Minha namorada e meu colega de trabalho

Lucía e eu estamos namorando há uns anos. Somos jovens, começamos a sair quando estávamos no ensino médio. Ela ainda mora com os pais e está no segundo ano da faculdade de educação física. Eu, por outro lado, me emancipiei bem cedo e, por isso, trabalho desde moleque. Por causa disso, não consegui fazer uma faculdade, mas fiz vários cursos que me ajudaram a entrar na empresa onde trabalho hoje.
Ainda não pensamos em morar juntos. A ideia é que ela também arrume um emprego e possa me ajudar com as contas de casa, porque eu vivo no aperto no fim do mês.
Por enquanto, ela vem pra cá nos fins de semana, que é quando eu tô de folga.
Pelo que acabei de contar, a gente não costuma sair muito. Nosso plano é comer alguma coisa em casa, ver um filme e, no geral, transar. É uma parada bem repetitiva e talvez até chata, mas é o que posso oferecer até conseguir uma promoção e melhorar meu salário.
De vez em quando, Lucía me chama pra sair pra um barzinho tomar alguma coisa. Ela às vezes faz uns bicos e ganha uma grana. Mas é só isso que a gente faz nos fins de semana.
Muitas vezes ela passa o fim de semana inteiro comigo e vai embora na segunda de manhã cedo, quando eu tenho que ir trabalhar. A empresa onde eu trabalho fica no caminho da faculdade onde ela estuda, então às vezes ela me acompanha até a porta e depois segue viagem.
A gente tava nessa dinâmica há um tempão. Eu sentia que uma hora a gente ia se desgastar se continuasse nessa rotina.
Numa segunda-feira, Lucía me acompanhou até a porta do trabalho como de costume e, antes de eu entrar, a porta se abriu e saiu Gastón, um colega que trabalha em outra área. Ele me cumprimentou educadamente, cumprimentou Lucía também e foi pro mercadinho do lado. Me chamou a atenção o jeito que ela olhou pra ele. Não tirou os olhos até ele entrar no mercadinho. Depois me deu um beijo e foi embora. Quando passou pelo mercadinho, ela olhou pra dentro e seguiu em frente. andando.
Claramente o Gastón tinha chamado a atenção dela, um cara bem alto e bonito, dá pra dizer. A real é que não conheço ele muito bem porque trabalha em outro setor da empresa e nunca rolou uma conversa nos corredores.
Naquele dia, enquanto trabalhava, aquela cena ficava martelando na minha cabeça. Talvez eu tenha sentido um pouco de ciúme, mas também uma certa excitação. Vamos combinar que eu e a Lu estamos juntos desde muito novos e nunca tivemos outras experiências antes.
Voltei pra casa e ainda tava remoendo aquilo. Depois de alguns dias, passou e tudo voltou ao normal.
Nas semanas seguintes, foi sempre a mesma coisa: ela me acompanhava até a porta, me dava um beijo e ia embora.
Até que numa segunda-feira, quando a gente chegou, o Gastón tava na porta conversando com uns caras. Como eu não conhecia o resto, não cumprimentei ninguém e fiquei um tempão lá fora falando com a Lucía, que não parava de desviar o olhar pra onde eles estavam.
Quando bateu o horário, os caras que estavam com o Gastón entraram, mas ele foi até a banca de jornal. A Lucía me deu um tchau rápido e virou pra ir embora. Eu, antes de entrar, fiquei olhando e vi que ela entrou na banca também. Em poucos minutos, o Gastón saiu, e depois ela saiu com um pacote de biscoitos na mão.
Mais uma vez, fiquei pensando nisso o dia inteiro.
Não consegui tirar aquilo da cabeça a semana toda.
Quando a gente se viu no fim de semana seguinte, não aguentei e perguntei...

Y: amor, qual é a do Gastón, o cara do meu trampo?

L: Qual? Não lembro...

Y: Qual o quê! Aquele que a gente cruzou na entrada da empresa, o alto...

L: Ahh, o que foi na banca, né?

Y: Isso, esse mesmo

L: O que que tem?

Y: Vi que você não tirava os olhos dele

L: Nada a ver, pô! Só reparei na camisa que ele tava usando...

Y: Não me mente! De que cor era a camisa?

L: Era preta com detalhes amarelos, muito bonita... A verdade é que você pode falar qualquer cor que eu vou acreditar, porque não lembro, haha.

L: Sim, era dessa cor...

Y: E você acha que fica bem nela, além de ser uma camisa bonita?

L: Hmm, "sim" — ela disse, encurralada. Ficou com ciúmes?

Y: Não, só me chamou a atenção como você olhou pra ele desde a primeira vez. Pra mim, você gostou de algo mais do que da camisa dele...

L: Não, nada a ver! Você tá imaginando qualquer coisa!

Insisti mais algumas vezes, mas ela negou sempre. Depois, comecei a ficar excitado e a gente começou a se tocar e se beijar.
Em poucos minutos, estávamos transando sem freio e, no auge do clímax, ela gemeu pra mim: "Se você fica assim quando tá com ciúmes, vou começar a te dar ciúmes mais vezes."
Eu perguntei, me movendo com mais intensidade e segurando o pescoço dela: "Você gostaria que ele te comesse com essa força?" E ela confirmou com a cabeça, bem antes de ter um orgasmo muito forte. A putaria me deixou louco e eu gozei quase na hora.
Ficamos abraçados, exaustos, e dormimos rapidinho.
Na segunda-feira, quando a Lu me acompanhou até o trabalho de novo, eu torcia pra que o Gastón estivesse lá embaixo, mas não rolou.
A partir daí, não parei de pensar no assunto e, sempre que dava chance, deixava claro pra Lu que me excitava imaginar ele comendo ela. Ela cada vez mais entrava na dessa fantasia e, enquanto transávamos, sussurrava no meu ouvido as coisas que faria com ele.
Já tava chegando o fim do ano e era tradição a empresa organizar uma festa com todo o pessoal.
Era a melhor oportunidade pra Lu interagir com ele.
Quando chegou o dia da festa, a Lu vestiu a roupa mais sexy que tinha, se perfumou inteira e fez um penteado incrível. Sem contar que ela tem um corpo maravilhoso, já que estuda educação física, então naquele dia ela ia se destacar entre todas as minas.
Assim que chegamos, nos sentaram numa mesa que tinham reservado pra gente e começamos a procurar onde o Gastón estava. Até que vimos que Estava a duas mesas de distância.
Com o passar da noite, começamos a beber um pouco a mais. A Lu tava bem desinibida, e isso podia ajudar ela a se aproximar do Gastón.
Num dado momento, a Lu precisou ir ao banheiro e justo tinha que passar do lado dele. Quando tava perto, ela deu um sorrisinho e continuou andando. Ele devolveu o sorriso e depois virou pra olhar a bunda dela. Aquela foi a deixa de que nosso alvo tinha "mordido a isca".
Quando ela voltou do banheiro, passou por ele de novo, se olharam mais uma vez e sorriram com cumplicidade. Aí ela chegou perto de mim e falou no meu ouvido: "vaza". Na hora, um calafrio intenso subiu pela minha espinha e meu coração começou a bater a mil. Levantei, dei um beijo nela e falei pra me contar tudo depois.
Saí do salão andando nas nuvens. Não conseguia acreditar no que tava rolando.
Passaram-se várias horas e eu não conseguia pregar o olho pensando no que tava acontecendo na festa.
Finalmente ela chegou em casa. Assim que entrou, pedi pra ela me contar com todos os detalhes o que tinha acontecido.

L: Fiquei com os outros caras e minas que estavam na mesa até todo mundo ir dançar. Aí fiquei sentada sozinha. Depois de um bom tempo trocando olhares com o Gastón, ele resolveu se aproximar da minha mesa e disse:

G: E o teu namorado?

L: Já foi pra casa dele.

G: Nossa, que chato! A festa tá tão boa.

L: É, mas ele não curte festas.

G: Bom, mas pelo que eu tô vendo, tu curte.

L: Sim, resolvi ficar mais um pouco porque quase nunca saio.

G: Não deixam tu sair? Haha.

L: Não, não é isso... é que eu tô bem ocupada durante a semana e nos fins de semana tô muito cansada, então não tenho vontade de sair.

G: Mas de vez em quando é bom sair, pra espairecer um pouco e se divertir.

L: Sim, por isso tô ficando, quero me divertir... mesmo não conhecendo ninguém.

G: Não se preocupa com isso, agora eu tô aqui. "Prazer, sou o Gastón" – ele disse e Estendeu a mão
L: "Sou a Lucía, prazer" — falei e apertei a mão dele

Conversamos mais um pouco e ele me chamou pra pista de dança.
Aos poucos fui me aproximando dele e começamos a dançar bem colados.
Cada vez tinha mais roçadas entre a gente e umas duas vezes ele tentou me beijar, mas eu desviava.
Chegou uma hora que tocou um reaggeton pesado e eu encostava a raba no volume que crescia cada vez mais. Ele segurava minha cintura e eu rebolava a buceta descaradamente.
De repente, falei que ia embora e ele, todo perdido, pedia pra eu ficar.
Não rolou mais nada. Só passei meu número porque ele falou de uma festa na próxima sexta e queria que eu fosse. Depois dei um beijinho na boca dele pra deixar ele excitado e fui embora.

Depois do relato da Lucía, tirei a tanga dela e fiquei louco quando vi o quanto ela tava molhada. Na hora, tirei a roupa dela e comi com muita energia até gozar intensamente.

Passou aquele fim de semana e na segunda, obviamente, ela foi comigo pro trabalho. Quando chegamos na entrada, por sorte o Gastón tava com uns colegas na porta. Minha namorada e ele não paravam de trocar olhares cúmplices. Eu fingia que não tava vendo e por dentro explodia de tesão.

Chegou a hora de entrar. Os caras que tavam com o Gastón entraram rápido. Ele se aproximou, me cumprimentou e cumprimentou a Lucía, que respondeu super animada. Não rolou mais nada, eu e o Gastón entramos e ela foi pra faculdade.

Quando chega a sexta, Lucía me mostra uma mensagem do Gastón com o endereço da festa e o horário (bem tarde).
Obviamente ela se vestiu extremamente sensual e se despediu de mim prometendo contar tudo na volta.
Pra mim, significava não pregar o olho de novo de tanta excitação.

Ela voltou pra casa umas 6 da manhã. Mais uma vez, assim que passou pela porta, pedi pra ela contar tudo.

L: Cheguei na festa e o Gastón tava com uns amigos. Ele me apresentou e todos me olhavam com Muito desejo. Ele percebeu isso na hora e a gente se afastou do grupo. Me pagou uma cerveja e começamos a bater um papo. Aí ele trouxe mais uma cerveja, depois outra e mais outra...
Começamos a dançar igual no dia da festa da empresa. Muito roçando e tudo bem pesado.
Num momento, ele me chamou pra pegar outra cerveja e eu cheguei no ouvido dele e falei: "não precisa me embebedar, já tô morrendo de vontade de você me comer" e na hora beijei ele com tudo.
A gente se beijou desesperadamente por um tempão. Nossas mãos percorriam o corpo todo. Minha calcinha fio-dental tava tão encharcada que não fazia mais sentido usar, e o volume na calça dele ia explodir a qualquer momento.
"Vamos pra minha casa?" — ele perguntou no meu ouvido, e eu respondi: "já devia estar pelada na sua cama". Na hora ele me pegou pela cintura e a gente saiu de lá quase correndo.
Não conseguíamos nos desgrudar. Em cada semáforo que ele parava, a gente se beijava com tudo e só parava quando alguém buzinava pra gente andar.
Finalmente chegamos na casa dele. Do jeito que deu, entramos no quarto. Ele tirou a camisa rápido. Eu sentei na ponta da cama dele e, num instante, desabotoei a calça dele. Tirei tudo de uma vez e vi a pica linda dele. Não era muito comprida, mas era bem grossa. Tava duríssima e da cabeça escorria líquido pré-gozo, que eu chupei na hora. Depois, abri bem a boca e comecei a chupar com muito tesão. Mal conseguia colocar metade do pau na boca, e na minha cabeça eu pensava: "isso vai ser intenso". Aí o Gastão me despiu desesperado e começou a me beijar do pescoço, desceu pros meus peitos, onde ficou um tempão em cada mamilo, e depois fez uma viagem com a língua até minha buceta, mas eu falei que não precisava, queria que ele me penetrasse logo. Ele colocou uma camisinha na hora e começou a meter devagar. É impressionante como uma buceta se acostuma com um tamanho de pau e depois... Vem outro maior e te deixa toda aberta. De qualquer forma, foi muito prazeroso, porque eu estava tão lubrificada que só sentia a pressão que minha buceta fazia recebendo o pau dele. Ele me perguntou "tá bem?" E eu respondi "melhor do que nunca, vai, me come toda!". Gastão começou a se mover com força e eu sentia como entrava e saía cada milímetro do pau dele. Sério, a sensação foi muito intensa, tanto que em poucas estocadas, tive um orgasmo incrível. Ele continuava acelerando e minha buceta suculenta estava se moldando ao pau dele.

Começamos a mudar de posição. Montei nele desenfreadamente. Fiz a cama dele chiar tanto que a qualquer momento íamos acabar transando no chão. Ele metia bem fundo e eu me mexia com força até gozar de novo. Depois ele colocou minhas pernas nos ombros dele e começou a me dar com mais força e, por último, fiquei de quatro. Ele passou a língua no meu cu várias vezes antes de me penetrar e depois meteu até o fundo e começou a se mover selvagemente enquanto me puxava forte pelo cabelo. Eu estava encantada, gemia bem alto e gritei "que trepada foda você tá me dando, meu amor, adoro!" E ele respondeu "você merece isso e muito mais!". Eu continuei incentivando ele - "me faz sua quantas vezes quiser, essa pussy te pertence!". Eu tava deixando ele louco, cada vez ele metia mais forte. Mas de repente ele parou... Perguntei o que tinha acontecido e ele disse que a camisinha tinha estourado e que já ia trocar. Mas eu tava tão tesuda que falei pra ele tirar rápido e continuar me comendo sem nada. Ele obedeceu e meteu de novo. "Nossa, assim é muito mais gostoso! Tô sentindo ele todinho!" - continuei provocando ele e ele metia com tudo. Ele metia com tanta força que com certeza depois os ovos dele doeram de tanto bater. Eu já tava chegando no meu orgasmo número sei lá quantos e ele já tava quase gozando, então continuei incentivando "sim, meu amor, essa pussy agora é toda sua, pode me comer quantas vezes quiser!". Ele começou a gemer forte e eu pedia pra ela não parar até que finalmente gozamos juntos. Foi incrível!
Ficamos nos beijando. Depois me troquei e ele me trouxe até aqui...
Mais tarde tenho que ir na farmácia buscar a "pílula do dia seguinte" porque ele encheu minha buceta de porra...

Depois do relato da Lu, eu tava vermelho de tesão. Tirei a calcinha fio dental dela que tava suja com os fluidos e o sêmen que escorreu e meti. Se durei 10 segundos, foi muito... O Gastón tinha deixado ela toda aberta e ela tava toda molhada, com certeza por lembrar do que tinha feito há pouco... fimMi novia y mi compañero de trabajo

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3 comentários - Minha namorada e meu colega de trabalho

ufff tremendo...te falto chuparle la concha cdo volvio...
van 10