Como quem já tá ligado no esquema, ontem foi o dia do cuck! E como meu marido é o cuck mais fofo que existe, resolvi comemorar do jeito certo: com uns chifrões lindos e bem dados. A única condição que eu botei foi que fosse alguém desconhecido e veterano, do jeito que me excita. A gente decidiu ir pescar no shopping Abasto, mas não esperava que nem chegássemos lá. Vou contar: pra isso, me vesti com um minishort que deixava minha bunda quase toda de fora, uma camiseta amarela e tênis.
Segundo meu marido, minha raba tava maravilhosa e bem à mostra. Subimos no carro e pegamos a Callao. De repente, bateu uma vontade de um refrigerante e pedi pra ele parar no primeiro quiosque que aparecesse. Andamos cinco quadras e vimos um. Desci do carro esquecendo que tava quase pelada. Cheguei perto e pedi uma Coca. Do prédio colado no quiosque, saiu uma cabeça e metade do corpo de um cara de uns 50 anos, magro, cabelo preto e barba. Dava pra ver que os olhos dele estavam cravados na minha bunda, e eu aproveitei pra fingir que não sabia qual refrigerante queria, só pra ele ver bem meu rabo exposto.
A brincadeira já tava me deixando molhada. De repente, ele saiu na calçada e, pela roupa, percebi que era porteiro. O mais engraçado e bizarro é que ele fingia que tava limpando a calçada com um esfregão, haha. Já decidido, o cara tava me comendo com os olhos. Não é novidade que sou uma puta e sei lidar com essas situações. Empinei mais a bunda, fazendo o short enfiar ainda mais na minha racha. "Caralhoooo!" soltou o velho, já totalmente doido. Olhei pra ele e baixei os olhos. Peguei o refrigerante, paguei e fui direto pro cara, que tava assustado igual um menino que falou algo proibido.
"Oi", cumprimentei sem vergonha. "Oi", ele respondeu com uma voz trêmula. "Valeu pelo elogio", falei. "Desculpa, não queria, mas..." "Mas o quê?" perguntei, já me insinuando de propósito. "É que é demais, e o short não ajuda", ele disse, ficando vermelho. Preciso contar que meu cuck tava olhando do carro, esperando pra ver o que ia rolar. Eu sabia que ele já tava com o pau pra fora, se masturbando. calor. Fui pra mais. Meu short é muito pequeno? Perguntei, brincando.
Divinamente pequeno, ele respondeu.
Pronto, mordeu a isca. Viu aquele carro? Aquele é meu marido, e ele adora ser cuck.
Acho que o cara pensou que a gente ia roubar ele ou algo assim, porque entrou no prédio e me deu tchau.
Me senti frustrada, e ainda por cima saiu uma velha na hora. Fiquei olhando pra ele, e acho que ele percebeu minha frustração.
Quando a velha virou a esquina, ele se aproximou e, sem acreditar, me perguntou: é sério? Você é linda, gata, uma delicadeza total, e tá se entregando assim?
— Quero transar — falei, já jogando tudo pro alto.
— Além disso, não tenha medo, não sou uma viúva negra, sou só uma gostosa safada com um marido cuck.
Cheio de dúvidas, ele disse: — Eu te como, mas não vamos entrar, vamos pro estacionamento.
— Sem problema — falei —, a única condição é que você me deixe fazer videochamada pro meu marido enquanto a gente trepa.
Isso deixou ele doido.
— Desce você primeiro, entra no quartinho que fica do lado do banheiro.
Desci, entrei no quartinho e me despi.
Quando Samuel (é assim que ele se chama) desceu, me encontrou pelada.
— Deus, que pedaço de gostosa — disse ele, já todo excitado.
Pedi pra ele abaixar as calças e liguei pro meu marido pela câmera.
— Oi, cuck de merda, olha o que vou comer — abaixei o celular até a pica do Samuel.
Era uma pica padrão, mas bem dura. Morena, cheia de veias.
Meu marido gemeu e pediu: — Chupa, puta, chupa ela toda.
Me ajoelhei e dei um boquete que o velho não vai esquecer. Chupei a pica e coloquei os ovos na boca.
— Uff, que puta que você é, a puta-mãe — dizia Samuel.
Ele metia e tirava a pica da minha boca, as pernas tremiam. Enquanto eu chupava, ele apertava meus peitos.
— Chupa e me olha com essa carinha linda, puta, me olha.
Eu chupava e olhava pra ele. O lugar era desconfortável, mas me virei pra ele meter de pé.
Tirei uma camisinha do bolso e coloquei com a boca.
— Nossa, bem puta o que você faz — ele disse.
Enrolei uma perna na cintura dele e falei: — Me come, filho da puta.
Ele meteu bruto e me comeu. Gostoso. A pica bateu no fundo da minha buceta. Ouvi o bufido do meu marido, ele tinha soltado a primeira porra. Fala com ele, ordenei pro Samuel. Apontei o celular pra minha buceta que tava engolindo a pica. Olha só como eu como ela, corno, tô rasgando a buceta da puta da tua mulher. Isso, velhote, assim humilha ele, pedi. A metida e tirada do Samuel me arrancou um orgasmo e ele adorou. Goza, puta de merda, goza comigo, eu falava pro meu corno. Vai pular, puta, ele disse e eu tirei a pica. Ele se irritou, perguntando: o que cê tá fazendo???? Quero no cu, falei. Ele não acreditava, depois de tanto me perguntar: me dá o cu? Vai, enfia e me come, falei. Ele ficou atrás de mim e teve dificuldade por causa do lugar apertado pra me enfiar. Ajudei segurando a pica dele e apontando pro meu cu. Quando a cabeça tava na direção, falei empurra. Uma estocada e a cabeça inteira entrou. Tô com ela no cu, falei, vai, empurra. Entrou toda. Cê tem o cu arrombado, garota, as picas que você comeu, puta. Ele começou a bombar. Passei o celular pra ele e pedi pra mostrar pro corno como ele tava me comendo. Ouvi um gritinho e soube que era a segunda punheta do meu marido. Samuel não aguentou muito e, me xingando, gozou uma porra longa e cheia. A pica saiu sozinha. Tirei a camisinha e, olhando pra câmera, coloquei na boca, tomando toda a porra. Samuel não acreditava no que via. Me vesti e agradeci pela boa fodida. Samuel ficou no quartinho, talvez tentando descobrir se tava sonhando ou não. Subi no carro e beijei meu marido com a boca com gosto de pica e porra. Feliz dia, meu amor, falei e voltamos pra casa.
Segundo meu marido, minha raba tava maravilhosa e bem à mostra. Subimos no carro e pegamos a Callao. De repente, bateu uma vontade de um refrigerante e pedi pra ele parar no primeiro quiosque que aparecesse. Andamos cinco quadras e vimos um. Desci do carro esquecendo que tava quase pelada. Cheguei perto e pedi uma Coca. Do prédio colado no quiosque, saiu uma cabeça e metade do corpo de um cara de uns 50 anos, magro, cabelo preto e barba. Dava pra ver que os olhos dele estavam cravados na minha bunda, e eu aproveitei pra fingir que não sabia qual refrigerante queria, só pra ele ver bem meu rabo exposto.
A brincadeira já tava me deixando molhada. De repente, ele saiu na calçada e, pela roupa, percebi que era porteiro. O mais engraçado e bizarro é que ele fingia que tava limpando a calçada com um esfregão, haha. Já decidido, o cara tava me comendo com os olhos. Não é novidade que sou uma puta e sei lidar com essas situações. Empinei mais a bunda, fazendo o short enfiar ainda mais na minha racha. "Caralhoooo!" soltou o velho, já totalmente doido. Olhei pra ele e baixei os olhos. Peguei o refrigerante, paguei e fui direto pro cara, que tava assustado igual um menino que falou algo proibido.
"Oi", cumprimentei sem vergonha. "Oi", ele respondeu com uma voz trêmula. "Valeu pelo elogio", falei. "Desculpa, não queria, mas..." "Mas o quê?" perguntei, já me insinuando de propósito. "É que é demais, e o short não ajuda", ele disse, ficando vermelho. Preciso contar que meu cuck tava olhando do carro, esperando pra ver o que ia rolar. Eu sabia que ele já tava com o pau pra fora, se masturbando. calor. Fui pra mais. Meu short é muito pequeno? Perguntei, brincando.
Divinamente pequeno, ele respondeu.
Pronto, mordeu a isca. Viu aquele carro? Aquele é meu marido, e ele adora ser cuck.
Acho que o cara pensou que a gente ia roubar ele ou algo assim, porque entrou no prédio e me deu tchau.
Me senti frustrada, e ainda por cima saiu uma velha na hora. Fiquei olhando pra ele, e acho que ele percebeu minha frustração.
Quando a velha virou a esquina, ele se aproximou e, sem acreditar, me perguntou: é sério? Você é linda, gata, uma delicadeza total, e tá se entregando assim?
— Quero transar — falei, já jogando tudo pro alto.
— Além disso, não tenha medo, não sou uma viúva negra, sou só uma gostosa safada com um marido cuck.
Cheio de dúvidas, ele disse: — Eu te como, mas não vamos entrar, vamos pro estacionamento.
— Sem problema — falei —, a única condição é que você me deixe fazer videochamada pro meu marido enquanto a gente trepa.
Isso deixou ele doido.
— Desce você primeiro, entra no quartinho que fica do lado do banheiro.
Desci, entrei no quartinho e me despi.
Quando Samuel (é assim que ele se chama) desceu, me encontrou pelada.
— Deus, que pedaço de gostosa — disse ele, já todo excitado.
Pedi pra ele abaixar as calças e liguei pro meu marido pela câmera.
— Oi, cuck de merda, olha o que vou comer — abaixei o celular até a pica do Samuel.
Era uma pica padrão, mas bem dura. Morena, cheia de veias.
Meu marido gemeu e pediu: — Chupa, puta, chupa ela toda.
Me ajoelhei e dei um boquete que o velho não vai esquecer. Chupei a pica e coloquei os ovos na boca.
— Uff, que puta que você é, a puta-mãe — dizia Samuel.
Ele metia e tirava a pica da minha boca, as pernas tremiam. Enquanto eu chupava, ele apertava meus peitos.
— Chupa e me olha com essa carinha linda, puta, me olha.
Eu chupava e olhava pra ele. O lugar era desconfortável, mas me virei pra ele meter de pé.
Tirei uma camisinha do bolso e coloquei com a boca.
— Nossa, bem puta o que você faz — ele disse.
Enrolei uma perna na cintura dele e falei: — Me come, filho da puta.
Ele meteu bruto e me comeu. Gostoso. A pica bateu no fundo da minha buceta. Ouvi o bufido do meu marido, ele tinha soltado a primeira porra. Fala com ele, ordenei pro Samuel. Apontei o celular pra minha buceta que tava engolindo a pica. Olha só como eu como ela, corno, tô rasgando a buceta da puta da tua mulher. Isso, velhote, assim humilha ele, pedi. A metida e tirada do Samuel me arrancou um orgasmo e ele adorou. Goza, puta de merda, goza comigo, eu falava pro meu corno. Vai pular, puta, ele disse e eu tirei a pica. Ele se irritou, perguntando: o que cê tá fazendo???? Quero no cu, falei. Ele não acreditava, depois de tanto me perguntar: me dá o cu? Vai, enfia e me come, falei. Ele ficou atrás de mim e teve dificuldade por causa do lugar apertado pra me enfiar. Ajudei segurando a pica dele e apontando pro meu cu. Quando a cabeça tava na direção, falei empurra. Uma estocada e a cabeça inteira entrou. Tô com ela no cu, falei, vai, empurra. Entrou toda. Cê tem o cu arrombado, garota, as picas que você comeu, puta. Ele começou a bombar. Passei o celular pra ele e pedi pra mostrar pro corno como ele tava me comendo. Ouvi um gritinho e soube que era a segunda punheta do meu marido. Samuel não aguentou muito e, me xingando, gozou uma porra longa e cheia. A pica saiu sozinha. Tirei a camisinha e, olhando pra câmera, coloquei na boca, tomando toda a porra. Samuel não acreditava no que via. Me vesti e agradeci pela boa fodida. Samuel ficou no quartinho, talvez tentando descobrir se tava sonhando ou não. Subi no carro e beijei meu marido com a boca com gosto de pica e porra. Feliz dia, meu amor, falei e voltamos pra casa.
5 comentários - Festejandole el dia del cornudo al mio (super real)
Tremenda puta y Samuel tremendo suertudo!!!
Solo falto una fotito de como estabas vestida