A amiga gostosa do meu amigo... parte 2

Continuando a história da namorada do meu amigo... Tava tudo indo bem, nenhum dos dois tocou no assunto do boquete no banheiro nem contou pro meu amigo (o namorado dela), mas eu tinha ficado com o pau duro, querendo mais... No fim, não sei se por insegurança ou se ele tava afim, o namorado veio com a gente na sexta pro baile. De novo o esquenta, roupa parecida com a da última vez, mas mais fechada em cima e mais aberta embaixo. A Martu tava usando uma minissaia bem coladinha no corpo, e, já bêbado, eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela, mesmo com o namorado ali. Dessa vez ela ficou tão doida quanto, mas se segurou mais que na última.A amiga gostosa do meu amigo... parte 2ele ficava olhando o tempo todo pra bunda dela, pras pernas e quando passava do lado dela, aproveitava pra mexer com ela, colocando a mão na cintura e balançando ela um pouquinho, aproveitando pra tocar nela sem o namorado desconfiar, e ela claramente não reclamava nada... o mati (vamos chamar o namorado dela assim) tava super bêbado, mó ruim, e como não tá acostumado a beber, já tava em outro mundo. a gente continuou bebendo mais um pouco na prévia e pedimos os ubers. éramos 5 minas do grupo e 3 caras, o namorado de outra amiga minha, o mati e eu.vadiaQuando descemos pra pegar os Uber, o Mati tava no banheiro, então ele desceu por último. Nosso outro amigo ficou pra esperar ele, e eu aproveitei e desci rápido pra ver se tinha a sorte de pegar o mesmo Uber que a Martu e fazer o Mati ir no outro. O destino sorriu pra mim: eles e mais umas minas foram num Uber, e eu, a Martu e mais duas minas fomos no outro. Fiquei no meio do banco, a Martu do lado direito, perto da janela. O Uber arrancou, e eu também... Coloquei a mão na perna dela pra ver se ela falava algo, e ela não disse nada. Então comecei a acariciar as coxas dela, bem pertinho da buceta. Nos 25 minutos de Uber, ficamos conversando assim. Num momento, soltei: "Que puta sorte que o Mati veio, né? O otário não sabe beber."
Martu: "Mentira, tenho que aguentar ele o tempo todo no rolê, todo grudento, bêbado, ainda por cima um puta porre."
Eu: "Haha, verdade, mano. Lembra do que eu tô falando: a gente chega e meia hora depois ele já vai embora. O trouxa já tá moído."
Martu: "Tomaraa. Eu gosto dele, mas não tô afim de aguentar ele grudado em mim a noite toda. Além disso, com ele ali, não consigo dançar do jeito que eu gosto porque ele fica puto."
Eu: "Pois é, é um porre ter alguém em cima de você a noite toda. Mas você é atrevida, como ele não vai ficar puto com o jeito que você dança? Sério, outro dia você me deixou de pau duro *falei bem baixinho*."
Martu: "Ué, eu vivo a vida na balada, haha. Além disso, adorei o que rolou outro dia..." E na hora ela soltou a bomba. Se antes eu já tava me sentindo liberado, agora tinha a pista toda livre. A única razão pela qual eu não podia fazer nada com a mina era porque o namorado tava ali colado. Aí, nos últimos 3 minutinhos de viagem, aproveitei, coloquei a mão bem pertinho da bucetinha, roçando com o dedo, e comecei a acariciar ela.
Martu: "Haha, para, idiota. Você me dá umas vontades e hoje não posso fazer nada."
Eu: "Você me deixa com umas vontades há um tempão, aguenta aí, haha."
Martu: "Bom, você tá com vontade há um tempão porque quer, só isso. Caí, a puta me queria foder igual como eu queria foder ela, e eu meti pra testar.
Eu: hoje eu vou tirar a vontade, se rolar o que eu te falei e ele for embora, a gente fica um tempo e depois você vem dormir em casa, beleza?
Martu: bom... mas ninguém pode saber, hein.
Eu: hahaha, fica tranquila, cê quer que o Mati me mate?

Chegamos no rolê, tirei a mão dela da perna antes de descer. O Uber dela tinha chegado mais rápido e elas já estavam lá. O Mati tava viradão mas não queria ir embora ainda. Eu e a Martu trocando olhares, dava pra ver que a gente tava doida pra ele vazar. Pensei um pouco e, assim que entramos, chamei o Mati pra um copo. No começo ele não quis, insisti e ele acabou aceitando.

Depois daquele gole, ele capotou. Tava quase quebrando e falou pra Martu que não aguentava mais, que ia embora, que depois ela contava a noite. Assim que ele falou isso, a Martu olhou direto nos meus olhos e eu sabia que tinha passe livre. O Mati foi embora e, assim que vi ele saindo, fui direto pra onde a Martu tava. Agarrei ela pela cintura e comecei a beijar a boca dela como nunca beijei ninguém na vida. Desci as mãos e comecei a acariciar a bunda dela. Dessa vez a gente ficou assim uns bons 30 minutos até a música começar a bombar mais e ela começou a rebolando na minha pica como já tinha feito antes, só que melhor. Eu com a pica dura pra caralho, sentindo toda aquela bunda massageando minha pica, não aguentava mais. Encaixei ela bem na minha pica e comecei a passar a mão por cima da roupa nos peitinhos dela, no meio do rolê.

Depois de um tempão assim, pedi o Uber pra minha casa. Agarrei ela pelo pescoço, puxei pra perto e falei no ouvido: "Agora sim, puta, hoje vou te fazer minha." Comecei a beijar a boca dela de novo, alternando entre boca e pescoço enquanto passava a mão na bunda dela, e a gente saiu na hora. O Uber chegou, a gente sentou atrás e fomos o caminho todo se pegando. Chegamos na minha casa, abri a porta e, assim que ela entrou, encostei ela na parede e comecei a tirar a roupa dela enquanto beijava a boca dela e tirava a minha, enquanto passava a mão na buceta dela e ia Me masturbando, já tava molhada que nem um rio. A puta parecia que toda a dança e os amassos tinham deixado ela com tesão, e eu comecei a dedar ela. Em poucos minutos, levantei ela no colo e levei pro meu quarto, joguei ela na cama, tirei a saia dela enquanto beijava a boca dela e ia tocando a buceta até que ela pediu pra eu sentar um pouco, que era a vez dela. Na hora, ela baixou meu short jeans e a cueca e começou a chupar meu pau desesperada, uma verdadeira puta. Duas horas antes, ela tava se beijando com o namorado e agora tava me chupando igual uma desesperada. Quando eu tava quase gozando, mandei ela parar, e ela fez uma cara de puta triste.rabaomartu: você não vai me dar a pica pra mamar
eu: claro que vou te dar, mas depois, fica de quatro
ela subiu na cama e ficou de quatro bem submissa, eu puxei a tanga vermelha pro lado e comecei a chupar a buceta e o cuzinho dela ao mesmo tempo, ela gemia que nem uma puta de verdade
enquanto eu comia o cu dela e usava a palavra: buceta, parei, me afastei um segundo pra apreciar a vista daquela raba linda paradinha pra mim, dei um tapa forte e comecei a meter na buceta sem camisinha, tava tão bêbado e tarado que nem lembrei e comecei a foder ela assim mesmo, comi ela como nunca tinha comido ninguém, metia bem forte e depois devagarzinho enquanto dava uns tapas na raba e a puta gemia, fiquei comendo ela com tudo por umas meia hora, ela gozou duas vezes enquanto eu comia, gemia que nem puta e gritava que tava gozando, bem gritadeira a martu, até que eu tirei e falei
eu: quer a pica sua puta, vai, ajoelha que vou te dar tudo
ela ajoelhou, abriu a boca e comecei a bater uma enquanto ela dava beijinhos na ponta da rola, segurei a cara dela e falei
eu: tô quase gozando, puta, aah
mal falei isso ela abriu a boca e enfiou a cabeça da rola na boca pra não perder uma gotinha, gozei como nunca na vida, um litro de porra devo ter soltado, e a puta engoliu tudo bem feliz, terminei e nós dois deitamos mortos na minha cama e dormimos de conchinha como se o namorado fosse eu...cornudocontinua... (comentem e deixem pontinhos que ela posta pra continuar fazendo, são os primeiros contos que faço, mil desculpas pelos erros que tiver, se quiserem dar uma moral na martu que é a das fotos, mandem dm e comentem)

4 comentários - A amiga gostosa do meu amigo... parte 2

Bien hecho!!!a los boludos que se emborrachan les cabe que les culeemos las mujeres!!!!