Oi, meu nome é Aurora, vou contar o final da minha história. Quando entrei no meu quarto, ele se deitou do meu lado, eu estava de babydoll, ele me apalpava do jeito que queria. Falei que já era hora de dormir, porque tava cansada, a gente tava conversando deitado enquanto se acariciava. Bruno me disse: "Adoro que você é minha mulher!" — eu sorri e falei: "Eu também tô feliz de ser sua mulher!!!" — "Mesmo você não se mexendo direito, mas vai aprender", ele falou. Olhei meio indecisa, e aí ele disse: "Quer que eu te ensine a fazer oral?" Respondi com a voz meio hesitante: "Acho que não precisa disso!" Ele falou que precisava sim, e baixou a cueca, mostrando o pau dele, e na hora disse: "Vai, pratica!!" Eu respondi: "Agora não! Tô cansada!" Mas ele insistindo, sentou e me puxou pelas pernas, aproximou o pau da minha cara. Vi que ele tava meio sério, então não quis deixar ele puto, comecei a passar a mão no pau dele, batendo uma bem devagar. Ele deitou e ficou me olhando enquanto eu brincava com o pau dele. Naquela hora, senti o pau dele endurecendo aos poucos, ficando vermelho. Ele me olhou e falou: "Dá um beijinho!!" Sem pensar, dei um beijo na ponta do pau dele, e um beijo levou a outro. Fechei os olhos e, como se fosse um pirulito, comecei a beijar em volta do pau dele. Senti ele tão macio que cada beijo que eu dava abria um pouco mais minha boca. Imaginei mil coisas, e quando abri os olhos, tava com a ponta do pau dele na minha boca. Ele falou: "Assim, que gostoso, continua!!" Com uma cara de tesão, vendo ele daquele jeito, me animei a chupar mais. A gente tava sozinho, então tinha que aproveitar cada momento. Tentei enfiar o pau inteiro na boca, mas só conseguia até a metade, e sentia que ele ficava mais duro e ereto, o que dificultava segurar na boca. Sentia ele soltando aquele líquido aos poucos, meio salgadinho e meio doce. Tava tão ocupada que não importava mais nada, tentava dar prazer pro meu homem. Bruno, naquela hora, me puxou pra eu colocar minha bunda perto da cara dele. Ficando meio sentada em cima dele, quando senti ele começar a passar a língua por toda a minha buceta, a língua dele se enfiava entre a minha buceta e se mexia com uma rapidez que fazia minha pele se arrepiar e me excitava a ponto de eu tentar colocar o pau inteiro dele na minha boca, o que era bem difícil, mas eu continuei chupando ele com aquele mesmo tesão que ele tava fazendo em mim. Ficamos assim por um bom tempo até que recebi a ligação da minha vizinha, que me perguntou se eu estava em casa, e o Bruno ainda tava chupando minha buceta enquanto eu tentava agir o mais normal possível, ao responder minha vizinha, eu disse: Sim, é que minha mãe saiu, e eu tô sozinha em casa, então me tranquei e tô no meu quar... quarto!! mas obrigada, senhora..!!! com a voz meio cortada pelas cócegas que o Bruno fazia quando beijava minha buceta, quando desliguei a ligação o Bruno não esperou, me ajeitou e me comeu de novo, ficamos assim a noite toda, entre fodas e boquetes um no outro, a gente virou a noite saciando nossos desejos mais obscuros, lá pelas 4:34 da manhã eu tava exausta, meu corpo e minhas pernas tremiam, minha boca doía, e quando olhei pro Bruno, ele tava acabado, tinha dormido, a gente tava todo suado, a última foda deixou meu pobre homem exausto. Desci pra cozinha, fiz um sanduíche e peguei um suco, nisso o Bruno desceu, tava pelado, eu só tava de babydoll, minha calcinha tinha ficado jogada no meu quarto, quando me virei ele chegou por trás e beijou meu pescoço, perguntei se ele ia tomar alguma coisa e ele disse que sim, quando servi o suco, notei que o pau dele tava duro, eu falei: -Aii não.. amor deixa eu descansar um pouquinho!! mas ele me puxou e sentou na cadeira, juntou tudo que a gente ia comer e me fez sentar no pau dele, eu tava toda sensível, qualquer roçada já me fazia gemer e o prazer e a excitação me faziam suar, enquanto eu comia meu sanduíche e tomava meu suco, eu me mexia no pau do meu homem que adorava me ver satisfazendo ele em tudo. Quando terminei de comer e beber, só me preocupei em fazer ele gozar o mais rápido possível. possível pra me deixar descansar, eu tava bem excitada e minhas pernas tremiam, era como se eu tivesse feito exercício por um mês inteiro, já só me mexia no automático porque minhas pernas não respondiam. Bruno tava feliz e começou a dar palmadas nas minhas nádegas, me motivava dizendo: -Assim, assim... mexe mais, meu amor, você faz delicioso, mexe mais, assim é minha mulher, vou te transformar numa puta, meu amor!!! tudo isso, acompanhado de umas palmadas nas minhas nádegas, me senti diferente, tava tão excitada que cheguei naquele clímax, ainda mais quando Bruno me abriu e começou a massagear em cima da minha buceta enquanto me comia, foi algo único!!! Naquele instante senti, que ele me dava tudo, como uma corrente invadindo meu corpo e descendo pro meu ventre, comecei a gemer e um gemido acompanhou aquela sensação de urinar, quando parei Bruno me abraçou e eu gozei nas pernas dele, foi a primeira vez que algo assim aconteceu comigo, e que cheguei naquele ponto nem eu tinha imaginado que aconteceria. Depois disso, logo senti um jato de porra saindo do pau do meu homem, aquela pulsação do pau dele só podia significar que ele tava satisfeito. Nós dois levantamos, eu tava escorrendo aquele líquido da minha buceta, meu corpo todo tremia, já não aguentava mais. Subi pro meu quarto como pude, e deixei o Bruno limpando, fui pro meu banheiro, me lavei e me deitei. Já de manhã, acordei umas 11:45, Bruno tava terminando de fazer o almoço, perguntei se minha mãe tinha ligado e ele disse que sim, mas que tinha falado que eu fui no mercado, eu ainda tava com o babydoll vestido, ele me passou a tanguinha e mandou eu colocar, já não tinha vergonha mas fiz meio desconfortável porque ainda não tava acostumada a usar aquilo entre a bunda, ele me serviu o almoço e perguntou como eu tava me sentindo, falei que tava dolorida e ele me deu um comprimido, tomei e continuei almoçando. Depois de um bom tempo a gente ficou conversando, eu limpei vestida assim, quando terminei me aproximei dele que tava sentado no sofá, e ao vê-lo Tudo tranquilo, me apoiei nele pra ele me abraçar, mas ele disse: "você tem que continuar!!" — e baixando a cueca, deixou o pau dele à mostra. Achei que era brincadeira, comecei a massagear, mas ele me pegou e me abaixou. Achei normal, então fui brincando enquanto colocava na boca. Ele tava vendo um filme de boa enquanto eu chupava o pau dele. Aí ele falou:
— Adoro te comer, Aurora!! Adoro como você é apertadinha, e como você aperta quando eu te fodo!! Você é bem apertada!!
Eu olhei pra ele e perguntei: — Tem alguma coisa de errado?
Bruno respondeu: — Não, não, pelo contrário, adoro, mas quero ser só eu quem te come! — com aquele sorrisinho safado dele.
— Óbvio que só você, — falei. Aquela tarde passei chupando o pau dele até umas 16h22, quando ficou meio duro. Ele não hesitou em me virar e abaixar minha calcinha fio dental. Senti o pau dele entrando suavemente, mas não tava bem duro. Eu tava sensível e, ao sentir o membro dele, comecei a gemer. Isso excitou ele, e quanto mais ele se mexia, mais duro ficava. Quando não aguentei, reclamei alto, não tava nem aí se me ouvissem. Bruno colocou os dedos na minha boca pra evitar, mas meus gemidos eram contínuos. Até ele começou a gemer e a puxar que nem um touro no cio. Não durou muito, só um pouquinho, e senti que a descarga de sêmen dele foi até pouca. Falei pra ele descansar, fui no banheiro me lavar e troquei de roupa. Ele também tomou banho e se trocou. Esperamos nossos pais chegarem, e por acaso chegaram antes das 22h. Minha vizinha ligou perguntando, e eu disse que já tinham chegado. Jantamos, e eles chegaram com a notícia de que ainda não tinham achado casa, e que tinham só três dias pra encontrar um lugar porque não queriam incomodar. Mas minha mãe disse que não tava incomodando, e óbvio que eu não queria que o Bruno fosse embora rápido. Hehehe. No dia seguinte, eles foram de novo, dessa vez às 6h10, como de costume. Minha mãe me acordou pra dar mil recomendações... Quando espiei que eles tinham ido, aí fui. Fui pro quarto do Bruno, tentei deitar do lado dele, mas quando me viu, ele falou pra eu usar uma coisa que ele me deu. E, feito uma idiota, fui pro meu quarto, vesti o babydoll e um fio dental branco. Tava desconfortável, mas queria ficar perto dele. Sem pensar, ele começou a me apalpar, e eu, toda gostosa, beijava ele. Cada vez sentia mais prazer com as mãos dele na minha pele. Ele se descobriu e me deixou ver o pau dele duro. Quando vi o membro, me ajeitei e comecei a chupar a ponta do pau dele, como se ele tivesse mandado. Ele segurou minha cabeça e me fazia enfiar mais o pau na minha boca, a ponto de empurrar a rola dele até minha garganta. Eu tentava respirar, mas ele empurrava mais. Tava difícil segurar a saliva na boca e comecei a babar. Ele perguntou: "cê gosta?" — e eu, balançando a cabeça, dizia que sim. Tava tão dura e grossa que se levantava sozinha e balançava de um lado pro outro de tão grossa que era. Montei em cima do Bruno e, com a mão dele, ele encaixou o pau na entrada da minha buceta. Não esperou nem eu ficar excitada, meteu o pau quente. Senti dor, como se tivesse queimando, gemi de dor. Ele começou a me mover com movimentos secos pra cima e pra baixo, isso foi me excitando e eu fui ficando molhada. Me remexia mais rápido e batia minha bunda nas bolas dele. Dei uns 8 sentões quando senti ele jorrar o líquido quente. Fiquei meio puta porque queria ficar mais excitada. Ele disse que tava cansado, eu desci e fui pro meu quarto, me lavei e deitei de novo na minha cama. Meia hora depois, ouvi ele sair. Demorou umas 3 horas, lá pelas 10:16 da manhã ele chegou animado. Me encontrou terminando de limpar, e nem esperou pra me cumprimentar direito. Me agarrou e me levou pro sofá, me abaixou e mandou eu chupar ele. Falei que tinha que terminar de passar pano no meu quarto. Ele me olhou sério, vi que tava meio irritado, e pra não deixar ele puto, comecei a chupar. Não demorou muito pra ele ficar duro que nem um pau. Me levantou e me colocou de quatro, no sofá. Quando senti a pica dele entrando em mim, senti tanta satisfação que meu corpo arrepiou e eu comecei a gemer. prazer, eu tava tão dura que dava pra sentir como se minha buceta tivesse se abrindo, como se quisesse me partir ao meio, tava tão gostoso, mudei de posição, enquanto me queixava e gemia, comecei a chorar de repente, ele me olhou e perguntou o que tava rolando? — falei que nada, mas enquanto ele se movia, meus gemidos excitavam ele mais. Naquele instante, minha vizinha ligou, e eu tive que atender, Bruno ficou parado com o pau dele dentro de mim, minha vizinha perguntou quem era o rapaz que entrou na minha casa, e eu falei que era meu primo, ela se fazendo de desentendida perguntou se minha mãe sabia, e eu falei que falasse com ela se desconfiasse, nisso, Bruno começou a se mexer devagar e isso me excitou, minha voz falhou e minha vizinha perguntou o que foi? Falei que bati o dedo na porta e ela disse pra eu tomar cuidado pra não enfiar uma lasca, desligou e Bruno com toda vontade começou a se mexer, fiquei tão excitada que não gemia e apertava ele ao abraçar, já tinha passado um tempão e eu não conseguia fazer ele gozar, ele me deixou no ponto que meu corpo tava tremendo, sentei em cima dele e me mexi, já não aguentava mais as pernas e ele me segurando pelas nádegas me levantava e me abaixava, minha bucetinha tava super sensível e meio inchada de tanto transar seguido, Bruno me olhava com uma cara meio pervertida: — assim que você gosta, sua putinha? Eu não via mais o que dizer: — Siiim, siiim, sou sua putinha!!! Faz de mim sua puta, meu amor!!! Gemendo cada vez mais seguido, até o ponto que não aguentei, tremi toda e gozei em cima dele de novo, ao me ver assim, ele empurrou como um touro e gozou dentro de mim, pude sentir o semen quente dele. Saí de lá e fiquei parada na frente dele, ele disse bem satisfeito: — Você já virou uma putinha bem experiente, só falta te ensinar mais uma coisa! Eu, intrigada, perguntei o que era? — e ele respondeu: — Falta te comer pelo teu cu!!! Eu, assustada, falei que não, por aí não... ele disse que era melhor na idade que eu tenho, que ia doer menos, e eu me recusei a deixar ele me foder por aí, falei que não pensava em fazer por trás, mas Ele me disse que eu tinha que deixar ele me comer por trás de qualquer jeito, assim quando eu arrumasse um namorado, o cara ia fazer isso de boa e não ia doer tanto em mim. Fiquei angustiada de saber que tinha que fazer aquilo... me recusei, mas ele disse que era necessário. Chegou meio-dia e recebi outra ligação da minha mãe mandando fazer o almoço porque eles estavam a caminho. A gente se apressou pra limpar, tomar banho e trocar de roupa. Escondi a roupa suja e fui cozinhar. Meia hora depois, eles chegaram pra almoçar e falaram que iam pro sul ver umas casas, que iam ficar até sexta-feira. Era quarta-feira à tarde. Minha tia disse que o marido dela ia pro norte porque já tinha visto uma casa e queria fechar negócio. "Se ele te alcançar, você passa onde a gente estiver", ela falou pro marido. "E os meninos ficam aqui mesmo", minha tia disse, olhando pra nós dois. Mas percebi que meu tio olhou estranho pro Bruno e pra mim, principalmente pra mim. Ele não parava de me observar enquanto estava em casa. Continua...
— Adoro te comer, Aurora!! Adoro como você é apertadinha, e como você aperta quando eu te fodo!! Você é bem apertada!!
Eu olhei pra ele e perguntei: — Tem alguma coisa de errado?
Bruno respondeu: — Não, não, pelo contrário, adoro, mas quero ser só eu quem te come! — com aquele sorrisinho safado dele.
— Óbvio que só você, — falei. Aquela tarde passei chupando o pau dele até umas 16h22, quando ficou meio duro. Ele não hesitou em me virar e abaixar minha calcinha fio dental. Senti o pau dele entrando suavemente, mas não tava bem duro. Eu tava sensível e, ao sentir o membro dele, comecei a gemer. Isso excitou ele, e quanto mais ele se mexia, mais duro ficava. Quando não aguentei, reclamei alto, não tava nem aí se me ouvissem. Bruno colocou os dedos na minha boca pra evitar, mas meus gemidos eram contínuos. Até ele começou a gemer e a puxar que nem um touro no cio. Não durou muito, só um pouquinho, e senti que a descarga de sêmen dele foi até pouca. Falei pra ele descansar, fui no banheiro me lavar e troquei de roupa. Ele também tomou banho e se trocou. Esperamos nossos pais chegarem, e por acaso chegaram antes das 22h. Minha vizinha ligou perguntando, e eu disse que já tinham chegado. Jantamos, e eles chegaram com a notícia de que ainda não tinham achado casa, e que tinham só três dias pra encontrar um lugar porque não queriam incomodar. Mas minha mãe disse que não tava incomodando, e óbvio que eu não queria que o Bruno fosse embora rápido. Hehehe. No dia seguinte, eles foram de novo, dessa vez às 6h10, como de costume. Minha mãe me acordou pra dar mil recomendações... Quando espiei que eles tinham ido, aí fui. Fui pro quarto do Bruno, tentei deitar do lado dele, mas quando me viu, ele falou pra eu usar uma coisa que ele me deu. E, feito uma idiota, fui pro meu quarto, vesti o babydoll e um fio dental branco. Tava desconfortável, mas queria ficar perto dele. Sem pensar, ele começou a me apalpar, e eu, toda gostosa, beijava ele. Cada vez sentia mais prazer com as mãos dele na minha pele. Ele se descobriu e me deixou ver o pau dele duro. Quando vi o membro, me ajeitei e comecei a chupar a ponta do pau dele, como se ele tivesse mandado. Ele segurou minha cabeça e me fazia enfiar mais o pau na minha boca, a ponto de empurrar a rola dele até minha garganta. Eu tentava respirar, mas ele empurrava mais. Tava difícil segurar a saliva na boca e comecei a babar. Ele perguntou: "cê gosta?" — e eu, balançando a cabeça, dizia que sim. Tava tão dura e grossa que se levantava sozinha e balançava de um lado pro outro de tão grossa que era. Montei em cima do Bruno e, com a mão dele, ele encaixou o pau na entrada da minha buceta. Não esperou nem eu ficar excitada, meteu o pau quente. Senti dor, como se tivesse queimando, gemi de dor. Ele começou a me mover com movimentos secos pra cima e pra baixo, isso foi me excitando e eu fui ficando molhada. Me remexia mais rápido e batia minha bunda nas bolas dele. Dei uns 8 sentões quando senti ele jorrar o líquido quente. Fiquei meio puta porque queria ficar mais excitada. Ele disse que tava cansado, eu desci e fui pro meu quarto, me lavei e deitei de novo na minha cama. Meia hora depois, ouvi ele sair. Demorou umas 3 horas, lá pelas 10:16 da manhã ele chegou animado. Me encontrou terminando de limpar, e nem esperou pra me cumprimentar direito. Me agarrou e me levou pro sofá, me abaixou e mandou eu chupar ele. Falei que tinha que terminar de passar pano no meu quarto. Ele me olhou sério, vi que tava meio irritado, e pra não deixar ele puto, comecei a chupar. Não demorou muito pra ele ficar duro que nem um pau. Me levantou e me colocou de quatro, no sofá. Quando senti a pica dele entrando em mim, senti tanta satisfação que meu corpo arrepiou e eu comecei a gemer. prazer, eu tava tão dura que dava pra sentir como se minha buceta tivesse se abrindo, como se quisesse me partir ao meio, tava tão gostoso, mudei de posição, enquanto me queixava e gemia, comecei a chorar de repente, ele me olhou e perguntou o que tava rolando? — falei que nada, mas enquanto ele se movia, meus gemidos excitavam ele mais. Naquele instante, minha vizinha ligou, e eu tive que atender, Bruno ficou parado com o pau dele dentro de mim, minha vizinha perguntou quem era o rapaz que entrou na minha casa, e eu falei que era meu primo, ela se fazendo de desentendida perguntou se minha mãe sabia, e eu falei que falasse com ela se desconfiasse, nisso, Bruno começou a se mexer devagar e isso me excitou, minha voz falhou e minha vizinha perguntou o que foi? Falei que bati o dedo na porta e ela disse pra eu tomar cuidado pra não enfiar uma lasca, desligou e Bruno com toda vontade começou a se mexer, fiquei tão excitada que não gemia e apertava ele ao abraçar, já tinha passado um tempão e eu não conseguia fazer ele gozar, ele me deixou no ponto que meu corpo tava tremendo, sentei em cima dele e me mexi, já não aguentava mais as pernas e ele me segurando pelas nádegas me levantava e me abaixava, minha bucetinha tava super sensível e meio inchada de tanto transar seguido, Bruno me olhava com uma cara meio pervertida: — assim que você gosta, sua putinha? Eu não via mais o que dizer: — Siiim, siiim, sou sua putinha!!! Faz de mim sua puta, meu amor!!! Gemendo cada vez mais seguido, até o ponto que não aguentei, tremi toda e gozei em cima dele de novo, ao me ver assim, ele empurrou como um touro e gozou dentro de mim, pude sentir o semen quente dele. Saí de lá e fiquei parada na frente dele, ele disse bem satisfeito: — Você já virou uma putinha bem experiente, só falta te ensinar mais uma coisa! Eu, intrigada, perguntei o que era? — e ele respondeu: — Falta te comer pelo teu cu!!! Eu, assustada, falei que não, por aí não... ele disse que era melhor na idade que eu tenho, que ia doer menos, e eu me recusei a deixar ele me foder por aí, falei que não pensava em fazer por trás, mas Ele me disse que eu tinha que deixar ele me comer por trás de qualquer jeito, assim quando eu arrumasse um namorado, o cara ia fazer isso de boa e não ia doer tanto em mim. Fiquei angustiada de saber que tinha que fazer aquilo... me recusei, mas ele disse que era necessário. Chegou meio-dia e recebi outra ligação da minha mãe mandando fazer o almoço porque eles estavam a caminho. A gente se apressou pra limpar, tomar banho e trocar de roupa. Escondi a roupa suja e fui cozinhar. Meia hora depois, eles chegaram pra almoçar e falaram que iam pro sul ver umas casas, que iam ficar até sexta-feira. Era quarta-feira à tarde. Minha tia disse que o marido dela ia pro norte porque já tinha visto uma casa e queria fechar negócio. "Se ele te alcançar, você passa onde a gente estiver", ela falou pro marido. "E os meninos ficam aqui mesmo", minha tia disse, olhando pra nós dois. Mas percebi que meu tio olhou estranho pro Bruno e pra mim, principalmente pra mim. Ele não parava de me observar enquanto estava em casa. Continua...
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