Se alguém que tá lendo essa história me visse andando na rua levando meus filhos pra escola ou fazendo compra no mercado, nem parava pra me olhar. Eu passo bem despercebida, teria que ser muito observador pra perceber que por baixo das roupas que uso quando saio na rua tem um corpo que é totalmente o oposto da minha aparência externa. Muito menos vocês poderiam imaginar o que essa mulher seria capaz de fazer em situações que estão longe de acontecer com uma dona de casa apegada às tarefas domésticas e de perfil submisso. Diz o velho ditado: "não se julga um livro pela capa", e é exatamente isso que eu quero representar pra conhecidos e desconhecidos. Por fora, uma mulher comum e normal, meio descuidada, vestida com roupas fora de moda e nada chamativas, mas por dentro, e por baixo dessas roupas sem graça, o oposto do externo: uma puta, safada, perversa e tarada que tem comportamentos indecentes movida por uma vingança sem limites por causa de uma traição do marido. Essa mulher sou eu. Mas antes, vou contar como cheguei a ser o que poucos sortudos neste planeta sabem que eu sou. Casei muito nova, aos 18, engravidei do meu primeiro filho e praticamente fui obrigada a casar pra evitar que me internassem como pupila num colégio de freiras. As famílias do meu marido e a minha são muito tradicionais e religiosas, impossível sugerir um aborto, mesmo que a filha deles fosse infeliz por causa de um casamento arranjado. Aos 18, eu tinha um corpo muito desenvolvido e era comum, quando andava na rua, ouvir palavras obscenas e olhares de tesão de homens e mulheres. Comecei a namorar aos 17 com meu atual marido e uma noite conseguimos nos afastar atrás de umas árvores no aniversário de uma colega da escola, e foi lá que ele me desvirginou. Comecei a transar com ele e aos 18, num descuido, engravidei. O desfecho eu já contei no começo. Os anos seguintes foram de altos e baixos, como qualquer casal. Eu em casa cuidando dos dois filhos e meu marido trabalhando duro. Meu corpo, depois das gestações e dos anos que se passaram, ficou bem descuidado, e meu marido pouco se importava com minha aparência. Com o tempo, nossas relações sexuais foram ficando cada vez mais raras. Quando completei 28 anos, umas ex-colegas do ensino médio decidiram se reunir e me chamaram pelas redes sociais. Durante o encontro, conversando com uma ex-colega que eu não via desde aquela época, contei que tinha me casado com meu namorado do colégio. Enquanto dava detalhes sobre meu marido, o rosto dela foi mudando. De repente, ela me interrompeu e disse que precisava me contar algo que eu não ia gostar, mas que sentia que devia falar, porque uma mulher como eu não merecia viver aquilo. Fiquei assustada e pensei: "O que será tão grave assim?" "Seu marido visita minha prima há 5 anos. Ele convenceu ela de que vai largar a esposa, ou seja, você, e a boba acredita. Agora que você me disse quem ele é, não tenho dúvidas de que é a mesma pessoa. Desculpa, mas nem minha prima nem você merecem um cara como ele. Eu sabia que ele escondia algo, mas nunca quis me meter. Também não sabia que ele tinha casado com você." Comecei a chorar, e enquanto ela me consolava, soltou uma frase que ia virar o jogo: "Pensa, amiga. Vingança é um prato que se come frio. Não faz loucura nem se faz de vítima. Dá a ele do próprio veneno. Ele não merece outra coisa. Olho por olho." Nos dias seguintes, tentei disfarçar minha dor e agir como se não soubesse de nada, como minha amiga disse, enquanto bolava minha vingança. Essas noites foram de insônia: pensava, pensava, pensava. Finalmente, decidi: ia transformá-lo num corno de um jeito cruel e cínico. Aproveitei na manhã seguinte, quando as crianças estavam na escola e ele estava de licença do trabalho. EU: "Amor, ontem fui comprar um jeans e notei que... Aumentei dois números de manequim, percebi que depois da primeira gravidez meu corpo nunca mais foi o mesmo e tenho que admitir que me deixei levar todos esses anos. Quinze dias atrás fui jantar com minhas amigas do colégio e muitas delas estão muito gostosas e em forma, e pensei: "o que aconteceu com você, mulher?" Reconheço, meu marido, que você merece algo melhor do que esse corpo largado, então prometo que a partir de hoje vou entrar em forma, recuperar meus atributos de adolescente e ficar gostosa pra você — você merece o melhor! Depois dessa atuação cínica, comecei uma rotina de exercícios e um regime alimentar que nunca tive antes, transformei cada canto da minha casa e do quintal num centro de treino, junto com uma dieta rigorosa. Em três meses, perdi 10 quilos e meus abdominais ficaram bem definidos, meu corpo ganhou uma forma fibrosa, reconquistei a cintura dos sonhos, meus braços e pernas ficaram musculosos, minha bunda voltou a ser durinha e empinada. Em cinco meses, meu corpo passou por uma transformação que até eu fiquei impressionada ao me ver no espelho. Esse novo corpo tão desejável aos olhos que, se não fosse do meu marido, estaria a serviço de qualquer pica disposta a me dar, e eu pronta pra dar prazer. Mas ele não merecia ser um corno padrão, ou seja, eu transar com um cara bonito e bonzinho pelas costas dele; pelo contrário, eu tinha que trair ele da forma mais dura e perversa, com caras horríveis, velhos ou degenerados. E foi daí que surgiu a ideia de sair pra me oferecer pra tipos que mulheres como eu jamais se aproximariam, a menos que tivessem uma carteira gorda. Apesar dessa mudança física, eu continuava me mostrando como uma mulher simples, usando roupas largas e de perfil baixo, pra ninguém suspeitar que por baixo daquela roupa tinha uma maçã deliciosa digna de ser mordida. Fui numa loja e comprei roupas e sapatos que as putas usam pra atrair homens e escondi num lugar da minha casa. Meu marido vai trabalhar às 7 da manhã e Volta 7 da noite, e como meus filhos têm período integral, fico com várias horas livres só pra mim. Lembro daquela manhã, já tinham ido todos embora, meu rosto ficou exageradamente maquiado, igual uma puta se maquia quando sai pra caçar uns caras, cílios postiços compridos, unhas delicadamente pintadas. Subi no meu carro saindo de casa usando uma minissaia bem curta, camisa decotada que deixava à mostra a redondeza dos meus peitos, sem sutiã, calcinha fio dental de renda, salto alto e meia arrastão preta. Nunca tinha me vestido daquele jeito, nem eu mesma me reconhecia na frente do espelho e fiquei com muito tesão ao me ver assim. Dirigi por mais de uma hora o mais longe possível até um bairro bem movimentado, cheio de lojas que vendem mercadoria de quinta categoria e também cheio de todo tipo de gente. Enquanto andava na calçada olhando vitrines, sentia os olhares lascivos me atravessando de lado a lado, aqueles homens que viravam e falavam obscenidades se repetiam quadra após quadra. Ao passar por uma obra em construção, de um andaime três pedreiros me gritavam putarias e, em vez de apressar o passo pra passar o mais rápido possível pelo lugar, eu parei e olhei pra eles, mordendo o lábio inferior e tocando um dos meus peitos. Imediatamente um deles desceu e me perguntou, sem rodeios, o que eu procurava, e eu respondi com voz sensual: EU: Procuro algo que vocês, sem dúvida, podem me dar – respondi enquanto meus olhos se fixavam no volume do rapaz – PEDREIRO: Você disse “vocês” ou ouvi errado? Meus colegas me mandaram porque sou o mais novo, e como eles são mais velhos, acharam que uma mulher como você ia se interessar por caras mais jovens e não por velhos. EU: Ouviu certo, eu disse “vocês”, ou seja, os três, a não ser que os outros dois sejam viados e não queiram comer essa iguaria cheia de vontade de rola. O rapaz ficou surpreso e confuso, nem em mil sonhos imaginaria uma situação dessas com uma mulher assim. PEDREIRO: Não, não tá certo! Um tem namorada e o outro é casado, não são gays, mas a gente sai mais tarde do trampo, estamos com roupa de serviço sujos e suados, uma mulher como você merece que a gente esteja apresentável, a gente alugou uma casa perto daqui, pode ir à tarde e vai nos encontrar prontos pra te dar o que quiser. EU: E quem falou em depois, quem falou em idade, quem falou em casa? É aqui e agora, sem enrolação, tô em chamas e com vontade de ter paus que encham cada buraco do meu corpo, vão me foder ou não? O rapaz assobiou pros colegas e com a cabeça fez sinal, como convidando eles pra subir comigo. Segui o jovem até dentro da obra, tinha uma pilha de sacos de cimento e ali ele parou, vi os outros dois se aproximarem e notei que já estavam apalpando os paus por cima da calça, todos tiraram as camisas e ficaram com o torso nu. — Vou chupar os três juntos, não me façam esperar, quero ver esses paus duros — falei com voz sensual enquanto desabotoava os botões da minha camisa e deixava os peitos à mostra. Enquanto se olhavam surpresos, iam tirando os paus pra fora. Os três tinham um bom tamanho, o mais velho tinha um bem grosso, mas mais curto, o outro comprido e meio torto, e o do jovem era o maior, devia ter uns 22 centímetros. O jovem educadamente colocou uma camisa no chão pra eu poder me ajoelhar. Enquanto mamava um pau, masturbava os outros dois com as mãos, ia rodando de um pro outro, às vezes eles se inclinavam um pouco pra apalpar meus peitos, deixando as mãos sujas de cal marcadas neles. Operários suados e sujos com os paus cheirando a mijo estavam sendo atendidos pela minha boca insaciável, que não parava de chupar as três pirocas. Às vezes tentava enfiar dois paus na boca, mas não conseguia, eram só tentativas que mal conseguiam introduzir parte das cabeças. Enquanto isso, com meus dedos, esfregava o clitóris pra me estimular, no eco daquele ambiente meio construído. Sentiam gemidos e gemidos de uma boca que não parava de chupar. Depois de alguns minutos, e pra evitar que eles gozassem, convidei eles pra me penetrar. Eles fizeram uma pilha de sacos até a altura da cintura, colocaram as camisas pra eu me deitar em cima, um deles me levantou e eu me deitei sobre a pilha de sacos abrindo as pernas. O mais novo tomou a iniciativa, me segurou pelos quadris e fez minha bunda chegar na borda da pilha, tirou minha saia, baixou minha calcinha fio-dental e foi enfiando o pau dele devagar até as bolas, enquanto os outros dois subiram na pilha e, ajoelhados, me convidaram pra continuar chupando os paus deles. O pau do novinho ia enchendo minha buceta e eu comecei a gritar de tesão enquanto minha cabeça virava de um lado pro outro, metendo na boca o pau dos velhos que estavam dos meus lados. Não demorei pra gozar, o garoto continuava metendo e tirando o pau da minha buceta com frenesi, sem parar. Depois foram se revezando pra me foder até me fazerem gozar pela segunda vez. Só se ouviam meus gemidos, meus gritos, nunca tinha sido penetrada por tantos homens ao mesmo tempo, nem tinha conseguido dois orgasmos quase seguidos, tava claro que eu tava adorando e me sentindo à vontade, sem pensar quem eram aqueles estranhos. "Não gozem ainda!" eu falei "quero que me comam pelo cu". Na hora tiraram sacos da pilha pra eu ficar de quatro e minha bunda ficar na altura dos paus deles. EU: Não, não, faz um colchão com os sacos no chão e deita um que eu subo em cima dele pra outro poder me comer pelo cu, quero sentir uma dupla penetração. E foi assim, o novinho se deitou de barriga pra cima nos sacos, eu montei nele cavalgando gostoso o pau dele, depois me inclinei sobre o torso dele apontando minha bunda pro velho meter, que não perdeu tempo. Doeu, mas o prazer de ter dois paus nas suas entranhas não tem preço, ainda mais quando você propõe e convida. Os paus deles, lubrificados pelos fluidos dos dois. Os orgasmos anteriores entravam e saíam da buceta e do cu sem parar, os gritos de prazer aumentavam, de vez em quando um deles se aproximava e também enfiava o pau na minha boca enquanto os outros dois tapavam meus buracos na base da porrada. EU: Vocês conseguem gozar os três ao mesmo tempo? Quero ter a porra em cada buraco, também vou gozar com vocês, não aguento mais! Segundos depois, eles começam a gemer os três e primeiro sinto a porra entrando no cu, logo em seguida o novato esvazia todo o sêmen na buceta enquanto minhas pernas tremem, dando lugar a um terceiro orgasmo, por último, o mais velho derrama o sêmen no meu rosto. Fiquei exausta em cima do torso do novato. Sentia a porra escorrendo do cu e caindo da buceta enquanto com os dedos juntava a porra do meu rosto e engolia, saboreando com um sorriso sensual, olhando para os três de forma provocante. PEDREIRO: Quer ir ao banheiro químico, se lavar um pouco? EU: Não, amor, quero ir embora com o corpo cheirando a sexo e sêmen. Coloquei a calcinha fio dental que molhou de porra que ainda escorria da buceta e do cu, vesti também a saia, abotoei a camisa, arrumei o cabelo todo bagunçado e saí de lá como entrei. Os pedreiros me convidaram pra voltar, mas eu disse que nunca mais iam me ver e que tinham me ajudado a realizar uma fantasia que eu tinha. Caminhei até onde tinha deixado o carro, rebolando a bunda e os quadris, conservando o resto de esperma dos pedreiros nos meus buracos. Ainda faltavam algumas horas pra chegarem os meninos da escola, enquanto isso fiquei andando pela minha casa cheirando a sêmen e lembrando da experiência gostosa que tinha tido com aqueles caras. Um tempo depois, enquanto relaxava mergulhada na banheira, contemplava o retrato do meu marido que tinha levado pro banheiro pra observar enquanto minha voz interior dizia: "Esse foi só o começo, amado esposo, sua vida de corno manso começou com sua mulher se entregando pra três pedreiros sujos e simples que a foderam como uma puta gostosa. enchendo os buracos dela de porra, e você no trabalho pensando na sua próxima chance de me trair, quem ri por último ri melhor, corno.
Se alguém que tá lendo essa história me visse andando na rua levando meus filhos pra escola ou fazendo compra no mercado, nem parava pra me olhar. Eu passo bem despercebida, teria que ser muito observador pra perceber que por baixo das roupas que uso quando saio na rua tem um corpo que é totalmente o oposto da minha aparência externa. Muito menos vocês poderiam imaginar o que essa mulher seria capaz de fazer em situações que estão longe de acontecer com uma dona de casa apegada às tarefas domésticas e de perfil submisso. Diz o velho ditado: "não se julga um livro pela capa", e é exatamente isso que eu quero representar pra conhecidos e desconhecidos. Por fora, uma mulher comum e normal, meio descuidada, vestida com roupas fora de moda e nada chamativas, mas por dentro, e por baixo dessas roupas sem graça, o oposto do externo: uma puta, safada, perversa e tarada que tem comportamentos indecentes movida por uma vingança sem limites por causa de uma traição do marido. Essa mulher sou eu. Mas antes, vou contar como cheguei a ser o que poucos sortudos neste planeta sabem que eu sou. Casei muito nova, aos 18, engravidei do meu primeiro filho e praticamente fui obrigada a casar pra evitar que me internassem como pupila num colégio de freiras. As famílias do meu marido e a minha são muito tradicionais e religiosas, impossível sugerir um aborto, mesmo que a filha deles fosse infeliz por causa de um casamento arranjado. Aos 18, eu tinha um corpo muito desenvolvido e era comum, quando andava na rua, ouvir palavras obscenas e olhares de tesão de homens e mulheres. Comecei a namorar aos 17 com meu atual marido e uma noite conseguimos nos afastar atrás de umas árvores no aniversário de uma colega da escola, e foi lá que ele me desvirginou. Comecei a transar com ele e aos 18, num descuido, engravidei. O desfecho eu já contei no começo. Os anos seguintes foram de altos e baixos, como qualquer casal. Eu em casa cuidando dos dois filhos e meu marido trabalhando duro. Meu corpo, depois das gestações e dos anos que se passaram, ficou bem descuidado, e meu marido pouco se importava com minha aparência. Com o tempo, nossas relações sexuais foram ficando cada vez mais raras. Quando completei 28 anos, umas ex-colegas do ensino médio decidiram se reunir e me chamaram pelas redes sociais. Durante o encontro, conversando com uma ex-colega que eu não via desde aquela época, contei que tinha me casado com meu namorado do colégio. Enquanto dava detalhes sobre meu marido, o rosto dela foi mudando. De repente, ela me interrompeu e disse que precisava me contar algo que eu não ia gostar, mas que sentia que devia falar, porque uma mulher como eu não merecia viver aquilo. Fiquei assustada e pensei: "O que será tão grave assim?" "Seu marido visita minha prima há 5 anos. Ele convenceu ela de que vai largar a esposa, ou seja, você, e a boba acredita. Agora que você me disse quem ele é, não tenho dúvidas de que é a mesma pessoa. Desculpa, mas nem minha prima nem você merecem um cara como ele. Eu sabia que ele escondia algo, mas nunca quis me meter. Também não sabia que ele tinha casado com você." Comecei a chorar, e enquanto ela me consolava, soltou uma frase que ia virar o jogo: "Pensa, amiga. Vingança é um prato que se come frio. Não faz loucura nem se faz de vítima. Dá a ele do próprio veneno. Ele não merece outra coisa. Olho por olho." Nos dias seguintes, tentei disfarçar minha dor e agir como se não soubesse de nada, como minha amiga disse, enquanto bolava minha vingança. Essas noites foram de insônia: pensava, pensava, pensava. Finalmente, decidi: ia transformá-lo num corno de um jeito cruel e cínico. Aproveitei na manhã seguinte, quando as crianças estavam na escola e ele estava de licença do trabalho. EU: "Amor, ontem fui comprar um jeans e notei que... Aumentei dois números de manequim, percebi que depois da primeira gravidez meu corpo nunca mais foi o mesmo e tenho que admitir que me deixei levar todos esses anos. Quinze dias atrás fui jantar com minhas amigas do colégio e muitas delas estão muito gostosas e em forma, e pensei: "o que aconteceu com você, mulher?" Reconheço, meu marido, que você merece algo melhor do que esse corpo largado, então prometo que a partir de hoje vou entrar em forma, recuperar meus atributos de adolescente e ficar gostosa pra você — você merece o melhor! Depois dessa atuação cínica, comecei uma rotina de exercícios e um regime alimentar que nunca tive antes, transformei cada canto da minha casa e do quintal num centro de treino, junto com uma dieta rigorosa. Em três meses, perdi 10 quilos e meus abdominais ficaram bem definidos, meu corpo ganhou uma forma fibrosa, reconquistei a cintura dos sonhos, meus braços e pernas ficaram musculosos, minha bunda voltou a ser durinha e empinada. Em cinco meses, meu corpo passou por uma transformação que até eu fiquei impressionada ao me ver no espelho. Esse novo corpo tão desejável aos olhos que, se não fosse do meu marido, estaria a serviço de qualquer pica disposta a me dar, e eu pronta pra dar prazer. Mas ele não merecia ser um corno padrão, ou seja, eu transar com um cara bonito e bonzinho pelas costas dele; pelo contrário, eu tinha que trair ele da forma mais dura e perversa, com caras horríveis, velhos ou degenerados. E foi daí que surgiu a ideia de sair pra me oferecer pra tipos que mulheres como eu jamais se aproximariam, a menos que tivessem uma carteira gorda. Apesar dessa mudança física, eu continuava me mostrando como uma mulher simples, usando roupas largas e de perfil baixo, pra ninguém suspeitar que por baixo daquela roupa tinha uma maçã deliciosa digna de ser mordida. Fui numa loja e comprei roupas e sapatos que as putas usam pra atrair homens e escondi num lugar da minha casa. Meu marido vai trabalhar às 7 da manhã e Volta 7 da noite, e como meus filhos têm período integral, fico com várias horas livres só pra mim. Lembro daquela manhã, já tinham ido todos embora, meu rosto ficou exageradamente maquiado, igual uma puta se maquia quando sai pra caçar uns caras, cílios postiços compridos, unhas delicadamente pintadas. Subi no meu carro saindo de casa usando uma minissaia bem curta, camisa decotada que deixava à mostra a redondeza dos meus peitos, sem sutiã, calcinha fio dental de renda, salto alto e meia arrastão preta. Nunca tinha me vestido daquele jeito, nem eu mesma me reconhecia na frente do espelho e fiquei com muito tesão ao me ver assim. Dirigi por mais de uma hora o mais longe possível até um bairro bem movimentado, cheio de lojas que vendem mercadoria de quinta categoria e também cheio de todo tipo de gente. Enquanto andava na calçada olhando vitrines, sentia os olhares lascivos me atravessando de lado a lado, aqueles homens que viravam e falavam obscenidades se repetiam quadra após quadra. Ao passar por uma obra em construção, de um andaime três pedreiros me gritavam putarias e, em vez de apressar o passo pra passar o mais rápido possível pelo lugar, eu parei e olhei pra eles, mordendo o lábio inferior e tocando um dos meus peitos. Imediatamente um deles desceu e me perguntou, sem rodeios, o que eu procurava, e eu respondi com voz sensual: EU: Procuro algo que vocês, sem dúvida, podem me dar – respondi enquanto meus olhos se fixavam no volume do rapaz – PEDREIRO: Você disse “vocês” ou ouvi errado? Meus colegas me mandaram porque sou o mais novo, e como eles são mais velhos, acharam que uma mulher como você ia se interessar por caras mais jovens e não por velhos. EU: Ouviu certo, eu disse “vocês”, ou seja, os três, a não ser que os outros dois sejam viados e não queiram comer essa iguaria cheia de vontade de rola. O rapaz ficou surpreso e confuso, nem em mil sonhos imaginaria uma situação dessas com uma mulher assim. PEDREIRO: Não, não tá certo! Um tem namorada e o outro é casado, não são gays, mas a gente sai mais tarde do trampo, estamos com roupa de serviço sujos e suados, uma mulher como você merece que a gente esteja apresentável, a gente alugou uma casa perto daqui, pode ir à tarde e vai nos encontrar prontos pra te dar o que quiser. EU: E quem falou em depois, quem falou em idade, quem falou em casa? É aqui e agora, sem enrolação, tô em chamas e com vontade de ter paus que encham cada buraco do meu corpo, vão me foder ou não? O rapaz assobiou pros colegas e com a cabeça fez sinal, como convidando eles pra subir comigo. Segui o jovem até dentro da obra, tinha uma pilha de sacos de cimento e ali ele parou, vi os outros dois se aproximarem e notei que já estavam apalpando os paus por cima da calça, todos tiraram as camisas e ficaram com o torso nu. — Vou chupar os três juntos, não me façam esperar, quero ver esses paus duros — falei com voz sensual enquanto desabotoava os botões da minha camisa e deixava os peitos à mostra. Enquanto se olhavam surpresos, iam tirando os paus pra fora. Os três tinham um bom tamanho, o mais velho tinha um bem grosso, mas mais curto, o outro comprido e meio torto, e o do jovem era o maior, devia ter uns 22 centímetros. O jovem educadamente colocou uma camisa no chão pra eu poder me ajoelhar. Enquanto mamava um pau, masturbava os outros dois com as mãos, ia rodando de um pro outro, às vezes eles se inclinavam um pouco pra apalpar meus peitos, deixando as mãos sujas de cal marcadas neles. Operários suados e sujos com os paus cheirando a mijo estavam sendo atendidos pela minha boca insaciável, que não parava de chupar as três pirocas. Às vezes tentava enfiar dois paus na boca, mas não conseguia, eram só tentativas que mal conseguiam introduzir parte das cabeças. Enquanto isso, com meus dedos, esfregava o clitóris pra me estimular, no eco daquele ambiente meio construído. Sentiam gemidos e gemidos de uma boca que não parava de chupar. Depois de alguns minutos, e pra evitar que eles gozassem, convidei eles pra me penetrar. Eles fizeram uma pilha de sacos até a altura da cintura, colocaram as camisas pra eu me deitar em cima, um deles me levantou e eu me deitei sobre a pilha de sacos abrindo as pernas. O mais novo tomou a iniciativa, me segurou pelos quadris e fez minha bunda chegar na borda da pilha, tirou minha saia, baixou minha calcinha fio-dental e foi enfiando o pau dele devagar até as bolas, enquanto os outros dois subiram na pilha e, ajoelhados, me convidaram pra continuar chupando os paus deles. O pau do novinho ia enchendo minha buceta e eu comecei a gritar de tesão enquanto minha cabeça virava de um lado pro outro, metendo na boca o pau dos velhos que estavam dos meus lados. Não demorei pra gozar, o garoto continuava metendo e tirando o pau da minha buceta com frenesi, sem parar. Depois foram se revezando pra me foder até me fazerem gozar pela segunda vez. Só se ouviam meus gemidos, meus gritos, nunca tinha sido penetrada por tantos homens ao mesmo tempo, nem tinha conseguido dois orgasmos quase seguidos, tava claro que eu tava adorando e me sentindo à vontade, sem pensar quem eram aqueles estranhos. "Não gozem ainda!" eu falei "quero que me comam pelo cu". Na hora tiraram sacos da pilha pra eu ficar de quatro e minha bunda ficar na altura dos paus deles. EU: Não, não, faz um colchão com os sacos no chão e deita um que eu subo em cima dele pra outro poder me comer pelo cu, quero sentir uma dupla penetração. E foi assim, o novinho se deitou de barriga pra cima nos sacos, eu montei nele cavalgando gostoso o pau dele, depois me inclinei sobre o torso dele apontando minha bunda pro velho meter, que não perdeu tempo. Doeu, mas o prazer de ter dois paus nas suas entranhas não tem preço, ainda mais quando você propõe e convida. Os paus deles, lubrificados pelos fluidos dos dois. Os orgasmos anteriores entravam e saíam da buceta e do cu sem parar, os gritos de prazer aumentavam, de vez em quando um deles se aproximava e também enfiava o pau na minha boca enquanto os outros dois tapavam meus buracos na base da porrada. EU: Vocês conseguem gozar os três ao mesmo tempo? Quero ter a porra em cada buraco, também vou gozar com vocês, não aguento mais! Segundos depois, eles começam a gemer os três e primeiro sinto a porra entrando no cu, logo em seguida o novato esvazia todo o sêmen na buceta enquanto minhas pernas tremem, dando lugar a um terceiro orgasmo, por último, o mais velho derrama o sêmen no meu rosto. Fiquei exausta em cima do torso do novato. Sentia a porra escorrendo do cu e caindo da buceta enquanto com os dedos juntava a porra do meu rosto e engolia, saboreando com um sorriso sensual, olhando para os três de forma provocante. PEDREIRO: Quer ir ao banheiro químico, se lavar um pouco? EU: Não, amor, quero ir embora com o corpo cheirando a sexo e sêmen. Coloquei a calcinha fio dental que molhou de porra que ainda escorria da buceta e do cu, vesti também a saia, abotoei a camisa, arrumei o cabelo todo bagunçado e saí de lá como entrei. Os pedreiros me convidaram pra voltar, mas eu disse que nunca mais iam me ver e que tinham me ajudado a realizar uma fantasia que eu tinha. Caminhei até onde tinha deixado o carro, rebolando a bunda e os quadris, conservando o resto de esperma dos pedreiros nos meus buracos. Ainda faltavam algumas horas pra chegarem os meninos da escola, enquanto isso fiquei andando pela minha casa cheirando a sêmen e lembrando da experiência gostosa que tinha tido com aqueles caras. Um tempo depois, enquanto relaxava mergulhada na banheira, contemplava o retrato do meu marido que tinha levado pro banheiro pra observar enquanto minha voz interior dizia: "Esse foi só o começo, amado esposo, sua vida de corno manso começou com sua mulher se entregando pra três pedreiros sujos e simples que a foderam como uma puta gostosa. enchendo os buracos dela de porra, e você no trabalho pensando na sua próxima chance de me trair, quem ri por último ri melhor, corno.
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