Assim continua essa história.
espero que não seja muito tarada
e aproveitem bastante
Isso eu vou saber pelos comentários dela.
e pelos pontos que derem a ela
Naquele domingo, meu filho terminou com o cu arrombado trancado no quarto dele, foi o preço que pagou por ter comido a mãe dele. Depois percebi que ele tinha gostado pra caralho, porque chamou o amigo e se trancou com ele, com certeza minha putinha foi comida a noite inteira. No dia seguinte, me mandaram pra Tucumán, fazer uns ajustes numa filial. Dessa vez fui sozinho, não era tanto serviço, então fiquei de boa e à noite saí pra dar uma volta pela cidade. Não tinha muita coisa pra ver por ser dia de semana, mas chegando numa praça, vi uma morena peituda com uma minissaia que pedia pra ser comida. Cheguei perto e, quando tava a uns metros, percebi que era um traveco. Nunca tinha ficado com um, mas imaginei que não teria diferença de um viado igual o Carlos ou igual meu filho, então parti pra cima e logo fomos parar na pensão onde eu tava. Ela se chamava Carla. No caminho, comprei um vinho caro, a gente começou a beber, aqueles peitões enormes me deixavam louco, e de tão tarado, logo partimos pra ação, os dois pelados na beira da cama. Era estranho ver o corpo de mulher dela com um pauzão enorme balançando, maior até que o meu. Não sabia se olhava pros peitos ou pro pau. Carla percebeu, mas só falou "vamos começar" e sentou na cama pra chupar meu pau. Uma verdadeira profissional, chupava, lambia, lambia a cabeça e engolia de novo. Não parou até fazer eu gozar. Eu tava doido, e então Carla colocou meu pau entre os peitos dela e começou a massagear, apertando meu pau contra eles, e me perguntou se era aquilo que eu queria dela. Não ficou muito tempo nisso, assim que meu pau endureceu de novo, ela deitou de bruços na cama, oferecendo o cu já bem aberto.
Carla, usa com amor.
Tomei posse dela e da bunda dela, foi uma delícia sentir como ela curtia meu pau e se contorcia no ritmo da foda enquanto brincava com os peitos dela, ouvir ela gemer e pedir mais forte me deixava louco e eu fazia tudo que a Carla pedia até que finalmente gozei dentro do cu dela e saí de cima dela. A Carla se levantou ao lado da cama e foi aproximando o pau dela do meu rosto.
Carla, agora é sua vez. Eu vi como você olhava pra ela.
Nunca na minha vida chupei a pica de ninguém.
Carla abriu a boca, eu te ensino como fazer, meu amorzinho, vai ver como você vai gostar.
Abri a boca e senti o pau dele dentro, foi uma parada muito estranha, mesmo tendo boca grande, aquele pau enchia ela toda, tava duro, muito duro e quente, amava como ele se sentia dentro da minha boca. A Carla começou a tirar e meter bem devagar, e eu acompanhava com a cabeça. Em minutos, já queria engolir ele inteiro, mesmo me engasgando quando aquele pau passava pela minha garganta e eu tinha ânsia, mas era um desafio que cumpri com muito gosto e não parei até ter as bolas dele nos meus lábios. Foi um momento lindo, e mais intenso ainda foi quando senti as bolas dele pulsarem e correr pelo pau a porrada de porra que explodia dentro da minha boca.
Carla ahhhh meu amorrrr, engole tudinho seu lindoooo, até a última gotinha
Esse gosto ácido encheu minha boca e eu deixei todo aquele fluxo entrar no meu corpo, descendo pela minha garganta. Finalmente ele tirou o pau da minha boca, mesmo eu querendo que continuasse. Na hora ele me virou e me colocou de bruços.
Carla, não tenha medo, meu bem. Você vai ver como vai gostar disso.
Carla abriu minhas pernas e começou a chupar meu cu enquanto lambia minhas bolas, me fazia tremer e eu não parava de gemer enquanto ela me perguntava de vez em quando se eu tava gostando, e eu só balançava a cabeça. A língua dela foi entrando no meu cu, parecia que eu tava no céu, só queria que ela continuasse. Não me incomodou sentir o dedo dela penetrando meu cu, pelo contrário, levantei pra sentir o dedo mais fundo. Minha pica tava dura como nunca e eu sentia que ia explodir a qualquer momento. Só me toquei que eu tava perdendo a virgindade do cu quando já tinha quatro dedos lá dentro. Carla não parava de perguntar se eu tava gostando e eu respondia que tava gostando pra caralho. Ela segurava meu cu com uma mão e com a outra me batia uma punheta.
Carla, você quer mais amor? Sério, quer mais, minha vida?
Sim, não para, isso é uma delícia.
De repente, a Carla tirou os dedos do meu cu e soltou meu pau, isso me surpreendeu, mas mais ainda quando senti o pau dela encostando no meu ânus. Não falei nada, fiquei calado, naquele momento só queria ser penetrado. Aquele pauzão foi entrando devagar no meu cu, doía pra caralho, tanto que me agarrei nos lençóis e, por vergonha, mordi eles com força. A dor era intensa, mas o prazer também era. Por um lado, não queria ser viado, por outro, também não queria parar de sentir aquela barra de carne quente entrando no meu cu e me arrombando tudo. Talvez por isso não fiquei puto quando a Carla me chamou de...
Carla, você gosta, viado? Gosta de como essa mulher arrebenta sua bunda? O que você vai falar pra sua patroa agora? Que lindo é o pau, não promíscuo, lindo. Olha só como o viado reclama, mas gosta tanto que se deixa arrebentar a bunda.
Ele me humilhava e eu queria castigá-la, mas sentir aquela pica entrando e saindo era divino, mesmo doendo e meus olhos lacrimejando. Eu não queria que parasse, e a sensação de sentir aquela pica cuspindo gozo dentro de mim me fez pirar a cabeça. Nem se fala quando senti aquele jorrinho de mijo inundando meu cu, me senti o mais sujo do mundo. E enquanto ele mijava, ia tirando a pica até acabar banhando completamente minha bunda pequenininha.
Carla, cê gostou de mim, meu amor? Agora, se quiser, me come você.
Melhor a gente ir tomar um vinho e depois tomar um banho juntos, que tal? Você me deixou todo bagunçado, essa foi a única experiência que tive com uma travesti e, sinceramente, adorei.
espero que não seja muito tarada
e aproveitem bastante
Isso eu vou saber pelos comentários dela.
e pelos pontos que derem a ela
Naquele domingo, meu filho terminou com o cu arrombado trancado no quarto dele, foi o preço que pagou por ter comido a mãe dele. Depois percebi que ele tinha gostado pra caralho, porque chamou o amigo e se trancou com ele, com certeza minha putinha foi comida a noite inteira. No dia seguinte, me mandaram pra Tucumán, fazer uns ajustes numa filial. Dessa vez fui sozinho, não era tanto serviço, então fiquei de boa e à noite saí pra dar uma volta pela cidade. Não tinha muita coisa pra ver por ser dia de semana, mas chegando numa praça, vi uma morena peituda com uma minissaia que pedia pra ser comida. Cheguei perto e, quando tava a uns metros, percebi que era um traveco. Nunca tinha ficado com um, mas imaginei que não teria diferença de um viado igual o Carlos ou igual meu filho, então parti pra cima e logo fomos parar na pensão onde eu tava. Ela se chamava Carla. No caminho, comprei um vinho caro, a gente começou a beber, aqueles peitões enormes me deixavam louco, e de tão tarado, logo partimos pra ação, os dois pelados na beira da cama. Era estranho ver o corpo de mulher dela com um pauzão enorme balançando, maior até que o meu. Não sabia se olhava pros peitos ou pro pau. Carla percebeu, mas só falou "vamos começar" e sentou na cama pra chupar meu pau. Uma verdadeira profissional, chupava, lambia, lambia a cabeça e engolia de novo. Não parou até fazer eu gozar. Eu tava doido, e então Carla colocou meu pau entre os peitos dela e começou a massagear, apertando meu pau contra eles, e me perguntou se era aquilo que eu queria dela. Não ficou muito tempo nisso, assim que meu pau endureceu de novo, ela deitou de bruços na cama, oferecendo o cu já bem aberto.
Carla, usa com amor.
Tomei posse dela e da bunda dela, foi uma delícia sentir como ela curtia meu pau e se contorcia no ritmo da foda enquanto brincava com os peitos dela, ouvir ela gemer e pedir mais forte me deixava louco e eu fazia tudo que a Carla pedia até que finalmente gozei dentro do cu dela e saí de cima dela. A Carla se levantou ao lado da cama e foi aproximando o pau dela do meu rosto.
Carla, agora é sua vez. Eu vi como você olhava pra ela.
Nunca na minha vida chupei a pica de ninguém.
Carla abriu a boca, eu te ensino como fazer, meu amorzinho, vai ver como você vai gostar.
Abri a boca e senti o pau dele dentro, foi uma parada muito estranha, mesmo tendo boca grande, aquele pau enchia ela toda, tava duro, muito duro e quente, amava como ele se sentia dentro da minha boca. A Carla começou a tirar e meter bem devagar, e eu acompanhava com a cabeça. Em minutos, já queria engolir ele inteiro, mesmo me engasgando quando aquele pau passava pela minha garganta e eu tinha ânsia, mas era um desafio que cumpri com muito gosto e não parei até ter as bolas dele nos meus lábios. Foi um momento lindo, e mais intenso ainda foi quando senti as bolas dele pulsarem e correr pelo pau a porrada de porra que explodia dentro da minha boca.
Carla ahhhh meu amorrrr, engole tudinho seu lindoooo, até a última gotinha
Esse gosto ácido encheu minha boca e eu deixei todo aquele fluxo entrar no meu corpo, descendo pela minha garganta. Finalmente ele tirou o pau da minha boca, mesmo eu querendo que continuasse. Na hora ele me virou e me colocou de bruços.
Carla, não tenha medo, meu bem. Você vai ver como vai gostar disso.
Carla abriu minhas pernas e começou a chupar meu cu enquanto lambia minhas bolas, me fazia tremer e eu não parava de gemer enquanto ela me perguntava de vez em quando se eu tava gostando, e eu só balançava a cabeça. A língua dela foi entrando no meu cu, parecia que eu tava no céu, só queria que ela continuasse. Não me incomodou sentir o dedo dela penetrando meu cu, pelo contrário, levantei pra sentir o dedo mais fundo. Minha pica tava dura como nunca e eu sentia que ia explodir a qualquer momento. Só me toquei que eu tava perdendo a virgindade do cu quando já tinha quatro dedos lá dentro. Carla não parava de perguntar se eu tava gostando e eu respondia que tava gostando pra caralho. Ela segurava meu cu com uma mão e com a outra me batia uma punheta.
Carla, você quer mais amor? Sério, quer mais, minha vida?
Sim, não para, isso é uma delícia.
De repente, a Carla tirou os dedos do meu cu e soltou meu pau, isso me surpreendeu, mas mais ainda quando senti o pau dela encostando no meu ânus. Não falei nada, fiquei calado, naquele momento só queria ser penetrado. Aquele pauzão foi entrando devagar no meu cu, doía pra caralho, tanto que me agarrei nos lençóis e, por vergonha, mordi eles com força. A dor era intensa, mas o prazer também era. Por um lado, não queria ser viado, por outro, também não queria parar de sentir aquela barra de carne quente entrando no meu cu e me arrombando tudo. Talvez por isso não fiquei puto quando a Carla me chamou de...
Carla, você gosta, viado? Gosta de como essa mulher arrebenta sua bunda? O que você vai falar pra sua patroa agora? Que lindo é o pau, não promíscuo, lindo. Olha só como o viado reclama, mas gosta tanto que se deixa arrebentar a bunda.
Ele me humilhava e eu queria castigá-la, mas sentir aquela pica entrando e saindo era divino, mesmo doendo e meus olhos lacrimejando. Eu não queria que parasse, e a sensação de sentir aquela pica cuspindo gozo dentro de mim me fez pirar a cabeça. Nem se fala quando senti aquele jorrinho de mijo inundando meu cu, me senti o mais sujo do mundo. E enquanto ele mijava, ia tirando a pica até acabar banhando completamente minha bunda pequenininha.
Carla, cê gostou de mim, meu amor? Agora, se quiser, me come você.
Melhor a gente ir tomar um vinho e depois tomar um banho juntos, que tal? Você me deixou todo bagunçado, essa foi a única experiência que tive com uma travesti e, sinceramente, adorei.
1 comentários - Cornuda com uma travesti gostosa