Sissy reprimido com tesão

Olá, como vocês estão!É minha primeira vez postando, e a primeira coisa que quero compartilhar com vocês é uma mistura entre um sentimento que quero tirar do peito e uma história que aconteceu comigo há uns anos.

Foi uma noite de fim de semana com os amigos. A gente se juntou porque, como um bom grupo de amigos que não se via há tempos, queria relembrar os bons momentos e, claro, criar novos. Foi uma noite relaxante e tranquila; a gente bebeu, fumou um baseado e virou a noite entre risadas e conversas filosóficas.

Bateu umas 6 da manhã, a gente tava cansado e tinha o domingo inteiro pra descansar, então fomos indo embora aos poucos. Pedi um Uber e, como eu morava mais longe e tinha dois amigos que moravam no caminho, decidimos dividir o Uber, assim também dividíamos a grana. Eu, cansado mas sem sono, ia dando as direções pro motorista e acordando meus amigos pra eles se ligarem que tinham que descer, até que os dois desceram. Mesmo assim, ainda faltava um bocado até minha casa, e foi aí que comecei a conversar com o motorista de um jeito mais relaxado. Ele me perguntava coisas tipo "O que vocês fizeram na noite", "Como foi", "Se vocês eram amigos próximos", até que começou a fazer perguntas mais sobre mim do que sobre o grupo: minha idade, como conheci meus amigos, se eu tava namorando. Respondi tudo numa boa, não era a primeira vez que eu falava disso com um motorista de Uber, pra mim era aquela conversa genérica que todo taxista raiz sempre puxa, onde o papo sempre vai pro lado de "Na sua idade eu comia geral" ou "todas são putas". Mas nesse motorista tinha algo diferente na hora de falar, não era grosseiro, pelo contrário, era calmo e relaxado. Ele começou a comentar sobre a ex-mulher dele, como se separaram por serem diferentes, e como encontrou o amor com a nova namorada. Enquanto falava isso, ele me perguntava se eu já tinha me apaixonado, sobre como era alegre e emocionante aquela sensação quando você conhecia a pessoa certa. No fundo, eu... Achei que ia falar sobre como é lindo viver e um monte de besteira assim, enquanto, aos poucos, de um jeito educado, me perguntava se eu não me importava de falar sobre coisas sexuais, me dizia como se sentia bem depois de encontrar a pessoa certa, e aí, nessa hora, parou de chamar a namorada de "minha parceira", me perguntou se eu não me interessava por caras, já que eu tava solteiro, respondi que não, e no fundo era verdade, não me vejo sendo homem e ficando com outro homem, aí ele me revelou que "a parceira" dele, na verdade, é um cara, me perguntou se isso me incomodava, falei que não, pelo contrário, por que ia me incomodar? Love is love, gosto é gosto, não tem nada pra se envergonhar. Ele agradeceu minha compreensão e começou a se abrir sobre como se deu conta, que com a mulher dele não se dava bem, não sentia atração, e que quando se separaram, conheceu esse cara, me contou que esse cara era um pouco mais velho que eu (o motorista já passava dos 40, e eu na época tinha 25), era afeminado e muito doce. No fundo, eu tava puto porque não queria conversar, tava muito cansado e a última coisa que queria era bater papo, mas por educação eu ia levando. Aos poucos, ele foi ficando mais específico sobre o que sentia por esse cara, me explicou que, embora se dessem muito bem, não eram exclusivos um do outro, se permitiam ficar com outras pessoas. Me contou a sensação da primeira vez dele, como a emoção de estar com outro homem o atraía, o tesão que foi na primeira vez aquela mistura de dor e prazer e vice-versa, ser ele quem causava isso em outro homem. Até aí, eu achava que era uma forma de desabafar, pra ele se sentir livre por ser quem é sem se sentir julgado, então deixava ele falar, porque no fundo achava que tava ajudando sendo um ouvido onde ele se sentisse escutado. Ele me contou toda a história dele, a explosão de emoções ao descobrir esse mundo, e o quanto tava feliz, e dava pra perceber mesmo, ele era tranquilo, transmitia paz. até que...
Eu ouvia tudo isso com meio neurônio ligado, tava cansado de virar a noite, meio bêbado, e meio doido, a última coisa que eu conseguia fazer era deixar minha cabeça viajar. Ele terminou de contar a história dele, e me perguntou: "você alguma vez já se sentiu assim por outro cara?". Essa pergunta caiu em mim como um balde de água fria. Acordei completamente, a bebedeira passou e naquele momento eu fui a pessoa mais consciente da terra; Respondi que nunca... e era mentira. Desde que comecei a me interessar por sexo, o que mais gostava era que a sensação se refletisse, ver que os dois estavam curtindo, e ao ficar com outras mulheres, o que mais aproveitava era fazer elas gozarem, e nunca me preocupava comigo, tava acostumado a ser o que satisfaz, e isso começou a criar um incômodo em mim, porque com cada mina que eu ficava, nenhuma se preocupava em querer fazer eu me divertir. Com o tempo, por acaso, aqui no Poringa encontrei um hentai sem aviso de que tinha conteúdo transexual, e gostei, me imaginar sendo aquele cara, vestido de mina, e sendo tratado como tal, imaginando o prazer que aquela garota de pau sentia ao ser penetrada, ser tratada como mulher, e ser capaz de curtir sem culpa, mudou minha forma de pensar. Aos pouquinhos comecei a consumir esse tipo de quadrinho na hora da punheta, e foi escalando, pra ver mulheres transexuais, e até ver garotas sissys nessa comunidade, comecei a comprar lingerie feminina pra mim, amo a sensação das calcinhas fio dental, meias longas, cinta-liga e catsuits, e comprei um plug e um consolo que me arrependo porque peguei um grande pra quem tava começando e doía pra caralho. Tudo isso eram prazeres que eu explorava no conforto da minha privacidade; Nunca imaginei compartilhar esses momentos com mais ninguém, e esse motorista, ao me fazer aquela pergunta, me fez perceber que eu podia sim compartilhar esses momentos de privacidade com alguém como eu, e curtir. como ver as garotas transexuais, me sentir uma sissy. Naquele momento, de nervoso, agarrei minha mochila com força, sentia meu coração batendo forte no peito. Ele me pergunta se eu nunca tive aquela curiosidade de saber como era chupar uma rola. Engoli seco, sentia meu pau endurecendo, e ainda mais intenso, sentia meu cu apertando, excitado, querendo ser tocado de algum jeito. Respondi envergonhado e muito nervoso que não, nunca passou pela minha cabeça, menti de novo, mas dessa vez minha voz me entregava, tava com a voz falhando, gaguejando, fingi de desentendido olhando pela janela, tava com um monte de emoção à flor da pele. Ele repete de novo o que sentiu na primeira vez que foi penetrado, a mistura de dor e prazer, mas dessa vez eu ouvia não com indiferença, mas com luxúria, excitação e curiosidade que, mesmo já sabendo como era com um brinquedo, me dava vontade de sentir uma de verdade, com alguém que me acariciasse, sussurrasse no meu ouvido e dissesse coisas bonitas e sujas. Ele me olha e fala "você tem cara de quem quer experimentar o que é chupar uma rola". Neguei com a cabeça, não conseguia dizer que não, porque era verdade, tava imaginando como seria a rola dele, queria tocar, ver ela crescendo aos poucos, passar a língua devagar, lamber o líquido pré-gozo, queria sentir o que é um pau explodindo de porra na minha boca, provar o sêmen de outro homem. Já não sabia se tava com medo ou animado pra ele perguntar se eu queria chupar, sabia que não ia conseguir responder outra negativa, esperava que ele perguntasse, desejava, ANSIAVA por isso! Sabia que se ele propusesse algo, eu ia dizer sim, de certa forma já tinha aceitado, tava pensando onde ia ser, na minha casa? Se a gente fosse pra um hotel? No carro indo pro hotel? Falava pra ele parar um pouco na minha casa pra eu pegar algum conjuntinho? A única coisa que queria era que ele falasse, tava a uma frase de me render e cair na luxúria, ia ser dele, e ao mesmo tempo queria que ele Sê meu. Enquanto ele continuava explicando como é gostoso sentir algo no cu, eu me perdi nos meus pensamentos e, quando me toquei, já tínhamos chegado na minha casa. Fiquei esperando ele falar alguma coisa, foi um silêncio muito intenso, porque era um momento que ia definir o que ia rolar entre a gente. Acho que ele desistiu, ou confundiu minha emoção com desconforto, e me falou com voz calma, mas com um tom triste, o preço da corrida. Paguei e, de tanta vergonha, saí correndo pra dentro de casa. Tava excitado e meio decepcionado, tanto por ele não ter tido coragem de perguntar o que queria me dizer, quanto por mim mesmo por não ter dado um passo à frente e feito o que realmente queria. Me despi e, mal deitei na cama, dormi na hora, de tanto cansaço acumulado. Mas quando acordei, tava com o pau duro, cheio de porra pré-gozo, e a bunda pequena pulsando. Não tive vontade de me vestir de menina, precisava me tocar naquele momento. Então, peladão do jeito que tava, fiquei acariciando meu cu, imaginando que era a mão daquele homem mais velho em mim, me chamando de putinha, mas ainda assim me tratando com delicadeza. Eu gemia, pensando com tristeza na oportunidade que perdi. Gozei e provei meu próprio leite, mas não era a mesma coisa. Não queria o meu, queria que alguém compartilhasse o dele comigo.

Até hoje me lembro dessa situação e, de vez em quando, me toco com a vontade de me sentir mulher com outra pessoa e aproveitar do jeito certo. Queria ter uma amiga igual a mim, pra gente se vestir, se maquiar e se tocar, brincar com brinquedos e explorar uma a outra com nossas línguas.

Isso é algo que nunca contei pra ninguém, e queria compartilhar aqui nessa comunidade, tirar isso do peito. Queria ler o que vocês acham, e sei lá, talvez conhecer alguém, hahaha.

Espero que tenham gostado!

2 comentários - Sissy reprimido com tesão

Ufff hermoso relato de lo sentimos muchos en esta comunidad
ReGear +1
Gracias! espero nomas algun dia poder cumplir y no quedarme con las ganas jajjaa
@ReGear De donde eres
Debes pensar que tú le hubieras dado el primerpaso