Minha mãe, minha escrava: testando meu brinquedo novo. (esse é o segundo episódio)
Já tinham se passado alguns dias desde que acompanhei minha mãe numa sessão de terapia psicológica e descobri que, de algum jeito, o psicólogo tava manipulando ela pra usar como uma boneca sexual viva.
Mantive isso como meu segredo, mas comecei a investigar um pouco mais essa situação estranha.
Comecei a revisar discretamente os gastos da minha mãe, consegui ver como, maquiando um pouco as despesas da casa, ela tinha comprado várias peças íntimas bem reveladoras e pequenas demais que com certeza seriam do gosto do psicólogo dela.
Isso explicava por que ela demorava tanto naqueles longos passeios de compras.
Depois comecei a examinar direitinho meu quarto e consegui achar o esconderijo onde minha mãe guardava a "coleção secreta" dela, uma caixinha de madeira escondida num fundo falso do meu armário, debaixo de uns livros que eu quase nunca usava.
Quando abri a caixa, encontrei um monte de roupas minúsculas, fio-dental e sutiãs que eram só uns triângulos que cobriam só o "necessário". Pelo visto, aquele maluco tinha deixado ela em transe por muito, muito tempo, e ninguém tinha percebido.
Guarda de novo aquela caixa e, olhando pro teto do meu quarto, comecei a pensar nos meus próximos passos.
No dia seguinte, uma das discussões comuns entre meus pais me acordou cedo, algo me dizia que o maluco era culpado pelo aumento dessas brigas.
Espera até meu pai ter ido embora pra descer e tomar o café da manhã.
—Anjo, você acordando cedo, pensei que a essa hora ainda estivesse dormindo — disse minha mãe ao me ver descendo do meu quarto.
—Foi a discussãozinha de vocês que me acordou — respondi pra minha mãe.
—Sinto muito por isso— respondeu minha mãe, envergonhada —é que às vezes seu pai é muito teimoso—
Se eu não tivesse consciência da situação bizarra atual, a atitude da minha mãe não teria me importado, mas era evidente que o psicólogo era o causador de todas as discussões dela há vários meses.
— Tem problema se eu tomar café da manhã no meu quarto? — perguntei calmamente pra minha mãe.
—Tá bem, só não esquece de lavar os pratos que usar, quando terminar — respondeu minha mãe sem dar muita importância.
—Tá bom— respondi e fui pra cozinha.
Peguei uma tigela de cereal e voltei pro meu quarto, onde comi em completo silêncio, pensando em cada uma das minhas opções nessa situação estranha.
Enfrentar o maluco tava fora de cogitação — se ele conseguiu transformar minha mãe na escrava sexual dele, talvez me transformasse num eunuco ou coisa pior.
Falar com meu pai, ultimamente ele tem estado tão distante que acho que isso não ia importar nem um pouco pra ele.
Ir com alguma autoridade, ia acabar num hospício se desse sorte.
Aproveitar essa situação e realizar uma das minhas fantasias favoritas. Se essa era a solução certa.
Não fazia a menor ideia de qual era o propósito daquele psicólogo, se era só usar minha mãe até se cansar dela e arrumar uma "paciente" mais nova e com mais grana, ou fazer ela se separar do meu pai e virar o novo marido dela. Seja qual fosse o plano dele, eu tinha que aproveitar aquele momento que talvez não se repetisse.
Me dispus a colocar a mão na massa pra realizar meu desejo. Primeiro, comecei a procurar "cow girls" no meu tablet, primeiro porque isso chamaria a atenção da minha mãe e segundo porque, se eu tenho que dizer aquela frase tão estúpida, não vai ser sem um bom motivo.
Quando eu localizar a imagem mais escandalosa, desci pra deixar o prato vazio na cozinha, onde procurei deixar meu tablet ao alcance da vista dela enquanto fingia tomar um pouco d'água.
—Que porra você tá olhando, Angel? — disse minha mãe ao descobrir a imagem escandalosa de uma gostosa de peitão vestindo um biquíni minúsculo que imitava o padrão de uma típica vaca leiteira.
Era agora ou nunca, enquanto minha mãe tava completamente distraída, então decidi aproveitar.
— Bom, mãe, é só sobre a Valéria, a princesinha besta — respondi, fingindo nervosismo o melhor que pude.
Naquele momento, vi minha mãe ficar parada com as costas totalmente retas na frente do meu tablet.
Espera um momento e depois me aproximei pra ver ela mais de perto, minha mãe tava com o olhar completamente perdido, olhando pro nada. Nessa hora, minha excitação multiplicou por mil, mas me segurei, queria ter 100% de certeza de que minha mãe não tava brincando comigo ou que o transe ia se dissipar se eu fizesse algo errado.
—Vaca de peitão, cê me escuta? — falei quase sussurrando no ouvido dela. Se algo desse errado, ainda dava tempo de me mandar.
—Sim, senhor, às suas ordens — respondeu com a mesma voz que usaria com o psicólogo.
—Sabe quem eu sou? — Naquele momento, segurei firme os ombros dela pra ver a reação.
—Se você é meu dono, estou às suas ordens — respondeu minha mãe sem hesitar um segundo.
—Bem vaca! Sabe quem eu realmente sou?— Naquele momento, desci lentamente minhas mãos dos ombros dela e apertei suavemente os peitos dela por cima da roupa.
—Se você é o Anjo, meu filho, e também é meu dono — respondeu minha mãe, sem se importar onde minhas mãos estavam naquele momento.
—Você vai fazer tudo o que eu mandar, vaca? — enquanto dizia isso, comecei a brincar com os peitões dela, fazendo círculos neles.
—Sou totalmente obediente a você — respondeu com um grande rubor no rosto — Farei qualquer coisa que meu mestre me ordenar —
—Gostei dessa história de filho e dono — respondi cheio de tesão — de agora em diante vai me chamar assim, entendeu, vaca?
—Se meu filho e amo como ordens — foi a resposta da minha mãe.
—Tá bom, quero que você tire a camiseta e o sutiã e fique com os peitos de fora — ordenei pra quem um dia foi minha mãe.
—Sim, meu filho e amo — respondeu minha mãe.
Na hora, minha mãe tirou a camiseta e o sutiã, deixando à minha mercê aqueles peitões enormes que sempre desejei. Comecei a mexer neles do meu jeito, beliscando os bicos até eles ficarem duros igual pedra.
—Nossa, mamãe, seus bicos ficaram duros— falei sem parar de apertá-los — você gosta que eu brinque com eles, né?
—Sim…eu…gosto— respondeu com uma sinceridade que não era dela.
Tendo confirmado que ela tava num transe profundo, comecei a dar ordens mais complicadas e sugestivas pra ela.
—Vaca! — ordenei com firmeza e desejo — veste a calcinha mais sexy e provocante que você tem pro seu dono
—Se meu filho e senhor entendeu — respondeu minha mãe.
Minha mãe foi com os peitos de fora pro meu quarto. Passaram uns 10 minutos até ela descer de novo.
Agora ela tava usando uma micro fio dental vermelha, com um peitoral da mesma cor, meia coxa e umas botas de salto alto combinando. Os lábios dela estavam pintados de vermelho e bem maquiada.
—Excelente, minha vaca! Você está muito gostosa—falei com muito tesão na voz—dá uma voltinha, quero te admirar por inteiro—
Minha mãe começou a dar uma volta pra eu poder apreciar melhor toda a anatomia dela. Na hora eu notei a pequena mancha de umidade na calcinha fio dental dela.
—Já tá molhada, vaca? — perguntei calmamente enquanto me animava e acariciava a virilha dela.
—Sim, meu filho e senhor—respondeu sem hesitar—me excita demais ser obediente e cumprir ordens—
—Beleza, já que você gosta tanto de ser obediente, quero que fique de joelhos e me faça um siririca russa — falei enquanto tirava o pau de dentro da calça.
—Sim, meu filho e meu senhor —respondeu minha mãe
Na hora, minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a dar beijinhos no meu pau e a lamber ele como se fosse um pirulito, enquanto com as mãos apertava os próprios peitos. Depois, colocou meu pau entre os peitos dela e começou a me masturbar, enquanto meu pau aparecia e sumia entre os peitos dela, ela dava beijinhos na ponta.
Aquele hospício deve ter dado muita experiência pra ele, já que minha mãe sempre negou esses prazeres pro meu pai por achar muito obscenos.
—Você é uma expert em chupar picas —falei pra ela enquanto acariciava a cabeça dela de leve.
Se meu filho e eu adoramos chupar pica" — ela respondeu, sem parar o serviço nem por um instante.
Não aguentei muito e gozei na boca dela.
—Vaca, engole tudo— ordenei, tomado por um prazer inusitado— e limpa com tua língua o que caiu no chão—
—Sim, meu filho e meu dono — respondeu sem dúvida alguma.
Começou a limpar com gula o leite que tinha caído nos peitos dela, depois se inclinou e começou a lamber com a língua o leite que tinha caído no chão.
—Terminei, meu filho, e amo — respondeu minha mãe quando se levantou do chão.
Se isso fosse um sonho, eu não queria acordar nunca mais, minha mãe era o objeto do meu desejo impossível e agora estava à minha completa disposição.
—Quando você tá nesse estado, lembra de alguma coisa do que faz? — perguntei curioso.
—Não amo! Minha mente tá totalmente em branco—respondeu minha mãe—essa escrava não pensa, só obedece—
Quando ela disse aquelas palavras, algo tomou conta de mim, minha ereção voltou quase na hora. E sem pensar nas minhas ações, joguei aquela mulher voluptuosa na minha frente no sofá, arranquei os pedacinhos de pano que a cobriam e, sem mais cerimônia, a penetrei.
A buceta dela tava tão molhada de tesão que minha penetrada simplesmente deslizou sem nenhuma resistência.
—Isso te agrada, né vaca! — falei sem mais rodeios.
— Ai, adoro quando meu dono me pega com força — respondeu a mulher que um dia eu considerei minha mãe.
Durante essa foda incestuosa, minha mente se encheu de novas ordens que eu tinha que dar pra minha nova mulher, pra que ela pudesse me satisfazer como manda o figurino.
—De agora em diante, você vai deixar eu fazer o que eu quiser. Você tem que ser uma vaca consentidora, amorosa e submissa com seu filho e dono — eu disse, aumentando o ritmo da penetração.
—Se meu filho e senhor, eu entendo e obedeço — ela respondeu, sem parar de sorrir e gemer.
— Quando estivermos sozinhos, quero que você use só calcinha fio dental, pasties, salto alto e meia-calça — falei pra ela, completamente dominado pelo desejo.
—Se meu filho e senhor, eu entendo e obedeço — ela me respondeu
— Quando seu marido chegar, quero que você aja normal, mas você sabe muito bem quem é seu dono!
— Não tinha intenção de estragar o relacionamento dos meus pais, mas não ia dividir minha mulher com alguém que não cuidou dela como devia.
—Se meu filho e senhor entenderam— respondeu minha mulher.
—Não tem mais graça essa história de filho e senhor, me chama só de senhor — já não fazia sentido na minha cabeça que ele me chamasse de filho quando era óbvio que era algo mais.
—Sim, meu amo — respondeu minha mulher
—Sobre as sessões de terapia, você vai cancelar os agendamentos — falei enquanto sentia que tava perto de gozar — já não precisa mais dela, de agora em diante você me tem pra isso.
—Sim, meu amor— respondeu minha mulher.
Minha resistência tinha chegado ao limite e eu não me segurei, esvaziei todo o conteúdo dos meus testículos dentro da buceta da mulher que eu desejava há tanto tempo.
Olhei pro relógio na parede e mal dava tempo de me arrumar e sair pra escola, não queria que ligassem pro meu pai e contassem da minha falta.
Isso poderia acabar com minha diversão futura…
Saí tranquilamente da minha mãe deixando um pouco da minha porra nos pelinhos dela, simplesmente subi pro meu quarto pra tomar um banho rápido, troquei de roupa e preparei meus livros pra ir embora.
Quando desci, pude ver que minha mulher ainda estava no sofá com um sorriso idiota no rosto, olhando pro nada. Era óbvio que, sem uma nova instrução, elas ficariam naquele lugar o dia inteiro.
—Muito bem, Vaca Peituda, presta atenção! — falei enquanto me dirigia à porta.
— Sim, meu amo, eu escuto e obedeço — respondeu minha mulher se levantando.
— Quando acordar, limpa toda a bagunça que você fez — falei enquanto observava a cena que a gente tinha feito.
— Sim, amor, como o senhor mandar — ela me respondeu.
Saí de casa e, pela porta, falei: "Princesa bobona" pra tirar minha mina do transe.
Ia teria adorado ver a cara dela quando se viu pelada no meio da nossa sala, mas já tava tarde pra eu ir pra escola.
Tinha sido um dia bem produtivo pro meu brinquedo novo que é a minha mãe, mas ainda queria saber até onde podia ir com ela, então vou aproveitar que meu pai vai ficar fora uns dias na semana que vem e curtir minha escrava o máximo possível.
Continua…
Já tinham se passado alguns dias desde que acompanhei minha mãe numa sessão de terapia psicológica e descobri que, de algum jeito, o psicólogo tava manipulando ela pra usar como uma boneca sexual viva.
Mantive isso como meu segredo, mas comecei a investigar um pouco mais essa situação estranha.
Comecei a revisar discretamente os gastos da minha mãe, consegui ver como, maquiando um pouco as despesas da casa, ela tinha comprado várias peças íntimas bem reveladoras e pequenas demais que com certeza seriam do gosto do psicólogo dela.
Isso explicava por que ela demorava tanto naqueles longos passeios de compras.
Depois comecei a examinar direitinho meu quarto e consegui achar o esconderijo onde minha mãe guardava a "coleção secreta" dela, uma caixinha de madeira escondida num fundo falso do meu armário, debaixo de uns livros que eu quase nunca usava.
Quando abri a caixa, encontrei um monte de roupas minúsculas, fio-dental e sutiãs que eram só uns triângulos que cobriam só o "necessário". Pelo visto, aquele maluco tinha deixado ela em transe por muito, muito tempo, e ninguém tinha percebido.
Guarda de novo aquela caixa e, olhando pro teto do meu quarto, comecei a pensar nos meus próximos passos.
No dia seguinte, uma das discussões comuns entre meus pais me acordou cedo, algo me dizia que o maluco era culpado pelo aumento dessas brigas.
Espera até meu pai ter ido embora pra descer e tomar o café da manhã.
—Anjo, você acordando cedo, pensei que a essa hora ainda estivesse dormindo — disse minha mãe ao me ver descendo do meu quarto.
—Foi a discussãozinha de vocês que me acordou — respondi pra minha mãe.
—Sinto muito por isso— respondeu minha mãe, envergonhada —é que às vezes seu pai é muito teimoso—
Se eu não tivesse consciência da situação bizarra atual, a atitude da minha mãe não teria me importado, mas era evidente que o psicólogo era o causador de todas as discussões dela há vários meses.
— Tem problema se eu tomar café da manhã no meu quarto? — perguntei calmamente pra minha mãe.
—Tá bem, só não esquece de lavar os pratos que usar, quando terminar — respondeu minha mãe sem dar muita importância.
—Tá bom— respondi e fui pra cozinha.
Peguei uma tigela de cereal e voltei pro meu quarto, onde comi em completo silêncio, pensando em cada uma das minhas opções nessa situação estranha.
Enfrentar o maluco tava fora de cogitação — se ele conseguiu transformar minha mãe na escrava sexual dele, talvez me transformasse num eunuco ou coisa pior.
Falar com meu pai, ultimamente ele tem estado tão distante que acho que isso não ia importar nem um pouco pra ele.
Ir com alguma autoridade, ia acabar num hospício se desse sorte.
Aproveitar essa situação e realizar uma das minhas fantasias favoritas. Se essa era a solução certa.
Não fazia a menor ideia de qual era o propósito daquele psicólogo, se era só usar minha mãe até se cansar dela e arrumar uma "paciente" mais nova e com mais grana, ou fazer ela se separar do meu pai e virar o novo marido dela. Seja qual fosse o plano dele, eu tinha que aproveitar aquele momento que talvez não se repetisse.
Me dispus a colocar a mão na massa pra realizar meu desejo. Primeiro, comecei a procurar "cow girls" no meu tablet, primeiro porque isso chamaria a atenção da minha mãe e segundo porque, se eu tenho que dizer aquela frase tão estúpida, não vai ser sem um bom motivo.
Quando eu localizar a imagem mais escandalosa, desci pra deixar o prato vazio na cozinha, onde procurei deixar meu tablet ao alcance da vista dela enquanto fingia tomar um pouco d'água.
—Que porra você tá olhando, Angel? — disse minha mãe ao descobrir a imagem escandalosa de uma gostosa de peitão vestindo um biquíni minúsculo que imitava o padrão de uma típica vaca leiteira.
Era agora ou nunca, enquanto minha mãe tava completamente distraída, então decidi aproveitar.
— Bom, mãe, é só sobre a Valéria, a princesinha besta — respondi, fingindo nervosismo o melhor que pude.
Naquele momento, vi minha mãe ficar parada com as costas totalmente retas na frente do meu tablet.
Espera um momento e depois me aproximei pra ver ela mais de perto, minha mãe tava com o olhar completamente perdido, olhando pro nada. Nessa hora, minha excitação multiplicou por mil, mas me segurei, queria ter 100% de certeza de que minha mãe não tava brincando comigo ou que o transe ia se dissipar se eu fizesse algo errado.
—Vaca de peitão, cê me escuta? — falei quase sussurrando no ouvido dela. Se algo desse errado, ainda dava tempo de me mandar.
—Sim, senhor, às suas ordens — respondeu com a mesma voz que usaria com o psicólogo.
—Sabe quem eu sou? — Naquele momento, segurei firme os ombros dela pra ver a reação.
—Se você é meu dono, estou às suas ordens — respondeu minha mãe sem hesitar um segundo.
—Bem vaca! Sabe quem eu realmente sou?— Naquele momento, desci lentamente minhas mãos dos ombros dela e apertei suavemente os peitos dela por cima da roupa.
—Se você é o Anjo, meu filho, e também é meu dono — respondeu minha mãe, sem se importar onde minhas mãos estavam naquele momento.
—Você vai fazer tudo o que eu mandar, vaca? — enquanto dizia isso, comecei a brincar com os peitões dela, fazendo círculos neles.
—Sou totalmente obediente a você — respondeu com um grande rubor no rosto — Farei qualquer coisa que meu mestre me ordenar —
—Gostei dessa história de filho e dono — respondi cheio de tesão — de agora em diante vai me chamar assim, entendeu, vaca?
—Se meu filho e amo como ordens — foi a resposta da minha mãe.
—Tá bom, quero que você tire a camiseta e o sutiã e fique com os peitos de fora — ordenei pra quem um dia foi minha mãe.
—Sim, meu filho e amo — respondeu minha mãe.
Na hora, minha mãe tirou a camiseta e o sutiã, deixando à minha mercê aqueles peitões enormes que sempre desejei. Comecei a mexer neles do meu jeito, beliscando os bicos até eles ficarem duros igual pedra.
—Nossa, mamãe, seus bicos ficaram duros— falei sem parar de apertá-los — você gosta que eu brinque com eles, né?
—Sim…eu…gosto— respondeu com uma sinceridade que não era dela.
Tendo confirmado que ela tava num transe profundo, comecei a dar ordens mais complicadas e sugestivas pra ela.
—Vaca! — ordenei com firmeza e desejo — veste a calcinha mais sexy e provocante que você tem pro seu dono
—Se meu filho e senhor entendeu — respondeu minha mãe.
Minha mãe foi com os peitos de fora pro meu quarto. Passaram uns 10 minutos até ela descer de novo.
Agora ela tava usando uma micro fio dental vermelha, com um peitoral da mesma cor, meia coxa e umas botas de salto alto combinando. Os lábios dela estavam pintados de vermelho e bem maquiada.
—Excelente, minha vaca! Você está muito gostosa—falei com muito tesão na voz—dá uma voltinha, quero te admirar por inteiro—
Minha mãe começou a dar uma volta pra eu poder apreciar melhor toda a anatomia dela. Na hora eu notei a pequena mancha de umidade na calcinha fio dental dela.
—Já tá molhada, vaca? — perguntei calmamente enquanto me animava e acariciava a virilha dela.
—Sim, meu filho e senhor—respondeu sem hesitar—me excita demais ser obediente e cumprir ordens—
—Beleza, já que você gosta tanto de ser obediente, quero que fique de joelhos e me faça um siririca russa — falei enquanto tirava o pau de dentro da calça.
—Sim, meu filho e meu senhor —respondeu minha mãe
Na hora, minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a dar beijinhos no meu pau e a lamber ele como se fosse um pirulito, enquanto com as mãos apertava os próprios peitos. Depois, colocou meu pau entre os peitos dela e começou a me masturbar, enquanto meu pau aparecia e sumia entre os peitos dela, ela dava beijinhos na ponta.
Aquele hospício deve ter dado muita experiência pra ele, já que minha mãe sempre negou esses prazeres pro meu pai por achar muito obscenos.
—Você é uma expert em chupar picas —falei pra ela enquanto acariciava a cabeça dela de leve.
Se meu filho e eu adoramos chupar pica" — ela respondeu, sem parar o serviço nem por um instante.
Não aguentei muito e gozei na boca dela.
—Vaca, engole tudo— ordenei, tomado por um prazer inusitado— e limpa com tua língua o que caiu no chão—
—Sim, meu filho e meu dono — respondeu sem dúvida alguma.
Começou a limpar com gula o leite que tinha caído nos peitos dela, depois se inclinou e começou a lamber com a língua o leite que tinha caído no chão.
—Terminei, meu filho, e amo — respondeu minha mãe quando se levantou do chão.
Se isso fosse um sonho, eu não queria acordar nunca mais, minha mãe era o objeto do meu desejo impossível e agora estava à minha completa disposição.
—Quando você tá nesse estado, lembra de alguma coisa do que faz? — perguntei curioso.
—Não amo! Minha mente tá totalmente em branco—respondeu minha mãe—essa escrava não pensa, só obedece—
Quando ela disse aquelas palavras, algo tomou conta de mim, minha ereção voltou quase na hora. E sem pensar nas minhas ações, joguei aquela mulher voluptuosa na minha frente no sofá, arranquei os pedacinhos de pano que a cobriam e, sem mais cerimônia, a penetrei.
A buceta dela tava tão molhada de tesão que minha penetrada simplesmente deslizou sem nenhuma resistência.
—Isso te agrada, né vaca! — falei sem mais rodeios.
— Ai, adoro quando meu dono me pega com força — respondeu a mulher que um dia eu considerei minha mãe.
Durante essa foda incestuosa, minha mente se encheu de novas ordens que eu tinha que dar pra minha nova mulher, pra que ela pudesse me satisfazer como manda o figurino.
—De agora em diante, você vai deixar eu fazer o que eu quiser. Você tem que ser uma vaca consentidora, amorosa e submissa com seu filho e dono — eu disse, aumentando o ritmo da penetração.
—Se meu filho e senhor, eu entendo e obedeço — ela respondeu, sem parar de sorrir e gemer.
— Quando estivermos sozinhos, quero que você use só calcinha fio dental, pasties, salto alto e meia-calça — falei pra ela, completamente dominado pelo desejo.
—Se meu filho e senhor, eu entendo e obedeço — ela me respondeu
— Quando seu marido chegar, quero que você aja normal, mas você sabe muito bem quem é seu dono!
— Não tinha intenção de estragar o relacionamento dos meus pais, mas não ia dividir minha mulher com alguém que não cuidou dela como devia.
—Se meu filho e senhor entenderam— respondeu minha mulher.
—Não tem mais graça essa história de filho e senhor, me chama só de senhor — já não fazia sentido na minha cabeça que ele me chamasse de filho quando era óbvio que era algo mais.
—Sim, meu amo — respondeu minha mulher
—Sobre as sessões de terapia, você vai cancelar os agendamentos — falei enquanto sentia que tava perto de gozar — já não precisa mais dela, de agora em diante você me tem pra isso.
—Sim, meu amor— respondeu minha mulher.
Minha resistência tinha chegado ao limite e eu não me segurei, esvaziei todo o conteúdo dos meus testículos dentro da buceta da mulher que eu desejava há tanto tempo.
Olhei pro relógio na parede e mal dava tempo de me arrumar e sair pra escola, não queria que ligassem pro meu pai e contassem da minha falta.
Isso poderia acabar com minha diversão futura…
Saí tranquilamente da minha mãe deixando um pouco da minha porra nos pelinhos dela, simplesmente subi pro meu quarto pra tomar um banho rápido, troquei de roupa e preparei meus livros pra ir embora.
Quando desci, pude ver que minha mulher ainda estava no sofá com um sorriso idiota no rosto, olhando pro nada. Era óbvio que, sem uma nova instrução, elas ficariam naquele lugar o dia inteiro.
—Muito bem, Vaca Peituda, presta atenção! — falei enquanto me dirigia à porta.
— Sim, meu amo, eu escuto e obedeço — respondeu minha mulher se levantando.
— Quando acordar, limpa toda a bagunça que você fez — falei enquanto observava a cena que a gente tinha feito.
— Sim, amor, como o senhor mandar — ela me respondeu.
Saí de casa e, pela porta, falei: "Princesa bobona" pra tirar minha mina do transe.
Ia teria adorado ver a cara dela quando se viu pelada no meio da nossa sala, mas já tava tarde pra eu ir pra escola.
Tinha sido um dia bem produtivo pro meu brinquedo novo que é a minha mãe, mas ainda queria saber até onde podia ir com ela, então vou aproveitar que meu pai vai ficar fora uns dias na semana que vem e curtir minha escrava o máximo possível.
Continua…
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