Faz tempo que tô com vontade de escrever e, pra ser sincero, não sei bem qual experiência contar pra vocês dessa vez.
Já contei como acabei comendo duas das minhas primas, minhas duas melhores amigas e meus começos na escrita com as punhetas que minha sogra daquela época me fez.
Vou tentar escrever do jeito que lembro melhor a experiência que tive com a melhor amiga da minha mulher (Ex-mulher, na verdade, hoje em dia).
Tem algo no proibido que esquenta muito mais a gente. Depois que você conhece esse fogo, acho que é impossível não procurar ele. Mas, se vocês leram meus relatos, sabem que também, muitas vezes, achei que era só fruto da minha imaginação, já que são situações isoladas, com gente que a gente frequenta e depois age como se nada tivesse acontecido. Principalmente com família. A gente também é realista e, por mais que fantasie com algo proibido, como sempre digo, tem um abismo entre a fantasia e a realidade, e a gente sabe o perigo de perder a relação com aquela pessoa ou de algo vazar. O tesão é ser correspondido por aquela pessoa. Muitas vezes rola uma troca de olhares, esquenta um pouquinho dos dois lados, mas um dos dois não quer dar o próximo passo e a gente também tem que saber entender.
Beleza.
Minha mulher daquela época, com quem contei que me afastei e depois fui morar na casa dela e retomamos o relacionamento, já tinha a vida dela montada, assim como eu a minha. No começo, dividíamos casa porque eu não tinha onde morar, mas depois arrumei minha casa e também minha vida. A gente tinha um relacionamento em casas separadas, embora muitas vezes ela ficasse uns dias na minha casa ou eu na dela.
Ela trabalhava em dois turnos num restaurante, e nessa vida montada estava a Cláudia, garçonete daquele lugar, já virada melhor amiga dela. Alguém que ela me apresentou quando eu morava na casa dela. Cláudia tinha 38 anos, tinha luzes loiras, magrinha, peito nenhum, mas muito bonita e uma bunda espetacular, de dar quadro. Parecia que tinha 20 anos se você olhasse só pra rabeta dela.
Cláudia gostava de usar leggings e roupa colada, ela era garçonete, parte do trampo dela era ser simpática, o flerte com os clientes e aguentar tudo que vem junto, desde velhos querendo pegar ela, tarados ou propostas de todo tipo.
Disso elas tavam falando no jantar na casa da minha mulher onde conheci ela, a gente tomou umas cervejas. Sempre notei tensão, sempre fui boca-suja, de falar com duplo sentido. Naquela época eu era um pouco mais cuidado. Hoje sei que sou um baita dum sem-vergonha.
Às vezes via algum olhar ou ela se abaixava pra pegar algo, ou jogava alguma coisa, mas sempre vi como parte da personalidade dela. Ela já vivia assim, como falei antes, flertando.
Passou o tempo. Minha mulher passava dias na casa dela. Ela morava na esquina de onde eu morava. Ela teve um relacionamento, se mudou, mas pra duas quadras, então continuava morando perto de casa.
Num momento ela se separou e começou a frequentar mais a casa da minha mulher.
A real é que não sei se sou muito lerdo, ou se em algum momento as coisas mudam, mas como todas as histórias que contei, nunca percebi que podia rolar algo. Tava bloqueado entre o respeito e saber que era algo proibido.
Muitas vezes, eu por causa do trampo jantava com elas e ia pra casa. Em alguma ocasião, ela ainda namorando, eu levava ela de moto, afinal morávamos a duas quadras.
Sempre foi tudo muito educado, até que naquela época, quando ela se separou, começou a me abraçar mais. A me falar que tava com frio, por exemplo, e eu dar minha jaqueta no meio do caminho. Sempre me dizia que admirava o que a amiga dela tinha, que eu era cavalheiro. Comentários sutis, talvez...
Comecei a sentir os abraços mais suaves e ela me apertando cada vez mais. Perguntando se me incomodava.
Numa dessas vezes lembro que ela enfiou as mãos bem macias por baixo da minha jaqueta, lembro daquela sensação e como naquele momento, meu pau fica duro. Parecia intencional... Mas não era uma situação fácil. Também não sabia se minha mulher tinha mandado ela me testar.
Lembrava daquela bunda e comecei a dedicar punhetas pra ela. Começou a ser parte da minha fantasia.
Não quero entediar vocês. Começamos a nos escrever pelo WhatsApp. Começamos a ter uns atritos com a minha mulher. A verdade é que eu achava que ia me cagar e era evidente. E nisso, Cláudia, depois de conversar muito, de falar muito sobre a admiração dela por mim, me confessa que era cuck, mas não queria confusão. Então tudo bem, comecei meu luto pessoal. Mas continuei nessa relação.
Uma madrugada, conversando muito, confesso pra ela que batia uma pensando nela e que o rabo dela me deixava doido. Ela se surpreendeu, mas eu li, mesmo sem ela dizer, que gostou. Ela tratou o assunto como algo normal.
Seguindo nessa conversa, falei que de qualquer forma eu sabia respeitar, e que mesmo nesse contexto, eu era capaz de dormir com ela sem encostar um dedo.
Aí começou um jogo, ou um duelo, onde ela dizia que não, que era impossível.
Ela me desafiou: se eu aguentasse se ela dormisse de tanguinha, e eu disse que sim. Tinha muito autocontrole.
Terminou num desafio em que ela veio dormir. Era tarde, ela chegou, deitamos. Ela de legging...
Conversamos um pouco... Decidimos dormir. Ela jogava as cartas dela... Virou de lado como se quisesse que eu a abraçasse por trás...
Olhou pra trás e disse: Pode me abraçar, pode me abraçar, né? Você não tá fazendo nada...
Abracei ela, fiz muita força pra não cair no que tava rolando.
Quinze minutos depois, debaixo dos lençóis, ela tira a legging... E diz: A gente tinha combinado que posso dormir de tanguinha, né?
Sim, falei. Sorri...
Ela me entregou a legging e eu levantei o lençol pra deixar no criado-mudo. Dava pra ver o brilho das luzes da rua pela janela, então por um segundo vi a tanguinha de renda vermelha que ela tinha enfiado...
Meu pau começou a endurecer... Eu forçava pra baixar, mas ele só crescia... Ela mexia um pouco a bunda, eu continuei abraçando ela, mas parado.
Não aguentei mais e pulei da cama, e aí começou a melhor parte...
Clau: Filho da puta, não pode ser tão cavalheiro, não aguento mais.
Ela puxou minha cueca pra baixo e engoliu meu pau de una. Ela tinha um jeito de chupar a pica que me matava, cuspia na pica e soprava, o ar contra a pica, lambia como desesperada e devorava. Ia alternando...
(Não sabem como tô com a pica dura enquanto conto isso).
Eu: Ufff, filha da puta.. Que puta gostosa...
Clau: Você não sabe a vontade que eu tava de comer essa pica...
Uff, amigos, ouvir a melhor amiga da minha mulher falar isso enquanto me dava o melhor boquete da minha vida era demais, era pra encher ela de porra. Puta e faladeira... Eu gosto muito de falar e me excita quando tem uma troca...
Ela chupava igual uma louca, sabia brincar, subia e descia na porra, até que não aguentei mais...
Eu: Quero te comer, mas deixa eu chupar sua buceta primeiro...
Ela pegou minha mão e levou até a buceta...
Clau: Já tô toda molhadinha, olha...
Tava encharcada, amigos, nunca senti uma mulher tão molhada, jorrando...
Eu agarrei ela, joguei na cama e enfiei de uma vez... Ufff, buceta apertadinha...
Clau: Uuuuuffff,.. Que pica, filho da putaaaaaa
Ahhhhh ahhh aahhhhhhhhhhhhhhhh
Ela gritava igual uma louca... Era um prazer comer ela. Senti minha pica, bolas e parte da barriga molhados...
Ela tinha gozado.. Tentei sair e ela me segurou pra eu ficar.. Gozou de novo...
Ufff, que loucura...
Eu: Vem cá, puta, fica de quatro, deixa eu ver essa bunda que me fez bater umas mil punhetas...
Clau ficou de quatro na hora...
Clau: É? Bateu muita punheta? O que você imaginava? Queria encher ela de porra?....
Ufff, me excitava cada vez mais a filha da puta...
Enfiei de quatro por um bom tempo, até cansar
(É, não sou um grande comedor)...
Deitei e mandei ela chupar minha pica... Ela disse que sim, mas que não engolia, que não gostava de porra...
Falei que não tinha problema, que avisava...
Ela voltou a soprar, cuspir, lamber e devorar a pica, tudo alternado... Rebocava igual a melhor...
Num momento não aguentei mais, marquei o ritmo segurando a cabecinha dela.. E Fazer isso com a melhor amiga da minha esposa era uma bomba prestes a explodir..
Eu: Vou gozar...
Clau: Uff, vai me dar a porra toda?
Uuuuy, que puta que eu sou, o marido da minha amiga vai me dar a porra toda...
Uma filha da puta, gozei, mas pra minha surpresa ela comeu, tava nessa quando minha porra inundou a garganta dela, engoliu muito leite, continuou chupando e com os últimos jatos cuspiu no meu pau e voltou a chupar... Uma verdadeira puta... Foi tomando tudo até não sobrar nada...
Eu: Não era que você não engolia?
Clau riu.. Filho da puta, é a primeira vez, não gosto, mas essa eu adorei...
Já contei como acabei comendo duas das minhas primas, minhas duas melhores amigas e meus começos na escrita com as punhetas que minha sogra daquela época me fez.
Vou tentar escrever do jeito que lembro melhor a experiência que tive com a melhor amiga da minha mulher (Ex-mulher, na verdade, hoje em dia).
Tem algo no proibido que esquenta muito mais a gente. Depois que você conhece esse fogo, acho que é impossível não procurar ele. Mas, se vocês leram meus relatos, sabem que também, muitas vezes, achei que era só fruto da minha imaginação, já que são situações isoladas, com gente que a gente frequenta e depois age como se nada tivesse acontecido. Principalmente com família. A gente também é realista e, por mais que fantasie com algo proibido, como sempre digo, tem um abismo entre a fantasia e a realidade, e a gente sabe o perigo de perder a relação com aquela pessoa ou de algo vazar. O tesão é ser correspondido por aquela pessoa. Muitas vezes rola uma troca de olhares, esquenta um pouquinho dos dois lados, mas um dos dois não quer dar o próximo passo e a gente também tem que saber entender.
Beleza.
Minha mulher daquela época, com quem contei que me afastei e depois fui morar na casa dela e retomamos o relacionamento, já tinha a vida dela montada, assim como eu a minha. No começo, dividíamos casa porque eu não tinha onde morar, mas depois arrumei minha casa e também minha vida. A gente tinha um relacionamento em casas separadas, embora muitas vezes ela ficasse uns dias na minha casa ou eu na dela.
Ela trabalhava em dois turnos num restaurante, e nessa vida montada estava a Cláudia, garçonete daquele lugar, já virada melhor amiga dela. Alguém que ela me apresentou quando eu morava na casa dela. Cláudia tinha 38 anos, tinha luzes loiras, magrinha, peito nenhum, mas muito bonita e uma bunda espetacular, de dar quadro. Parecia que tinha 20 anos se você olhasse só pra rabeta dela.
Cláudia gostava de usar leggings e roupa colada, ela era garçonete, parte do trampo dela era ser simpática, o flerte com os clientes e aguentar tudo que vem junto, desde velhos querendo pegar ela, tarados ou propostas de todo tipo.
Disso elas tavam falando no jantar na casa da minha mulher onde conheci ela, a gente tomou umas cervejas. Sempre notei tensão, sempre fui boca-suja, de falar com duplo sentido. Naquela época eu era um pouco mais cuidado. Hoje sei que sou um baita dum sem-vergonha.
Às vezes via algum olhar ou ela se abaixava pra pegar algo, ou jogava alguma coisa, mas sempre vi como parte da personalidade dela. Ela já vivia assim, como falei antes, flertando.
Passou o tempo. Minha mulher passava dias na casa dela. Ela morava na esquina de onde eu morava. Ela teve um relacionamento, se mudou, mas pra duas quadras, então continuava morando perto de casa.
Num momento ela se separou e começou a frequentar mais a casa da minha mulher.
A real é que não sei se sou muito lerdo, ou se em algum momento as coisas mudam, mas como todas as histórias que contei, nunca percebi que podia rolar algo. Tava bloqueado entre o respeito e saber que era algo proibido.
Muitas vezes, eu por causa do trampo jantava com elas e ia pra casa. Em alguma ocasião, ela ainda namorando, eu levava ela de moto, afinal morávamos a duas quadras.
Sempre foi tudo muito educado, até que naquela época, quando ela se separou, começou a me abraçar mais. A me falar que tava com frio, por exemplo, e eu dar minha jaqueta no meio do caminho. Sempre me dizia que admirava o que a amiga dela tinha, que eu era cavalheiro. Comentários sutis, talvez...
Comecei a sentir os abraços mais suaves e ela me apertando cada vez mais. Perguntando se me incomodava.
Numa dessas vezes lembro que ela enfiou as mãos bem macias por baixo da minha jaqueta, lembro daquela sensação e como naquele momento, meu pau fica duro. Parecia intencional... Mas não era uma situação fácil. Também não sabia se minha mulher tinha mandado ela me testar.
Lembrava daquela bunda e comecei a dedicar punhetas pra ela. Começou a ser parte da minha fantasia.
Não quero entediar vocês. Começamos a nos escrever pelo WhatsApp. Começamos a ter uns atritos com a minha mulher. A verdade é que eu achava que ia me cagar e era evidente. E nisso, Cláudia, depois de conversar muito, de falar muito sobre a admiração dela por mim, me confessa que era cuck, mas não queria confusão. Então tudo bem, comecei meu luto pessoal. Mas continuei nessa relação.
Uma madrugada, conversando muito, confesso pra ela que batia uma pensando nela e que o rabo dela me deixava doido. Ela se surpreendeu, mas eu li, mesmo sem ela dizer, que gostou. Ela tratou o assunto como algo normal.
Seguindo nessa conversa, falei que de qualquer forma eu sabia respeitar, e que mesmo nesse contexto, eu era capaz de dormir com ela sem encostar um dedo.
Aí começou um jogo, ou um duelo, onde ela dizia que não, que era impossível.
Ela me desafiou: se eu aguentasse se ela dormisse de tanguinha, e eu disse que sim. Tinha muito autocontrole.
Terminou num desafio em que ela veio dormir. Era tarde, ela chegou, deitamos. Ela de legging...
Conversamos um pouco... Decidimos dormir. Ela jogava as cartas dela... Virou de lado como se quisesse que eu a abraçasse por trás...
Olhou pra trás e disse: Pode me abraçar, pode me abraçar, né? Você não tá fazendo nada...
Abracei ela, fiz muita força pra não cair no que tava rolando.
Quinze minutos depois, debaixo dos lençóis, ela tira a legging... E diz: A gente tinha combinado que posso dormir de tanguinha, né?
Sim, falei. Sorri...
Ela me entregou a legging e eu levantei o lençol pra deixar no criado-mudo. Dava pra ver o brilho das luzes da rua pela janela, então por um segundo vi a tanguinha de renda vermelha que ela tinha enfiado...
Meu pau começou a endurecer... Eu forçava pra baixar, mas ele só crescia... Ela mexia um pouco a bunda, eu continuei abraçando ela, mas parado.
Não aguentei mais e pulei da cama, e aí começou a melhor parte...
Clau: Filho da puta, não pode ser tão cavalheiro, não aguento mais.
Ela puxou minha cueca pra baixo e engoliu meu pau de una. Ela tinha um jeito de chupar a pica que me matava, cuspia na pica e soprava, o ar contra a pica, lambia como desesperada e devorava. Ia alternando...
(Não sabem como tô com a pica dura enquanto conto isso).
Eu: Ufff, filha da puta.. Que puta gostosa...
Clau: Você não sabe a vontade que eu tava de comer essa pica...
Uff, amigos, ouvir a melhor amiga da minha mulher falar isso enquanto me dava o melhor boquete da minha vida era demais, era pra encher ela de porra. Puta e faladeira... Eu gosto muito de falar e me excita quando tem uma troca...
Ela chupava igual uma louca, sabia brincar, subia e descia na porra, até que não aguentei mais...
Eu: Quero te comer, mas deixa eu chupar sua buceta primeiro...
Ela pegou minha mão e levou até a buceta...
Clau: Já tô toda molhadinha, olha...
Tava encharcada, amigos, nunca senti uma mulher tão molhada, jorrando...
Eu agarrei ela, joguei na cama e enfiei de uma vez... Ufff, buceta apertadinha...
Clau: Uuuuuffff,.. Que pica, filho da putaaaaaa
Ahhhhh ahhh aahhhhhhhhhhhhhhhh
Ela gritava igual uma louca... Era um prazer comer ela. Senti minha pica, bolas e parte da barriga molhados...
Ela tinha gozado.. Tentei sair e ela me segurou pra eu ficar.. Gozou de novo...
Ufff, que loucura...
Eu: Vem cá, puta, fica de quatro, deixa eu ver essa bunda que me fez bater umas mil punhetas...
Clau ficou de quatro na hora...
Clau: É? Bateu muita punheta? O que você imaginava? Queria encher ela de porra?....
Ufff, me excitava cada vez mais a filha da puta...
Enfiei de quatro por um bom tempo, até cansar
(É, não sou um grande comedor)...
Deitei e mandei ela chupar minha pica... Ela disse que sim, mas que não engolia, que não gostava de porra...
Falei que não tinha problema, que avisava...
Ela voltou a soprar, cuspir, lamber e devorar a pica, tudo alternado... Rebocava igual a melhor...
Num momento não aguentei mais, marquei o ritmo segurando a cabecinha dela.. E Fazer isso com a melhor amiga da minha esposa era uma bomba prestes a explodir..
Eu: Vou gozar...
Clau: Uff, vai me dar a porra toda?
Uuuuy, que puta que eu sou, o marido da minha amiga vai me dar a porra toda...
Uma filha da puta, gozei, mas pra minha surpresa ela comeu, tava nessa quando minha porra inundou a garganta dela, engoliu muito leite, continuou chupando e com os últimos jatos cuspiu no meu pau e voltou a chupar... Uma verdadeira puta... Foi tomando tudo até não sobrar nada...
Eu: Não era que você não engolia?
Clau riu.. Filho da puta, é a primeira vez, não gosto, mas essa eu adorei...
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