forte. — Mostra a língua, raposinha, deixa eu sentir o calor da sua boca — Eu tava ardendo, tentava não deixar transparecer, mas meus bicos estavam durinhos e aos poucos eu ia colocando a língua pra fora voluntariamente pra dar uma lambida na ponta, ele continuava passando o pau na minha cara toda, aí, depois de uns minutos, comecei a colocar a língua pra fora e lamber com mais profundidade, quase sem perceber agora eu tava com a boca bem aberta e ele podia meter e tirar metade do pau e passear pela minha língua e lábios à vontade. Voluntariamente comecei a apertar a glande dele quando ele puxava o membro pra fora. Ale me deixou um tempo lambendo sem rumo aquele animal ereto, até que ele quis algo mais.vadia  rabudaEle me puxou pelo cabelo, me forçando a manter a boca aberta e na posição mais conveniente pra ele. Ele manobrou a velocidade e a profundidade do jeito que bem quis.Vizinho tarado parte 3
vadia— Aperta pra mim, Dani, quero que aprenda a chupar como uma puta profissional. Deixa eu aproveitar seus lábios — O dominante e selvagem do momento me deixaram excitada num instante. Era um instinto animal que me implorava pra cruzar com aquele macho alfa. Eu tava morrendo de vontade de meter mais fundo, pra descobrir se caberia tudo na minha boca, e que quase parecesse por acaso. Nunca teria aceitado chupar a pica dele, nunca daquele gordo punheteiro e muito menos do jeito que eu tava fazendo. Eu tava fora de mim, até buscava acelerar as estocadas que ele me dava, apertava a cabeça bem quando ele puxava a pica, e tentava que ele não notasse que eu tava curtindo, mas meus mamilos eretos eram difíceis de esconder. Num instante de sanidade pensei: quanto tempo mais isso vai durar? Eu não queria que ele gozasse na minha boca, achava nojento e humilhante com ele, se eu já tinha feito com outros caras e gostava muito, mas com ele me dava asco, e não sabia como pedir pra ele parar, porque sabia que ele continuaria agora de forma mais selvagem até gozar na minha boca como castigo. Por sorte, antes que eu tivesse que escolher, ele disse: — Já chega, puta, que ainda quero te montar — Ele se afastou um pouco tirando as calças e a cueca enorme, enquanto eu relaxava a mandíbula, que começava a doer de tanto esforço. — Deita na beirada da cama, e se prepara que vou te comer — ele ordenou enquanto me olhava com luxúria. Usou as mãos pra abrir minhas pernas, tão separadas que deixava minha buceta totalmente exposta. Eu tava hipnotizada pelo pau dele, vermelho e ereto, e olhando como ele apontava pra mim. O momento com que eu tava fantasiando há vários dias ia acontecer em segundos. Ele me pegou pelas duas pernas, apoiando as mãos nos meus joelhos, colocou o pau na entrada da minha buceta e me penetrou quase de uma vez. Por mais que eu evitasse fazer qualquer barulho que entregasse meu tesão, não consegui segurar um gemido longo e prazeroso. — Mmmmmgghh —gostosa— Me diz, vadia, você gosta de sentir meu pau? — O sorriso dele a poucos centímetros do meu rosto, me deixando sentir o hálito de cerveja velha, me fazia odiá-lo e, ao mesmo tempo, sentir raiva de mim mesma por estar gostando tanto. — Claro que não, seu gordo filho da puta — falei entre soluços, em parte pela raiva da humilhação, em parte para abafar meus gemidos de prazer. — Isso, hahaha, sou eu mesmo, esse mesmo filho da puta que vai te montar de novo como a puta gostosa de rabão que você é — Ele ficou assim por um tempo, eu fechava os olhos para não olhar e apertava os lábios para não gritar de prazer, sentia o peso dele sobre mim e a barriga dele quicando no meu corpo jovem, tão diferente das vadias que ele costumava pegar. Os gemidos dele ficavam mais constantes, e o suor dele ia grudando no meu corpo, sentia minha parte de baixo queimar, enquanto sentia ele entrando e saindo, o mais rápido que podia, dada a sua compleição roliça.amadora

peitos grandes
rabao
vadiaFicamos assim uns 5 minutos, às vezes eu gemia sem conseguir me segurar, por mais que tentasse não fazer isso, e o Tito se esbaldava, me manipulava do jeito que queria. — Agora vira — ele ordenou, recuando um pouco e sem me forçar, seis segundos depois eu já estava de cara no colchão e com a bunda pra cima. Senti ele deslizar o pau dentro da minha buceta. Nessa posição pelo menos eu não precisava olhar pra cara horrível e safada dele, e o pau dele entrava mais fundo, então meus gemidos só aumentavam, eu sentia até na garganta. Ele continuou me comendo enquanto eu enterrava o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos. Ficou esfregando o pinto na minha bunda, roçando no meu rabo, parecia obcecado pelo meu cuzinho, e não demorou muito até ele não conseguir mais esconder as intenções. — Então Dani, tenho que admitir que você se comportou bem, mas você sabe que me deixa louco quando você se mexe assim, e agora não vou mais resistir a arrebentar seu cu de novo, vou te comer igual da outra vez — Não, Tito, por favor, vai me machucar, seu pau é grande demais, da outra vez você me rasgou, me deixou sangrando e a dor durou uns 3 dias — Vamos, putinha, você vai gostar, dessa vez vou com cuidado — Não, por favor, eu fiz tudo que você pediu, por favor — eu sentia medo, muito medo da dor que ia sentir, mas o prazer parecia me anestesiar, me deixar mais submissa, e curiosa pra saber se ia ser tão bom quanto antes, era a primeira vez nos meus anos de putinha que eu tinha medo de dar o cu, mas é que o Tito tinha me rasgado com força demais. — Cala a boca, gostosa, você vai ver que depois vai me implorar pra te comer de novo por trás, você mesma vai me pedir pra te foder, além disso eu te prometi da última vez que te rasguei, que eu ia arrebentar sua bunda de novo — Ele ficou me penetrando por vários minutos, às vezes enterrava o mais fundo que podia, metia até o talo, de vez em quando tirava e esfregava entre minhas nádegas, molhando meu cu com meus próprios fluidos, enquanto ele dizia: — Anda, puta, me oferece esse rabo, me pede pra te comer, deixa eu arrebentar essa bunda gostosa que você tem — E enfiava até o fundo da minha buceta, pra depois acelerar o ritmo e me foder com gosto, eu tava no paraíso, minha mente ficava nublada, à beira do orgasmo, o Tito recuava e saía por uns segundos e voltava a mesma coisa, se esfregava no canal do meu cu e me penetrava de novo por um tempo. Repetiu isso pelo menos 4 vezes. Não me deixava gozar, o filho da puta, finalmente desesperada gritei: — Chega, filho da puta, faz o que quiser. Termina e vaza — Nem virei, mas tinha certeza que ele tava com um sorriso na cara, eu tava dando permissão pro Tito me comer de novo por trás. Na hora senti a cabeça grossa encostar no meu cu apertado. Sem mais lubrificação além dos restos da penetração vaginal, falei que se não fosse como da outra vez buscar óleo pra entrar mais fácil, mas ele disse não, quero que você sinta dor, puta, então só com meus fluidos da buceta ele foi enfiando aos poucos, mas a verdade é que era tão grande que dificultava, ficou pressionando por quase um minuto e mal tinha entrado a cabeça quando a primeira pontada de dor me invadiu: — Aaaaahhgg, Mmmgff, Já, Jááá. Tira por favor. Me solta, filho da puta, você tá me rasgando. Aaaaaay, chega por favor, espera, tira, tá doendo muito — — Cala a boca, putinha, e relaxa esse cu, que eu vou meter inteira — Continuou empurrando e centímetro por centímetro o pau dele ia se alojando no meu intestino enquanto eu não parava de gemer de dor. Chegou um momento que eu não tava curtindo nada, mas o Tito usava a força pra me manter com a cabeça afundada no colchão e com a bunda bem pra cima, oferecida pra ele meter tudo.Vizinho
segunda parte
bunda grande gostosaEle ficou pressionando até entrar pela metade, depois, ajudado só pela saliva dele, soltou de uma vez, aí sim não consegui evitar gritar de dor. As lágrimas começaram a cair sem controle. — Aaaaahhgg aaaahhhh, já chega, por favor — — Calma, calma, relaxa, já entrou tudo, Dani, fica tranquila, agora vou te levar pro céu — Eu resistia, mas o Tito controlava qualquer tentativa de fuga, do jeito que tava eu tava completamente empalada por trás sem chance de me mexer, só podia gemer, chorar e deixar ele me manobrar do jeito que quisesse. — Se olha, Daniela, o gordo que você desprezava agora tá estreando essa raba que você tem. Sua bunda acabou de engolir meu pau inteiro — A curiosidade falou mais alto, virei pra ver se era verdade e realmente, vi a barriga enorme dele colada na minha bunda, e o pau dele sumindo atrás das minhas cadeiras, tava completamente enrabada. Ele se mexia devagar, de frente pra trás, e a cada estocada eu sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas. Parte 4.....

1 comentários - Vizinho tarado parte 3

Sube más fotos de ese día en la piscina chulada, se te ve suculento el culo...apuesto que te apretaba bastante