Cunhada me come enquanto minha mina dorme

Viver no mundo "turro" me trouxe um monte de situações inesperadas incríveis, sobre tudo coisas muito quentes. Situações que do outro lado da General Paz jamais vão acontecer nem aconteceram — desse lado, a magia do conurbano matancero faz coisas magníficas. Numa terça-feira quente, bem cedo, umas 8 da manhã, uns dois ou três anos depois de ter me mudado pra casinha da minha nova família girl, eu tava desmontando a tampa de válvulas do 147 porque tava vazando óleo pra caralho. Acordei cedo pra evitar o calor e fui desmontar. Lembra que era uma terça de manhã. Eu tava pelado, todo sujo de graxa e óleo, e com um short de futebol branco que seria o reserva do San Lorenzo. Nessa hora, atravessaram o arame que separa nosso terreno cheio de porcaria e nossa casinha das porcarias da pseudo calçada de mato, a vala e a rua de terra, minha cunhada e uma amiga dela. Não só vinham de dançar, bêbadas e rindo às gargalhadas, mas as duas tavam arrasando. Minha cunhada tava com um vestidinho preto que usava muito na época, bem curtinho, na altura da bunda, aberto na barriga e no umbigo, com um decote. Dava pra ver de 2 metros como marcava a fio dental, até a argolinha de metal, e pra piorar, a safada tinha colocado uma fio dental branca que transparentava tudo no vestido preto. A amiguinha não ficava atrás: tinha uma regatinha preta curta, bem decotada, uma saia azul escura curta também na altura da bunda. As duas de salto, maquiadas bem chamativas, e com aquele olhar que misturava coisas de puta devoradora de pica, mas ao mesmo tempo uma carinha de menina inocente, pronta pra ser criada. Meu primeiro pensamento foi: "que gostosas que são as duas, pelo amor de Deus", e o segundo foi: "quem caralho vai dançar numa segunda à noite?". Vale dizer que hoje em dia tem muito mais baladas que abrem domingo e segunda, na época era mais complicado. Porém, em A matança sempre tinha espaço pra putaria e as minas, de um jeito ou de outro, se viravam pra estar em todos os bailes possíveis. Minha cunhada chegou e me cumprimentou com um beijo na bochecha, eu aproveitei o momento pra dar uma olhada naquele decote sem sutiã e naqueles peitinhos pequenos com os biquinhos durinhos a centímetros dos meus olhos. A amiga me cumprimentou de onde tinha parado, mas basicamente nem me notei. Aproveitando que minha cunhada ficou na minha frente, falei: "Você hein, se diverte pra caralho, né?" Claro que a gente já tinha transado umas vezes e, por mais que ela fosse uma menina doce, sabia muito bem que me deixava louco. Tirar os olhos daquele decote, do vestidinho perfeito, daquela bunda divina... tudo fez minha pica ficar dura. Como eu não uso cueca nem roupa íntima, logo tava com o pau duro no short de futebol, ainda por cima branco. Minha cunhada me olhou, com a bebedeira que tava, e chamou a atenção dela o quanto eu tava duro. Provocativa como sempre, a mina deu mais um passo na minha direção e falou umas merdas sobre o baile. Num momento, ela quase colocou a boca a centímetros da minha, deixando eu ver todo aquele decote perfeito. Elas se afastaram pra dentro, aquelas bundas espetaculares que fazem você se perguntar o que essas criaturas comem pra ter um rabo daquele. Porque tem patricinha que vai pra academia, faz dieta e não tem a bunda perfeita igual essas duas filhas da puta, que vivem de guisado, polenta, churrasco, bebida, putaria, rua de terra e ônibus de três dígitos. Ver elas se afastando foi uma imagem incrível. As duas de fio dental, transparentando um pouco a calcinha no tecido fininho dos vestidos e da saia, me deixavam louco. Claro que pensei em fazer alguma coisa pra comer elas ali mesmo, mas minha mina tava dormindo no quarto da casinha a uns metros de onde eu tava desmontando o carro. Pra piorar, o carro tava desmontado, então também não dava pra levar pro hotel. Então só deixei que minha mente viajasse um pouco e eu me coloquei cuidadosamente a substituir a junta. Lembro de estar apertando os parafusos da tampa quando reapareceu na cena minha cunhada, estava vestida igual como tinha chegado, divina, passou na minha frente fazendo meu volume roçar toda aquela bunda perfeita, me deixando duro na hora e quase como se nada, como se não fosse grande coisa, cravou os olhos em mim e disse: quero que você me coma. As minas não enrolam. E olha, uma coisa era o risco de ir atrás da situação sozinho, mas se a situação veio até mim, não ia perdoar. Então, pensando mais com a pica do que com a cabeça, beijei ela de uma vez. Começamos a nos pegar ali, apoiados no para-lama do 147. Ela se sentou em cima de mim, a virilha dela na minha pica dura, enquanto eu com as duas mãos apertava forte os peitos da bunda dela. "Me faz sua, meu Bandido", ela disse enquanto curtia como eu apertava forte aqueles peitos da raba. Além da pica dura, eu tava com o coração aceleradíssimo, entre beijo e beijo com língua, eu olhava de canto a porta da casa a uns metros, tranquilamente minha mina podia sair, o Dylan que já andava ia sair, minha sogra e mais lá no fundo podiam passar outros cunhados. Isso que digo, Paz geral, essas coisas são impossíveis, tudo é possível. E isso eu esclareço porque nunca me achei um malandro nem o mais vencedor, simplesmente sempre fui mandado, zero vergonha, cara de pau, mas a real é que uma vez que consegui entrar no mundo turro, burro fez tudo por mim, ou pelo menos uns 70%. É como se te colocassem pra jogar de zagueiro no Manchester City, por mais que você cague alguma bola, algum dos atacantes vai fazer três ou quatro gols. A parada é que com o tesão que a gente tava, entramos no 147, no banco do carona, o banco da minha mina, eu abaixei o short do San Lorenzo deixando minha pica no ar e minha cunhada, minha, deslizando só a fio dental pra minha pica sem camisinha e pele com pele entrar direto na buceta dela. Tava a buceta palavra: buceta toda melada bem fluída, a pica entrou até o fundo sem resistência. Ela começou a cavalgar em mim de um jeito selvagem e descontrolado. Dava pra ver que, estando bêbada, não tava nem aí pra nada e só queria a pica do cunhado dela. Ela pulava em cima de mim que era uma delícia. Pra piorar, me beijava na boca, mordendo meu lábio, enfiando a língua até o fundo e cruzando os braços atrás do meu pescoço. Como os vagabundos que a gente era, o Edgar sem camisinha fazia minha pica sentir todo aquele fluxo e ela explodir de tesão ao sentir a cavalgada pele com pele. Tirei os peitos dela do decote e comecei a chupar, passar a língua, morder os bicos. A gente tava completamente descontrolado, solto. O pobre do 147 balançava todo com cada cavalgada dela enquanto minha pica entrava e saía sem camisinha da palavra: buceta. Levantei o olhar um segundo, parei de chupar os peitos dela pra encarar ela. A carinha de putinha enlouquecia qualquer um. Ela tinha minha pica a ponto de explodir. O mais gostoso era ouvir ela falar. Porque se a Jessie é mina e favelada, minha cunhada levava a outro nível. "Dá pica, vagabundo, dá pica, faz de mim sua putinha. Papai, faz de mim sua putinha." Repetia sem parar minha cunhada. Claro que com toda aquela adrenalina e ouvindo ela falar assim e sentindo como ela me cavalgava, o foda não durou muito. E terminei enchendo completamente a palavra: buceta de porra, foi uma explosão incrível, uma porrada de porra. Só aí olhei de novo pra porta da casinha. Minha cunhada gemeu de prazer. Me deu uns beijos na boca, ajeitou a fio dental sem nem limpar a palavra: buceta e desceu do Fiat 147 com a palavra: buceta cheia de leite ainda, um peito de fora que ela ajeitou ao descer e o cabelo todo bagunçado. O mais gostoso foi que, como se nada tivesse acontecido, ela disse: "Quando terminar com o Fiat, vamos dar uma volta, papi." Se quiserem fazer alguma contribuição, r11.206xs.clio97Cunhada me come enquanto minha mina dormeFoto ilustrativa

5 comentários - Cunhada me come enquanto minha mina dorme

aledrom +2
si ese es el ojete de la puta, manda mas fotos, van puntos
24975
Excitante relato 🔥🇦🇷🤤🤤👅😋🔥❤️ cuervo hermosa foto de tu cuñada 🤤🤤👅😋😋🔥❤️❤️