A intimidade de Greto e Forent

Era quase meia-noite quando bateram na porta. Forent, meio dormindo, abriu os olhos, puto com o barulho. As caixas da loja onde tinha passado boa parte da tarde ainda estavam debaixo do braço, marcando a pele dele com linhas. Do lado da cama, um copo d'água pela metade balançava na beira da mesinha, junto com uns cigarros e uma garrafa de fernet já na metade. O ventilador girava fazendo barulho, mas não dava conta de refrescar o quarto.Um segundo golpe na porta fez ele pular da cama. Ele jogou as caixas pra debaixo da cama e desligou o ventilador com o controle remoto. "Entra," falou em voz alta.
A porta se abriu e o Greto apareceu, se escorando no batente com um sorriso torto, os olhos brilhando com uma mistura de safadeza e cansaço. Vestia uma camisa desabotoada que deixava ver o torso tatuado, uma calça jeans escura e umas botas surradas. Esa pinta tão típica dos portenhos, sempre tão na dele, pensou Forent com um sorriso. A camisa era branca, mas tudo nele gritava o contrário.
Greto tirou as botas na entrada, deixando elas caírem no chão sem cuidado, e se aproximou de Forent, deslizando pra debaixo dos lençóis como se fosse o lugar dele. As mãos dele, geladas do vento da rua, encontraram a perna de Forent, apertando de leve. Forent abriu espaço, afastando as pernas pra Greto chegar mais perto, enquanto dava um beijo suave no pescoço dele, perto da mandíbula.
—E aí, boludo, sentiu minha falta? —disse Greto, com aquele sotaque arrastado típico de Buenos Aires.
Forent sorriu. O sotaque mexicano dele parecia fora de lugar ao lado dela, mas ela adorava. — Um pouco — respondeu Forent, dando um beijo nos lábios dela.
Greto riu por entre os dentes e beijou ele de volta, os lábios se movendo com a experiência de quem já seduziu muitas vezes. O contraste entre os dois sempre era evidente; Forent, tão cuidadoso com a aparência, e Greto, que vivia o dia a dia sem se preocupar muito com o visual.
— Quanto você bebeu? — perguntou Forent, sabendo que naquela noite tinha rolado uma festa.
—Uns drinks só, nada demais. Sabia que ia vir pra cá, então me segurei — respondeu Greto, se aproximando ainda mais dele, as mãos já explorando a pele da barriga.
—Não me mente, Greto. Dá pra sentir teu cheiro daqui —disse Forent com um sorriso enquanto Greto ria baixinho e começava a beijar o pescoço dele.
—Não importa, o que importa é que agora eu tô aqui com você.
Forent suspirou. —Você devia tomar um banho, tá um bagaço.
—Chuveiro? Quer que eu tome banho? —Greto olhou pra ele com fingida surpresa, mas depois revirou os olhos e se levantou devagar, desabotoando a calça enquanto caminhava pro banheiro.
Quando o Greto sumiu atrás da porta do banheiro, o Forent aproveitou a chance. Levantou rápido e puxou as duas caixas roxas que tinha escondido debaixo da cama. Uma risada nervosa escapou dos lábios dele enquanto abria a primeira.
Tinha passado por uma loja de lingerie no centro de Buenos Aires, e por algum motivo impulsivo, acabei comprando essa roupa íntima. Sabia que ia surpreender ele, tanto ele mesmo quanto o Greto.
Ela tirou o roupão e começou a se vestir com o conteúdo da caixa. Primeiro o bralette, uma peça delicada de renda vermelha que quase parecia uma provocação. Depois veio a cinta-liga e as meias, que deslizaram suavemente pelas coxas dela enquanto tentava não fazer muito barulho. O vermelho se destacava de forma provocante contra a pele morena dela.
O som do chuveiro acabou, e Forent apressou os últimos detalhes, vestindo a calcinha com um movimento rápido e escondendo o melhor que pôde o que tinha debaixo das bolas e da piroca. Não era perfeito, mas sabia que Greto cuidaria de se livrar da roupa logo.
Quando a porta do banheiro se abriu, Greto saiu com uma toalha enrolada na cintura, o cabelo molhado caindo na testa. Ele parou ao ver Forent, que agora estava de pé ao lado da cama, o roupão mal cobrindo o que tinha por baixo.
—E isso? —Greto perguntou com um sorriso de surpresa enquanto se aproximava devagar—. Tá mais gostoso do que de costume, churro.
Forent devolveu o olhar com malícia, abrindo levemente o roupão pra Greto ver o que tava por baixo. — Comprei pra você... bom, e pra mim também, claro.Greto se aproximou rapidinho, deslizando a mão por baixo do roupão, sentindo a renda entre os dedos. — Que ousado... gostei — sussurrou antes de empurrar Forent de leve pra cama, pronto pra curtir uma longa noite.
— Amor... — Forent ofegou enquanto as orelhas de Greto roçavam de leve o buraquinho atrás da orelha dele —. Me dá um segundo...Forent se amaldiçoa internamente. Eles rolaram pela cama toda, e a outra caixa foi parar debaixo do lado oposto. Pra alcançá-la, ele precisa se livrar do Greto por um momento. Enquanto isso, Greto, com seu sotaque portenho, fala com um sorriso safado: — Não demora muito — e dá um apertão na bunda do Forent enquanto ele se arrasta de quatro.
Forent consegue puxar a caixa de debaixo da cama e a apresenta pra Greto, se endireitando e baixando a cabeça com uma leve inclinada, como se tivesse oferecendo algo sagrado.
Greto olha para a caixa com curiosidade e um meio sorriso. —E isso, o que é?
—Você vai ter que abrir pra descobrir, não vai?
Forent sorri, mordendo o lábio. Greto não precisa de mais palavras. Levanta a tampa e tira o papel que cobre o conteúdo. Agora, Forent revela a outra parte da surpresa: ele não seria o único fantasiado esta noite. Dentro da caixa tem uma peça de renda preta e tiras, bem parecida com a que Forent está usando naquele momento.
Greto balança a cabeça, com uma expressão de surpresa e prazer enquanto ri baixinho. —Porra, sua putinha! Você sempre dá um jeito de me surpreender, hein?
—Faz parte do charme —responde Forent, esticando o braço até o criado-mudo pra pegar um batom vermelho. Tinha guardado como parte da brincadeira, e enquanto passa nos lábios, os olhos não largam Greto, que observa cada movimento dela como um caçador de olho na presa. —Pensei que a gente podia passar junto. Se você curtir a ideia.
Greto levanta uma sobrancelha, claramente intrigado. —União de casal, foi o que você disse?
—Ou o que você quiser —diz Forent, encolhendo as pernas debaixo de si, felino e cheio de expectativa.
Greto observa a peça em suas mãos: uma calcinha preta de cetim, com renda enfeitando a cintura. Ele ri, mostrando o dente lascado. —Você é um filho da puta... mas eu adoro —diz enquanto passa a mão na perna da Forent, que usa meia-calça de nylon. O simples toque faz o corpo de Forent tremer.
—Não gosta do que tá vendo? — Forent pergunta com um tom provocador.
Greto ergue o olhar e seus olhos brilham de desejo. —O que te faz pensar o contrário?
Com um sorriso, Forent se aproxima mais dele. —Talvez não seja roupa só de mulher — sussurra enquanto guia a mão de Greto até sua virilha. Ainda meio duro, o contato faz a respiração dele acelerar, e os dedos de Greto se curvam instintivamente em volta dele. Forent solta um gemido baixinho.
—Só coloca a lingerie e me fode, idiota —diz Forent com um sorriso lascivo.
Greto, feliz em agradar, se deita na cama, erguendo os quadris pra Forent colocar a cinta-liga. As mãos de Forent tremem levemente enquanto prende o fecho na parte da bunda, a respiração dele fica mais pesada a cada movimento. Depois, ele manda ela levantar as pernas pra deslizar as meias, e Greto obedece sem reclamar, deixando Forent aproveitar o momento, sabendo que o que vem depois vai ser ainda melhor.
Assim que termina, Forent se afasta um pouco pra admirar a obra dele. Greto tá uma gostosa, mesmo o conjunto dela não sendo tão extravagante quanto o do Forent. Ele tá de calcinha preta inteira e meia lisa, sem enfeites nem sutiã. Mas, encostada nos travesseiros, Greto parece a imagem perfeita do tesão, com a roça durinha marcando clarinho por baixo da calcinha do capeta.
—Você está incrível. Tão, tão... —Forent para por um momento, deixando a palavra ecoar— gostosa.
Greto tamborila os dedos nas coxas, procurando algo pra se segurar. —Você diz isso porque... —tenta começar, mas Forent não deixa ele terminar.
—Porque é verdade —Forent acaricia suavemente sua bochecha, o dedo traçando linhas como se desenhasse sobre uma tela—. Eu te amo, Greto.
Greto olha nos olhos dele e sorri, o coração batendo forte no peito. —Eu também te amo, Forent. Muito. Agora, me diz... —ela passa as mãos em volta de Forent, dando um apertão firme na bunda dele—. O que a minha garota gostosa quer esta noite?
Um arrepio percorre Forent. —Eu quero... —ela engole saliva enquanto Greto prende a ponta do dedo indicador entre os lábios dela, deixando só um espacinho pra ela falar—. Eu quero que você me coma.
Greto sorri com malícia. —Já entendi. Quer que amanhã eu consiga andar, ou prefere que eu te arrebente por completo?
Forent solta uma gargalhada e dá um tapinha na coxa dela. —Me fode do jeito que quiser, e depois a gente vê se eu consigo andar ou não, tá?
Finalmente, Forent se aninha no colo de Greto, e os dois se perdem no momento que esperaram a semana inteira. Os lábios se encontram com urgência, se beijando como se fosse a última vez. Forent absorve tudo: o gosto do tabaco, o leve toque de fernet na língua, o calor do corpo de Greto contra o seu.
Tudo é tão perfeito, e não precisa de mais nada.
Os corpos deles se entrelaçam, e enquanto os beijos ficam mais intensos, o batom vermelho da Forent se espalha pelo rosto dele, deixando manchas no pescoço e nas bochechas. Entre as pernas dela, a ereção dele cresce, e uma pequena mancha úmida começa a aparecer na calcinha de cetim.—Rasga minhas meias —murmura Forent com um sorriso safado, sabendo que naquela noite nada seria demais.
—Meu Deus —diz Greto—, você é um anjo, Forent.
Ele se move mais para baixo, se acomodando à vontade. Um gemido escapa da sua boca.
—Um anjo caído, talvez.
Greto ri.
—Se você insiste. —Faz círculos nas coxas de Forent—. Nah, eu te vejo como você é. Pode bancar o bad boy na rua, mas no fundo não passa do meu bom menino, né?Ele dá um tapa forte, e Forent grita, apertando os ombros de Greto.
—Porra, me come.
—Daqui a pouco, amor.
Cansado de esperar, Forent pega a mão de Greto e leva pra parte de trás do sutiã, mas Greto tira com um sorriso safado.
—Nah.
—Nah?
—Nah. —Ele sorri com malícia—. Quero te comer com ele ainda.

Forent sente o rosto queimar. Se não fosse pelo pouco autocontrole que ainda lhe resta, já teria terminado.
— Com ele vestido?
— Sim. Tudo.
Um sorriso se desenha no rosto de Forent. Ele dá um beijo no canto dos lábios dela, o coração prestes a sair pela boca.
— Então, espero que você também mantenha o seu vestido. E pelo menos, me come com os dedos primeiro. Me trata como uma dama, tá?
— O que você quiser, love.

Com um braço ao redor das costas de Forent, Greto o coloca no colchão. Forent sente Greto levantar sua bunda, puxando a calcinha até os joelhos, para depois jogá-la junto com a dele no canto do quarto. Forent espera que sua preparação antes de Greto chegar tenha dado resultado. Embora não se importe muito com pelos corporais, em ocasiões especiais como essa ele sempre acaba se depilando para a entrada. Exceto pela linha fina do umbigo, a maior parte da pele dele está lisa como seda. A felicidade o inunda quando Greto o admira, fazendo círculos suaves nas laterais e descendo a boca até os mamilos de Forent, chupando-os através do tecido fino.
—Ah, não me fode, Greto.
Um arco de pré-ejaculação espirra na barriga de Forent. Com um som de satisfação, Greto desliza a mão mais para baixo, levando-a até o buraco do mexicano.
—Espera, espera —diz Forent.
O argentino para, piscando para ele.
—Numa das gavetas do criado-mudo, procura lá.
Greto não esconde o orgulho no rosto quando encontra o pote de vaselina que Forent tinha escondido. Abre a tampa e cobre três dos dedos com ela. Forent se sente meio ridículo, esticado com o pau, as bolas e a bunda expostos.
—Anda logo —faz bico.
O argentino ri, repreendendo-o com um beliscão no mamilo com a mão seca.
—Me dá um segundo.
—Como se eu pudesse esperar um segundo —responde Forent.

É um alívio quando Greto finalmente coloca um travesseiro debaixo da bunda dela e enfia um dedo.
—Tá tudo bem?
—Sim. —Forent mexe os quadris, se ajustando—. Sim, é gostoso.

Um pouco sensível. Devia ter usado um plug pra se manter aberto. Respira fundo quando o Greto enfia mais um dedo. Uma mão na coxa dele faz círculos suaves, lembrando o Forent da presença do Greto enquanto ele se acostuma com a pressão.
—Tá bem, meu amor?
—Tô —sorri o Forent—. Continua...

Sempre atento, Greto enfia os dedos mais fundo. O corpo de Forent os envolve, reclamando eles ou pertencendo a eles, ela não consegue saber.
—Greto...
—Hã?
—Posso... me tocar? Por favor.
Greto acena com a cabeça.
—Sim, claro, é melhor não ser tóxico.

Com um suspiro de gratidão, Forent enfia as mãos no sutiã, acariciando os próprios mamilos enquanto Greto trabalha com os dedos. O pau dele está vermelho, pulsando entre as pernas. Uma nova onda de tesão toma conta quando o argentino encontra a próstata, arrancando uma série de gemidos no ar. Agora, parece o momento certo para Greto enfiar um terceiro dedo, esticando devagar.
— Toda molhada — murmura Greto —. Minha gostosa, minha putinha.

A cock do Forent libera um jorro grosso de pré-gozo, que escorre pela pele dele. Esse maldito sabe como deixá-lo no ponto. Pela primeira vez na noite — mas não a primeira na vida dele, nem a última — Forent está implorando.
— Greto, por favor...

Greto suspira de forma melodramática, mas tira os dedos. Forent se senta ao lado dele, observando como Greto cobre o pau com vaselina, o movimento quase hipnotizante.
—Tá olhando — diz Greto.
—E cê me culpa? Não é culpa minha que você seja... tão foda, tem uma piroca de deuses.
Greto rosna.
—Algo me diz que cê não tá falando das minhas habilidades na guitarra quando toco na rua.

—Qual foi a nota?
Greto murmura, guardando a vaselina.
—Como você quer, love?
—Do jeito que você quiser.
Pensa um momento e depois diz:
—Fica de quatro então.

Forent obedece, jogando os lençóis no chão pra dar a eles um terreno firme. Deve parecer uma bagunça naquele momento: o pau molhado entre as pernas, os peitos aparecendo por baixo da blusa, o cu úmido todo exposto. Mas ele não liga, não quando é pro Greto.
O colchão se mexe quando Greto se ajeita atrás dele. Forent dá uma olhada por cima do ombro. Greto parece etéreo, com as meias e a cinta-liga, a ereção toda dura entre as pernas. Tudo isso, tudo pra ele.

—Vamos, me diz quem você é — sussurra Greto, passando a mão no cabelo de Forent.
Forent engole seco, sabendo que isso vai definir o tom de tudo.
— Eu sou...
— Me diz — insiste Greto.
— Sou sua... ah. — Forent geme, sentindo o pau grosso de Greto começar a pressionar sua entrada. — Sou sua boa menina, sua putinha.

Greto ri baixinho, empurrando mais fundo.
—E eu sou tão sortudo. Você é linda, minha putinha. —diz ele, baixando a cabeça para beijar as costas de Forent—. Você é maravilhosa, meu amor.

Forent grunhe, esfregando-se na frente do Greto.
—Só me come logo.
—Por favor, senhor Greto.

Greto sorri triunfante e empurra por completo.
—Boa garota.
Sempre sua, né?

Ele enfia dentro antes de se afastar, deixando um brilho de saliva na pele do Greto, enquanto observa ele em busca de reações. A única coisa que consegue são gemidos longos e melancólicos. Então ele tá indo bem; não que isso ajude na própria excitação dele. Ele tá mais tenso do que nunca, tanto que é quase doloroso, e o líquido pré-gozo já virou uma mancha maior. Ele nunca para de se surpreender com as coisas que os dois conseguem fazer um com o outro.
Deus", Greto ri, "Você adora ser uma putinha, né?
Ela se afasta do pau do Greto por um instante, deixando ele pular pra fora da boca dela. "Isso é porque eu sou seu," ela fala, e então desce mais pra baixo e passa a língua de novo nas bolas dele. Sempre é um ponto sensível pro Greto; a Forent adora os pelinhos em volta, o jeito que elas se contraem quando ela lambe um lugar específico. Talvez seja um pouco exagerado pensar assim, mas — o jeito que elas são tão cheias, e tudo aquilo é pra ele.
Greto", diz Forent, a voz tropeçando num gemido, "Vou gozar.
Querido levar isso no seu próprio ritmo, Forent acaricia a panturrilha de Greto através das meias, seus grandes olhos azuis encontrando os castanhos. "Só mais um pouquinho," promete.
Greto solta outro gemido. Dessa vez ele hesita um pouco, como se não conseguisse escolher entre o prazer e a frustração. Mas Forent toma essa decisão por ele. Envolve os lábios de novo e puxa ele pra dentro. Forent é um putinho feliz quando tá de joelhos, de boca cheia. Chupa pica como se a vida dependesse disso. Nunca para. Enfia Greto inteiro de novo, mas devagar; não quer que Greto goze e depois durma enquanto ainda tá duro e precisando.
Relaxa, não quero que isso aconteça," ele diz. "Me come primeiro.
Essa é a única chance que Greto precisa. Forent mal tem tempo de se mexer, se deixando cair enquanto Greto o penetra. Os quadris de Forent o levam à beira do prazer. Greto é implacável, cada golpe na próstata faz ele se contrair.
—Porra.
É um som grave e baixinho, mas cheio de desespero.
—Por que não foi você o primeiro da minha virgindade?
Ele se rende antes que a onda de êxtase possa derrubá-lo, mas seus quadris continuam se movendo, como se fossem os responsáveis por essa delicadeza, a dança do prazer que compartilharam tantas vezes.

Mas dessa vez é diferente. Mais forte. A pele dela queima, o suor escorre pela testa enquanto ela sente o Greto começando a perder o controle. Ele não é o único, e dessa vez a luta pra não gozar é inevitável.
Sim, Greto, mais," ela geme, e suas palavras têm um efeito poderoso. Greto se move mais rápido, mais fundo, com um foco quase selvagem.
—Ah, sua puta do caralho.
O pescoço de Forent se estica para trás, buscando o sorriso de Greto. "Isso aí. Por favor, faz isso.
Vou gozar... vou gozar agora.

Naquele momento, ela sente as paredes do cu começarem a apertar, e mesmo sem saber quando ou como, de repente tudo fica incrivelmente perfeito.
Vem aqui, amor."
O quadril de Greto não para.
—Você quer isso?
Forent acena. "Por favor, deixa eu chupar, eu preciso."
—Eu preciso de você.

Greto morde o lábio, enfiando-se pra dentro como se não tivesse outra escolha, como se estivesse possuído pela mesma música que fez eles se aproximarem daquelas bandas de rua no começo.
Forent sente o corpo se encharcar desse prazer eterno, o único lugar onde ele pode se sentir completo.
"Você tá sentindo, né?"
"Porra, tô sim.

Vagabunda", diz Greto, sorrindo com malícia.
Sua puta", corrige Forent, enquanto seu aperto firme nos quadris de Greto o puxa para o colo dele. Com os pés de Forent apoiados nos joelhos de Greto. Então Greto começa a meter nele com uma fúria sem igual, cada estocada faz os músculos de Forent se tensionarem, sentindo o clímax à espreita. A piroca de Greto endurece dentro dele, provocando gemidos profundos e selvagens.
Abre os olhos", sussurra Greto, e Forent obedece, deixando o mundo se desvanecer diante dele.
Greto os posicionou em frente ao espelho no canto do quarto, dando a Forent uma visão perfeita da união deles: ambos, enfeitados com suas meias, entrelaçados, com o pau de Greto enterrado fundo nele. "Deus..." Forent ofega, perdido no reflexo da própria paixão.
Vamos, continua", ordena Greto, com estocadas ainda mais fortes. "Você consegue.
Mesmo sem essa "permissão", Forent sente que está à beira do abismo. Os olhos dele reviram na cabeça enquanto um orgasmo tsunami o atravessa. Porra jorra do pau dele, espirrando no peito e na barriga, enquanto o corpo dele se sente solto, elevado pelo prazer.
“Porra, Forent, que gostoso, que gostoso!” Greto enfia ainda mais fundo, garantindo deixar sua marca, espalhando seus vestígios nele. “Você é meu, Forent. Você é todo meu.”
Com um estalo relutante, Forent se afasta, recostando-se no peito de Greto, ouvindo as batidas aceleradas do coração dele. Os dedos de Greto percorrem seu flanco, lentos e reconfortantes, enquanto voltam à terra.
Finalmente, criam coragem pra levantar da cama pra aquela ida importante ao banheiro pós-sexo.
Adoro como seu leite transborda de mim, mas odeio a ideia de acordar com porra seca espalhada pelo meu corpo e pelos lençóis.
Elas se lavam rapidinho, deixando a lingerie suja pra depois, e se ajeitam de novo na cama.
Meu gato gostoso," sussurra Greto, dando um beijo no cabelo molhado de Forent. "Meu Forent.
Forent sorri, entrelaçando as mãos de novo com as de Greto. O quarto tá na penumbra, com um feixe de luz da rua envolvendo Greto num halo de mistério. Forent acaricia ele com ternura e beija, um beijo suave e demorado. O amor deles é terno e apaixonado, e Forent deseja mostrar isso pra ele, igual fizeram essa noite.
Te amo, Greto," sussurra Forent, a voz dele quase inaudível entre os dois.
Tem um momento de silêncio, uma pausa onde o mundo para.
Eu também te amo, Forent," responde Greto, com uma sinceridade que enche o ambiente.E naquele momento, Forent sabe que tem tudo o que precisa.

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