Tudo começou quando eu estava no meu quarto às 3 da manhã, me masturbando vendo umas bundas na internet até que gozei, deixando meu esperma escorrer, e fui dormir. Mas eu ainda não estava totalmente dormindo quando ouvi a porta do meu quarto abrir. Não dei importância, porque pensei que era minha mãe, que às vezes dá uma voltinha pra ver se tá tudo bem. Mas a surpresa foi quando levantaram o lençol e eu estava com a cueca cheia de porra da punheta que tinha acabado de bater. Não quis falar nada e só fiquei com os olhos semiabertos, e percebi que era minha irmã. Ela começou a limpar o esperma do meu pau com a boca dela.
Quando ela terminou, me cobriu de novo com o lençol e foi embora. No dia seguinte, fui com a minha irmã e falei que tinha percebido o que ela tinha feito. Ela ficou muda por um tempo, mas depois me disse que fez por curiosidade, e falou que queria experimentar com meu pau. Eu disse: "Você é louca? Somos irmãos, não podemos fazer isso". Aí ela respondeu que não tinha problema se a gente trocasse de corpo, disse que tinha visto um ritual satânico pra trocar o corpo de duas almas. Depois que ela explicou tudo, eu aceitei, mas só por curiosidade mesmo, queria saber como era ser mulher por um dia. Então começamos o ritual: só precisávamos deixar cair uma gota de sangue cada um num copo com água e falar uma frase. Quando terminamos a frase, a água do copo de cada um começou a esquentar, mas não muito, tipo um café. Aí minha irmã me deu o copo dela e eu dei o meu pra ela. Cada um bebeu a água e fomos dormir. No dia seguinte, acordei e a primeira coisa que vi foram uns peitos lindos na minha frente. Fiquei muito nervoso, porque quando me vi no corpo da minha irmã, me senti bem desconfortável. A roupa dela deixava tudo à mostra, tinha um decote que mostrava tudo, um shortinho lycra que deixava ver as coxas e a buceta bem marcada. Me senti bem envergonhado.
Mas ela me implorou bastante pela experiência que ela queria. Quando fui pro quarto dela, notei que já não era mais o quarto da minha irmã, tinha várias coisas empoeiradas, parecia um cômodo tipo depósito. Aí saí correndo pro quarto dos meus pais, mas enquanto fazia isso, sentia meus peitos pulando, igual minha bunda.
Quando abri a porta do quarto dos meus pais, perguntei pela minha irmã ou irmão, já que a gente tinha trocado de corpo. Eles me responderam: "Que irmão, sua idiota? Você é filha única." Ficaram putos e mandaram: "Fecha a porta, a gente quer continuar dormindo." Fiquei tonto e meio em choque com aquela resposta. Aí fui investigar o ritual e percebi que tinha umas linhas extras, que diziam: "No momento em que as duas almas tomarem a água, uma vai pro inferno como pagamento por ter feito o ritual." Deduzi que, por causa da safadeza da minha irmã, ela não leu essas linhas extras que vinham no ritual.
Mas depois de uma semana no corpo dela, comecei a me sentir muito mal. Quando saía pro supermercado, todo mundo me olhava, tentando abusar de mim por causa do físico do corpo da minha irmã. E o pior é que ela só tinha roupa provocante. Odiava o assédio, os olhares, os insultos, as mãos dos homens me apalpando. Mas fui me acostumando.
Não fazia muito tempo que eu tinha tomado o corpo da minha irmã quando meu amigo chegou e me pediu um favor. E, pô, era meu melhor amigo, então aceitei ajudar ele a se dar bem com a família dele. Isso me levou a me vestir pra ocasião, mas esse corpo tem umas tetas enormes. Me senti uma gostosa, peguei a roupa da minha irmã e a roupa dela ficou muito apertada. Meu decote balançava quando eu andava e minha bunda mexia igual gelatina. Meu amigo ficou chocado com minha aparência, não parava de olhar pros meus peitos.
Me apresentei como Yami e fiz de tudo pra fingir. Os pais dele eram adoráveis, a mãe era muito gentil, mas o pai já chegou dando em cima desde o começo, e ainda percebi de canto de olho que ele olhava pra minha bunda de vez em quando. E não só dando em cima, eu sempre sentia o olhar dele em mim. Mas não me senti mal com isso; na verdade, eu gostei. Meu amigo não tava me dando atenção nenhuma, eu só tava ali enquanto ele passava tempo com os irmãos dele. O pai dele aproveitou esse momento perfeito pra puxar papo comigo. Foi muito doce, perguntando sobre meus interesses e essas coisas. No fim, a conversa virou pra mim. O pai dele achava que o filho Jeysson não era um namorado lá muito bom, me deixando sozinha daquele jeito. Notei que os olhos dele não paravam de olhar pros meus peitões, e eu me senti excitada com esse corpo e esses hormônios... Então pedi se podia usar o banheiro, ele disse: "Claro, fica no segundo andar, vem que te acompanho." Quando eu tava subindo a escada, virei pra trás pra perguntar pra que lado era o banheiro, ele disse: "Pra esquerda." E foi aí que percebi que, enquanto eu subia, ele tava de olho fixo na minha bunda.
Bom, então entrei no banheiro, me arrumei um pouco e saí. Mas quando saí, ele estava lá esperando, pegou minha mão e me levou pra um quarto vazio. Eu segui ele, perdida no charme desse homem. "O que você vê no meu filho?" ele me perguntou. Eu disse que não sabia. "Você é uma garota tão gostosa e ele é um perdedor." Aí eu falei: "Bom, ele é um garoto bonitinho e eu gosto de ficar com ele." De repente, ele me beijou e me empurrou pra baixo, e eu fiquei de joelhos. E foi assim que começou a nossa história. Sinceramente, fiquei pasma com a pica enorme do pai dele.
O meu não era tão grande e sei que o seu também não. Meu coração batia forte, não devia estar fazendo isso, sou um garoto — como é que cheguei tão longe? Só tinha que fingir ser a namorada do meu melhor amigo — falei pra mim mesma. "O que você tá pensando, bebê?", ele disse enquanto eu olhava pro nada e, quando voltei à realidade, vi aquilo e falei: "Ai, meu Deus, é enorme!", respondi distraidamente. Ele disse: "Maior que o do meu filho perdedor". Respondi de volta: "Muito maior", sorri, decidindo que, por que não? Ele não era realmente meu namorado, então me deixei levar. "Mostra pro papai o quanto você gosta dessa piroca grande dele." Fiz o que ele pediu, ele segurou meu cabelo enquanto eu fazia. E então chupei ele. E amei. Adorava ser dominada por aquela piroca enorme, chamando ele de papai.
Enquanto eu tinha a pica enorme dele na minha garganta, a única coisa que ouvi foi a porta se abrindo e meu amigo entrando. Tirei a pica da boca e não falei nada, mas o pai dele disse: "Fecha a porta, filho, tô ocupado".
Com o que ele só ficou puto, mas não foi embora. E nisso, o pai dele me puxou pelo cabelo e me fez engolir o pau dele de novo.
Deveria ter sentido vergonha, mas a única coisa que consegui fazer foi obedecer e ver meu amigo me olhando de joelhos, me afogando na pica do pai dele. Isso me excitou ainda mais, eu estava tão humilhado, até que ele foi embora e por um momento me senti mal por ele, e provavelmente tenho muito o que compensar depois, mas que se dane, estou escorrendo fluidos de tão tesuda que fiquei. Mas essa foi a primeira vez que me senti mulher em todo esse tempo. "Deixa eu ver essas tetonas", ele disse, e logo em seguida estava chupando elas, muito gostoso, a língua dele era mágica, eu gemia que nem uma puta, estava em êxtase.
Aquele dia foi o primeiro de muitos... Naquela noite, meu amigo tentou me cobrar pelo que fiz com o pai dele. Olhei bem nos olhos dele e falei: "Primeiro, você e eu não somos nada. Segundo, você não tem coragem de me tratar como seu pai tratou. E terceiro, você é um perdedor." Nos dias seguintes, passei o tempo com o pai do meu amigo, sempre que voltava pra casa com a buceta molhada e os peitos cheios de porra.
Numa quinta-feira, tava indo andando pra minha casa, vestida bem provocante, com uma legging super colada e uma blusa decotada sem sutiã que deixava meus bicos marcados. Era umas 9:30 da noite e tava a uma quadra mais ou menos de casa quando, de repente, um carro para e um cara fala: "Ei, magrinha". Eu olhei pra ele, e o cara fez um sinal pra eu chegar perto. Fui ver o que ele queria, e aí ele disse: "Tô procurando a rua San Martín, você conhece?" Eu respondi: "Claro, é a que fica na—" não consegui terminar de falar o endereço porque ele sacou uma pistola. Depois mandou eu entrar no banco de trás. Eu recusei, mas ele disse: "Ou sobe ou leva um tiro". Saí correndo, mas me alcançaram. O cara desceu, me pegou e me colocou no carro. Aí passou alguma coisa no meu rosto e eu apaguei.
Acordo num quarto com muita luz, não consigo enxergar direito. Não tô me sentindo bem, parece que fui drogada. Ainda não consigo distinguir o que tá ao meu redor. Acho que tem alguém do meu lado e uns caras mais pra lá, mas não dá pra ver. Não tenho forças pra continuar assim, então dormi de novo.
De repente, acordo. Já me sinto um pouco melhor e consigo enxergar bem, mas não sei onde tô. A última coisa que lembro é que tava dando um endereço e depois, não lembro de nada. Quando tava pensando nisso, um cara entrou no quarto e falou: "Que bom que acordou, putinha". Fiquei apavorada e perguntei o que tava fazendo ali. Tentei me mexer, mas levei um susto: tô amarrada de pés e mãos, e ainda não tenho força suficiente pra me soltar, porque ainda não tô bem. O cara disse que eu era uma putinha muito gostosa, mas que agora pertencia ao patrão dele. Falou que em algumas horas iam me levar pra ele. Quando recusei, apontaram uma pistola na minha cabeça. Fiquei com medo e no fim aceitei. Me colocaram num carro e no caminho, o que parecia ser o líder disse que era um traficante e que o chefe do cartel é quem mandava. Ele falou que essa à noite, eu ia satisfazer ele, mas me assustei, pensei que iam me estuprar. mas ele disse que iam me pagar, me senti uma puta depois que ele falou isso. quando me levaram pra mansão dele, me colocaram no quarto e me deixaram sozinha com ele. eu tava com um decote e uns shorts, e o velho tarado gostou, porque vi como o pau dele ficou duro. e tenho que admitir, era de bom tamanho.
Fiquei toda arrepiada quando o velho começou a tirar a pica, já tava bem dura e enorme. Fiquei nervosa, ele se aproximou, passou a mão na minha bochecha e depois me deu um tapa com a pica, falando que ia meter no meu cu. Na mesma hora, pedi pra ele não fazer nada, e ele perguntou se eu tava vendo toda aquela gente armada espalhada pela mansão. Aí me deu duas opções: ou deixava ele me estuprar, ou nunca mais transava com ninguém. Entendi o recado, e ele continuou com a pica na minha cara.
Quando, de repente, ele colocou bem nos meus lábios e eu abri a boca até que entrou tudo.
Tinha um cheiro de urina e um gosto horrível, mas mesmo assim comecei a chupar ela bem gostoso, deixando ele feliz.
Ainda tava muito nervosa, tava chupando a pica enorme dele e excitando pra caralho o velho filho da puta, e como ia ter que transar e ganhar uma grana boa, tinha que fazer direito, porque pensei em ser a puta mais gostosa possível pra fazer esse velho gozar rápido e me deixar ir. Então chupei com vontade, e o velho tava quase de olho virado e gemendo igual um louco enquanto eu engolia quase toda a vara do filho da puta.
E depois de um oral, o velho tarado me pediu pra tirar a roupa. Eu tava tirando a roupa bem devagar, quando tava tirando o sutiã...
Ela se jogou em cima de mim, chupando meus peitões enormes, sentia como ele curtia, parecia um maluco sedento.
E puxando meu cabelo, me colocou de quatro em cima da cama dele e, quando eu tava de quatro, o velho arrancou minha meia-calça.
E aí ele começou a me dar umas roçadas com o pau dele na minha buceta, puxando meu cabelo, me chamando de puta, quando do nada senti a cabeça do pau dele começando a entrar devagar na minha buceta e, de repente, o desgraçado meteu tudo até o fundo.
Gemi com força e o pau dele ficava cada vez mais duro, já começava a doer minha buceta, mas eu precisava ser forte e aguentar até o fim.
Eu não podia acreditar que, com o corpo da minha irmã, eu tava dando a bunda pra um velho traficante safado. Depois de meter muito na minha buceta, ele disse que ia enfiar no meu cu. Óbvio que eu recusei, e o velho, ao ver que eu disse não, me deu um tapa bem forte e falou que eu seria castigada por isso.
O velho voltou pra trás de mim, eu pensei que ia me penetrar com muito mais força, quando de repente sinto a dor mais atroz que já senti na minha vida, o filho da puta meteu o pauzão dele no meu cu.
Me ardia pra caralho, e a dor era insuportável, além disso ele me metia como um animal, a dor era imensa, comecei a chorar de dor e a gemer muito enquanto minha bunda tremia cada vez que o velho enfiava a pica. Pra minha sorte, o velho tarado estava tão excitado que gozou no meu cu, senti o jato de porra entrando na minha buceta do rabo, era algo quente e grosso.
O velho chegou e me deu um tapão na bunda e disse que eu podia ir embora.
E aí eu dei o cu pra um traficante que me deixou com o cu dolorido, saí de lá mancando e sem grana, mas bem comida. Aí fui andando com as pernas ainda tremendo, já era tarde e eu não sabia onde tava, resolvi continuar andando até encontrar alguém pra perguntar onde eu tava e como voltar pra casa. Por sorte, tinha um cara num beco, não me passou confiança, mas era minha única esperança, então cheguei perto e contei minha situação. Por sorte ele me ajudou e me disse como voltar, até me acompanhou umas quadras. Depois de um tempo andando, ele falou que até ali ia me acompanhar, e eu agradeci por tudo. Quando me virei pra ir embora, o cara passou a mão na minha buceta e disse "tchau, puta".
Mas não falei nada e, como gesto de agradecimento por me ajudar, falei: "Ei, se quiser, pode me comer aqui em algum lugar." Ele ficou surpreso, mas rapidamente me levou correndo pra um lugar escuro e começou a me apalpar, mesmo eu tendo dito que já tava meio molhada.
Ele não liga pra mim, depois de apalpar meus peitos e minha bunda, ele falou "agora sim, puta, vira de costas", eu obedeci e ele me comeu, e como a puta que eu sou
Comecei a gemer, mas bem baixinho pra não chamar atenção. O cara tava super excitado com a bunda enorme da minha irmã, que tremia a cada metida.
Começou a me foder mais rápido e gozou em 2 minutos
Mas isso não era tudo, ele me mandou ajoelhar e limpar a pica dele de todo o sêmen que tinha.
Quando ele veio sozinho, só disse obrigado e foi embora. Quando voltei pro meu caminho, tive a sorte de que, uns 10 minutos depois, um carro me abordou e perguntou pra onde eu tava indo sozinha naquela hora. Falei que tava indo pra casa, que vinha de uma festa. Ele, muito gente boa, disse: "Sobe aí, te levo.
Aceitei, subi e começamos a conversar um pouco. Ele era um senhor de uns 35 anos, me disse que já estava solteiro há um tempo e que tinha que sustentar dois filhos e uma filha, por isso trabalhava de manhã, descansava à tarde e fazia meio turno à noite. O cara parecia acabado de tanto trabalhar. Aí eu falei: "Ei, sabe o que ia te ajudar a não ficar tão estressado?" Ele perguntou: "O quê?" E eu respondi: "Bom, eu podia te dar um boquete, se quiser." Ele ficou calado, sem saber o que dizer. Aí eu completei: "Pode considerar como um agradecimento por me levar em casa." Ele aceitou, com uma cara meio confusa. Eu comecei a puxar a rola dele pra fora.
E eu já tava me sentindo uma puta, mas também me sentia meio mal porque era o corpo da minha docinha irmãzinha que tinha sido estuprada umas horas atrás por um velho tarado e agora tava fazendo essas coisas de puta de rua. Mas segurei esses sentimentos e comecei a engolir a rola. Ela tava meio salgada, mas não liguei. O cara tava curtindo o boquete que eu tava dando até que ele não aguentou mais e soltou todo o esperma na minha cara e nos meus peitos.
Depois que o cara me encheu de porra, me olhei no espelho do carro e vi a carinha inocente da minha irmã toda melada de leite, agora eu era uma putinha.
Quando finalmente tava perto da minha casa, pedi pra ele me deixar ali por segurança e privacidade, não queria que ele soubesse onde eu morava. Me despedi dele e ele foi embora. Eu finalmente entrei em casa e, por sorte, meus pais tavam dormindo. Fui direto pro chuveiro e, quando tirei a calcinha, escorreu um pouco de sêmen da minha buceta. Meus peitos tavam limpos, mas com cheiro de porra. Aí tomei banho, me troquei e dormi... (Vou trabalhar na segunda parte, só me deem um tempinho).

Quando ela terminou, me cobriu de novo com o lençol e foi embora. No dia seguinte, fui com a minha irmã e falei que tinha percebido o que ela tinha feito. Ela ficou muda por um tempo, mas depois me disse que fez por curiosidade, e falou que queria experimentar com meu pau. Eu disse: "Você é louca? Somos irmãos, não podemos fazer isso". Aí ela respondeu que não tinha problema se a gente trocasse de corpo, disse que tinha visto um ritual satânico pra trocar o corpo de duas almas. Depois que ela explicou tudo, eu aceitei, mas só por curiosidade mesmo, queria saber como era ser mulher por um dia. Então começamos o ritual: só precisávamos deixar cair uma gota de sangue cada um num copo com água e falar uma frase. Quando terminamos a frase, a água do copo de cada um começou a esquentar, mas não muito, tipo um café. Aí minha irmã me deu o copo dela e eu dei o meu pra ela. Cada um bebeu a água e fomos dormir. No dia seguinte, acordei e a primeira coisa que vi foram uns peitos lindos na minha frente. Fiquei muito nervoso, porque quando me vi no corpo da minha irmã, me senti bem desconfortável. A roupa dela deixava tudo à mostra, tinha um decote que mostrava tudo, um shortinho lycra que deixava ver as coxas e a buceta bem marcada. Me senti bem envergonhado.
Mas ela me implorou bastante pela experiência que ela queria. Quando fui pro quarto dela, notei que já não era mais o quarto da minha irmã, tinha várias coisas empoeiradas, parecia um cômodo tipo depósito. Aí saí correndo pro quarto dos meus pais, mas enquanto fazia isso, sentia meus peitos pulando, igual minha bunda.
Quando abri a porta do quarto dos meus pais, perguntei pela minha irmã ou irmão, já que a gente tinha trocado de corpo. Eles me responderam: "Que irmão, sua idiota? Você é filha única." Ficaram putos e mandaram: "Fecha a porta, a gente quer continuar dormindo." Fiquei tonto e meio em choque com aquela resposta. Aí fui investigar o ritual e percebi que tinha umas linhas extras, que diziam: "No momento em que as duas almas tomarem a água, uma vai pro inferno como pagamento por ter feito o ritual." Deduzi que, por causa da safadeza da minha irmã, ela não leu essas linhas extras que vinham no ritual.Mas depois de uma semana no corpo dela, comecei a me sentir muito mal. Quando saía pro supermercado, todo mundo me olhava, tentando abusar de mim por causa do físico do corpo da minha irmã. E o pior é que ela só tinha roupa provocante. Odiava o assédio, os olhares, os insultos, as mãos dos homens me apalpando. Mas fui me acostumando.
Não fazia muito tempo que eu tinha tomado o corpo da minha irmã quando meu amigo chegou e me pediu um favor. E, pô, era meu melhor amigo, então aceitei ajudar ele a se dar bem com a família dele. Isso me levou a me vestir pra ocasião, mas esse corpo tem umas tetas enormes. Me senti uma gostosa, peguei a roupa da minha irmã e a roupa dela ficou muito apertada. Meu decote balançava quando eu andava e minha bunda mexia igual gelatina. Meu amigo ficou chocado com minha aparência, não parava de olhar pros meus peitos.
Me apresentei como Yami e fiz de tudo pra fingir. Os pais dele eram adoráveis, a mãe era muito gentil, mas o pai já chegou dando em cima desde o começo, e ainda percebi de canto de olho que ele olhava pra minha bunda de vez em quando. E não só dando em cima, eu sempre sentia o olhar dele em mim. Mas não me senti mal com isso; na verdade, eu gostei. Meu amigo não tava me dando atenção nenhuma, eu só tava ali enquanto ele passava tempo com os irmãos dele. O pai dele aproveitou esse momento perfeito pra puxar papo comigo. Foi muito doce, perguntando sobre meus interesses e essas coisas. No fim, a conversa virou pra mim. O pai dele achava que o filho Jeysson não era um namorado lá muito bom, me deixando sozinha daquele jeito. Notei que os olhos dele não paravam de olhar pros meus peitões, e eu me senti excitada com esse corpo e esses hormônios... Então pedi se podia usar o banheiro, ele disse: "Claro, fica no segundo andar, vem que te acompanho." Quando eu tava subindo a escada, virei pra trás pra perguntar pra que lado era o banheiro, ele disse: "Pra esquerda." E foi aí que percebi que, enquanto eu subia, ele tava de olho fixo na minha bunda.
Bom, então entrei no banheiro, me arrumei um pouco e saí. Mas quando saí, ele estava lá esperando, pegou minha mão e me levou pra um quarto vazio. Eu segui ele, perdida no charme desse homem. "O que você vê no meu filho?" ele me perguntou. Eu disse que não sabia. "Você é uma garota tão gostosa e ele é um perdedor." Aí eu falei: "Bom, ele é um garoto bonitinho e eu gosto de ficar com ele." De repente, ele me beijou e me empurrou pra baixo, e eu fiquei de joelhos. E foi assim que começou a nossa história. Sinceramente, fiquei pasma com a pica enorme do pai dele.
O meu não era tão grande e sei que o seu também não. Meu coração batia forte, não devia estar fazendo isso, sou um garoto — como é que cheguei tão longe? Só tinha que fingir ser a namorada do meu melhor amigo — falei pra mim mesma. "O que você tá pensando, bebê?", ele disse enquanto eu olhava pro nada e, quando voltei à realidade, vi aquilo e falei: "Ai, meu Deus, é enorme!", respondi distraidamente. Ele disse: "Maior que o do meu filho perdedor". Respondi de volta: "Muito maior", sorri, decidindo que, por que não? Ele não era realmente meu namorado, então me deixei levar. "Mostra pro papai o quanto você gosta dessa piroca grande dele." Fiz o que ele pediu, ele segurou meu cabelo enquanto eu fazia. E então chupei ele. E amei. Adorava ser dominada por aquela piroca enorme, chamando ele de papai.
Enquanto eu tinha a pica enorme dele na minha garganta, a única coisa que ouvi foi a porta se abrindo e meu amigo entrando. Tirei a pica da boca e não falei nada, mas o pai dele disse: "Fecha a porta, filho, tô ocupado".
Com o que ele só ficou puto, mas não foi embora. E nisso, o pai dele me puxou pelo cabelo e me fez engolir o pau dele de novo.
Deveria ter sentido vergonha, mas a única coisa que consegui fazer foi obedecer e ver meu amigo me olhando de joelhos, me afogando na pica do pai dele. Isso me excitou ainda mais, eu estava tão humilhado, até que ele foi embora e por um momento me senti mal por ele, e provavelmente tenho muito o que compensar depois, mas que se dane, estou escorrendo fluidos de tão tesuda que fiquei. Mas essa foi a primeira vez que me senti mulher em todo esse tempo. "Deixa eu ver essas tetonas", ele disse, e logo em seguida estava chupando elas, muito gostoso, a língua dele era mágica, eu gemia que nem uma puta, estava em êxtase.
Aquele dia foi o primeiro de muitos... Naquela noite, meu amigo tentou me cobrar pelo que fiz com o pai dele. Olhei bem nos olhos dele e falei: "Primeiro, você e eu não somos nada. Segundo, você não tem coragem de me tratar como seu pai tratou. E terceiro, você é um perdedor." Nos dias seguintes, passei o tempo com o pai do meu amigo, sempre que voltava pra casa com a buceta molhada e os peitos cheios de porra.
Numa quinta-feira, tava indo andando pra minha casa, vestida bem provocante, com uma legging super colada e uma blusa decotada sem sutiã que deixava meus bicos marcados. Era umas 9:30 da noite e tava a uma quadra mais ou menos de casa quando, de repente, um carro para e um cara fala: "Ei, magrinha". Eu olhei pra ele, e o cara fez um sinal pra eu chegar perto. Fui ver o que ele queria, e aí ele disse: "Tô procurando a rua San Martín, você conhece?" Eu respondi: "Claro, é a que fica na—" não consegui terminar de falar o endereço porque ele sacou uma pistola. Depois mandou eu entrar no banco de trás. Eu recusei, mas ele disse: "Ou sobe ou leva um tiro". Saí correndo, mas me alcançaram. O cara desceu, me pegou e me colocou no carro. Aí passou alguma coisa no meu rosto e eu apaguei.Acordo num quarto com muita luz, não consigo enxergar direito. Não tô me sentindo bem, parece que fui drogada. Ainda não consigo distinguir o que tá ao meu redor. Acho que tem alguém do meu lado e uns caras mais pra lá, mas não dá pra ver. Não tenho forças pra continuar assim, então dormi de novo.
De repente, acordo. Já me sinto um pouco melhor e consigo enxergar bem, mas não sei onde tô. A última coisa que lembro é que tava dando um endereço e depois, não lembro de nada. Quando tava pensando nisso, um cara entrou no quarto e falou: "Que bom que acordou, putinha". Fiquei apavorada e perguntei o que tava fazendo ali. Tentei me mexer, mas levei um susto: tô amarrada de pés e mãos, e ainda não tenho força suficiente pra me soltar, porque ainda não tô bem. O cara disse que eu era uma putinha muito gostosa, mas que agora pertencia ao patrão dele. Falou que em algumas horas iam me levar pra ele. Quando recusei, apontaram uma pistola na minha cabeça. Fiquei com medo e no fim aceitei. Me colocaram num carro e no caminho, o que parecia ser o líder disse que era um traficante e que o chefe do cartel é quem mandava. Ele falou que essa à noite, eu ia satisfazer ele, mas me assustei, pensei que iam me estuprar. mas ele disse que iam me pagar, me senti uma puta depois que ele falou isso. quando me levaram pra mansão dele, me colocaram no quarto e me deixaram sozinha com ele. eu tava com um decote e uns shorts, e o velho tarado gostou, porque vi como o pau dele ficou duro. e tenho que admitir, era de bom tamanho.
Fiquei toda arrepiada quando o velho começou a tirar a pica, já tava bem dura e enorme. Fiquei nervosa, ele se aproximou, passou a mão na minha bochecha e depois me deu um tapa com a pica, falando que ia meter no meu cu. Na mesma hora, pedi pra ele não fazer nada, e ele perguntou se eu tava vendo toda aquela gente armada espalhada pela mansão. Aí me deu duas opções: ou deixava ele me estuprar, ou nunca mais transava com ninguém. Entendi o recado, e ele continuou com a pica na minha cara.
Quando, de repente, ele colocou bem nos meus lábios e eu abri a boca até que entrou tudo.
Tinha um cheiro de urina e um gosto horrível, mas mesmo assim comecei a chupar ela bem gostoso, deixando ele feliz.
Ainda tava muito nervosa, tava chupando a pica enorme dele e excitando pra caralho o velho filho da puta, e como ia ter que transar e ganhar uma grana boa, tinha que fazer direito, porque pensei em ser a puta mais gostosa possível pra fazer esse velho gozar rápido e me deixar ir. Então chupei com vontade, e o velho tava quase de olho virado e gemendo igual um louco enquanto eu engolia quase toda a vara do filho da puta.
E depois de um oral, o velho tarado me pediu pra tirar a roupa. Eu tava tirando a roupa bem devagar, quando tava tirando o sutiã...
Ela se jogou em cima de mim, chupando meus peitões enormes, sentia como ele curtia, parecia um maluco sedento.
E puxando meu cabelo, me colocou de quatro em cima da cama dele e, quando eu tava de quatro, o velho arrancou minha meia-calça.
E aí ele começou a me dar umas roçadas com o pau dele na minha buceta, puxando meu cabelo, me chamando de puta, quando do nada senti a cabeça do pau dele começando a entrar devagar na minha buceta e, de repente, o desgraçado meteu tudo até o fundo.
Gemi com força e o pau dele ficava cada vez mais duro, já começava a doer minha buceta, mas eu precisava ser forte e aguentar até o fim.
Eu não podia acreditar que, com o corpo da minha irmã, eu tava dando a bunda pra um velho traficante safado. Depois de meter muito na minha buceta, ele disse que ia enfiar no meu cu. Óbvio que eu recusei, e o velho, ao ver que eu disse não, me deu um tapa bem forte e falou que eu seria castigada por isso.
O velho voltou pra trás de mim, eu pensei que ia me penetrar com muito mais força, quando de repente sinto a dor mais atroz que já senti na minha vida, o filho da puta meteu o pauzão dele no meu cu.
Me ardia pra caralho, e a dor era insuportável, além disso ele me metia como um animal, a dor era imensa, comecei a chorar de dor e a gemer muito enquanto minha bunda tremia cada vez que o velho enfiava a pica. Pra minha sorte, o velho tarado estava tão excitado que gozou no meu cu, senti o jato de porra entrando na minha buceta do rabo, era algo quente e grosso.
O velho chegou e me deu um tapão na bunda e disse que eu podia ir embora.
E aí eu dei o cu pra um traficante que me deixou com o cu dolorido, saí de lá mancando e sem grana, mas bem comida. Aí fui andando com as pernas ainda tremendo, já era tarde e eu não sabia onde tava, resolvi continuar andando até encontrar alguém pra perguntar onde eu tava e como voltar pra casa. Por sorte, tinha um cara num beco, não me passou confiança, mas era minha única esperança, então cheguei perto e contei minha situação. Por sorte ele me ajudou e me disse como voltar, até me acompanhou umas quadras. Depois de um tempo andando, ele falou que até ali ia me acompanhar, e eu agradeci por tudo. Quando me virei pra ir embora, o cara passou a mão na minha buceta e disse "tchau, puta".
Mas não falei nada e, como gesto de agradecimento por me ajudar, falei: "Ei, se quiser, pode me comer aqui em algum lugar." Ele ficou surpreso, mas rapidamente me levou correndo pra um lugar escuro e começou a me apalpar, mesmo eu tendo dito que já tava meio molhada.
Ele não liga pra mim, depois de apalpar meus peitos e minha bunda, ele falou "agora sim, puta, vira de costas", eu obedeci e ele me comeu, e como a puta que eu sou
Comecei a gemer, mas bem baixinho pra não chamar atenção. O cara tava super excitado com a bunda enorme da minha irmã, que tremia a cada metida.
Começou a me foder mais rápido e gozou em 2 minutos
Mas isso não era tudo, ele me mandou ajoelhar e limpar a pica dele de todo o sêmen que tinha.
Quando ele veio sozinho, só disse obrigado e foi embora. Quando voltei pro meu caminho, tive a sorte de que, uns 10 minutos depois, um carro me abordou e perguntou pra onde eu tava indo sozinha naquela hora. Falei que tava indo pra casa, que vinha de uma festa. Ele, muito gente boa, disse: "Sobe aí, te levo.
Aceitei, subi e começamos a conversar um pouco. Ele era um senhor de uns 35 anos, me disse que já estava solteiro há um tempo e que tinha que sustentar dois filhos e uma filha, por isso trabalhava de manhã, descansava à tarde e fazia meio turno à noite. O cara parecia acabado de tanto trabalhar. Aí eu falei: "Ei, sabe o que ia te ajudar a não ficar tão estressado?" Ele perguntou: "O quê?" E eu respondi: "Bom, eu podia te dar um boquete, se quiser." Ele ficou calado, sem saber o que dizer. Aí eu completei: "Pode considerar como um agradecimento por me levar em casa." Ele aceitou, com uma cara meio confusa. Eu comecei a puxar a rola dele pra fora.
E eu já tava me sentindo uma puta, mas também me sentia meio mal porque era o corpo da minha docinha irmãzinha que tinha sido estuprada umas horas atrás por um velho tarado e agora tava fazendo essas coisas de puta de rua. Mas segurei esses sentimentos e comecei a engolir a rola. Ela tava meio salgada, mas não liguei. O cara tava curtindo o boquete que eu tava dando até que ele não aguentou mais e soltou todo o esperma na minha cara e nos meus peitos.
Depois que o cara me encheu de porra, me olhei no espelho do carro e vi a carinha inocente da minha irmã toda melada de leite, agora eu era uma putinha.
Quando finalmente tava perto da minha casa, pedi pra ele me deixar ali por segurança e privacidade, não queria que ele soubesse onde eu morava. Me despedi dele e ele foi embora. Eu finalmente entrei em casa e, por sorte, meus pais tavam dormindo. Fui direto pro chuveiro e, quando tirei a calcinha, escorreu um pouco de sêmen da minha buceta. Meus peitos tavam limpos, mas com cheiro de porra. Aí tomei banho, me troquei e dormi... (Vou trabalhar na segunda parte, só me deem um tempinho).
1 comentários - No corpo da minha irmã