As atrevidas.../Cap. 1

As atrevidas.../Cap. 1

CAPÍTULO 1









Meu nome é Carlos, moro em Mty, México, e sou um jovem normal de 20 anos, nada fora do comum. Tenho uma altura considerável (1,75m) e um corpo bonito porque malho bastante na academia. Minha família é pequena: meu pai, Daniel, é muito trabalhador, e minha mãe, Beatriz, é dona de casa e comerciante de 37 anos, que se dedica totalmente ao lar, à família e ao negócio de comida dela. Minha mãe é uma deusa completa, e não é exagero: ela tem 1,66m de altura, um rostinho lindo, peitos grandes e bonitos, mas o maior atributo dela são essas pernas maravilhosas e essa bunda descomunal, junto com um quadrilzão que deixa mais de um vizinho e conhecido maluco. Depois disso, chegamos à última integrante da família: minha irmã Fátima. Sou um ano mais velho que ela, ela tem 19 anos agora e tem um corpo que deixa, se não todo mundo, com certeza vários de boca aberta toda vez que a veem passar. Acho que é muito por causa da herança genética da minha mãe, de quem ela herdou esse par de bundão lindo e esse jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e safado, que diferencia as duas das outras mulheres do bairro onde a gente mora. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas juro que se vocês tivessem a chance de vê-las todo dia com essas saias curtinhas e justinhas que mostram as pernões lindas delas, e que às vezes até deixam escapar a borda daquele bundão descomunal, vocês teriam os mesmos pensamentos que eu tenho toda vez que as vejo.






Muitas vezes minha irmã e até minha mãe já me pegaram com aquela cara de bobo hipnotizado pelo balanço das bundonas carnudas delas enquanto fazem os serviços de casa ou quando as acompanho nas compras e fico um pouco atrás delas "olhando as coisas da loja" pra ficar alguns metros na frente e curtir aquele puta show que elas dão pra todo mundo em qualquer lugar que eu vou com elas. Aí sempre respondem minha irmã e minha mãe com caras de deboche e até às vezes cúmplices, com comentários tipo: "Tá olhando o quê? Gostou?", "Vai gozar com esses olhos", (esses olhos, menino!) ou esse tipo de coisa, que ao invés de me fazer parar de olhar, me convidam a continuar aproveitando o show.

Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm fama no bairro de umas típicas putinhas provocantes, o que me irritava pra caralho, porque apesar de saber que elas exageram no rebolado e se vestem provocante pra conseguir favores dos vizinhos e conhecidos, ainda me incomodava ouvirem esses comentários. Até que uma situação fez eu mudar totalmente de ideia e admitir que eu mesmo pensava que elas realmente eram um par de vadias que adoravam provocar qualquer homem que parasse na frente delas.









Tudo corria normal como qualquer outro dia, a gente se preparava pro aniversário de 42 anos do meu pai, porque ele sempre gostou de comemorar em grande estilo e convidar os amigos, a família e uns colegas do trabalho, enfim. O dia passava super tranquilo e eu tava descansando na sala quando, de repente, ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.




-Danyyyy!


Respondi:
- O que você quer!?



-Pode vir aqui, por favor?




Levantei meio irritado do sofá onde tava descansando e subi as escadas pra chegar no quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: as duas estavam lá, com uns vestidos curtíssimos que tinham acabado de comprar pra festa.




- O que você acha, Dany? Acha que tão boas pra festa?




Fiquei calado, tava em choque, aqueles vestidos eram mais curtos e justos do que o normal. Comecei a reagir e quando ia responder se elas estavam bem, a mamãe me interrompeu.




—Acho que ela gostou de você, filha. Olha só, até deixamos ele mudo.




Ao que minha irmã respondeu com uma risada, dizendo.




Já sei, olha ele coitadinho, tá todo vermelho." - e começou a rir.




- Não vai pedir pra gente dar uma volta? – elas me olhavam
ao vivo.




E o que eu, muito sem jeito, consegui balbuciar.


-É, bora dar uma volta.




- Eu primeiro. Disse minha irmã, virando devagar e parando aquela bunda gostosa que ela tem.


Fiquei a mil, mas minha mãe levou o prêmio.


Ela começou a girar devagar e meus olhos grudaram imediatamente naquela rabuda incrível, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era questão de uma pequena inclinação da minha mãe pra quase um quarto daquele cuzão aparecer.


Eu disse pra ela:
- Não acha que é muito curto?




-É... mas vou tentar não me mexer muito pra não escapar nada haha, além disso, dá pra ver que você gostou de como fica em mim, olha só isso. - Ela olhou pro meu volume, não consegui segurar a vergonha e fiquei completamente vermelho.




Minha irmã e minha mãe riram e foram pro quarto dos meus pais.


- Vamos, filha, vamos pro outro quarto, acho que seu irmão precisa fazer algo sozinho kkkk (um tarefinha que ele deve ter) kkk. As duas começaram a sair do quarto dando gargalhadas. - Enquanto isso, continuavam rebolando a bunda só de andar, mas era óbvio que faziam de propósito. -

E minha mãe não se enganava, eu precisava desesperadamente bater uma punheta, foi a primeira gozada que tive imaginando minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido delas e metendo sem dó no cu delas, a sensação foi meio estranha, me excitava e me sentia esquisito ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor gozada que tive em muito tempo.





A festa começou lá pras 6 da tarde, mais ou menos, e os convidados foram chegando. Uma coisa me chamou a atenção: minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher. Conforme meus tios chegavam, um por um, percebi que eles vinham e surpreendiam ela, tapando os olhos dela pra ela "adivinhar" quem era. Claro, era só uma tática pra esfregar a pica na bunda da minha mãe, mas isso eu só fui entender mais tarde.




Me pareceu estranho que eles se aproximavam demais dela, sabia que eram muito unidos, mas aquilo já era demais. Meu tio Ernesto, o mais próximo dela em idade, foi o primeiro dos três a chegar. Ele a pegou por trás e tapou os olhos dela. Nisso, no momento em que ele entrou em casa e a viu de costas, não pude evitar notar a careta de tesão que ele fez. Passou a língua nos lábios de um jeito obsceno, e isso me deixou meio desconcertado.




- Quem sou eu, baixinha?




Fiquei pensando, como se sua voz não fosse te entregar, idiota. Mas mamãe me surpreendeu de novo.




-Mmmmmmm, não sei.




Respondeu de um jeito bem safado, sempre gostei quando ela faz aquele tom de menina mimada.




- Ah, não sei.




E notei que ela começou a mexer a bunda de um jeito circular bem sutil, óbvio que aquilo não era normal (ainda mais com um parente) e achei muito estranho. Meu tio tava com o pau totalmente colado na bunda enorme da minha mãe, e era claro que aquela massagem que ela fazia com as nádegas enquanto "tentava adivinhar" tava deixando ele no céu, dava pra ver na cara dele.




-É o Luis!




- Não.




-Então, Roberto!




—Não, sou o Ernesto, Betty! Em seguida, meu tio deu um tapão descomunal na bunda dela. Minha mãe só deu um pulinho pra frente, e na hora que ele fez isso, os peitos dela balançaram de um jeito tão gostoso... Ela virou pra olhar ele e soltou um sorriso.


- Doeu, Ernes.


-Desculpa, vem aqui pra eu esfregar você, Betty.


-Isso que você queria, seu safado kkkkk.


-Sempre soube o que eu quero kkkk, olha só você, continua gostosa pra caralho.


-Idiota. Respondeu minha mãe enquanto ria.


¿!O quê!? "Cê continua gostosa pra caralho?" isso foi a gota d'água, sem dúvida já tava certo que na minha casa tinha uma deusa que todo mundo queria comer.


A festa continuou e eu não conseguia parar de reparar como todos os homens ficavam olhando pra minha mãe, claro, minha mãe como sempre não cumpriu o que disse. "Não vou me mexer tanto pra não mostrar nada", claro que se mexeu e muito, como sempre andava de um jeito exagerado que fazia as bundonas dela balançarem ainda mais do que o normal e o vestido ir subindo aos poucos, enquanto servia os pratos, a inclinação deixava ver o começo das nádegas carnudas e uma linda calcinha preta que as destacava ainda mais.







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Muitas vezes vi como tios, amigos, primos, com a desculpa de pedir um talher, um copo ou qualquer coisa pra minha mãe, se aproximavam por trás e davam uma pequena encoxada "acidental". Minha mãe não reclamava e respondia com um sorriso, o que começou a me surpreender ainda mais.




Ao ver tudo aquilo, minha excitação cresceu. Também vi como os três irmãos dela, ou seja, meus tios, estavam se esbaldando, tirando fotos dela sempre que podiam. Elas olhavam e discutiam, fazendo caras de prazer e tesão. Eles sempre vão sozinhos pras nossas festas; as esposas deles nunca vão na nossa casa porque não gostam da minha mãe, acham ela "vulgar" e "gostosa" demais. E isso facilita pra eles fazerem suas safadezas sempre.






Enfim, esse clima todo de erotismo começou a me pegar de jeito, pensei: se minha mãe não reclamava deles, por que eu não podia fazer o mesmo? Criei coragem e fui procurar minha mãe na cozinha. Lá estava ela, tentando pegar um pote no armário, e eu falei.




- Deixa que eu desço ele.


Sem dar tempo pra ela se mexer, estendi a mão e grudei meu corpo no dela por trás. No momento em que encostei minha pica dura nas suculentas bundas dela, esqueci completamente do pote e dei a mais descarada esfregada que vocês podem imaginar...




-Ayyyyy, bobão. Disse num tom entre surpresa e meio assustada.




— Que que foi, Dany!? Quase me furou, seu idiota.


-Desculpa, mãe.




- Qual perdão, filho da puta? Agora mesmo você vai me explicar, eu vi você olhando pra minha bunda e... tudo bem, não me incomoda, você é homem e eu te entendo, até gosto às vezes. Mas isso? Como você teve a cara de pau?




—Meu tio Ernes pega na sua bunda e você não fala nada! — respondi meio exaltado.




Minha mãe ficou em silêncio por um instante e me disse.




-Olha, filho, eu e ele convivemos muito desde jovens e zoamos pra caramba, é só brincadeira.




-Isso não é brincadeira, vejo como ele te olha e como te dá uns tapas na bunda de "carinho", tipo, te agarra a buceta e isso não é brincadeira.




-Jajajaja, eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te juro que é só brincadeira, filho, jajaja. Relaxa.




- Nesse caso, eu também quero brincar assim.




-Olha, olha hahaha, agora não basta só ficar olhando pra elas, também quer pegar, né? Não bastou a sacanagem que você fez comigo agora pouco, seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você, qual é o seu problema?




Anda lá, não peço muito, só o mesmo que meu tio. Por favor.


Ela virou de costas e eu não consegui evitar de cravar o olhar na bunda dela.


-Não, se eu deixar você fazer isso, depois vai querer mais e não quero confusão desse tipo. Respondi com aquele tom de voz que tanto me encanta.




- Não, mãe, juro que não, só quero ter os mesmos privilégios que meu tio tem.




-Kkkk agora resulta que minha bunda é um privilégio, tinha que ser homem, seu filho da puta!




—Vou pensar, mas me deixa agora, tenho que continuar atendendo os convidados.




Ela se virou e foi andando em direção à porta, e nessa hora juro que não consegui evitar dar um tapão enorme na bunda dela, mas era tanta a minha vontade de tocar aquele rabo que minha mão não parou por aí e eu apertei com força, levantando uma parte do vestido dela e deixando à mostra uma das suas bundas lindas — eram enormes, duras, firmes, carnudas... perfeitas.






—Danyyyyyyy! —gritou minha mãe, dando um pulo.




—Pensei que já tínhamos combinado que eu podia fazer isso. Respondi.




Minha mãe soltou um sorriso enquanto ajustava o vestido e me disse.




- Amanhã a gente fala disso, seu idiota.....!
A festa continuou normal, mas eu não conseguia parar de pensar no que tinha rolado na cozinha. Finalmente tinha dado um passo a mais, não ia mais me contentar só em olhar aquela bunda gostosa, podia tocar à vontade e tinha a autorização dela. Sem dúvida, minha mãe era uma puta e adorava ser.




Tava sentado numa mesa quando percebi que minha irmã já tava meio alta, e todo mundo que dançava perto dela se aproveitava da situação, esfregando sem vergonha. Talvez a pira de querer meter no cu da minha mãe não tinha me deixado ver que a Fátima também tinha uma bunda enorme, linda e torneada, daquelas de horas na academia. Percebi que ela rebolava de um jeito bem provocante, aquele vestidinho não dava conta de esconder as nadegões carnudas, e claro, todo mundo tava se esfregando pra ver de perto, tocar e roçar o pau na bunda da minha irmã no ritmo daquela música nojenta que tava tocando.




Levantei da mesa e fui direto pra onde minha irmã tava dançando.


- Me permite esse pedaço? Falei num tom de brincadeira.
- Claro que sim, bobinho!! Que estranho! Você nunca quer dançar comigo, por que essa mudança de ideia?




- Você nunca me deu tanta vontade como hoje.....! - Tentei manter o tom de brincadeira, mas acho que soou sério demais e convincente demais.


- Você é um idiota, melhor calar a boca e vamos dançar. Ela me disse enquanto virava as costas e colava a bunda dela na minha pélvis de um jeito nada normal, ainda mais por ser minha irmã.




Essa sensação foi maravilhosa, ela rebolava a bunda de um jeito que parecia que queria que eu metesse nela naquele exato momento. De vez em quando, eu aproveitava pra dar um tapa "de brincadeira", mas deixava minha mão por uns segundos e continuava no ritmo da música. Ela só virava e me lançava olhares cúmplices que me deixavam mais louco do que eu já tava. Eu tava ficando muito tesudo pela minha irmã.




Terminamos de dançar e fomos pra mesa onde a gente tava sentado, começamos a conversar, nada demais, até que ela me soltou.




-Que porra foram essas palmadas, hein? Não precisava, eu já sabia que tinha que te rebolar gostoso hahaha. (Rebolar é um termo usado pra dançar reggaeton, tô explicando pra quem não é do Brasil e tá lendo o relato)




Faziam parte da dança, espero que não tenham te incomodado. Respondi meio sem graça.




- Claro que não me incomodaram, você é meu irmãozinho e o que você achar certo pra mim tá de boa kkkk, mas tem que admitir que foram desnecessárias, SEU SAFADOOOOO!!




Aquela palavra "sujo" e o tom como ela disse foi o que acabou elevando minha excitação a 100%, era o mesmo tom de provocação que minha mãe usava quando queria conseguir algum favor de algum vizinho ou servidor público.




- Quem mandou você ser tão gostosa, irmã? – Falei sem pensar. Sem parar de olhar com desejo...! –
- Hahaha, agora sou sua gostosa, tá bom, papai! Comecei o jogo, foi o que pensei na hora, mais uma chance de realizar minhas fantasias quentes...






Continuamos conversando mais um pouco até que a festa acabou, por volta das 4 da manhã. Todo mundo começou a ir embora. Levantei da mesa e comecei a me despedir dos convidados, quando de repente meu pai chegou perto de mim e disse.




—Vou continuar minha festa em outro lugar. E ela sorriu pra mim.




Claro, sabia que ia pra algum lugar de stripper ou algo do tipo.




- Tá bom, eu cuido de tudo pai, feliz aniversário, se diverte aí.




Foi embora junto com alguns amigos e eu fiquei pra me despedir dos outros em nome dele, não foi grande coisa, eram poucos os que sobraram. Eu sentia que meu momento estava chegando, finalmente ia ficar sozinho com a minha mãe gostosa e a minha irmã deliciosa, nós três em casa com uns copos a mais e eu só conseguia pensar na oportunidade que tava surgindo, até que ouvi as seguintes palavras.




Minha mãe chegou perto de mim e falou.




— Filho, seu tio Ernesto vai ficar aqui esta noite, ele tá meio bêbado e não quero que ele dirija nesse estado, vai ficar no seu quarto. Disse enquanto praticamente o carregava...





—Não vou ficar no quarto dela, baixinha, vou ficar no teu quarto contigo, gostosa. Respondeu meu tio, bem bêbado, por sinal.




- Hahaha, cê ainda tá nessa, Ernes? Não vai conseguir fazer nada comigo, seu porco. Aliás, devia era me pedir desculpas, tudo por sua causa! Seu sobrinho também quer pegar na minha bunda, hahaha. - Minha mãe falou enquanto piscava um olho pra mim. -

Não consegui evitar de ver meu tio agarrando a bunda da minha mãe enquanto ela levava ele bêbado pro meu quarto. Ela só fazia um gesto de desaprovação e balançava a cabeça dizendo não, mas o sorriso safado na cara dela dizia outra coisa.

Totalmente decepcionado, me preparei pra dormir na sala quando minha irmã apareceu e me disse.







- Não me venha com essa, Dany, vai dormir no sofá? Como é que pode? Pode ficar comigo se quiser, não quero que durma desconfortável....

- Tá falando sério? Ou tá tirando uma com a minha cara?





- Claro que não, bobão! Anda, te espero no meu quarto! Ela falou com aquele tom de menina mimada que eu adoro.








CONTINUA



Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história tá mais avançada.
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Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.

1 comentários - As atrevidas.../Cap. 1

todo bien pero la letra hazla mas grande para los siguientes caps y historias , es muy pequeño la letra