Boa tarde, galera do P!
Sim, faz um tempão que não publico um relato, mas tive meus motivos. A real é que sinto que o site tá indo pro buraco e já não é tão divertido entrar. Por isso fiquei tão ausente, mas enfim, tinha esse relato na manga, esperando pra publicar, e hoje resolvi terminar pra vocês poderem ler. Valeu a todos que sempre dão aquela força e curtem o que a gente faz.
Deixo pra vocês um novo cap de "Minha namorada Maru e a cum".
Fechei tudo como pude e, com a mão toda melada, fui correndo pro banheiro me limpar um pouco. Pra falar a verdade, acho que fui no banheiro pra limpar a mente também, porque mergulhei a cara na água fria e fiquei uns segundos imerso, até não aguentar mais respirar. Devo ter feito isso umas 3 ou 4 vezes, quando Maru bate na porta.
M: Gordi, cê tá bem, aconteceu alguma coisa?
Y: Ehh.. s-sim.. sim sim, tudo bem, amor, já tô saindo.
M: Mm, ok, então, te espero no quarto. Valeu por vir e cuidar de mim, sei que não era o plano, me perdoa, amor!
Y: N-não.. não se preocupa, amor, emm já vou.. fica tranquila.
M: Oki, te espero.
Fiquei pensando mais uns minutos em tudo que tinha acabado de ver. Sim, é verdade que o vídeo era velho, que era algo que ela fez quando tava com outra pessoa e que não tinha porra nenhuma pra eu ficar puto. Mas o que me irritava eram as idas e vindas, as fotos dela meio hot e aquele último vídeo falando: "quero ela aqui".. apontando pra boca dela.
Será que Maru realmente tinha me traído? Ela tinha encontrado o Matias pra responder cara a cara o que ele perguntou no MSN, ou foi tudo uma espécie de "sex chat"? Mas o que mais me dava raiva e ficava martelando na cabeça era: "POR QUE ELA AINDA TÁ COM A PIROCA DURA?".
Tentei me acalmar mais um pouco, lavei o rosto com água fria de novo e ajeitei a piroca na calça como pude, pra não ficar tão marcada a barraca. Não queria que Maru me visse saindo do banheiro daquele jeito, porque ela ia pensar qualquer coisa ou sei lá, talvez ficasse puta por eu andar assim na casa dela. Sequei o rosto e fui direto pro quarto dela, dando uns tapinhas na cara e me incentivando a continuar.
Abri o quarto e a Maru tava me esperando com um uniforme velho do colégio dela, com saia curta, camisa toda decotada e dois rabinhos de cabelo. Era demais pro meu coração já.
Y: Eu.. eeehhh.. q-que que cê tá fazendo vestida assim?
M: Ué, tem problema? Não gostou? – disse fazendo biquinho.
Y: S-sim, siiiim, claro, mas por que cê tá assim?
M: É que como eu tava me sentindo mal e você me ajudou como um príncipe, quis te dar um prêmio por isso e também me veio uma ideia.
Y: Ahhh haha.. não, não precisa, love.. emm fiz porque te amo.
M: Então não quer meu prêmio?
A cock deu um pulo.. maldito cérebro masculino, primitivo e punheteiro. Me dava muita raiva estar tão excitado, não fazia nem 10 minutos que eu tinha gozado igual um louco por causa de uma conversa da Maru com o Matias e agora tava de novo pronto pra guerra.
Y: Sim, claro que sim.. como não vou querer o prêmio da minha formanda favorita.
M: Hahaha mmmm adoro então. Pronto pra saber qual é seu prêmio por ser um namorado tão bom?
Y: Vamos ver.. qual é?
Maru me pegou pela mão, me levou até a cama e tirou minha calça e cueca. A cock, que já tava dura e molhada pelo que tinha rolado antes, pulou na cara dela e bateu no nariz dela; o que ela achou engraçado e começou a rir.
M: Hahaha parece que alguém gostou do meu uniforme velho, né?
Y: Ufff.. sim.. mas, que.. emm – não consegui articular palavra.
M: Mmm quer saber qual é meu prêmio pra você?
Y: S-sim.. – concordei.
M: Como você se comportou muito bem comigo e eu te amo, você ganhou um boquete com final feliz e uma conversa bem picante que você vai gostar.
Y: Como assim?
M: É, isso mesmo que você ouviu, love. Pode perguntar umas coisinhas ou podemos fantasiar, hoje eu sou toda sua haha.
Não vou mentir se disser que quase gozei ali, tive que me afastar e sentar bem na hora que ela ia pegar na minha cock, porque achei que ia vazar seco. Fiquei suando frio e só olhando pra ela.
Y: Qualquer coisa? — Que eu queira? — perguntei sério.
M: Sim, love, hoje sou sua, faz comigo o que quiser.
Essa atitude meio submissa e entregada dela não me agradava. Claro, vinha de ler uma conversa da puta da mãe no MSM com vídeos e fotos incluídas, e senti que ela estava agindo assim por culpa. Ela é mulher, mas acima de tudo um ser humano, e a gente não transa há semanas, desde que fiz aquela "vingança" e a deixei com tesão. Ela não devia me dizer que só vai me chupar a pica e fazer o que eu quiser.
Tudo me parecia errado, mas também, tudo me excitava o dobro. Pensei um pouco no que ia pedir e a primeira coisa que me veio à mente foi que ela continuasse me contando sobre a Emi. Queria tirar da cabeça o que acabava de ler e ver, então fui por esse caminho.
Y: Ok, quero que você me conte rápido, sem entrar muito em detalhes, quando foi a vez que a Emi mais deu gozo pra você.
M: Kkkk sem entrar em detalhes?
Y: Isso, chupa ela e me conta.
M: Hmm, com prazer..
Maru se aproximou de mim, se colocou entre minhas pernas e começou a me chupar.
M: Mmmm mmm.. ahhhgg... mmmfff.
Y: Ufff, caralho.. fala, Maru, me conta.
M: Mmm.. a vez que mais gozou na minha boca?... mmmfff...
Y: Sim, como foi? você chupou ele e ele gozou? ufff
M: Mmm mmm.. mnop.. ahhhggg..
Y: Como foi?
Precisava tirar da cabeça a imagem do vídeo, porque se aquele Emi foi o que mais gozou nela, aquele vídeo não deveria existir, e se aquilo não é nada, então eu precisava saber e criar a cena na mente pra apagar a imagem da Maru da minha cabeça.
M: Mmmm.. como sentia falta de chupar você, amor..
Y: Ahhh... uffff, eu morria de vontade de sentir sua boquinha, mas fala, me conta.
M: Ok.. foi um dia depois de transar.. a gente tava meio bêbado e ele pediu pra eu levantar porque ia gozar e abrir bem a boquinha. Eu obedeci, abri bem grandona e ele começou a gozar jato atrás de jato.. muito gozo escorreu e muito eu engoli, mas foi uma porrada.
Y: Uff... tá bom, e você gostou?
M: Mmmfff... -tinha voltado a chupar meu pau-
Y: Gostou que a Emi te deu tanta porra?
M: Mmhmmm... sim... ahhhggg
Y: Se você tivesse que... uff... comparar com a minha porra?
M: Mmmm...
Peguei meu pau, bati uma punheta pra ele e olhei pra cima como se estivesse pensando.
Y: Precisa pensar tanto assim?
M: É que tô tentando lembrar como você goza, love, pensa que você sempre jorra na minha boquinha hahaha
Y: Da última vez gozei nos seus peitos... -falei olhando pra ela-
M: Ah sim... verdade! Bom, comparando... a dela é tipo o triplo da sua.
Y: QUÊ?
M: Mmm sim...
Bom, eu tinha uma imagem diferente na cabeça. Não era a melhor imagem, não sei se me ajudava muito, mas pelo menos precisava tirar da cabeça a Maru sorrindo enquanto o Matias enchia a boca dela de porra. Também precisava tirar da cabeça a conversa no MSN e as fotos que eles tinham trocado. E também as videochamadas que eu não podia ver, óbvio.
A puta da MÃE... não conseguia parar de pensar na Maru e no Matias. Passei pela bunda a imagem desse Emi gozando o TRIPLO da minha porra na boca da minha namorada, porque ainda tava pensando no que tinha rolado há pouco.
Por outro lado, a Maru continuava vidrada no meu pau... beijava, lambia o tronco, a cabeça e me olhava.
O que eu tava fazendo agora? Fiquei em silêncio vendo ela me dar meu prêmio, pensando em mil coisas e em nada ao mesmo tempo. Por sorte, a tesão tinha baixado e eu não tava nem perto de gozar, como tava há uns instantes.
M: O que foi, love? Não tá gostando do que eu tô fazendo? mmmm...
Y: Uffa.. adoro, gordinha, sim!
M: Você tá calado, mais do que o normal — disse sem parar de lamber.
Y: Tô pensando, love, quero ter um prêmio bom já que você foi tão boazinha e quero pensar bem no que te perguntar.
M: Jajaja mmm tá bom.. pensa aí que eu vou conversando com meu amigo.
Ri nervosamente e voltei pros meus pensamentos. Tinha que fazer alguma coisa, minha mina tava me dando um "prêmio merecido" e eu tava feito um otário sem falar, sem opinar, nada.. se continuasse assim, a Maru ia perceber que algo errado tava rolando.
Bem quando pensei nisso, veio uma imagem aterrorizante na minha cabeça. Será que eu tinha fechado a pasta com as conversas? Porque eu lembro que fechei a do vídeo e das fotos, mas não lembrava daquela. A puta da mãe, imagina se a pasta ficasse aberta, com a conversa do Matias selecionada.. Matias.. ha.. Matias..
Y: Love, já sei o que quero.
M: Mmmm.. finalmente, vamos ver! Quer que eu conte mais alguma história com a Emi? Ou talvez que te diga o que eu teria feito com o taxista? jajaja
Y: Não — falei sério, mas muito, MUITO tarado.
M: Vamos ver..
Y: Faz de conta que eu sou o Mati — falei desafiador.
M: Como você tá obcecada com o Matias, hein..
Y: Sim, é o que mais gozou na minha mina, não é? Quero aproveitar isso.
M: Mmm.. claro, claro..
Y: Claro, o que você faria se eu fosse o Matias agora?
M: Agora?
Y: Sim..
Falei isso e na hora a Maru enfiou a pica na boca e começou a chupar com muita paixão. Me olhou uma vez, fechou os olhos e eu percebi como ela usava bastante a língua e gemia baixinho.
Uff, tava me matando, o que foi? Era óbvio que tinha algo rolando com esse cara. Não sei se era pelo tesão, por querer me contrariar, por estar fingindo ou o que... mas ela tava metendo muito mais gana do que quando disse que sentia falta da minha pica.
Olhei espantado como minha namorada só balançava a cabeça na minha pica, parava dois segundos pra respirar e continuava. Juro que tive que beliscar minha perna sem ela ver pra dor aliviar um pouco o tesão, porque sentia que ela tava chupando minha alma.
E: Uff, o que foi, amor? A ideia te deixou com tesão?
M: Cala a boca que meu namorado pode ouvir... mmmmff... mmmm
QUÊ? Ah... entrou no personagem?... ok...
E: Coitado do seu namorado, será que ele sabe das coisas que você faz comigo?
M: Mmm mmm... nop — disse quase sem tirar a boca dela.
E: Que lindo como você chupa, Maru, por favor! O que te deu na telha pra me mamar assim?
M: Mmmmfff... é que... ahhhgg... meu namorado... mmmm... me perguntou se seu gozo era mais gostoso que o dele... mmmmmm...
E: Ah, é?? E você disse que o meu te agrada mais?
Aí Maru acelerou na chupada que me fez ver estrelas. Chupava com vontade, passando a língua por todo o freio e saboreando. De repente, desceu completamente, coisa que nunca faz comigo, balançou a cabeça como quem diz não, respondendo minha pergunta anterior, e subiu apertando bem a boca.
Y: Ahhhhggg.. uffff... não sabe?
M: Mmm não.. não falei pra ele.. ahhhg.. não falei nada pro Mati
Y: Mas faz tempo que você não prova meu gozo, como você lembra?
M: Por que eu lembraria? – disse me masturbando e olhando pro meu pau –
Y: Ufff.. lembra como eu enchia sua boquinha?
M: Mmmm siiiim.. você sempre gozava na minha boca, nunca em outro lugar.
Y: Como se alguma vez eu.. ufff.. tivesse fodido isso, né? ahhhh..
M: Nunca, adorava que você enchesse minha boca, bebê..
Y: Hoje você vai tomar o gozo?
M: Sim, Mati...
Y: Certeza? não prefere que eu goze em outro lugar?
M: Não, Mati – disse ainda me masturbando –
Y: Onde você prefere?
Joguei a pergunta, a mesma que o Matias tinha feito no MSN. Ela me olhou, fechou os olhos e sorriu enquanto continuava com meu pau na mão, subindo e descendo. Como se fosse uma piada que só ela sabia, me olhou e com a outra mão, apontou pra boca.
M: Prefiro aqui
Filha da puta.. a mesma resposta do vídeo. Nem se deu ao trabalho de fingir demência, nada.. soltou a mesma coisa e ainda tava puta de tesão.
Y: Vai, tira meu gozo, Maru, do seu jeito, vai..
M: Mmm sim, vai.. goza pra mim
Maru aproximou a boca e começou a passar a língua na cabeça do meu pau enquanto me masturbava num ritmo médio, pra depois enfiar na boca dela mais uma vez.
Tava me furando o crânio, não conseguia acreditar. Sabia que tinha feito merda, que não tinha porra nenhuma de motivo pra ter falado pra ela fingir que sou o Matias, mas a putaria e o tesão tinham me vencido. Fui preso pelos meus instintos mais baixos e me deixei levar pela situação toda.
Lá estava minha namorada, vestida de colegial, chupando minha pica como se fosse o Matias e se excitando (ou não) comigo. Cês acham que eu fiz algo pra não aumentar a cagada que já tinha feito? Pensem de novo.
Y: Sabe o que a gente podia fazer?
M: Mmmmff.. o quê, Mati?
Y: A gente pode filmar você tirando... ufff... a porra e ahhhgg.. mandar o vídeo pro seu namorado. Assim você fala que prefere a minha
M: Mmmm.. não.. você sabe que eu não gosto de me filmar
Mentiraaaa.. acabei de ver um vídeo seu tomando porra, mentirosa!!
Y: Vai, um curto, bem de pertinho e que dê pra ver escorrendo tudo, não quer?
M: Não, é a única coisa que não curto, Mati, já sabe.. mmmmfffff.. se comporta ahhgg.. bem
Y: Ok, ok. Não fazemos mas ufff.. só se depois você me deixar fazer a bundinha com a.. ahhh.. saia levantada. Fica linda em você, sabia?
M: Mmm cê gosta? Vai dar a porra pra burrinha também? Ela sempre tem que estar.. mmmmfff.. hidratada, sabia, cê faria um favor
Y: Seu namorado não hidrata ela?
M: Não - disse fazendo biquinho -
Y: Eu encheria ela toda, igual outro dia, sabia?
M: Mmm ajaja.. sim, eu sei - disse fechando os olhos -
Se eu sei, o quê? tinha falado aquilo por falar.. não me fala que rolou algo de verdade? ou ela só se deixou levar pela conversa?
M: Cê vai me dar a porra, Mati? vai, que eu preciso.. mmmm mmmmm...
Y: Só se você prometer que vai falar.. ufff.. pro seu namorado, que minha porra é a mais gostosa
M: Prometo, Mati, me dá..
Essa última transbordou o copo e a Maru percebeu porque começou a me bater uma punheta enquanto esticava a língua.
M: Assimmm vai, toda me dá Mati, vai toda de novo
COMO DE NOVO? Foda-se, era tarde demais.. já tava gozando. Ao sentir o primeiro jato de porra, a Maru fechou meu pau na boca dela e sem parar de mexer a língua no freio, ela recebeu tudo que eu tinha pra dar.
A filha da puta parecia estar curtindo, não sei se pegou o tesão de falar e fazer roleplay ou se realmente ficou excitada. A única coisa que sei é que há um tempo ela tinha gozado igual um cavalo e agora estava fazendo de novo.
Acho que a cada jato, a pica doía um pouco, mas a imagem era um poema. Minha namorada continuava chupando bem devagar, de olhos fechados e gemendo baixinho. Claramente estava muito excitada e dava pra perceber, não precisava perguntar, nem tocar nela... só de olhar você via que se eu não gozasse chupando, ela ia ficar no osso.
Maru chupou uma última vez e tirou a pica da boca. No movimento, quase deixou cair um pouco da porra, mas conseguiu colocar pra dentro e engoliu.
Esse último orgasmo me deixou de cama. Parecia que meu coração ia saltar do peito e minha respiração estava ofegante. Já a Maru... Maru continuava de olhos fechados e dava pra ver na cara dela que mexia a língua dentro da boca. Ela ainda estava saboreando a gozada?
Y: Uff, amor, que prêmio bom você me deu, hein. Valeu, você é a melhor! — falei pra quebrar o gelo.
Maru abriu os olhos e me encarou. Não saberia dizer se era sério, raiva não era, isso é certo... mas era um olhar penetrante e até erótico.
M: Amor...
Y: Sim?
M: A gozada do Mati é muito mais gostosa que a sua.
Meu coração parou.
Y: O quê?
M: Que acabei de chupar a rola dele e tenho resto de gozada na boca, e é mais gostosa que a sua.
Para, para... ela ainda estava no personagem? Ficou louca?
Y: C-como, não... não entendi.
M: Sim, acabei de encontrar o Mati e ele me deu muita gozada. Saboreei bem, sabe?
Enquanto Maru me dizia isso, tirou a fantasia de colegial e vestiu uma camiseta velha de casa, ficando só de fio dental.
Y: Ah, é? E era mais gostosa então?
M: Sim, muito mais gostosa, amor, além disso, ele me deu tanto que eu fiquei cheia, não vê como minha barriga tá cheia?
Disse isso enquanto acariciava a barriga.
Não sei por que aquele comentário me desestabilizou, não esperava por isso. Também não esperava que ela continuasse no papel, já que tinha me chupado a pica e não tinha motivo pra continuar a conversa. Algo nela parecia errado, senti que ela estava puta e não tão feliz e grata pelo cuidado; como supostamente me fez saber quando foi me buscar no banheiro.
M: Que foi, gordo? Não vai fala...
O celular interrompeu ela. Uma das amigas dela tava ligando, então ela pegou e foi falar no telefone no banheiro, levando roupa na mão pra se trocar. Eu fiquei no quarto dela, esperando e tentando entender tudo que tinha rolado. Continuava me arrependendo de ter a imagem da Maru no vídeo do PC e de ter falado pra ela fingir que era o Matias, enquanto me chupava a pica agora há pouco.
Como se nada tivesse acontecido, 20 minutos depois a Maru volta pro quarto, com a cara totalmente mudada.
M: Gordo, adivinha? Tem uma festinha, fomos convidados pra um aniversário em Palermo. É o aniversário de um amigo do Joni, o namorado da Nati.
Uff, que puta masturbação, pensei. Não tem nada pior do que ir até o fim do cu pra um aniversário, quando a gente disse que ia ficar junto.
Y: Eyy, show de bola, mas não é meio longe? Você tá a fim de ir, tava se sentindo meio mal.
M: Aii, gordo, vamos e de quebra a gente sai um pouco. Com tudo que rolou esse tempo, quase não saímos nem nos vemos.
Y: Beleza, então tá, vamos.
Sorte que eu tinha me arrumado relativamente bem, senão tinha que voltar pra casa. Quando chegou a hora, fui buscar a Maru pra apressar ela porque daqui a pouco o remís chegava e peguei ela bem na hora de se trocar. Uffff, vocês não fazem ideia do que era... ela tinha vestido um vestido lindo, preto, e tava justamente abaixando ele; então vi a calcinha fio-dental preta pequenininha que ela tinha colocado.
Senti que o pau ia pular fora só de ver ela, mas não queria agitar as águas; então avisei que daqui a pouco o Uber chegava e ela se apressou pra terminar de se maquiar.
A viagem de carro foi super normal, a gente ia falando besteira no carro e ela me enchia o saco perguntando tudo sobre o aniversário do Joni e os amigos dele. Sorte que tinha uns conhecidos ou amigos meus, tipo o Oso, Marquitos e Juani; então dava pra curtir de boa e zoar, sem ter que aturar todas as amigas e o fuxico de sempre.
Depois de uma hora e meia de viagem, porque era no cu do mundo, chegamos e a Nati nos recebeu na porta. Era um casarão, o pai do noivo tem uma casa num condomínio fechado e tinha que alguém ir nos buscar no portão de entrada, por segurança. Enquanto a gente percorria as ruas do bairro, a Nati e a Maru iam rindo, conversando, admirando os "looks" delas e detonando um monte de mina que aparentemente também ia pra festa. Num dado momento, ouvi a Maru gritar um "Sério que ela vem? me engana que eu gosto..." e a Nati fazendo gesto pra ela baixar a voz, pedindo pra se acalmar. Não dei muita bola, verdade, tava olhando as casas, a lagoa gigante no meio e os carros da mãe das puta, pra não me interessar pela conversa de mulherzinha que elas tinham.
Chegamos na casa, nem sei se dá pra chamar assim porque era um casarão, e a gente começou a conversar com toda a galera que tinha. Depois de uma hora, já tava de saco cheio de falar, então fiquei com uns dos caras que conhecia e comecei a beber igual um louco. Fazia um tempo que não via a Maru, então procurei ela com o olhar enquanto servia outro fernet e vi ela conversando com alguém. Ela tava estranha, tipo rindo, mas ao mesmo tempo vermelha e sem graça. Me movi um pouco porque um grupinho tava tampando a outra pessoa e o que vi me deixou gelado. Era o Matias, sim... Matias (daqui pra frente Tute nos diálogos), o que falava com ela no MSN, o que tinha mandado aquele vídeo enchendo a boca de porra da minha namorada.
Senti que baixou minha pressão, mas também subiu a pica... o tesão de ver minha mina daquele jeito, com aquele cara, tava me consumindo mais do que o normal. Acho que tomei o fernet de uma vez pra me acalmar, porque meus amigos começaram a gritar e zuar e me levaram pro meio da festa. Tentei olhar por cima do ombro e só vi o Matias entrando no banheiro e o que parecia ser uma mão puxando ele pra dentro.
Vou contar o que descobri depois, com todos os detalhes.
M: Vem, passa, qual é, cara, não vê que a gente tá numa festa com meu namorado?
T: E aí, qual é? Que isso, Marulândia, não age assim quando a gente conversa no MSN, hahaha
M: Aiii... cala a boca, olha! Tem que parar com o que a gente conversou ontem
T: Impossível, minha boa amiga, você me mandou um vídeo mostrando umas amigas minhas e mostrando onde "ela prefere" — enfatizando essa última parte —
Maru tava nervosa, já tinha bebido um pouco, mas também tava com tesão. Naquele dia, não cumpri bem meu papel como namorado, verdade, deixei ela com muito tesão e ela nunca falou nada.
M: Chega, bostero! Isso foi só um jogo no chat e fica por lá! Me ouviu? — disse pra pica dele que fazia volume na calça —
T: Pelo amor, Marulândia... não vai me deixar na mão, vai? Olha como eu tô..
M: Não, não... uff... coitadinho do José Luís... não dá, bostero
T: Como não? A gente tá aqui sozinho, com minhas duas amigas gêmeas que tão me cumprimentando... "oi, gostosas" — falou roçando as mãos nos peitos dela —
M: Ei!! não, hmm, tira as mãos... não passa do limite..
T: Qual é, Maru, vai... não quer que o José Luís te dê de comer? hahaha
M: — mordendo o lábio — Não, para, chega, Mati, sério... ufff
Quando ela percebeu, Maru tava olhando fixo pra pica do Matias e se tocando nos peitos por cima do vestido.
T: Opa opa... parece que alguém quer sim, hein!
M: Não! É que... ufff... hoje tô com tesão e nada... lembranças, mas não dá, Mati
Mati encarou ela, chegou perto Foi se aproximando aos poucos até ficar cara a cara, o que fez minha namorada recuar devagar. Quando bateu no vaso sanitário, se assustou, porque Matias tinha puxado as alças do vestido dela, deixando ela de peito de fora na frente dele.
M: O que você tá fazendo? — falou com a boca meio aberta.
T: Nada... — e beijou ela.
O beijo foi longo, de língua, muuuuita língua. Maru tava doida, se sentindo super tesuda, mas não queria admitir, e o álcool já tava batendo.
M: Mmmfff.. ahhgg para Mati, não.. não, chega.
T: Qual é, Marulândia?
M: Nada, tô tonta, não continua..
Maru sentou no vaso e encarou Matias. Ele só sorria, não tava nem aí pra festa, pra música, se alguém entrasse, nada. Só olhava pra minha namorada com um sorriso, sabendo que tinha roubado um beijo e que ela tava na mão dele.
T: Maru..
M: O que, Mati..
T: Chupa meu pau um pouco, vai..
M: Não..
T: Vai, gostosa, chupa ele como nos velhos tempos.. — falou acariciando o rosto e a cabeça dela.
Maru já não tava reagindo direito, não tava pensando, só ficava mais excitada. O toque da mão de Matias no rosto dela, a lembrança das conversas no MSN e das fotos e vídeos que trocaram, fez os bicos dos peitos dela ficarem duríssimos. Maru aproveitou e começou a se tocar de novo nos peitos, olhando fixo pra Matias.
M: Não podemos, Mati, meu namorado tá aqui..
T: Podemos sim, podemos fazer o que a gente quiser..
M: Mmm não.. não, não..
T: O que você quer fazer, Maru? Me fala.. — disse isso e tirou o pau da calça.
M: Uff...
T: Quer parar por aqui?
M: Não sei o que quero..
T: Então, o que tá esperando?
Matias passou a mão na cabeça de Maru de novo e, com o mesmo carinho, foi empurrando a cabeça dela pra baixo. Minha namorada, completamente excitada e cega pelo momento, se deixou levar e, num movimento, largou os peitos e pegou o pau de Matias, enfiando na boca. Tudo isso sem tirar os olhos dele.
T: Uff... siiiim... ahhhggg, que delícia, como eu tava com saudade de você?
M: Mmmmff... shiii? —falou com a pica na boca—
T: Sim, bebê, como eu tava com saudade dessa língua na minha pica.
M: Ahhggkk.. ahhhggg.. mmmmm...
T: Quem diria que eu ia poder te curtir de novo? hahahaha
M: Shh, fecha essa boca melhor..
T: Vem aqui, gostosa, ajoelha melhor que aí você tá desconfortável.
Matias ajudou ela a descer e Maru, sem hesitar, se ajoelhou na frente desse cara e meteu a pica de novo na boca, pra continuar chupando.
M: mmmmfff.. que delícia de pau que você tem
T: Tá gostando? aahhhh..
M: Mmmhmmm -disse sem tirar da boca-
T: Pobre do teu namorado, esperando lá fora..
M: Mmmm... shhhh isso é estreia e despedida.. mmmmfff
T: Nada mais lindo que teus boquetes, Maru.. bom, sim, aquela bundinha gostosa hahaha
M: Shhh curte e cala a boca, melhor?
Matias baixou a calça e tirou a camisa num movimento rápido pra ficar mais à vontade. Tava muito excitado e tinha conseguido que Maru, MINHA MARU, chupasse o pau dele como nos velhos tempos.
T: Ufff, que maravilha isso! Como sentia falta dessa boca
M: Mmm.. ahgg.. ahhccck.. é?? eu também -disse enquanto batia uma pra ele por um momento e o encarava-
Matias aproveitou pra acariciar ela e enfiar o polegar na boca dela, que Maru aceitou de bom grado.
T: Como cê tá? Ehh... ahhh
M: Cê gostou? Ehhh??
T: Adorei, continua, gata, vai...
De passar a conversar no MSN, a chupar a pica dele numa festa. Maru teve um momento de sanidade e reagiu a tempo. Se tivesse se deixado levar um pouco mais, quem sabe o que faria. De qualquer forma, isso não fez com que parasse de chupar a pica dele, só aumentou mais o ritmo.
Maru parecia querer fazer Matias gozar de qualquer jeito.
T: Uyyy, cê tá me matando, Maru... ufff...
M: Mmmmfff... mmmm... ahhhhckk... mmmmmmfff
Minha namorada fiel, minha namorada ideal, continuava chupando ele com vontade e só olhava pra ele enquanto ele segurava a cabeça dela.
T: Siiim, siiiim... uffff, adoro isso, continua que falta pouquinho pra gozar, continua.
Maru balançou a cabeça um pouco mais naquela pica brilhante, cheia de saliva, e disse:
M: Pronto! — levantando-se.
T: Pronto o quê?
M: Pronto, bebê, até aqui chega isso.
T: Como? Qual é, não enche o saco, tô quase lá.
M: Mmmm, não, seu bostinha, até aqui chega. Além disso, agora vem a parte boa.
Maru se afastou até perto da porta, de costas para Matias. Olhou pra ele por cima do ombro, piscou o olho e começou a levantar o vestido devagar, mostrando a raba.
Os olhos do Matias brilharam e ele sorriu, passando a língua nos lábios, mas foi interrompido pela minha mina.
M: Mas tudo que é bom dura pouco e vai embora, então sorte, seu bostão!!!
Depois de falar isso, a Maru saiu quase correndo do banheiro, deixando o Matias com a pica de fora e todo excitado; esperando o que nunca ia ter.
Na mesma hora, eu passei pela porta e trombei com a minha mina. A Maru arregalou os olhos e me agarrou pelo braço, me puxando pra longe.
Y: Eii... que porra é essa? cadê a bebê?
M: Nada, vem, vamos tomar alguma coisa? Mas pelo visto você já tomou bastante..
Y: Fala sério, mana.. se eu só tomei um Ferné'
M: Hmm, tá bom, tá.. vem, vamos pegar mais Fernet
A Maru me puxou pelo braço e eu ouvi a porta do banheiro. Quando olhei, vi que uma mina tinha entrado, rindo com o namorado dela; aí fiquei na dúvida se o que eu tinha visto antes era real ou não...
Sim, faz um tempão que não publico um relato, mas tive meus motivos. A real é que sinto que o site tá indo pro buraco e já não é tão divertido entrar. Por isso fiquei tão ausente, mas enfim, tinha esse relato na manga, esperando pra publicar, e hoje resolvi terminar pra vocês poderem ler. Valeu a todos que sempre dão aquela força e curtem o que a gente faz.
Deixo pra vocês um novo cap de "Minha namorada Maru e a cum".
Fechei tudo como pude e, com a mão toda melada, fui correndo pro banheiro me limpar um pouco. Pra falar a verdade, acho que fui no banheiro pra limpar a mente também, porque mergulhei a cara na água fria e fiquei uns segundos imerso, até não aguentar mais respirar. Devo ter feito isso umas 3 ou 4 vezes, quando Maru bate na porta.
M: Gordi, cê tá bem, aconteceu alguma coisa?
Y: Ehh.. s-sim.. sim sim, tudo bem, amor, já tô saindo.
M: Mm, ok, então, te espero no quarto. Valeu por vir e cuidar de mim, sei que não era o plano, me perdoa, amor!
Y: N-não.. não se preocupa, amor, emm já vou.. fica tranquila.
M: Oki, te espero.
Fiquei pensando mais uns minutos em tudo que tinha acabado de ver. Sim, é verdade que o vídeo era velho, que era algo que ela fez quando tava com outra pessoa e que não tinha porra nenhuma pra eu ficar puto. Mas o que me irritava eram as idas e vindas, as fotos dela meio hot e aquele último vídeo falando: "quero ela aqui".. apontando pra boca dela.
Será que Maru realmente tinha me traído? Ela tinha encontrado o Matias pra responder cara a cara o que ele perguntou no MSN, ou foi tudo uma espécie de "sex chat"? Mas o que mais me dava raiva e ficava martelando na cabeça era: "POR QUE ELA AINDA TÁ COM A PIROCA DURA?".
Tentei me acalmar mais um pouco, lavei o rosto com água fria de novo e ajeitei a piroca na calça como pude, pra não ficar tão marcada a barraca. Não queria que Maru me visse saindo do banheiro daquele jeito, porque ela ia pensar qualquer coisa ou sei lá, talvez ficasse puta por eu andar assim na casa dela. Sequei o rosto e fui direto pro quarto dela, dando uns tapinhas na cara e me incentivando a continuar.
Abri o quarto e a Maru tava me esperando com um uniforme velho do colégio dela, com saia curta, camisa toda decotada e dois rabinhos de cabelo. Era demais pro meu coração já.
Y: Eu.. eeehhh.. q-que que cê tá fazendo vestida assim?
M: Ué, tem problema? Não gostou? – disse fazendo biquinho.
Y: S-sim, siiiim, claro, mas por que cê tá assim?
M: É que como eu tava me sentindo mal e você me ajudou como um príncipe, quis te dar um prêmio por isso e também me veio uma ideia.
Y: Ahhh haha.. não, não precisa, love.. emm fiz porque te amo.
M: Então não quer meu prêmio?
A cock deu um pulo.. maldito cérebro masculino, primitivo e punheteiro. Me dava muita raiva estar tão excitado, não fazia nem 10 minutos que eu tinha gozado igual um louco por causa de uma conversa da Maru com o Matias e agora tava de novo pronto pra guerra.
Y: Sim, claro que sim.. como não vou querer o prêmio da minha formanda favorita.
M: Hahaha mmmm adoro então. Pronto pra saber qual é seu prêmio por ser um namorado tão bom?
Y: Vamos ver.. qual é?
Maru me pegou pela mão, me levou até a cama e tirou minha calça e cueca. A cock, que já tava dura e molhada pelo que tinha rolado antes, pulou na cara dela e bateu no nariz dela; o que ela achou engraçado e começou a rir.
M: Hahaha parece que alguém gostou do meu uniforme velho, né?
Y: Ufff.. sim.. mas, que.. emm – não consegui articular palavra.
M: Mmm quer saber qual é meu prêmio pra você?
Y: S-sim.. – concordei.
M: Como você se comportou muito bem comigo e eu te amo, você ganhou um boquete com final feliz e uma conversa bem picante que você vai gostar.
Y: Como assim?
M: É, isso mesmo que você ouviu, love. Pode perguntar umas coisinhas ou podemos fantasiar, hoje eu sou toda sua haha.
Não vou mentir se disser que quase gozei ali, tive que me afastar e sentar bem na hora que ela ia pegar na minha cock, porque achei que ia vazar seco. Fiquei suando frio e só olhando pra ela.
Y: Qualquer coisa? — Que eu queira? — perguntei sério.
M: Sim, love, hoje sou sua, faz comigo o que quiser.
Essa atitude meio submissa e entregada dela não me agradava. Claro, vinha de ler uma conversa da puta da mãe no MSM com vídeos e fotos incluídas, e senti que ela estava agindo assim por culpa. Ela é mulher, mas acima de tudo um ser humano, e a gente não transa há semanas, desde que fiz aquela "vingança" e a deixei com tesão. Ela não devia me dizer que só vai me chupar a pica e fazer o que eu quiser.
Tudo me parecia errado, mas também, tudo me excitava o dobro. Pensei um pouco no que ia pedir e a primeira coisa que me veio à mente foi que ela continuasse me contando sobre a Emi. Queria tirar da cabeça o que acabava de ler e ver, então fui por esse caminho.
Y: Ok, quero que você me conte rápido, sem entrar muito em detalhes, quando foi a vez que a Emi mais deu gozo pra você.
M: Kkkk sem entrar em detalhes?
Y: Isso, chupa ela e me conta.
M: Hmm, com prazer..
Maru se aproximou de mim, se colocou entre minhas pernas e começou a me chupar.
M: Mmmm mmm.. ahhhgg... mmmfff. Y: Ufff, caralho.. fala, Maru, me conta.
M: Mmm.. a vez que mais gozou na minha boca?... mmmfff...
Y: Sim, como foi? você chupou ele e ele gozou? ufff
M: Mmm mmm.. mnop.. ahhhggg..
Y: Como foi?
Precisava tirar da cabeça a imagem do vídeo, porque se aquele Emi foi o que mais gozou nela, aquele vídeo não deveria existir, e se aquilo não é nada, então eu precisava saber e criar a cena na mente pra apagar a imagem da Maru da minha cabeça.
M: Mmmm.. como sentia falta de chupar você, amor..
Y: Ahhh... uffff, eu morria de vontade de sentir sua boquinha, mas fala, me conta.
M: Ok.. foi um dia depois de transar.. a gente tava meio bêbado e ele pediu pra eu levantar porque ia gozar e abrir bem a boquinha. Eu obedeci, abri bem grandona e ele começou a gozar jato atrás de jato.. muito gozo escorreu e muito eu engoli, mas foi uma porrada.
Y: Uff... tá bom, e você gostou? M: Mmmfff... -tinha voltado a chupar meu pau-
Y: Gostou que a Emi te deu tanta porra?
M: Mmhmmm... sim... ahhhggg
Y: Se você tivesse que... uff... comparar com a minha porra?
M: Mmmm...
Peguei meu pau, bati uma punheta pra ele e olhei pra cima como se estivesse pensando.
Y: Precisa pensar tanto assim?
M: É que tô tentando lembrar como você goza, love, pensa que você sempre jorra na minha boquinha hahaha
Y: Da última vez gozei nos seus peitos... -falei olhando pra ela-
M: Ah sim... verdade! Bom, comparando... a dela é tipo o triplo da sua.
Y: QUÊ?
M: Mmm sim...
Bom, eu tinha uma imagem diferente na cabeça. Não era a melhor imagem, não sei se me ajudava muito, mas pelo menos precisava tirar da cabeça a Maru sorrindo enquanto o Matias enchia a boca dela de porra. Também precisava tirar da cabeça a conversa no MSN e as fotos que eles tinham trocado. E também as videochamadas que eu não podia ver, óbvio.
A puta da MÃE... não conseguia parar de pensar na Maru e no Matias. Passei pela bunda a imagem desse Emi gozando o TRIPLO da minha porra na boca da minha namorada, porque ainda tava pensando no que tinha rolado há pouco.
Por outro lado, a Maru continuava vidrada no meu pau... beijava, lambia o tronco, a cabeça e me olhava.
O que eu tava fazendo agora? Fiquei em silêncio vendo ela me dar meu prêmio, pensando em mil coisas e em nada ao mesmo tempo. Por sorte, a tesão tinha baixado e eu não tava nem perto de gozar, como tava há uns instantes.M: O que foi, love? Não tá gostando do que eu tô fazendo? mmmm...
Y: Uffa.. adoro, gordinha, sim!
M: Você tá calado, mais do que o normal — disse sem parar de lamber.
Y: Tô pensando, love, quero ter um prêmio bom já que você foi tão boazinha e quero pensar bem no que te perguntar.
M: Jajaja mmm tá bom.. pensa aí que eu vou conversando com meu amigo.
Ri nervosamente e voltei pros meus pensamentos. Tinha que fazer alguma coisa, minha mina tava me dando um "prêmio merecido" e eu tava feito um otário sem falar, sem opinar, nada.. se continuasse assim, a Maru ia perceber que algo errado tava rolando.
Bem quando pensei nisso, veio uma imagem aterrorizante na minha cabeça. Será que eu tinha fechado a pasta com as conversas? Porque eu lembro que fechei a do vídeo e das fotos, mas não lembrava daquela. A puta da mãe, imagina se a pasta ficasse aberta, com a conversa do Matias selecionada.. Matias.. ha.. Matias..
Y: Love, já sei o que quero.
M: Mmmm.. finalmente, vamos ver! Quer que eu conte mais alguma história com a Emi? Ou talvez que te diga o que eu teria feito com o taxista? jajaja
Y: Não — falei sério, mas muito, MUITO tarado.
M: Vamos ver..
Y: Faz de conta que eu sou o Mati — falei desafiador.
M: Como você tá obcecada com o Matias, hein..
Y: Sim, é o que mais gozou na minha mina, não é? Quero aproveitar isso.
M: Mmm.. claro, claro..
Y: Claro, o que você faria se eu fosse o Matias agora?
M: Agora?
Y: Sim..
Falei isso e na hora a Maru enfiou a pica na boca e começou a chupar com muita paixão. Me olhou uma vez, fechou os olhos e eu percebi como ela usava bastante a língua e gemia baixinho.
Uff, tava me matando, o que foi? Era óbvio que tinha algo rolando com esse cara. Não sei se era pelo tesão, por querer me contrariar, por estar fingindo ou o que... mas ela tava metendo muito mais gana do que quando disse que sentia falta da minha pica.Olhei espantado como minha namorada só balançava a cabeça na minha pica, parava dois segundos pra respirar e continuava. Juro que tive que beliscar minha perna sem ela ver pra dor aliviar um pouco o tesão, porque sentia que ela tava chupando minha alma.
E: Uff, o que foi, amor? A ideia te deixou com tesão?
M: Cala a boca que meu namorado pode ouvir... mmmmff... mmmm
QUÊ? Ah... entrou no personagem?... ok...
E: Coitado do seu namorado, será que ele sabe das coisas que você faz comigo?
M: Mmm mmm... nop — disse quase sem tirar a boca dela.
E: Que lindo como você chupa, Maru, por favor! O que te deu na telha pra me mamar assim?
M: Mmmmfff... é que... ahhhgg... meu namorado... mmmm... me perguntou se seu gozo era mais gostoso que o dele... mmmmmm...
E: Ah, é?? E você disse que o meu te agrada mais?
Aí Maru acelerou na chupada que me fez ver estrelas. Chupava com vontade, passando a língua por todo o freio e saboreando. De repente, desceu completamente, coisa que nunca faz comigo, balançou a cabeça como quem diz não, respondendo minha pergunta anterior, e subiu apertando bem a boca.
Y: Ahhhhggg.. uffff... não sabe? M: Mmm não.. não falei pra ele.. ahhhg.. não falei nada pro Mati
Y: Mas faz tempo que você não prova meu gozo, como você lembra?
M: Por que eu lembraria? – disse me masturbando e olhando pro meu pau –
Y: Ufff.. lembra como eu enchia sua boquinha?
M: Mmmm siiiim.. você sempre gozava na minha boca, nunca em outro lugar.
Y: Como se alguma vez eu.. ufff.. tivesse fodido isso, né? ahhhh..
M: Nunca, adorava que você enchesse minha boca, bebê..
Y: Hoje você vai tomar o gozo?
M: Sim, Mati...
Y: Certeza? não prefere que eu goze em outro lugar?
M: Não, Mati – disse ainda me masturbando –
Y: Onde você prefere?
Joguei a pergunta, a mesma que o Matias tinha feito no MSN. Ela me olhou, fechou os olhos e sorriu enquanto continuava com meu pau na mão, subindo e descendo. Como se fosse uma piada que só ela sabia, me olhou e com a outra mão, apontou pra boca.
M: Prefiro aqui
Filha da puta.. a mesma resposta do vídeo. Nem se deu ao trabalho de fingir demência, nada.. soltou a mesma coisa e ainda tava puta de tesão.
Y: Vai, tira meu gozo, Maru, do seu jeito, vai..
M: Mmm sim, vai.. goza pra mim
Maru aproximou a boca e começou a passar a língua na cabeça do meu pau enquanto me masturbava num ritmo médio, pra depois enfiar na boca dela mais uma vez.
Tava me furando o crânio, não conseguia acreditar. Sabia que tinha feito merda, que não tinha porra nenhuma de motivo pra ter falado pra ela fingir que sou o Matias, mas a putaria e o tesão tinham me vencido. Fui preso pelos meus instintos mais baixos e me deixei levar pela situação toda.Lá estava minha namorada, vestida de colegial, chupando minha pica como se fosse o Matias e se excitando (ou não) comigo. Cês acham que eu fiz algo pra não aumentar a cagada que já tinha feito? Pensem de novo.
Y: Sabe o que a gente podia fazer?
M: Mmmmff.. o quê, Mati?
Y: A gente pode filmar você tirando... ufff... a porra e ahhhgg.. mandar o vídeo pro seu namorado. Assim você fala que prefere a minha
M: Mmmm.. não.. você sabe que eu não gosto de me filmar
Mentiraaaa.. acabei de ver um vídeo seu tomando porra, mentirosa!!
Y: Vai, um curto, bem de pertinho e que dê pra ver escorrendo tudo, não quer?
M: Não, é a única coisa que não curto, Mati, já sabe.. mmmmfffff.. se comporta ahhgg.. bem
Y: Ok, ok. Não fazemos mas ufff.. só se depois você me deixar fazer a bundinha com a.. ahhh.. saia levantada. Fica linda em você, sabia?
M: Mmm cê gosta? Vai dar a porra pra burrinha também? Ela sempre tem que estar.. mmmmfff.. hidratada, sabia, cê faria um favor
Y: Seu namorado não hidrata ela?
M: Não - disse fazendo biquinho -
Y: Eu encheria ela toda, igual outro dia, sabia?
M: Mmm ajaja.. sim, eu sei - disse fechando os olhos -
Se eu sei, o quê? tinha falado aquilo por falar.. não me fala que rolou algo de verdade? ou ela só se deixou levar pela conversa?
M: Cê vai me dar a porra, Mati? vai, que eu preciso.. mmmm mmmmm...
Y: Só se você prometer que vai falar.. ufff.. pro seu namorado, que minha porra é a mais gostosa
M: Prometo, Mati, me dá..
Essa última transbordou o copo e a Maru percebeu porque começou a me bater uma punheta enquanto esticava a língua.
M: Assimmm vai, toda me dá Mati, vai toda de novo
COMO DE NOVO? Foda-se, era tarde demais.. já tava gozando. Ao sentir o primeiro jato de porra, a Maru fechou meu pau na boca dela e sem parar de mexer a língua no freio, ela recebeu tudo que eu tinha pra dar.
A filha da puta parecia estar curtindo, não sei se pegou o tesão de falar e fazer roleplay ou se realmente ficou excitada. A única coisa que sei é que há um tempo ela tinha gozado igual um cavalo e agora estava fazendo de novo.Acho que a cada jato, a pica doía um pouco, mas a imagem era um poema. Minha namorada continuava chupando bem devagar, de olhos fechados e gemendo baixinho. Claramente estava muito excitada e dava pra perceber, não precisava perguntar, nem tocar nela... só de olhar você via que se eu não gozasse chupando, ela ia ficar no osso.
Maru chupou uma última vez e tirou a pica da boca. No movimento, quase deixou cair um pouco da porra, mas conseguiu colocar pra dentro e engoliu.
Esse último orgasmo me deixou de cama. Parecia que meu coração ia saltar do peito e minha respiração estava ofegante. Já a Maru... Maru continuava de olhos fechados e dava pra ver na cara dela que mexia a língua dentro da boca. Ela ainda estava saboreando a gozada?Y: Uff, amor, que prêmio bom você me deu, hein. Valeu, você é a melhor! — falei pra quebrar o gelo.
Maru abriu os olhos e me encarou. Não saberia dizer se era sério, raiva não era, isso é certo... mas era um olhar penetrante e até erótico.
M: Amor...
Y: Sim?
M: A gozada do Mati é muito mais gostosa que a sua.
Meu coração parou.
Y: O quê?
M: Que acabei de chupar a rola dele e tenho resto de gozada na boca, e é mais gostosa que a sua.
Para, para... ela ainda estava no personagem? Ficou louca?
Y: C-como, não... não entendi.
M: Sim, acabei de encontrar o Mati e ele me deu muita gozada. Saboreei bem, sabe?
Enquanto Maru me dizia isso, tirou a fantasia de colegial e vestiu uma camiseta velha de casa, ficando só de fio dental.
Y: Ah, é? E era mais gostosa então?
M: Sim, muito mais gostosa, amor, além disso, ele me deu tanto que eu fiquei cheia, não vê como minha barriga tá cheia?
Disse isso enquanto acariciava a barriga.
Não sei por que aquele comentário me desestabilizou, não esperava por isso. Também não esperava que ela continuasse no papel, já que tinha me chupado a pica e não tinha motivo pra continuar a conversa. Algo nela parecia errado, senti que ela estava puta e não tão feliz e grata pelo cuidado; como supostamente me fez saber quando foi me buscar no banheiro.M: Que foi, gordo? Não vai fala...
O celular interrompeu ela. Uma das amigas dela tava ligando, então ela pegou e foi falar no telefone no banheiro, levando roupa na mão pra se trocar. Eu fiquei no quarto dela, esperando e tentando entender tudo que tinha rolado. Continuava me arrependendo de ter a imagem da Maru no vídeo do PC e de ter falado pra ela fingir que era o Matias, enquanto me chupava a pica agora há pouco.
Como se nada tivesse acontecido, 20 minutos depois a Maru volta pro quarto, com a cara totalmente mudada.
M: Gordo, adivinha? Tem uma festinha, fomos convidados pra um aniversário em Palermo. É o aniversário de um amigo do Joni, o namorado da Nati.
Uff, que puta masturbação, pensei. Não tem nada pior do que ir até o fim do cu pra um aniversário, quando a gente disse que ia ficar junto.
Y: Eyy, show de bola, mas não é meio longe? Você tá a fim de ir, tava se sentindo meio mal.
M: Aii, gordo, vamos e de quebra a gente sai um pouco. Com tudo que rolou esse tempo, quase não saímos nem nos vemos.
Y: Beleza, então tá, vamos.
Sorte que eu tinha me arrumado relativamente bem, senão tinha que voltar pra casa. Quando chegou a hora, fui buscar a Maru pra apressar ela porque daqui a pouco o remís chegava e peguei ela bem na hora de se trocar. Uffff, vocês não fazem ideia do que era... ela tinha vestido um vestido lindo, preto, e tava justamente abaixando ele; então vi a calcinha fio-dental preta pequenininha que ela tinha colocado.
Senti que o pau ia pular fora só de ver ela, mas não queria agitar as águas; então avisei que daqui a pouco o Uber chegava e ela se apressou pra terminar de se maquiar.A viagem de carro foi super normal, a gente ia falando besteira no carro e ela me enchia o saco perguntando tudo sobre o aniversário do Joni e os amigos dele. Sorte que tinha uns conhecidos ou amigos meus, tipo o Oso, Marquitos e Juani; então dava pra curtir de boa e zoar, sem ter que aturar todas as amigas e o fuxico de sempre.
Depois de uma hora e meia de viagem, porque era no cu do mundo, chegamos e a Nati nos recebeu na porta. Era um casarão, o pai do noivo tem uma casa num condomínio fechado e tinha que alguém ir nos buscar no portão de entrada, por segurança. Enquanto a gente percorria as ruas do bairro, a Nati e a Maru iam rindo, conversando, admirando os "looks" delas e detonando um monte de mina que aparentemente também ia pra festa. Num dado momento, ouvi a Maru gritar um "Sério que ela vem? me engana que eu gosto..." e a Nati fazendo gesto pra ela baixar a voz, pedindo pra se acalmar. Não dei muita bola, verdade, tava olhando as casas, a lagoa gigante no meio e os carros da mãe das puta, pra não me interessar pela conversa de mulherzinha que elas tinham.
Chegamos na casa, nem sei se dá pra chamar assim porque era um casarão, e a gente começou a conversar com toda a galera que tinha. Depois de uma hora, já tava de saco cheio de falar, então fiquei com uns dos caras que conhecia e comecei a beber igual um louco. Fazia um tempo que não via a Maru, então procurei ela com o olhar enquanto servia outro fernet e vi ela conversando com alguém. Ela tava estranha, tipo rindo, mas ao mesmo tempo vermelha e sem graça. Me movi um pouco porque um grupinho tava tampando a outra pessoa e o que vi me deixou gelado. Era o Matias, sim... Matias (daqui pra frente Tute nos diálogos), o que falava com ela no MSN, o que tinha mandado aquele vídeo enchendo a boca de porra da minha namorada.
Senti que baixou minha pressão, mas também subiu a pica... o tesão de ver minha mina daquele jeito, com aquele cara, tava me consumindo mais do que o normal. Acho que tomei o fernet de uma vez pra me acalmar, porque meus amigos começaram a gritar e zuar e me levaram pro meio da festa. Tentei olhar por cima do ombro e só vi o Matias entrando no banheiro e o que parecia ser uma mão puxando ele pra dentro.
Vou contar o que descobri depois, com todos os detalhes.
M: Vem, passa, qual é, cara, não vê que a gente tá numa festa com meu namorado?
T: E aí, qual é? Que isso, Marulândia, não age assim quando a gente conversa no MSN, hahaha
M: Aiii... cala a boca, olha! Tem que parar com o que a gente conversou ontem
T: Impossível, minha boa amiga, você me mandou um vídeo mostrando umas amigas minhas e mostrando onde "ela prefere" — enfatizando essa última parte —
Maru tava nervosa, já tinha bebido um pouco, mas também tava com tesão. Naquele dia, não cumpri bem meu papel como namorado, verdade, deixei ela com muito tesão e ela nunca falou nada.
M: Chega, bostero! Isso foi só um jogo no chat e fica por lá! Me ouviu? — disse pra pica dele que fazia volume na calça —
T: Pelo amor, Marulândia... não vai me deixar na mão, vai? Olha como eu tô..
M: Não, não... uff... coitadinho do José Luís... não dá, bostero
T: Como não? A gente tá aqui sozinho, com minhas duas amigas gêmeas que tão me cumprimentando... "oi, gostosas" — falou roçando as mãos nos peitos dela —
M: Ei!! não, hmm, tira as mãos... não passa do limite..
T: Qual é, Maru, vai... não quer que o José Luís te dê de comer? hahaha
M: — mordendo o lábio — Não, para, chega, Mati, sério... ufff
Quando ela percebeu, Maru tava olhando fixo pra pica do Matias e se tocando nos peitos por cima do vestido.
T: Opa opa... parece que alguém quer sim, hein!
M: Não! É que... ufff... hoje tô com tesão e nada... lembranças, mas não dá, Mati
Mati encarou ela, chegou perto Foi se aproximando aos poucos até ficar cara a cara, o que fez minha namorada recuar devagar. Quando bateu no vaso sanitário, se assustou, porque Matias tinha puxado as alças do vestido dela, deixando ela de peito de fora na frente dele.
M: O que você tá fazendo? — falou com a boca meio aberta.
T: Nada... — e beijou ela.
O beijo foi longo, de língua, muuuuita língua. Maru tava doida, se sentindo super tesuda, mas não queria admitir, e o álcool já tava batendo.
M: Mmmfff.. ahhgg para Mati, não.. não, chega.
T: Qual é, Marulândia?
M: Nada, tô tonta, não continua..
Maru sentou no vaso e encarou Matias. Ele só sorria, não tava nem aí pra festa, pra música, se alguém entrasse, nada. Só olhava pra minha namorada com um sorriso, sabendo que tinha roubado um beijo e que ela tava na mão dele.
T: Maru..
M: O que, Mati..
T: Chupa meu pau um pouco, vai..
M: Não..
T: Vai, gostosa, chupa ele como nos velhos tempos.. — falou acariciando o rosto e a cabeça dela.
Maru já não tava reagindo direito, não tava pensando, só ficava mais excitada. O toque da mão de Matias no rosto dela, a lembrança das conversas no MSN e das fotos e vídeos que trocaram, fez os bicos dos peitos dela ficarem duríssimos. Maru aproveitou e começou a se tocar de novo nos peitos, olhando fixo pra Matias.
M: Não podemos, Mati, meu namorado tá aqui..
T: Podemos sim, podemos fazer o que a gente quiser..
M: Mmm não.. não, não..
T: O que você quer fazer, Maru? Me fala.. — disse isso e tirou o pau da calça.
M: Uff...
T: Quer parar por aqui?
M: Não sei o que quero..
T: Então, o que tá esperando?
Matias passou a mão na cabeça de Maru de novo e, com o mesmo carinho, foi empurrando a cabeça dela pra baixo. Minha namorada, completamente excitada e cega pelo momento, se deixou levar e, num movimento, largou os peitos e pegou o pau de Matias, enfiando na boca. Tudo isso sem tirar os olhos dele.
T: Uff... siiiim... ahhhggg, que delícia, como eu tava com saudade de você? M: Mmmmff... shiii? —falou com a pica na boca—
T: Sim, bebê, como eu tava com saudade dessa língua na minha pica.
M: Ahhggkk.. ahhhggg.. mmmmm...
T: Quem diria que eu ia poder te curtir de novo? hahahaha
M: Shh, fecha essa boca melhor..
T: Vem aqui, gostosa, ajoelha melhor que aí você tá desconfortável.
Matias ajudou ela a descer e Maru, sem hesitar, se ajoelhou na frente desse cara e meteu a pica de novo na boca, pra continuar chupando.
M: mmmmfff.. que delícia de pau que você tem T: Tá gostando? aahhhh..
M: Mmmhmmm -disse sem tirar da boca-
T: Pobre do teu namorado, esperando lá fora..
M: Mmmm... shhhh isso é estreia e despedida.. mmmmfff
T: Nada mais lindo que teus boquetes, Maru.. bom, sim, aquela bundinha gostosa hahaha
M: Shhh curte e cala a boca, melhor?
Matias baixou a calça e tirou a camisa num movimento rápido pra ficar mais à vontade. Tava muito excitado e tinha conseguido que Maru, MINHA MARU, chupasse o pau dele como nos velhos tempos.
T: Ufff, que maravilha isso! Como sentia falta dessa boca
M: Mmm.. ahgg.. ahhccck.. é?? eu também -disse enquanto batia uma pra ele por um momento e o encarava-
Matias aproveitou pra acariciar ela e enfiar o polegar na boca dela, que Maru aceitou de bom grado.
T: Como cê tá? Ehh... ahhh M: Cê gostou? Ehhh??
T: Adorei, continua, gata, vai...
De passar a conversar no MSN, a chupar a pica dele numa festa. Maru teve um momento de sanidade e reagiu a tempo. Se tivesse se deixado levar um pouco mais, quem sabe o que faria. De qualquer forma, isso não fez com que parasse de chupar a pica dele, só aumentou mais o ritmo.
Maru parecia querer fazer Matias gozar de qualquer jeito.
T: Uyyy, cê tá me matando, Maru... ufff...
M: Mmmmfff... mmmm... ahhhhckk... mmmmmmfff
Minha namorada fiel, minha namorada ideal, continuava chupando ele com vontade e só olhava pra ele enquanto ele segurava a cabeça dela.
T: Siiim, siiiim... uffff, adoro isso, continua que falta pouquinho pra gozar, continua.Maru balançou a cabeça um pouco mais naquela pica brilhante, cheia de saliva, e disse:
M: Pronto! — levantando-se.
T: Pronto o quê?
M: Pronto, bebê, até aqui chega isso.
T: Como? Qual é, não enche o saco, tô quase lá.
M: Mmmm, não, seu bostinha, até aqui chega. Além disso, agora vem a parte boa.
Maru se afastou até perto da porta, de costas para Matias. Olhou pra ele por cima do ombro, piscou o olho e começou a levantar o vestido devagar, mostrando a raba.
Os olhos do Matias brilharam e ele sorriu, passando a língua nos lábios, mas foi interrompido pela minha mina.M: Mas tudo que é bom dura pouco e vai embora, então sorte, seu bostão!!!
Depois de falar isso, a Maru saiu quase correndo do banheiro, deixando o Matias com a pica de fora e todo excitado; esperando o que nunca ia ter.
Na mesma hora, eu passei pela porta e trombei com a minha mina. A Maru arregalou os olhos e me agarrou pelo braço, me puxando pra longe.
Y: Eii... que porra é essa? cadê a bebê?
M: Nada, vem, vamos tomar alguma coisa? Mas pelo visto você já tomou bastante..
Y: Fala sério, mana.. se eu só tomei um Ferné'
M: Hmm, tá bom, tá.. vem, vamos pegar mais Fernet
A Maru me puxou pelo braço e eu ouvi a porta do banheiro. Quando olhei, vi que uma mina tinha entrado, rindo com o namorado dela; aí fiquei na dúvida se o que eu tinha visto antes era real ou não...
17 comentários - Minha namorada Maru e o gozo (7)
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