Oi, me chamo Mônica e sou de Buenos Aires. Tenho 49 anos e o que vou contar aconteceu há pouco tempo, em janeiro de 2023, durante minhas férias.
Sou divorciada e divido a guarda do meu filho, Lucas, com meu ex-marido. Já estamos separados há cinco anos e nossa relação é normal, acho, como a de qualquer casal divorciado. Felizmente o Lucas já tá grande, tem 17 anos, então não dá problema nenhum ele morar comigo no apartamento que sempre tivemos e passar os fins de semana ou outras temporadas com o pai. Ele já se vira bem sozinho, no geral.
Um pouco sobre mim? Apesar da idade, me sinto muito bem com meu corpo. Sempre fui alta e magra, tenho quase um metro e oitenta. Meu cabelo é preto e gosto de usar liso e comprido, como sempre usei. Tento malhar quando posso e me alimentar bem e saudável. É, tenho um vício que é o cigarro, mas há um tempo tô tentando largar. Também não fumo muito. Apesar de ser alta e magra, não sou nada esquelética ou franga. Não é por ser vaidosa, porque nunca precisei fazer nada especial pra ter, mas meus peitos são grandes e bem formados. Tenho uma cintura que acho normal pra uma mulher da minha idade que já teve filho há um tempo, e acho que uma bunda bonita. Tenho um corpo bonito e percebo às vezes que na rua alguns homens me olham. Felizmente ainda não me deu a famosa velhada que pega tanta mulher, e acho que com um pouco de sorte posso ir levando bem por mais uns anos se continuar me cuidando.
Desde que me separei do meu marido, como já contei, há cinco anos, não tive nenhum outro relacionamento sério. Um ano depois da separação, comecei a sair por um tempo com um colega de trabalho, mas não era nada sério, não terminou em nada sério e também não durou muito. Ficamos juntos uns quatro meses, no máximo. Depois disso, não tive contato sexual ou íntimo com nenhum outro homem (ou mulher, deixo claro). Minha vida se resumiu a trabalhar e cuidar do Lucas quando ele estava comigo, e, para me distrair, sair com minhas amigas pra algum lugar ou só ficar em casa descansando.
A história que vou contar, que aconteceu ano passado, ninguém sabe além de mim e da outra pessoa envolvida. Não contei pra ninguém, nem pras minhas melhores amigas, com quem tenho total confiança, com medo de que pensem mal de mim ou que role um problema grave. Vocês vão entender o porquê.
Naquele janeiro de 2023, eu já tinha tirado minhas férias e pensado em levar o Lucas pra praia comigo. Tinha um mês livre e queria aproveitar ao máximo, porque 2022 tinha sido um ano muito cansativo em todos os sentidos. Meu ex-marido nunca foi milionário nem nada, mas a gente tinha grana suficiente pra viver bem, e nos acordos do divórcio e na divisão dos bens, que por sorte foi bem tranquila, nós dois decidimos manter a casa que tínhamos na praia, em Pinamar, porque a ideia de perdê-la dava pena pra nós dois. Queríamos mantê-la e só combinar as datas entre a gente se alguém quisesse usar pra passar as férias. Nunca tivemos problema nenhum, então conversei com meu ex e combinamos que eu passaria janeiro lá em Pinamar com o Lucas, e depois, se ele quisesse, em fevereiro eu voltava, meu ex chegava em Pinamar, e o Lucas, se quisesse, ficava com ele pra continuar curtindo as férias na praia ou voltava comigo pra Buenos Aires. A gente veria no caminho.
Quando a data já tava chegando, um dia o Lucas me pediu se ele podia convidar um O melhor amigo dele, Juani, pra vir com a gente e poderem ficar os dois lá curtindo as férias. Juani era o melhor amigo do Lucas desde a época do ensino fundamental e eram super parceiros pra tudo. Claro que topei de boa, mas falei que ia conversar com a mãe do Juani pra ela também concordar. Conhecia ela há anos também e a gente tinha uma relação muito boa. Acertei tudo com a mãe do Juani e combinamos que eu ia viajar primeiro pra Pinamar quando minhas férias começassem, logo depois do Ano Novo, passar uns dias sozinha, e na segunda semana os meninos chegariam juntos de ônibus. A mãe do Juani ficou super grata e se ofereceu pra pagar os gastos do filho enquanto estivesse com a gente, mas claro que recusei. Conhecia o Juani desde pequeno e ele era o melhor amigo do Lucas. Gostei da ideia do Lucas ter o amigo dele lá pra compartilhar o tempo na praia e se divertir. Além disso, o Juani era um moleque tranquilo e não se metia em nada estranho. Os dois jogavam futebol no clube, mas o Juani era o mais esportista dos dois. Realmente não me custava nada ter o Juani lá com a gente, a gente se conhecia há tanto tempo que ele era quase da família.
Cheguei em Pinamar com o carro lotado das minhas coisas pra passar as férias e, depois de me instalar na casa e relaxar um pouco, fui comprar umas comidas e bebidas pra ter em casa e comecei a limpar a casa numa boa. Só por estar lá na praia já me sentia mais relaxada e já imaginava umas férias incríveis. Mas infelizmente os planos não saíram como eu, ou ninguém, esperava.
Era quinta-feira da primeira semana de janeiro e o plano era que meu ex-marido ia ficar com o Lucas até hoje, eles se encontravam com o Juani e levavam os dois até a rodoviária do Retiro pra virem pra Pinamar, e eu ia buscá-los cedo na sexta de manhã. Mas naquela quinta à tarde, meu ex-marido me liga avisando que o Lucas tinha sofrido um acidente. Tava jogando futebol com os amigos no clube, um deles parece que foi com tudo pra disputar a bola e acabou pisando nele, torcendo o tornozelo de um jeito feio. Por sorte não quebrou, mas com certeza luxou ou esticou algum ligamento, e a área ficou toda inchada e ele tava com muita dor. Na clínica onde atenderam ele, deram uns remédios pra aliviar a dor e mandaram fazer uns exames pra ver direito o que ele tinha. Achavam que era só isso e que não seria nada grave, mas o problema é que naquele estado ele não ia conseguir viajar pra Pinamar no dia seguinte.
Eu não me preocupei muito porque não era a primeira lesão que o Lucas arrumava. Mais ou menos uma vez por ano a gente tinha alguma coisa desse tipo, já tava acostumada. Falei com o Lucas, que tava lá com o pai, e ele me disse que tava doendo, mas que tava bem, pra eu não me preocupar. Ele falou que tava meio triste por não poder viajar no dia seguinte, e que o Juani tava pior de humor porque foi perguntar na empresa de transporte pra trocar a passagem e disseram que não, sei lá por quê, que dava pra cancelar mas não trocar em cima da hora.
Eu, pra não transformar uma situação ruim em algo pior, falei pro Lucas dizer pro amigo dele vir mesmo assim, como tava planejado, e que alguns dias depois, quando o Lucas pudesse viajar, mesmo que com uma bota ortopédica, ele viesse. Isso era só um contratempo e não precisava cancelar as férias deles por causa disso. Falei que de algum jeito a gente ia se divertir do mesmo jeito, que ele não se preocupasse.
O Lucas resolveu tudo rápido com o Juani e depois me ligou pra dizer que sim, que o Juani no final ia viajar como planejado e que eu fosse buscá-lo amanhã cedo no terminal de Pinamar. Pra mim era a mesma coisa, buscar dois ou um só dava no mesmo. Então a gente combinou assim e o plano, apesar desse contratempo, continuava firme.
No dia seguinte, fui receber o Juani umas dez da manhã na rodoviária. Terminal de Pinamar. A gente se cumprimentou quando ele desceu do ônibus e ele não parava de me agradecer por tudo: por ter convidado ele, por ter ido buscá-lo, por não ter cancelado nada... Juani era um amor. Falei pra ele não se preocupar, que até o Lucas chegar em alguns dias, eu ia cuidar dele e levar ele pra passear por todos os lugares, já que ele não conhecia nada de Pinamar. Ele era como da família e eu adorava ter ele ali.
Quando chegamos em casa, Juani se instalou no quarto que a gente tinha pros meninos, com duas camas de solteiro, e foi desfazendo as malas e arrumando as roupas. Já era quase hora do almoço, então cozinhei algo pra nós dois e almoçamos, batendo papo sobre tudo um pouco. Enquanto comíamos e conversávamos, eu ria por dentro porque sempre me lembrava do Juani de quando ele e o Lucas estavam no ensino fundamental, aquele Juani pequenino, amoroso e meio arteiro, com quem passamos tantos momentos. E eu ria porque agora parecia que eu tinha outra pessoa na minha frente. Sim, claro que era o Juani, era o mesmo... mas ao mesmo tempo não era. Já era um homenzinho e falava como tal. Tinha certeza de que a mesma coisa devia ter acontecido com o Lucas, mas eu, como mãe, não percebia. Os dois tinham crescido e já não eram mais crianças. Principalmente o Juani, mais que o Lucas. Ele era o mais atlético e esportista dos dois, já tinha dado o estirão da puberdade há um tempão e era bem musculoso em comparação com meu filho, que era mais magrinho. Ele me olhava, a gente ria enquanto conversava e comia, e realmente parecia outra pessoa. Em alguns momentos, parecia um cara, não o Juani de sempre.
Durante o ano, eu não via o Juani com tanta frequência. Por causa de onde cada um morava, era mais comum o Juani se encontrar com meu filho nos dias em que ele ficava com o pai, mas de vez em quando eles vinham em casa. Eu devia vê-lo regularmente uma vez por mês ou algo assim, e não sei por que, naqueles momentos e naquele ambiente, eu não tinha notado ele tão diferente, ou talvez eu Eu teria notado. Mas ele tinha virado um cara bem gostosinho. Além disso, o corpo que ele desenvolveu, tinha certeza que devia ter várias minas dando em cima dele já. Como a gente tinha intimidade de tantos anos e notei que estávamos os dois relaxados, resolvi puxar o assunto enquanto almoçávamos.
"Ô Juani", perguntei, "E a sua namorada não ficou brava que você veio pra cá e deixou ela sozinha?"
Ele riu enquanto comia, "Que namorada?"
Eu também sorri, "Fala sério, meu. Comigo não, hein. Vai me dizer que não tem nenhuma mina te rodeando?"
Achei que ele ficou meio sério, mas mesmo assim respondeu num tom normal, "Não, Moni. Não tenho. As minas não me dam bola."
Eu não quis rir porque podia interpretar errado, mas não dava pra acreditar, "Aaah Juani. Sério mesmo?"
Ele balançou a cabeça, "Juro, Moni. É verdade. Olha... fiquei com uma mina, mas foi ano passado. Faz tempo. E antes disso, nada mesmo."
"Ah, tá, viu? Então você já pegou alguém.", sorri pra ele.
"É, mas não rolou nada. Também não fiquei muito tempo com ela.", respondeu e depois me olhou com um sorrisinho, "Quem tá apaixonadinho é o Lucas."
Eu sorri, "É, ele tá com a Maribel. Ela é uma fofa, gosto muito dela."
"É, eles estão muito bem."
"E a Maribel nunca te apresentou uma amiga? Nada?", perguntei.
Juani balançou a cabeça, "Não, nada. Ah, sei lá, nunca rolou. Não sei."
Eu sorri pra ele e olhei, "Bom, não se preocupa. Uma hora vai rolar. É uma pena que você não esteja com nenhuma mina. Bom... digo isso assumindo que você quer, né?"
Juani me olhou, "Sim, claro que quero, Moni."
Juani não disse com palavras, mas eu captei na hora o que ele quis dizer. Naquela idade, os hormônios deviam estar fervendo na cabeça dele e deixando ele louco, coitadinho. Lembrei do meu próprio despertar sexual naquela idade e entendia perfeitamente. Eu também não tive muitos namorados naquela época, e também queria, mas não rolava. Pensei que era realmente uma pena um cara tão saudável e gostosinho estar solo.
"E por que você acha que nunca rolou, hmm?", perguntei.
Ele deu de ombros, "Sei lá. Não faço ideia. Devo ser feio.", riu.
"Não fala isso, Juani. Você não é feio nem fodendo. Sério. Não se diminui assim.", falei sério.
"Ah, pode ser, mas não sei que outra explicação tem", ele disse e me olhou. Tava me olhando? Achei que percebi como o olhar do Juani às vezes ficava sem querer me encarando, mas talvez fosse coisa da minha cabeça.
"Olha, quem sabe, talvez agora que o Lucas vem vocês saiam por aí e você conheça uma mina gostosa. Quem sabe?", sorri pra ele, "Talvez você tenha um love de verão."
Ele riu e continuou comendo, "É, seria bom, né? Tomara."
Eu sorri enquanto terminava meu prato, "Se valoriza mais, Juani. Se você não se ama, como os outros vão te amar?"
"É, Moni, não é por aí", ele disse, "Não tô deprimido nem nada. É que às vezes... sei lá... é difícil. Tipo, vê, você vê todo mundo com alguém e você tá sozinho... meio que fode."
Eu concordei e levantei com meu prato, depois peguei o dele que já tinha terminado, "Te entendo. Claro que fode. Mas sabe o quê? São só momentos. Te falo por experiência. São momentos que vêm e de repente passam."
Levei os pratos pra pia da cozinha pra começar a lavar e continuamos conversando. Juani ainda tava sentado na mesa, terminando a bebida e meio recostado na cadeira enquanto eu lavava de costas pra ele.
"Te falo porque comigo também rolou", falei sem olhar, "Quando eu tinha sua idade também tive esses buracos em que não tava com nenhum cara."
Ouvi ele rir, "Qual é, essa eu não engulo..."
Virei a cabeça pra responder e vi que ele levantou o olhar na hora pra me encarar. Tava olhando minha bunda? Tudo indicava isso. Foi rápido, mas não rápido o bastante e eu percebi. Respondi do mesmo jeito, sem tocar no que tinha notado, "Não acredita em mim?"
"É que você não ficou com ninguém quando era nova... ou sei lá, que teve esses Baches, como você disse", ela me respondeu.
Eu me virei de novo pra continuar lavando, "E por que você não acredita em mim?"
"Sei lá, Moni, nunca vi fotos suas de menina, mas com certeza você era gostosa igual agora. Não pode ter mudado tanto", ele disse.
Eu sorri sem que ele visse, "Ah, que gentil, obrigada pelo elogio. Depois te mostro fotos minhas de menina, se quiser. Tenho algumas no celular."
"Uh sim, bora...", ele riu, "Quero ver."
"Beleza", falei, "Mas mesmo assim não importa se eu era igual ou não. O que importa é que eu também tive períodos em que não fiquei com ninguém e queria. Sei como é.", falei. Levantei o olhar bem discretamente e, com um dos espelhinhos que tinha na cozinha, vi o Juani, ainda sentado lá, mas vi ele definitivamente olhando pra minha bunda, parecia que não conseguia tirar os olhos dali. Eu podia ter me virado e continuado falando, mas me deu na cabeça que ia deixar ele continuar olhando.
Depois de um tempinho em silêncio, ouvi ele dizer, "Bom, mas no final seu bache passou e já era."
"Claro, é o que eu tô te falando. São períodos, só isso. Você não precisa se preocupar.", falei.
"Não me preocupo. Só me incomoda muito."
"Vai passar, fica tranquilo. Sério. Não tô te falando por falar. Tenho certeza que já vai se resolver", sorri um pouco por cima do ombro enquanto terminava de lavar.
"Tomara. Bom... eu, muito obrigado pelo almoço, Moni. E por tudo.", ele disse e se levantou.
"Ah, não me agradece, Juani. Não é problema nenhum.", falei, "Além disso, você vai ficar aqui um tempão. Vai me agradecer por tudo o tempo todo?"
Ele riu, "Claro. Sou educado. Hmm... posso ir tomar um banho? O banheiro funciona?"
"Sim, claro que funciona. Pode ir tranquilo. Eu termino aqui, faço mais umas coisas e acho que vou dar um mergulho na piscina um pouquinho. Você toma banho sossegado", respondi, "Depois à tarde a gente vê se vamos a algum lugar, tá?"
"Ok, beleza, obrigado", ele disse e saiu da cozinha.
Terminei tudo na cozinha, fui pro meu quarto e me troquei. Vestindo meu biquíni. Apesar do que todo mundo sempre falava, que fazia mal, eu sempre adorei dar um mergulho rápido na piscina depois de comer. Nunca me fez mal e sempre curti. Era meu costume. Quando fui pegar uma toalha, não encontrei nenhuma. Lembrei que todas tinham ficado no banheiro. Fui até o banheiro, abri a porta devagar e ouvi o barulho do chuveiro e um monte de vapor que tinha se acumulado no ambiente saindo devagarinho pela porta.
Enfiei a cabeça e avisei o Juani: "Juani, sou eu, vim pegar uma toalha, fica tranquilo..."
"Ok, pode vir...", ele respondeu de trás do box enquanto continuava tomando banho.
"Vou dar um mergulho na piscina, quer vir?", perguntei enquanto achava uma toalha.
"Eeeeh, não, deixa pra lá, Moni. Outro dia. Já tô tomando banho, mas valeu...", ouvi ele dizer.
"Beleza, quando voltar eu tomo banho. Fica à vontade aí..."
"Valeu, obrigado..."
O que aconteceu depois eu nunca vou esquecer. Tenho a imagem daquele momento gravada a fogo na memória. Tava com a toalha na mão e pronta pra ir embora quando me virei e, quase por instinto, olhei no espelho. Não estava embaçado, então vi tudo. Juani tinha deixado a porta do box um pouco aberta, não estava completamente fechada, então vi ele no espelho enquanto tomava banho. Foram só alguns segundos, ou pelo menos espero, porque perdi a noção do tempo, juro. Que corpaço que o Juani tinha... musculoso por todo lado, mas musculoso bonito... nada grotesco e deformado como um fisiculturista. De jeito nenhum. Tinha uns braços definidos e fortes, e uns abdominais e peitorais de dar água na boca. Ver ele se ensaboando também não ajudou a parar de ficar olhando feito uma idiota. O pior foi quando meus olhos desceram naturalmente e aí eu vi...
Juani tinha um pau incrível. Não tava ereto de jeito nenhum, mas pendia, comprido e Bem grosso. Ele tinha puxado a pele pra trás em algum momento, com certeza pra lavar ali, e tinha deixado a glande à mostra. Era grande e cabeçuda, com um formato de cogumelo divino. Juro que minha boca encheu d'água. O que devia ser aquele pau duro e ereto, Deus... que corpanzil que o Juani tinha, que pedaço de homem que ele era e o que ia ser...
Voltei a mim depois de alguns segundos e percebi que tinha ficado parada ali no banheiro, com a toalha na mão e olhando pro Juani escondido, sem ele me ver, como se fosse uma garotinha envergonhada e não uma mulher de quase cinquenta anos. Sem dizer nada, me apressei e saí do banheiro, fechando a porta devagarinho e indo pra fora, pro quintal e pra piscina. Tentava desesperadamente não pensar no que tinha visto, mas era quase impossível. Enquanto deixava a toalha e minhas coisas do lado da piscina, não conseguia evitar de ficar morrendo de tesão pelo Juani. Juro que queria parar, não queria pensar que até um dia atrás eu achava que ele ainda era um menino, mas hoje já era um homem. E que homem, Deus... Não era certo pensar nisso, não era decente e eu não queria. Mas os pensamentos invadiam minha cabeça, juro. Fazia tanto tempo que eu não ficava com um homem. Com um homem de verdade, igual o Juani. Os sentimentos de tesão e necessidade de mulher que eu guardava sem usar depois de tanto tempo começaram a aflorar e encher minha cabeça com ideias e imagens que eu não precisava naquele momento. Eu tinha quase trinta anos a mais que ele, era o melhor amigo do meu filho... não podia rolar nada. Não queria problemas, não podia ter problema nenhum.
Entrei na piscina e comecei a nadar um pouco, pra ver se o frio da água e um pouco de exercício me clareavam a mente e me faziam parar de pensar em coisas que eu não precisava pensar. As mulheres que tão lendo isso com certeza vão me entender perfeitamente. Tinha tanta coisa pra perder... podia dar uma treta e uma confusão tão, mas tão grande se eu não tomasse cuidado. e se fizesse algo que não devia... mas a ideia continuava ali, martelando minha mente como um aríete tentando derrubar o portão de um castelo.
Disse pra mim mesma enquanto nadava que parasse de encher o saco. Que já era. Eu era uma mulher crescida, não ia acontecer nada e ponto final. Chega. E finalmente consegui. O frio da água e o exercício de fazer vários lances na piscina conseguiram me acalmar. Não fiquei muito tempo dentro, só queria um mergulho pra tirar o calor e curtir um pouco a água. Saí da piscina, me enxuguei um pouco ali e voltei pra casa, indo direto pro banheiro. Juani já devia ter terminado o banho fazia tempo.
Não vi o Juani em lugar nenhum, mas a porta do quarto dos meninos estava fechada. Devia estar lá. Quando entrei no banheiro, o ambiente ainda tinha um pouco do vapor e do calor do banho que o Juani tinha tomado. Tirei o maiô e entrei no chuveiro, só pra me molhar rápido e lavar todo o cloro da piscina. Terminei, me enxuguei um pouco, me enrolei numa toalha grande e fui pro meu quarto me vestir.
Fiquei um tempão lá no meu quarto enquanto a casa estava em silêncio. Juani com certeza devia estar largado na cama com o celular, ou talvez tivesse deitado pra tirar uma soneca. Por sorte, todos os pensamentos que tive já tinham ido embora. O mergulho e o banho tinham me feito bem. Tirei a toalha e fiquei nua na intimidade e no silêncio do meu quarto, enquanto me enxugava tranquila e procurava alguma roupa pra vestir. Pensei numa camiseta larga e uma calça jeans pro resto do dia. Não queria colocar nada apertado... Juani decididamente tinha ficado me olhando enquanto almoçávamos e não queria tentar o garoto, nem por acidente. Era melhor. Joguei a roupa na cama e tirei de uma gaveta um potinho de creme hidratante que eu gostava de usar, deixava a pele bem macia e era uma delícia. Passei o creme pelas pernas e pela bunda, depois fui até o espelho grande da quarto e comecei a passar as mãos pelos braços, abdômen e peitos, tentando não deixar nenhum lugar da minha pele sem atenção. Gostava de me admirar no espelho quando estava sozinha e assim nua. Não era por vaidade, era mais por gratidão por ter chegado na minha idade e ainda ter um corpo gostoso. Os homens naturalmente sempre reparam nessas coisas, até na nossa idade ou mais. Ainda era magra, não tinha ganhado nenhuma barriga, ou quase nada, mas ficava bem em mim. Virei de perfil e me olhei no espelho. Nunca tive uma bunda enorme, mas era bonita e não estava caída. Peguei um pouco mais de creme e passei de novo nos peitos e no pescoço enquanto me olhava no espelho. A verdade é que ainda tinha uns peitos lindos. Gostava muito deles. Eram grandes e macios, com a queda perfeita e um formato que fazia os homens sempre olharem. Depois olhei meu rosto enquanto continuava passando e espalhando creme nos peitos. Sim, claro, já tinha algumas rugas no pescoço e um pouquinho no rosto, mas isso era inevitável. O creme e os cosméticos ajudavam um pouco, sim, mas não era algo que dava pra resolver.
De bobeira mesmo e já que estava sozinha, levei as mãos aos meus peitos e brinquei um pouco em silêncio na frente do espelho, apertando eles e levantando um pouco nas minhas mãos enquanto via como ficavam à mostra... e foi aí que vi. No espelho, vi a porta do meu quarto só um pouquinho aberta e pela fresta que se formou, vi um movimento pequeno de alguém. Pelo espelho não consegui distinguir direito, mas definitivamente tinha alguém me olhando pela fresta da porta, escondido. Fiquei paralisada de repente, não podia ser outro senão o Juani. Não tinha mais ninguém em casa.
O Juani me viu, percebeu que eu notei que ele estava ali e vi ele sumir rapidão pro lado da sala.
"Juani!", levantei a voz, mas não vi ele aparecer de novo. Irritada, me vesti rápido como pude e saí disparada do meu quarto também. procurando o moleque. Ele tinha me espiado, tinha certeza, mas quanto tempo ele ficou ali sem eu perceber? Quanto ele viu?
Quando cheguei na sala um momento depois, vi ele sentado no sofá, me olhando nervoso e meio assustado. Eu tava bem puta. Acho que poucas mulheres gostam de ser espionadas na sua intimidade, ainda mais naquela situação.
"Juani, que porra é essa?! O que cê tem, moleque? Ficou maluco?!", falei com um tom ácido e alto, parando ali e encarando ele, "Mas cê pirou de vez?!"
"Não... calma, Moni... eu...", ele tentou começar, mas eu, puta da vida, cortei.
"Como é que cê faz uma parada dessas? Cê tem noção do que fez?!", rosnei pra ele.
Juani parecia que ia desabar a chorar a qualquer momento, pensei. Por mais que eu já visse ele como homem, ainda era um guri de dezesseis anos que tinha feito merda e não sabia o que fazer.
"Me perdoa, Moni... pelo amor, te peço... me perdoa...", ele falou, me suplicando com o olhar, sentado ali no sofá, "Juro que não sei o que deu em mim... ia pegar algo pra beber... na cozinha... passei e olhei sem querer..."
"Mas pelo amor de Deus, Juani...", falei, baixando um pouco o tom, "Não me vem com essa de que olhou sem querer... cê ficou ali um tempão, né? Cê acha que isso é certo?"
"Não, óbvio... me desculpa, por favor...", ele disse, "Sou um idiota... pelo amor, me perdoa..."
"Fala a verdade, Juani", falei com a testa franzida, "O mínimo que cê pode fazer depois do que acabou de fazer é não mentir pra mim, né?"
Vi que ele me olhou por um instante e levou as mãos ao rosto, esfregando ele, tentando se acalmar um pouco. Eu sentei devagar do lado dele, esperando ele se acalmar. Também baixei o tom. Não achei que continuar esculachando ele ia adiantar, e já tinha feito isso. Já mostrei com meu tom o quanto tava puta.
"Calma, Juani", falei finalmente num tom suave enquanto olhava pra ele, "Já foi, já era, cê fez. Mas fala a verdade. Não vou te... nem brigar nem nada."
Juani tirou as mãos do rosto e me olhou, envergonhado: "Sou um idiota, Moni... é, fiquei olhando um tempinho. Me desculpa. Juro que não vai acontecer de novo."
"Tá tudo bem", falei, "Te perdoo, não se preocupa."
"Por favor, não conta nada pra minha mãe. Por favor. Nem pro Lucas... pra ninguém...", ele implorou.
Eu suspirei: "Imagina se vou falar uma coisa dessas. Fica entre a gente, Juani."
Naquele momento, pensei que eu também não tinha muita moral pra julgar o garoto, já que nem meia hora antes eu tinha ficado no banheiro, olhando ele pelado no chuveiro sem ele perceber. Algo que eu não planejava contar pra ele. Então baixei bem a bola e a intensidade. Era pra entender, não julgar.
"Vai, beleza, já foi. Já era.", falei suave. Ele me olhou e assentiu: "Não vai fazer de novo, né?"
"Não, juro que não.", ele respondeu.
"Juani, eu sei que o que você viu provavelmente não é nada que você já não tenha visto antes, né? Mas mesmo assim, se intrometer assim na intimidade de qualquer mulher não é legal, quero que você entenda isso.", falei, "Por mais que a mulher não perceba, não é legal ficar espiando assim."
"Sim, eu sei, Moni. Já sei tudo isso... mas sei lá... passei, te vi sem querer e fiquei olhando. Me deu vontade."
"Tá bom", falei, "Te entendo, Juani..." — foi aí que notei que Juani tava com o celular na mão e uma luzinha acendeu na minha cabeça. Fiquei um tempo em silêncio até que finalmente perguntei.
"Juani... você não tirou fotos minhas, né?", falei gesticulando pro celular que ele segurava. Percebi que ele ficou nervoso na hora e tentou negar, de um jeito que não convenceu ninguém.
"Hã? N-não... não, Moni, tava com ele na mão só..."
Eu olhei sério pra ele e ficamos nos encarando em silêncio por um momento: "Qualé. Você ia pra cozinha pegar algo pra beber com o celular na mão?"
Juani não disse nada, só ficou calado uns segundos e baixou a cabeça, envergonhado, sem coragem de me olhar: "Me desculpa, Moni... sou Um tarado."
Eu só suspirei: "Me faz um favor, Juani, apaga essas fotos, tá? Tô te pedindo, sério. Não é legal."
Ele concordou, desbloqueou o celular, foi até a galeria de imagens e me mostrou enquanto apagava as fotos. Tinha tirado umas sete ou oito do esconderijo dele atrás da porta. Nas fotos, eu tava pelada, passando creme no corpo todo.
Quando vi que ele terminou de apagar, sorri pra ele. A raiva já tinha passado um pouco. Sim, o que ele fez foi errado, mas me deu uma certa ternura, na real. Vi ele todo arrependido por ter sido pego, e isso me aqueceu o coração. Queria dizer que ele sabia que tinha feito merda e só se deixou levar. Afinal, o Juani não era nenhum pervertido nem nada. Era só um moleque de dezesseis anos.
Eu sorri pra ele e apertei suavemente o antebraço dele pra dar uma força e confiança, pra ele saber que eu já não tava mais brava: "Beleza, já foi, Juani. Já era. Me promete que não vai fazer de novo e pronto... aqui não aconteceu nada, certo?"
Ele me olhou e sorriu de leve: "Prometo, Moni. Fica tranquila. Já foi. Valeu por entender..."
Naquele momento, juro que fiquei tentada a chegar perto e dar um beijo na bochecha dele, mas pensei que não era apropriado e talvez até piorasse as coisas. Só sorri pra ele e me levantei, passando a mão na cabeça dele e bagunçando o cabelo, como sempre fazia quando ele era pequeno e aprontava alguma com o Lucas em casa. Ele também riu e me sorriu docemente.
"Bom, vou no centro comprar umas coisas", falei. "Por favor, não sai, porque sua mãe pediu pra não te deixar andar sozinho por aí. Quando eu voltar e o sol baixar um pouco, a gente pode dar uma volta, se quiser."
"Ok, Moni", ele respondeu. "Não, pra onde eu vou? Não conheço nada. Vou deitar e tirar um cochilo."
"Fala sério, então descansa."
Eu saí, peguei o carro e fui pro centro comprar mais comida e outras coisas que tavam faltando, porque na casa não tinha praticamente nada pro fim de semana e eu já queria deixar tudo pronto pra que quando o Lucas vier uns dias depois, eu não tenha que ficar correndo com ele pra lá e pra cá por causa da lesão. De repente, enquanto tava fazendo as compras, comecei a pensar numa parada que não tinha percebido antes. Quando pedi pro Juani apagar as fotos que ele tinha tirado, lembrando como a conversa rolou, algo me deu um pouco de pulga atrás da orelha. Me pareceu que o Juani tinha concordado muito rápido e sem reclamar em apagar as fotos. Rápido demais. Sim, eu vi que ele tinha apagado, vi com meus próprios olhos e ele me mostrou enquanto fazia pra eu ficar tranquila, mas... eram todas as fotos que ele tirou? Eu não tinha como saber, mas a dúvida bateu. Não era por desconfiar do Juani à toa, mas ele já tinha se metido na minha intimidade uma vez. Talvez o moleque fosse mais esperto do que eu pensava e do que ele aparentava.
Fiz as compras e voltei com essa ideia na cabeça. Queria ter certeza de algum jeito que ele tinha apagado tudo e, melhor ainda, queria garantir que, se ele deixou alguma foto sem apagar, não tivesse mandando pra ninguém e espalhando. A gente nunca sabe. De novo, não era por desconfiar do Juani à toa, mas era possível e ia dar problema.
Quando cheguei em casa, entrei com as sacolas das compras e a casa tava em silêncio total. Fui até os quartos e vi a porta do quarto dos meninos fechada. Encostei o ouvido na porta e não ouvia nada. O Juani devia estar dormindo. Sabia que era arriscado, muito arriscado, mas tava com a ideia de entrar e, se ele estivesse dormindo, dar uma olhada rápida no celular dele pra garantir que não tinha mais fotos. Eu tinha visto a senha quando ele destravou na minha frente e lembrava, então não teria problema.
Mas a verdade é que tava com medo de fazer isso e ser pega. E também não tinha certeza se o Juani tava mesmo dormindo do outro lado da porta. Talvez ele só estivesse deitado à toa mexendo no celular, e que desculpa eu ia dar por ter entrado no quarto dele? Pra quê? Por sorte, me veio outra ideia. de me dar conta, mesmo que fosse, se o Juani tava dormindo ou não.
Sem fazer barulho nenhum, saí de fininho pro quintal e, andando na ponta dos pés, dei a volta na casa pra rodeá-la e poder espiar pela janela do quarto dos meninos. Era difícil o Juani me ver se tivesse acordado, e se tivesse dormindo, eu ia perceber na hora que dava pra voltar, entrar no quarto e checar o celular.
Quando cheguei na janela, com todo cuidado me estiquei um pouco e olhei pra dentro. De novo, igual ao que tinha rolado no banheiro, o que vi não esqueço mais.
O Juani não tava dormindo. Tava acordado. A janela por onde eu espiava ficava em cima da cabeceira da cama, então ele não me via, eu tava atrás dele. Mas vi tudo. Ele tava deitado na cama, completamente pelado e se masturbando forte e rápido. Tava com o celular na mão. No começo, pensei que ele tava vendo algum vídeo pornô, mas não... era um vídeo meu. Eu tava pelada no meu quarto, passando creme no corpo todo e brincando com meus peitos na frente do espelho. Pois é, o cara era bem esperto e não teve problema em apagar as fotos... porque sabia que também tinha gravado um vídeo que nunca me contou que existia, e eu, feita de otária, também não perguntei. Não parecia um vídeo muito longo, devia durar uns trinta segundos ou algo assim, mas o Juani, toda vez que o vídeo terminava, tocava de novo. Uma vez atrás da outra. Batendo uma punheta com uma mão enquanto com a outra segurava o celular na frente do rosto.
Mas o vídeo não foi o pior. Sim, achei estranho me ver, num vídeo, pelada e me tocando, claro. Mas logo parei de prestar atenção no vídeo e meus olhos voaram feito flechas quando vi o Juani se masturbando. Não consigo explicar, não tenho palavras pra descrever o quão linda era a rola dele, já tão dura e tão ereta, na mão dele. De novo, minha boca encheu de água. Me pareceu enorme já bem dura. Comprida e dura, recebendo a estimulação do punho rápido e se tensando uma e outra vez. Meu Deus, o que era aquela pica, que beleza... nunca tinha visto uma assim ao vivo. Fiquei pasma de novo, olhando pra ela feito uma adolescente que nunca tinha visto uma na vida. Comecei a ficar com tesão sem conseguir tirar os olhos de como o Juani se masturbava, e o fato de que ele tava fazendo aquilo uma e outra vez me olhando pelada no vídeo me dava ainda mais e mais tesão. Toda a disciplina que eu tinha juntado durante o dia pra não pensar no que tinha visto no banheiro foi pro beleléu naquele instante e minha mente se encheu de imagens e desejos lascivos, de como eu queria sentir aquela pica linda, em qualquer lugar, não me importava. Não me importava nada naquele momento. Eu queria sentir ela dentro de mim. Daquele tamanho, daquele jeito ereto. Queria, desejava, gozar com aquela pica divina dentro de mim e cobrir ela com meu orgasmo.
O Juani olhava o vídeo uma e outra vez enquanto se masturbava furiosamente com minha imagem e meu corpo pelado na tela do celular. Pensei que o pior já tinha passado e que aquele era o nível de tesão que eu ia sentir. Mas não. Tinha mais. Do meu posto de espiã pela janela vi tudo como uma espectadora privilegiada.
De repente vi o corpo do Juani se tensar, ele baixou um pouco a mão que segurava o celular e começou a bater punheta com mais força. Aquela pica divina que ele tinha no punho já tava prestes a explodir de prazer. Não consegui ouvir nada, mas logo vi o Juani começar a gozar. O corpo lindo dele se tensando e se sacudindo suavemente. A pica dele um segundo depois explodiu, jorrando jato após jato do leite branco dele com uma força e um volume que me surpreendeu e quase me fez gritar alguma coisa em voz alta. A ponta da pica dele expelia o esperma em jatos longos e volumosos, com tanta força que alguns respingos tinham caído quase na altura do peito, e a maior parte da gozada já tava banhando e acariciando aqueles abdominais lindos que também estavam tão tensos...
Fazia tempo que não via um homem gozar assim. Tão forte e com tanto volume de sêmen. Nunca tinha visto, mas me veio na cabeça que assim podia gozar um touro ou um potrinho, algo assim. Fazia tanto tempo que não via um homem daquela idade, recém começando seus primeiros anos de máxima potência sexual, que já quase tinha esquecido o que era um homem no seu melhor momento, e o prazer e a força que aquele corpo de homem podia dar a uma mulher. Comparado com meu último relacionamento, com aquele colega de trabalho... não era pra fazer comparações odiosas, mas as humildes gotinhas e os jorrinhos minúsculos que saíam do meu colega quando ele gozava não tinham comparação com essa verdadeira torrente de puro sexo, porra e amor de homem. Deus, não conseguia parar de olhar.
Precisava sentir o gosto de toda aquela porra de macho jovem... precisava sentir ela me encher... me encher toda. Todas as minhas ideias de disciplina, de não querer fazer nada com o Juani, de não causar problemas... foram pro beleléu quando vi aquele homenzinho gozando em cima. Graças a mim. Graças à imagem do meu corpo nu se tocando no vídeo.
Juani finalmente parou de gozar, ficou uns momentos se recuperando e pegou um papel higiênico do criado-mudo, se limpando. Era o sinal pra eu vazar dali de uma vez, não fosse coisa que ele me descobrisse. Voltei pra dentro de casa e comecei a fazer um barulhinho na cozinha com as sacolas, de propósito, pra ele me ouvir do quarto.
Durante o resto do dia que ficamos juntos não consegui pensar em outra coisa. Sim, conversamos sobre qualquer coisa, saímos pra passear e dar uma volta pra ele conhecer Pinamar. Já tinha baixado o sol e tava muito gostoso pra caminhar. Conversamos sobre tudo, nem voltamos a tocar no assunto do que ele tinha feito, pra nós dois tava pronto e acabado. Ficamos umas horas caminhando e já tava escurecendo.
A única coisa que eu queria era voltar pra casa e encontrar algum jeito, o que fosse, pra conseguir que aquele machinho me Peguei ele. Ele disfarçava bem, a gente conversava como sempre, se divertia como sempre. Até me deu uma ternura quando, voltando pra casa, o Juani se ofereceu pra pagar a pizza pros dois, como se quisesse se desculpar pelo que tinha feito. Uma pizza não ia resolver nada, mas adorei o gesto e deixei ele fazer pra se sentir bem.
Eu, na real, tava com muito medo de avançar. Queria ele, desejava ele pra caralho e sabia que ele também me queria. Mas ele não ia dar o primeiro passo. Cabia a mim fazer isso, como a mulher mais experiente, mas tudo que me vinha à cabeça me dava um pânico só de pensar em fazer. O problema que podia dar se algo desse errado era enorme. Fiquei assim por horas, brigando comigo mesma entre a vontade imensa que tava sentindo pelo Juani e o medo de dar merda.
A gente comeu a pizza e ficou vendo TV. Os dois sentados no sofá, mas mantendo uma distância respeitosa. Já era quase meia-noite e eu já não tava me sentindo bem. Não era nada físico, era mental e emocional. Desde a tarde eu só pensava no Juani. Enquanto a gente fazia tudo que fez, o passeio, a janta, agora vendo TV... era como se tivesse uma Mônica que conversava com ele, tudo normal, e outra Mônica bem guardada lá dentro que, na cabeça e na intimidade dela, tinha passado as últimas oito horas comendo o garoto uma vez atrás da outra, fantasia atrás de fantasia, imagem atrás de imagem. As duas Mônicas coexistiam e já tava tão cansativo que eu me sentia com a cabeça a mil. Uma das duas Mônicas tinha que se impor sobre a outra. Já não me importava qual. Mas as duas ao mesmo tempo era impossível de aguentar.
Finalmente, bocejei e falei pro Juani boa noite, que já ia me deitar. Que se ele quisesse, a gente acordava no dia seguinte e ia pra praia se o dia estivesse bonito, ou o que ele preferisse. A gente se deu um beijo no rosto de despedida e eu fui pro banheiro me higienizar, depois pro meu quarto, fechando a porta atrás de mim. Eu não costumo dormir pelada, mas nessa eu precisava disso. Ainda fazia um calorzinho, mas o calor que eu carregava por dentro, naquela noite resolvi dormir assim. Nem sei pra que me deitei, porque se eu achava que ia dormir, percebi na hora que não ia rolar.
No silêncio do meu quarto, eu virava e revirava na cama, sem conseguir pregar o olho. Vocês já imaginam em tudo que eu tava pensando e não conseguia tirar da cabeça. Via por baixo da porta do meu quarto o brilho e a luz suave mudando da TV na sala, até que um bom tempo depois o Juani desligou e eu ouvi ele ir pro banheiro, depois pro quarto dele pra dormir.
Pra dormir só, pensei? Me sentei na cama, nua, e me joguei de bruços, olhando bem atenta na escuridão quase total pra ver se via alguma coisa por baixo da minha porta. Era muito difícil, quase impossível, mas eu queria ver se o Juani ligava o celular e, se ligasse, se dava pra ver a luz do telefone passar por baixo das duas portas. Espaço tinha, mas não sabia se a luz ia chegar.
Depois de um tempinho, um sorriso leve se formou no escuro completo do meu quarto. Vi uma luz fraca, quase imperceptível, se infiltrar por baixo das duas portas. O Juani tava vendo o celular e eu suspirei feliz. Claro que eu não sabia o que ele tava vendo. Talvez tava vendo pornô, talvez alguma coisa no YouTube, o resumo de algum jogo de futebol... eu nem sabia, mas não tava nem aí. Porque, na minha cabeça, o Juani tava vendo meu vídeo de novo. E meu corpo nu no vídeo deixava aquele pau lindo dele bem duro. E de novo o Juani tinha que se masturbar pra aliviar, porque meu corpo nu no vídeo esquentava ele tanto...
Virei na cama e fiquei de barriga pra cima de novo, deixando minha cabeça e meu cabelo comprido caírem sobre o pé da cama, olhando bem atenta, de cabeça pra baixo, a luz fraca que entrava por baixo da porta. Na intimidade e na escuridão do meu quarto, como uma verdadeira puta, abri bem minhas pernas e comecei a esfregar minha buceta. palavra: buceta, que já tava bem molhada. Com uma mão eu fazia isso e com a outra apertava de leve um dos meus peitos, torcia devagar os meus bicos, me dando prazer enquanto imaginava o Juani se masturbando com a minha imagem no outro quarto. Só precisava dar uns passos pra entrar e ficar com ele, mas eu tava com medo. Não tinha coragem. Só me animava a me masturbar também, pensando nele e no que tava vendo, e em como a minha imagem deixava ele tão excitado.
De tão tesuda que eu tava, comecei a esfregar o clitóris, que já tava bem molhado, e uns pequenos espasmos de prazer orgásmico percorriam meu corpo. Na minha cabeça, nós dois estávamos nos masturbando ao mesmo tempo, pensando um no outro, nos satisfazendo assim porque não dava pra fazer outra coisa. Imaginei a pica linda do Juani entrando em mim, enchendo minha buceta até o fundo, nossos corpos se dando prazer um ao outro... imaginava as mãos dele percorrendo meu corpo de mulher madura, os lábios dele chupando meus peitos, os dentes mordendo meus bicos e o pau divino dele me penetrando até o fundo, até que finalmente ele gozava e me enchia com o esperma dele, como um potro lindo servindo sua égua, fazendo ela gemer e gemer, explodindo de prazer.
Fiquei assim de pernas abertas no ar enquanto meus dedos me fizeram gozar gostosinho. Deus, como eu desejava que de repente a porta do meu quarto se abrisse, que o Juani entrasse e sem dizer nada me visse assim, com a cabeça pendurada no ar e enfiasse aquela pica incrível até o fundo da minha garganta, que me fizesse tomar todo o leitinho quente dele... Deus...
Fiquei um tempão me masturbando na cama, pelada e em várias posições. Mesmo quando vi que a luz do celular do Juani já tinha apagado há muito tempo e ele com certeza tava dormindo... eu não tava, e não conseguia pegar no sono. Gozei três vezes pensando em todas as maneiras diferentes que o Juani me comia na minha cabeça, e sabia que tava longe de terminar a lista que minha imaginação tava criando.
Se fosse qualquer outro garoto, pensei... se fosse qualquer outro cara, não o melhor amigo do meu filho, não o filho da minha amiga de tantos anos... se fosse qualquer um de qualquer lugar... Deus, já teria levantado e, em silêncio, me enfiado na caminha dele, sem dizer nada, pra amar ele e ele me amar. A gente se amar a noite toda. Mas não. Era o Juani, não era outro, e eu não podia fazer nada. Não tinha coragem de fazer nada. Só me masturbar até ficar tonta e cair no sono.
Bateu três da manhã e eu ainda tava acordada. Já tinha levantado, deitado e levantado de novo várias vezes. Me peguei me olhando no espelho, cara a cara no escuro, com o cabelo todo bagunçado e as pernas tremendo de tanta punheta. O que tava acontecendo comigo? No que eu me transformei? Quando esse desejo terrível ia passar? Quando eu ia me acalmar?
Olhei pra porta fechada do meu quarto e, juro, por um breve momento pensei que não aguentava mais. Que ia abrir ela, abrir a porta do Juani e só me meter na cama dele, pelada. Quase fiz. Juro que quase fiz, mas o medo me acalmou e foi mais forte. Me enfiei de novo na cama e fechei os olhos, finalmente me sentindo cansada.
Não sei que horas acabei dormindo, mas o que sei é que peguei no sono pensando que do meu lado sentia o calor do corpo do Juani.
Sou divorciada e divido a guarda do meu filho, Lucas, com meu ex-marido. Já estamos separados há cinco anos e nossa relação é normal, acho, como a de qualquer casal divorciado. Felizmente o Lucas já tá grande, tem 17 anos, então não dá problema nenhum ele morar comigo no apartamento que sempre tivemos e passar os fins de semana ou outras temporadas com o pai. Ele já se vira bem sozinho, no geral.
Um pouco sobre mim? Apesar da idade, me sinto muito bem com meu corpo. Sempre fui alta e magra, tenho quase um metro e oitenta. Meu cabelo é preto e gosto de usar liso e comprido, como sempre usei. Tento malhar quando posso e me alimentar bem e saudável. É, tenho um vício que é o cigarro, mas há um tempo tô tentando largar. Também não fumo muito. Apesar de ser alta e magra, não sou nada esquelética ou franga. Não é por ser vaidosa, porque nunca precisei fazer nada especial pra ter, mas meus peitos são grandes e bem formados. Tenho uma cintura que acho normal pra uma mulher da minha idade que já teve filho há um tempo, e acho que uma bunda bonita. Tenho um corpo bonito e percebo às vezes que na rua alguns homens me olham. Felizmente ainda não me deu a famosa velhada que pega tanta mulher, e acho que com um pouco de sorte posso ir levando bem por mais uns anos se continuar me cuidando.
Desde que me separei do meu marido, como já contei, há cinco anos, não tive nenhum outro relacionamento sério. Um ano depois da separação, comecei a sair por um tempo com um colega de trabalho, mas não era nada sério, não terminou em nada sério e também não durou muito. Ficamos juntos uns quatro meses, no máximo. Depois disso, não tive contato sexual ou íntimo com nenhum outro homem (ou mulher, deixo claro). Minha vida se resumiu a trabalhar e cuidar do Lucas quando ele estava comigo, e, para me distrair, sair com minhas amigas pra algum lugar ou só ficar em casa descansando.A história que vou contar, que aconteceu ano passado, ninguém sabe além de mim e da outra pessoa envolvida. Não contei pra ninguém, nem pras minhas melhores amigas, com quem tenho total confiança, com medo de que pensem mal de mim ou que role um problema grave. Vocês vão entender o porquê.
Naquele janeiro de 2023, eu já tinha tirado minhas férias e pensado em levar o Lucas pra praia comigo. Tinha um mês livre e queria aproveitar ao máximo, porque 2022 tinha sido um ano muito cansativo em todos os sentidos. Meu ex-marido nunca foi milionário nem nada, mas a gente tinha grana suficiente pra viver bem, e nos acordos do divórcio e na divisão dos bens, que por sorte foi bem tranquila, nós dois decidimos manter a casa que tínhamos na praia, em Pinamar, porque a ideia de perdê-la dava pena pra nós dois. Queríamos mantê-la e só combinar as datas entre a gente se alguém quisesse usar pra passar as férias. Nunca tivemos problema nenhum, então conversei com meu ex e combinamos que eu passaria janeiro lá em Pinamar com o Lucas, e depois, se ele quisesse, em fevereiro eu voltava, meu ex chegava em Pinamar, e o Lucas, se quisesse, ficava com ele pra continuar curtindo as férias na praia ou voltava comigo pra Buenos Aires. A gente veria no caminho.
Quando a data já tava chegando, um dia o Lucas me pediu se ele podia convidar um O melhor amigo dele, Juani, pra vir com a gente e poderem ficar os dois lá curtindo as férias. Juani era o melhor amigo do Lucas desde a época do ensino fundamental e eram super parceiros pra tudo. Claro que topei de boa, mas falei que ia conversar com a mãe do Juani pra ela também concordar. Conhecia ela há anos também e a gente tinha uma relação muito boa. Acertei tudo com a mãe do Juani e combinamos que eu ia viajar primeiro pra Pinamar quando minhas férias começassem, logo depois do Ano Novo, passar uns dias sozinha, e na segunda semana os meninos chegariam juntos de ônibus. A mãe do Juani ficou super grata e se ofereceu pra pagar os gastos do filho enquanto estivesse com a gente, mas claro que recusei. Conhecia o Juani desde pequeno e ele era o melhor amigo do Lucas. Gostei da ideia do Lucas ter o amigo dele lá pra compartilhar o tempo na praia e se divertir. Além disso, o Juani era um moleque tranquilo e não se metia em nada estranho. Os dois jogavam futebol no clube, mas o Juani era o mais esportista dos dois. Realmente não me custava nada ter o Juani lá com a gente, a gente se conhecia há tanto tempo que ele era quase da família.
Cheguei em Pinamar com o carro lotado das minhas coisas pra passar as férias e, depois de me instalar na casa e relaxar um pouco, fui comprar umas comidas e bebidas pra ter em casa e comecei a limpar a casa numa boa. Só por estar lá na praia já me sentia mais relaxada e já imaginava umas férias incríveis. Mas infelizmente os planos não saíram como eu, ou ninguém, esperava.
Era quinta-feira da primeira semana de janeiro e o plano era que meu ex-marido ia ficar com o Lucas até hoje, eles se encontravam com o Juani e levavam os dois até a rodoviária do Retiro pra virem pra Pinamar, e eu ia buscá-los cedo na sexta de manhã. Mas naquela quinta à tarde, meu ex-marido me liga avisando que o Lucas tinha sofrido um acidente. Tava jogando futebol com os amigos no clube, um deles parece que foi com tudo pra disputar a bola e acabou pisando nele, torcendo o tornozelo de um jeito feio. Por sorte não quebrou, mas com certeza luxou ou esticou algum ligamento, e a área ficou toda inchada e ele tava com muita dor. Na clínica onde atenderam ele, deram uns remédios pra aliviar a dor e mandaram fazer uns exames pra ver direito o que ele tinha. Achavam que era só isso e que não seria nada grave, mas o problema é que naquele estado ele não ia conseguir viajar pra Pinamar no dia seguinte.
Eu não me preocupei muito porque não era a primeira lesão que o Lucas arrumava. Mais ou menos uma vez por ano a gente tinha alguma coisa desse tipo, já tava acostumada. Falei com o Lucas, que tava lá com o pai, e ele me disse que tava doendo, mas que tava bem, pra eu não me preocupar. Ele falou que tava meio triste por não poder viajar no dia seguinte, e que o Juani tava pior de humor porque foi perguntar na empresa de transporte pra trocar a passagem e disseram que não, sei lá por quê, que dava pra cancelar mas não trocar em cima da hora.
Eu, pra não transformar uma situação ruim em algo pior, falei pro Lucas dizer pro amigo dele vir mesmo assim, como tava planejado, e que alguns dias depois, quando o Lucas pudesse viajar, mesmo que com uma bota ortopédica, ele viesse. Isso era só um contratempo e não precisava cancelar as férias deles por causa disso. Falei que de algum jeito a gente ia se divertir do mesmo jeito, que ele não se preocupasse.
O Lucas resolveu tudo rápido com o Juani e depois me ligou pra dizer que sim, que o Juani no final ia viajar como planejado e que eu fosse buscá-lo amanhã cedo no terminal de Pinamar. Pra mim era a mesma coisa, buscar dois ou um só dava no mesmo. Então a gente combinou assim e o plano, apesar desse contratempo, continuava firme.
No dia seguinte, fui receber o Juani umas dez da manhã na rodoviária. Terminal de Pinamar. A gente se cumprimentou quando ele desceu do ônibus e ele não parava de me agradecer por tudo: por ter convidado ele, por ter ido buscá-lo, por não ter cancelado nada... Juani era um amor. Falei pra ele não se preocupar, que até o Lucas chegar em alguns dias, eu ia cuidar dele e levar ele pra passear por todos os lugares, já que ele não conhecia nada de Pinamar. Ele era como da família e eu adorava ter ele ali.
Quando chegamos em casa, Juani se instalou no quarto que a gente tinha pros meninos, com duas camas de solteiro, e foi desfazendo as malas e arrumando as roupas. Já era quase hora do almoço, então cozinhei algo pra nós dois e almoçamos, batendo papo sobre tudo um pouco. Enquanto comíamos e conversávamos, eu ria por dentro porque sempre me lembrava do Juani de quando ele e o Lucas estavam no ensino fundamental, aquele Juani pequenino, amoroso e meio arteiro, com quem passamos tantos momentos. E eu ria porque agora parecia que eu tinha outra pessoa na minha frente. Sim, claro que era o Juani, era o mesmo... mas ao mesmo tempo não era. Já era um homenzinho e falava como tal. Tinha certeza de que a mesma coisa devia ter acontecido com o Lucas, mas eu, como mãe, não percebia. Os dois tinham crescido e já não eram mais crianças. Principalmente o Juani, mais que o Lucas. Ele era o mais atlético e esportista dos dois, já tinha dado o estirão da puberdade há um tempão e era bem musculoso em comparação com meu filho, que era mais magrinho. Ele me olhava, a gente ria enquanto conversava e comia, e realmente parecia outra pessoa. Em alguns momentos, parecia um cara, não o Juani de sempre.
Durante o ano, eu não via o Juani com tanta frequência. Por causa de onde cada um morava, era mais comum o Juani se encontrar com meu filho nos dias em que ele ficava com o pai, mas de vez em quando eles vinham em casa. Eu devia vê-lo regularmente uma vez por mês ou algo assim, e não sei por que, naqueles momentos e naquele ambiente, eu não tinha notado ele tão diferente, ou talvez eu Eu teria notado. Mas ele tinha virado um cara bem gostosinho. Além disso, o corpo que ele desenvolveu, tinha certeza que devia ter várias minas dando em cima dele já. Como a gente tinha intimidade de tantos anos e notei que estávamos os dois relaxados, resolvi puxar o assunto enquanto almoçávamos.
"Ô Juani", perguntei, "E a sua namorada não ficou brava que você veio pra cá e deixou ela sozinha?"
Ele riu enquanto comia, "Que namorada?"
Eu também sorri, "Fala sério, meu. Comigo não, hein. Vai me dizer que não tem nenhuma mina te rodeando?"
Achei que ele ficou meio sério, mas mesmo assim respondeu num tom normal, "Não, Moni. Não tenho. As minas não me dam bola."
Eu não quis rir porque podia interpretar errado, mas não dava pra acreditar, "Aaah Juani. Sério mesmo?"
Ele balançou a cabeça, "Juro, Moni. É verdade. Olha... fiquei com uma mina, mas foi ano passado. Faz tempo. E antes disso, nada mesmo."
"Ah, tá, viu? Então você já pegou alguém.", sorri pra ele.
"É, mas não rolou nada. Também não fiquei muito tempo com ela.", respondeu e depois me olhou com um sorrisinho, "Quem tá apaixonadinho é o Lucas."
Eu sorri, "É, ele tá com a Maribel. Ela é uma fofa, gosto muito dela."
"É, eles estão muito bem."
"E a Maribel nunca te apresentou uma amiga? Nada?", perguntei.
Juani balançou a cabeça, "Não, nada. Ah, sei lá, nunca rolou. Não sei."
Eu sorri pra ele e olhei, "Bom, não se preocupa. Uma hora vai rolar. É uma pena que você não esteja com nenhuma mina. Bom... digo isso assumindo que você quer, né?"
Juani me olhou, "Sim, claro que quero, Moni."
Juani não disse com palavras, mas eu captei na hora o que ele quis dizer. Naquela idade, os hormônios deviam estar fervendo na cabeça dele e deixando ele louco, coitadinho. Lembrei do meu próprio despertar sexual naquela idade e entendia perfeitamente. Eu também não tive muitos namorados naquela época, e também queria, mas não rolava. Pensei que era realmente uma pena um cara tão saudável e gostosinho estar solo.
"E por que você acha que nunca rolou, hmm?", perguntei.
Ele deu de ombros, "Sei lá. Não faço ideia. Devo ser feio.", riu.
"Não fala isso, Juani. Você não é feio nem fodendo. Sério. Não se diminui assim.", falei sério.
"Ah, pode ser, mas não sei que outra explicação tem", ele disse e me olhou. Tava me olhando? Achei que percebi como o olhar do Juani às vezes ficava sem querer me encarando, mas talvez fosse coisa da minha cabeça.
"Olha, quem sabe, talvez agora que o Lucas vem vocês saiam por aí e você conheça uma mina gostosa. Quem sabe?", sorri pra ele, "Talvez você tenha um love de verão."
Ele riu e continuou comendo, "É, seria bom, né? Tomara."
Eu sorri enquanto terminava meu prato, "Se valoriza mais, Juani. Se você não se ama, como os outros vão te amar?"
"É, Moni, não é por aí", ele disse, "Não tô deprimido nem nada. É que às vezes... sei lá... é difícil. Tipo, vê, você vê todo mundo com alguém e você tá sozinho... meio que fode."
Eu concordei e levantei com meu prato, depois peguei o dele que já tinha terminado, "Te entendo. Claro que fode. Mas sabe o quê? São só momentos. Te falo por experiência. São momentos que vêm e de repente passam."
Levei os pratos pra pia da cozinha pra começar a lavar e continuamos conversando. Juani ainda tava sentado na mesa, terminando a bebida e meio recostado na cadeira enquanto eu lavava de costas pra ele.
"Te falo porque comigo também rolou", falei sem olhar, "Quando eu tinha sua idade também tive esses buracos em que não tava com nenhum cara."
Ouvi ele rir, "Qual é, essa eu não engulo..."
Virei a cabeça pra responder e vi que ele levantou o olhar na hora pra me encarar. Tava olhando minha bunda? Tudo indicava isso. Foi rápido, mas não rápido o bastante e eu percebi. Respondi do mesmo jeito, sem tocar no que tinha notado, "Não acredita em mim?"
"É que você não ficou com ninguém quando era nova... ou sei lá, que teve esses Baches, como você disse", ela me respondeu.
Eu me virei de novo pra continuar lavando, "E por que você não acredita em mim?"
"Sei lá, Moni, nunca vi fotos suas de menina, mas com certeza você era gostosa igual agora. Não pode ter mudado tanto", ele disse.
Eu sorri sem que ele visse, "Ah, que gentil, obrigada pelo elogio. Depois te mostro fotos minhas de menina, se quiser. Tenho algumas no celular."
"Uh sim, bora...", ele riu, "Quero ver."
"Beleza", falei, "Mas mesmo assim não importa se eu era igual ou não. O que importa é que eu também tive períodos em que não fiquei com ninguém e queria. Sei como é.", falei. Levantei o olhar bem discretamente e, com um dos espelhinhos que tinha na cozinha, vi o Juani, ainda sentado lá, mas vi ele definitivamente olhando pra minha bunda, parecia que não conseguia tirar os olhos dali. Eu podia ter me virado e continuado falando, mas me deu na cabeça que ia deixar ele continuar olhando.
Depois de um tempinho em silêncio, ouvi ele dizer, "Bom, mas no final seu bache passou e já era."
"Claro, é o que eu tô te falando. São períodos, só isso. Você não precisa se preocupar.", falei.
"Não me preocupo. Só me incomoda muito."
"Vai passar, fica tranquilo. Sério. Não tô te falando por falar. Tenho certeza que já vai se resolver", sorri um pouco por cima do ombro enquanto terminava de lavar.
"Tomara. Bom... eu, muito obrigado pelo almoço, Moni. E por tudo.", ele disse e se levantou.
"Ah, não me agradece, Juani. Não é problema nenhum.", falei, "Além disso, você vai ficar aqui um tempão. Vai me agradecer por tudo o tempo todo?"
Ele riu, "Claro. Sou educado. Hmm... posso ir tomar um banho? O banheiro funciona?"
"Sim, claro que funciona. Pode ir tranquilo. Eu termino aqui, faço mais umas coisas e acho que vou dar um mergulho na piscina um pouquinho. Você toma banho sossegado", respondi, "Depois à tarde a gente vê se vamos a algum lugar, tá?"
"Ok, beleza, obrigado", ele disse e saiu da cozinha.
Terminei tudo na cozinha, fui pro meu quarto e me troquei. Vestindo meu biquíni. Apesar do que todo mundo sempre falava, que fazia mal, eu sempre adorei dar um mergulho rápido na piscina depois de comer. Nunca me fez mal e sempre curti. Era meu costume. Quando fui pegar uma toalha, não encontrei nenhuma. Lembrei que todas tinham ficado no banheiro. Fui até o banheiro, abri a porta devagar e ouvi o barulho do chuveiro e um monte de vapor que tinha se acumulado no ambiente saindo devagarinho pela porta.
Enfiei a cabeça e avisei o Juani: "Juani, sou eu, vim pegar uma toalha, fica tranquilo..."
"Ok, pode vir...", ele respondeu de trás do box enquanto continuava tomando banho.
"Vou dar um mergulho na piscina, quer vir?", perguntei enquanto achava uma toalha.
"Eeeeh, não, deixa pra lá, Moni. Outro dia. Já tô tomando banho, mas valeu...", ouvi ele dizer.
"Beleza, quando voltar eu tomo banho. Fica à vontade aí..."
"Valeu, obrigado..."
O que aconteceu depois eu nunca vou esquecer. Tenho a imagem daquele momento gravada a fogo na memória. Tava com a toalha na mão e pronta pra ir embora quando me virei e, quase por instinto, olhei no espelho. Não estava embaçado, então vi tudo. Juani tinha deixado a porta do box um pouco aberta, não estava completamente fechada, então vi ele no espelho enquanto tomava banho. Foram só alguns segundos, ou pelo menos espero, porque perdi a noção do tempo, juro. Que corpaço que o Juani tinha... musculoso por todo lado, mas musculoso bonito... nada grotesco e deformado como um fisiculturista. De jeito nenhum. Tinha uns braços definidos e fortes, e uns abdominais e peitorais de dar água na boca. Ver ele se ensaboando também não ajudou a parar de ficar olhando feito uma idiota. O pior foi quando meus olhos desceram naturalmente e aí eu vi...
Juani tinha um pau incrível. Não tava ereto de jeito nenhum, mas pendia, comprido e Bem grosso. Ele tinha puxado a pele pra trás em algum momento, com certeza pra lavar ali, e tinha deixado a glande à mostra. Era grande e cabeçuda, com um formato de cogumelo divino. Juro que minha boca encheu d'água. O que devia ser aquele pau duro e ereto, Deus... que corpanzil que o Juani tinha, que pedaço de homem que ele era e o que ia ser...
Voltei a mim depois de alguns segundos e percebi que tinha ficado parada ali no banheiro, com a toalha na mão e olhando pro Juani escondido, sem ele me ver, como se fosse uma garotinha envergonhada e não uma mulher de quase cinquenta anos. Sem dizer nada, me apressei e saí do banheiro, fechando a porta devagarinho e indo pra fora, pro quintal e pra piscina. Tentava desesperadamente não pensar no que tinha visto, mas era quase impossível. Enquanto deixava a toalha e minhas coisas do lado da piscina, não conseguia evitar de ficar morrendo de tesão pelo Juani. Juro que queria parar, não queria pensar que até um dia atrás eu achava que ele ainda era um menino, mas hoje já era um homem. E que homem, Deus... Não era certo pensar nisso, não era decente e eu não queria. Mas os pensamentos invadiam minha cabeça, juro. Fazia tanto tempo que eu não ficava com um homem. Com um homem de verdade, igual o Juani. Os sentimentos de tesão e necessidade de mulher que eu guardava sem usar depois de tanto tempo começaram a aflorar e encher minha cabeça com ideias e imagens que eu não precisava naquele momento. Eu tinha quase trinta anos a mais que ele, era o melhor amigo do meu filho... não podia rolar nada. Não queria problemas, não podia ter problema nenhum.
Entrei na piscina e comecei a nadar um pouco, pra ver se o frio da água e um pouco de exercício me clareavam a mente e me faziam parar de pensar em coisas que eu não precisava pensar. As mulheres que tão lendo isso com certeza vão me entender perfeitamente. Tinha tanta coisa pra perder... podia dar uma treta e uma confusão tão, mas tão grande se eu não tomasse cuidado. e se fizesse algo que não devia... mas a ideia continuava ali, martelando minha mente como um aríete tentando derrubar o portão de um castelo.
Disse pra mim mesma enquanto nadava que parasse de encher o saco. Que já era. Eu era uma mulher crescida, não ia acontecer nada e ponto final. Chega. E finalmente consegui. O frio da água e o exercício de fazer vários lances na piscina conseguiram me acalmar. Não fiquei muito tempo dentro, só queria um mergulho pra tirar o calor e curtir um pouco a água. Saí da piscina, me enxuguei um pouco ali e voltei pra casa, indo direto pro banheiro. Juani já devia ter terminado o banho fazia tempo.
Não vi o Juani em lugar nenhum, mas a porta do quarto dos meninos estava fechada. Devia estar lá. Quando entrei no banheiro, o ambiente ainda tinha um pouco do vapor e do calor do banho que o Juani tinha tomado. Tirei o maiô e entrei no chuveiro, só pra me molhar rápido e lavar todo o cloro da piscina. Terminei, me enxuguei um pouco, me enrolei numa toalha grande e fui pro meu quarto me vestir.
Fiquei um tempão lá no meu quarto enquanto a casa estava em silêncio. Juani com certeza devia estar largado na cama com o celular, ou talvez tivesse deitado pra tirar uma soneca. Por sorte, todos os pensamentos que tive já tinham ido embora. O mergulho e o banho tinham me feito bem. Tirei a toalha e fiquei nua na intimidade e no silêncio do meu quarto, enquanto me enxugava tranquila e procurava alguma roupa pra vestir. Pensei numa camiseta larga e uma calça jeans pro resto do dia. Não queria colocar nada apertado... Juani decididamente tinha ficado me olhando enquanto almoçávamos e não queria tentar o garoto, nem por acidente. Era melhor. Joguei a roupa na cama e tirei de uma gaveta um potinho de creme hidratante que eu gostava de usar, deixava a pele bem macia e era uma delícia. Passei o creme pelas pernas e pela bunda, depois fui até o espelho grande da quarto e comecei a passar as mãos pelos braços, abdômen e peitos, tentando não deixar nenhum lugar da minha pele sem atenção. Gostava de me admirar no espelho quando estava sozinha e assim nua. Não era por vaidade, era mais por gratidão por ter chegado na minha idade e ainda ter um corpo gostoso. Os homens naturalmente sempre reparam nessas coisas, até na nossa idade ou mais. Ainda era magra, não tinha ganhado nenhuma barriga, ou quase nada, mas ficava bem em mim. Virei de perfil e me olhei no espelho. Nunca tive uma bunda enorme, mas era bonita e não estava caída. Peguei um pouco mais de creme e passei de novo nos peitos e no pescoço enquanto me olhava no espelho. A verdade é que ainda tinha uns peitos lindos. Gostava muito deles. Eram grandes e macios, com a queda perfeita e um formato que fazia os homens sempre olharem. Depois olhei meu rosto enquanto continuava passando e espalhando creme nos peitos. Sim, claro, já tinha algumas rugas no pescoço e um pouquinho no rosto, mas isso era inevitável. O creme e os cosméticos ajudavam um pouco, sim, mas não era algo que dava pra resolver.
De bobeira mesmo e já que estava sozinha, levei as mãos aos meus peitos e brinquei um pouco em silêncio na frente do espelho, apertando eles e levantando um pouco nas minhas mãos enquanto via como ficavam à mostra... e foi aí que vi. No espelho, vi a porta do meu quarto só um pouquinho aberta e pela fresta que se formou, vi um movimento pequeno de alguém. Pelo espelho não consegui distinguir direito, mas definitivamente tinha alguém me olhando pela fresta da porta, escondido. Fiquei paralisada de repente, não podia ser outro senão o Juani. Não tinha mais ninguém em casa.
O Juani me viu, percebeu que eu notei que ele estava ali e vi ele sumir rapidão pro lado da sala.
"Juani!", levantei a voz, mas não vi ele aparecer de novo. Irritada, me vesti rápido como pude e saí disparada do meu quarto também. procurando o moleque. Ele tinha me espiado, tinha certeza, mas quanto tempo ele ficou ali sem eu perceber? Quanto ele viu?
Quando cheguei na sala um momento depois, vi ele sentado no sofá, me olhando nervoso e meio assustado. Eu tava bem puta. Acho que poucas mulheres gostam de ser espionadas na sua intimidade, ainda mais naquela situação.
"Juani, que porra é essa?! O que cê tem, moleque? Ficou maluco?!", falei com um tom ácido e alto, parando ali e encarando ele, "Mas cê pirou de vez?!"
"Não... calma, Moni... eu...", ele tentou começar, mas eu, puta da vida, cortei.
"Como é que cê faz uma parada dessas? Cê tem noção do que fez?!", rosnei pra ele.
Juani parecia que ia desabar a chorar a qualquer momento, pensei. Por mais que eu já visse ele como homem, ainda era um guri de dezesseis anos que tinha feito merda e não sabia o que fazer.
"Me perdoa, Moni... pelo amor, te peço... me perdoa...", ele falou, me suplicando com o olhar, sentado ali no sofá, "Juro que não sei o que deu em mim... ia pegar algo pra beber... na cozinha... passei e olhei sem querer..."
"Mas pelo amor de Deus, Juani...", falei, baixando um pouco o tom, "Não me vem com essa de que olhou sem querer... cê ficou ali um tempão, né? Cê acha que isso é certo?"
"Não, óbvio... me desculpa, por favor...", ele disse, "Sou um idiota... pelo amor, me perdoa..."
"Fala a verdade, Juani", falei com a testa franzida, "O mínimo que cê pode fazer depois do que acabou de fazer é não mentir pra mim, né?"
Vi que ele me olhou por um instante e levou as mãos ao rosto, esfregando ele, tentando se acalmar um pouco. Eu sentei devagar do lado dele, esperando ele se acalmar. Também baixei o tom. Não achei que continuar esculachando ele ia adiantar, e já tinha feito isso. Já mostrei com meu tom o quanto tava puta.
"Calma, Juani", falei finalmente num tom suave enquanto olhava pra ele, "Já foi, já era, cê fez. Mas fala a verdade. Não vou te... nem brigar nem nada."
Juani tirou as mãos do rosto e me olhou, envergonhado: "Sou um idiota, Moni... é, fiquei olhando um tempinho. Me desculpa. Juro que não vai acontecer de novo."
"Tá tudo bem", falei, "Te perdoo, não se preocupa."
"Por favor, não conta nada pra minha mãe. Por favor. Nem pro Lucas... pra ninguém...", ele implorou.
Eu suspirei: "Imagina se vou falar uma coisa dessas. Fica entre a gente, Juani."
Naquele momento, pensei que eu também não tinha muita moral pra julgar o garoto, já que nem meia hora antes eu tinha ficado no banheiro, olhando ele pelado no chuveiro sem ele perceber. Algo que eu não planejava contar pra ele. Então baixei bem a bola e a intensidade. Era pra entender, não julgar.
"Vai, beleza, já foi. Já era.", falei suave. Ele me olhou e assentiu: "Não vai fazer de novo, né?"
"Não, juro que não.", ele respondeu.
"Juani, eu sei que o que você viu provavelmente não é nada que você já não tenha visto antes, né? Mas mesmo assim, se intrometer assim na intimidade de qualquer mulher não é legal, quero que você entenda isso.", falei, "Por mais que a mulher não perceba, não é legal ficar espiando assim."
"Sim, eu sei, Moni. Já sei tudo isso... mas sei lá... passei, te vi sem querer e fiquei olhando. Me deu vontade."
"Tá bom", falei, "Te entendo, Juani..." — foi aí que notei que Juani tava com o celular na mão e uma luzinha acendeu na minha cabeça. Fiquei um tempo em silêncio até que finalmente perguntei.
"Juani... você não tirou fotos minhas, né?", falei gesticulando pro celular que ele segurava. Percebi que ele ficou nervoso na hora e tentou negar, de um jeito que não convenceu ninguém.
"Hã? N-não... não, Moni, tava com ele na mão só..."
Eu olhei sério pra ele e ficamos nos encarando em silêncio por um momento: "Qualé. Você ia pra cozinha pegar algo pra beber com o celular na mão?"
Juani não disse nada, só ficou calado uns segundos e baixou a cabeça, envergonhado, sem coragem de me olhar: "Me desculpa, Moni... sou Um tarado."
Eu só suspirei: "Me faz um favor, Juani, apaga essas fotos, tá? Tô te pedindo, sério. Não é legal."
Ele concordou, desbloqueou o celular, foi até a galeria de imagens e me mostrou enquanto apagava as fotos. Tinha tirado umas sete ou oito do esconderijo dele atrás da porta. Nas fotos, eu tava pelada, passando creme no corpo todo.
Quando vi que ele terminou de apagar, sorri pra ele. A raiva já tinha passado um pouco. Sim, o que ele fez foi errado, mas me deu uma certa ternura, na real. Vi ele todo arrependido por ter sido pego, e isso me aqueceu o coração. Queria dizer que ele sabia que tinha feito merda e só se deixou levar. Afinal, o Juani não era nenhum pervertido nem nada. Era só um moleque de dezesseis anos.
Eu sorri pra ele e apertei suavemente o antebraço dele pra dar uma força e confiança, pra ele saber que eu já não tava mais brava: "Beleza, já foi, Juani. Já era. Me promete que não vai fazer de novo e pronto... aqui não aconteceu nada, certo?"
Ele me olhou e sorriu de leve: "Prometo, Moni. Fica tranquila. Já foi. Valeu por entender..."
Naquele momento, juro que fiquei tentada a chegar perto e dar um beijo na bochecha dele, mas pensei que não era apropriado e talvez até piorasse as coisas. Só sorri pra ele e me levantei, passando a mão na cabeça dele e bagunçando o cabelo, como sempre fazia quando ele era pequeno e aprontava alguma com o Lucas em casa. Ele também riu e me sorriu docemente.
"Bom, vou no centro comprar umas coisas", falei. "Por favor, não sai, porque sua mãe pediu pra não te deixar andar sozinho por aí. Quando eu voltar e o sol baixar um pouco, a gente pode dar uma volta, se quiser."
"Ok, Moni", ele respondeu. "Não, pra onde eu vou? Não conheço nada. Vou deitar e tirar um cochilo."
"Fala sério, então descansa."
Eu saí, peguei o carro e fui pro centro comprar mais comida e outras coisas que tavam faltando, porque na casa não tinha praticamente nada pro fim de semana e eu já queria deixar tudo pronto pra que quando o Lucas vier uns dias depois, eu não tenha que ficar correndo com ele pra lá e pra cá por causa da lesão. De repente, enquanto tava fazendo as compras, comecei a pensar numa parada que não tinha percebido antes. Quando pedi pro Juani apagar as fotos que ele tinha tirado, lembrando como a conversa rolou, algo me deu um pouco de pulga atrás da orelha. Me pareceu que o Juani tinha concordado muito rápido e sem reclamar em apagar as fotos. Rápido demais. Sim, eu vi que ele tinha apagado, vi com meus próprios olhos e ele me mostrou enquanto fazia pra eu ficar tranquila, mas... eram todas as fotos que ele tirou? Eu não tinha como saber, mas a dúvida bateu. Não era por desconfiar do Juani à toa, mas ele já tinha se metido na minha intimidade uma vez. Talvez o moleque fosse mais esperto do que eu pensava e do que ele aparentava.
Fiz as compras e voltei com essa ideia na cabeça. Queria ter certeza de algum jeito que ele tinha apagado tudo e, melhor ainda, queria garantir que, se ele deixou alguma foto sem apagar, não tivesse mandando pra ninguém e espalhando. A gente nunca sabe. De novo, não era por desconfiar do Juani à toa, mas era possível e ia dar problema.
Quando cheguei em casa, entrei com as sacolas das compras e a casa tava em silêncio total. Fui até os quartos e vi a porta do quarto dos meninos fechada. Encostei o ouvido na porta e não ouvia nada. O Juani devia estar dormindo. Sabia que era arriscado, muito arriscado, mas tava com a ideia de entrar e, se ele estivesse dormindo, dar uma olhada rápida no celular dele pra garantir que não tinha mais fotos. Eu tinha visto a senha quando ele destravou na minha frente e lembrava, então não teria problema.
Mas a verdade é que tava com medo de fazer isso e ser pega. E também não tinha certeza se o Juani tava mesmo dormindo do outro lado da porta. Talvez ele só estivesse deitado à toa mexendo no celular, e que desculpa eu ia dar por ter entrado no quarto dele? Pra quê? Por sorte, me veio outra ideia. de me dar conta, mesmo que fosse, se o Juani tava dormindo ou não.
Sem fazer barulho nenhum, saí de fininho pro quintal e, andando na ponta dos pés, dei a volta na casa pra rodeá-la e poder espiar pela janela do quarto dos meninos. Era difícil o Juani me ver se tivesse acordado, e se tivesse dormindo, eu ia perceber na hora que dava pra voltar, entrar no quarto e checar o celular.
Quando cheguei na janela, com todo cuidado me estiquei um pouco e olhei pra dentro. De novo, igual ao que tinha rolado no banheiro, o que vi não esqueço mais.
O Juani não tava dormindo. Tava acordado. A janela por onde eu espiava ficava em cima da cabeceira da cama, então ele não me via, eu tava atrás dele. Mas vi tudo. Ele tava deitado na cama, completamente pelado e se masturbando forte e rápido. Tava com o celular na mão. No começo, pensei que ele tava vendo algum vídeo pornô, mas não... era um vídeo meu. Eu tava pelada no meu quarto, passando creme no corpo todo e brincando com meus peitos na frente do espelho. Pois é, o cara era bem esperto e não teve problema em apagar as fotos... porque sabia que também tinha gravado um vídeo que nunca me contou que existia, e eu, feita de otária, também não perguntei. Não parecia um vídeo muito longo, devia durar uns trinta segundos ou algo assim, mas o Juani, toda vez que o vídeo terminava, tocava de novo. Uma vez atrás da outra. Batendo uma punheta com uma mão enquanto com a outra segurava o celular na frente do rosto.
Mas o vídeo não foi o pior. Sim, achei estranho me ver, num vídeo, pelada e me tocando, claro. Mas logo parei de prestar atenção no vídeo e meus olhos voaram feito flechas quando vi o Juani se masturbando. Não consigo explicar, não tenho palavras pra descrever o quão linda era a rola dele, já tão dura e tão ereta, na mão dele. De novo, minha boca encheu de água. Me pareceu enorme já bem dura. Comprida e dura, recebendo a estimulação do punho rápido e se tensando uma e outra vez. Meu Deus, o que era aquela pica, que beleza... nunca tinha visto uma assim ao vivo. Fiquei pasma de novo, olhando pra ela feito uma adolescente que nunca tinha visto uma na vida. Comecei a ficar com tesão sem conseguir tirar os olhos de como o Juani se masturbava, e o fato de que ele tava fazendo aquilo uma e outra vez me olhando pelada no vídeo me dava ainda mais e mais tesão. Toda a disciplina que eu tinha juntado durante o dia pra não pensar no que tinha visto no banheiro foi pro beleléu naquele instante e minha mente se encheu de imagens e desejos lascivos, de como eu queria sentir aquela pica linda, em qualquer lugar, não me importava. Não me importava nada naquele momento. Eu queria sentir ela dentro de mim. Daquele tamanho, daquele jeito ereto. Queria, desejava, gozar com aquela pica divina dentro de mim e cobrir ela com meu orgasmo.
O Juani olhava o vídeo uma e outra vez enquanto se masturbava furiosamente com minha imagem e meu corpo pelado na tela do celular. Pensei que o pior já tinha passado e que aquele era o nível de tesão que eu ia sentir. Mas não. Tinha mais. Do meu posto de espiã pela janela vi tudo como uma espectadora privilegiada.
De repente vi o corpo do Juani se tensar, ele baixou um pouco a mão que segurava o celular e começou a bater punheta com mais força. Aquela pica divina que ele tinha no punho já tava prestes a explodir de prazer. Não consegui ouvir nada, mas logo vi o Juani começar a gozar. O corpo lindo dele se tensando e se sacudindo suavemente. A pica dele um segundo depois explodiu, jorrando jato após jato do leite branco dele com uma força e um volume que me surpreendeu e quase me fez gritar alguma coisa em voz alta. A ponta da pica dele expelia o esperma em jatos longos e volumosos, com tanta força que alguns respingos tinham caído quase na altura do peito, e a maior parte da gozada já tava banhando e acariciando aqueles abdominais lindos que também estavam tão tensos...
Fazia tempo que não via um homem gozar assim. Tão forte e com tanto volume de sêmen. Nunca tinha visto, mas me veio na cabeça que assim podia gozar um touro ou um potrinho, algo assim. Fazia tanto tempo que não via um homem daquela idade, recém começando seus primeiros anos de máxima potência sexual, que já quase tinha esquecido o que era um homem no seu melhor momento, e o prazer e a força que aquele corpo de homem podia dar a uma mulher. Comparado com meu último relacionamento, com aquele colega de trabalho... não era pra fazer comparações odiosas, mas as humildes gotinhas e os jorrinhos minúsculos que saíam do meu colega quando ele gozava não tinham comparação com essa verdadeira torrente de puro sexo, porra e amor de homem. Deus, não conseguia parar de olhar.
Precisava sentir o gosto de toda aquela porra de macho jovem... precisava sentir ela me encher... me encher toda. Todas as minhas ideias de disciplina, de não querer fazer nada com o Juani, de não causar problemas... foram pro beleléu quando vi aquele homenzinho gozando em cima. Graças a mim. Graças à imagem do meu corpo nu se tocando no vídeo.
Juani finalmente parou de gozar, ficou uns momentos se recuperando e pegou um papel higiênico do criado-mudo, se limpando. Era o sinal pra eu vazar dali de uma vez, não fosse coisa que ele me descobrisse. Voltei pra dentro de casa e comecei a fazer um barulhinho na cozinha com as sacolas, de propósito, pra ele me ouvir do quarto.
Durante o resto do dia que ficamos juntos não consegui pensar em outra coisa. Sim, conversamos sobre qualquer coisa, saímos pra passear e dar uma volta pra ele conhecer Pinamar. Já tinha baixado o sol e tava muito gostoso pra caminhar. Conversamos sobre tudo, nem voltamos a tocar no assunto do que ele tinha feito, pra nós dois tava pronto e acabado. Ficamos umas horas caminhando e já tava escurecendo.
A única coisa que eu queria era voltar pra casa e encontrar algum jeito, o que fosse, pra conseguir que aquele machinho me Peguei ele. Ele disfarçava bem, a gente conversava como sempre, se divertia como sempre. Até me deu uma ternura quando, voltando pra casa, o Juani se ofereceu pra pagar a pizza pros dois, como se quisesse se desculpar pelo que tinha feito. Uma pizza não ia resolver nada, mas adorei o gesto e deixei ele fazer pra se sentir bem.
Eu, na real, tava com muito medo de avançar. Queria ele, desejava ele pra caralho e sabia que ele também me queria. Mas ele não ia dar o primeiro passo. Cabia a mim fazer isso, como a mulher mais experiente, mas tudo que me vinha à cabeça me dava um pânico só de pensar em fazer. O problema que podia dar se algo desse errado era enorme. Fiquei assim por horas, brigando comigo mesma entre a vontade imensa que tava sentindo pelo Juani e o medo de dar merda.
A gente comeu a pizza e ficou vendo TV. Os dois sentados no sofá, mas mantendo uma distância respeitosa. Já era quase meia-noite e eu já não tava me sentindo bem. Não era nada físico, era mental e emocional. Desde a tarde eu só pensava no Juani. Enquanto a gente fazia tudo que fez, o passeio, a janta, agora vendo TV... era como se tivesse uma Mônica que conversava com ele, tudo normal, e outra Mônica bem guardada lá dentro que, na cabeça e na intimidade dela, tinha passado as últimas oito horas comendo o garoto uma vez atrás da outra, fantasia atrás de fantasia, imagem atrás de imagem. As duas Mônicas coexistiam e já tava tão cansativo que eu me sentia com a cabeça a mil. Uma das duas Mônicas tinha que se impor sobre a outra. Já não me importava qual. Mas as duas ao mesmo tempo era impossível de aguentar.
Finalmente, bocejei e falei pro Juani boa noite, que já ia me deitar. Que se ele quisesse, a gente acordava no dia seguinte e ia pra praia se o dia estivesse bonito, ou o que ele preferisse. A gente se deu um beijo no rosto de despedida e eu fui pro banheiro me higienizar, depois pro meu quarto, fechando a porta atrás de mim. Eu não costumo dormir pelada, mas nessa eu precisava disso. Ainda fazia um calorzinho, mas o calor que eu carregava por dentro, naquela noite resolvi dormir assim. Nem sei pra que me deitei, porque se eu achava que ia dormir, percebi na hora que não ia rolar.
No silêncio do meu quarto, eu virava e revirava na cama, sem conseguir pregar o olho. Vocês já imaginam em tudo que eu tava pensando e não conseguia tirar da cabeça. Via por baixo da porta do meu quarto o brilho e a luz suave mudando da TV na sala, até que um bom tempo depois o Juani desligou e eu ouvi ele ir pro banheiro, depois pro quarto dele pra dormir.
Pra dormir só, pensei? Me sentei na cama, nua, e me joguei de bruços, olhando bem atenta na escuridão quase total pra ver se via alguma coisa por baixo da minha porta. Era muito difícil, quase impossível, mas eu queria ver se o Juani ligava o celular e, se ligasse, se dava pra ver a luz do telefone passar por baixo das duas portas. Espaço tinha, mas não sabia se a luz ia chegar.
Depois de um tempinho, um sorriso leve se formou no escuro completo do meu quarto. Vi uma luz fraca, quase imperceptível, se infiltrar por baixo das duas portas. O Juani tava vendo o celular e eu suspirei feliz. Claro que eu não sabia o que ele tava vendo. Talvez tava vendo pornô, talvez alguma coisa no YouTube, o resumo de algum jogo de futebol... eu nem sabia, mas não tava nem aí. Porque, na minha cabeça, o Juani tava vendo meu vídeo de novo. E meu corpo nu no vídeo deixava aquele pau lindo dele bem duro. E de novo o Juani tinha que se masturbar pra aliviar, porque meu corpo nu no vídeo esquentava ele tanto...
Virei na cama e fiquei de barriga pra cima de novo, deixando minha cabeça e meu cabelo comprido caírem sobre o pé da cama, olhando bem atenta, de cabeça pra baixo, a luz fraca que entrava por baixo da porta. Na intimidade e na escuridão do meu quarto, como uma verdadeira puta, abri bem minhas pernas e comecei a esfregar minha buceta. palavra: buceta, que já tava bem molhada. Com uma mão eu fazia isso e com a outra apertava de leve um dos meus peitos, torcia devagar os meus bicos, me dando prazer enquanto imaginava o Juani se masturbando com a minha imagem no outro quarto. Só precisava dar uns passos pra entrar e ficar com ele, mas eu tava com medo. Não tinha coragem. Só me animava a me masturbar também, pensando nele e no que tava vendo, e em como a minha imagem deixava ele tão excitado.
De tão tesuda que eu tava, comecei a esfregar o clitóris, que já tava bem molhado, e uns pequenos espasmos de prazer orgásmico percorriam meu corpo. Na minha cabeça, nós dois estávamos nos masturbando ao mesmo tempo, pensando um no outro, nos satisfazendo assim porque não dava pra fazer outra coisa. Imaginei a pica linda do Juani entrando em mim, enchendo minha buceta até o fundo, nossos corpos se dando prazer um ao outro... imaginava as mãos dele percorrendo meu corpo de mulher madura, os lábios dele chupando meus peitos, os dentes mordendo meus bicos e o pau divino dele me penetrando até o fundo, até que finalmente ele gozava e me enchia com o esperma dele, como um potro lindo servindo sua égua, fazendo ela gemer e gemer, explodindo de prazer.
Fiquei assim de pernas abertas no ar enquanto meus dedos me fizeram gozar gostosinho. Deus, como eu desejava que de repente a porta do meu quarto se abrisse, que o Juani entrasse e sem dizer nada me visse assim, com a cabeça pendurada no ar e enfiasse aquela pica incrível até o fundo da minha garganta, que me fizesse tomar todo o leitinho quente dele... Deus...
Fiquei um tempão me masturbando na cama, pelada e em várias posições. Mesmo quando vi que a luz do celular do Juani já tinha apagado há muito tempo e ele com certeza tava dormindo... eu não tava, e não conseguia pegar no sono. Gozei três vezes pensando em todas as maneiras diferentes que o Juani me comia na minha cabeça, e sabia que tava longe de terminar a lista que minha imaginação tava criando.Se fosse qualquer outro garoto, pensei... se fosse qualquer outro cara, não o melhor amigo do meu filho, não o filho da minha amiga de tantos anos... se fosse qualquer um de qualquer lugar... Deus, já teria levantado e, em silêncio, me enfiado na caminha dele, sem dizer nada, pra amar ele e ele me amar. A gente se amar a noite toda. Mas não. Era o Juani, não era outro, e eu não podia fazer nada. Não tinha coragem de fazer nada. Só me masturbar até ficar tonta e cair no sono.
Bateu três da manhã e eu ainda tava acordada. Já tinha levantado, deitado e levantado de novo várias vezes. Me peguei me olhando no espelho, cara a cara no escuro, com o cabelo todo bagunçado e as pernas tremendo de tanta punheta. O que tava acontecendo comigo? No que eu me transformei? Quando esse desejo terrível ia passar? Quando eu ia me acalmar?
Olhei pra porta fechada do meu quarto e, juro, por um breve momento pensei que não aguentava mais. Que ia abrir ela, abrir a porta do Juani e só me meter na cama dele, pelada. Quase fiz. Juro que quase fiz, mas o medo me acalmou e foi mais forte. Me enfiei de novo na cama e fechei os olhos, finalmente me sentindo cansada.
Não sei que horas acabei dormindo, mas o que sei é que peguei no sono pensando que do meu lado sentia o calor do corpo do Juani.
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