Minha mãe gostosa e safada

Cuidado com o que você quer evitar, às vezes se torna realidade... Salve, comunidade do poringa, quero apresentar minha vida vivendo com uma mãe puta, um corno como meu pai e sendo filho corno. Minha mãe tem 47 anos, se chama Maria, vamos chamar de Mari. Apesar da idade, ela se mantém em forma. Minha vida era normal até eu fazer 12 anos, quando descobri que nunca mais veria a vida do mesmo jeito, nem minha mãe. Minha mãe, desde que nasci, era muito religiosa e achava que sexo servia só pra ter filhos e pronto, nada de prazer, nem tesão, nem nada, só pra procriar, até que aquele dia chegou... Lembro que quando eu estava no ensino fundamental, minha mãe me deixava ir sozinho pra escola, sempre pra eu aprender o caminho. Naquele dia, ela estava dormindo e eu decidi ir sem acordá-la, mas por esquecimento, deixei a porta de casa aberta. Quando me lembrei, já estava longe. Na hora, só falei pro vento: "Tomara que ninguém entre e roube a casa, ou pior, sequestre minha mãe." Contei pra um amigo o que tinha acontecido, e ele já batia punheta e sabia tudo sobre pornô e esse mundo, coisa que eu não sabia nada de putaria nem nada. Lembro que ele perguntou: "Axel, como ela estava vestida?" Eu: "De pijama." Ele: "Sua mãe tem cara de putona, com certeza alguém vai entrar e vão comer ela, e sua mãe vai dar tudo." Eu: "Você sabe que não entendo sua linguagem, traduz aí, haha." Ele: "Haha, que sua mãe tem cara de ser uma pessoa muito boazinha e que com certeza alguém vai entrar, vai ser algum parente, vai levantar sua mãe e fechar tudo." Eu: "Ah, tá bom, haha." Esse amigo era um repetente, tinha 14 anos, um baita burro. Lembro que passava os trabalhos pra ele, e ele tinha celular e tal. Lembro que ele ligou pra alguém falando minha casa, e eu perguntei por que ele mandou alguém pra minha casa. Ele disse que era pra fechar a porta. Que inocente eu era... As aulas foram canceladas, e eu saí na hora que tinha chegado e fui pra casa. Quando cheguei, vi a porta aberta e, quando entrei, ouvi... Gemidos e barulhos como se estivessem comendo alguém. Eu, na minha mente, pensei outra coisa. Quando terminaram, depois de uns 30 minutos, subi e vi na cama minha mãe e mais alguém. O cara acordou, me viu, e percebi que era um senhor. Ele me levou pra sala e falou.

Senhor: Você é filho dela, né? Já vou indo.
Eu: Senhor, o que cê tava fazendo lá em cima?
Senhor: Vim cuidar da sua mãe, sou seu tio, haja.
Eu: Ah, tá.

Aí o senhor ligou pra alguém e eu ouvi...
Senhor: Cê tava certo, Axel, a dona é uma puta.

Nessa hora, eu fui procurar no celular da minha mãe o que significava aquilo, e minha mente mudou de vez...

Depois desse ocorrido, eu já sabia o que era sexo e todas essas palavras. Até que chegou o dia de sair da pré-escola e tava tudo perfeito, minha mãe não tava mais sendo comida. Só que quando saí do ensino fundamental, meus pais me parabenizaram, e lembro que meu pai foi correndo pra casa pegar meu presente. Então, minha mãe e eu esperamos ele na escola. Depois de uns minutos, ela falou:

Mãe: Já volto, filho, não demoro.

Aí vi ela indo pro depósito da escola e resolvi seguir. Quando ela entrou, entrei também, me escondi e vi que ela ficou só de calcinha e sutiã. Entraram uns 4 caras e o Axel, que falou:

Axel: Falei pra vocês, uma puta completa. Esse filho e o pai corno não desconfiam de nada, né, Mari?
Mãe: É, desde que provei a pica do seu pai, Axel, mudei. Mas deixa a conversa pra depois e enfia em mim.

Quando terminaram, todos gozaram na cara dela e se trocaram. Quando minha mãe saiu, limpou o esperma lambendo e disse:

Mãe: Então, Axel, quem diria que você teria uma maior que a do meu marido.
Axel: Esse pinto pequeno, Mari. A partir de hoje, você vai ser uma puta caça-pau.

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