Ao sentir minha mãe com todo meu líquido juvenil nas mãos, escorrendo entre os dedos, achei que ela fosse ficar brava ou irritada. Mas o ato seguinte fez minha entreperna ficar ainda mais dura, como se quisesse mais. Ela: "Uai, neném, que grossa é sua porra." Eu: "O que é porra, mãe?" Ela: "Isso que sai do seu... do seu pau." Não demorou e ela levou à boca para não desperdiçar mais nenhuma gota que escorria pelos dedos dela. Foi lindo e muito erótico vê-la fazer isso.
Já tava doida pra sair pra não fazer algo que só acontece em vídeo na internet. Depois de lamber os dedos, viu que meu pau ainda tava bem duro. Sem perder nem um centímetro da minha juventude.
Tomo uma atitude meio repentina, como se a mulher que tinha falado um monte de sacanagem no meu ouvido não fosse ela. Ela: sobe a calça, amor, que hoje foi só um mau momento. Tremendo, com a voz mais trêmula do que doce. Eu: mamãe, foi a ideia mais linda que você já teve, gostei tanto que não consigo parar de ficar assim 🥵 Ela: com um olhar que nunca vou esquecer, pega no meu pau e massageia, fazendo cada gota de porra sair de mim pra liberar uma nova descarga. Antes de eu chegar no clímax, ela diz: Vamos embora daqui, vou te levar a um lugar que espero que seja um presente de aniversário melhor do que você já ganhou na vida. Como deu, saímos dos vestiários, ela pagou o que ia levar e, quando chegamos no carro, me disse pra escolher uma das roupas que tinha comprado. Eu: mamãe, pra ser sincero, nenhuma me agradou mais do que uma que vi na loja. Se você quiser, posso voltar lá pegar, eu pago com minha poupança, e vai ser presente de aniversário ou Natal (já que ela faz aniversário em dezembro). Ela: sério, meu amor? Eu: sim, mamãe, por você, o que você pedir. Desço do carro bem rápido, pego o elevador, nem lembrava da minha ereção, que tava super presa na minha cueca. Chego no elevador e entra uma mulher morena com um legging super justo, tão colado que dava pra ver a calcinha dela. Meu pau já tava mais evidente, tanto pelo líquido que tava saindo dele. Fiz que nem vi ela e, de tanto que queria ser discreto, desci do elevador de frente sem perceber que aquela mulher não ia descer no mesmo andar. A bunda dela ficou quase na minha boca, só consegui inspirar e pedir desculpas ao descer, mas era óbvio que uma bunda daquelas, coberta só por um fio dental e uma malha preta, podia ser vítima disso, ainda mais por um jovem distraído com o pau duro. Desci mais que excitado, envergonhado, fui até a loja e, exatamente a moça que atendeu minha mãe me perguntou: Moça: pequeno, se perdeu? Eu: não, desculpa, minha mãe mandou eu pegar uma coisa que ela precisa. Moça: me diz, o que ela esqueceu? Sem dar detalhes, fui lá e peguei. Peguei entre meus dedos, a renda e os enfeites me davam uma sensação gostosa, e a moça percebeu meu amigo duro. Moça: tem certeza que é pra sua mãe? Eu: por que a pergunta? Moça: vamos pro caixa e seja mais discreto, querido, dá pra ver que as ideias tão saindo!! Olhei pra baixo e vi a mancha de pré-gozo maior ainda.
Ver ele sendo embalado e o quanto custou não demorou pra me deixar mais assustado. Era um body com meia-calça. Cheguei no carro com uma mancha de quase 5 cm na testa e, ao chegar, notei que o vidro do carro estava embaçado. Quando me aproximei, vi minha mãe com as pernas abertas e a buceta dela enfiando dois dedos. Era muito óbvio que ela estava muito gostosa, ainda mais pelo que tinha acontecido.
Ao tocar na bunda dela, ela fingiu que se surpreendeu, mas no fundo sabia que esperava que fosse alguém diferente, preferia homem e mais velho pra poder satisfazer a fome que eu causei com nossos jogos. Ela: amor meu, desculpa, viu muito? Eu: não mami, só vi teus dedo……. me calo com eles, que cheiravam muito tasty. Já com tudo e emissões, cheiros e sensações novas, subi, fechei meu cinto e minha mãe toda rumo a um lugar que nunca tinha visto, vi muitas mulheres com roupas bem minúsculas, e até mulheres que pareciam homens, sem querer percebi que minha mãe dirigia com a saia levantada como a encontrei, parecia que desde sempre foi assim com confiança, toquei a perna dela e ela me olhou com um sorriso bem safado. Ela: calma meu filho, logo chegamos, querido. Eu: aonde vamos, mami? Ela: logo vai ver, meu amor. Mas lembra que isso é nosso segredo, hein. Aliás, desde quando você tem o pau assim? Ou não, desde quando você consegue gozar? Eu: não sei o que é isso, mami, meu pau tomou essa forma desde que saí do ensino fundamental, tudo porque desde que papai foi embora de casa, pude ficar mais à vontade andando de cueca, mas tiveram muitas mudanças que muitas vezes tentei te falar, mas você estava triste ou bêbada e não queria te sufocar mais com minha presença. Isso fez minha mãe entrar num lugar que eu não conhecia e, ao chegar numa tipo garagem, vi a lágrima dela cair e depois delas um monte de lágrimas que terminou numa sopa de desculpas e perdão. Ela: me perdoa, meu filho lindo, fui muito egoísta, você não sabe que martírio é te ouvir, que dor é saber que eu errei. Sabia que a perdia, me aproximei dela e não aguentei mais. Beijei ela, beijei minha mãe, beijei tão tasty e gostoso que enfiei a língua e os dedos na buceta dela enquanto fazia, ela abria mais as pernas e gemia como fazia no provador, uns batidas nos fizeram parar. (Do meu pai só agradeço os genes, porque graças a eles tenho barba desde os) 12) bilheteira, foi assim que minha mãe me disse que se chamava. Bilheteira: quantas horas? Com o cabelo jogado pra trás, fiz de conta que não me viu, mas mesmo assim ela me viu e não disse nada.
Ela: só três horas.
Bilheteira: 350 reais. Minha mãe pagou e a bilheteira exclamou que não tinha troco. Minha mãe, muito sutil e gostosa, com os olhos meio irritados:
Ela: pode me trazer uns nachos e duas águas de um litro sabor morango, por favor. Se por acaso estender a hora, a gente avisa.
A bilheteira, uma mulher mais ou menos da mesma altura da minha mãe, mas com um rabão que sem dúvida devorava toda a calcinha, não parecia que aquela bunda deixava espaço pra pano. Quando ela saiu, baixou a cortina elétrica e minha mãe me beijou de novo, já era um beijo mais erótico, mais safado, me fez tocar a buceta dela de novo, dessa vez com instruções, e ela tocava meu pau por cima do tecido.
Ela: vem, você vai gostar do lugar.
Desci do carro e, com as calças desabotoadas, sentia um frio e muito nervoso, mas o pau bem duro que sem querer escapava da minha cueca. Ao chegar na porta da casa dela, tinha um táxi parado do lado do carro da minha mãe. Ela pegou na minha mão e me levou até o banheiro. Quando cheguei, abri a porta e a vi — não a reconheci, nem ela nem o comportamento dela, e até lugares que eu não sabia por quê, como se estivesse me dizendo: "Reconhece onde você vai se tornar homem". O que ela queria era garantir que não houvesse câmera ou espelhos de visão dupla para nossa segurança, mas principalmente porque eu ainda era o docinho dela. "Vem, querido, agora sim, vamos tomar um banho juntos.
Vi minha mãe tirar a calcinha de uma vez só, como se sempre tivesse feito daquele jeito. Vi como a buceta dela escorria sucos que deixavam as pernas dela molhadas e meladas. Ela percebeu o show que tava me dando ao ver minha boca bem aberta. Ela: Vem, bobinho, você também precisa tomar banho pro que vem por aí. Eu: (bem iludido, por sinal) O que vem, mamãe? Ela: Algo que o homem da casa tem que fazer. Ela chegou perto do meu ouvido e puxou minha calça com a cueca pra baixo, enquanto sussurrava: Ela: Isso é o que um homem deve fazer pra fazer uma mulher se sentir mulher.
Lembrei do momento no vestiário e de todas as palavras sujas que ela me dizia…. Vi minha mãe tirar a roupa toda de costas e entrar no chuveiro enquanto eu tentava tirar minha camisa…. continua…. muito obrigado por todo o apoio e pelos pontos que dão a esses relatos. Me mandem mensagem pra bater um papo e, no mínimo, trocar fotos ou mais relatos, e até vídeos 🫶🏻 PS: as fotos são da minha tia ou da minha prima, uma ou outra do Telegram. Deixamos no suspense…🥵 Chama no direct que passo meu X ou Twitter
1 comentários - Minha mãe faz a amiga dela passar por psicóloga