Uma noite de tempestade, com muitos trovões e chuva, eu tava de boa jogando videogame, largado no tapete peludo que a gente tinha. Sabia que no dia seguinte não ia pra escola por causa do tempo ruim, então tava na maior tranquilidade jogando, quando de repente minha mãe vem me mandar desligar o console, que ia queimar com os raios. Não obedeci e começamos a discutir. Ela pegou o controle e, quando foi desligar, eu segurei os braços dela e, de repente, se ouviu...
Um raio caiu perto de casa, nós dois desmaiamos no chão. Quando acordei, percebi que não estava no meu corpo, mas sim no corpo da minha mãe. Não podia acreditar. O que tinha acontecido? Como foi que aconteceu? "Deve ter sido a energia estática daquele tapete velho", disse minha mãe, que estava tão surpresa quanto eu, só que no meu corpo.
Não sabíamos o que fazer nem como voltar pros nossos corpos, mas minha mãe, nem tão preocupada assim, disse que a gente ia dar um jeito. Até lá, a gente ia ter que agir como se fosse a outra pessoa, porque de qualquer jeito ninguém ia acreditar no que tinha acontecido. Concordei com ela. Então desliguei o videogame e fui pro banheiro escovar os dentes antes de dormir.
Não podia acreditar, esse era realmente o corpo de uma mulher, falei surpreso pro espelho, agora eu tenho dois peitões, falei enquanto massageava e apertava eles, acho que não é tão ruim assim, o corpo da minha mãe é muito gostoso e bem cuidado, escovei os dentes, passei uns cremes que minha mãe mandou e fui deitar no quarto onde meu pai dormia, que agora ia ser meu marido, ele já tava dormindo porque era muito tarde, então só deitei do lado dele, depois de um tempo senti as mãos dele pegando na minha cintura e me puxando pra perto do corpo dele, meu pai tava me fazendo conchinha, o que não teria sido tão estranho se ele não tivesse encostando o pau na minha bunda, ele fez isso meio dormindo, como se fosse um hábito, tentei me afastar mas não consegui porque não queria acordar ele, então ia ter que dormir assim, com a bunda encostada no pau dele, uma parada super gay.
No outro dia acordei cedo porque era eu quem tinha que fazer o café da manhã, claro que minha mãe no meu corpo me ajudou porque eu não fazia ideia de como cozinhar, isso é algo que você vai ter que aprender, junto com todas as outras tarefas de casa, ela falou enquanto comia as panquecas dela e tomava um café, mas fica tranquilo que eu vou te ensinar, então naquele dia me esforcei pra aprender o que tinha que fazer em casa (já que mamãe não trabalhava, só cuidava do lar) e pra evitar meu pai, que por sorte não ficou muito em casa.
Naquela noite evitei ele falando que tava passando mal, no outro dia que tava com dor de cabeça, outro que tava cansada, assim por tudo que consegui, até que uma tarde ele me encarou. Pai: _Você tá muito distante, love, aconteceu alguma coisa? Mãe (eu): _Não, love, não sei por que você tá falando isso. Então cheguei perto e dei um beijo nele.
Foi uma péssima ideia, porque ele correspondeu ao beijo, se aproximou da minha pélvis e começou a apalpar minha bunda enquanto intensificava o beijo. Eu realmente estava começando a me molhar só por causa de um beijo, me sentindo tonta e com tesão, com muito desejo. Ele me beijou no pescoço e sussurrou: "Hoje à noite você não escapa, Kevin." Minha mãe (no meu corpo) me avisou que vai dormir na casa de um amigo, e a pequena eu mandei passar o fim de semana com a avó. A casa é só nossa. Depois ela saiu para fazer umas compras. Eu não sabia o que fazer, nem sabia o que queria. Será que era errado transar com meu pai no corpo da minha mãe? Será que eu queria isso? Essas perguntas passavam pela minha cabeça enquanto eu não sabia o que fazer. Indecisa, comecei a preparar o jantar, quando ouvi um barulho. Ele tinha chegado. Me deu um tapa na bunda e me agarrou pela cintura enquanto se inclinava e perguntava: "O que vamos jantar?" E começou uma cena romântica de nós cozinhando juntos, nos beijando e tomando um vinho. Depois disso, comemos, e as taças a mais já estavam fazendo efeito em mim. Ele me levou para tomar um sorvete, como se fosse um dos tantos encontros que eles tiveram. Caminhamos por um parque, onde ele me perguntou se me trazia lembranças, e eu tive que fingir que sim. Depois do passeio, chegamos em casa, onde eu sabia o que ia acontecer e, meio resignada, aceitei.
Depois de entrar e nos despir, começamos a nos beijar de novo, mas dessa vez enquanto eu o despia e ele me despia. Assim fomos nos beijando e jogando as roupas pela casa até chegar no quarto, onde ele começou a me tocar por cima da calcinha, para depois deitar com um movimento rápido e arrancá-la. Depois de começar a me fazer um oral, eu não podia acreditar no prazer que meu pai estava me fazendo sentir com a língua dele. Não tinha explicação, eu estava no céu. Enquanto ele lambia e chupava tudo, até colocou os dedos. A única coisa que pude fazer foi gemer e gemer de prazer, até gozar em jatos. Depois disso... Sabia que ia sobrar pra mim, e foi o que aconteceu. Abaixei a cueca dele e a porra do pau enorme dele, já duro, ficou na minha cara. Comecei a masturbar ele e beijar a cabecinha, depois fiquei lambendo a ponta até começar a chupar. De cima pra baixo, do jeito que saía. Não fazia muita ideia de como fazer, então fui indo devagar, enquanto meus pensamentos gritavam "que nojo", mas meu corpo precisava daquilo. Só que esse devagar durou muito pouco.
Já que num piscar de olhos meu pai tinha me deitado e começou a meter até o fundo enquanto minha cabeça pendia da cama, eu tava me engasgando com a rola enorme dele, mas ele falou pra eu respirar pelo nariz, e enquanto apertava meus peitos, eu comecei a tossir, o que me fez engasgar mais, mas ele pouco se importou e continuou enfiando o pau dele até o fundo.
Eu: *tosse* *tosse* mais ahshdbdjff despahdhsjahscioaghhahshs
Pai: _Não te entendo, meu amor, não fala de boca cheia, só chupa e respira pelo nariz_
Enquanto aumentava a intensidade das metidas na minha garganta, eu gozei, porque não aguentava mais, e comecei a tossir. Ele deixou eu terminar pra depois me colocar de novo na mesma posição e fazer a mesma coisa. Eu peguei todo o ar que consegui, enquanto tentava não vomitar, continuei chupando ele enquanto me afogava. Ficamos assim por um tempo, até que ele me pegou pelo cabelo e me tirou dali.
Mas era pra eu colocar o pau dele na minha boca e gozar dentro. Papai: _Ahhhhh aqui tá sua bebida favorita, engole tudo, meu amor. Eu com vontade de vomitar 🤮 por ter o esperma do meu pai na boca e ainda ter que engolir, tava completamente enojada, mas não tive outra escolha senão abrir a boca, fazer minha maior cara de puta e engolir tudo que saísse daquele pau, pra depois dar um beijo nele. Mas meu pai nem ligou, pelo contrário, me beijou sem nenhum nojo. Depois disso, me deitou na cama e ficou por cima de mim.
— Você já tá toda molhada — disse meu pai enquanto batia de leve com o pau dele na minha buceta. Eu tava com tesão, mas indecisa, não sabia o que queria. Minha parte feminina queria me entregar pra ele e ser a putinha dele, e minha consciência masculina só queria que aquilo acabasse logo, já que era extremamente gay. Meu pai percebeu minha indecisão e, achando que eu tava fazendo difícil, falou: — Cê quer? Aí meu corpo me traiu, meus instintos femininos venceram e, resignando minha consciência, respondi tímida: — Sim. Mas ele, insatisfeito com a resposta, começou a se afastar. Aí eu, já completamente submissa aos meus instintos femininos, agarrei o braço dele e, com uma cara super submisa, pedi por favor pra ele meter, pra me foder aquela noite e me fazer dele. E ele, nem lento nem preguiçoso, atendeu meus pedidos, me fodendo. Começou devagar, com amor, no ritmo de uma valsa. A gente transou por um bom tempo na posição de papai e mamãe, enquanto eu tava de pernas abertas, abraçando ele enquanto ele me comia e me fazia mulher dele, como tantas vezes tinha feito com minha mãe, mas dessa vez com o filho dele. Ele por cima de mim, me fodendo forte mas devagar, fazendo como se fosse uma daquelas vezes. Mas pra mim não, essa era especial, era a primeira vez que eu tava sendo comida. E a gente ficou assim por um bom tempo, não sei quanto, perdi a conta, mas foram várias, muitas estocadas, até que ele gozou dentro de mim. Eu me assustei e reclamei com ele, não queria engravidar, isso é que não. Mas ele, com toda a calma do mundo, me olhou e disse: — Amor, já esqueceu que eu fiz vasectomia? Claramente eu não sabia disso. Meu estado de choque passou rápido e, sem medo nenhum e com muito tesão, me joguei em cima dele.
Ainda tava com o pau duro, então comecei a cavalgar ele, eu ainda tava com tesão, queria mais, meu corpo já tava acostumado com isso, praticamente se mexia sozinho, de memória.
Papai: _Hahaha você tá tão insatisfeita quanto sempre, já tava ficando preocupado, love, por um momento achei que não era você
Paf* paf* paf* (dava pra ouvir o barulho da minha bunda quicando no pau dele)
Eu: _Ahhhh hahaha sim, love, ah, só tava cansada dos dias passados, ahh
A gente continuou transando por um bom tempo enquanto eu montava no pau dele, que chegava em partes que nunca tinha chegado antes, bem lá no fundo da minha buceta, dava pra sentir cada cm entrando e saindo enquanto eu aproveitava ao máximo, porque eu me sentia a dominante naquela situação.
Eu: _Mmmm, você gosta de ficar sempre por baixo? Falei brincando, mas com um tom de superioridade.
Aí ele me agarrou pela bunda, me levantando um pouco, e começou a meter bem mais rápido e bem mais forte do que eu estava cavalgando o pau dele.
Papai: Eu gosto de ficar por baixo de você, mas pra te comer como minha putinha
Eu: _ Ah ah ah ah mmm ah ah ahg ahg ah
Não consegui dizer uma palavra, só conseguia gemer. A força com que ele me empurrava e o duro que ele me comia me deixaram incapacitada. Eu estava completamente imobilizada e submissa a ele, às suas mãos enormes e viris, e ao seu pau longo e grosso. Eu não era nada além da putinha dele, mas estava adorando. Assim a gente transou por um bom tempo, até que finalmente ele gozou dentro de mim, uma última e grossa carga. Depois disso, tomamos um banho juntos pra nos limpar e fomos dormir, os dois exaustos, abraçados a noite toda.
Na manhã seguinte, acordei e vesti uma roupa bem provocante pra fazer o café da manhã.
Me deu uma graça que minha mãe tivesse uma parada dessas no guarda-roupa dela, mas talvez não foi uma má ideia, porque ele não resistiu e, apesar de todo o cansaço da noite passada, depois de comer ele arrancou meu "avental" e disse: "essa é a minha sobremesa".
Ele me agarrou pelas pernas e começou a meter o pau dele enquanto tava de pé, tomando café da manhã correndo porque tinha que ir trabalhar. Eu, gemendo, falei que ele era louco, que eram só 7h10 da manhã, e ele só respondeu: "Um rapidinho matinal antes de ir, pra você não sentir minha falta e começar o dia bem". E foi isso: em 10 minutos, depois de gozar dentro da minha buceta, me deu um beijo, se trocou e voou pro trabalho, enquanto eu começava meu dia espetacular com umas torradas e um pouco de porra.
Aquele dia ele trabalhou hora extra, então não voltou cedo. Quando chegou, foi só pra dormir porque tava moído. Deixei ele dormir, mesmo com vontade de outra coisa, mas não queria incomodar já que ele tinha trabalhado duro. No dia seguinte, ele prometeu me levar num encontro romântico, como último dia da semana, já que depois voltaríamos à rotina e nossos filhos voltariam pra casa, então não teríamos muito tempo pra nada. E foi assim: no domingo, me preparei, me maquiei (vendo um tutorial), coloquei um vestido bem gostoso e fomos jantar fora, onde tivemos uma noite linda. Mas nem tudo foi tão bom: o garçom ficou me paquerando enquanto ele tinha ido ao banheiro. Quando voltou e viu aquilo, ficou puto, enciumado pra caralho, perguntando por que eu não tinha falado nada, que era uma falta de respeito e que eu era pura e exclusivamente dele. Sinceramente, não conhecia esse lado do meu pai, embora aquilo me excitasse — ele ficava muito gostoso bravo. Eu ignorei, erro grave. Chegando em casa, ele disse que aquela noite eu tinha me comportado muito mal e que ia me castigar. Aí eu brinquei: "Vai fazer o quê? Me tirar o celular?"
Quando chegamos, ele ainda tava sério. Me agarrou pelo pescoço e perguntou: "De quem você é?" Eu respondi: "Sou sua". Então ele me pegou, sentou no sofá, me colocou de bruços sobre os joelhos dele, levantou meu vestido e...
Eu: _Auch! O que cê tá fazendo?
Pai: _Esse é o teu castigo por deixar outros homens te paquerarem.
E ele começa a bater com força no meu rabo. A sensação foi estranha, uma mistura entre desejo e dor. Doía, mas eu queria que continuasse. Até que ele começou a bater mais forte, mas eu não disse nada, só aguentei, apertando os dentes e deixando escapar uns gemidos. Até que ele deixou minha bunda toda vermelha de tanta palmada.
Pai: _Agora tira tudo e começa a chupar minha pica.
Eu obedeci sem hesitar um segundo, porque tava gostando dessa faceta dele de homem bravo. Era algo que eu conhecia muito bem, mas não assim.
Sem um pingo de gentileza, começou a meter na minha boca com muita força, garganta profunda numa posição super desconfortável onde eu tava me engasgando de novo, mas diferente do outro dia, dessa vez ele segurou minha cabeça quando tentei me afastar pra tossir e começou a enfiar mais fundo, mais forte e mais rápido, até que não aguentei mais e gozei tossindo enquanto cuspia um monte de saliva. *Cof* *cof* *cof*
Eu: _Quase me afoguei, (falei enquanto fazia força pra respirar)
Papai: _Isso é parte do seu castigo por não ter gozado quando ele continuava te paquerando
Agora fica de quatro que vem o castigo final, ele disse.
E do nada, ele enfiou no meu cu de uma vez, entrou com relativa facilidade porque já tava todo lubrificado com minha própria saliva.
Eu: _Ahhh, avisa quando for fazer isso.
Mas foi estranho, não doeu nada. Parece que ele já tinha castigado a mamãe antes e a bunda dela já tava acostumada.
Assim que entrou, começou a aumentar a intensidade, e eu só conseguia gemer e gritar igual uma puta, a puta dele. _Ahhh, Ahhh, mais devagar, amor, ahhh, ahhh, vai rasgar minha bunda, mmmmmm.
Mas pelo contrário, minhas súplicas não adiantaram nada, e ele começou a meter o pau cada vez mais forte, dessa vez no ritmo de uma música eletrônica. As bolas dele batiam, plaf*plaf*plaf*plaf*plaf* na minha bunda, enquanto minhas pernas tremiam aguentando o peso do corpo dele inteiro. Cada centímetro daquele pau enorme e cheio de veias entrou no meu pobre rabo, que já tava ardendo com as metidas ferozes do cara que naquele momento era meu marido, mas também era meu amor e meu senhor, a pessoa a quem eu pertencia. Então eu abri o máximo que pude minha bunda, me entregando de vez à vaidade dele, e veio a primeira gozada, que me deixou tremendo ainda mais.
Minhas pernas cederam e eu acabei no chão, de bunda pra cima depois dessa saraivada de porra que ele me deu, mas ele continuou, metendo e metendo em mim como se eu fosse uma puta, porque é isso que eu sou, enquanto com as mãos empurrava minha cabeça contra o chão e disse: _Última parte do seu castigo, agradar seu homem, o único que tem o direito de você olhar. Eu: _ Ahhh sim amor, desculpa, você é meu ahhhh homem e eu sou sua Ahhhh esposa submissa, a que te ahhhhh pertence, ahhhh sim me dá mais ahhhhh. E ele continuou arrombando minha bunda, mas dessa vez com um sorriso, eu já tinha aprendido a ser a mulher dele e só ele e ninguém mais tinha o direito de fazer qualquer coisa comigo porque eu pertenço a ele, assim ficamos por um bom tempo, até que ele gozou dentro de mim de novo, uma carga massiva, outra vez, foi tanta que começou a vazar da minha bunda, depois ele pegou o pau dele e mandou eu limpar, o que fiz com gosto, pra depois ir me limpar, o que ele não deixou, me fez trocar de roupa e ficar com o sêmen dentro como última parte do castigo. Depois dessa fodida bestial ele me deu um beijo e disse _Agora você aprendeu, Kevin, que enquanto estiver no corpo da sua mãe, você vai me obedecer em tudo. Fim. Continua??
Um raio caiu perto de casa, nós dois desmaiamos no chão. Quando acordei, percebi que não estava no meu corpo, mas sim no corpo da minha mãe. Não podia acreditar. O que tinha acontecido? Como foi que aconteceu? "Deve ter sido a energia estática daquele tapete velho", disse minha mãe, que estava tão surpresa quanto eu, só que no meu corpo. Não sabíamos o que fazer nem como voltar pros nossos corpos, mas minha mãe, nem tão preocupada assim, disse que a gente ia dar um jeito. Até lá, a gente ia ter que agir como se fosse a outra pessoa, porque de qualquer jeito ninguém ia acreditar no que tinha acontecido. Concordei com ela. Então desliguei o videogame e fui pro banheiro escovar os dentes antes de dormir.
Não podia acreditar, esse era realmente o corpo de uma mulher, falei surpreso pro espelho, agora eu tenho dois peitões, falei enquanto massageava e apertava eles, acho que não é tão ruim assim, o corpo da minha mãe é muito gostoso e bem cuidado, escovei os dentes, passei uns cremes que minha mãe mandou e fui deitar no quarto onde meu pai dormia, que agora ia ser meu marido, ele já tava dormindo porque era muito tarde, então só deitei do lado dele, depois de um tempo senti as mãos dele pegando na minha cintura e me puxando pra perto do corpo dele, meu pai tava me fazendo conchinha, o que não teria sido tão estranho se ele não tivesse encostando o pau na minha bunda, ele fez isso meio dormindo, como se fosse um hábito, tentei me afastar mas não consegui porque não queria acordar ele, então ia ter que dormir assim, com a bunda encostada no pau dele, uma parada super gay.No outro dia acordei cedo porque era eu quem tinha que fazer o café da manhã, claro que minha mãe no meu corpo me ajudou porque eu não fazia ideia de como cozinhar, isso é algo que você vai ter que aprender, junto com todas as outras tarefas de casa, ela falou enquanto comia as panquecas dela e tomava um café, mas fica tranquilo que eu vou te ensinar, então naquele dia me esforcei pra aprender o que tinha que fazer em casa (já que mamãe não trabalhava, só cuidava do lar) e pra evitar meu pai, que por sorte não ficou muito em casa.
Naquela noite evitei ele falando que tava passando mal, no outro dia que tava com dor de cabeça, outro que tava cansada, assim por tudo que consegui, até que uma tarde ele me encarou. Pai: _Você tá muito distante, love, aconteceu alguma coisa? Mãe (eu): _Não, love, não sei por que você tá falando isso. Então cheguei perto e dei um beijo nele.
Foi uma péssima ideia, porque ele correspondeu ao beijo, se aproximou da minha pélvis e começou a apalpar minha bunda enquanto intensificava o beijo. Eu realmente estava começando a me molhar só por causa de um beijo, me sentindo tonta e com tesão, com muito desejo. Ele me beijou no pescoço e sussurrou: "Hoje à noite você não escapa, Kevin." Minha mãe (no meu corpo) me avisou que vai dormir na casa de um amigo, e a pequena eu mandei passar o fim de semana com a avó. A casa é só nossa. Depois ela saiu para fazer umas compras. Eu não sabia o que fazer, nem sabia o que queria. Será que era errado transar com meu pai no corpo da minha mãe? Será que eu queria isso? Essas perguntas passavam pela minha cabeça enquanto eu não sabia o que fazer. Indecisa, comecei a preparar o jantar, quando ouvi um barulho. Ele tinha chegado. Me deu um tapa na bunda e me agarrou pela cintura enquanto se inclinava e perguntava: "O que vamos jantar?" E começou uma cena romântica de nós cozinhando juntos, nos beijando e tomando um vinho. Depois disso, comemos, e as taças a mais já estavam fazendo efeito em mim. Ele me levou para tomar um sorvete, como se fosse um dos tantos encontros que eles tiveram. Caminhamos por um parque, onde ele me perguntou se me trazia lembranças, e eu tive que fingir que sim. Depois do passeio, chegamos em casa, onde eu sabia o que ia acontecer e, meio resignada, aceitei.Depois de entrar e nos despir, começamos a nos beijar de novo, mas dessa vez enquanto eu o despia e ele me despia. Assim fomos nos beijando e jogando as roupas pela casa até chegar no quarto, onde ele começou a me tocar por cima da calcinha, para depois deitar com um movimento rápido e arrancá-la. Depois de começar a me fazer um oral, eu não podia acreditar no prazer que meu pai estava me fazendo sentir com a língua dele. Não tinha explicação, eu estava no céu. Enquanto ele lambia e chupava tudo, até colocou os dedos. A única coisa que pude fazer foi gemer e gemer de prazer, até gozar em jatos. Depois disso... Sabia que ia sobrar pra mim, e foi o que aconteceu. Abaixei a cueca dele e a porra do pau enorme dele, já duro, ficou na minha cara. Comecei a masturbar ele e beijar a cabecinha, depois fiquei lambendo a ponta até começar a chupar. De cima pra baixo, do jeito que saía. Não fazia muita ideia de como fazer, então fui indo devagar, enquanto meus pensamentos gritavam "que nojo", mas meu corpo precisava daquilo. Só que esse devagar durou muito pouco.
Já que num piscar de olhos meu pai tinha me deitado e começou a meter até o fundo enquanto minha cabeça pendia da cama, eu tava me engasgando com a rola enorme dele, mas ele falou pra eu respirar pelo nariz, e enquanto apertava meus peitos, eu comecei a tossir, o que me fez engasgar mais, mas ele pouco se importou e continuou enfiando o pau dele até o fundo. Eu: *tosse* *tosse* mais ahshdbdjff despahdhsjahscioaghhahshs
Pai: _Não te entendo, meu amor, não fala de boca cheia, só chupa e respira pelo nariz_
Enquanto aumentava a intensidade das metidas na minha garganta, eu gozei, porque não aguentava mais, e comecei a tossir. Ele deixou eu terminar pra depois me colocar de novo na mesma posição e fazer a mesma coisa. Eu peguei todo o ar que consegui, enquanto tentava não vomitar, continuei chupando ele enquanto me afogava. Ficamos assim por um tempo, até que ele me pegou pelo cabelo e me tirou dali.
Mas era pra eu colocar o pau dele na minha boca e gozar dentro. Papai: _Ahhhhh aqui tá sua bebida favorita, engole tudo, meu amor. Eu com vontade de vomitar 🤮 por ter o esperma do meu pai na boca e ainda ter que engolir, tava completamente enojada, mas não tive outra escolha senão abrir a boca, fazer minha maior cara de puta e engolir tudo que saísse daquele pau, pra depois dar um beijo nele. Mas meu pai nem ligou, pelo contrário, me beijou sem nenhum nojo. Depois disso, me deitou na cama e ficou por cima de mim.
— Você já tá toda molhada — disse meu pai enquanto batia de leve com o pau dele na minha buceta. Eu tava com tesão, mas indecisa, não sabia o que queria. Minha parte feminina queria me entregar pra ele e ser a putinha dele, e minha consciência masculina só queria que aquilo acabasse logo, já que era extremamente gay. Meu pai percebeu minha indecisão e, achando que eu tava fazendo difícil, falou: — Cê quer? Aí meu corpo me traiu, meus instintos femininos venceram e, resignando minha consciência, respondi tímida: — Sim. Mas ele, insatisfeito com a resposta, começou a se afastar. Aí eu, já completamente submissa aos meus instintos femininos, agarrei o braço dele e, com uma cara super submisa, pedi por favor pra ele meter, pra me foder aquela noite e me fazer dele. E ele, nem lento nem preguiçoso, atendeu meus pedidos, me fodendo. Começou devagar, com amor, no ritmo de uma valsa. A gente transou por um bom tempo na posição de papai e mamãe, enquanto eu tava de pernas abertas, abraçando ele enquanto ele me comia e me fazia mulher dele, como tantas vezes tinha feito com minha mãe, mas dessa vez com o filho dele. Ele por cima de mim, me fodendo forte mas devagar, fazendo como se fosse uma daquelas vezes. Mas pra mim não, essa era especial, era a primeira vez que eu tava sendo comida. E a gente ficou assim por um bom tempo, não sei quanto, perdi a conta, mas foram várias, muitas estocadas, até que ele gozou dentro de mim. Eu me assustei e reclamei com ele, não queria engravidar, isso é que não. Mas ele, com toda a calma do mundo, me olhou e disse: — Amor, já esqueceu que eu fiz vasectomia? Claramente eu não sabia disso. Meu estado de choque passou rápido e, sem medo nenhum e com muito tesão, me joguei em cima dele.
Ainda tava com o pau duro, então comecei a cavalgar ele, eu ainda tava com tesão, queria mais, meu corpo já tava acostumado com isso, praticamente se mexia sozinho, de memória. Papai: _Hahaha você tá tão insatisfeita quanto sempre, já tava ficando preocupado, love, por um momento achei que não era você
Paf* paf* paf* (dava pra ouvir o barulho da minha bunda quicando no pau dele)
Eu: _Ahhhh hahaha sim, love, ah, só tava cansada dos dias passados, ahh
A gente continuou transando por um bom tempo enquanto eu montava no pau dele, que chegava em partes que nunca tinha chegado antes, bem lá no fundo da minha buceta, dava pra sentir cada cm entrando e saindo enquanto eu aproveitava ao máximo, porque eu me sentia a dominante naquela situação.
Eu: _Mmmm, você gosta de ficar sempre por baixo? Falei brincando, mas com um tom de superioridade.
Aí ele me agarrou pela bunda, me levantando um pouco, e começou a meter bem mais rápido e bem mais forte do que eu estava cavalgando o pau dele. Papai: Eu gosto de ficar por baixo de você, mas pra te comer como minha putinha
Eu: _ Ah ah ah ah mmm ah ah ahg ahg ah
Não consegui dizer uma palavra, só conseguia gemer. A força com que ele me empurrava e o duro que ele me comia me deixaram incapacitada. Eu estava completamente imobilizada e submissa a ele, às suas mãos enormes e viris, e ao seu pau longo e grosso. Eu não era nada além da putinha dele, mas estava adorando. Assim a gente transou por um bom tempo, até que finalmente ele gozou dentro de mim, uma última e grossa carga. Depois disso, tomamos um banho juntos pra nos limpar e fomos dormir, os dois exaustos, abraçados a noite toda.
Na manhã seguinte, acordei e vesti uma roupa bem provocante pra fazer o café da manhã.
Me deu uma graça que minha mãe tivesse uma parada dessas no guarda-roupa dela, mas talvez não foi uma má ideia, porque ele não resistiu e, apesar de todo o cansaço da noite passada, depois de comer ele arrancou meu "avental" e disse: "essa é a minha sobremesa".
Ele me agarrou pelas pernas e começou a meter o pau dele enquanto tava de pé, tomando café da manhã correndo porque tinha que ir trabalhar. Eu, gemendo, falei que ele era louco, que eram só 7h10 da manhã, e ele só respondeu: "Um rapidinho matinal antes de ir, pra você não sentir minha falta e começar o dia bem". E foi isso: em 10 minutos, depois de gozar dentro da minha buceta, me deu um beijo, se trocou e voou pro trabalho, enquanto eu começava meu dia espetacular com umas torradas e um pouco de porra.Aquele dia ele trabalhou hora extra, então não voltou cedo. Quando chegou, foi só pra dormir porque tava moído. Deixei ele dormir, mesmo com vontade de outra coisa, mas não queria incomodar já que ele tinha trabalhado duro. No dia seguinte, ele prometeu me levar num encontro romântico, como último dia da semana, já que depois voltaríamos à rotina e nossos filhos voltariam pra casa, então não teríamos muito tempo pra nada. E foi assim: no domingo, me preparei, me maquiei (vendo um tutorial), coloquei um vestido bem gostoso e fomos jantar fora, onde tivemos uma noite linda. Mas nem tudo foi tão bom: o garçom ficou me paquerando enquanto ele tinha ido ao banheiro. Quando voltou e viu aquilo, ficou puto, enciumado pra caralho, perguntando por que eu não tinha falado nada, que era uma falta de respeito e que eu era pura e exclusivamente dele. Sinceramente, não conhecia esse lado do meu pai, embora aquilo me excitasse — ele ficava muito gostoso bravo. Eu ignorei, erro grave. Chegando em casa, ele disse que aquela noite eu tinha me comportado muito mal e que ia me castigar. Aí eu brinquei: "Vai fazer o quê? Me tirar o celular?"
Quando chegamos, ele ainda tava sério. Me agarrou pelo pescoço e perguntou: "De quem você é?" Eu respondi: "Sou sua". Então ele me pegou, sentou no sofá, me colocou de bruços sobre os joelhos dele, levantou meu vestido e...
Eu: _Auch! O que cê tá fazendo? Pai: _Esse é o teu castigo por deixar outros homens te paquerarem.
E ele começa a bater com força no meu rabo. A sensação foi estranha, uma mistura entre desejo e dor. Doía, mas eu queria que continuasse. Até que ele começou a bater mais forte, mas eu não disse nada, só aguentei, apertando os dentes e deixando escapar uns gemidos. Até que ele deixou minha bunda toda vermelha de tanta palmada.
Pai: _Agora tira tudo e começa a chupar minha pica.
Eu obedeci sem hesitar um segundo, porque tava gostando dessa faceta dele de homem bravo. Era algo que eu conhecia muito bem, mas não assim.
Sem um pingo de gentileza, começou a meter na minha boca com muita força, garganta profunda numa posição super desconfortável onde eu tava me engasgando de novo, mas diferente do outro dia, dessa vez ele segurou minha cabeça quando tentei me afastar pra tossir e começou a enfiar mais fundo, mais forte e mais rápido, até que não aguentei mais e gozei tossindo enquanto cuspia um monte de saliva. *Cof* *cof* *cof* Eu: _Quase me afoguei, (falei enquanto fazia força pra respirar)
Papai: _Isso é parte do seu castigo por não ter gozado quando ele continuava te paquerando
Agora fica de quatro que vem o castigo final, ele disse.
E do nada, ele enfiou no meu cu de uma vez, entrou com relativa facilidade porque já tava todo lubrificado com minha própria saliva. Eu: _Ahhh, avisa quando for fazer isso.
Mas foi estranho, não doeu nada. Parece que ele já tinha castigado a mamãe antes e a bunda dela já tava acostumada.
Assim que entrou, começou a aumentar a intensidade, e eu só conseguia gemer e gritar igual uma puta, a puta dele. _Ahhh, Ahhh, mais devagar, amor, ahhh, ahhh, vai rasgar minha bunda, mmmmmm.
Mas pelo contrário, minhas súplicas não adiantaram nada, e ele começou a meter o pau cada vez mais forte, dessa vez no ritmo de uma música eletrônica. As bolas dele batiam, plaf*plaf*plaf*plaf*plaf* na minha bunda, enquanto minhas pernas tremiam aguentando o peso do corpo dele inteiro. Cada centímetro daquele pau enorme e cheio de veias entrou no meu pobre rabo, que já tava ardendo com as metidas ferozes do cara que naquele momento era meu marido, mas também era meu amor e meu senhor, a pessoa a quem eu pertencia. Então eu abri o máximo que pude minha bunda, me entregando de vez à vaidade dele, e veio a primeira gozada, que me deixou tremendo ainda mais.
Minhas pernas cederam e eu acabei no chão, de bunda pra cima depois dessa saraivada de porra que ele me deu, mas ele continuou, metendo e metendo em mim como se eu fosse uma puta, porque é isso que eu sou, enquanto com as mãos empurrava minha cabeça contra o chão e disse: _Última parte do seu castigo, agradar seu homem, o único que tem o direito de você olhar. Eu: _ Ahhh sim amor, desculpa, você é meu ahhhh homem e eu sou sua Ahhhh esposa submissa, a que te ahhhhh pertence, ahhhh sim me dá mais ahhhhh. E ele continuou arrombando minha bunda, mas dessa vez com um sorriso, eu já tinha aprendido a ser a mulher dele e só ele e ninguém mais tinha o direito de fazer qualquer coisa comigo porque eu pertenço a ele, assim ficamos por um bom tempo, até que ele gozou dentro de mim de novo, uma carga massiva, outra vez, foi tanta que começou a vazar da minha bunda, depois ele pegou o pau dele e mandou eu limpar, o que fiz com gosto, pra depois ir me limpar, o que ele não deixou, me fez trocar de roupa e ficar com o sêmen dentro como última parte do castigo. Depois dessa fodida bestial ele me deu um beijo e disse _Agora você aprendeu, Kevin, que enquanto estiver no corpo da sua mãe, você vai me obedecer em tudo. Fim. Continua??
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