Meu amigo Ramón vem de uma família muito bem de vida, que é super classista e exigente. Eles acham que Ramón tem que ter uma namorada porque já tem mais de 18 anos, e meu amigo, que não é nada bom em puxar assunto com mulheres, não só é virgem aos quase 20 anos, como também nunca nem deu um beijo e está longe de conseguir uma namorada. Isso não seria um problema se não fosse pela família dele, que fica cobrando. O aniversário dele tá chegando, a família vai se reunir pra comemorar e eles já tão enchendo o saco com a tal da namorada, com aquele clássico: "E a namorada? A namorada pra quando? 20 anos e nunca trouxe uma namorada, você não é gay, né?" Porque, além de tudo de ruim que a família dele tem, também é muito homofóbica. Ramón, pra evitar tudo isso, mentiu e disse que sim, que já tinha uma namorada, achando que ia ficar por isso mesmo e que não iam mais encher o saco. Mas agora eles tão exigindo que a namorada vá com ele na festa e que ele apresente pra família toda. Ele pensou em mentir de novo, falando que ela não podia ir, porque na real não tinha ninguém, mas no meio da pressão, acabou dizendo que ia tentar convencê-la. Só que tinha um problema: como convencer alguém que não existe?
Foi aí que Ramón me pediu ajuda, a mim, Matías, o melhor amigo dele desde a infância. Minha mãe, que era dona de casa, ia limpar a mansão deles e uma vez me levou junto. Desde então, viramos grandes amigos, porque ele vivia trancado lá dentro e eu era o único com quem ele podia brincar. Comecei a ir cada vez mais vezes, e depois passei a visitá-lo como amigo mesmo. E, apesar de não cair muito bem na família dele, era inegável como eu fazia Ramón feliz. Então, ele me liga uma noite, super preocupado. *Ring* Meu telefone toca. "Ramón, o que foi?" Respondo enquanto fazia minha lição de casa. Ramón: "Mati, tô com um puta problema." E começa a me contar sobre a mentira e como não sabia o que fazer.
No dia seguinte, fui na casa dele e a gente começou a ver quais opções ele tinha pra resolver o problema. Falar com uma mulher de verdade não era opção, mas convencer alguma a fingir ser a namorada dele, sim. Era, mas se batesse nele, o que também não seria problema, já que ele é muito rico. Então a gente começou a procurar na internet alguém que topasse fazer isso, até que apareceu uma pessoa que, embora não quisesse, ofereceu outra solução: vender um comprimido mágico que mudava o sexo das pessoas. Na desesperação, ele me olhou bem sério e pediu que, por favor, eu aceitasse.
Eu entendi na hora o que ele estava me pedindo, e já falei que não, mas ele continuou insistindo que era a única opção, que amanhã ele tinha que ir embora e não tinha ninguém, que não iam conseguir outra pessoa que aceitasse e que ele precisava muito de uma namorada pra impressionar a família, senão eles iam menosprezar ele e até podiam deserdar ele se não o considerassem digno. Ele pediu de todo jeito e até me ofereceu dinheiro, qualquer quantia que eu quisesse. E, pensando bem, minha mãe precisava de uns remédios que a gente não conseguia pagar, e ela já tava velha pra andar de bicicleta pra todo lado. Então eu pedi que ele comprasse os remédios, desse um carrinho pra ela — qualquer um, não importava se fosse usado — e me desse 10 mil dólares pra eu aceitar fingir ser a namorada dele o fim de semana inteiro.
Os olhos dele brilharam quando eu falei os termos que eu aceitava. Na verdade, ele topava muito mais. Disse que ia comprar todos os remédios que minha mãe precisasse — aliás, a família dele já ia fazer isso de qualquer jeito. O carro, sem problema nenhum, ia comprar um novo. E sobre os 10 mil, ele ia me dar 15 mil como agradecimento. Então comprou aquelas pílulas que chegariam no dia seguinte, me deu o dinheiro das pílulas e 10 mil dólares. Os outros 5 mil e o carro ficariam pra quando a gente voltasse. Saí de lá pensando no que tinha feito, tentando me preparar mentalmente pro que ia rolar no fim de semana. Mas cheguei em casa super feliz com os remédios da minha mãe, e avisei que ia viajar com o Ramón, que não ia estar por perto, e que se precisasse de qualquer coisa era só me mandar mensagem no celular.
O dia passou e cheguei na casa do Ramón. Ele me deu umas pílulas rosas, com umas instruções: demoram 1 hora pra fazer efeito, duram um dia inteiro, e não tomar mais de 5 se não quiser que o efeito seja permanente. Não ia ter problema, porque eu só ia tomar 3. Tomei e, uma hora depois, exatamente como ele avisou, comecei a notar as mudanças. Encolhi um pouco, meu cabelo cresceu pra caramba, meu rosto ficou mais fino, meu corpo começou a se desenvolver e a diminuir ao mesmo tempo. Meus peitos, quadris e bunda cresceram. Meu pau foi ficando cada vez menor até desaparecer, e no lugar apareceu um buraco que era minha nova buceta. A transformação tinha dado certo. Levou uma hora, mas era incrível — não acreditei no que vi no espelho.
Não podia acreditar no que tinha acontecido, então antes de sairmos pra fazer umas compras pra mim e pra minha imagem, impus umas regras. A gente não ia transar. Ele não ia me apalpar, só pegar na minha mão e dar uns beijos (a gente tinha que se beijar na boca, sim ou sim, pra mostrar que éramos namorados). Quando isso acabar, a gente não ia mais falar sobre o assunto. Isso não ia se repetir. Eu não ia, de jeito nenhum, ficar como mulher.
Ramón me deu uma das jaquetas dele e fomos comprar roupas, já que eu não podia ir vestida como homem. Ele me tratou como toda uma dama. Comprei uns vestidos, 6 trocas de roupa, 5 tangas e sutiãs. Depois disso, fomos comprar umas argolas, rabinhos de cabelo, colares, pulseiras e anéis. Também fui fazer as unhas, um skincare, cortar o cabelo e alisá-lo, já que eu tinha que dar uma boa impressão. Tudo pronto, passamos pra comprar um pouco de maquiagem e fomos pra casa dele, onde eu ia ter que ver uns tutoriais sobre como me maquiar. Naquela noite dormimos em camas separadas e nos mentalizamos pro que viria no dia seguinte.
Finalmente chegou a sexta-feira. Os pais dele, que nunca estavam em casa, tinham chegado. Mãe do Ramón: — Oi, filho, feliz aniversário. *Beija ele no rosto* Você deve ser a namorada do meu filho, né? Eu: — Oi, senhora, sou sim... *tosse* Sou a Cande, namorada do Ramón, muito prazer. Celena: — Não precisa de tanta formalidade, querida. Me chamo Celena, pode me chamar de Cele, e ele é meu marido, Victor. Victor: — Muito prazer, Cande. *Dá dois beijos, um em cada bochecha*
— Bem, vamos pro aeroporto — disse Victor, enquanto caminhava pro quarto. — Empacotem as coisas rápido, não podemos perder tempo. — Pro aeroporto? — perguntei preocupado. — Sim, Cande, não me diga que você nunca viajou de avião? — Claro que não — respondi. — Bom, sempre tem uma primeira vez pra tudo — ele disse, se afastando com um sorriso. Empacotamos nossas coisas e nos preparamos pra sair. Eu tinha uma mala e uma bolsa de mão com todas as coisas que podia precisar. usar. Eu:_ E aonde a gente vai? Cele:_ Pra uma fazenda da família, o Ramón não te falou? Eu:_ Não. O Ramón deu uma risada meio nervosa enquanto carregava minha mala, a mala dele e as malas dos pais dele no Rolls Royce. Não terminou de fechar o porta-malas quando o pai jogou as chaves pra ele: "você dirige até o aeroporto, eu tô cansado." Eu ia sentar atrás, mas a mãe dele me olhou e disse: "não, querida, você vai na frente com seu namorado, tem que fazer companhia pra ele." Durante a viagem foi assim, fomos até o aeroporto e de lá embarcamos no avião. Eu, todo iludido, pensei que íamos de classe econômica, mas não, uma família tão rica não faria isso, e viajamos de primeira classe. No meio do voo, tive que tomar outro comprimido pra não destransformar. Foi uma viagem longa, umas 4 horas, onde conheci o que era conforto e luxo de verdade. Chegamos no fim da tarde, pegamos um táxi e estávamos numa fazenda enorme, umas 500 hectares. A família era rica pra caralho, não só tinham um campo de plantação, mas também uma granja, centenas de cavalos, um lago próprio, um campo de golfe e até um avião particular, sem contar os vários salões. Aquilo era praticamente um hotel, onde ia se reunir toda a família: os avós, 4 tios com suas esposas e 9 primos. Era uma família bem numerosa, que me apresentaram um por um até chegar a hora do jantar. Tinha de tudo, era um verdadeiro banquete, quase tudo carne feita na churrasqueira. Nunca tinha visto tanta comida, nem num rodízio. Comemos como reis e depois ficamos conversando com toda a família, tomando uns drinques, já que estávamos comemorando. Talvez acostumado a beber num corpo de homem, isso me pegou de jeito, porque no meio das bebidas a mais, cruzei as pernas em cima das do Ramón. Não teria problema nenhum se fôssemos namorados de verdade, não sei o que deu em mim, eu tava agindo como uma mulher, mas isso já era demais e foi ainda pior quando ele... colocou as mãos nas minhas pernas e começou a acariciar, isso não quebrava nenhuma regra, mas eu tava começando a me sentir estranho, tava com muito calor, ele falava comigo e eu me aproximei bem dele porque não tava escutando e ficamos bem perto, cara a cara, não sei por que meu primeiro instinto foi fechar os olhos e BEIJAR ele
O que tinha acontecido comigo? Eu tinha beijado meu melhor amigo, por vontade própria, e ao fundo se ouviu um ahhhhhh dos primos dele, "viva os noivos" gritou a prima mais próxima. Eu estava confuso, então escolhi não beber mais e fui ao banheiro. Depois disso, voltei para continuar conversando com a família até que ficou tarde e decidimos ir dormir. Obviamente, tinha muitas camas, mas não podíamos dormir em camas separadas, seria estranho, então acabamos dormindo na mesma cama, um box de casal, mas dormimos invertidos, costas com costas, até que ele, dormindo, virou e me abraçou. Senti o braço dele, mas não me incomodou, pelo contrário, estava gostando, então deixei. Com mais dúvidas do que certezas, mas deixei ele me abraçar e dormimos abraçados. Não só isso, ele começou a se aproximar cada vez mais e, em um momento, o volume dele acabou encostando na minha bunda, o que realmente foi muito estranho e desconfortável, mas, de novo, comecei a sentir calor, e com o tempo foi pior, porque o volume dele começou a endurecer, o que foi ainda mais desconfortável, mas tinha algo que não era totalmente errado.
No dia seguinte, fizemos várias atividades, principalmente nos divertir. Ele me levou para andar a cavalo, onde ficou atrás de mim de novo e, me abraçando com seus braços grandes, me ajudava a montar. Jogamos golfe, entramos no lago, onde eu experimentei o biquíni que tínhamos comprado, que ficava incrível em mim. Ele me elogiou, enquanto me olhava com uns olhos completamente ternos, como se fossem de amor, e todos os primos dele começaram a gritar "beijo, beijo, beijo". Então ele me pegou pela cintura, me encostou no corpo dele e nos beijamos, enquanto me segurava. Foi um beijo longo, tão longo que deu tempo dele descer as mãos até minha bunda. Ele tinha quebrado uma das regras, mas eu não me importei. Ele também me levou para dar voltas no aviãozinho. Nunca tinha me divertido tanto na vida, e em cada momento estava o Ramón, meu amigo, e a gente agia como namorados. Depois desse dia maravilhoso e incrível... Voltamos a comemorar com uns drinks, dessa vez com um bolo, já que hoje era o aniversário dela. Então abrimos um champanhe, que de novo tava me deixando com tesão — a espuma era estranha. Enquanto eu olhava pro Ramón, ficava ainda mais excitada. Ele me chamou e tiramos umas fotos no bolo, abraçados e nos beijando pra guardar de lembrança. Isso me deixou confusa, eu tava confuso, sentindo calor, e o Ramón não ajudava nada com a lábia dele — ele me fazia sentir estranha. Então naquela noite, ele me abraçou de novo e me agradeceu por ter topado algo assim. Mas naquela noite tava muito quente, ele decidiu dormir só de cueca, o que me deixou toda excitada. Eu não tava acostumada com aquilo, mas mesmo assim me deitei com meu pijama, meio revelador.
Costas com costas, de novo, mas dessa vez ele virou e encostou o volume dele em mim de novo, só que agora dava pra sentir melhor sem a calça. Eu fiquei com mais calor, tanto que virei e beijei ele, sem ninguém precisar me forçar. Ele segurou minhas costas e me colocou por cima dele, tava acordado. "Haha, o que foi, me beijou? Por acaso você gostou?" Eu, ainda sob efeito do álcool, mordi o lábio e falei: "Não tem como eu gostar dessa sua cara feia." Ele riu: "Suas tetas dizem o contrário", enquanto apertava elas, meus bicos estavam duros. Comecei a beijar ele de novo, enquanto ele tirava meu pijama, eu tirei a cueca dele e o amiguinho dele apareceu na minha frente. Era incrivelmente grande, quase o dobro do meu, uma verdadeira besta. Mas eu não tava pensando em nada, e num estado de êxtase e tesão, meti ele na boca.
Chupei a pontinha, fazendo uns círculos com a língua, e depois comecei a enfiar ele inteiro. Não cabia, mas eu me esforçava. Era realmente muito grande, não tinha chance de fazer garganta profunda, mas tentei engolir o máximo que dava do pau dele, enquanto com uma mão masturbava o que sobrava — ainda tinha mais da metade do cacete pra chupar. Dando meu melhor, ele segurou a excitação, já que não podíamos fazer barulho, e então ele falou baixinho: "cuidado".
Ele gozou dentro da minha boca, uma carga enorme de porra, não cabia tudo, comecei a sujar meus peitos e os lençóis, enquanto engolia tudo que dava pra não sujar nada e o resto eu pegava, como dava, com minhas mãos, que depois lambi pra não deixar rastro. Ele me deitou na cama e disse: "agora é minha vez". Arrancou a parte de baixo do meu pijama e começou a me chupar. Dessa vez eu é que tinha que segurar os gemidos. Ficamos assim por um tempo, até que...
Eu tinha gozado um squirt potente, os lençóis ficaram estragados, mas não importa, a gente troca depois, ela disse enquanto lambia os lábios, agora vem o prato principal.
Ele me disse enquanto apoiava o pauzão dele na minha buceta, ficava esfregando e dando umas batidinhas. Eu falei pra ele ter cuidado, e ele, todo cheio de amor, respondeu: "É minha primeira vez, óbvio que vou ser cuidadoso.
E aí ele começou a meter, bem devagar. Eu fechei os olhos, apertei os dentes e segurei os lençóis, enquanto o pau enorme dele entrava bem devagarinho na minha buceta, que já tava no máximo do relaxamento e da excitação. Mesmo assim, doeu um pouco. Como eu também era virgem, meu hímen rompeu e começou a sair um pouco de sangue, mas ele continuou enfiando o pau até estar todo dentro. Ele se deitou por cima de mim, acariciou meu cabelo, me beijou e disse: "Vou começar a me mexer um pouquinho. Faz um sinal se doer." E bem devagar ele começou a se mover lá dentro. O pau dele era enorme, nem entrava tudo e mesmo assim tava me rasgando. Mas ele foi muito cuidadoso e, aos poucos, a dor foi passando. Na verdade, já não incomodava tanto. Eu tava começando a curtir os movimentos lentos dele.
Com o passar das investidas, ela foi se movendo cada vez mais forte, já que não tava doendo e, na verdade, já tava começando a gostar. Fechei a boca e um gemido escapou, mas eu me tapei a boca com as mãos, não podia deixar a gente fazer barulho. Então ele me virou, me colocou de quatro e me fez morder um travesseiro pra não fazer barulho.
Então ele começou a meter mais forte, as estocadas dele já não eram tão cuidadosas, na verdade não tinham cuidado nenhum, e a transa tava começando a ficar bem violenta, mas eu tava adorando, já estava num estado de êxtase total. Enquanto eu mordia o travesseiro, ele tava me comendo de um jeito que até dava pra levar de marmita, era um sexo realmente selvagem, como se fôssemos animais. O Ramón meigo e virgem tinha deixado de existir, e no lugar dele agora tinha um sádico de pauzão que tava me empurrando com muita força e muito rápido, enquanto eu fazia o menor barulho possível, claro que algum gemido escapava. Ficamos assim por um bom tempo, até que ele, por falta de experiência e meio cansado, gozou pela segunda vez.
Ele tirou de dentro de mim e gozou por toda minha costa e bunda, enquanto soltava o esperma, eu tava de bruços e de quatro, completamente exausta e dolorida, mas feliz e satisfeita. Ele falou pra eu esperar ali que ia pegar algo pra me limpar, aí trouxe uns lenços. Com a pouca força que me restava, peguei os lençóis, troquei e deixei os velhos ali, pra lavar no dia seguinte. Na hora não dava, mal conseguia ficar em pé depois de uma culiada daquelas. A gente deitou e dessa vez dormimos abraçados, porque o dia seguinte ia ser longo e me esperavam um monte de coisas que eu nem contava. Fim. Continua???
Foi aí que Ramón me pediu ajuda, a mim, Matías, o melhor amigo dele desde a infância. Minha mãe, que era dona de casa, ia limpar a mansão deles e uma vez me levou junto. Desde então, viramos grandes amigos, porque ele vivia trancado lá dentro e eu era o único com quem ele podia brincar. Comecei a ir cada vez mais vezes, e depois passei a visitá-lo como amigo mesmo. E, apesar de não cair muito bem na família dele, era inegável como eu fazia Ramón feliz. Então, ele me liga uma noite, super preocupado. *Ring* Meu telefone toca. "Ramón, o que foi?" Respondo enquanto fazia minha lição de casa. Ramón: "Mati, tô com um puta problema." E começa a me contar sobre a mentira e como não sabia o que fazer.
No dia seguinte, fui na casa dele e a gente começou a ver quais opções ele tinha pra resolver o problema. Falar com uma mulher de verdade não era opção, mas convencer alguma a fingir ser a namorada dele, sim. Era, mas se batesse nele, o que também não seria problema, já que ele é muito rico. Então a gente começou a procurar na internet alguém que topasse fazer isso, até que apareceu uma pessoa que, embora não quisesse, ofereceu outra solução: vender um comprimido mágico que mudava o sexo das pessoas. Na desesperação, ele me olhou bem sério e pediu que, por favor, eu aceitasse.
Eu entendi na hora o que ele estava me pedindo, e já falei que não, mas ele continuou insistindo que era a única opção, que amanhã ele tinha que ir embora e não tinha ninguém, que não iam conseguir outra pessoa que aceitasse e que ele precisava muito de uma namorada pra impressionar a família, senão eles iam menosprezar ele e até podiam deserdar ele se não o considerassem digno. Ele pediu de todo jeito e até me ofereceu dinheiro, qualquer quantia que eu quisesse. E, pensando bem, minha mãe precisava de uns remédios que a gente não conseguia pagar, e ela já tava velha pra andar de bicicleta pra todo lado. Então eu pedi que ele comprasse os remédios, desse um carrinho pra ela — qualquer um, não importava se fosse usado — e me desse 10 mil dólares pra eu aceitar fingir ser a namorada dele o fim de semana inteiro.
Os olhos dele brilharam quando eu falei os termos que eu aceitava. Na verdade, ele topava muito mais. Disse que ia comprar todos os remédios que minha mãe precisasse — aliás, a família dele já ia fazer isso de qualquer jeito. O carro, sem problema nenhum, ia comprar um novo. E sobre os 10 mil, ele ia me dar 15 mil como agradecimento. Então comprou aquelas pílulas que chegariam no dia seguinte, me deu o dinheiro das pílulas e 10 mil dólares. Os outros 5 mil e o carro ficariam pra quando a gente voltasse. Saí de lá pensando no que tinha feito, tentando me preparar mentalmente pro que ia rolar no fim de semana. Mas cheguei em casa super feliz com os remédios da minha mãe, e avisei que ia viajar com o Ramón, que não ia estar por perto, e que se precisasse de qualquer coisa era só me mandar mensagem no celular.O dia passou e cheguei na casa do Ramón. Ele me deu umas pílulas rosas, com umas instruções: demoram 1 hora pra fazer efeito, duram um dia inteiro, e não tomar mais de 5 se não quiser que o efeito seja permanente. Não ia ter problema, porque eu só ia tomar 3. Tomei e, uma hora depois, exatamente como ele avisou, comecei a notar as mudanças. Encolhi um pouco, meu cabelo cresceu pra caramba, meu rosto ficou mais fino, meu corpo começou a se desenvolver e a diminuir ao mesmo tempo. Meus peitos, quadris e bunda cresceram. Meu pau foi ficando cada vez menor até desaparecer, e no lugar apareceu um buraco que era minha nova buceta. A transformação tinha dado certo. Levou uma hora, mas era incrível — não acreditei no que vi no espelho.
Não podia acreditar no que tinha acontecido, então antes de sairmos pra fazer umas compras pra mim e pra minha imagem, impus umas regras. A gente não ia transar. Ele não ia me apalpar, só pegar na minha mão e dar uns beijos (a gente tinha que se beijar na boca, sim ou sim, pra mostrar que éramos namorados). Quando isso acabar, a gente não ia mais falar sobre o assunto. Isso não ia se repetir. Eu não ia, de jeito nenhum, ficar como mulher.Ramón me deu uma das jaquetas dele e fomos comprar roupas, já que eu não podia ir vestida como homem. Ele me tratou como toda uma dama. Comprei uns vestidos, 6 trocas de roupa, 5 tangas e sutiãs. Depois disso, fomos comprar umas argolas, rabinhos de cabelo, colares, pulseiras e anéis. Também fui fazer as unhas, um skincare, cortar o cabelo e alisá-lo, já que eu tinha que dar uma boa impressão. Tudo pronto, passamos pra comprar um pouco de maquiagem e fomos pra casa dele, onde eu ia ter que ver uns tutoriais sobre como me maquiar. Naquela noite dormimos em camas separadas e nos mentalizamos pro que viria no dia seguinte.
Finalmente chegou a sexta-feira. Os pais dele, que nunca estavam em casa, tinham chegado. Mãe do Ramón: — Oi, filho, feliz aniversário. *Beija ele no rosto* Você deve ser a namorada do meu filho, né? Eu: — Oi, senhora, sou sim... *tosse* Sou a Cande, namorada do Ramón, muito prazer. Celena: — Não precisa de tanta formalidade, querida. Me chamo Celena, pode me chamar de Cele, e ele é meu marido, Victor. Victor: — Muito prazer, Cande. *Dá dois beijos, um em cada bochecha*
— Bem, vamos pro aeroporto — disse Victor, enquanto caminhava pro quarto. — Empacotem as coisas rápido, não podemos perder tempo. — Pro aeroporto? — perguntei preocupado. — Sim, Cande, não me diga que você nunca viajou de avião? — Claro que não — respondi. — Bom, sempre tem uma primeira vez pra tudo — ele disse, se afastando com um sorriso. Empacotamos nossas coisas e nos preparamos pra sair. Eu tinha uma mala e uma bolsa de mão com todas as coisas que podia precisar. usar. Eu:_ E aonde a gente vai? Cele:_ Pra uma fazenda da família, o Ramón não te falou? Eu:_ Não. O Ramón deu uma risada meio nervosa enquanto carregava minha mala, a mala dele e as malas dos pais dele no Rolls Royce. Não terminou de fechar o porta-malas quando o pai jogou as chaves pra ele: "você dirige até o aeroporto, eu tô cansado." Eu ia sentar atrás, mas a mãe dele me olhou e disse: "não, querida, você vai na frente com seu namorado, tem que fazer companhia pra ele." Durante a viagem foi assim, fomos até o aeroporto e de lá embarcamos no avião. Eu, todo iludido, pensei que íamos de classe econômica, mas não, uma família tão rica não faria isso, e viajamos de primeira classe. No meio do voo, tive que tomar outro comprimido pra não destransformar. Foi uma viagem longa, umas 4 horas, onde conheci o que era conforto e luxo de verdade. Chegamos no fim da tarde, pegamos um táxi e estávamos numa fazenda enorme, umas 500 hectares. A família era rica pra caralho, não só tinham um campo de plantação, mas também uma granja, centenas de cavalos, um lago próprio, um campo de golfe e até um avião particular, sem contar os vários salões. Aquilo era praticamente um hotel, onde ia se reunir toda a família: os avós, 4 tios com suas esposas e 9 primos. Era uma família bem numerosa, que me apresentaram um por um até chegar a hora do jantar. Tinha de tudo, era um verdadeiro banquete, quase tudo carne feita na churrasqueira. Nunca tinha visto tanta comida, nem num rodízio. Comemos como reis e depois ficamos conversando com toda a família, tomando uns drinques, já que estávamos comemorando. Talvez acostumado a beber num corpo de homem, isso me pegou de jeito, porque no meio das bebidas a mais, cruzei as pernas em cima das do Ramón. Não teria problema nenhum se fôssemos namorados de verdade, não sei o que deu em mim, eu tava agindo como uma mulher, mas isso já era demais e foi ainda pior quando ele... colocou as mãos nas minhas pernas e começou a acariciar, isso não quebrava nenhuma regra, mas eu tava começando a me sentir estranho, tava com muito calor, ele falava comigo e eu me aproximei bem dele porque não tava escutando e ficamos bem perto, cara a cara, não sei por que meu primeiro instinto foi fechar os olhos e BEIJAR ele
O que tinha acontecido comigo? Eu tinha beijado meu melhor amigo, por vontade própria, e ao fundo se ouviu um ahhhhhh dos primos dele, "viva os noivos" gritou a prima mais próxima. Eu estava confuso, então escolhi não beber mais e fui ao banheiro. Depois disso, voltei para continuar conversando com a família até que ficou tarde e decidimos ir dormir. Obviamente, tinha muitas camas, mas não podíamos dormir em camas separadas, seria estranho, então acabamos dormindo na mesma cama, um box de casal, mas dormimos invertidos, costas com costas, até que ele, dormindo, virou e me abraçou. Senti o braço dele, mas não me incomodou, pelo contrário, estava gostando, então deixei. Com mais dúvidas do que certezas, mas deixei ele me abraçar e dormimos abraçados. Não só isso, ele começou a se aproximar cada vez mais e, em um momento, o volume dele acabou encostando na minha bunda, o que realmente foi muito estranho e desconfortável, mas, de novo, comecei a sentir calor, e com o tempo foi pior, porque o volume dele começou a endurecer, o que foi ainda mais desconfortável, mas tinha algo que não era totalmente errado.No dia seguinte, fizemos várias atividades, principalmente nos divertir. Ele me levou para andar a cavalo, onde ficou atrás de mim de novo e, me abraçando com seus braços grandes, me ajudava a montar. Jogamos golfe, entramos no lago, onde eu experimentei o biquíni que tínhamos comprado, que ficava incrível em mim. Ele me elogiou, enquanto me olhava com uns olhos completamente ternos, como se fossem de amor, e todos os primos dele começaram a gritar "beijo, beijo, beijo". Então ele me pegou pela cintura, me encostou no corpo dele e nos beijamos, enquanto me segurava. Foi um beijo longo, tão longo que deu tempo dele descer as mãos até minha bunda. Ele tinha quebrado uma das regras, mas eu não me importei. Ele também me levou para dar voltas no aviãozinho. Nunca tinha me divertido tanto na vida, e em cada momento estava o Ramón, meu amigo, e a gente agia como namorados. Depois desse dia maravilhoso e incrível... Voltamos a comemorar com uns drinks, dessa vez com um bolo, já que hoje era o aniversário dela. Então abrimos um champanhe, que de novo tava me deixando com tesão — a espuma era estranha. Enquanto eu olhava pro Ramón, ficava ainda mais excitada. Ele me chamou e tiramos umas fotos no bolo, abraçados e nos beijando pra guardar de lembrança. Isso me deixou confusa, eu tava confuso, sentindo calor, e o Ramón não ajudava nada com a lábia dele — ele me fazia sentir estranha. Então naquela noite, ele me abraçou de novo e me agradeceu por ter topado algo assim. Mas naquela noite tava muito quente, ele decidiu dormir só de cueca, o que me deixou toda excitada. Eu não tava acostumada com aquilo, mas mesmo assim me deitei com meu pijama, meio revelador.
Costas com costas, de novo, mas dessa vez ele virou e encostou o volume dele em mim de novo, só que agora dava pra sentir melhor sem a calça. Eu fiquei com mais calor, tanto que virei e beijei ele, sem ninguém precisar me forçar. Ele segurou minhas costas e me colocou por cima dele, tava acordado. "Haha, o que foi, me beijou? Por acaso você gostou?" Eu, ainda sob efeito do álcool, mordi o lábio e falei: "Não tem como eu gostar dessa sua cara feia." Ele riu: "Suas tetas dizem o contrário", enquanto apertava elas, meus bicos estavam duros. Comecei a beijar ele de novo, enquanto ele tirava meu pijama, eu tirei a cueca dele e o amiguinho dele apareceu na minha frente. Era incrivelmente grande, quase o dobro do meu, uma verdadeira besta. Mas eu não tava pensando em nada, e num estado de êxtase e tesão, meti ele na boca.
Chupei a pontinha, fazendo uns círculos com a língua, e depois comecei a enfiar ele inteiro. Não cabia, mas eu me esforçava. Era realmente muito grande, não tinha chance de fazer garganta profunda, mas tentei engolir o máximo que dava do pau dele, enquanto com uma mão masturbava o que sobrava — ainda tinha mais da metade do cacete pra chupar. Dando meu melhor, ele segurou a excitação, já que não podíamos fazer barulho, e então ele falou baixinho: "cuidado".
Ele gozou dentro da minha boca, uma carga enorme de porra, não cabia tudo, comecei a sujar meus peitos e os lençóis, enquanto engolia tudo que dava pra não sujar nada e o resto eu pegava, como dava, com minhas mãos, que depois lambi pra não deixar rastro. Ele me deitou na cama e disse: "agora é minha vez". Arrancou a parte de baixo do meu pijama e começou a me chupar. Dessa vez eu é que tinha que segurar os gemidos. Ficamos assim por um tempo, até que...
Eu tinha gozado um squirt potente, os lençóis ficaram estragados, mas não importa, a gente troca depois, ela disse enquanto lambia os lábios, agora vem o prato principal.
Ele me disse enquanto apoiava o pauzão dele na minha buceta, ficava esfregando e dando umas batidinhas. Eu falei pra ele ter cuidado, e ele, todo cheio de amor, respondeu: "É minha primeira vez, óbvio que vou ser cuidadoso.
E aí ele começou a meter, bem devagar. Eu fechei os olhos, apertei os dentes e segurei os lençóis, enquanto o pau enorme dele entrava bem devagarinho na minha buceta, que já tava no máximo do relaxamento e da excitação. Mesmo assim, doeu um pouco. Como eu também era virgem, meu hímen rompeu e começou a sair um pouco de sangue, mas ele continuou enfiando o pau até estar todo dentro. Ele se deitou por cima de mim, acariciou meu cabelo, me beijou e disse: "Vou começar a me mexer um pouquinho. Faz um sinal se doer." E bem devagar ele começou a se mover lá dentro. O pau dele era enorme, nem entrava tudo e mesmo assim tava me rasgando. Mas ele foi muito cuidadoso e, aos poucos, a dor foi passando. Na verdade, já não incomodava tanto. Eu tava começando a curtir os movimentos lentos dele.
Com o passar das investidas, ela foi se movendo cada vez mais forte, já que não tava doendo e, na verdade, já tava começando a gostar. Fechei a boca e um gemido escapou, mas eu me tapei a boca com as mãos, não podia deixar a gente fazer barulho. Então ele me virou, me colocou de quatro e me fez morder um travesseiro pra não fazer barulho.
Então ele começou a meter mais forte, as estocadas dele já não eram tão cuidadosas, na verdade não tinham cuidado nenhum, e a transa tava começando a ficar bem violenta, mas eu tava adorando, já estava num estado de êxtase total. Enquanto eu mordia o travesseiro, ele tava me comendo de um jeito que até dava pra levar de marmita, era um sexo realmente selvagem, como se fôssemos animais. O Ramón meigo e virgem tinha deixado de existir, e no lugar dele agora tinha um sádico de pauzão que tava me empurrando com muita força e muito rápido, enquanto eu fazia o menor barulho possível, claro que algum gemido escapava. Ficamos assim por um bom tempo, até que ele, por falta de experiência e meio cansado, gozou pela segunda vez.
Ele tirou de dentro de mim e gozou por toda minha costa e bunda, enquanto soltava o esperma, eu tava de bruços e de quatro, completamente exausta e dolorida, mas feliz e satisfeita. Ele falou pra eu esperar ali que ia pegar algo pra me limpar, aí trouxe uns lenços. Com a pouca força que me restava, peguei os lençóis, troquei e deixei os velhos ali, pra lavar no dia seguinte. Na hora não dava, mal conseguia ficar em pé depois de uma culiada daquelas. A gente deitou e dessa vez dormimos abraçados, porque o dia seguinte ia ser longo e me esperavam um monte de coisas que eu nem contava. Fim. Continua???
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