Tudo o que aconteceu nos últimos minutos foi realmente estressante. Tem uma tensão na sala de estar causada pelo Nacho, minha mãe e eu, que só é comparável a quando papai juntava eu e minha irmã pra mostrar as notas bimestrais da escola.Papai está sentado no sofá individual que dá pro sul da sala, e parece estar fora de órbita. Quando tem futebol, meu velho se desliga do mundo. Nacho e o tio Fred estão sentados num sofá lateral de três lugares, e mamãe e eu estamos na frente deles, no sofá de dois lugares, tentando olhar pra televisão ou pelo menos fingir interesse.
Percebo que a Sugey está mais pálida que o normal. Deve ter pegado ela de surpresa a presença desse filho da puta.
Nacho é um cara alto, barbudo, moreno, corpulento e com um físico que atende bem aos padrões que mamãe procura num amante.
Do lado dele, eu sou só um moleque magrelo, branco que nem cal e de olhos castanhos.
Consigo ouvir as respirações nervosas de mamãe sempre que ela sente o olhar lascivo do Nacho, que não para de examinar ela com os olhos pretos dele toda vez que dá na telha do safado. O desgraçado não se segura nas olhadas, e se aproveita que o tio Fred e papai estão vidrados no jogo de futebol pra fazer isso com força.
Eu já tentei pegar ele olhando pra ela, mas ele me encara, sorri safado e volta os olhos pra televisão. Ele não liga pro que eu possa significar pra mamãe. E ela respira rápido demais.
“Maldito.”
As vistas que o Nacho tem são maravilhosas, porque mamãe, com a legging cinza dela, valoriza a silhueta, marcando as bundonas dela espalhadas no sofá, e as cadeiras e pernas fascinantes que se apertam e sobram no tecido.
Não sei como falar pra minha mãe fechar as coxas sem ser muito óbvio, porque tenho certeza que o Nacho, que de vez em quando fixa o olhar na virilha dela, já percebeu que ela não tá de calcinha, e portanto, ela consegue apreciar a fina rachadura que divide seu lábio vaginal gordinho direito do esquerdo, e também a mucosa vaginal que talvez brilhe no tecido.
Com meu joelho, tento bater no dela, mas mamãe não me dá bola. Nervosíssima, ela mantém os olhos fixos na televisão.
Ainda bem que a blusa dela é um pouco folgada, embora eu ache que, se alguém prestar atenção no peito dela, dá pra perceber a obesidade das tetonas dela e como os bicos inchados marcam o tecido.
— Como é possível que a gente não tenha pago o serviço de TV digital este mês, Sugey, se pra isso você está em casa, pra ficar de olho nas necessidades do lar! — ela é repreendida de repente pelo papai.
— A gente conversa depois, Lorenzo — minha mãe tenta amenizar a situação, que não quer discutir com o marido na frente de todo mundo.
Mas papai é mais teimoso que um burro filho da puta.
— E tinham que cortar o serviço justo hoje, que é a semifinal! Tá vendo, Sugey? Essas coisas só acontecem por sua culpa! A vergonha que estou passando por sua culpa na frente do meu irmão e do amigo dele por causa do seu descuido.
— Pra mim não tem problema nenhum — responde o idiota do Nacho.
Mamãe respira bem forte, irritada, e responde:
— Não tem problema, Lorenzo, segunda-feira a gente paga o serviço e pronto. Felizmente a antena tá ligada.
— Uma antena da época da minha avó, mulher!
Eu intervenho pra ele não pegar no pé da mamãe.
— Mas dá pra ver, né, pai? A tela aparece e isso é o que importa.
— Mas em que condições! — ele continua reclamando — Olha as listras de interferência que embaçam a imagem do jogo. É que você não perde uma, Sugey!
Vejo o Nacho sorrindo debochado e odeio que ele perceba que a relação entre papai e mamãe não está no melhor momento. Sei que ele pode enxergar uma oportunidade nessa fissura que existe entre meus pais, e por isso fico puta. Mas mais puta ainda fico porque meu pai não consegue calar a boca e guardar as reclamações pra quando estiverem sozinhos no quarto, e não na frente de gente indesejada. Que nem aquele idiota.
—Fica tranquila, mãe —murmuro, acariciando a bochecha dela.
Já que a mamãe tá bem colada em mim, ela me ouve e acena, e eu ofereço minha mão pra ela entrelaçar os dedos nos meus, como se a gente fosse um casal de namorados apaixonados. O toque das nossas mãos dá coragem pra ela, e eu a reivindico como minha na frente do Nacho.
Olho pra ele orgulhoso e, com os olhos, digo: “essa mulher é minha, e não vou deixar você tirar ela de mim, filho da puta.”
Além disso, somos mãe e filho, e ninguém devia estranhar uma demonstração tão íntima assim.
Mas o Nacho parece não pensar igual. Ele levanta as sobrancelhas quando percebe que nossos dedos tão entrelaçados. Olha desconfiado pra ela e pra mim, ri por dentro e volta os olhos pra televisão.
—Porra! —explode o pai de novo—. Só o que faltava! O sinal se perder logo agora!
Olho pra TV e, de fato, apareceu uma risca no meio da tela. E antes que ela se agarre de novo na minha mulher, quer dizer, na minha mãe, eu levanto e mexo na antena da televisão.
—Já… já…, não, não, um pouco mais pra direita! —me guiam meu tio Fred e o pai—. Levanta mais… assim, assim…
—Já?
—Sim —responde o pai.
Soltou a antena bem onde mandaram, mas é soltar e a interferência volta.
—Segura a antena, porra, Tito! —me repreende o pai.
—Já? —pergunto, enquanto vejo o Nacho se levantar do sofá.
—Sim, já quase.
Soltou, pronto pra ir pra minha mãe, que ainda tá na mira do Nacho, mas quando solto a antena, a porra da TV volta a ter interferência.
—Não solta a antena, caralho! —me esculhamba o pai.
—Cê não acha que eu vou ficar segurando a antena o jogo inteiro, né, pai?
—E por que não? —ele reclama—. Afinal, você também tem culpa de terem cortado o serviço digital por não se oferecer pra pagar a conta.
—Mas pai!
—Mas nada, Tito, cala a boca, que não tô entendendo o que o comentarista tá falando!
E é bem nessa hora Momento em que o filho da puta do Nacho tem a brilhante ideia de falar pro pai que quer ir ao banheiro.
— Sim, Nacho, vai. Anda, Sugey, leva nosso convidado ao banheiro.
Me dá ânsia quando o pai manda a mãe fazer uma parada dessas.
— A Lucy entrou no banheiro daqui de baixo, acabei de ver ela — fala a mãe, que ficou ainda mais pálida do que antes.
— Pelo amor de Deus, mulher, então leva ele pro banheiro de cima!
— Eu levo! — grito de repente, morrendo de medo da mãe ter que sumir dentro de casa com o Nacho.
— Você fica na antena, Tito! — exige o pai.
— Não se preocupa, Lorenzo — diz o Nacho —, acho que não me perco se eu mesmo procurar o banheiro.
— Deixa, Nacho — fala o pai sem olhar pra ele, com os olhos grudados na TV —; a Sugey não vai ser tão grossa de não te acompanhar.
E no fundo da minha alma eu grito pro pai "Como você pode ser tão idiota, pai? Como você manda a mãe acompanhar o Nacho no banheiro? Você não saca que esse filho da puta talvez esteja te botando chifre, comendo a sua mulher?"
Meu olho e minha bochecha queimam quando vejo a mãe, nervosa pra caralho, levantar, passar na frente do Nacho e apontar pra escada. E eu não acredito que o filho da puta seja tão sem vergonha de ficar com os olhos nojentos dele grudados na bunda redonda da minha mãe, que marca demais na legging que ela tá usando.
— Porra! — falo baixinho, sem ninguém ouvir.
A cena deve ser ridícula; a mãe subindo a escada pra levar o amante dela pra onde ela e eu acabamos de transar, enquanto o Nacho vai atrás, olhando pra bunda dela. Enquanto isso, o tio Fred e meu pai vendo o jogo de futebol, e eu atrás da TV, parado igual um pau duro, segurando a porra da antena com as mãos, porque se eu soltar a TV chiando e não dá pra ver nada.
— Quanto tempo falta pra acabar o jogo? — pergunto pro pai, desesperado.
— Sei lá, meia hora mais ou menos, depende dos minutos que o juiz der no final.
— É tempo pra caralho! — reclamo.
— Não enche o saco, filho da puta! Os minutos parecem uma eternidade. A espera me consome. Mamãe não desce, e me dá uma raiva danada ela demorar tanto, porque só mandaram ela levar o Nacho pro banheiro lá em cima, não ficar esperando ele.
"Por que você não desce, mamãe?"
"Que porra você tá fazendo que não volta?"
"Por que você tá demorando tanto?"
"Tá segurando a pica daquele filho da puta pra ele mijar, é?"
Minhas mãos suam na antena e sinto que, se eu não for ver o que minha mãe e o Nacho tão fazendo agora, vou acabar eletrocutado junto com a antena e a televisão.
Olho pra cima e tento aguçar a audição pra escutar alguma coisa, não sei o quê, mas preciso ouvir algo. Um gemido. Um barulho. Uma respiração pesada. Mas nada. O barulho da TV é muito mais alto.
Insisto que o tempo parece uma eternidade. Feliz ou infelizmente, vinte e cinco minutos depois, o Nacho volta, sorrindo, secando as mãos na própria camisa.
— Preciso ir — diz o idiota, sem falar com ninguém em especial.
Meu pai nem olha pra ele, tá vidrado num pênalti que teve, mas o tio Fred sim, e fala, sorrindo:
— O jogo já tá quase acabando, Nacho, espera um pouco, você nem viu que os Leões fizeram um gol.
Nacho me olha com deboche, sorri, olha pro tio Fred como se quisesse dizer mais alguma coisa, e finalmente solta:
— Eu também fiz um gol.
E vai embora.
***
Não dei explicação nenhuma pra minha raiva. Não esperei ouvir os gritos do meu pai pela minha atitude. Simplesmente joguei a antena no chão e subi correndo que nem um demônio lá pra cima, com raiva, com muita raiva e decepção.
Os gritos do meu pai pela minha ousadia param porque agora é ele quem parece ter que segurar a antena pra ver os últimos minutos do jogo na TV.
Abro o banheiro e vejo a banheira, que ainda tem os vestígios da espuma e das bolhas que grudaram nos nossos corpos enquanto ela e eu fazíamos amor. Procuro entre a pia ou o lixo algum vestígio que me mostre que a mamãe e o Nacho estavam ali trepando feito dois animais selvagens. Mas não acho nada, nem um pedaço de papel com a porra daquele filho da puta.
Saio fervendo de raiva, ainda soltando fogo pelas orelhas, e vou até o fundo do corredor, onde encontro minha mãe deitada na cama, fingindo que tá dormindo, e eu não acredito que ela tenha caído tão baixo numa cena dessas, por isso grito:
— Você deu pra ele, mãe! Você deu pro Nacho!
Sugey abre os olhos, levanta a cabeça, e finge que tá sonolenta. E digo que finge porque não acredito nem fodendo que ela ficou deitada no quarto dela esse tempo todo que o Nacho sumiu do meu olhar.
— Que que foi, Tito? — A voz dela também parece sonolenta.
— Por que você fez isso, mãe?!
— Filho... não grita, que minha cabeça tá doendo...
— E enquanto o Nacho te comia não doía?
Mamãe arregala os olhos. O azul da íris dela brilha todo inquieto.
— E você não respeitou nem a própria casa! — reclamo com um nó na garganta. — Nem seu marido! Nem seus filhos! Não me respeitou, que acabei de declarar meu amor por você umas duas horas atrás!
— Do que você tá falando, filho?
— Mentirosa! Você é uma mentirosa!
Mamãe levanta, atordoada, e me diz:
— Por que você ficou assim, Tito? Por que tá me falando essas coisas tão feias?
— Ele te meteu um gol, não foi, mãe?! — não consigo segurar as lágrimas. Me sinto traído. Não acredito que ela fez uma parada dessas comigo. — O Nacho te meteu um gol, né?! E o filho da puta ainda teve a cara de pau de falar na cara dura, pra humilhar ainda mais meu pai e eu!
Mamãe continua sem acreditar, seja porque realmente não sabe do que tô falando ou porque a Sugey é uma grande atriz e manipuladora e tá fingindo que não sabe de nada.
— Tito, não sei do que você tá falando!
— Sabe sim, mãe! Onde foi? No banheiro ou aqui no seu quarto?
— Onde foi o quê, filho, pelo amor de Deus?!
— Não se faz de Faça a burra, Sugey, você sabe muito bem! Você transou com o Nacho! Fez isso depois que você e eu…! Depois que…! Você é perversa, Sugey! Você é extremamente perversa! Você dormiu com seu próprio filho só pra tampar o sol com a peneira! Pra eu não desconfiar que entre você e o Nacho…! Porra, mãe!
Mas sinto uma dor tão forte no peito e nos meus sentimentos que decido deixá-la no quarto dela e me tranco no meu.
—Tito, vem!
Mas não ligo pra ela.
Ela nem tenta vir me buscar. Não tem como se defender. Não tem justificativa. E tenho certeza de que não vai me procurar até ter planejado o que fazer ou o que me dizer pra se justificar. Pra me convencer. Mas dessa vez não vai conseguir, nem mesmo porque eu a amo tanto.
Não vai me convencer. Mamãe tem um amante, e é o Nacho. E esse amante comeu ela essa noite enquanto todo mundo estava na sala.
E não teve respeito por ninguém, nem por ela mesma. Essa pontada que sinto no peito é mais forte do que a que senti quando vi a Alicia se pegando e se beijando no baile com meu melhor amigo, o Julián.
Coloco um travesseiro na cabeça e deixo a fronha limpar as lágrimas que escorrem dos meus olhos.
Isso não pode estar acontecendo comigo.
***
À meia-noite, acordo com muita sede e desço até a cozinha pra encher minha jarra de água. Arrasto os pés e ajo em silêncio. Ainda estou magoado e muito triste com tudo o que aconteceu.
Acabei de viver o dia mais lindo da minha vida, porque minha mãe finalmente se entregou a mim como mulher, e nós dois fizemos amor, entre beijos apaixonados, carícias lascivas e penetrações eróticas.
Mas também foi o pior, porque tenho quase certeza de que acabei de confirmar que o Nacho e a Sugey são amantes. Mas isso não é o pior, é que eles transaram na minha própria casa. No banheiro ou no quarto da mamãe e do papai. Embora isso eu ainda não possa garantir.
—Tito, Tito! —ouço a voz da minha irmã Lucy, que eu não tinha visto. Desde que chegou com o pai, o tio Fred e o Nacho, pra depois se trancar no quarto sem sair, exceto quando foi no banheiro, motivo pelo qual o amante da minha mãe teve que subir pro segundo andar.
Tô muito estranhado da louca da minha irmã me abraçar com tanta tristeza e força.
— Lucy? O que cê tá… fazendo? — fico preocupado, deixando a jarra no balcão da cozinha.
Isso é muito estranho pra mim porque minha irmã Lucy nunca teve nenhuma demonstração de carinho comigo.
— Eu sei que você não me ama, Tito — ela chora, escondendo o rosto no meu peito —, eu sei que me odeia, que pra você sou uma insuportável, uma chata e uma odiosa, mas você tem que me ajudar! Sério, você tem que me ajudar!
Tento afastar ela pra olhar nos olhos dela. Parece que ela tá chorando, e ver ela assim me assusta pra caralho.
— Olha, Lucy, Lucy, como é que eu não vou te amar, se você é minha irmã, sua louquinha? — falo sincero, sabendo que eu também nunca fui carinhoso com ela nem soube demonstrar afeto —. O que acontece é que a gente sempre se estranha, mas isso não quer dizer que eu não te amo… Eu te adoro, minha princesa, te adoro.
Beijo a testa dela pra confirmar meu carinho, envolvo ela nos meus braços e ela enxuga os olhinhos azuis. Será que eu fui tão mal irmão a ponto de dar a impressão pra Lucy de que a odeio?
— Eu também te amo muito, irmãozinho, mesmo que nunca demonstre.
— Porra, Lucy! Você tá tremendo, o que cê tem?
— Vem, Tito, não é seguro falar aqui, vem pro meu quarto!
Lucy me puxa pela mão e me leva pro quarto dela, que é o único que fica no primeiro andar. Angustiado com o que ela vai me dizer, vejo ela fechar a porta e depois me pedir pra sentar na cama, onde ela logo se deita.
— Lucy, o que cê tem? Cê tá estranhíssima!
— Medo! É isso que eu tenho, Tito, medo!
O abajur da mesinha dela tá aceso, e a luz bate direto no rostinho corado e nos olhos grandes e azuis dela… que me lembram ela… a nossa… mãe.
—Medo de quem? —engulo saliva, quando percebo que a Lucy tem a mesma boca carnuda que a mãe; o mesmo formato macio, avermelhado, o mesmo tom de pele, o mesmo olhar.
—Do Nacho, aquele homem que esteve aqui em casa hoje à noite, quer... quer machucar a Sugey!
Meus olhos viram duas bolas de golfe. De onde caralhos a Luciana conhece o Nacho?
—Que porra é essa, Lucy?
—Ele me disse! O Nacho me disse!
Ela limpa as bochechas, e quando faz isso, os antebraços juntam os peitos dela involuntariamente por baixo do pijaminha rosa e eu vejo como eles são grandes. Os dois peitos ficam levantados, e quando ela solta, vejo como as duas mamas redondas e carnudas quicam no peito dela.
Engulo saliva e meu coração acelera.
Quando foi que cresceram tanto, porra? Quando foi que minha irmãzinha virou mulher? Quando foi que o olhar dela pegou o tom da minha mãe? Como é que eu não percebi que a Lucy já não é mais tão lisa como antes, quando eu chamava ela de “tábua com olhos”, e que aos dezesseis, quase dezessete, ela já é uma mocinha com cintura larga, bunda e peitos grandes?
Tento me controlar e investigar mais sobre o que a gente tá falando.
—De onde caralhos você conhece aquele filho da puta?
Os olhos inocentes daquela garota que parece uma bonequinha de porcelana de peitão, tipo desenho animado de hentai, começam a lacrimejar, mas ela não me diz nada, e eu não forço, porque ela tá claramente apavorada.
—Calma, irmãzinha, calma —passo a mão nas bochechas dela, só pra sentir que a pele dela é tão macia e delicada quanto a da nossa mãe—. Vem, deita aqui.
Eu me arrumo mais na cama e faço ela descansar a cabeça no meu colo, fazendo com que a cabeça loira dela fique bem em cima da minha virilha.
Nessa posição, lembro do dia em que a mãe também deitou a cabeça no meu pau e eu agarrei um dos peitões enormes dela pela primeira vez. E me deixo hipnotizar pela boca rosada dela, que tá entreaberta. E imagino que, igual à mãe, ela tem a mesma cor na... dobras vaginais.
Não consigo evitar sentir uma ereção que levanta um pouco a cabeça, e o tesão me nubla.
—Porra —sussurro assustado.
Lucy continua dormindo, com as mamas fartas balançando dentro da blusinha cada vez que ela se mexe.
—Você é tão parecida com ela, porra —digo, enquanto meus dedos acariciam a maciez das bochechas rosadas dela.
E lembro das bundas da minha mãe entre minhas mãos, quando apertava e afundava os dedos até eles sumirem.
—Com quem? —ela responde, e eu me assusto, porque não tinha percebido que ela já tinha acordado.
—Com a mamãe —sorrio, me perdendo nos olhos azuis dela.
—Ué, com quem você queria que eu parecesse, seu macaco? —ela diz rindo—, com a dona Marta, a gorda da venda da esquina?
Não digo nada, só sorrio. Na verdade, olho para os lábios carnudos dela, e lembro do jeito que a mamãe me beija. Com a vontade que eu tava de que a mamãe chupasse minha pica. Ela, com aquela sensualidade e experiência, com certeza me deixaria seco, completamente esgotado de tanto sexo.
—Por que você tá me olhando assim, Tito?
—Assim como?
—Assim, que nem uma puta atropelada.
Por que eu vejo na Lucy a safada da minha mãe?
Preciso me acalmar. Se já é doentio pra caralho que meus desejos sexuais pela minha mãe tenham brotado do nada, tudo vai ficar muito mais sombrio e perverso se eu começar a ver minha irmã com esses mesmos olhos tarados. Então suspiro fundo e me obrigo a não pensar nela desse jeito. Além do mais, ela ainda é muito novinha.
Com a mamãe já basta. De qualquer forma, pelo pouco que essa menina me disse, me dá esperanças de que não tenha rolado nada de ruim entre o Nacho e a mamãe. Uma coisa é ter algum flerte entre ele e minha mãe, outra é esse idiota se meter com minha irmã, que ainda é menor de idade.
E se a mamãe está sendo coagida pelo Nacho com algum tipo de chantagem, então eu vou agir, vou defender ela. Não vou deixar esse pedaço de merda machucar nem minha mãe nem minha irmãzinha.
—O Nacho não vai machucar ninguém, tá? —eu prometo—, nem pra você nem pra mamãe.
—É que você não ouviu ele falar daquela vez, maninho. O Nacho é perigoso.
Daquela vez? É evidente que a Lucy já teve contato direto com ele, e isso me preocupa pra caralho.
—Eu vou proteger vocês duas, tá? Vou proteger minhas duas mulheres.
—Você? —ela duvida, e isso me indigna.
—Por mais que duvide, loirinha. Enquanto isso, é hora de dormir.
—Não! —ela se senta e me olha suplicante.
—Não o quê, doida?
—Não vai embora!
E ela se joga nos meus braços. O problema não é que ela me abrace pela segunda vez desde que me lembro, mas que eu tô sentindo a dureza dos dois peitos dela no meu peito.
—Lucy, já é noite —lembro ela, morrendo de vontade de sair correndo dali.
—Você pode ficar comigo esta noite, Tito?
—Hã?
Isso não pode estar acontecendo comigo. Eu não quero sentir esses desejos. Não com ela. Não com a minha irmã, porra. Não posso e não devo, mas essa menina não facilita nada. Agora que os peitos dela estão colados no meu peito.
—Por favor, por favor, por favor, maninho, tô com medo e não quero ficar sozinha!
Respiro fundo enquanto ela se esfrega em mim. Quem dera não fosse eu o cara tendo uma ereção sentindo o atrito e a dureza das tetonas dela no meu corpo.
—Mas Lucy, odeio dormir no chão! —tento achar uma entre mil desculpas pra não ficar com ela.
—O quê? Não, idiota, quero que você durma comigo, na minha cama.
Porra!
—Só hoje, maninho, sim?
E eu caio rendido aos pedidos dela.
Entre as persuasões calculadas da Sugey e da Luciana... Não sei como sobrevivo nessa casa!
—Tá bom... tá bom, maninha... esta noite... eu fico aqui, com você, na sua cama. Mas só hoje.
***
Faz calor, então não precisamos dormir cobertos com nenhum lençol. Na verdade, a temperatura subiu tanto que lá pelas 2 da manhã a Lucy (sem saber que eu tava acordado) teve que levantar pra colocar algo mais leve.
“Porra”
Vi pelas frestas dos meus Olhos semicerrados, a Lucy tirando o pijama de algodão.
De repente ficou só de calcinha, e eu fiquei seco ao perceber que ela é mais bunduda do que eu imaginava. A calcinha dela é pequenininha e a parte da frente, mais fina, afundava na bucetinha dela. Notei, engasgado e com um pau duro pra caralho, que na idade dela, as pernas dela foram ficando mais torneadas de um jeito generoso. A bunda dela é bem empinada e redonda, e o quadril dela tá alargando pra caralho. Mais um tempinho, e tenho certeza que ela vai pegar o corpo da minha mãe.
E que Deus nos livre!
Os abajures deram na pele dela uma beleza bem fresca e gostosa. Branca e rosada.
Mal consegui distinguir quando ela tirou a blusona e ficou só com uma regata rosa bem fininha que mal segura os peitões dela.
E agora aqui estou eu, tentando dormir de lado enquanto minha irmã já dorme há um tempão, de conchinha, virada pra mim, com o sutiã rosa e fininho deixando transparecer a dureza dos biquinhos, e os dois peitos se apertando um no outro.
Consegui pegar no sono, mas acordei há pouco quando senti a mão da minha irmã acariciando meu volume.
Porra!
Abri os olhos de repente, assustado.
O pior é que eu não soube como reagir. Já é foda pra caralho a sua própria mãe passar a mão no seu pau, imagina a sua irmãzinha, que ainda é mais nova que você, aí tudo piora.
— Paulo... — ela sussurrou sonhando, enquanto uma das mãos dela esfregava meu pau duro que pulsava por baixo da cueca, e eu tentando me mexer pra não acordar ela, e assim evitar que ao abrir os olhos ela se assustasse ao saber o que estava apertando —... Ah, Paulo...
Paulo deve ser o namorado dela, não tem outra. Os gemidos dela têm um tom de puta igual ao da Sugey, por isso fiquei louco.
— Shhhh — tentei ninar aquela menininha safada que apertava as coxas bonitas dela como se estivesse num sonho molhado onde ela e o tal Paulo eram os protagonistas. protagonistas—… Lucy, minha princesa, dorme…
Nós dois nos viramos na cama, eu me afastando dela e ela tentando se esfregar em mim, que já tinha a cueca molhada pelos líquidos que saíam da minha glande. Os peitos enormes dela se mexeram dentro do sutiã pra caralho, por isso as bordas das aréolas salmão apareceram entre as costuras.
Porra.
E assim eu aguento esse tormento até ela ficar parada, com a mão apertando o comprimento da minha pica, e desse jeito, sem poder fazer mais nada, com uma ereção dura, eu durmo.
***
Não sei por que me importo com o que minha mãe poderia pensar ao me encontrar dormindo na cama da minha irmã, mas me importo, mesmo que ela não mereça.
A Lucy está do outro lado da cama… e eu estou com o pau pra fora! Que horas eu tirei ele?
Tremo, pulo da cama e saio do quarto da minha irmã, indo pro meu, onde, sem acreditar, encontro minha mãe sentada, vestindo um robe de cetim prateado, o mesmo que ela usava na primeira noite que chupei os peitos dela.
— Onde você estava? — ela me pergunta.
Odeio que ela esteja no meu quarto, assim desse jeito tão gostosa, com o robe entreaberto, me mostrando metade dos mamilos, e o começo das aréolas enormes, que brilham com a cor salmão. E ainda odeio que ela se ache no direito de exigir explicações.
— Por aí — respondo seco, indo pro armário, onde pego uma toalha pra tomar banho.
Depois vou até a Elvira, vou me desculpar por ter deixado ela na mão e vou dar a foda da vida dela. Tô muito puto, mas dessa vez a mamãe não vai levar o prêmio. Tenho que castigar ela até descobrir a verdade.
— Onde é “por aí”?
Não respondo. Procuro umas cuecas pretas limpas e umas meias.
É cedo, o papai com certeza ainda tá dormindo, mas a mamãe já tem um batom vermelho fosco nos lábios grossos e os olhos dela brilham, mais azuis que o normal.
— Onde é por aí, filho? — ela pergunta de novo.
Quando já tenho Minhas coisas na mão, olho pra ela.
Ela continua sentada. Não usa nada por baixo do roupão de cetim. É só ela e a nudez dela. Só aquela loira majestosa e os peitões enormes dela caídos no peito e, com certeza, a buceta entreaberta por baixo do roupão.
— Você não responde minhas perguntas, mãe, então eu não vou responder as suas.
Mamãe arqueia as sobrancelhas, descruza os braços e apoia as mãos de cada lado da cama. Com esse movimento, o roupão dela se abre e um dos peitos obesos fica nu. Vejo ele grande, brilhante, gordo, pendurado no peito dela. O bico tá durinho, e me dá vontade de morder, porque parece um moranguinho.
Engulo seco, e mamãe suspira, sedutora. Ela morde o lábio inferior e abre as pernas. O roupão desliza pelas coxas dela e vai se abrindo aos poucos. Ela sabe que eu tô olhando. Que o peito nu dela é uma tentação forte demais pra mim.
A juba longa e dourada cai pelas costas dela, e meu pau tá pulsando dentro da calça, que vira uma barraca de acampamento do nada. Na minha idade é fácil ficar excitado, e mamãe percebe.
— Vou tomar um banho — falo, com a voz sumindo.
— Você quer ir, querido, mas seu pinto diz outra coisa.
— Porra, mãe! — falo, indo em direção à porta.
Mamãe levanta, os peitos balançam, e ela para na porta antes de mim.
Ela coloca a mão no meu queixo e a outra leva até minha virilha, onde aperta, e eu pulo, assustado.
— Nacho não significa nada pra mim, meu amor — ela diz.
— Você sempre mente, mãe.
Não terminei de falar aquilo quando o roupão dela cai no chão. Mamãe tá nua na minha frente. Dois melões enormes de carne balançam, volumosos. Os bicos tão inchados, ansiosos pra alguém morder.
— Sabe, filho? Essa noite não consegui dormir.
Eu tô agitado. Me agarro na toalha e na cueca que seguro nas mãos, enquanto minha mãe esfrega meu pacote duro com um jeito provocante.
— A consciência pesando, né? — falo engasgado, vendo os dois peitões dela balançando a cada Cada vez que ela se mexe.
—Sim, Tito. A consciência me atormenta.
O cabelo loiro da mamãe a faz parecer selvagem, sedutora, sensual.
—A história do Nacho não te deixa dormir — acuso, fingindo que não sinto o formigamento que a mão dela provoca ao esfregar meu volume.
—O Nacho não tem nada a ver com isso tudo, Tito.
Sei que, se a mamãe chegar um pouco mais perto, os mamilos dela vão tocar minha camisa, e eu vou querer tirá-la, porque não há nada mais sensual do que sentir os mamilos duros da sua mãe se roçando na sua pele quente, te queimando.
—Então quem? — pergunto sem fôlego.
—Você, meu love. Você, que é meu menino. Não conseguia dormir pensando no que fizemos ontem, aqui no seu quarto, depois na banheira. Não consegui dormir pensando em como gostei do que fizemos, e em como desejo que a gente repita.
—O quê? Não!
A toalha e minha cueca tremem nas minhas mãos. Mamãe morde o lábio inferior e sua expressão safada me mata.
Ela me diz, sedutora:
—Mamãe se tocou a noite inteira pensando na pica do próprio filho, sabia?
—Mamãe… por favor…
Não posso ceder aos encantos dela. Não posso! Mas ela é uma gostosa. Ela é linda, muito linda!
—Mamãe ficou toda molhada a noite inteira, pensando em como quer que o pau do seu bebê se enterre dentro dela mais uma vez, pra bater na bucetinha dela bem forte, até arrancar muitos orgasmos.
—Mamãe, já chega!
Minha toalha cai no chão, junto com minha cueca. Meu peito bate forte, e mamãe não para de esfregar meu pau.
—Mamãe quer a pica do filho dentro da sua rachinha quente, love… — ela sussurra.
E eu vejo os peitos dela vibrarem.
—Não vou cair dessa vez, mãe, não vou!
Ela mostra a língua molhada e passa no contorno dos lábios.
—Você acredita, meu love, que entre eu e o Nacho não tem nada?
—Mamãe… não…!
Ela aperta mais forte meu volume e gruda ainda mais em mim. Os mamilos dela já roçam minha camisa, e a língua dela serpenteia sobre meus lábios. Cheira a mãe safada, a mulher. Sedutora, a mulher malvada.
— Quer me foder agora mesmo, meu filho, aqui, no seu quarto? Quer fazer amor com a mamãe, enquanto seu pai e sua irmã dormem nos quartos deles?
— Huuuum!
— Me apalpa, meu filho… toca na minha umidade, entre minhas pernas, que eu tô muito quente. A mamãe tá queimando por dentro… a mamãe quer que o bebê dela a penetre… mas antes quer que você beije e chupe os lábios da minha buceta, vamos fazer amor, meu filho lindo?
— Mamãe… não…!
Já não aguento mais, tô tremendo pra caralho. Meu pau pulsa e quer explodir.
— Quer que eu chupe ele, amor? Quer que a mamãe chupe o pinto do bebê dela?
Fecho os olhos, arrepiado, quente, e vejo minha mãe se ajoelhar, abrir minha calça, tirar meu pau duro devagar, e os olhos azuis dela brilhando de tesão, me observando, enquanto ela abre a boca, mostra a língua molhada e pousa na minha cabecinha sensível, que dá um pulo com o contato.
— Antes eu te amamentei com meu leite, meu bebê — ela lembra com um sorriso sedutor. — E hoje… vai ser o filho que vai amamentar a mãe…
— Hooooh… mamãe… não…!
Vejo os lábios carnudos dela se aproximando do meu pau, que babaca de tesão.
— Sim, meu amor — ela diz, enquanto a vista é imbatível, porque os peitos dela parecem muito maiores com ela ajoelhada entre minhas pernas —, vou tirar todo o seu leite, filho, e vou comer ele.
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CONTINUA
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2 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 13