
Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net.
Valeu, meus leitores! Pelas mensagens que me motivam a continuar contando minhas histórias.
Como sempre peço pra vocês.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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Sem mais delongas, vamos começar.Depois daquela noite, ela virou minha tentação.
Sabia que era errado e um baita risco pro meu relacionamento.
Não parava de pensar na minha sobrinha e o quão puta a garota era.
Como começou isso, fingindo ser minha mulher pra eu comer ela.
Aproveitando meu cansaço e a escuridão.
Me fez cair na armadilha dela como um otário e agora me tinha nas mãos dela.
Cada vez o risco era maior. Mesmo assim, a gente continuou nos dias seguintes.
Minha promessa de fidelidade e de sossegar o facho ficava cada vez mais no esquecimento.
Ela tinha um plano e executava com toda a precisão.
Depois de conseguir o que queria.
Estando em casa comigo, ela era uma menina meiga e muito doce.
Mas quando a tia dela estava por perto, ela mostrava toda a rebeldia e os caprichos dela.
Inconscientemente ou por querer, competia com ela, colocando tudo em risco.
Ela não tinha medo de nada, algo que eu precisava corrigir com urgência.
A tia dela não desconfiava de nada, mas às vezes a repreendia por andar pelada.
A menina, na vontade dela de se sentir gostosa pra mim, às vezes era óbvia demais.
Eu apoiava minha parceira, tentando corrigir o comportamento dela e não levantar suspeitas.
Ela, como boa menina, me obedecia na hora e vestia uma roupa mais adequada.
Me obedecia mais do que à tia dela.
Minha parceira gostava que a gente fosse tão unido e que eu impusesse limites pra ela.
Eu gostava de ver ela assim, soltinha de roupa, onde dava pra ver um pouco do corpo gostoso dela.
Junto com a carinha de anjo dela.
que só dava pra ver quando minha mina tava trabalhando. onde eu curtia e passava de ponta a ponta com meus beijos e carícias.
Mas ela adorava que eu ficasse olhando o tempo todo e me deixar com tesão.
Sempre que a gente ficava sozinho, nem que fosse um minuto.
Ela aproveitava pra me fazer desejar ela do mesmo jeito que ela me desejava.
Se deixando ver.
Não só se exibia, às vezes procurava o roçar e quando estávamos longe da minha parceira. Ela aproveitava pra me beijar com paixão.
Eu aproveitava cada oportunidade.
O corpinho perfeito dela era a minha perdição. Mas ao mesmo tempo era uma tortura pra mim. Vivia tenso, preocupado pra isso não sair do controle.
Ou pra minha parceira descobrir e tudo ir pelos ares.
Ela me dizia que me amava e que precisava de mim, e isso me deixava louco.
Eu tentava acalmá-la, até ter outra chance de ficarmos sozinhos sem nos arriscar.
Ela entendia pela metade, porque a vontade de foder não tinha limite.
Já tinham passado 7 dias desde aquele primeiro incidente.
Onde a pequena tinha provado por 2 noites ser comida, e ela queria mais.
Ela me acompanhava pra todo lado. Procurando aquele momento a sós que nunca vinha, e a gente ficava ainda mais tarado do que antes.
Minha parceira adorava que fôssemos tão unidos.
Sem imaginar o que realmente nos unia.
Uma tarde, surgiu um chamado de socorro.
Um cliente tinha o carro quebrado, e eu preparei minhas ferramentas pra ir ajudá-lo.
A menina viu uma oportunidade.
Ela pediu permissão pra tia pra ir comigo.
Maria: — Não sei, coração...
Se seu tio te levar, tudo bem, pergunta a ele se pode ir, com ele?
Mas se comporta, o tio tá trabalhando. Ok...
Flor: — Sim... Tia, eu me comporto...
O tio falou pra eu perguntar pra senhora.
Era uma oportunidade grande demais pra ela desperdiçar, já estava tudo pronto.
Passando pelo centro, com as ruas desertas, típico de fim de semana.
Ela se acomodou no banco.
Enquanto eu dirigia, ela falava comigo.
Flor: — Tio, vai demorar muito no socorro ou é rápido?
Porque a gente pode ir pra sua casa depois, né?
Quero ficar um tempo com você a sós.
Eu: — Não sei quanto tempo vou demorar, coração.
Mas não se preocupa, já te prometi.
Depois a gente vê, se eu também tiver afim.
Mas não podemos ser tão arriscados, sim?
Não quero problemas, já conversamos sobre isso.
Era como falar com uma parede.
Enquanto eu dirigia e conversávamos, ela ia se tocando e me tocando.
Flor: — Tô muito tesuda, tio...
Não aguento mais... mmmm...
mmm, seu pau tá paradona tio......
mmm....
Ela tirou meu pau pra fora, que pulou igual mola.
Olhei pra todo lado e, sem ver ninguém saindo da cidade,
ela começou a chupar que nem uma louca.
Sentir a boca e a língua dela brincando com a cabeça do meu pau.
Enquanto dirigia, curtia o boquete e de vez em quando metia na boca dela.
Meus dedos foram na buceta dela, toda molhada, pegando de leve.
Minha caminhonete, com a altura dela, dava aquela privacidade.
A gente gemendo de prazer.
Tão quente que já nem ligava pro cliente nem pra chegar a tempo no socorro.
Saí da estrada pra uma rota de sítios.
Procurei um lugar bom.
Prontos os dois, empurrei o banco dela pra trás.
Abri as perninhas dela e, bem devagar, fui penetrando.
Flor: mmm.... Ai.... Tio.... mmm....
Que gostoso é sentir você dentro de mim... mmm....
Como eu sentia sua falta... mmm....
É tão gostoso foder... a...a...ai... mmm...
mmm... sim, te amo e precisava tanto de você.... ai.... sim...
Te amo... Te amo...
ui.... tô quase gozando....
A... ai... deus... ai... sim tio... mmm...
O tesão me deixava doido de ter essa menina tão puta à disposição. O lugar remoto onde você não sabe o que pode rolar.
Seus gemidos e o cheiro de sexo que tomava conta do carro.
Tudo muito excitante.
Ela gozou várias vezes com uma sinfonia de gemidos.
Terminei gozando e enchendo a buceta dela de porra.
Mas não conseguia parar de foder ela.
Sempre tenho um rolo de papel descartável, então quando terminei, peguei, ela se limpou e depois me limpou.
Abrimos as janelas e um pouco de perfume pra apagar os rastros do pecado.
Voltamos pra estrada.
Fizemos o socorro e fomos pra minha casa, como prometi, pra foder mais confortável.
Foi uma tarde inesquecível.
Mas à noite, mesmo exausto, também cumpri com minha parceira.
Fazendo tudo certinho pra não levantar suspeitas.
Foder com as duas era o sonho do cara. Como se diz aqui.
Assim que chegava de deixar a tia dela no trabalho.
Ela me recebia de calcinha, bem menininha, sabendo que me deixava louco de tesão.
A gente se beijava como se tivesse passado dias sem se ver. Ela dizia:
com aquela voz de menina triste enquanto brincava com a calcinha e com meu pau.
Flor: Finalmente chegou... tio...
o que você ficou fazendo, esqueceu que eu tava te esperando?
Senti muito sua falta... Dorme comigo? No seu quarto ou no meu?
Eu: Não exagera, quer, tá? Não demorei nada. Se a gente dormir junto, como te prometi.
Você terminou as tarefas que tinha pra amanhã na escola? Se não fez, nada de sexo, ok.
Vai lá e me traz a pasta.
Como uma boa menina, ela trouxe as tarefas feitas e bem caprichadas.
Flor: Viu, já tá tudo...
Onde a gente vai dormir, na cama grande?
Eu: Sei que você gosta mais da cama grande, mas é melhor no seu quarto.
Essa é a cama da sua tia, e a gente vai respeitar isso.
A gente se devorava de beijos e, no quarto, transava por horas.
Onde eu curtia minha pequena slutty faminta de sexo.
Sempre quente e com a bucetinha molhadinha, ela já tava pronta.
Mas eu adorava dar um bom boquete nela.
Ela derretia com umas chupadas gostosas.
Amava chupar os peitinhos dela. A buceta saborosa e suculenta, e a bunda dela, nem se fala.
Embriagado de tesão, tirava fotos dela.
Pra que a lembrança desses encontros fosse eterna.
Ela adorava e posava pra mim com gosto.
Quanto mais pervertido eu ficava, mais ela gostava. E mais vadia ela ficava.
Ela me chupava com gosto.
Assim começamos a noite.
Pra depois terminar fudendo que nem uns loucos. Com o passar das semanas.
A gente ficou sem noção.
Era claro que o tesão e a putaria tiravam minha sanidade.
Mesmo eu sendo o mais experiente no assunto, ela conseguia me enlouquecer.
Eu tinha muito a perder, mas já não ligava pra mais nada.
Era mais forte que eu.
A regra de não foder na cama grande ficou no esquecimento.
Era mais cômodo e ao mesmo tempo excitante foder a mina no mesmo lugar onde comia a tia dela. Misturando nos lençóis os cheiros das minhas duas paixões.
As molas do colchão divertiam ela, pulando em cima enquanto se empalava com minha pica.
Quebrando todas as regras de comportamento, a gente se arriscava cada vez mais.
Como se estivéssemos sozinhos, às vezes eu curtia a garota com a minha mulher em casa.
Uma loucura, mas eu não conseguia evitar.
Os roçados ou as provocações que antes não davam em nada ou eram só brincadeira,
acabavam em sexo no menor contato.
Quase toda manhã, antes de eu ir trabalhar, ela tomava café da manhã com porra.
Enquanto a tia dela dormia.
Ela e eu já não aguentávamos mais esperar ficar sozinhos. Sempre no limite e nos arriscando.
Isso tornava tudo tão excitante quanto gostoso ao mesmo tempo.
Claro que não queríamos ser descobertos.
Mas não conseguíamos evitar aquela adrenalina que o perigo nos dava.
Os cochilos da minha parceira, que antes eu acompanhava e até usava pra transar,
eu aproveitava pra foder com a menina.
Seja na cozinha ou na sala.
Essa falta de cuidado da minha parte alertou minha parceira de que algo estava rolando.
O que era o sonho do cara virou um pesadelo.
Mari começou a desconfiar.
Ela, pra tirar as dúvidas, tirou uma licença no trabalho.
Ela trabalhava nos horários em que eu estava na oficina.
Já não dormia mais à tarde; ou dormia ou transava com ela.
Logo me pediu pra não passar tanto tempo sozinho com a menina.
Que não gostava.
Mas percebi que algo estava errado e dei um basta com a garota.
A tia dela estava nos perseguindo e parecia atenta a todos os nossos movimentos.
Com a suspeita dela a mil, não encontrava falhas em mim.
Mas ao prestar atenção na menina, a desconfiança dela foi ao máximo.
Os olhares, os gestos da pequena a entregavam.
As raivas dela quando a tia não a deixava ficar sozinha comigo ou sair comigo, inventando desculpas.
Isso acendeu os alertas.
Ela não sabia o que estava rolando, mas tomou uma decisão.
Uma tarde, estando na minha oficina,
minha parceira chega e me diz assim:
Maria: Amor, precisamos conversar.
Sabe que te amo e que confio em você.
Mas não gosto e já não me sinto segura com você e a Flor tanto tempo sozinhos.
Não é que não confie em você, é que não confio nela.
Não quero que você tenha problemas, e muito menos eu.
Acho melhor você não morar mais com a gente.
Como sempre, nessa situação só tem uma saída.
Se fazer de besta e tentar se livrar.
Eu: Você acha que eu tenho algo com sua sobrinha?
Lamento muito que pense isso.
Foda-se a confiança que você tem em mim.
Então vamos terminar aqui, né? María: Não, amor, não estamos terminando... Eu te amo...
Confio em você, não nela. Isso me dá insegurança.
Trouxe algumas das suas coisas, vou vir te ver e ficar com você.
Só te peço que me entenda, é só até ela não morar mais comigo.
Claro, fingi que estava ofendido e disse que não entendia ela.
Que ela estava errada, mas que se era a decisão dela, eu respeitava.
Falei pra ela deixar as coisas no meu escritório.
Que estava ocupado e tinha muita coisa pra fazer.
Até quando ela se ofereceu pra ficar e tomar uns mates, eu disse que não.
Com lágrimas nos olhos, ela foi embora.
Enquanto ela saía, liguei pra garota pra contar o que tava rolando.
Expliquei tudo, e a garota tava muito puta.
Pedi pra ela se acalmar e que por um tempinho a gente cortasse toda comunicação.
Por uns dias, eu fingi que tava ofendido com minha parceira e não tive nada com a menina.
A relação entre tia e sobrinha se acalmou e voltou a ser boa de novo.
Ficou como um mal-entendido da minha parceira.
Logo chegou minha cunhada, que, por não gostar do lugar, sentir muita falta da vida dela aqui e não conseguir emprego.
Além disso, suspeitei que algo não tava certo com minha saída de casa.
Pensei que minha história com a garota ia acabar.
Ela voltou a morar com a mãe.
As coisas voltaram ao normal.
Não voltei a morar com minha parceira. Preferi cortar antes de ter problemas.
Embora a gente tenha ficado como amigos e transado de vez em quando, decidi ficar sozinho.
Depois de esclarecer algumas coisas.
Ela nunca mais desconfiou de nós e até hoje acha que não rolou nada entre a garota e eu.
Sozinho, a menina saía da escola e desviava o caminho pra me fazer uma visita.
Ela se sentia mal pela tia, mas feliz de estar comigo.
Onde podia, virava minha putinha, como ela tanto gostava.
Disposta como sempre, ela se entregava por completo.
Enquanto eu dava todos os gostos pra ela.
Comia ela pela casa toda, e ela feliz.
Pronto, as escapadas dela ficaram mais frequentes. A mãe dela já não controlava mais ela.
Ela abusava disso.
Fazendo o que queria.
A única coisa que importava pra ela era foder e se divertir com o tio amado dela.
As mentiras dela pra mãe foram descobertas uma tarde.
Ela disse que ia ficar estudando na casa de uma amiga.
Mas na verdade tava dando pra mim na minha casa.
Naquela tarde a gente fodeu como se fosse a última vez.
Da sala pro quarto e até no banheiro.
Bem comida, ainda com o cabelo molhado, saiu de casa.Bem na hora que a mãe dela passava de táxi.
Quando ela chegou, a mãe tava esperando pra ela explicar tudo.
Negou tudo que pôde, mas a mãe acabou sabendo toda a verdade.
As duas mantêm o segredo.
Mari nunca ficou sabendo.
Pra não ter problema e acabar com as mentiras e enganações, a mãe dela deu permissão pra ela vir aqui em casa.
Quantas vezes quisesse, mas avisando.
Foi assim que até hoje a gente continua transando e se amando muito.
A compreensão da minha cunhada e o segredo.
Depois ela ia me cobrar.
Mas isso é outra história.
--------- FIM ----------
PS: Bom, queridos leitores, espero que vocês gostem da minha história.
Gostaria de ler vocês e deixem seus comentários pra eu saber e continuar melhorando, não esqueçam que eu publico pra vocês.
Sem mais, me despeço, mando um abraço bem forte.
Até a próxima......
Abraços. Maury-só-eu.
7 comentários - Como contar pra sua tia que comi você, por engano? 2 com fo
gracias por comenter y tus alagos y cuando pueda te vere tus relatos. saludos gracias por comentar.
gracias por comentar