Meu pai me abandonou quando eu era pequeno, então cresci só com minha mãe, que com o tempo arrumou outro namorado. Foi assim que ela e o Darío, meu padrasto, me criaram. Ele não foi tão bom comigo, era muito agressivo, vivia me batendo. Mas minha mãe não só era apaixonada por ele, como também ele era o sustento da família. E mesmo ele me batendo e maltratando, eu não sentia rancor, porque no fundo era a personalidade dele, super machista. Tudo girava em torno do homem da casa (ele) e do futuro homem da casa (eu). Ele queria que eu fosse forte, ou pelo menos era o que minha mãe dizia pra defendê-lo. Eu não queria saber dele e já tava cansado de tudo que envolvia ser homem.Um dia, chorando sozinho e desolado na rua, encontro um cara estranho, todo curvado, com uma corcunda enorme, baixinho, cara muito feia e uma atitude bizarra. Ele chega perto e pergunta o que eu tinha, por que eu tava chorando. Contei todos os meus problemas, e ele me ofereceu uma solução: um comprimido simples. Ele chamava de *change pills*, que podia fazer o corpo mudar pro sexo oposto. Ele mesmo tinha tomado aquilo há mais de 50 anos. No começo não acreditei, mas cansado da minha vida, tomei e engoli.
"Que seja o que Deus quiser", pensei. Naquela noite, fui dormir de novo entre lágrimas, depois do meu padrasto ter me batido porque não trouxe uma cerveja pra ele tomar enquanto via o jogo. Deitei com a intenção de nunca mais acordar.
Acordo na manhã seguinte com uma baita enxaqueca, abro os olhos e me olho no espelho e solto um grito enorme (ahhhhhh) não conseguia acreditar, eu era uma mulher. Imediatamente me aproximo enquanto meu pijama caía, porque estava muito folgado, minha silhueta inteira tinha mudado, eu tinha um corpo de mulher, as pernas, as mãos, o quadril, o abdômen, o peito, os braços, tudo era extremamente macio e delicado. Continuei com minhas novas mãos percorrendo cada curva do meu corpo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, eu tinha me transformado numa mulher. Fui direto pro banheiro e admirei com mais detalhes cada parte do meu novo corpo, muito menor, lindo e delicado. Tinha uma bunda enorme, super grande e carnuda, com um formato esférico maravilhoso, umas pernas longas e finas, daquelas que qualquer homem babaria se desfilasse de salto, um abdômen trincado e uns peitos incríveis, nem grandes demais, nem pequenos demais, o tamanho quase ideal, perfeitos pra chupar ou fazer um boobs fuck. E também tinha um rostinho muito bonito, quase hegemônico, junto com um cabelo liso e lindo, bem comprido e preto. Era uma mulher muito gostosa. Não sabia se aquelas pílulas iam ter algum efeito colateral, mas sabia de uma coisa: foram o melhor investimento que já fiz, e se tiver ou não, tô pouco me lixando.Saí de casa com uma jaqueta e uma calça jeans velha minha pra comprar roupa, não dava pra usar roupa de homem nesse corpo. Gastei quase todas as minhas economias, mas comprei um monte de roupa, lingerie e até uns conjuntos sexy pra me sentir muito gostosa nesse corpo.
Quando voltei, minha mãe estava na sala, e eu a cumprimentei: "Oi, mãe". Ela me olhou e disse: "Quem é você? E o que tá fazendo na minha casa?" Não conseguia acreditar quando contei tudo. Ela segurou a cabeça e, gritando, dizia: "O que você fez? Você arruinou sua vida." Acho que ela não levou tão bem, mas já era, não tinha volta. Eu tinha tomado uma decisão e ia cumprir. De agora em diante, ia viver como mulher. O problema ia ser meu... Padrastro, quando me viu, fez uma cara de desgosto, me olhando de cima a baixo como se eu fosse inferior a ele, mas não disse uma palavra. Mudei meu nome (de Marcelo para Mara) e comecei na escola como uma aluna completamente nova, nova eu, nova vida. Fiz amigas, socializei com elas, falando de coisas muito estranhas que eu não dava a menor importância, e até meus ex-colegas deram em cima de mim, o que foi estranho. Em casa, me colocaram para fazer tarefas domésticas ao mesmo tempo: lavar, passar, limpar, cozinhar, arrumar as camas, dobrar roupa, etc. Muitos serviços que eu não fazia antes, mas agora que era mulher, me obrigavam a fazer. Mas não reclamava, na verdade, tudo estava indo de maravilha. Até que meu maior problema apareceu: meu padrastro, que me obrigava a fazer essas tarefas, nunca parou de me olhar. Ele me olhava muito, de cima a baixo, me analisava enquanto eu fazia as coisas, não parava de me encarar. Às vezes parecia que olhava pra minha bunda, outras vezes pros meus peitos, meu corpo sempre se sentia observado, e era muito estranho. Mas ignorei, ou pelo menos tentei. Tive que me acostumar com os olhares: na escola, na academia, na rua, toda vez que eu usava algo mais apertado, as pessoas me olhavam, cochichavam e até gritavam coisas pra mim. Era estranho e muito desconfortável, então ter alguém assim em casa era quase normal. Um dia, enquanto eu limpava o quarto, ele chegou. Bêbado, cansado e com o pior humor do mundo. Num ataque de raiva, eu estava ali, completamente indefesa, no quarto, limpando. Mas dessa vez ele não chegou e me bateu ou algo assim. Simplesmente se aproximou e começou a me olhar. De repente, me perguntou coisas tipo: "Cê tá afim de alguém?" ou "Já te estrearam?". Eu, com cara de nojo e desgosto, disse que claro que não. Então ele se aproximou, me pegou por trás e falou no meu ouvido: "A principal tarefa de uma mulher é satisfazer o homem da casa." Enquanto desafivelava o cinto, me deu um tapa na bunda e me pegou pela cabeça.
Eu tava morrendo de medo, ele enfiou o pau na minha boca e começou a me estuprar, eu tava engasgando com aquele membro enorme, ele tava abusando da minha boca, enquanto eu não conseguia me mexer, os braços dele eram muito fortes e eu tentava respirar devagar pelo nariz, ao mesmo tempo que tentava não vomitar com as enfiadas de pau bem fundo que ele dava na minha garganta. Padrasto: _Ahhh, menina boa, é isso que uma mulher de verdade tem que fazer (ele falou enquanto empurrava o pau cada vez mais rápido na minha boca) Mara: _Gogogogo (eu não conseguia falar nada com a boca cheia do pau dele)
Até que chegou ao ponto máximo de prazer e gozou dentro da minha boca, enfiando o máximo que pôde o pau na minha garganta, fazendo eu engolir todo o sêmen dele direto. Padrasto: _Uff, isso mesmo, minha menina, até a última gota do meu precioso elixir, é assim que se satisfaz um homem. Mara: (Isso tem um gosto horrível, tô me afogando, e ainda esse filho da puta não me deixa respirar e enfiou mais fundo, que nojo, odeio ele) Enquanto lágrimas de frustração e raiva escorriam pelo rosto dela, de repente ele soltou ela, ela no chão, tossindo e gritando que o que ele fez foi um abuso, que era errado e que ele ia apodrecer na cadeia, mas ele pegou ela pelas bochechas, pra dizer que isso é o que uma mulher faz, tem que agradar o homem da casa, isso é o que significa ser mulher, calar a boca e obedecer ao seu homem, enquanto dava tapas na cara dela, jogou ela na cama e começou a tirar a roupa dela, Mara ainda com forças tentou recusar e resistir, mas foi impossível, o padrasto dela era muito mais forte que ela, então ele deixou ela completamente nua, tirou a camiseta, o sutiã, a calça e a calcinha fio dental, e Mara deitada na cama com os pés no chão, completamente submissa e indefesa, com a buceta de fora, atrás dela estava o macho da casa, com o pau duro e pronto pra continuar por um bom tempo, ele cuspiu na mão e começou a masturbar a Mara pra facilitar a entrada do pau dele, e sem muita piedade introduziu o pênis dele aos poucos numa buceta virgem, enquanto Mara chorava, apertava os dentes e soltava uns gemidos de dor.
O padrastro agarrou ela pelos braços, colocou eles nas costas dela e deixou ela ainda mais submissa do que já tava. Começou a acelerar o ritmo, enquanto as estocadas ficavam cada vez mais rápidas e fortes. Com a outra mão, agarrou o cabelo da Mara, mostrando dominação total sobre ela. Padrastro: _Ahh, isso é exatamente o que eu queria, toma, vagabunda, a pica de um homem, aproveita, por hoje é toda sua. Mara: (chorando de frustração, ela tá gostando, esse filho da puta tá gostando, tomara que morra amanhã mesmo, me destruiu a vida) Não fez nenhum barulho, nenhum gemido, nem um grito de dor. Completamente resignada, a única coisa que fazia era chorar. Umas lágrimas de sofrimento escorriam pelas bochechas dela, enquanto mordia os lábios de raiva a ponto de quase fazê-los sangrar. O padrasto continuou comendo ela e se gabando das habilidades sexuais dele por um bom tempo, mas a Mara ficou em silêncio total. Mesmo quando ele dava tapas na bunda dela ou puxava o cabelo, nem um som. Até que ele gozou, dentro da buceta dela, soltou outra carga de porra, grande e grossa. Ele tirou o pau, começou a sacudir pra limpar as gotinhas que tinham sobrado e se virou, sem falar mais nada, começou a se trocar. A Mara, na cama, chorando, saiu correndo pro banheiro, onde se meteu debaixo do chuveiro pra chorar e se limpar, encolhida num canto, se sentindo suja e usada. Naquela mesma noite, a Mara vai contar pra mãe dela o que aconteceu, chorando, tudo que rolou. A mãe pegou ela pelas bochechas e disse: calma, filha, já passou. Enquanto abraçava ela, a Mara não conseguia acreditar nisso e falou pra ela fazer alguma coisa, mas ela respondeu: O que você quer que eu faça? Homem é assim, a gente foi feita pra satisfazer o desejo sexual deles. Sendo homem, você não ia passar por isso, mas sendo mulher, mais cedo ou mais tarde ia te pegar. Todas nós fomos abusadas em algum momento, minha filha. Era uma coisa que eu não queria que você passasse, mas você tem que ser forte aqui (toca a cabeça dela com o dedo), porque isso vai acontecer de novo. passar. Mara, completamente sobrecarregada, sem saber o que fazer, pegou suas coisas e saiu para caminhar, tentando calar os pensamentos que cruzavam e atormentavam sua mente. Será que era isso que ela realmente queria? Eu ia sofrer de qualquer jeito? A cabeça dela era um ninho de pensamentos intrusivos, onde não encontrava resposta. Felizmente, se é que se pode dizer, nos dias seguintes, o padrasto não se aproximou dela, não a tocou e mal a olhou. Nesses dias, ela foi para a escola e conversou com várias mulheres sobre o que sentiam sendo mulheres. Não entendia e queria compreender o porquê, e descobriu que várias de suas colegas também haviam sido abusadas. Na verdade, todas com quem falou tinham uma história de abuso. Entrou na internet e era a mesma coisa, uma atrás da outra. Milhares de mulheres haviam sido abusadas por um pai, padrasto, irmão, amigo ou completo estranho. Foi aí que entendeu que o que tinha acontecido era algo normalizado e, de certa forma, aceitou. Não gostou da ideia, mas era com o que uma mulher tinha que lidar, e agora ela era mulher. Então voltou para casa com outra postura, mas com o passar dos dias, o padrasto parou de manter distância. Dia após dia, ele se aproximava mais e a olhava mais de novo. Não trocaram muitas palavras, mas ela sabia o que viria. E foi assim: uma manhã, ela estava tranquila preparando a comida, quando de repente...
O padrastro agarrou ela por trás e, sem aviso, puxou a calcinha dela e enfiou o pau de novo. Ela sabia que uma hora ou outra isso ia rolar de novo, mas dessa vez não se sentiu mal. Sabia que era um abuso, mas no fundo já tinha aceitado ser uma espécie de boneca sexual pra satisfazer os desejos do homem da casa. Ele fazia isso com a mãe dela e ia fazer com ela também. Era errado, mas não conseguiu evitar sentir um pouco de prazer. Padrastro: _Ahh, você é bem apertadinha, adoro essa sua buceta. Enquanto você morar na minha casa, vai ser minha. Agora se inclina mais um pouco. Mara:_Ahh, não seja tão bruto, ahh, por favor, buceta, mais devaaaagar (isso é errado, mas não consigo evitar gostar um pouco. Acho que é o preço a pagar por ser mulher). Padrastro: _Muito bem, já aceitou que é minha (mete mais forte). Se acostuma, porque eu não como devagar. O sexo continuou, mas dessa vez o clima não era deprimente. Pelo contrário, tava bem mais gostoso. Tinha gemidos leves dos dois lados, e isso fez tudo ser mais rápido, já que a mãe também ia chegar pra almoçar. Ele se apressou e gozou dentro de Mara de novo. Ela ficou de joelhos, ofegante no chão, com porra escorrendo da buceta dela. Se levantou como pôde pra continuar cozinhando e, de quebra, limpar o chão.
Depois disso, a família toda almoçou. Os pais foram trabalhar e Mara foi pra escola, onde de novo teve conversas com as amigas. Mas dessa vez o papo foi sobre sexo e como elas curtiam aquilo. Isso fez ela perceber que o ato em si não era ruim, e sim o padrastro. Mas, de certa forma, era errado porque ela não queria. Se ela quisesse, ia ser consensual e ia se sentir muito melhor. Então, Mara decidiu que ia dar acesso na próxima vez que o padrastro viesse buscar. E, embora não tenha sido naquele dia, nem no seguinte, ele ia chegar.
Uma noite, Mara tava de novo no quarto dela, e o padrastro chegou, fechou a porta e ficaram sozinhos de novo. Mas dessa vez, Mara não ia negar. Na verdade... ia dar o consentimento dela.
Foi assim que o padrasto da Mara comeu ela, mas dessa vez a Mara aproveitou tudo de plena consciência, mesmo que no fundo ela não quisesse, já tinha a ideia de que era isso que ela tinha que fazer, então ia pelo menos tentar tornar aquilo prazeroso. Padrasto:_Ahh, então você gostou, sua puta, bom, vou te comer direto de agora em diante. Mara:_Ahh, não gostei, ahh, mas é meu dever como mulher me satisfazer. Padrasto:_Diz isso pra sua cara. Começa a meter mais forte, a Mara mal aguentava as pancadas fortes, gemendo igual uma puta, pensava que não era tão ruim assim e que podia realmente se acostumar, de agora em diante vou transar com ele sempre que ele quiser, é meu dever como mulher satisfazer o macho da casa. Depois de uma longa sessão de sexo selvagem, a Mara de novo com a buceta cheia de porra, depois de 2 gozadas dentro, foi tomar banho, mas não esperava que o padrasto fosse ao banheiro, e quando ela saía, ele entrou, abriu o cu dela e disse respira fundo, enquanto enfiava um plug anal.
Melhor você usar isso daqui pra frente, assim não vai doer tanto na próxima vez. E ele saiu do banheiro me dando uns tapas na bunda, eu com o plug enfiado no meu cu, algo realmente desconfortável, sabia o que viria, ele ia me comer pelo cu, então era melhor que estivesse dilatado, senão ia doer pra caralho. Fazer minha vida normal com um plug enfiado no ânus foi muito chato, quando me abaixava ele saía, e se levantava, entrava fundo demais, sentar era estranho, e tirar não era opção, então aqueles dias foram muito difíceis na escola, sentada escrevendo ou andando com um metal super desconfortável que doía e incomodava pra cacete. Mas por sorte serviu, porque 2 dias depois meu padrasto veio até mim, já pelado, sabia o que ia rolar, me colocou de quatro na cama e tirou sem nenhuma delicadeza o plug do meu cu dilatado e pulsante, pra depois meter um dedo e começar a mexer, eu senti muito prazer, o dedo tava chegando bem fundo no meu reto, o que tava me dando uns arrepios danados, mas aquilo não ia ser o prato principal, ele só tava sondando o terreno.
Devagar, ele enfiou o pauzão na minha entrada traseira, e eu soltei um gritão, enquanto o pênis gigantesco dele entrava até o fundo com certa facilidade. Dava pra sentir ele furando minhas tripas, mas depois, como o cu já tava dilatado, ele começou a meter. Ter um pauzão entrando e saindo do meu cu foi uma sensação completamente diferente de qualquer outra. Eu não conseguia fazer nada além de gemer.
Até que ele começou a acelerar muito o ritmo, era o ritmo normal dele, 2 ou 3 estocadas por segundo, mas dessa vez no meu cu. Mara: _Ahhh, você tá me ahhh rasgando ahhh o cúuuu Padrasto: _Ufff, mais apertado que sua buceta, seu cu é o melhor buraco, vou te comer por aqui sempre. Mara: (ele tá me metendo muito forte, tá rasgando meu cu, não vou conseguir andar depois, quem diria que sexo como mulher ia ser tão estimulante, tô começando a gostar do pau dele) Padrasto: _Quem é minha putinha? Mara: _Ahhh, eu, pussy, ahhh, eu sou sua ahhh putinhaaaaah (sim, pussy, mete todo seu pau) Padrasto: _Hahaha, toma, putinha, tudo pra você hoje Mara: _Ahhhh, sim, me dá mais ahhhO padrasto comeu o cu da Mara por uma hora inteira, gozou dentro do cu dela não uma, nem duas, mas três vezes, ficou completamente exausto e depois de tanto sexo, colocou o plug de novo, deixando ela com todas as cargas de porra dentro do cu, e com o rabo completamente arrombado e dolorido. Depois de uma cagada dessas, ela não conseguia andar, aliás, não conseguia nem dormir de barriga pra cima, ficou de bruços dormindo sem calcinha e com o plug pra fora, de tão cansada e dolorida que tava.
Mara e o padrasto continuaram trepando todo santo dia, em um canto diferente da casa, com posições novas. Mara entregava os três buracos dela pra satisfazer o pau dele, na cozinha, no banheiro, no quarto, no chão, contra a parede, no carro, onde ele quisesse, ele tinha direito e privilégio de reclamar a Mara como a mulher dele e meter o pau, o suficiente pra fazer ela gemer por horas, tremer as pernas e deixar ela cheia de porra. E a Mara já tinha aceitado, porque já tinha se acostumado com o sexo e as experiências eram incríveis, inclusive ela já compartilhava com as amigas, vendo qual delas tinha sido mais comida naquela semana, e a Mara sempre ganhava. As amigas tinham inveja dela, e dava pra ver, não só nos peitos, mas nos quadris, que estavam maiores por causa de tanto sexo que ela tava. tinha tido. Uma noite em que Mara tinha saído pra farra com as amigas, ela se divertiu pra caralho, vários caras chegaram nela, ela dançou com eles e se sentiu a rainha da pista, embora tenha recusado cada um que se aproximou. Em casa, tinha alguém esperando por ela, o que veio a calhar, já que ela tava mais tarada do que nunca. Depois de tanto rebolar e roçar, bateu uma vontade danada de transar, então no quarto estava a solução pro tesão dela. Ela entrou dançando de um jeito provocante, enquanto tirava a minissaia, a calcinha e o top, e exibia seus peitões e suas curvas perfeitas pro padrasto, que a esperava com o pau duro pra fora.
Mara se jogou nele para chupar, mas o padrasto dela assumiu o controle na hora, ele gostava de ser o dominante. Então, segurando a cabeça de Mara, começou a foder a boca dela com muita brutalidade, mas dessa vez, diferente de um mês e pouco atrás, ela já estava acostumada e, em vez de chorar ou tentar tirar ele, respirou fundo pelo nariz, levantou os dentes pra não machucar o amiguinho e não ofereceu resistência nenhuma. Assim, o pau dele entrava fácil até o fundo da garganta dela, mas isso não era suficiente pro padrasto, ele queria mais dominação, então mudou a posição.
Colocou ela de bruços e começou a meter nela, aí sim foi um baita desafio pra Mara, que dava o melhor de si enquanto o pau do padrasto penetrava fundo na garganta dela e, pra piorar, ele não parou, mesmo depois de gozar na boca dela inteira, continuou metendo, fazendo Mara engasgar, já que naquela posição era difícil até engolir saliva, imagina engolir todo o esperma dele. Ela começou a tossir, com fios de porra por toda a cara, mas continuou dando o melhor de si, lambendo o pau dele com a língua, tentando empurrar a gozada da garganta pra dentro e engolir. Até que ele mudou de posição, colocou ela de quatro e foi direto pro cu dela.
Mara: _Ahhhh (ele tá me comendo bem forte, mais do que o normal) não seja tão bruto, ahhh Padrasto: *dá um tapa na bunda dela* _Não me diz como te comer, vou te comer do meu jeito, (começa a bater nela, puxa o cabelo dela e aumenta a velocidade)
Enquanto isso, Mara tinha ficado completamente em branco, a única coisa que fazia era gemer com cara de puta, totalmente entregue ao prazer que o macho dela causa quando a sacode como um pano de migalhas. Já o padrasto, ele tá tentando marcar território com ela, porque enquanto ela morar na casa dele, ela pertence a ele. Até ela se mudar, é única e exclusivamente propriedade dele, e ele pode usar ela como quiser.
Mara tava sentindo tanto prazer que chegou ao clímax e teve um orgasmo forte, tanto anal quanto vaginal, enquanto o padrasto comia ela. Mas ele não parou por aí, continuou metendo numa Mara muito mais sensível, que já tava exausta e implorando clemência pra buceta dela, pedindo alívio pra pobre bunda dela. Ele não teve pena e continuou, mas não por muito tempo, porque não conseguiu manter aquela intensidade e acabou gozando dentro dela. Dessa vez, os dois exaustos, terminaram ali e foram dormir.
No dia seguinte, enquanto Mara e o padrasto estavam na cozinha, os dois conversando, as coisas foram esquentando um pouco, umas apalpadas aqui e ali, e Mara sem querer encostou a bunda dela na pica dele, e ele não deixou passar batido.
Ele fez ela se ajoelhar e chupar ele, mas no meio do caminho deu um problema: a mãe chegou na cozinha. Ela sabia que ele transava com a filha, mas ver os dois naquela situação era algo que não podiam deixar passar. Então ele começou a puxar conversa com ela, tentando disfarçar que a filha tava dando um boquete nele. Só que a Mara, de sacanagem pra foder com ele, começou a chupar mais forte e mais rápido, fazendo ele sentir mais prazer e dificultando pra caralho ele conseguir manter uma conversa. Fim. Continua??
1 comentários - Padrastro machista dominando a enteada