Chantagem após roubo na minha casa 4


Naquela noite, senti que dormi como não dormia há muitos dias. Tive um sono profundo e relaxante, foi um descanso lindo e bem merecido depois de tudo que vivi naquele dia.


De manhã, umas 9h mais ou menos, talvez um pouco depois das 9h, não lembro direito, foi quando abri os olhos. Me sentia muito calma, pensei que tudo tinha sido um pesadelo, que nada tinha acontecido, mas quando tentei me levantar senti uma espécie de cãibra bem na minha bunda pequenininha e comecei a sentir todos os desconfortos do meu corpo. Minha bunda doía, meus mamilos ardiam um pouco, na verdade estavam muito sensíveis, até o contato com a minha blusa incomodava. Minha buceta parecia diferente e naquele segundo voltei à realidade. Não sabia o que pensar, lembrava e revisava todos os fatos na minha mente, todas aquelas sensações que vivi no dia anterior. Estava completamente envergonhada de mim mesma. Não era possível que, no final, depois daquelas semanas em que chorava todo dia porque me obrigavam a me despir, dançar e me masturbar nas videochamadas, depois de me humilharem me fazendo sair vestida na rua como uma puta e, pior, depois de praticamente me estuprar e tirar minha virgindade, ainda assim, no fim do dia, eu estivesse gemendo como uma puta pedindo mais e mais, tendo vários orgasmos ao sentir como aqueles dois porcos me roubaram minha dignidade.




Me via no espelho e ainda não conseguia acreditar no que tava vivendo, na merda que tinha me metido. Pensava: "Janice, você não pode mais deixar ninguém te tocar, até aqui chegou tudo". Mas, de novo, o medo tomava conta de mim. Agora esses porcos tinham fotos e vídeos mil vezes piores do que o que tinham roubado de mim. Então eu só suspirava enquanto me olhava no espelhão que tem nas portas do meu closet.




Levantei e tirei minha roupa de dormir, que era só uma blusa comprida e um shortinho. Fiquei completamente pelada na frente do espelho, me olhando, e fiquei chocada ao ver um monte de chupões pelo meu corpo todo: no peito, sobre os seios, nos quadris, na bunda, nas pernas. Tava cheia de marcas deixadas por aqueles dois porcos. Parecia que eu tava doente ou algo assim, de tanta chupada que me deram. Senti nojo de me ver daquele jeito e saber o que causou aquilo, e ao mesmo tempo meu corpo sentiu aquele calor, aquelas cócegas. Nunca tentei pensar em nada ou me excitar, simplesmente foi impossível controlar. Me senti envergonhada de novo por sentir aquilo ao me ver assim.


Graças a Deus dava pra esconder com a roupa.


Me levantei e fui até minha cômoda pegar roupa pra me vestir e sair do quarto, nisso vejo que em cima da cômoda tinha um bilhete, era da minha mãe — “Janice love, não quis te acordar, você tava tão gostosa dormindo, deixamos algo pra você comer no café da manhã na sala, usa máscara fora do quarto, te amamos”.




Quando vi que ninguém tava em casa, resolvi sair assim mesmo, pelada pela casa, mas foi mais por preguiça de vestir alguma coisa, não tava a fim de nada. Saí e fui pra sala de jantar, vi que tinham deixado uns panquecas, suco de laranja e um hambúrguer. Na hora, bateu uma fome do caralho, e foi aí que lembrei que no dia anterior, desde que acordei, a única coisa que tinha caído no meu estômago tinham sido as duas latas de cerveja que me fizeram tomar e as duas gozadas que enfiaram na minha garganta direto pro meu estômago.




Sentei na mesa quando ouvi batidas fortes na porta de casa, tão fortes que me assustei. Não saí nem atendi, porque estava sozinha e pelada. Nisso, escuto eles falarem com uma voz alta, quase gritando: "Abre, puta, não se faz de sonsa, sabemos que você tá aí. Abre, puta." Meu corpo gelou, eles estavam na porta da minha casa, não sabia o que fazer. Aí eles repetiram: "Abre, Janice, agora mesmo, antes que todos os vizinhos escutem." Com medo de alguém ouvir e contar pros meus pais, corri pro banheiro, peguei uma toalha, enrolei no corpo e fui até a entrada. Abri a porta da frente e o Bacal e o Cochino entraram quase voando.




Assim que entro, fecho a porta rápido, ficando trancada em casa com esses dois velhos depravados.




Eles me olhavam de cima a baixo com seus olhares perdidos e cheios de perversão, nisso o porco se aproxima e puxa minha toalha, me deixando toda nua, dizendo: "assim que a gente gosta, putinha, toda pelada recebendo seus machos". O bacal fala: "que delícia, putinha, tô morrendo de vontade de passar a tarde inteira contigo, vadia, mas hoje não vai dar, temos que resolver um negócio, putinha, tamos com pressa, então viemos te encher de porra e vamos embora, Janice".




Eu só ouvia, com medo e nua, a poucos metros deles. Aí o porco fala: "Olha, compadre, ia comer a puta." O Bacal responde: "É tua, puta, ou é pra nós?" E eu respondo: "É meu." Nisso, o Bacal fica atrás de mim e me dá um tapa bem forte na bunda. Aí ele pergunta de novo: "É tua, puta, ou é pra nós?" E agora eu respondo: "É pra vocês, senhor." Os dois, Bacal e o porco, caem na risada e falam: "Muito bem, puta, já tá aprendendo." Aí cada um pegou vários hotcakes com as mãos e foram devorando. Eu só ficava olhando eles comerem e pensando que iam me comer, e meu cuzinho ardia, então na minha mente eu pedia pra não me comerem por ali. Nisso, escuto o porco falando algo pro Bacal, mas não consegui ouvir porque tava distraída. Só vejo eles rirem, e o Bacal me chama com a mão e diz: "Olha aqui, puta, a gente queria te comer, mas vamos testar outra coisa. Ajoelha." Eu me ajoelho na frente dele, e ele tira o pau pra fora e pede pra eu chupar. Vejo o porco se aproximar também, já sem calças. Os paus deles estavam de novo fedidos e sujos na minha cara, e apesar do cheiro e de tudo, eu tava feliz porque talvez não fossem me comer naquele dia. Então, sem reclamar muito, comecei a meter na boca o que dava dos paus deles, enquanto eles riam e diziam: "Olha, compadre, depois da surra que demos na puta, ela já mete os paus na boca sozinha. Assim que a gente gosta, puta, que você seja obediente e prestativa." Enquanto isso, eu continuava com meu trabalho, metendo um pau na boca enquanto segurava o outro com a mão, e tirava um pra meter o outro.




Enquanto eu fazia meu trabalho com minha boca nos paus deles, eles não paravam de falar putaria sobre mim e o quanto eu era uma vadia, e foi inevitável começar a sentir um calor no meu corpo. Eu abria os olhos e via as caras de prazer deles por me terem daquele jeito, virava e via minha casa onde, há alguns minutos, estavam meus pais, e me sentia envergonhada, mas essa vergonha me fazia ficar ainda mais molhada.


Assim chupei por uns minutos até que meu celular tocou e eu vi que era minha mãe, atendi a chamada e eles me disseram “atende, putinha, e mais te vale não parar de chupar nem um segundo, senão seus pais vão ficar sabendo do que você tá fazendo. Coloca no viva-voz, putinha”. Então não tive outra escolha senão atender enquanto chupava os paus deles.




Minha mãe me cumprimentou e perguntou como eu estava, e eu respondi como pude com uma pica grossa na boca: "bem, mãe". Só saiu um balbucio. Minha mãe disse: "Filha, não entendi nada, bem, mais ou menos. O que você está fazendo que não fala direito? Tá comendo?" De novo consegui dizer "sim", enquanto continuava meu trabalho. Minha mãe perguntou de novo: "E o que você tá comendo, love? Os panquecas ou o hambúrguer?" Aí eu tirei a pica da boca pela primeira vez e, podendo falar, disse: "Ah, mãe, é que deu vontade de algo salgado e apimentado, então tô comendo uma paleta mexicana com pimenta, meio grossa." "Ah, filha, que bom, isso deve significar que você está se sentindo um pouco melhor. Então continua comendo sua paleta e come uma por mim também, porque eu adoro." Enquanto respondia pra minha mãe e ouvia o que ela dizia, senti uma excitação muito forte. Senti minha buceta ficar completamente molhada, ainda mais ao ver e ouvir aqueles caras rindo.




Me despedi da minha mãe e desliguei, na hora o Bacal fala "huy putinha, já ouviu a piranha da sua mãe, que ela também adora" e os dois caem na risada, nisso o Bacal tira o pau da minha boca e o porco enfia o dela de uma vez, falando "aí está a da sua mãe, putinha, chupa ela por ela" e os dois ficam rindo.


Eu continuei chupando elas, até que o Bacal tirou de repente da minha boca e eu vi ele se virar e gozar dentro do meu hambúrguer. Levantei a tampa e foi ali que caíram todos os jatos de sêmen dele. Nisso, o porco tirou da minha boca e repetiu a mesma coisa, enchendo meu hambúrguer de porra por dentro. Eles colocaram o prato de volta na mesa e falaram: "Pronto, puta, já tá seu café da manhã". E me mandaram sentar na mesa na frente do hambúrguer. Eu ainda tava com aquela sensação no corpo, uma mistura de vergonha e tesão. Mas antes de eu pegar, o Bacal falou: "Espera, tá faltando alguma coisa". Ele destampou o hambúrguer e eu vi os fios de porra, porque o hambúrguer tava cheio por dentro. Nisso, ele cuspiu em cima, tampou de novo e disse: "Tá com uma cara gostosa o seu hambúrguer, Janice. Come tudo, puta". Então, sem muitas opções, peguei com as mãos. E não posso negar, eu tava com fome porque não tinha conseguido comer nada, mas ao mesmo tempo sentia nojo, porque o hambúrguer tava cheio de porra e ainda por cima com o cuspe.




Pensava: "Você tem que obedecer, faz isso e eles vão embora". Então peguei e dei uma mordida. Foi uma sensação estranha, porque apesar de tudo, tinha um gosto delicioso. E ao me ver comendo, eles não paravam de me chamar de nomes humilhantes e passar a mão no meu corpo. Enquanto mastigava e sentia o gosto do esperma na minha boca, não consegui evitar sentir aquele calor, aquelas pulsações na minha buceta. Não entendia por que comer aquele hambúrguer, ouvi-los me ofender e a sensação de humilhação me excitavam tanto. Então, sem pensar, comi o hambúrguer inteiro e quase chupei meus dedos. Fiquei satisfeita e muito excitada. Quando me viram terminar de comer, riram ainda mais de mim, se vestiram, e o Cochino me pegou pelos braços e me deu um beijo longo, enfiando a língua toda na minha boca, enquanto sentia as mãos do Bacal nas minhas nádegas. Nisso, ele me deu umas palmadas bem fortes e rápidas, 5 palmadas seguidas enquanto eu era segurada e beijada.




Me soltaram e foram andando em direção à porta, e antes de chegar lá vejo eles pararem e pegarem alguma coisa do chão, e me mostram, bacal, muito bem putinha, vamos pegar isso pra entrar e ver a nossa putinha quando a gente quiser, e eu vejo que era a chave da minha casa. Logo depois de falarem isso, saíram e fecharam minha porta.




Fiquei sentada na sala de jantar um tempinho, depois disso fui pegar minha roupa e tomei banho, coloquei um vestido de alcinha, curto, branco com florzinhas azuis, uma fio dental e umas sandálias, sentei pra ver TV e tentar relaxar. Era o segundo dia que eu ficava “em casa” por causa do meu suposto contágio de covid, segundo o médico, e era o primeiro que eu conseguia descansar, então passei a manhã vendo TV. Depois, à tarde, umas 1h, preparei algo pra comer e enquanto comia, lembrei do hambúrguer e minha respiração ficou ofegante.
 


Tarde depois das duas da tarde, tava vendo Harry Potter, um filme que sempre me deixa de bom humor. Aí escuto um barulho e quando olho, os dois caras já estavam de novo na minha casa, tinham entrado com a chave que pegaram e eu nem tinha percebido até já estarem lá dentro.
Quando eu tava assustada e surpresa, pensei que por causa do que rolou de manhã, nunca mais ia ver eles, ainda mais de volta na minha casa. Não sabia o que dizer nem fazer, só ouvi o Bacal falar: "ten slut, veste isso" e me deram uma sacola. Dentro tinha uma tanguinha preta bem pequena, uma minissaia laranja e um top preto. "Vai, troca rápido, Janice", falou o Cochino. Então fui, resignada com o que ia rolar. Coloquei a roupa, era bem curta, não era nada que eu não usasse normalmente, porque geralmente visto roupas chamativas, mas era um número menor, então com qualquer movimento a minissaia laranja subia, mostrando minha bunda pequenininha ou a tanguinha na frente.


Saí e via como eles babavam, me olhavam com muita luxúria e sei por quê, mas isso me envergonhou e me fez sentir bem ao ouvir os comentários vulgares deles sobre meu corpo e como eu tava com aquela roupa.




Ambos se levantaram e foram direto pra cima de mim, começaram a me apalpar, me beijar e lamber tudo que tava na frente da boca deles, enquanto as mãos percorriam meu corpo inteiro e deslizavam os dedos pelas entradas dos meus buracos.


Nisso, o velho safado pega na minha mão e me encosta na parede da sala. Com as mãos, ele separa minhas pernas, fazendo minha minissaia subir quase até a cintura. Sinto os dedos dele começarem a cutucar dentro da minha bucetinha dolorida, e ele cospe nela. De repente, sem aviso, o velho nojento enfiou a pica toda no meu cu, até o fundo dos meus intestinos, me fazendo gritar de dor.




Me diz…! me diz agora quem manda e quem é você… sua raposa de merdaaa!, gritava Bacal pra mim.“Vamos, fala, sua estúpida!!!... Diz que você é minha puta e eu sou seu dono, Janice!!!” respondi, buscando um mínimo de compaixão da parte do velho. “Siiim... O senhor é meu donoooo!! Eu... eu sou sua putaaaa” estranhamente, senti minha buceta se encharcar de líquidos quentes só por estar dizendo essas coisas para um velho nojento que estava me estuprando pelo cu de novo, e pra ser sincera, nem percebi quando, com as duas mãos apoiadas na parede, fazendo força com os quadris, comecei a empurrar pra trás com a bunda pra deixar a penetração mais funda. Enquanto o Bacal percebe a situação, começa a meter com mais força e diz: “Assim... assim, putaaaa...! Mexe essa bundaaaa...!! Se acaba sozinha com meu Pauuu...!! Hahahaha.”
Nisso, ouço o Cochino me dizer: “Vou te comer no cu e na buceta ao mesmo tempo, minha rainha”… pedi clemência de novo, mas foi inútil, ele só respondeu: “Cala a boca, puta, e vem”, enquanto se sentava no sofá. Sinto o Bacal tirar o pau do meu cu e me pegar pela mão, me levando até o sofá. Eu montei no pau do Cochino e, graças à quantidade de líquido que tinha na minha buceta, entrou com muita facilidade, apesar de ser bem grosso. Comecei a rebolar e, por mais que tentasse disfarçar, gemidos escapavam da minha boca, e eu movia minha cintura pra cima e pra baixo, sentindo um calor no corpo todo. Nisso, ouço o Bacal dizer: “Aí vai a minha no seu cu, minha princesa… aproveitaaaaaa!!!”, foi a última coisa que o horroroso homem disse quando, sem nenhum preâmbulo, enfiou de uma vez, fazendo eu sentir que aqueles dois paus estavam me partindo ao meio. Só consegui gritar: “Ahhhhhhhhyyyyyyy… não, senhor!! Tiraaaa! Não aguento os dois ao mesmo tempoooo!!!!”. E só ouvi, enquanto sentia a dor no meu cuzinho apertado: “Aguenta, putaaaaa!! Fica quietinha que a gente faz os movimentos, hahahaha!!! Uffffff, você é bem apertadinha no cu, minha rainha, vamos nos divertir com ele até deixar bem aberto”. Eu só balançava a cabeça que sim, com a boca totalmente aberta, enquanto era empalada por dois lados. O Cochino agora se mexia devagar, enquanto o Bacal, bem agarrado nas minhas cadeiras, começou um lento vai e vem no meu cuzinho apertado, que aos poucos me fazia sentir um prazer desconcertante que nunca tinha sentido na vida. Já os dois paus entravam e saíam dos meus buracos, e nessa altura, sentia tanta umidade na minha buceta e no meu cu que mal sentia o atrito dos paus.




Me dá vergonha admitir, mas eu tava me sentindo muito gostosa, a dor que senti quando ele enfiou o pau de uma vez na minha bunda dolorida já tinha passado, por causa dos deliciosos arrepios que os dois paus estavam me dando no corpo todo.




Agora que eram dois os males que me faziam gozar até a loucura, nem reclamava das dolorosas chupadas que os dois davam no corpo um do outro. Bacal mordia meu pescoço e meus ombros enquanto o obeso porco se dedicava a chupar e morder meus peitos. Não podia dizer nada, nem pensar em nada, só ficava de boca aberta soltando berros de prazer cada vez que os velhos se enfiavam nas minhas profundezas.



Agora sim, sua putinha... vai engolir todo o nosso leite", e lembro que foram as primeiras palavras que saíram da minha boca desde que fui empalada pelos dois velhos. Naquele momento, não pensei em nada, só falei como se fosse normal. Eu gritei: "Me dá logo!!! Quero todo o sêmen dentro do meu corpo!!! Ohhhh Deus, que gostoso foi o que vocês fizeram comigo!!!". Eu estava de olhos fechados, então só ouvi eles dizerem: "Hahahahaha sabia que você ia adorar, sua puta de merda... você é uma verdadeira raposa, com cara de santinha e vagabunda!! Toma, aí vai a pica!!". Dizendo isso, os velhos começaram a se mover com mais força. Não sei quanto tempo passou, sentia que me perdia no tempo e, de repente, ouço o porco dizer: "Ohhhh Vadiazonaaa... como você aperta, sua puta enorme!!!" Abri os olhos e estava com o olhar levantado, e com os olhos virados, o velho nojento soltou seus jatos de sêmen dentro de mim. Sentia tudo quente por dentro, sentia que eu também gozava, com um sorriso de safada recebia aquilo com uma onda de orgasmos. O velho deu um empurrão feroz enquanto Bacal continuava perfurando minha bunda minúscula.
Assim que o porra do safado soltou a última gota dentro de mim, ele parou de se mexer. Eu ainda tava sentindo uma delícia, ainda tinha o pau do safado na minha buceta, e o Bacal continuava furando meu cuzinho, dando estocadas cada vez mais fortes. Eu sentia que ia ter outro orgasmo, já não aguentava mais. Arrepios tomavam meu corpo inteiro, minhas pernas, meus peitos, tudo era um monte de nervos. E quando eu tava quase gozando, sinto o safado tirar o pau de mim, o que aumentou ainda mais a sensação. Mas na mesma hora, minha buceta é desocupada pelo pau do safado e ocupada pelo pau do Bacal, e essa sensação me faz ter um orgasmo forte naquele momento. Agora o Bacal tava me comendo pela buceta, não deu nem três estocadas quando ele começa a gemer e eu sinto ele encher meu interior com mais porra quentinha. Me sinto extremamente excitada e não penso em mais nada além de sentir o gostoso dos paus deles.




Me deitaram no sofá, sentia o gozo escorrendo pela minha buceta, era a primeira vez que alguém enchia minha xereca de porra, uma sensação difícil de descrever, mas me sentia excitada sentindo ele escorrer.




Eles se levantaram, tiraram mais umas fotos minhas, me deram um beijo na boca e cada um deu uma palmada, falaram que eu era uma puta completa e que adoravam ver como eu curtia ser isso. Viraram as costas, se vestiram e saíram da minha casa, me deixando lá deitada, escorrendo esperma. Eu sentia uma pulsação na minha bunda pequena e na minha buceta. Como pude, me levantei e fui ao banheiro, tava com muita vontade de mijar. Depois disso, voltei pra limpar e tentar tirar o cheiro e as manchas do sofá.
 

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