Papi me humilha em público (relato sissy)

Pra quem não sabe, eu sou uma sissy que já tem um tempo que vem sendo treinada pela minha namorada e o macho dela, que eu tenho que chamar de papi. Ela cada vez me dá menos atenção, feliz em ser a putinha do macho dela, e o papi cada vez se sente mais à vontade me humilhando e me transformando mais em mulherzinha pro prazer dele. Hoje ele decidiu que ia se divertir comigo me levando pra fora pra ter uma sessão de treino pública, tipo envolvendo um plug vibrador que ele conseguiu um tempo atrás. Eu sempre uso calcinha, então o papi só teve que me apoiar na mesa e me fazer apresentar a raba pra tirar meu plug pequeno de todo dia e substituir pelo vibrador, que é mais grosso e maior. Eu mal consegui reclamar antes do papi levantar bem minha calcinha e me mandar me vestir o mais mulherzinha possível pra sair. Enquanto ele me olhava com a rola meio dura, eu coloquei um vestido super feminino, cheio de babados e bem curtinho (eu quis colocar um mais comprido, mas o papi me proibiu), com meia-calça e meus saltos, tudo rosa como sempre. Por ordem do papi, me maquiei e fiz duas maria-chiquinhas, que me fazem parecer uma verdadeira vadia. Quando eu tava pronta, ele me agarrou pela raba e me levou até a porta, e então ele parou — espera, maricona. Tá faltando alguma coisa no teu look. Ele foi pro quarto e voltou com uma máscara e um dos meus plugs, o maior. Eu acho que entreabri a boca de confusão, e então senti o papi começando a forçar a ponta do plug na minha boca. — Muito bem, que vadiazinha boa — ele disse quando eu já tinha o plug quase inteiro na boca. Era grande, mas não tocava minha garganta nem tinha sido difícil de colocar, embora me mantivesse com a mandíbula bem aberta e a boca cheia. — Agora você tá preparada pra enfiarem rola na frente e atrás. Eu só gemi, já que só a base do plug tava pra fora da minha boca, era impossível falar. Já começava a sentir saliva na boca, e sabia que logo mais ia começar a babar. O papi me fez colocar a máscara por cima e era óbvio que eu tinha A mandíbula aberta com alguma coisa, embora eu esperasse que ninguém percebesse. Ele me levou pro supermercado, onde todo mundo me olhou por ser uma putinha, sendo levada pelo meu papi pela cintura. Eu não conseguia falar e comecei a sentir a saliva escorrendo da minha boca. Sentia minha castidade apertada, meus dois buracos abertos e cheios, e meus mamilos roçando no meu sutiã. Eu era literalmente uma boneca sexual, vestida como papi gosta, quieta e gostosa pra ele, com os buracos bem preparados pra serem usados quando ele quisesse. Eu também gemia sob comando, parece, porque quando tinha pouca gente, papi fazia o plug vibrar na minha buceta, fazendo eu revirar os olhos e babar ainda mais. Quando ele pagou o caixa, aproveitou que tinha o celular na mão e ativou o plug na frente do homem, que me olhava mais que divertido. Se eu não tivesse orgasmos proibidos, talvez tivesse sujado toda a minha calcinha com um sissygasmo ali mesmo. Quando voltamos pra casa, minha mandíbula já doía, mas papi não tinha terminado. Ele não me deixou sentar, assim que fechou a porta da rua, me pegou pelas marias-chiquinhas e me fez ajoelhar. Tirou a máscara e riu ao ver ela toda babada, meu batom borrado e minha boca aberta, a base brilhante do plug aparecendo. Ele abaixou o zíper da calça e tirou o pau grande e grosso dele, totalmente duro. Me deu uns tapas na cara com ele, molhando minhas bochechas. — Vai, maricona — ele disse — tira o plug da buceta pra papi te dar o pau. Eu imediatamente cuspi o plug da minha boca, humilhada pelo jeito que papi tinha falado. Sem esperar, ele me pegou pelas marias-chiquinhas e forçou o pau dele em mim, até meu queixo encostar nas bolas dele. Eu tava super gostosa, com saliva escorrendo pelo meu queixo e até sujando meu vestido. Ele me segurou por menos de cinco minutos assim, comigo engasgada no pau dele enquanto ele puxava meu cabelo e ria de mim, até gozar na minha boca. Na hora, ele tirou o pau e terminou de limpar nos meus lábios. — Obrigada, papi, por me dar o pau — agradeci eu, como devia. enquanto ele subia o zíper de novo. Ele me olhou divertido e pegou de novo o plug que tinha estado na minha boca, ainda molhado. —Vamos, mariconzinha... Gostei de te ver calada e obediente. Diz "ahh". Enfiou o plug de novo na minha boca, ainda com gosto de porra, e eu nem consegui reclamar. —Os putinhos como você precisam ter os buracos sempre bem ocupados pra não se confundir —ele disse— e assim você fica tão idiota quanto é. Ligou o plug no meu cu no mínimo, acho que como prêmio por ser um submisso promíscuo. Faz 20 minutos que ele me deixou assim, com o plug ligado, porra nos lábios e babando de boca cheia, escrevendo isso pronta pro papai me usar de novo.

4 comentários - Papi me humilha em público (relato sissy)

Amiga te amo me encantan tus lecciones espero tu papi ya dejé que tengas un sissyorgasm ya han de estar azules esas pelotitas besos nena
GIEGUI
Creo que todas nosotras puntitos sissy mascotas sumisas queremos un macho asi