Naquela noite, cheguei na esquina da minha casa com o Hugo, eu andava na calçada e ele na rua com o carrinho dele juntando papelão. Quando ele se despediu, falou: "Te espero amanhã, mami, leva grana e comida" e, claro, passou a mão na minha bunda e me deu um beijo de língua. Cheguei em casa com medo, pensei que minha mãe ia estar lá, mas não foi o caso — ela vivia praticamente no cassino e aquela noite não foi exceção. Cheguei, coloquei a roupa na máquina de lavar e fui tomar banho; antes disso, fui no banheiro e ainda tinha resto de porra do Hugo, era impressionante. Minha bunda ainda doía e eu sentia o cheiro das bolas dele nos meus lábios, isso me dava vontade de ficar com ele de novo. Mas já tinha planejado o que fazer no dia seguinte.
Naquela noite, ajustei minha calça do colégio, apertei ao máximo e encurtei a barra até o limite, ficou super justa. Na manhã seguinte, encontrei, como sempre, a bolsa da minha mãe na cozinha e peguei umas boas notas (parece que ela tinha se dado bem no cassino). Coloquei a calça que tinha ajustado e a calcinha fio dental que tinha lavado naquela noite, já super decidida a me mostrar como uma verdadeira puta pra todo mundo. Subi no ônibus que pegava todo dia e, desde o motorista até os velhos e os caras que iam trabalhar, todos olhavam pra minha bunda com uma vontade de morder, quase, hahaha. Não entrei no colégio naquele dia; fui a um bar, tomei café da manhã e matei tempo até as lojas abrirem. Fui a uma lingerie, comprei várias calcinhas fio dental de cores diferentes, coloquei uma nova e saí. Dei umas voltas no centro e ainda não eram nem 10 da manhã, e eu não via a hora de serem 14h pra ir na casa do Hugo. Até que finalmente me decidi e peguei um táxi pra ir na hora pra casa dele.
Quando falei pro taxista onde eu ia (ou seja, na entrada da favela), ele se surpreendeu e me perguntou se eu morava lá ou se ia por algum motivo, porque era perigoso. Falei, no meu melhor tom de puta, que ia na casa de um amigo, e ele entendeu tudo. Quando desci, ele sorriu e falou: "Se diverte, gostosa", e ficou olhando. Me vendo a bunda. Nunca tinha passado pela vila tão cedo, era só uns caras bebendo e largados nas esquinas com caixas de som tocando música, cheiro de cigarro e mijo. Quando passei, os que nunca me olhavam agora até beijinho mandavam e uns cantadaços pesados me faziam ficar mais puta... Cheguei na casa do Hugo e abri o portão, o carro tava cheio de papelão, a porta do cômodo entreaberta e na mesa duas caixas de vinho vazias, um cheiro de mijo insuportável. Fui pro quarto onde fazia menos de 24 horas tinham me comido a bunda e vi o Hugo na "cama", aquele colchão sujo com travesseiros também sujos, pelado só com a calça de moletom arregaçada, mas mesmo assim dava pra ver o pau dele dormindo, porque era imensamente comprido. Naquela hora mordi os lábios e senti de novo aquele cheiro que me deixava louca. Ele tava com os pés sujos e todo suado porque tava um calorão. Me abaixei e tentei acordar ele tocando perto daquele pau lindo... "Hugo, Hugo, bom dia, já cheguei." Ele se mexia, resmungava, obviamente tava bêbado, e o cheiro de álcool que soltava era impressionante. "Hugo, acorda, você falou pra eu vir." Cada tapinha que eu dava me aproximava mais do pau dele, quando ele acordou com o olhar perdido, segurou a cabeça que obviamente tava doendo e falou... "O que cê tá fazendo a essa hora aqui, porra? Não te falei pra vir mais tarde?" Fiquei puta, pensei que ele ia ficar feliz de me ver, sei lá... Falei "Tá bom, desculpa, vou embora então." Levantei com raiva, mas com mais tristeza, fui em direção à porta e ele gritou "Pera aí, mami, vem, vem, não fica brava, tô doidão." Voltei rápido e ele me fez sentar no colchão. "Desde que horas cê chegou?" ele perguntou. "Acabei de chegar, por sua causa, você falou pra eu vir", falei sem parar de olhar praquele pau que tinha um fiozinho de suor descendo do umbigo e sumindo bem ali naquele pau preto que eu tanto queria... Ele se ajeitou ainda deitado, colocou um dos travesseiros sujos debaixo da cabeça e falou "Cê tá desesperada por pica, né?" e riu. Aqueles poucos dentes que ele tinha, pensei na hora: "Finjo que sou trouxa ou já mostro mais?" E resolvi responder: "Sim, e daí? Se você não me der, eu acho outro por aqui na vila." Ele se endireitou, meio que se irritou, me pegou pelo braço, depois pelo cabelo, me puxou pra trás e, enquanto me encarava, disse: "Você é minha promíscua, entendeu, seu cuzão? Então agora vai chupar pica." Falando isso com a mão no meu cabelo, ele baixou a calça de grife imunda que tava usando e enfiou minha cara nas bolas imensas dele — bolas pretas, peludas, suadas... Não consigo explicar o que era sentir aquele cheiro de macho sujo. Sem abrir os lábios, passei a boca toda várias vezes por essas bolas. Quando levantei a cabeça e vi aquela cara de filho da puta sádico, ele me puxou forte pelo cabelo e disse: "Lamba meus ovos, promíscua. Mete a língua, seu filho da puta." Abri a boca e passei a língua pelos ovos, sentindo aquele gosto salgado pra caralho, enquanto via aquela pica preta, aquela morcela caída pro lado, toda mole ainda, mas comprida, com aquela cabeçona roxa que tinha aberto meu cu no dia anterior. Passei a língua várias vezes, focava primeiro em chupar — SIM, chupar, espremer com a boca um dos ovos — e só depois passava pro outro ovo. Quando tava tudo uma porra de babinha e minha saliva já tinha lavado as bolas dele praticamente, notei que a pica dele tinha começado a soltar aquele líquido pré-gozo, mesmo ainda mole. Não aguentei: segurei firme com uma mão, metade daquela morcela preta caiu pro lado da minha mão e, sem pensar, levei à boca. Senti de repente um gemido do Hugo. Olhei pra ele: tava de olhos fechados e uma expressão de prazer. Ele sorria, mal dava pra ver os poucos dentes que restavam. Quando comecei a perceber que aquela pica preta ficava cada vez mais dura e ereta, firme, ocupava minhas duas mãos e a cabeçona roxa sobressaía, eu passava a língua naquela fenda e engolia aquele gozo de macho... O velho Hugo gemia e dizia: "Continua, promíscua, continua, chupa, chupa..." Meus sons ao mamar eram altos, misturados com minha desesperação. de não tirar ela da minha boca, quando de repente ele se endireitou na cama eu continuei chupando o pau, já sabia o que vinha... sim sim exatamente o estupro da minha garganta por aquele velho pica grossa... Arghh' argh glupp glupp arrggg e tosse, muita tosse misturada com fios de baba, olhos lacrimejando que, somados àquele cheiro de bolas e pau, eram narcóticos... droga pura pra um viadinho que tava com o cu um inferno de tão quente, a cada movimento da minha cabeça pra engolir o pau inteiro dele, eu mexia minha bunda a ponto da calcinha fio dental sair por cima da calça... quando o velho viu isso, levantou de repente, com uma força bestial me virou de bruços, com dificuldade baixou minha calça de tão justa que tava, enquanto ria e babava tudo... quando finalmente minhas nádegas apareceram, ele puxou a calcinha de lado e passou a língua por todo o meu cu... quando fez isso, senti um belo pedaço daquela língua entrando no meu rabo e, enquanto Hugo respirava, ele dizia "que cu você tem, putinha filha da puta... mmmmm" quando de repente me deu um tapa super forte na minha nádega direita que me fez gritar e querer me levantar, quando ele me fez deitar de novo e senti umas mordidas que me dominavam de tanta dor... "Hugooo nãooo, para, para por favor arghh" quando eu disse isso veio outro tapa igualmente forte na minha outra nádega, "arghhhh nãooo Hugo" mais mordidas e chupões desesperados na porta do meu cu... Com dificuldade consegui virar a cabeça e notei que o velho, enquanto chupava meu cu, se masturbava, aquela cena me virou a cabeça... e me fez ficar mais puta ainda, me virei fazendo força e empinando mais a bunda, olhei pro Hugo e disse "Hugo, me come..." ele tirou a cabeça do meu cu com a língua pra fora e com uma cara de sádico... me disse "quer que eu te coma, mamãe? me fala, me pede por favor" ele dizia enquanto passava a língua pela minha nádega, eu olhei pra ele e "Me come Hugo, me dá o pau, fode meu cu por favor," e mordendo o lábio repeti... Ele me pegou pela cintura, me ajeitou, puxou a calcinha de lado, cuspiu no meu ass, cuspi na cock e coloquei na porta do meu cu e enfiou sem dó... senti a dor do dia anterior mas notei que aguentava mais... começou a bombar meu ass e por enquanto eu aguentava, "cê gosta, viado, fala que é putinha de slut" Hugo falava e eu notei que cada enfiada era mais longa e profunda, tirava a cock toda do meu cu e enfiava de novo com muita precisão, aí sim comecei a aguentar depois de uns minutos já tinha o cu arrebentado de novo... e o que eram gemidos antes agora eram gritos... "ahrggg nãooo hugooo para ahrg por favor tá me fazendo doer ahrggg Hu, Hu, hugooo, ahhhh, ahh arhgggg" gritei alto, ele tirou, me fez levantar, me colocou contra a janela do fundo e assim de pé começou a me comer de novo, de pé era pior, sentia literalmente que enfiavam um pau no meu cu, com uma mão começou a apertar meu pescoço com tanta força que eu me afogava e mal conseguia falar e pedir pra ele ir mais devagar mas era em vão... não sei quanto tempo aguentei, muitos minutos... não conseguia me mexer, tava na mão dele porque a calça não me deixava me mover quando de repente ele fala "vou encher você, promíscua, aí vai a porra, aí a porra" isso me deu impulso e eu falei "sim papai me enche, enche meu cu, cu, cuzão" e foi assim, foram 3 ou 4 jatos de porra que senti claramente e um pouco mais, seguido de um grito "mmmm viado arrombado, toma porra filho da putaaa" ficou um tempo em cima, mal aguentei o peso do corpo dele, a cock dele murchou dentro do meu ass e quando tirou, seguido de um tapa no cu, ele deitou e eu fiquei parado do lado da janela entre o prazer e a dor física... "trouxe a grana como cê falou?" olhei pra ele e falei "sim, sim trouxe" mal conseguia me mexer um pouco quando ele fala "vai comprar um vinho pra mim, rapidão" Olhei pra ele e falei "é como?" Ele me olhou com raiva enquanto guardava a cock na calça, "não ouviu, arrombado? vai comprar um vinho, rapidão".... Isso continua na parte dois... espero seus comentários e mensagens...🤤🍑🍆🍌🍆🤤
Naquela noite, ajustei minha calça do colégio, apertei ao máximo e encurtei a barra até o limite, ficou super justa. Na manhã seguinte, encontrei, como sempre, a bolsa da minha mãe na cozinha e peguei umas boas notas (parece que ela tinha se dado bem no cassino). Coloquei a calça que tinha ajustado e a calcinha fio dental que tinha lavado naquela noite, já super decidida a me mostrar como uma verdadeira puta pra todo mundo. Subi no ônibus que pegava todo dia e, desde o motorista até os velhos e os caras que iam trabalhar, todos olhavam pra minha bunda com uma vontade de morder, quase, hahaha. Não entrei no colégio naquele dia; fui a um bar, tomei café da manhã e matei tempo até as lojas abrirem. Fui a uma lingerie, comprei várias calcinhas fio dental de cores diferentes, coloquei uma nova e saí. Dei umas voltas no centro e ainda não eram nem 10 da manhã, e eu não via a hora de serem 14h pra ir na casa do Hugo. Até que finalmente me decidi e peguei um táxi pra ir na hora pra casa dele.
Quando falei pro taxista onde eu ia (ou seja, na entrada da favela), ele se surpreendeu e me perguntou se eu morava lá ou se ia por algum motivo, porque era perigoso. Falei, no meu melhor tom de puta, que ia na casa de um amigo, e ele entendeu tudo. Quando desci, ele sorriu e falou: "Se diverte, gostosa", e ficou olhando. Me vendo a bunda. Nunca tinha passado pela vila tão cedo, era só uns caras bebendo e largados nas esquinas com caixas de som tocando música, cheiro de cigarro e mijo. Quando passei, os que nunca me olhavam agora até beijinho mandavam e uns cantadaços pesados me faziam ficar mais puta... Cheguei na casa do Hugo e abri o portão, o carro tava cheio de papelão, a porta do cômodo entreaberta e na mesa duas caixas de vinho vazias, um cheiro de mijo insuportável. Fui pro quarto onde fazia menos de 24 horas tinham me comido a bunda e vi o Hugo na "cama", aquele colchão sujo com travesseiros também sujos, pelado só com a calça de moletom arregaçada, mas mesmo assim dava pra ver o pau dele dormindo, porque era imensamente comprido. Naquela hora mordi os lábios e senti de novo aquele cheiro que me deixava louca. Ele tava com os pés sujos e todo suado porque tava um calorão. Me abaixei e tentei acordar ele tocando perto daquele pau lindo... "Hugo, Hugo, bom dia, já cheguei." Ele se mexia, resmungava, obviamente tava bêbado, e o cheiro de álcool que soltava era impressionante. "Hugo, acorda, você falou pra eu vir." Cada tapinha que eu dava me aproximava mais do pau dele, quando ele acordou com o olhar perdido, segurou a cabeça que obviamente tava doendo e falou... "O que cê tá fazendo a essa hora aqui, porra? Não te falei pra vir mais tarde?" Fiquei puta, pensei que ele ia ficar feliz de me ver, sei lá... Falei "Tá bom, desculpa, vou embora então." Levantei com raiva, mas com mais tristeza, fui em direção à porta e ele gritou "Pera aí, mami, vem, vem, não fica brava, tô doidão." Voltei rápido e ele me fez sentar no colchão. "Desde que horas cê chegou?" ele perguntou. "Acabei de chegar, por sua causa, você falou pra eu vir", falei sem parar de olhar praquele pau que tinha um fiozinho de suor descendo do umbigo e sumindo bem ali naquele pau preto que eu tanto queria... Ele se ajeitou ainda deitado, colocou um dos travesseiros sujos debaixo da cabeça e falou "Cê tá desesperada por pica, né?" e riu. Aqueles poucos dentes que ele tinha, pensei na hora: "Finjo que sou trouxa ou já mostro mais?" E resolvi responder: "Sim, e daí? Se você não me der, eu acho outro por aqui na vila." Ele se endireitou, meio que se irritou, me pegou pelo braço, depois pelo cabelo, me puxou pra trás e, enquanto me encarava, disse: "Você é minha promíscua, entendeu, seu cuzão? Então agora vai chupar pica." Falando isso com a mão no meu cabelo, ele baixou a calça de grife imunda que tava usando e enfiou minha cara nas bolas imensas dele — bolas pretas, peludas, suadas... Não consigo explicar o que era sentir aquele cheiro de macho sujo. Sem abrir os lábios, passei a boca toda várias vezes por essas bolas. Quando levantei a cabeça e vi aquela cara de filho da puta sádico, ele me puxou forte pelo cabelo e disse: "Lamba meus ovos, promíscua. Mete a língua, seu filho da puta." Abri a boca e passei a língua pelos ovos, sentindo aquele gosto salgado pra caralho, enquanto via aquela pica preta, aquela morcela caída pro lado, toda mole ainda, mas comprida, com aquela cabeçona roxa que tinha aberto meu cu no dia anterior. Passei a língua várias vezes, focava primeiro em chupar — SIM, chupar, espremer com a boca um dos ovos — e só depois passava pro outro ovo. Quando tava tudo uma porra de babinha e minha saliva já tinha lavado as bolas dele praticamente, notei que a pica dele tinha começado a soltar aquele líquido pré-gozo, mesmo ainda mole. Não aguentei: segurei firme com uma mão, metade daquela morcela preta caiu pro lado da minha mão e, sem pensar, levei à boca. Senti de repente um gemido do Hugo. Olhei pra ele: tava de olhos fechados e uma expressão de prazer. Ele sorria, mal dava pra ver os poucos dentes que restavam. Quando comecei a perceber que aquela pica preta ficava cada vez mais dura e ereta, firme, ocupava minhas duas mãos e a cabeçona roxa sobressaía, eu passava a língua naquela fenda e engolia aquele gozo de macho... O velho Hugo gemia e dizia: "Continua, promíscua, continua, chupa, chupa..." Meus sons ao mamar eram altos, misturados com minha desesperação. de não tirar ela da minha boca, quando de repente ele se endireitou na cama eu continuei chupando o pau, já sabia o que vinha... sim sim exatamente o estupro da minha garganta por aquele velho pica grossa... Arghh' argh glupp glupp arrggg e tosse, muita tosse misturada com fios de baba, olhos lacrimejando que, somados àquele cheiro de bolas e pau, eram narcóticos... droga pura pra um viadinho que tava com o cu um inferno de tão quente, a cada movimento da minha cabeça pra engolir o pau inteiro dele, eu mexia minha bunda a ponto da calcinha fio dental sair por cima da calça... quando o velho viu isso, levantou de repente, com uma força bestial me virou de bruços, com dificuldade baixou minha calça de tão justa que tava, enquanto ria e babava tudo... quando finalmente minhas nádegas apareceram, ele puxou a calcinha de lado e passou a língua por todo o meu cu... quando fez isso, senti um belo pedaço daquela língua entrando no meu rabo e, enquanto Hugo respirava, ele dizia "que cu você tem, putinha filha da puta... mmmmm" quando de repente me deu um tapa super forte na minha nádega direita que me fez gritar e querer me levantar, quando ele me fez deitar de novo e senti umas mordidas que me dominavam de tanta dor... "Hugooo nãooo, para, para por favor arghh" quando eu disse isso veio outro tapa igualmente forte na minha outra nádega, "arghhhh nãooo Hugo" mais mordidas e chupões desesperados na porta do meu cu... Com dificuldade consegui virar a cabeça e notei que o velho, enquanto chupava meu cu, se masturbava, aquela cena me virou a cabeça... e me fez ficar mais puta ainda, me virei fazendo força e empinando mais a bunda, olhei pro Hugo e disse "Hugo, me come..." ele tirou a cabeça do meu cu com a língua pra fora e com uma cara de sádico... me disse "quer que eu te coma, mamãe? me fala, me pede por favor" ele dizia enquanto passava a língua pela minha nádega, eu olhei pra ele e "Me come Hugo, me dá o pau, fode meu cu por favor," e mordendo o lábio repeti... Ele me pegou pela cintura, me ajeitou, puxou a calcinha de lado, cuspiu no meu ass, cuspi na cock e coloquei na porta do meu cu e enfiou sem dó... senti a dor do dia anterior mas notei que aguentava mais... começou a bombar meu ass e por enquanto eu aguentava, "cê gosta, viado, fala que é putinha de slut" Hugo falava e eu notei que cada enfiada era mais longa e profunda, tirava a cock toda do meu cu e enfiava de novo com muita precisão, aí sim comecei a aguentar depois de uns minutos já tinha o cu arrebentado de novo... e o que eram gemidos antes agora eram gritos... "ahrggg nãooo hugooo para ahrg por favor tá me fazendo doer ahrggg Hu, Hu, hugooo, ahhhh, ahh arhgggg" gritei alto, ele tirou, me fez levantar, me colocou contra a janela do fundo e assim de pé começou a me comer de novo, de pé era pior, sentia literalmente que enfiavam um pau no meu cu, com uma mão começou a apertar meu pescoço com tanta força que eu me afogava e mal conseguia falar e pedir pra ele ir mais devagar mas era em vão... não sei quanto tempo aguentei, muitos minutos... não conseguia me mexer, tava na mão dele porque a calça não me deixava me mover quando de repente ele fala "vou encher você, promíscua, aí vai a porra, aí a porra" isso me deu impulso e eu falei "sim papai me enche, enche meu cu, cu, cuzão" e foi assim, foram 3 ou 4 jatos de porra que senti claramente e um pouco mais, seguido de um grito "mmmm viado arrombado, toma porra filho da putaaa" ficou um tempo em cima, mal aguentei o peso do corpo dele, a cock dele murchou dentro do meu ass e quando tirou, seguido de um tapa no cu, ele deitou e eu fiquei parado do lado da janela entre o prazer e a dor física... "trouxe a grana como cê falou?" olhei pra ele e falei "sim, sim trouxe" mal conseguia me mexer um pouco quando ele fala "vai comprar um vinho pra mim, rapidão" Olhei pra ele e falei "é como?" Ele me olhou com raiva enquanto guardava a cock na calça, "não ouviu, arrombado? vai comprar um vinho, rapidão".... Isso continua na parte dois... espero seus comentários e mensagens...🤤🍑🍆🍌🍆🤤
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