Sofia era uma garota de cabelo preto e olhos cor de mel, tinha uma cinturinha de matar e ficava ainda mais gostosa quando usava vestidos. Tinha lábios rosadinhos e media cerca de 1,68. Os peitos dela eram médios, do tamanho certo pra chamar atenção quando ela não usava sutiã naquelas blusas decotadas que ela amava vestir. Sempre foi muito sedutora e provocante, por isso todos os caras da universidade estavam atrás dela. Eu não ficava pra trás, porque com o meu corpo, muitos caras tentavam se aproximar de mim também, mas depois do meu relacionamento fracassado com meu ex, preferi dar um tempo pra mim mesma.
Uns minutos depois, Sofia chegou perto de mim e me deu o presente dela. Era uma caixinha embrulhada num papel de presente muito bonito. Abracei ela e agradeci pelo gesto, e fui abrir. Mas quando eu ia tirar o papel, Sofia me segurou e disse pra eu abrir quando chegasse em casa. Ela parecia meio nervosa, então perguntei por quê, mas Sofia só disse que era algo muito pessoal e que preferia que ninguém visse. Fiquei empolgada imaginando o que podia ser, então sugeri pra Sofí que a gente fosse pro pátio abrir, mas ela disse que agora não dava, que a gente tinha que aproveitar a festa e que, se eu tava tão ansiosa, a gente podia abrir depois da festa.
Todo mundo dançava no ritmo da música enquanto curtia as bebidas e a comida que a gente tinha encomendado com meu pai: umas pizzas e hambúrgueres, além de bebidas de todo tipo, com e sem álcool. Eu, claro, preferia não beber. Sabia que quando bebia, perdia o controle de mim mesma e não queria que isso acontecesse nessa festa. Da última vez, terminei dançando pelada em cima da mesa e acordei na cama com um cara que nem conhecia. Uns minutos depois, a gente fez a primeira atividade da festa, que era escolher quem fazia a melhor coreografia. Assim as horas passaram e, no final da festa, todo mundo começou a se despedir e voltar pra casa.
Eram 2 da manhã e, por sorte, no dia seguinte eu podia descansar, já que era domingo.
Ao sair, meu pai estava me esperando no carro dele e eu perguntei pra Sofia se ela queria vir comigo naquela noite, assim a gente poderia abrir o presente dela. Sofia topou, então falei com meu pai se a Sofia podia vir, e ele aceitou de boa. Depois de colocar no carro todos os presentes dos meus amigos e colegas, começamos a voltar pra casa, e eu e Sofia contávamos pro meu pai tudo sobre como tinha sido a festa.
Chegando em casa, Sofia e meu pai me ajudaram a descer os presentes e aí entramos na minha casa. Me despedi do meu pai naquela noite e falei que ia subir com a Sofia pro meu quarto pra dormir. Lá em cima, perguntei pra Sofia se ela queria que a gente abrisse o presente dela. Meio nervosa, ela aceitou, me deu o saquinho e eu tirei a caixinha. Fui desembrulhando e, quando terminei, vi o primeiro presente da Sofia. Ao ver, fiquei surpresa, e a Sofia me olhava com cara de vergonha. Era um conjunto de lingerie transparente, na cor branca.
De nervoso, soltei uma risadinha e a Sofia não soube o que me dizer. Falei pra ela não se preocupar, que eu tinha amado o presente. Ela sabia disso, porque sabia que eu adorava usar lingerie quando tinha parceira. Era tão lindo que quis experimentar na hora e perguntei pra Sofia se ela se importava. Ela balançou a cabeça, meio nervosa.
Comecei a tirar o vestido e fiquei só de tanguinha. Ela, ao me ver, ficou paralisada. A gente não se via sem roupa há anos. Comecei a vestir o conjunto e depois me olhei no espelho, enquanto a Sofia não tirava os olhos de mim. Eu me senti muito sensual...
Sofia: Posso tirar uma foto sua, Vale?
A Sofia quebrou o silêncio, me fazendo essa pergunta. Aceitei sem me preocupar com nada. Meus peitos apareciam por baixo do conjunto, porque sendo branco, ficava transparente, e meus bicos duros não ajudavam nada. A Sofia pegou o celular dela e eu fiz uma pose sensual...
Sofia: A gente devia fazer agora uma sessão de fotos, não acha?
Falou a Sofia. Achei a ideia sensacional, então, sem Pensar nisso, eu disse que sim. Comecei a fazer poses sensuais, enquanto a Sofia ia tirando fotos de mim, me sentia uma modelo daquelas revistas que os homens compravam...
Sofia: Você devia ir tirando aos poucos, assim a gente faz uma sessão completa...
— Tem certeza?
Sofia: Claro que sim, Val!
Comecei a tirar o conjunto devagar, deixando meu peito esquerdo descoberto e depois o direito. A Sofia tava adorando o papel de fotógrafa, dava pra ver nos olhos dela. No fim, tirei tudo, e a Sofia continuou tirando fotos de mim já pelada. Quando terminou, ela disse que ia no banheiro, e eu coloquei um pijama. Passaram vários minutos e a Sofia não voltava, então fui ver se tava tudo bem. Quando cheguei perto do banheiro, vi que a porta estava entreaberta. Espiei e me deparei com uma cena: a Sofia se masturbando enquanto olhava o celular.
Sofia: Ahhh... Valentina... aahhh...
Não acreditei. A Sofia tava se tocando com as fotos que acabara de tirar de mim. Por algum motivo, aquilo me deixou com tesão. Minha mão foi descendo sozinha até chegar na minha bucetinha pulsante, enquanto via a Sofia se tocando. Reparei como os mamilos dela tinham endurecido. A cena da minha melhor amiga se dedando com minhas fotos fez minha buceta começar a molhar...
Sofia: Aahh, não para, Val... Aahhh...
Ouvir os gemidos da Sofia fez meus mamilos endurecerem de novo. Comecei a me dedar também, enquanto escutava ela gemer meu nome. Tentei não gemer, então mordi o lábio inferior. Não queria que ela percebesse que eu tava espiando. Com uma mão no peito e a outra na buceta, curtia a cena que a Sofia tava me proporcionando. Não acreditava que ela me desejava daquele jeito, e menos ainda que agora eu também desejava ela...
— Mmhh... Mmhh...
Em poucos minutos, minha buceta virou um mar. Tava tão molhada, queria que a Sofia me descobrisse e a gente realizasse nossos desejos ali mesmo. Nunca tinha sentido isso por outra mulher, e muito menos pela minha melhor amiga, a garota que era como uma irmã pra mim. Me senti a maior pervertida do mundo. mundo, mas não ia parar.
Sofia: Continua, Val... aahh... assim...
Será que agora eu era lésbica? No meio do meu tesão, essa era a pergunta que eu me fazia...
— Mmmhh... aahh... Mmhh
Queria entrar e dizer pra Sofia que eu também queria que ela me desse prazer com os dedos...
— Mmhh... mmmhh...
Minhas pernas começaram a tremer, significava que eu estava prestes a gozar, ia gozar olhando pra minha melhor amiga, pra minha irmã, se masturbando com minhas fotos pelada...
Uns minutos depois, Sofia chegou perto de mim e me deu o presente dela. Era uma caixinha embrulhada num papel de presente muito bonito. Abracei ela e agradeci pelo gesto, e fui abrir. Mas quando eu ia tirar o papel, Sofia me segurou e disse pra eu abrir quando chegasse em casa. Ela parecia meio nervosa, então perguntei por quê, mas Sofia só disse que era algo muito pessoal e que preferia que ninguém visse. Fiquei empolgada imaginando o que podia ser, então sugeri pra Sofí que a gente fosse pro pátio abrir, mas ela disse que agora não dava, que a gente tinha que aproveitar a festa e que, se eu tava tão ansiosa, a gente podia abrir depois da festa.
Todo mundo dançava no ritmo da música enquanto curtia as bebidas e a comida que a gente tinha encomendado com meu pai: umas pizzas e hambúrgueres, além de bebidas de todo tipo, com e sem álcool. Eu, claro, preferia não beber. Sabia que quando bebia, perdia o controle de mim mesma e não queria que isso acontecesse nessa festa. Da última vez, terminei dançando pelada em cima da mesa e acordei na cama com um cara que nem conhecia. Uns minutos depois, a gente fez a primeira atividade da festa, que era escolher quem fazia a melhor coreografia. Assim as horas passaram e, no final da festa, todo mundo começou a se despedir e voltar pra casa.
Eram 2 da manhã e, por sorte, no dia seguinte eu podia descansar, já que era domingo.
Ao sair, meu pai estava me esperando no carro dele e eu perguntei pra Sofia se ela queria vir comigo naquela noite, assim a gente poderia abrir o presente dela. Sofia topou, então falei com meu pai se a Sofia podia vir, e ele aceitou de boa. Depois de colocar no carro todos os presentes dos meus amigos e colegas, começamos a voltar pra casa, e eu e Sofia contávamos pro meu pai tudo sobre como tinha sido a festa.
Chegando em casa, Sofia e meu pai me ajudaram a descer os presentes e aí entramos na minha casa. Me despedi do meu pai naquela noite e falei que ia subir com a Sofia pro meu quarto pra dormir. Lá em cima, perguntei pra Sofia se ela queria que a gente abrisse o presente dela. Meio nervosa, ela aceitou, me deu o saquinho e eu tirei a caixinha. Fui desembrulhando e, quando terminei, vi o primeiro presente da Sofia. Ao ver, fiquei surpresa, e a Sofia me olhava com cara de vergonha. Era um conjunto de lingerie transparente, na cor branca.
De nervoso, soltei uma risadinha e a Sofia não soube o que me dizer. Falei pra ela não se preocupar, que eu tinha amado o presente. Ela sabia disso, porque sabia que eu adorava usar lingerie quando tinha parceira. Era tão lindo que quis experimentar na hora e perguntei pra Sofia se ela se importava. Ela balançou a cabeça, meio nervosa.
Comecei a tirar o vestido e fiquei só de tanguinha. Ela, ao me ver, ficou paralisada. A gente não se via sem roupa há anos. Comecei a vestir o conjunto e depois me olhei no espelho, enquanto a Sofia não tirava os olhos de mim. Eu me senti muito sensual...
Sofia: Posso tirar uma foto sua, Vale?
A Sofia quebrou o silêncio, me fazendo essa pergunta. Aceitei sem me preocupar com nada. Meus peitos apareciam por baixo do conjunto, porque sendo branco, ficava transparente, e meus bicos duros não ajudavam nada. A Sofia pegou o celular dela e eu fiz uma pose sensual...
Sofia: A gente devia fazer agora uma sessão de fotos, não acha?
Falou a Sofia. Achei a ideia sensacional, então, sem Pensar nisso, eu disse que sim. Comecei a fazer poses sensuais, enquanto a Sofia ia tirando fotos de mim, me sentia uma modelo daquelas revistas que os homens compravam...
Sofia: Você devia ir tirando aos poucos, assim a gente faz uma sessão completa...
— Tem certeza?
Sofia: Claro que sim, Val!
Comecei a tirar o conjunto devagar, deixando meu peito esquerdo descoberto e depois o direito. A Sofia tava adorando o papel de fotógrafa, dava pra ver nos olhos dela. No fim, tirei tudo, e a Sofia continuou tirando fotos de mim já pelada. Quando terminou, ela disse que ia no banheiro, e eu coloquei um pijama. Passaram vários minutos e a Sofia não voltava, então fui ver se tava tudo bem. Quando cheguei perto do banheiro, vi que a porta estava entreaberta. Espiei e me deparei com uma cena: a Sofia se masturbando enquanto olhava o celular.
Sofia: Ahhh... Valentina... aahhh...
Não acreditei. A Sofia tava se tocando com as fotos que acabara de tirar de mim. Por algum motivo, aquilo me deixou com tesão. Minha mão foi descendo sozinha até chegar na minha bucetinha pulsante, enquanto via a Sofia se tocando. Reparei como os mamilos dela tinham endurecido. A cena da minha melhor amiga se dedando com minhas fotos fez minha buceta começar a molhar...
Sofia: Aahh, não para, Val... Aahhh...
Ouvir os gemidos da Sofia fez meus mamilos endurecerem de novo. Comecei a me dedar também, enquanto escutava ela gemer meu nome. Tentei não gemer, então mordi o lábio inferior. Não queria que ela percebesse que eu tava espiando. Com uma mão no peito e a outra na buceta, curtia a cena que a Sofia tava me proporcionando. Não acreditava que ela me desejava daquele jeito, e menos ainda que agora eu também desejava ela...
— Mmhh... Mmhh...
Em poucos minutos, minha buceta virou um mar. Tava tão molhada, queria que a Sofia me descobrisse e a gente realizasse nossos desejos ali mesmo. Nunca tinha sentido isso por outra mulher, e muito menos pela minha melhor amiga, a garota que era como uma irmã pra mim. Me senti a maior pervertida do mundo. mundo, mas não ia parar.
Sofia: Continua, Val... aahh... assim...
Será que agora eu era lésbica? No meio do meu tesão, essa era a pergunta que eu me fazia...
— Mmmhh... aahh... Mmhh
Queria entrar e dizer pra Sofia que eu também queria que ela me desse prazer com os dedos...
— Mmhh... mmmhh...
Minhas pernas começaram a tremer, significava que eu estava prestes a gozar, ia gozar olhando pra minha melhor amiga, pra minha irmã, se masturbando com minhas fotos pelada...
4 comentários - Sexo Lésbico no Meu Aniversário (Cap 2)