Frambu y su coctel de vida VII

O que realmente aconteceu com meu pai e algo mais me aproximaria de Ezequiel - Calma, minha love, calma... eles devem ter ido ao cassino ou a um daqueles clubes para cavalheiros... - Ir ver putas??? - Não, não... você não está me entendendo - Já vou ligar pra ele...!!! Quero que ele me explique onde está!!! - Fran... Fran... Fran... para... se acalma! Se acalma, love!! Você é a filha... não é a mulher dele... Não te conhecia como tão cuidadora do seu pai! - Já sei que não sou a mulher... mas meu pai... meu pai sempre me disse que só tem olhos pra minha mãe e não consigo acreditar que ele tenha ido ver putas... - Te dei uma das opções: talvez estejam num bar bebendo... ou talvez tenham ido ao cassino apostar dinheiro... - Me levantei irritada - Para, linda... se acalma... não fica brava. Comecei a discar o número dele e dava fora de área ou desligado, tentei de novo, outra e outra... até trinta vezes. Enquanto descia das pedras, falava baixo: "Se eu ligar pra minha mãe e contar a possibilidade de onde ele tá metido, ela vai infartar e vai querer se separar... melhor mandar uma mensagem pro meu pai" comecei a escrever: "Pai... Como você tá? Onde você tá?" Eze vinha sorrindo... - Ai Fran, Fran... não te conhecia como tão cuidadora do pai!! - Não, não entende... eu não quero que meu pai se meta em confusão... essa de balada não... prefiro ir pro hotel, me leva? - Tá bom, gata... calma... seu velho deve estar tomando um bom whisky vendo umas bundas rebolando perto... - sorriu - Você é um idiota! Meu pai não é esse tipo de homem!! Talvez você goste de ver essas coisas... meu pai, não!! - Bom, love... calma... - tentava me tocar pela cintura e eu me soltava e caminhava sozinha com o celular na mão, discando e discando pro meu pai sem conseguir resposta. Chegamos na parte do estacionamento e ele me abre a porta e ao me sentar, fecha pra mim, eu continuo tentando me comunicar, ele sobe e fica tranquilo mexendo os dedos no volante, ao vê-lo - O que tá esperando? Pode me levar ao hotel? - Primeiro eu quero que você se acalme, depois que você relaxe, seu pai é um homem grande que sabe o que faz e terceiro, eu adoraria continuar como estávamos, não vamos estragar o que tínhamos até uns quarenta minutos atrás... vamos, meu amor... deixa seu pai, pensa em nós, em como estávamos nos divertindo tanto.
-Mas...
-Shhhhh... - ele colocou o dedo na minha boca, começou a me acariciar lentamente pelo rosto e ombros, chegou ainda mais perto e me abraçou contra seu peito, enquanto beijava minha testa e todo o meu rosto. Deu beijos suaves e curtos nos meus lábios, me fazendo rir.
-Agora sim... assim eu gosto muito mais de você... e você quer que eu te leve para o hotel ou quer vir comigo para minha casa??
-Acho melhor você me levar para o meu hotel...
-Tudo bem, vou fazer o que você me pedir... - ele me acariciou por cima da roupa, percorrendo meus peitos, minha barriga e acariciou minhas pernas, eu me arquei e comecei a gemer mais e mais. Ele deu uns beijos suaves no meu pescoço e quando sua boca ficou a centímetros da minha, eu sorri e ele me beijou, brincava com a boca me beijando, prendendo meus dois lábios, às vezes mais com o superior, às vezes com o inferior, me beijava muito bem. Senti sua mão pousar na minha barriga e por baixo da minha camiseta, começou a querer tocar meus peitos e longe de negar, eu guiei sua mão para dentro da roupa, meus peitos que estavam bem duros. Ele os acariciou, apertava e me beijava pelo pescoço mais apaixonado e gemia no meu ouvido e cada vez estava mais em cima do meu corpo e levava sua mão para baixo, de novo passou pela minha barriga e acariciava por baixo do meu short, mas por cima do tecido da minha calcinha sentindo a umidade, parou, me olhou e acariciou com um dedo e como se tentasse brincar com minha buceta mas sem introduzir, apertava os dois lábios da minha buceta que estava quente e me beijou de novo e apertava mais e mais. Ele jogou os dois bancos para trás e ficando lado a lado assim bem perto de mim, minha mão percorria seu peito e ele com sua mão, a pegou e a baixou. até sobre sua calça para que ele sentisse o quanto eu estava excitada, eu o acariciei mas parei e levantei minha mão novamente tocando seu rosto e tentei me endireitar - O que foi, meu amor?? - Não não... não posso... quero ir para o hotel... onde estamos hospedados com meu pai - Tudo bem... tudo bem... te levo onde você me disser... Ele endireitou os dois assentos, ligou o carro e saímos, fiquei me olhando no espelho do passageiro e notei que minhas bochechas estavam muito vermelhas, muito muito coradas. Ao chegar no hotel onde estávamos hospedados, ele desceu comigo e me acompanhou. Ao abrir a porta do quarto, ele ficou parado esperando no corredor e eu entrei e olhei para o quarto do meu pai e vi que ele estava dormindo na cama, me aproximei muito mais relaxada da porta de entrada onde Ezequiel me esperava - Você não sabe a alegria que tenho, meu pai está aqui e está dormindo - Viu? Não tinha com o que se preocupar... e quer que eu fique para te fazer companhia um pouco? - Não, não... prefiro que você vá... obrigada por esta noite. Passei muito bem! - Tudo bem... descanse, minha linda. Ele estava indo embora sem se despedir e eu fiquei parada e falei baixo - Eze... você não vai se despedir? - ele voltou e ficou parado bem colado no meu corpo e me acariciou pelas costas, me estremeceu de um jeito incrível e me deu um beijo na testa e beijos curtos no meu rosto e quando estava quase chegando na minha boca parou, acariciou meus lábios com os dedos e foi embora. Eu fiquei paralisada, achando que ele me beijaria ou insistiria em ficar. Ao voltar a mim, fecho a porta e vou ao banheiro lavar meu rosto e meus dentes, coloquei minha camisola e tirei minha calcinha, enxáguei e deixei pendurada na torneira do chuveiro e fui me deitar. Peguei o celular e enviei uma mensagem para Ezequiel "Obrigada novamente por tudo, mas essa última coisa que aconteceu, achei que íamos nos beijar muito mais, me surpreendeu sua reação e você ter ido embora assim. Te quero" Apoiei meu celular na cama e estava adormecendo quando recebo a resposta de Ezequiel "Olha, linda... não aguento mais de amor, de tesão e de tudo o que sinto por você, juro que teria te comido centenas de vezes que estivemos juntos, mas te respeitei e sempre vou te respeitar, meu amor. Mas se na porta não te beijei foi porque se o fizesse, teria te levado pra sua cama e ali mesmo teríamos feito, teria te comido como um louco, como um desesperado, como um homem que te ama desde o primeiro momento. Te amo, minha linda. Descansa!" Ao ler essa mensagem, senti um calor indescritível e como não estava de calcinha, ficava me apertando e brincando com minha buceta e ofegava lentamente, me tocava por fora até sentir a necessidade de enfiar um dedo e foi incrível a sensação que começou a despertar em mim. Meus gemidos eram mais intensos, mas os abafava contra o travesseiro, me virei na cama, ficando de bruços e meu rosto bem pressionado contra o travesseiro, com as duas mãos me acariciava insaciavelmente – uma mão nos meus peitos duros, excitados, e a outra com um dedo dentro da minha buceta. Ofegava, ofegava desesperada até sentir um clímax total e coloquei minha cabeça de lado murmurando o nome dele – Ayyyyyyy... Eze... mmmmmmmmmmmm... ayyyyy meu amor... – me joguei na cama e fiquei tentando recuperar o fôlego e minha respiração, que estava muito ofegante, e fui adormecendo. No mesmo dia de manhã, acordei e notei que ainda estava com uma mão em um dos meus peitos e a outra na minha buceta. Me acomodei e me sentei na cama, minha mão que estava na entrada da minha buceta tinha o cheiro dos meus fluidos e me levantei imediatamente para lavar as mãos no banheiro, rezando para que meu pai ainda estivesse dormindo. Fui ao banheiro, me lavei e me olhei no espelho – tinha outra expressão no rosto, parecia diferente, não sei se por tudo o que aconteceu com Ezequiel ou por causa do meu tesão e do que fiz sozinha! Ao sair do banheiro, bati na porta do meu pai – Pa... pai... – não houve resposta – pai... pai, com licença... vou entrar... A cama estava arrumada e tudo em ordem, a mala dele no lugar. e havia uma carta na mesinha de cabeceira que ele tinha no quarto, abri e sentei na cama dele. "Oi Fran, meu amor. Espero que você tenha dormido muito bem. Eu, ontem à noite, assim que terminamos a reunião, fomos ao restaurante do porto jantar e por volta das doze já estava aqui, não sei a que horas você chegou, mas entre tantas coisas que aconteceram, não mandei mensagens, mas estava tranquilo porque você estava com aquele rapaz. Saí cedo, tinha uma reunião às 8, nos vemos mais tarde, meu anjinho. Vi que você estava dormindo de bruços, te cobri direitinho, te dei um beijo e saí do seu quarto, mas antes te escrevi esta carta. Te amo. Papai" Troquei de roupa e fui tomar café da manhã, levei meu celular para mandar uma mensagem para minha mãe e meu pai. "Oi mãe, como estão? Você não imagina como estou me divertindo. A Guille não está mexendo nas minhas coisas, né? Te amo" "Oi papai, bom dia. Não senti quando você veio me dar aquele beijo, espero que a reunião vá muito bem. Almoçamos juntos? Te amo muito, papai. Obrigada por tudo" Enviei as duas mensagens. Finalmente li todas as mensagens do grupo das amigas - Oi meninas... Em um minuto, surgiram infinitas mensagens "Apareceu a sumida" "Liberaram a sequestrada" "Fran, você ainda está no Uruguai??" "Você não sabe o que aconteceu" E me contaram que o Blas me procurou por toda a nossa cidade, achando que eu não queria vê-lo, e encontrou minha mãe, perguntou por mim, se apresentou como meu namorado, (por isso a mensagem da minha mãe) e contei para elas sobre a decisão que tomei sobre o Blas, mas sem contar ainda sobre o Ezequiel. Depois, quando terminei o café da manhã. Voltei para cima para me trocar e sair para caminhar, escolher alguma lembrancinha para mim e minha irmã. Porque com certeza o papai ia comprar ou já comprou uma para a mamãe! Estava terminando de me trocar quando ouço uma mensagem chegando, depois chegaram 3 juntas, pensei comigo: "Tomara que seja qualquer pessoa, menos o Blas" Tinha mensagens da minha mãe, do meu pai e outras do Ezequiel. Li as dos meus pais "Oi Fran, seu pai me contou que comprou um celular novo para você para ficar comunicados com ele e comigo. Assim que puder, preciso que me conte quem é aquele cara que me disse que é seu namorado, não gostei nada porque imagina se seu pai visse. Por favor, filha. Toma cuidado! Te amo" mensagem da minha mãe. "Oi meu lindo anjo. Estou muito feliz porque fui muito bem na reunião, mas querem que eu veja mais algumas pessoas então não vou poder almoçar com você, meu amor. Mas te prometo que hoje à tarde, assim que eu me liberar, quero ficar com você e passar muito tempo juntos, minha coelhinha linda! Te amo!" Mensagem do meu pai. "Oi bom dia, meu bombom. Como você está? Eu quase não dormi a noite toda, mas agora gostaria de passar aí te buscar e te levar para um lugar legal para você conhecer, quer? Te amo minha linda" mensagem do Ezequiel. Eu fiquei corada com a mensagem do Eze, mas antes de responder, preferi ligar para minha mãe e contar tudo: -Oi mãe... como você está? -Oi Fran, filha... bem... esperando sua ligação, e você? -Bem, estou no hotel. Para me trocar e ir passear com o filho de um dos investidores -Ah, olha... por favor... você me conta quem é o suposto namorado daí?? -Quem é o cara que te disse que era algo meu? Ele é um cara que conheci na escola, em uma hora livre e combinamos de nos encontrar no mesmo dia que o pai estava me esperando com as malas para virmos para o Uruguai e foi muito recente por isso não te contei, também não era nada sério nem para formalizar, fazia pouco tempo que a gente se conhecia: Não entendo a reação tão doida que ele teve!! -Ai meu Deus, Fran... ele me lembrou o Gastón, perdão o Barto!! Você tem que tomar cuidado com homens assim, são bastante desequilibrados, ficam doidos da cabeça! -Sim, sim, eu sei... falando no Bart... digo, antes que eu me esqueça de te contar, fui a um bar com o pai tomar um café -Sim, sim, no mesmo dia que chegaram no Uruguai ou foram a outro bar? -Ah não, sim, sim... é verdade -Filha, eu te conheço... o que aconteceu? -Não, não mãe... nada... nada... -Vamos Fran... me conta, seja sincera comigo! -É que quando você conta isso, você vai ficar muito brava, mas eu preferia te contar em casa - Ah não, não... agora você me conta, sim ou sim! - É que é sobre o Bart! Não sei como ele conseguiu. Minha rede social, ele me mandou uma mensagem e eu respondi e conversamos um pouco e ele pediu uma foto da gente e eu mandei! Me perdoa, mãe... me perdoa... mas eu queria saber dele e não sei o que aconteceu entre vocês, se eram só amigos ou o quê, mas eu fiz memória e lembrei de tudo e... mãe?? Mãe, você tá aí?? - Sim, sim... eu não consigo acreditar no que você fez... juro que não acredito! - Mãe... mãe... não foi minha intenção mexer numa ferida antiga, mas pelo que falei com ele, ele só queria saber como a gente tava, em nenhum momento ele pediu mais nada sobre a gente... perdoa, mãe... perdão... - Tudo bem, Francesca... já tá... obrigada por ter sido franca comigo... você comentou algo disso com seu pai? - Não, não, claro que não, mãe!! Nunca vou contar nosso segredo, fica tranquila, tá? Isso que você me contou vai ficar sempre guardado! - Tudo bem... vou tentar tomar alguma coisa pra normalizar minha pressão porque isso que você me disse me deixou muito mal e não sinto minhas pernas... mais tarde a gente conversa - Mãe?? Mãe... espera... mãe?? Minha mãe tinha desligado, assim mesmo sem se despedir, mas da minha parte não me parecia ruim ter falado com o Barti, como eu disse pra minha mãe: eu e minha irmã adorávamos ele quando éramos pequenas. Logo recebi uma mensagem do Ezequiel - Meu amor, você tá pronta? Eu já tô embaixo - Ainda falta, quer subir? Terminei de colocar minhas sandálias e ouço batidas na porta. Vou correndo abrir. Vejo ele parado ali e me surpreendo ao vê-lo com um terno totalmente diferente de ontem - Bom dia - Bom dia, linda... - Vem, entra... - ele entrou - faltava arrumar meu cabelo, mas acho que vou ter que trocar de roupa - Não... não... - Mas você tá de terno e eu vou muito simples assim - Não, não... amor... é que me vesti assim por você, pra você! E quero me desculpar por ontem à noite... - Não, você não precisa se desculpar... é que como a gente ficou na Seu carro ali tão perto, tão juntos... achei que ontem à noite, bem, de madrugada quando viemos, você ia me beijar...
- Fui até o banheiro me olhar e ele me seguiu e ficou na porta
- Você queria que eu te beijasse?
- E eu teria gostado porque sabe que te quero e ontem à noite...
- O que você fez ontem à noite?
- Pensei muito em você!
- Ah é?? Pensou muito em mim??
- Sim, pensei muito em você e em... - eu ri e fiquei corada
- Em que você pensou, minha linda? - ele me virou pra ele, ficando com a boca a centímetros da minha
Pensei em uma coisa... acho que você sabe do que estou falando! - eu ri e cobri o rosto
Ayyy... o que você pensou..?? Vamos... me olha... - olhei pra ele de novo
Acho que estou codificando essa imagem e acho que é isso que vou fazer agora!!
Ele se atirou pra me beijar, me apertou contra ele, me levantou com os braços e me colocou em cima da pia, me movendo devagar enquanto me beijava sem parar. Com uma mão me segurava, enquanto com a outra percorria minhas costas e me apertava mais contra ele. Soltou minha boca e beijava meu pescoço, meus ombros, eu gemia cada vez mais alto e acariciava sua cabeça, apertando-o mais contra meu corpo.
Ay Fran... Ay... Fran... se a gente continuar... se a gente continuar assim... não, não dá... não vou conseguir me controlar...
- O que você quer fazer comigo?
- Quero te fazer minha... quero te comer, meu amor... - ele tirou minha camiseta e fiquei só de sutiã, e ele se dedicou a me beijar, apertar meus peitos e, como pude, tirei o sutiã e ele os chupava, beijava e tocava como um louco.
Ay Fran... que peitos lindos que você tem!!
- Você gosta?
- Gosto de você, meu amor... seu corpo me deixa louco... - ele beijava meus peitos, colocava um na boca e lambia, mordia, chupava e brincava com a língua.
Ayyyy... ayyyyyy Eze... mmmmmmmmmm
- O que foi, meu amor?? Pede o que quiser que eu faço, faço o que você quiser...
- Quero... quero... mmmmmmmm...
- Meu celular tocou
- Shhhh... espera... - tentando me recuperar - melhor não... não vou atender...
- Atende, meu amor... caso sejam seus pais.
Ele me baixou, arrumei minha roupa e fui. pelo meu celular, era uma mensagem do meu pai "Oi minha coelhinha, terminei a reunião faz um tempinho. Cê tá onde? Quer almoçar junto?? Te amo. Papai" E fui até o banheiro onde o Ezequiel estava e a porta estava fechada - Eze? - Dava pra ouvir ele murmurando e ofegando devagar - Eze? Com licença... vou... - quando entro vejo que ele estava se masturbando e vejo ele gozando murmurando meu nome - Ai Fran... Fran... mmmmmmmmmmm... eu fiquei olhando enquanto ele voltava a si, me vendo parada ali - Perdão... me perdoa... desculpa por esse espetáculo que acabei de fazer mas... - me aproximei e tampei a boca dele com meu dedo - Tenho que te confessar que ontem à noite eu também me masturbei pensando em você e em como a gente ficou pertinho no carro! - Você se masturbou? - Siiim, me masturbei... me toquei toda pensando em você - Uffff... ficou muito excitada? - É que eu não sou de pedra... sou uma garota, sou de carne, sou humana e fico com tesão como qualquer mortal nesse mundo - É que me surpreende... você me surpreende! - Você também me surpreendeu... é a primeira vez que vejo um homem se masturbar pensando em mim - É que eu te amo, meu amor... fico com um tesão danado quando tô pertinho de você... se a gente tivesse continuado, teria feito amor com você como um louco... teria gozado tudo isso ou mais dentro de você ou fora... mas ontem... depois que fui embora, me masturbei no carro mas gozei duas vezes porque me recostei no seu banco, sentindo seu perfume, seu cheiro que estava ali... já não aguentava mais... mas... me perdoa... - Eu também gozei hoje de madrugada... pensando em você... e... - E... o que você quer que a gente faça?? - A gente ia almoçar... mas eu não tô com muita fome... e você? - Eu tô... quero te comer inteira!!! - ele se atirou sobre mim e de novo me beijou e fomos andando de costas indo em direção à minha cama e eu estava muito excitada e com tesão. Ele me jogou na cama e de novo tirou minha blusa e meu sutiã, ele tirou o paletó e a camisa e me apertou contra o peito dele que passou uma eletricidade em mim ao sentir os pelos dele, meus peitos estavam bem duros e me viu como estava e mordia elas, passava a língua e chupava muito mais do que no banheiro - Estou morrendo de vontade de te comer, meu amor... deixa eu fazer... - Eu não aguento mais... estou muito excitada... - Quero te fazer minha... deixa eu te fazer toda minha... - Ai, Eze... meu amor... sim... sim... vamos fazer... - Tem certeza?? - Sim... sim... Ele desabotoou minha calça e abaixou a sua, dava pra ver sobre a cueca a tremenda ereção que ele tinha e ele esfregava em mim. Eu ainda estava de calcinha, ele se ajoelhou na cama e abaixou enquanto eu me contorcia na cama, ele viu minha buceta com seus pelos e acariciou por fora, lambeu e eu me contorcia mais e mais, gemendo como uma louca. Ele meteu a língua, me lambeu como um louco e ele gemeu desesperado, sua língua subia e descia e meu corpo parecia convulsionar de tanto prazer e comecei a gemer mais alto... - Aaaai... aaaaiii... mmmmmmmmmm - Isso, meu amor... me dá tudo na boca... - Aaaaaahhhhhh... mmmmmmmmmmm... - ele lambeu tudo que tinha saído de mim. Fui recuperando minha noção e meu fôlego e ele se aproximou de mim - Por Deus... que gostosa... que gostosa que é seu corpo... - foi me beijando pelo pescoço enquanto me tocava com as mãos nos meus peitos, abaixou uma das mãos e foi descendo lentamente sua cueca, senti sua boca novamente no meu ventre e ouvimos meu celular tocar de novo... - Ai, não... - Não, não atende... - Não... não vou atender... continua... - ainda continuava tocando - O que eu faço? - Vai ter que atender ou desligar! - Não... não, no máximo vou silenciar... - nós rimos. Me levantei da cama quase sem roupa e atendi sem ver quem era Eu: - Alô?? Pai: - Oi, coelhinha! Eu: - Ai, pai... oi, oi... Pai: - Onde você está, amor? Estou te esperando lá embaixo faz tempo, o que aconteceu? Não íamos almoçar juntos?? - Eu: - É meu pai, ia almoçar com ele!! - falando baixo pro Eze Eze: - E o que a gente faz?? Eu: - Espera, pai... Pai: - Tá bom, filha... Voltando a falar com Ezequiel Eu: - Vamos almoçar os três juntos... Quer? Eze: - Uffff... eu queria comer só isso... Eu:-Tá bom, sim sim, papi. Tô indo, lá vamos nós... Pai:- Com quem você tava, coelhinho? Eu:-Tava com o Eze... com o Ezequiel, filho do Ricardo... Tchau, pai! - desliguei Eze:-Seu velho vai nos matar - enquanto se vestia rápido CONTINUA....

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